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Renault KWID

Manual do proprietário
Bem-vindo a bordo do seu veículo
Este manual do usuário e manutenção fornece as informações que lhe permitirão:
– conhecer bem o seu veículo para melhor utilizá-lo e obter os melhores benefícios das condições de utilização, de todas as
funcionalidades e aperfeiçoamentos técnicos que ele possui;
– manter o melhor estado de funcionamento através de simples mas rigorosa observação dos conselhos de manutenção;
– resolver, sem excessiva perda de tempo, os pequenos incidentes que não necessitem da intervenção de um especialista.
O tempo que dedicar à leitura deste manual será amplamente compensado pelos ensinamentos adquiridos e pelas novidades
técnicas que descobrirá nele. Entretanto, se alguns pontos permanecerem obscuros, os técnicos da nossa Rede Autorizada
terão prazer em fornecer os esclarecimentos complementares que deseje obter.
Para ajudá-lo com a leitura deste manual, você encontrará o seguinte símbolo:

Para indicar uma situação de risco ou de perigo ou uma recomendação sobre segurança.

A descrição dos modelos contidos neste manual foi preparada a partir das características técnicas conhecidas na data da sua
elaboração. Este manual inclui todos os equipamentos (de série ou opcionais) disponíveis para os modelos descritos,
entretanto, esses equipamentos dependerão da versão, das opções escolhidas e do país de comercialização.
Alguns equipamentos que serão introduzidos futuramente no veículo podem aparecer já descritos neste documento.
Por último, em todo o documento, sempre que seja feita referência a uma Oficina Autorizada, trata-se de um representante
RENAULT.

Boa viagem ao dirigir seu veículo.

Traduzido do inglês. Reprodução ou tradução, mesmo parciais, são proibidas sem autorização por escrito do fabricante do veículo.

0.1
0.2
S U M Á R I O
Capítulos

Conheça seu carro ............................................... 1

Colocar em funcionamento ................................. 2

Conforto ................................................................ 3

Manutenção.............................................................. 4

Conselhos práticos ................................................. 5

Características técnicas.......................................... 6

Índice alfabético....................................................... 7

0.3
0.4
Capítulo 1: Conheça seu veículo

Controle remoto por radiofrequência/chaves: resumo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.2


Travamento, destravamento das portas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.5
Travamento automático das portas com o veículo em movimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.6
Abertura e fechamento das portas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.7
Sistema de bloqueio de partida . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.8
Bancos dianteiros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.9
Cintos de segurança . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.10
Dispositivos complementares aos cintos de segurança dianteiros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.13
Dispositivos de proteção lateral. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.17
Segurança de crianças: visão geral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.18
escolha do banco para crianças . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.19
escolha da fixação do banco para crianças . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.20
instalação do banco para crianças, informações gerais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.22
Bancos para crianças: fixação usando um cinto de segurança . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.24
fixação pelo sistema ISOFIX . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.26
Posto de condução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.28
Visores e indicadores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.30
Luzes indicadoras . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.31
Computador de bordo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.34
Sinais sonoros e luminosos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.37
Iluminações e sinalizações externas, regulagem dos faróis . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.38
Retrovisores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.39
Limpador de vidros, lavador de vidros. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.40
Limpador/lavador do vidro traseiro, desembaçador . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.41
Tanque de combustível . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.42
1.1
CONTROLE REMOTO POR RADIOFREQUÊNCIA/CHAVES: informações gerais

A B C

1 1 1
5
2
2
3
3 4

Chave A Unidade de controle remoto Unidade de controle remoto


1 Chave codificada do interruptor de por radiofrequência B por radiofrequência C
ignição e das portas. 1 Chave codificada do interruptor de 1 Chave codificada do interruptor de
ignição e das portas. ignição e das portas.
2 Destravamento das quatro portas. 2 Destravamento das quatro portas.
3 Travamento das quatro portas.
3 Travamento das quatro portas. 4 Abertura do porta-malas.
5 Travamento/destravamento da
Alcance do controle remoto chave com parte metálica retrátil.
Para tirar a chave de seu comparti-
Varia conforme o meio ambiente:
mento, pressione o botão 5; ela sairá
Atenção ao manuseio do controle
automaticamente. Para introduzi-la
remoto, pois poderá ocorrer um trava-
novamente, pressione o botão 5 e
mento ou um destravamento do veículo
insira a chave no compartimento.
A chave não deve ser utilizada para devido a pressões indevidas sobre os
uma função diferente das que são botões.
descritas neste manual.

1.2
CONTROLE REMOTO POR RADIOFREQUÊNCIA/CHAVES: informações gerais
Interferências
A presença de alguns objetos (metá- Substituição ou necessidade
licos, telefone celular, etc.) junto da de uma chave ou um controle
chave ou a utilização numa zona de in- remoto complementar
tensos campos eletromagnéticos pode
criar interferências e/ou dificultar o fun- Em caso de extravio ou se dese-
cionamento do sistema. jar outra chave ou controle remoto,
dirija-se exclusivamente a uma
Atenção: Há risco de perda da codifi- Oficina Autorizada.
cação ao deixar as chaves perto de Para substituir uma chave ou con-
fontes eletromagnéticas, como ímãs, trole remoto, é necessário levar
alto-falantes, entre outros. o veículo e todas as chaves ou
controles remotos a uma Oficina
Autorizada para reiniciar o conjunto.
Responsabilidade do
É possível utilizar até quatro chaves
motorista
ou controles remotos por veículo.
Ao se afastar do veículo,
nunca abandone crianças, Falha da chave ou do controle
adultos incapazes ou animais no remoto
seu interior, mesmo que por pouco Verifique sempre se a bateria está
tempo. Essa atitude pode colocar em bom estado, é do modelo ade-
as pessoas em perigo. O motor ou quado e está inserida corretamente.
os equipamentos (como levantado-
res de vidro, sistema de travamento Para saber como substituir a bate-
das portas, etc.) podem ser aciona- ria, consulte o parágrafo “Controle
dos indevidamente. remoto por radiofrequência: bate-
rias” no capítulo 5.
Além disso, sob sol e/ou clima
quente, a temperatura interna da
cabine aumenta muito rapidamente.
Recomendação RISCO DE MORTE OU
FERIMENTOS GRAVES
Não aproxime o controle remoto de
uma fonte de calor ou frio e proteja A chave reserva pode não estar
da umidade. equipada com controle remoto por
rádiofrequência.

1.3
CHAVES, CONTROLE REMOTO POR RADIOFREQUÊNCIA: utilização
Travamento das portas
Pressione o botão de travamento 2.
A chave não deve ser utilizada para
O travamento é indicado por duas in- uma função diferente das que estão
termitências das luzes de advertência descritas neste manual.
1 e dos pisca-piscas laterais.
2 Se uma porta estiver aberta ou mal fe-
3 chada, ela vai travar e destravar em
rápida sucessão e as luzes de adver-
tência e os pisca-piscas laterais não
piscarão. As portas não serão trava-
das.

Abertura do porta-malas
(Conforme a versão do veiculo) Responsabilidade do
Destravamento das portas Pressione o botão 3 por aproximada- motorista
Pressione o botão de destravamento 1. mente 2 segundos. Ao se afastar do veículo,
nunca deixe dentro crian-
O destravamento é indicado por uma
ças, um adulto incapazes ou ani-
intermitência das luzes de advertên-
mais, mesmo que seja por pouco
cia e dos pisca-piscas laterais.
tempo. Isso pode colocar as pes-
Observação: se não for aberta uma soas em perigo. O motor ou equipa-
das portas em 2 minutos (aproximada- mento (como janelas elétricas, sis-
mente) após o destravamento por con- tema de travamento de porta etc.)
trole remoto, as portas voltam a travar pode ser ativado involuntariamente.
automaticamente. Além disso, com tempo quente e/
ou sol, a temperatura interna da
cabine aumenta muito rapidamente
quando as portas e janelas estão
fechadas.
RISCO DE MORTE OU
FERIMENTOS GRAVES

1.4
TRAVAMENTO/DESTRAVAMENTO DAS PORTAS

2
3

Comando manual Comando elétrico Travando as portas sem


Por fora (conforme versão do veículo) o controle remoto por
Trave/destrave a porta do motorista ou Por fora radiofrequência
do passageiro utilizando a chave na fe- Trave/destrave as portas usando o No caso, por exemplo, de uma bate-
chadura da porta 1. controle remoto por radiofrequência. ria descarregada, de um não funciona-
Gire a chave no sentido horário para Por dentro mento temporário do controle remoto
travar e no sentido anti-horário para Para travar ou destravar as portas, por radiofrequência...
destravar. pressione o interruptor 3. Com o motor desligado e uma porta
Por dentro Veículos com comando elétrico aberta, pressione o interruptor 3 du-
Abaixe o pino 2 para travar, levante o também podem ser travados/destrava- rante mais de cinco segundos. Todas
pino 2 para destravar. dos de maneira manual (consulte o pa- as portas serão travadas quando
rágrafo “Comando manual”). fechar a porta.
O destravamento por fora do veículo
Responsabilidade do motorista só será possível através do controle
Nunca abandone seu veículo com a chave ou o controle remoto no in- remoto por radiofrequência.
terior. Se decidir circular com as portas travadas, lembre-se de que esta
medida pode dificultar o acesso de socorristas à cabine do veículo em
caso de emergência.

1.5
TRAVAMENTO AUTOMÁTICO DAS PORTAS COM O VEÍCULO EM MOVIMENTO
Princípio de funcionamento Responsabilidade do
Ao dar a partida, o sistema trava auto- motorista
maticamente as portas logo que o veí-
Ao se afastar do veículo,
culo atinja cerca de 7 km/h.
1 nunca deixe dentro crian-
ças, um adulto incapaz ou animais,
Irregularidades de mesmo que seja por pouco tempo.
funcionamento Isso pode colocar as pessoas em
perigo. O motor ou equipamento
Se você constatar uma irregularidade (como janelas elétricas, sistema
de funcionamento (não travamento au- de travamento de porta etc.) pode
tomático), verifique, antes de tudo, se ser ativado involuntariamente. Além
todas as portas estão bem fechadas. disto, com tempo quente e/ou sol,
Se assim for e o problema persistir, di- a temperatura interna da cabine au-
rija-se a uma Oficina Autorizada. menta muito rapidamente.
Assegure-se também de que o trava- RISCO DE MORTE OU
Antes de tudo, você deve decidir se mento não foi desativado por engano. FERIMENTOS GRAVES
deseja ativar esta função. Se este for o caso, consulte o procedi-
mento de ativação.
Para ativar
Em algumas versões, com o motor
funcionando, pressione o interruptor 1
durante cerca de 5 segundos até ouvir
um sinal. A luz indicadora integrada no
interruptor se acende quando todas as
portas estiverem travadas. Responsabilidade do
motorista
Para desativar Se você decidir circular
Com a ignição ligada, pressione o in- com as portas travadas,
terruptor 1 durante cerca de 5 segun- lembre-se de que esta medida pode
dos até ouvir um sinal. dificultar o acesso de socorristas ao
habitáculo do veículo em caso de
emergência.

1.6
ABERTURA E FECHAMENTO DAS PORTAS

2
3
1

Abertura por fora Abertura por dentro Segurança de crianças


Com as portas destravadas (consulte Com as portas destravadas (consulte Impede a abertura das portas traseiras
o parágrafo “Travamento e destrava- o parágrafo “Travamento e destrava- pelo lado de dentro. Desloque a ala-
mento das portas” no capítulo 1), colo- mento das portas” no capítulo 1), puxe
que a mão sob a alça 1 e puxe em sua
direção.
a alça 2. vanca 3 em direção a ¡ em cada
porta traseira e verifique, pelo lado de
dentro, se as portas estão bem trava-
Particularidade Por razões de segurança, das.
Conforme o veículo, os acessó- as manobras de abertura/
rios (rádio, etc.) deixam de funcionar fechamento só devem ser
quando o motor está desligado ou as feitas com o veículo parado.
portas são travadas por fora.

Responsabilidade do condutor durante o estacionamento ou parada do veículo


Ao se afastar do veículo, nunca deixe dentro crianças, adultos incapazes ou animais, mesmo que seja por pouco
tempo. De fato, poderiam colocar em risco a si próprios e a outras pessoas, acionando, por exemplo, o motor ou equi-
pamentos (como levantadores de vidro) ou ainda o sistema de travamento das portas. Além disto, com tempo quente
e/ou sol, a temperatura interna da cabine aumenta muito rapidamente.
RISCO DE MORTE OU FERIMENTOS GRAVES.

1.7
SISTEMA DE BLOQUEIO DE PARTIDA
Este sistema impede a partida do
motor a quem não tiver a chave co-
dificada do interruptor do motor de
partida.
O veículo fica automaticamente prote- 1
gido alguns segundos depois de retirar
a chave do interruptor do motor de par-
tida.

Princípio de funcionamento
Quando a ignição é ligada, a luz indi-
cadora 1 se acende durante alguns se-
gundos e depois se apaga. Responsabilidade do
O veículo identificou o código; pode condutor durante o
acionar o motor de partida. Luz indicadora de anomalia de estacionamento ou
funcionamento parada do veículo
Se o veículo não reconhecer o código
da chave de ignição, a luz indicadora 1 Se, depois de ligar a ignição, a luz in- Ao se afastar do veículo, nunca
permanecerá acesa e o motor não dará dicadora 1 se acender, isso indica que deixe dentro crianças, um adulto in-
partida. o sistema não está funcionando corre- capacitado ou animais, mesmo que
tamente. seja por pouco tempo.
De fato, poderiam colocar em risco
Em todos os casos, chame obriga- a si próprios e a outras pessoas,
toriamente uma Oficina Autorizada, a acionando, por exemplo, o motor ou
única habilitada a intervir no sistema de equipamentos (como levantadores
bloqueio de partida. de vidro) ou ainda o sistema de tra-
Qualquer intervenção ou
modificação no sistema de Em caso de falha da chave codifi- vamento das portas.
bloqueio de partida (unida- cada do interruptor do motor de par- Além disto, com tempo quente e/ou
des de eletrônicas, fiação, tida, utilize a segunda chave (entregue sol, a temperatura interna da cabine
etc.) pode ser perigosa. Somente com o veículo). aumenta muito rapidamente.
deverá ser executada por técni- RISCO DE MORTE OU
cos qualificados de uma Oficina FERIMENTOS GRAVES.
Autorizada.

1.8
BANCOS DIANTEIROS

1 2
Não se deve deixar
Para avançar ou recuar Tome cuidado ao fazer o nenhum objeto no piso (na
ajuste do ângulo e da altura área dianteira do motorista)
Levante a barra 1 para destravar. porque, em caso de frena-
Deslize o banco até a posição dese- do encosto. Ajustes feitos
sem cuidado podem causar gem brusca, os objetos podem des-
jada, solte a barra 1 e verifique se o lizar para baixo dos pedais e impe-
banco está travado corretamente na lesões (esmagamento).
dir sua utilização.
posição.

Para não comprometer a Por segurança, não efetue


Para inclinar o encosto eficácia dos cintos de segu- nenhum ajuste com o veí-
Acione a alavanca 2 para destravar o rança, aconselhamos não culo em movimento.
encosto, ajuste-o e solte a alavanca inclinar demais os encostos Realize cada conjunto de
para travá-lo na posição. dos bancos. ajustes separadamente e com cui-
Existe o risco do ocupante do banco dado, a fim de evitar lesões.
deslizar entre as faixas do cinto de Sempre verifique o correto trava-
segurança se o encosto estiver re- mento dos encostos dos bancos.
clinado além do necessário.

1.9
CINTOS DE SEGURANÇA (1/3)
Para sua segurança, utilize o cinto de Luz de aviso de lembrete
segurança em todos os deslocamen-
tos. Além disto, obedeça a legislação
ç sobre os cintos de segu-
rança dianteiros
local em vigor no país em que circula. Se, dada a partida no motor, o cinto de
Antes de iniciar o trajeto, proceda segurança do motorista ou do passa-
primeiramente à regulagem do posto geiro dianteiro (se o banco estiver ocu-
de condução e, então, à dos demais pado) não estiverem afivelados cor-
ocupantes do veículo. Todos os pas- retamente e o veículo tiver atingido, 1
sageiros devem ajustar o cinto de aproximadamente, 20 km/h, essa luz
segurança para obter o máximo de acenderá no painel e um bipe será emi-
proteção. tido por dois minutos.
Observação: um objeto colocado
sobre o banco do passageiro poderá
ativar, em certos casos, a luz de aviso. 2
Regulagem da posição de condução Ajuste dos cintos de segurança
(em algumas versões do veículo)
Mantenha-se bem apoiado no encosto.
– Sente-se corretamente no fundo
do banco (após ter retirado o A faixa torácica 1 deve ficar o mais pró-
Cintos de segurança mal
casaco, a jaqueta, etc.). É essencial ximo possível do pescoço, mas sem
ajustados ou torcidos
para um bom posicionamento das toca-lo.
podem provocar ferimentos
em caso de acidente. costas; A faixa abdominal 2 deve ser levada
– regule o avanço do banco em sobre a parte larga das coxas e contra
Nunca um cinto de segurança função dos pedais. Seu banco o abdômen. O cinto deve ser trazido o
deve ser utilizado por mais de uma deve estar na posição mais recuada mais próximo possível sobre o corpo.
pessoa ao mesmo tempo, seja ela de modo que permita pressionar Ex.: evite roupas muito espessas e ob-
criança ou adulto. a fundo o pedal da embreagem. O jetos intercalados.
Mesmo mulheres grávidas sempre encosto deve ser regulado a fim de
devem utilizar o cinto de segurança. deixar os braços ligeiramente dobra-
Neste caso, a faixa abdominal deve dos;
ser colocada de modo que não seja – regule a altura do assento. Esta re-
exercida grande pressão sobre a gulagem permite otimizar sua visão
parte inferior da barriga, embora de condução;
sem folga excessiva.

1.10
CINTOS DE SEGURANÇA (2/3)

6
7
1
8

9
3 4
5
5

Travamento Regulagem da altura Cintos de segurança


Puxe o cinto lentamente e sem es- dos cintos de segurança traseiros laterais
ticar muito e realize o engate da lin- dianteiros Puxe lentamente o cinto 7 e engate a
gueta 3 na caixa 5 (verifique o bloqueio Puxe o botão 6 para selecionar sua lingueta 9 na caixa 8.
no tirante sobre a lingueta 3). posição de regulagem, de modo que
Se o cinto ficar totalmente bloque- a faixa torácica 1 fique conforme indi-
ado, puxe-o lentamente, mas de modo cado anteriormente.
firme, até conseguir deslocar a faixa Após efetuar a regulagem, assegure-
por cerca de 3 cm. Deixe que recue um se do seu correto travamento.
pouco e puxe-o novamente.
Dirija-se a uma Oficina Autorizada se o Verifique o bom posicio-
problema persistir. namento e o correto fun-
cionamento dos cintos de
Destravamento segurança traseiros, após
Pressione o botão 4 da caixa 5, o manipular os bancos traseiros.
cinto retorna pela ação do enrolador. Consulte as informações sobre o
Acompanhe a lingueta para facilitar banco traseiro na Seção 3.
esta operação.
1.11
CINTOS DE SEGURANÇA (3/3)
As informações a seguir dizem respeito aos cintos dianteiros e traseiros do
veículo.

– Nenhuma modificação pode ser feita nas peças componentes do sis-


tema de retenção instalado de fábrica (cintos de segurança, bancos e
suas respectivas montagens). Para operações especiais (por exemplo,
cadeirinhas infantis), entre em contato com uma Oficina Autorizada.
– Não utilize dispositivos que possam provocar folgas nas faixas (exemplos:
11 molas, pinças, etc.), pois um cinto de segurança muito folgado pode provocar
ferimentos em caso de acidente.
10 – Nunca passe a faixa por baixo de seu braço, nem por trás das costas.
– Não utilize o mesmo cinto para mais de uma pessoa nem envolva o cinto em
uma criança pequena ou de colo.
– O cinto não deve estar torcido.
Faixa abdominal traseira – Após um acidente grave, substitua os cintos de segurança. Da mesma forma,
central substitua os cintos de segurança deformados ou danificados de alguma forma.
Prenda a lingueta deslizante 11 na – Insira a lingueta do cinto na caixa adequada.
caixa 10.
– Tenha o cuidado de não colocar, na zona da caixa de travamento do cinto,
qualquer objeto susceptível de interferir com seu correto funcionamento.

A fivela do cinto de segurança cen-


tral traseiro tem sua própria caixa,
não podendo ser afivelada em ne-
nhuma outra.

1.12
DISPOSITIVOS COMPLEMENTARES AOS CINTOS DE SEGURANÇA DIANTEIROS (1/4)
Seu veículo pode estar equipado com:
– airbags frontais do motorista e do
passageiro;
– limitadores de esforço no tórax.
Esses sistemas destinam-se a atuar
de forma independente ou conjunta
quando o veículo é submetido a uma
colisão frontal que provoque uma desa-
celeração brusca transmitida aos sen-
sores do airbag. Conforme o nível de
violência da colisão (grau de desace-
leração), o sistema pode desencadear:
– o travamento de cinto de segurança;
– a ação dos limitadores de esforço e
a ativação do airbag dianteiro. Cada sistema de airbag é composto
por: O sistema de airbag utiliza
um princípio pirotécnico,
Limitador de esforço – um airbag e seu gerador de gases
razão pela qual seu disparo
montados no volante e no painel de
A partir de uma certa violência de coli- gera calor, libera fumaça (o
bordo para o motorista e o passa-
são, esse mecanismo entra em funcio- que não significa início de incên-
geiro, respectivamente;
namento para limitar, a um nível supor- dio) e produz ruído de detonação.
tável, os efeitos do cinto de segurança – uma caixa eletrônica de monitora- O enchimento do airbag, que deve
no corpo. mento do sistema que comanda o ser instantâneo, pode provocar fe-
detonador elétrico do gerador de rimentos na pele ou outros efeitos
gases; desagradáveis.
Airbags do motorista e do – uma luz indicadora de controle
passageiro
Estão instalados nos dois lugares dian- å única; Não se recomenda a ins-
teiros: do motorista e do passageiro. – sensores deslocados. talação de um sistema de
retenção para crianças no
A palavra airbag no volante e no painel
banco da frente, devido ao
de bordo indica que o veículo está
risco para a criança no caso de ati-
equipado com airbags.
vação do airbag.

1.13
DISPOSITIVOS COMPLEMENTARES AOS CINTOS DE SEGURANÇA DIANTEIROS (2/4)
Indicação de funcionamento – Após um acidente grave, substitua o conjunto do sistema de retenção.
ou irregularidade Eles foram projetados para um único impacto.
Ao ligar a ignição, a luz indicadora – Qualquer intervenção no sistema completo (airbags, caixas eletrôni-
å se acende no painel de instru-
mentos e se apaga alguns segundos
cas, cabeamento) ou a reutilização em qualquer outro veículo, mesmo
que seja idêntico, está rigorosamente proibida.
depois. – Apenas o pessoal qualificado da rede autorizada está habilitado a intervir nos
Se, ao ligar a ignição, não acender ou dispositivos complementares aos cintos de segurança dianteiros, de modo a
acender com o motor funcionando, isto evitar o acionamento repentino do sistema, que pode causar acidentes.
indica uma falha do sistema. – O controle das características elétricas do detonador deve ser efetuado exclu-
Nestes dois casos, consulte uma sivamente por especialistas e com ferramentas apropriadas.
Oficina Autorizada assim que possível. – Se o veículo tiver de ser sucateado, dirija-se a uma Oficina Autorizada para
eliminar o gerador de gases dos airbags.
Funcionamento
O sistema só se torna operacional
depois de ligada a ignição.
No caso de um impacto frontal sério
que provoque uma desaceleração
súbita detectada pelos sensores, os
airbags são acionados para absorver o
impacto da cabeça e do peito do moto-
rista contra o volante e do passageiro
dianteiro contra o painel de bordo. O
airbag se esvazia imediatamente após
a colisão para que seja possível sair do
carro sem obstáculos.

1.14
DISPOSITIVOS COMPLEMENTARES AOS CINTOS DE SEGURANÇA DIANTEIROS (3/4)

Recomendações referentes ao airbag do motorista


– Nunca modifique o volante ou sua almofada.
– Nunca cubra a almofada do volante.
1 – Nunca fixe qualquer objeto (crachá, logotipo, relógio, suporte de telefone celu-
lar, etc.) sobre a almofada.
– A desmontagem do volante é proibida (exceto quando efetuada por pessoal
qualificado da rede autorizada).
– Não dirija em uma posição muito próxima ao volante: adote uma posição
de condução com os braços ligeiramente dobrados (consulte o parágrafo
“Regulagem da posição de condução” no Capítulo 1). Nesta posição é asse-
gurado um espaço suficiente para o correto enchimento do airbag.

Recomendações referentes ao airbag do passageiro 1


As advertências a seguir devem ser – Não coloque nenhum objeto (crachá, logotipo, relógio, suporte de telefone ce-
observadas para que o airbag não lular, etc.) no painel de bordo ou próximo ao airbag.
seja obstruído de nenhuma forma
– Não coloque nada entre o painel de bordo e o passageiro (animal, chapéu,
quando for acionado e para prevenir
guarda-chuva, vara de pesca, pacotes, etc.).
ferimentos graves durante o aciona-
mento. – Não coloque os pés no painel de bordo nem no banco, pois estas posições
podem provocar ferimentos graves. Como regra geral, qualquer parte do
corpo deve ser mantida afastada do painel de bordo (joelhos, mãos, cabeça,
etc.).

NÃO É RECOMENDADO INSTALAR UM SISTEMA


DE RETENÇÃO PARA CRIANÇAS NO BANCO DO
PASSAGEIRO DA FRENTE, DEVIDO AO RISCO PARA
A CRIANÇA NO CASO DE ATIVAÇÃO DO AIRBAG.

1.15
DISPOSITIVOS COMPLEMENTARES AOS CINTOS DE SEGURANÇA DIANTEIROS (4/4)
As advertências abaixo devem ser observadas para que o airbag não seja obstruído de nenhuma forma quando estiver
acionado e para prevenir ferimentos graves durante o acionamento.

A função do airbag é complementar a ação do cinto de segurança. O airbag e o cinto de segurança são partes inte-
grais do mesmo sistema de proteção. Por isso, é essencial sempre usar o cinto de segurança. Se os cintos de segu-
rança não forem usados, os ocupantes do veículo ficam expostos ao risco de ferimentos graves em caso de acidente.
Isso também pode aumentar o risco de lesões superficiais menores que ocorrem durante a ativação do airbag.
Os airbags nem sempre serão acionados se o veículo capotar ou em casos de impacto traseiro, mesmo que seja grave.
Choques sob o veículo, como por exemplo ao subir ou descer de calçadas, buracos na pista, pedras, etc., podem provocar a
ativação desses sistemas.
– A modificação ou manutenção de qualquer parte do sistema de airbag (airbag, unidade eletrônica, fiação, etc.) é estrita-
mente proibida (exceto se realizada pela equipe da rede autorizada).
– Para assegurar o bom funcionamento do sistema de airbag e evitar seu disparo acidental, somente técnicos qualificados
da rede autorizada estão habilitados a executar ações no sistema.
– Por medida de segurança, mande verificar o sistema de airbag se o veículo tiver sofrido acidente, roubo ou arrombamento.
– Ao vender ou alugar o veículo, informe o usuário ou o novo proprietário do veículo sobre os pontos acima e entregue o
manual do motorista do veículo.
– Se o veículo tiver de ser sucateado, dirija-se a uma Oficina Autorizada para eliminar o gerador de gases dos airbags.

1.16
DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO LATERAL
Airbags laterais
Seu veículo pode estar equipado com
airbags laterais.
Tratam-se de airbags que equipam os
bancos dianteiros e se encontram na
lateral dos encostos (lado da porta), a
fim de proteger os ocupantes em caso
de um choque lateral que gere desace-
leração brusca transmitida aos senso-
res do sistema.

Recomendações em relação aos airbag laterais


– Montagem de capas: os bancos equipados com airbag devem ser
revestidos com capas específicas ao veículo. Consulte uma Oficina
Autorizada para saber se este tipo de capa está disponível. A utiliza-
ção de quaisquer outras capas (ou capas específicas a outros veículos) pode
afetar o bom funcionamento dos airbags e prejudicar sua segurança.
– Nunca monte acessórios ou coloque objetos, ou mesmo um animal, entre o
encosto, a porta e as guarnições internas. Igualmente não cubra o encosto do
banco com objetos como roupas ou acessórios. Isso pode afetar o bom fun-
cionamento do airbag ou provocar lesões em caso de acionamento dele.
– Quaisquer desmontagem ou modificações do banco e dos estofamentos estão
proibidas, salvo se forem efetuadas por técnicos qualificados das Oficinas
Autorizadas.

1.17
SEGURANÇA DE CRIANÇAS: visão geral
Transporte de crianças Crianças a partir de 7,5 anos não pre-
Dê o exemplo utilizando
cisam ser transportadas em sistema de
Crianças - e adultos - devem viajar retenção infantil. Elas devem ser trans- sempre o cinto de segu-
corretamente sentadas e presas com portadas no banco traseiro utilizando o rança e ensine as crianças
o cinto durante todos os percursos. cinto de segurança disponível no veí- a sempre afivelar correta-
Você é responsável pelas crianças que culo. Consulte sempre a regulamenta- mente o cinto, a entrar e sair do veí-
transporta. ção em vigor no país em que circula. culo pelo lado oposto ao do tráfego.
Uma criança não é como um adulto em Não utilize um banco para crianças
Antes de montar uma cadeirinha infan- inadequado ou sem o manual de
miniatura. Ela fica exposta a riscos de til leia seu manual e respeite as ins-
ferimentos específicos, pois seus mús- usuário.
truções que a acompanham. Em caso
culos e ossos estão em pleno desen- de dificuldade na instalação, entre em Garanta que nenhum objeto, no
volvimento. Utilizar somente o cinto de contato com o fabricante do equipa- banco para crianças ou próximo
segurança não é suficiente para seu mento. Guarde o manual de instruções dele, possa impedir a sua cor-
transporte. Utilize a cadeirinha infantil junto ao banco. reta instalação. Nunca deixe uma
apropriada e garanta sua correta utili- criança sem supervisão dentro do
zação. veículo.
Uma colisão a 50 km/h re- Garanta que a criança permaneça
Utilização de um banco para presenta uma queda de presa e que sua cadeirinha ou seu
crianças uma altura de 10 metros. cinto estejam corretamente ajusta-
Ou seja, não prender uma dos e regulados. Evite roupas muito
O nível de proteção oferecido pela ca- folgadas e espessas que causem
criança ao assento equivale a
deira para crianças depende de sua ca- folgas nas correias.
deixá-la brincar em uma varanda do
pacidade para reter a criança e de sua
quarto andar sem para-peito! Não permita que a criança coloque
instalação. Uma má instalação compro-
Nunca permita que uma criança a cabeça ou os braços para fora da
mete a proteção da criança, em caso
seja transportada no colo. Em caso janela. Verifique se a criança per-
de frenagem violenta ou de colisão.
de acidente, é impossível segurá-la manece em uma postura correta
Antes de comprar uma cadeirinha in- ainda que o passageiro que a trans- durante o percurso, principalmente
fantil, verifique se ela está em confor- porta esteja utilizando o cinto. se estiver dormindo.
midade com o regulamento do país em
que se encontra e se pode ser insta-
lado em seu veículo. Consulte uma
Oficina Autorizada para saber quais
Para impedir a abertura das portas por dentro, utilize o dispositivo
bancos são recomendados para o seu
“Segurança de crianças” (consulte a seção “Abertura e fechamento das
veículo.
portas” no capítulo 1).

1.18
SEGURANÇA DE CRIANÇAS: escolha do banco para crianças

Cadeirinha infantil de costas para a Banco para crianças com a frente Banco elevador de altura
frente do veículo voltada para a dianteira do veículo A partir de 15 kg ou 4 anos, a criança
A cabeça do bebê é, proporcional- A cabeça e o abdômen das crian- pode viajar instalada num assento in-
mente, mais pesada que a do adulto e ças são zonas prioritárias a prote- fantil que permita adaptar o cinto de se-
seu pescoço é muito frágil. Transporte ger. Um banco para crianças vol- gurança à sua forma. A base do levan-
a criança nesta posição o mais longo tado para a frente bem fixa ao veículo tador deve estar equipada com guias
tempo possível (no mínimo, até reduz os riscos de impacto da cabeça. que obriguem o cinto a passar sobre as
2 anos). Essa posição retém a cabeça Transporte sua criança em um banco coxas da criança e não sobre a barriga.
e o pescoço. voltado para frente do veículo com um De preferência, o encosto deve ser re-
Escolha um banco do tipo envolvente cinto, contanto que seu tamanho o per- gulável em altura e equipado com uma
para obter uma melhor proteção late- mita. guia da faixa, de modo que este passe
ral e faça sua substituição por outro Escolha um banco do tipo envolvente pelo centro do ombro. O cinto nunca
quando a cabeça da criança passar para obter uma melhor proteção lateral. deve passar sobre o pescoço ou sobre
acima do encosto do banco. o braço.
Escolha um banco do tipo envolvente
para obter uma melhor proteção lateral.

1.19
SEGURANÇA DA CRIANÇA: escolha uma montagem de cadeirinha infantil (1/2)
Existem dois sistemas de fixação de Fixação pelo sistema ISOFIX
bancos para crianças: o cinto de segu- O cinto de segurança nunca
deverá estar folgado ou tor- Os bancos para crianças ISOFIX auto-
rança ou o sistema ISOFIX. rizados estão homologadas conforme o
cido. Nunca faça ele passar
Fixação pelo cinto por baixo do braço ou por regulamento ECE-R44 num destes três
trás das costas. tipos:
O cinto de segurança deverá estar
ajustado para garantir seu funciona- Certifique-se de que o cinto não – universal ISOFIX de 3 pontos, de
mento em caso de frenagem brusca ou seja danificado por arestas agudas. frente para a dianteira do veículo;
impacto. Se o cinto de segurança não estiver – semiuniversal ISOFIX de 2 pontos;
Respeite o percurso da cinta, indicado funcionando corretamente, ele não – específico.
pelo fabricante do banco para crianças. poderá proteger a criança. Consulte
uma Oficina Autorizada. Não utilize Para os dois últimos, verifique se o
Verifique sempre se o cinto de segu- esse assento até que o cinto seja banco para crianças pode ser instalado
rança está afivelado, puxando com reparado. consultando a lista dos veículo compa-
firmeza, e depois estique a correia ao tíveis.
máximo, empurrando o banco para Prenda o banco para crianças com os
crianças contra o encosto. fechos ISOFIX, se existirem no veículo.
Verifique se o banco está bem apoiado, O sistema ISOFIX assegura uma mon-
exercendo um movimento da esquerda tagem fácil, rápida e segura.
para a direita e de frente para trás: o O sistema ISOFIX inclui 2 argolas, e
banco deve se manter firmemente fixo. em alguns casos, uma terceira.
Verifique se o banco para crianças está
alinhado com o banco e se não está
encostado contra um vidro.

Não utilize um banco para Verifique se o encosto da Antes de instalar um banco


crianças que possa desafi- cadeirinha de criança vol- para crianças ISOFIX que
velar o cinto de segurança tada para a frente está em tenha adquirido para um
que o prende: a base do contato com o encosto do outro veículo, assegure-se
banco não deve pressionar a lin- banco do veículo. Se for o caso, a de que a sua aplicação esteja auto-
gueta e/ou fivela do cinto de segu- cadeirinha nem sempre ficará en- rizada. Consulte a lista dos veículos
rança. costada na base do banco do veí- onde o banco pode ser instalado,
culo. fornecida pelo fabricante do equipa-
mento.

1.20
SEGURANÇA DA CRIANÇA: escolha uma montagem de cadeirinha infantil (2/2)

Os elementos do sistema
montado originalmente não
devem ser modificados:
cintos, ISOFIX, bancos e
respectivas fixações.
2

Fixação pelo sistema ISOFIX A correia 2 deve ser posicionada entre


(continuação) o encosto e o tampão traseiro. Para
As argolas 1 estão situadas entre o en- fazer isso, remova o tampão traseiro.
costo e o assento e estão identificadas Fixe o gancho em um dos anéis 3,
com uma marca. identificados pelo símbolo .
A terceira argola 3 é utilizada para pren- Estique a correia 2 até que o encosto
der a faixa superior de alguns bancos do banco para crianças fique em con-
para crianças. tato com o encosto do banco do veí-
culo.

As fixações ISOFIX foram estudadas exclusivamente para serem utiliza-


das por um banco para crianças com sistema ISOFIX. Nunca fixe nestes
pontos qualquer outro tipo de banco para crianças, cinto ou outros ob-
jetos.
Assegure-se de que nada impeça a instalação do banco ao nível dos pontos de A correia da cadeirinha in-
fixação. fantil deve ser presa ao
anel correspondente. Não
Se o veículo se envolver num acidente, mande verificar as fixações ISOFIX e use outro ponto de monta-
substitua o banco para crianças. gem.

1.21
SEGURANÇA DE CRIANÇAS: instalação do banco para crianças, informações gerais (1/2)
Não é permitida a instalação de um No banco traseiro lateral Para segurança da criança na posi-
banco para crianças em certos lugares. Um berço deve ser instalado no sen- ção voltada para a frente do veículo, o
Os esquemas das páginas a seguir in- tido transversal do veículo e ocupará banco que ficar à frente da criança só
dicam onde fixar um banco para crian- dois lugares. Posicione de modo que deve ser recuado até o meio de suas
ças. a cabeça da criança do lado oposto à corrediças, a inclinação do encosto não
Os tipos de banco para crianças men- porta. deve ultrapassar 25°, e o banco deve
cionados podem não estar disponí- estar levantado o máximo possível.
Desloque ao máximo para frente o
veis. Antes de utilizar outro banco para banco dianteiro do veículo ao insta- Assegure-se de que o banco para
crianças, verifique junto ao fabricante lar, no banco traseiro, um banco para crianças de frente para a dianteira
se pode ser montado. crianças com as costas viradas para a esteja apoiado no encosto do banco do
dianteira, depois deslize para atrás o veículo e que o apoio de cabeça do ve-
banco ou bancos localizados à frente, ículo não incomoda.
conforme o indicado no manual do
banco para crianças.

Monte o banco para crian-


ças em um banco traseiro.
Certifique-se de que ao ins-
talar o banco para crianças
no veículo não corre o risco de que
o mesmo se solte de sua base.
Se tiver que retirar o apoio de
cabeça, certifique-se de que fique
bem guardado de tal modo que não
venha a machucar alguém em caso
de frenagem brusca ou choque.
NÃO SE DEVE INSTALAR Certifique-se de que o
Fixe sempre o banco para crianças CADEIRINHA/BANCO banco para crianças ou
no veículo mesmo que não esteja PARA CRIANÇAS NO os pés da criança não im-
sendo utilizado para que o mesmo BANCO DO PASSAGEIRO peçam o correto bloqueio
não se movimente e venha machu- DIANTEIRO. do banco dianteiro. Consulte o pa-
car alguém em caso de frenagem rágrafo “Banco dianteiro” no capí-
brusca ou de choque. tulo 1.

1.22
SEGURANÇA DE CRIANÇAS: instalação do banco para crianças, informações gerais (2/2)
A

1 A

Estas instruções estão marcadas nas


etiquetas A situadas em cada lado do
ATENÇÃO para-sol do passageiro 1.
Devido à incompatibilidade
entre o espaço ocupado
pelo airbag dianteiro do
passageiro ao disparar e o posicio-
namento de um banco para crian-
ças de costas para a traseira do veí-
culo, NUNCA instale um banco para
crianças de costas para a frente do
veículo em um banco protegido por
um airbag.
RISCO DE MORTE ou LESÕES
GRAVES em caso de aciona-
mento do airbag.

1.23
BANCOS PARA CRIANÇAS: fixação usando um cinto de segurança (1/2)

A utilização de um sistema
de segurança de crianças
inadequado a este veículo
não irá proteger correta-
mente o bebê ou a criança. Existe
o risco de ser grave ou fatalmente
ferido.

Lugar impróprio para a instala- Banco para crianças fixado me-


²
ças.
ção de um banco para crian- diante o cinto de segurança
Lugar que permite a fixação,
¬ mediante o cinto de segu-
rança, de um assento homologado
«Universal».

NÃO SE DEVE INSTALAR


CADEIRINHA/BANCO
PARA CRIANÇAS NO
BANCO DO PASSAGEIRO
DIANTEIRO.

1.24
BANCOS PARA CRIANÇAS: fixação usando um cinto de segurança (2/2)
O quadro abaixo apresenta informações sobre padrões internacionais recomendados para o transporte de crianças.
Para informações locais específicas, consulte a legislação de seu país.

Banco dianteiro Lugares traseiros Lugar traseiro


Tipo de banco para crianças Peso da criança
do passageiro laterais central

Berço transversal
< a 10 kg X U (1) X
Grupo 0
Banco de costas para a es-
trada < de 13 kg e de 9 a 18 kg X U (2) X
Grupo 0 ou 0+
Banco de costas para a es-
trada 9 a 18 kg X U (2) X
Grupo 0+ e 1
Banco de frente para a es-
trada 9 a 18 kg X U (3) X
Grupo 1
Banco elevador de altura
15 a 25 kg e 22 a 36 kg X U (3) X
Grupo 2 e 3

X = Lugar impróprio para a instalação de um banco para crianças..


U = Lugar que permite a fixação, mediante o cinto de segurança, de um assento homologado «Universal»; comprove que pode
ser montado.
(1) Um berço deve ser instalado no sentido transversal do veículo e ocupará no mínimo dois lugares. Coloque a cabeça da
criança do lado mais afastado da porta do veículo.
(2) Desloque para frente o banco dianteiro do veículo ao máximo para instalar um banco para crianças com as costas para a es-
trada, depois deslize para trás o banco ou bancos localizados à frente como é indicado no manual do banco para crianças.
(3) Banco para crianças de frente para a estrada, coloque o encosto do banco para crianças contra o encosto do banco do veí-
culo. Ajuste a altura do apoio de cabeça ou retire-o se for necessário. Não leve o banco dianteiro além do meio do ajuste de
suas guias e não incline o seu encosto mais de 25°.

1.25
BANCOS PARA CRIANÇAS: fixação usando o sistema ISOFIX (1/2)
A dimensão do banco para crianças
ISOFIX está identificada por uma letra:
– A, B e B1: para bancos voltados para
a estrada do grupo 1 (de 9 a 18 kg);
– C e D: banco em formato de concha
ou bancos de costas para a estrada
no grupo +0 (menos de 13 kg) ou
grupo 1 (9 a 18 kg);
– E: bancos de costas para a estrada
no grupo 0 (menos de 10 kg) ou +0
(menos de 13 kg);
– F e G: berços do grupo 0 (até 10 kg).

Lugar impróprio para a instala- Banco para crianças fixado me-


²
ças.
ção de um banco para crian- diante sistema ISOFIX
Lugar que permite a fixação de
ü
ISOFIX.
um banco para crianças

Os lugares traseiros estão


± equipados com um dispositivo
que permite fixar, de frente para a es-
trada, um banco para crianças ISOFIX
homologado como “Universal”. Os
A utilização de um sistema pontos de fixação estão situados na
de segurança de crianças parte traseira dos bancos traseiros.
inadequado a este veículo
não irá proteger correta-
mente o bebê ou a criança. Existe
o risco de ser grave ou fatalmente
ferido.

1.26
BANCOS PARA CRIANÇAS: fixação usando o sistema ISOFIX (2/2)
A tabela a seguir apresenta as mesmas informações que o esquema da página anterior para reforçar a observância à
legislação em vigor.

Lado do
Tipo de banco Dimensão do Lugares traseiros Lugar traseiro
Peso da criança passageiro
para crianças banco ISOFIX laterais central
(dianteiro)
Berço transversal
< 10 kg F, G X X X
Grupo 0

Banco de costas
para a estrada < 10 kg e < 13 kg E X IL (1) X
Grupos 0 ou 0 +
Banco de costas
< de 13kg e de 9
para a estrada C, D X IL (1) X
a 18 kg
Grupos 0+ e 1
Banco de frente para
a estrada 9 a 18 kg A, B, B1 X IUF - IL (2) X
Grupo 1
Banco elevador de
15 a 25 kg e 22 a
altura X IUF - IL (2) X
36 kg
Grupos 2 e 3

X = Lugar impróprio para a instalação de um banco para crianças ISOFIX.


IUF/IL = Em veículos equipados, o banco que permite que uma cadeirinha infantil com aprovação “Universal/semiuniversal ou
específica do veículo” seja instalada com o uso do sistema ISOFIX; verifique se ela pode ser instalada corretamente.
(1) Se necessário, recue ao máximo o banco do veículo. Avance totalmente o banco dianteiro do veículo para instalar um banco
para crianças de costas para a estrada e depois recue ao máximo, não permitindo, porém, contato com o banco para crianças.
(2) Em todas as situações, retire o apoio para cabeça do lugar onde o banco para crianças está montado. É obrigatório fazer isso
antes de instalar o banco para crianças. Consulte as informações em “Apoios de cabeça traseiros” na Seção 3. Mova para
frente o banco em frente à criança, mova o encosto para frente para evitar o contato entre o banco e as pernas da criança.

1.27
POSTO DE CONDUÇÃO

1 2 3 4 5 6 7 8 9

26 25 24 23 22 21 20 19 14 13 12 11 10

18 17 16 15

1.28
POSIÇÃO DE CONDUÇÃO
A presença dos equipamentos DEPENDE DA VERSÃO DO VEÍCULO E DO PAÍS.

1 Difusor de ar lateral. 8 Local do airbag do passageiro. 18 Alavanca de câmbio.

2 Haste de: 9 Difusor de ar lateral. 19 Interruptor das luzes de advertên-


– indicadores de direção; cia.
– iluminação externa; 10 Porta-luvas
– faróis dianteiros de neblina. 20 Comando do travamento elétrico
11 Local para rádio ou porta-objetos. das portas.
3 Local para buzina e airbag do mo-
torista. 12 Comando do levantador do vidro 21 Comando do levantador do vidro
elétricos direito. elétrico esquerdo.
4 Painel de instrumentos.
13 Comando do desembaçador do 22 Interruptor de ignição.
5 Haste de: vidro traseiro.
– limpador/lavador do vidro dian- 23 Comando do destravamento do
teiro; 14 Comandos de climatização. capô.
– limpador/lavador do vidro tra-
seiro; 15 Tomada de acessórios. 24 Tampa dos fusíveis.

6 Difusores de ar centrais. 16 Porta-objetos no console central. 25 Comando de abertura elétrica do


porta-malas.
7 Friso de desembaçamento central. 17 Freio de estacionamento.
26 Comando de regulagem elétrica
dos retrovisores externos.

1.29
VISORES E INDICADORES

3
4
3
2
1

Conta giros 1 (rpm x 1000) Velocímetro 2 (km/h) Computador de bordo 3


(conforme versão do veículo) Consulte o parágrafo “computador de
bordo” no capítulo 1.

Indicador do nível de
combustível 4

1.30
LUZES INDICADORAS (1/3)
A presença e o funcionamento das luzes indicadoras DEPENDEM DO EQUIPAMENTO DO VEÍCULO E DO PAÍS.

Luz de aviso de farol alto Luz indicadora de alerta de


A á L nível mínimo de combustível
Luz de aviso de farol baixo Acende ao ligar a ignição e apaga
k dentro de poucos segundos. Se acen-
der durante a condução e for acompa-
Luz indicadora dos faróis
g dianteiros de neblina nhada de um sinal sonoro, reabasteça
assim que possível. Restam cerca de
Luz indicadora de pisca-pis- 50 km de autonomia a partir da primeira
c cas esquerdos vez que a luz indicadora se acende.
Luz indicadora dos pisca-
b piscas direitos
Indicador de
Â troca de marcha
Esses símbolos recomendam uma mu-
dança para uma marcha maior (seta
Painel de instrumentos A para cima) ou menor (seta para baixo)
para ajudar a reduzir o consumo de A ausência do retorno
combustível. visual ou sonoro indica uma
falha do painel de instru-
mentos. Nessa situação,
pare imediatamente o veículo de
acordo com as condições de trá-
fego. Verifique se o veículo está
corretamente estacionado e chame
uma Oficina Autorizada.
O não cumprimento dessas reco-
mendações pode causar danos
ao veículo, pelos quais o condutor
deve ser responsável.

1.31
LUZES INDICADORAS (2/3)
A presença e o funcionamento das luzes indicadoras DEPENDEM DO EQUIPAMENTO DO VEÍCULO E DO PAÍS.

Luz indicadora de alerta de Luz indicadora de pressão Controle dos gases do esca-
Ô temperatura do líquido de
refrigeração
À do óleo Ä pamento
Acende ao ligar a ignição e apaga Acende ao ligar a ignição e apaga
Caso acenda em movimento acompa- alguns segundos depois. alguns segundos depois.
nhada de um sinal sonoro, significa um Se acender durante a condução, pare – Se ficar acesa continuamente, entre
superaquecimento do motor. Pare e imediatamente e desligue o motor. em contato o quanto antes com uma
deixe o motor funcionando em marcha Oficina Autorizada;
lenta um ou dois minutos. A tempera- Verifique o nível de óleo (consulte
tura deve baixar. Do contrário, desligue «Nível de óleo do motor: visão geral» – Se piscar, desacelere até desapa-
o motor. Deixe o motor arrefecer, antes na Seção 4). Se o nível estiver normal, recer a intermitência. Consulte uma
de verificar o nível do líquido de refrige- isto provém de outra causa. Consulte oficina Autorizada assim que possí-
ração. Chame uma Oficina Autorizada, uma Oficina Autorizada. vel.
se necessário Luz indicadora de direção Consulte o parágrafo “Recomendações:

Ú Luz indicadora de carga da U assistida controle de poluição, economia de


combustível, condução” no capítulo 2
bateria Acende ao ligar a ignição e apaga
Caso acenda em movimento, indica alguns segundos depois.
uma descarga do circuito elétrico. Se essa luz se acender durante a con-
Consulte, assim que possível, uma dução, isso indica uma falha do sis-
Oficina Autorizada. tema. Consulte rapidamente uma
Oficina Autorizada.

1.32
LUZES INDICADORAS (3/3)
A presença e o funcionamento das luzes indicadoras DEPENDEM DO EQUIPAMENTO DO VEÍCULO E DO PAÍS.

Luz indicadora de alerta de Luz indicadora de multifun- Luz indicadora de antiblo-


ß não utilização dos cintos de
segurança dianteiros
Ò ção (vermelha ou laranja) x queio das rodas

Luz indicadora de alerta na cor Acende ao ligar a ignição e apaga


Se, dada a partida no motor, o cinto de laranja alguns segundos depois.
segurança do motorista ou do passa- Se não se apagar após ligar a ignição
geiro dianteiro (se o banco estiver ocu- Acende ao ligar a ignição e apaga
quando o motor começa a funcionar. ou caso se acenda em movimento, si-
pado) não estiverem afivelados cor- naliza uma falha do sistema de antiblo-
retamente e o veículo tiver atingido, Pode acender juntamente com outras
luzes indicadoras no painel de instru- queio das rodas. O sistema de freios
aproximadamente, 20 km/h, essa luz continua assegurado, porém, como em
acenderá no painel e um bipe será emi- mentos. É necessário uma parada
logo que possível em uma Oficina um veículo não equipado com o sis-
tido por dois minutos. tema ABS.
Autorizada, conduzindo com mode-
Observação: um objeto colocado ração. A não observância dessa reco- Consulte, assim que possível, uma
sobre o banco do passageiro poderá mendação pode implicar em risco de Oficina Autorizada.
ativar, em certos casos, a luz de aviso. dano ao veículo. Luz indicadora do freio de
å Luz indicadora do airbag
Acende ao ligar a ignição e
Luz indicadora de parada
D estacionamento e de detec-
ção de incidente no circuito de freio
obrigatória na cor vermelha
apaga alguns segundos depois. Se não Acende ao ligar a ignição e apaga
acender, quando a ignição é ligada, ou Acende ao ligar a ignição e apaga
quando o motor começa a funcionar. quando o freio de estacionamento não
piscar, sinaliza uma falha do sistema. está acionado. Caso acenda ao frear e
Consulte rapidamente uma Oficina Acende junto com outras luzes indica-
doras e é acompanhada de um sinal for acompanhado de um sinal sonoro,
Autorizada. isso indica um baixo nível de fluido no
sonoro. Para sua segurança, se a luz
indicadora se acender, pare imediata- circuito. Como pode ser perigoso pros-
mente conforme as condições de circu- seguir a viagem, pare e entre em con-
lação. Desligue o motor e não tente dar tato com uma Oficina Autorizada.
a partida de novo. Aconselhe-se em
uma Oficina Autorizada.

1.33
COMPUTADOR DE BORDO (1/3)
d) Consumo médio de combustível Nos primeiros quilômetros após a rede-
(desde a última redefinição); finição, você constatará que a autono-
e) Consumo instantâneo de combustí- mia aumenta durante a condução. Isto
vel; é devido ao fato desta autonomia levar
em conta o consumo médio realizado
f) Autonomia de abastecimento; desde a redefinição.
1 2 g) Distância percorrida (desde a última As tabelas das páginas a seguir mos-
redefinição); tram exemplos de visualização.
h) Velocidade média (desde a última O consumo instantâneo de combustí-
redefinição); vel pode diminuir quando:
– o veículo sai de uma fase de acele-
Reinicialização do hodômetro ração;
parcial – o motor atinge a temperatura de fun-
Para reiniciar o hodômetro parcial, o cionamento (sinalização de partida:
visor deve estar selecionado na função motor frio);
Botão de seleção/redefinição
da exibição 1 “hodômetro parcial”. – você passa de uma circulação
Pressione e segure o botão 1 até que o urbana para uma circulação em es-
hodômetro seja reinicializado. trada.
Computador de bordo 2
A reinicialização é automática se a ca-
A exibição depende do veículo e do pacidade de alguma das memórias for
país de comercialização. ultrapassada.
Alterne entre as informações seguintes
ao pressionar o botão 1
Interpretação de alguns
a) Hodômetro geral; valores exibidos após uma
b) Hodômetro parcial; redefinição
c) Combustível consumido em litros Os valores de consumo médio, autono-
(desde a última redefinição); mia e velocidade média são cada vez
mais significativos e estáveis à medida
que aumenta a distância percorrida
desde a última redefinição.

1.34
COMPUTADOR DE BORDO (2/3)
A exibição das informações descritas a seguir DEPENDE DO EQUIPAMENTO DO VEÍCULO E DO PAÍS DE
COMERCIALIZAÇÃO.

Exemplo de exibição Interpretação da exibição selecionada

Hodômetro total

Hodômetro parcial

Combustível consumido (desde a última redefinição)

Consumo médio de combustível (desde a última redefinição)


Valor exibido após ter percorrido 400 metros. Isso leva em conta a distância percorrida e
o consumo de combustível desde a última redefinição.

1.35
COMPUTADOR DE BORDO (3/3)
A exibição das informações descritas a seguir DEPENDE DO EQUIPAMENTO DO VEÍCULO E DO PAÍS DE
COMERCIALIZAÇÃO.

Exemplo de exibição Interpretação da exibição selecionada

Consumo instantâneo de combustível

Autonomia de abastecimento

Distância percorrida (desde a última redefinição)

Velocidade média (desde a última redefinição)


Valor exibido após ter percorrido 400 metros.

1.36
SINALIZAÇÕES SONORAS E LUMINOSAS

1
2
3

ì Buzina é Luzes de advertência d Luzes indicadoras de


Pressione a almofada 1 para acionar a Acione o interruptor 2. direção
buzina. Este dispositivo aciona simultanea- Manuseie a haste 3 no plano do volante
mente todos os pisca-piscas. e no sentido que deseja virar o mesmo.
o Sinais luminosos Este sinal só deve ser utilizado em Modo impulsional
Para fazer um sinal luminoso, puxe a caso de perigo, para avisar os outros Durante manobras como, por exemplo,
haste 3 em sua direção. motoristas de que foi obrigado a parar a troca de faixa de rolagem, a rotação
em um local inadequado, ou mesmo do volante pode ser insuficiente para
proibido, ou que está em condições de retornar automaticamente a haste para
condução ou de circulação particula- a posição inicial.
res.
Nesse caso, para indicar a direção
mova levemente a haste 3 até a posi-
ção intermediária e depois solte-a. Ela
retornará para a posição inicial e a luz
indicadora piscará três vezes.

1.37
ILUMINAÇÕES E SINALIZAÇÕES EXTERNAS / REGULAGEM DOS FARÓIS
Desligamento
N Gire a extremidade da haste 1
1 2 3 até o símbolo ficar na direção da mar-
cação 2.

Luz de posição
š (lanterna)
Gire a extremidade da haste 1 até o
símbolo ficar na direção da marca-
ção 2.

Faróis baixos 4
k Gire a extremidade da haste 1
até o símbolo ficar na direção da mar-
cação 2.
Alarme sonoro de faróis Regulagem da altura dos
acesos faróis
Faróis altos
Ao abrir a porta do motorista, um
alarme sonoro dispara se os fárois per-
á Com os faróis baixos acesos, A regulagem da altura dos faróis deve
ser realizada com base na distribuição
empurre a haste 1. A luz indicadora no
manecerem acesos após desligar o painel de instrumentos acende. Para da carga do veículo.
motor. retornar à posição de faróis baixos, Os faróis são regulados com uma
Há risco de descarga da bateria. puxe a haste 1 na sua direção. chave apropriada.
Insira a ferramenta em 4 e gire em um
Luz de neblina ou outro sentido para ajustar os faróis
Verifique se o equipamento
elétrico está funcionando
g dianteira com base na distribuição da carga do
veículo.
corretamente antes de ini- Gire o anel central 3 da haste até o sím-
ciar uma viagem durante a bolo ficar na direção do marcador 2. O Dirija-se a uma Oficina Autorizada para
noite. De maneira geral, verifique farol de neblina só funciona se a ilumi- obter mais ajuda.
se os faróis não estão ocultos (su- nação externa estiver ligada. A luz indi-
jeira, lama, neve, objetos transpor- cadora se acenderá no painel de ins-
tados etc.). trumentos.

1.38
RETROVISORES

4
1 A

Retrovisores externos sem Retrovisores externos com Retrovisor interno


comando manual comando elétrico A O retrovisor interno é orientável.
Para não ser ofuscado, em condução
Para ajustar o retrovisor, regule-o com Com a ignição ligada, manuseie o noturna, pelos faróis de um veículo
a ponta dos dedos. botão 2: atrás, bascule a alavanca 4 (conforme
– para a esquerda, para regular o re- o veículo).
Retrovisores externos com trovisor esquerdo;
comando manual – para a direita, para regular o retrovi- Por segurança, efetue
sor direito; estas regulagens com o ve-
Para regular o retrovisor, manuseie a ículo parado.
haste 1. – a posição central é a inativa;
Pressione o botão 3 para movimentar o Os objetos observados
Retrovisores externos retrovisor para a posição desejada. pelos retrovisores estão re-
rebatíveis Sempre mantenha o botão 2 na posi- almente mais próximos do
Os retrovisores externos podem ser re- ção central para evitar o descarrega- que parecem. Para sua se-
batidos: mova-os manualmente contra mento da bateria. gurança, tenha isso em considera-
o vidro da porta. ção para avaliar corretamente a dis-
tância antes de qualquer manobra.

1.39
LIMPADOR/LAVADOR DO VIDRO DIANTEIRO
Lavador do vidro
s dianteiro
Com a ignição ligada, puxe a haste 1
1 em sua direção (dependendo do veí- Com temperaturas muito baixas, ve-
A culo). rifique se a palheta do limpador do
B Uma ação breve aciona o lavador do vidro não está imobilizada pelo gelo
vidro e provoca também uma varredura (risco de aquecimento do motor).
C
do limpador do vidro. Inspecione o estado da palheta. Ela
D Uma ação prolongada provoca, além deve ser substituída assim que sua
E do lavador do vidro, várias varreduras eficácia diminuir: isso deve ser re-
até que a haste 1 seja solta. Quando a alizado aproximadamente uma vez
haste é solta, o limpador faz ainda três por ano.
varreduras, além de uma varredura Limpe regularmente o para-brisa.
adicional após alguns segundos.
Limpador do vidro Se você desligar a ignição antes da
n dianteiro parada do limpador do vidro (posi-
ção B), a palheta para na posição em
Com a ignição ligada, mova a haste 1 que estiver.
em torno do volante (dependendo do
veículo): Ao voltar a ligar a ignição, desloque
simplesmente a haste 1 à posição B
A Varredura lenta. para levar a palheta à posição de
B Parado. parada.
C Varredura intermitente (dependendo Antes de qualquer inter-
do veículo) - O limpador do vidro venção no compartimento
dianteiro para por alguns segundos do motor ou ação no para-
entre as varreduras. brisas (lavagem do veículo,
D Varredura contínua lenta. descongelamento, limpeza do para-
brisas, etc.) coloque a haste 1 na
E Varredura contínua rápida. posição B (parada).
Risco de ferimentos e/ou deteriora-
ção.

1.40
LIMPADOR/LAVADOR/DESEMBAÇADOR DO VIDRO TRASEIRO

2 1
1 3

Limpador do vidro Desembaçador do


Y traseiro V vidro traseiro
Com a ignição ligada, gire a extremi-
Com o motor funcionando, pressione
dade da haste 1 até o símbolo ficar na
direção do marcador 2. a tecla 3 (a luz indicadora acende no
Antes de utilizar o limpador do vidro painel de instrumentos).
Particularidade traseiro, verifique se nenhum objeto Esta função descongela/desembaça o
Se o limpador do vidro dianteiro estiver transportado pode impedir o livre vidro traseiro.
em funcionamento ou tiver sido desli- funcionamento da palheta. O funcionamento se interrompe:
gado há menos de dois minutos, o lim- – automaticamente, após um período
pador do vidro traseiro será ativado au- Com tempo muito frio, verifique se definido pelo sistema (a luz indica-
tomaticamente quando a marcha à ré a palheta do limpador do vidro não dora apaga);
for engatada. está imobilizada pelo gelo (risco de – pressionando de novo a tecla 3 (a
Lavador do vidro aquecimento do motor). luz indicadora apaga).
p traseiro Inspecione o estado das palhetas.
Com a ignição ligada, gire a extremi- Elas deverão ser trocadas quando
dade da haste 1 até o símbolo ficar na perderem a eficiência. Desembaçamento do para-
direção do marcador 2. brisa
Limpe regularmente o vidro traseiro. Consulte as informações em “Ar condi-
Ao soltar a extremidade, esta volta à
posição de limpador do vidro traseiro. cionado”, na Seção 3.

1.41
TANQUE DE COMBUSTÍVEL (1/3)
Reabastecimento de
combustível
Insira o bocal totalmente antes de ligá-
la para encher o tanque de combustível
(risco de salpicos).
Mantenha-a nesta posição durante
A 1 toda a operação de abastecimento.
Após a primeira parada automática
da pistola, no final do abastecimento,
são permitidos ainda dois novos dispa-
ros no máximo, de modo a preservar
um volume de expansão
Durante o abastecimento, não deixe
água entrar no tanque. A válvula e a
Capacidade útil do tanque Para abrir a portinhola do tanque de respectiva zona periférica devem per-
combustível A, puxe o controle 1. manecer limpos.
Aprox. 38 litros.
Para abastecer, consulte o parágrafo
“reabastecimento de combustível”. Nunca lave a zona de rea-
bastecimento com um dis-
Pare o veículo corretamente (desligue
positivo de alta pressão.
o motor, remova a chave de ignição e
puxe o freio de mão ou deixe engatado
[1ª ou marcha ré]).
A tampa de reabaste- Use combustível de alta
Após o reabastecimento, verifique o fe- cimento de combustí- qualidade, em confor-
chamento da tampa e da portinhola. vel é específica. Se tiver midade com a legisla-
que substituí-la, certifique- ção em vigor em cada
se de que seja idêntica à original. país. Ele deve estar em conformi-
Consulte uma Oficina Autorizada. dade com as especificações neste
Nunca manuseie a tampa na proxi- manual. Consulte as informações
midade de uma chama ou fonte de em “Especificações de motor” na
calor. Seção 6.

1.42
TANQUE DE COMBUSTÍVEL (2/3)
Qualidade do combustível Veículos Flex (bicombustí-
Use combustível de boa qualidade, veis): use somente gasolina
em conformidade com a legislação es- tipo C, gasolina premium
pecífica em vigor em cada país. Ele ou álcool etílico hidratado
deve estar em conformidade com as (etanol). Não se esqueça de manter
especificações deste manual. Consulte o tanque de partida a frio cheio
as informações em “Especificações de e sempre use gasolina, de prefe-
motor” no Capítulo 6. rência gasolina premium. Quando
for para fora do país, não encha o
tanque com gasolina com chumbo
Versões Flex ou gasolina pura com octanagem
Veículos com o sistema Flex (gasolina inferior a 95 octanos.
e álcool) podem usar uma mistura de
gasolina e etanol em qualquer propor-
ção (álcool etílico hidratado e/ou gaso-
lina sem chumbo).

Odor persistente de É rigorosamente proibida


combustível qualquer intervenção e/
ou modificação do sistema
No caso de sentir um odor de alimentação de com-
persistente de combustível, pare bustível (caixas eletrônicas, cabe-
o veículo conforme as condições amentos, circuito de combustível,
de circulação e desligue a ignição. injetor, tampas de proteção, etc.),
Ative as luzes sinalizadoras de ad- por razões de segurança (exceto
vertência e peça aos ocupantes que quando efetuadas por pessoas qua-
saiam do veículo e mantenham-se lificadas da rede autorizada).
afastados da zona de circulação.
Chame uma Oficina Autorizada.

1.43
TANQUE DE COMBUSTÍVEL (3/3)

Não coloque ou misture ga-


solina no compartimento de
água do lavador de vidro do
parabrisa. A presença de
gasolina no tanque de água pode
2 causar incêndios.

Se o bocal de abasteci-
mento de combustível
não for introduzido corre-
tamente no orifício, pode
haver derramamento de combustí-
vel. Isso é perigoso e pode causar
incêndios ou ferimentos.
Sistema de partida a frio
Tanque de combustível de partida a A tampa do tanque de com-
frio para veículos com sistema Flex bustível de partida a frio é Abasteça o tanque com cui-
(gasolina e álcool) 2 VERMELHA. A tampa do dado para evitar derrama-
O tanque de combustível de partida a tanque do lavador de vidro mento de gasolina. Se isso
frio 3 está localizado no compartimento do para-brisa é PRETA. Não troque ocorrer, coloque a tampa no
do motor. Ele tem capacidade de apro- ou misture os fluidos durante o tanque e remova o combustível der-
ximadamente 0,54 l. abastecimento. ramado.

Não coloque ou misture Ao realizar ações perto do


água do lavador de vidro motor, tenha cuidado, pois
do para-brisa no tanque de ele pode estar quente. Além
gasolina de partida a frio. disso, o ventilador do motor
A presença de água no tanque de pode entrar em funcionamento a
gasolina pode danificar o motor ou qualquer instante.
causar falhas na partida. Riscos de ferimentos.

1.44
Capítulo 2: Condução
(recomendações de utilização ligadas à economia e ao meio ambiente)

Rodagem, ignição de partida. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.2


Partida, parada do motor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.3
Particularidades versões gasolina e flex . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.4
Recomendações: controle de poluição, economia de combustível, condução . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.5
Meio ambiente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.8
Alavanca de câmbio. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.9
Freio de estacionamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.9
Direção assistida . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.9
Dispositivos de correção e assistência à condução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.10
Câmera de marcha ré . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.11
2.1
RODAGEM, IGNIÇÃO DE PARTIDA
Até atingir os primeiros 1.000 km, não Posição «Partida» D
ultrapasse 130 km/h na troca de marcha
mais elevada ou 3.000 a 3.500 rpm. Se o motor não der a partida, você
deve girar a chave para trás, antes de
No entanto, só após cerca de 3000 km, acionar de novo o motor de partida.
seu veículo irá proporcionar todo seu
desempenho. Solte a chave logo que o motor dê a
partida.
Periodicidade das revisões: consulte
o documento de manutenção do seu
veículo.

Posição «Stop» St
Posição na qual o motor encontra-se
desligado.

Posição «Acessórios» A
Com a ignição desligada, na posição
A, os acessórios eventuais (rádio, etc.)
continuam funcionando.

Posição «Marcha» M
A ignição está ligada. Você pode colo-
car o motor para funcionar.

2.2
PARTIDA, PARADA DO MOTOR
Partida do motor Parada do motor
– Acione o motor de partida sem ace- Com o motor em marcha lenta, gire a
lerar. chave para a posição “Stop” St
– Solte a chave tão logo o motor dê a Responsabilidade do
partida. motorista
Ao usar etanol, mantenha a chave Ao se afastar do veículo,
acionada por um período de tempo nunca deixe dentro crian-
mais longo ao iniciar. Nesse caso, é ças, adultos incapazes ou animais,
normal ouvir ruídos ao dar partida. O mesmo que seja por pouco tempo.
dispositivo de partida a frio deve estar Isso pode colocar as pessoas em
cheio de gasolina para garantir a par- perigo. O motor ou equipamento
tida do motor. (como janelas elétricas, sistema
Após a partida do motor, especialmente de travamento de porta etc.) pode
depois que o veículo permaneceu ser ativado involuntariamente. Além
parado por algumas horas, a rotação disto, com tempo quente e/ou sol,
de marcha lenta ficará acelerada por a temperatura interna da cabine au-
alguns minutos. Esse funcionamento é menta muito rapidamente.
normal e tem como objetivo reduzir as RISCO DE MORTE OU
emissões de poluentes. FERIMENTOS GRAVES

Nunca desligue a igni-


ção do veículo antes de
estar totalmente parado.
Desligar o motor cancela
funções de assistência como freios,
direção etc., e os dispositivos de
segurança passiva, como airbags,
deixam de funcionar.

2.3
PARTICULARIDADES VERSÕES GASOLINA E FLEX
Condições de funcionamento de seu Se constatar as irregularidades de fun- Abastecimento Flex
veículo, como: cionamento descritas anteriormente,
dirija-se, assim que possível, a uma Após um abastecimento com mudança
– circular muito tempo com a luz indi- de combustível, de gasolina para
cadora de combustível na reserva Oficina Autorizada para executar os re-
paros necessários. etanol ou vice-versa, conduza o veículo
acesa; por uma distância de 7 a 10 km ou, no
– utilizar gasolina com chumbo; Levar regularmente seu veículo a uma mínimo, por 10 minutos para que o sis-
Oficina Autorizada, obedecendo a pe- tema de injeção de combustível iden-
– utilizar aditivos para lubrificantes ou riodicidade de manutenção prescrita tifique e se adapte ao novo combustí-
combustível não recomendados. no documento de manutenção, ajuda vel, evitando problemas na partida do
Ou irregularidades de funcionamento a evitar que esses incidentes ocorram. motor e perda de desempenho.
como: Se o veículo ficar imobilizado por falta
– sistema de ignição com defeito, falta Problemas de partida de combustível, abasteça o veículo
de combustível ou velas desconec- com o mesmo tipo de combustível que
Para evitar danos ao catalisador, não
tadas, provocando falhas de ignição havia previamente no tanque (gasolina
insista com tentativas de partida (uti-
ou esticões durante a condução; ou etanol).
lizando o motor de partida ou empur-
– perda de potência; rando/puxando o veículo), sem identi- Caso seja necessário abastecer o veí-
ficar e corrigir a causa da falha. culo com um combustível diferente do
provocam o aquecimento excessivo do que havia previamente no tanque po-
catalisador e, por isto, diminuem sua Não insista em dar a partida no motor e
derão ocorrer os problemas citados
eficácia, podendo ainda provocar chame uma Oficina Autorizada.
acima.
sua destruição ou danos térmicos
no veículo. Ao abastecer seu veículo certifique-se
sempre de que a chave está totalmente
desligada.

Não estacione, nem ligue


o motor em locais onde
substâncias ou matérias
combustíveis, como folhas
secas ou jornais, possam entrar em
contato com o sistema de escapa-
mento quente.

2.4
RECOMENDAÇÕES: controle de poluição, economia de combustível, condução (1/3)
Por concepção (regulagens de origem, Economia de combustível Regulagens do motor
consumo moderado, etc.) o seu veículo
atende às normas vigentes de controle Para otimizar o consumo, uma luz in- – ignição: não é necessária a regula-
de poluição. dicadora no painel de instrumentos in- gem.
forma o melhor momento para engre- – velas: as melhores condições de
Seu veículo participa ativamente nar a marcha superior ou inferior:
na redução de emissão de gases po- consumo, rendimento e desempe-
nho impõem uma rigorosa observân-
luentes e na economia de energia.
No entanto, os níveis de emissão de
Â
perior;
mude para a marcha su- cia às especificações estabelecidas
gases poluentes e consumo do veículo por nossos departamentos de estu-
dos.
também dependem de você. Assegure
a correta manutenção e uso de seu ve-
Â
ferior.
mude para a marcha in-
Em caso de substituição das velas,
ículo. utilize as marcas, tipos e afasta-
mentos específicos ao motor do veí-
Controle dos gases do culo. Para isto, consulte uma Oficina
Manutenção Autorizada.
escapamento
É importante notar que a não obser- – marcha lenta: não é necessária a
vância das normas de controle de po- O sistema de controle dos gases do
escapamento permite detectar irregu- regulagem.
luição pode expor você à ação punitiva
das autoridades. Além disso, a substi- laridades de funcionamento no disposi- – filtro de ar: um filtro sujo diminui o
tuição das peças do motor ou do sis- tivo de controle de poluição do veículo. rendimento. É necessário substituí-
tema de alimentação e escapamento, Estas irregularidades podem provocar lo.
por outras não recomendadas pela liberações de substâncias nocivas ou
montadora, pode modificar a conformi- danos mecânicos.
dade do seu veículo às regulamenta-
ções de controle de poluição.
Mande efetuar em uma Oficina
Autorizada as regulagens e os contro-
les de seu veículo, conforme as ins-
truções contidas no programa de ma-
nutenção: esta dispõe de todos os
recursos materiais que permitem ga-
rantir as regulagens originais de seu
veículo.

2.5
RECOMENDAÇÕES: controle de poluição, economia de combustível, condução (2/3)
Esta luz indicadora no painel – Numa subida, ao invés de tentar
Ä de instrumentos indica eventu-
ais falhas no sistema:
manter a velocidade, não acelere
mais que em terreno plano: de prefe-
Acende ao ligar a ignição e apaga rência, mantenha a mesma posição
alguns segundos depois. do pé no acelerador.

– Se permanecer acesa, consulte uma – Dupla embreagem e aceleração


Oficina Autorizada assim que possí- antes de desligar o motor são inúteis
vel. em veículos modernos.

– Se piscar, desacelere até desa- – Não circule em estradas inundadas,


parecer a intermitência. Consulte, se a altura da água ultrapassar a
assim que possível, uma Oficina borda inferior dos aros das rodas.
Autorizada.

Condução
– Ao invés de aquecer o motor com o – A condução “esportiva” custa caro:
veículo parado, dirija sem pressa até prefira uma condução “moderada”.
atingir a temperatura normal de fun- – Freie o menos possível. Avalie cor-
cionamento. retamente a distância que o separa
de um obstáculo ou curva; muitas
vezes, basta aliviar o acelerador.
– Evite acelerações bruscas.
Risco na condução
– Nas trocas intermediárias, não au-
mente demais o regime do motor. Utilize obrigatoriamente os
Utilize sempre a marcha mais ele- tapetes adaptados ao veí-
vada possível, sem, no entanto, culo, que se encaixam aos
forçar o motor. elementos instalados previamente
e verifique regularmente sua fixa-
ção. Não sobreponha vários tape-
tes.
Risco de emperramento dos
pedais.

2.6
RECOMENDAÇÕES: controle de poluição, economia de combustível, condução (3/3)
– Nos veículos equipados com ar
condicionado, é normal observar
um aumento no consumo de com-
bustível (sobretudo em meio urbano)
quando ele é usado. Em veículos
equipados com ar-condicionado
sem modo automático, desligue
o sistema logo que não necessite
dele.
Recomendações para reduzir o
consumo e, como consequência,
preservar o meio ambiente:
Se o veículo estiver estacionado
ao sol, mantenha os vidros abertos
durante alguns minutos para deixar
Recomendações de sair o ar quente, antes de dar a par- Pneus
tida.
utilização O aumento de consumo de combustí-
– Evite completar de combustível além vel pode ser devido a:
– A eletricidade é um “combustível em
do travamento automático da pis-
uso constante”. Desligue todos os – pneus com pressão insuficiente;
tola: isso evita que transborde.
dispositivos elétricos que não são
absolutamente necessários. – Evite a utilização “porta a porta” (per- – uso de pneus não recomendados.
cursos curtos com paradas prolon-
Mas, segurança acima de tudo,
gadas), pois o motor nunca chega a
conserve as luzes acesas sempre
alcançar uma temperatura ideal de
que a visibilidade exigir (ver e ser
funcionamento.
visto).
– De preferência, utilize os difusores
de ar. Trafegar com os vidros aber-
tos a 100 km/h aumenta o consumo
de combustível em até 4 %.

2.7
MEIO AMBIENTE
O seu veículo está em conformidade Reciclagem
com o PROCONVE - Programa de
Controle de Poluição do Ar por Veículos Seu carro consiste principalmente de
Automotores. peças recicláveis e feitas a partir de
materiais recicláveis.
Contribua também para a proteção
do meio ambiente. 95 % dos componentes de plástico em
seu veículo estão marcados com um
A manutenção adequada de seu veí- símbolo que possibilita que o material
culo, de acordo com as especificações componente principal seja identificado.
contidas neste manual do proprietário, Desse modo a marcação permite fazer
vai ajudar a reduzir a poluição do ar. uma triagem das peças desmontadas
Não descarte as peças de reposição de e assim otimizar a reciclagem de cada
seu veículo (bateria, filtro do óleo, filtro uma delas.
de ar, etc.) e recipientes de óleo (vazios
ou cheios de óleo usado) com o lixo do-
méstico.
Seu veículo foi concebido com o obje-
tivo de respeitar o meio ambiente. Procure as instalações adequadas de
descarte.
Seu veículo é equipado com um sis-
tema de controle de poluição que inclui Respeite a legislação local.
catalisador, sensor de oxigênio e filtro
de carvão ativado (que impede a saída
para a atmosfera dos vapores prove-
nientes do tanque de combustível).
Motores com o sistema Hi-Flex foram
projetados para funcionar tanto com
gasolina quanto com álcool em qual-
quer proporção (álcool etílico combustí-
vel hidratado e gasolina sem chumbo).

2.8
ALAVANCA DE CÂMBIO/FREIO DE ESTACIONAMENTO/DIREÇÃO ASSISTIDA
Direção assistida
Seu veículo pode estar equipado com
direção assistida.
Nunca circule com uma bateria fraca.
Com o motor parado ou em caso de
1 avaria do sistema, sempre é possível
girar o volante. A força a ser exercida,
2 entretanto, será maior que o usual.

4 Nunca desligue o motor em


3 uma descida nem em mo-
vimento, de maneira geral,
pois isso suprime a assis-
tência da direção.
Passagem em marcha ré Freio de estacionamento
O veículo deve estar totalmente Para destravar
parado. Aguarde alguns segundos Durante a circulação, o
antes de engatar a marca à ré. Puxe a alavanca 3 ligeiramente para
cima, pressione o botão 4 e desça a freio de estacionamento
Puxe o anel de destravamento 2 para alavanca até o piso. deve estar completamente
cima e engate a marca à ré. liberado (luz indicadora ver-
Se movimentar o veículo com a ala- melha apagada); caso contrário,
Siga o esquema desenhado no punho vanca não completamente baixada, a
da alavanca 1. existe o risco de aquecimento ex-
luz indicadora respectiva permanecerá cessivo ou mesmo de deterioração.
A luz de marcha ré acende assim que é acesa no painel de instrumentos.
engrenada com ignição ligada.
Para travar Com o veículo parado ou
Puxe a alavanca 3 para cima e asse- conforme o grau de inclina-
gure-se de que o veículo esteja bem ção e a carga do veículo,
imobilizado. pode ser necessário puxar
a alavanca mais dois dentes e en-
grenar uma marcha (1ª ou marcha
à ré).

2.9
DISPOSITIVOS DE ASSISTÊNCIA E CORREÇÃO À CONDUÇÃO
Seu veículo está equipado com: ABS (antibloqueio de rodas) Irregularidades de funcionamento
– ABS (antibloqueio de rodas) No momento de uma frenagem inten- – Se em movimento, a luz indicadora
siva, o ABS impede o travamento das
rodas, otimizando a distância de fre- x for exibida no painel de ins-
trumentos, a frenagem é sempre
nagem e mantendo o controle sobre
o veículo. Nessas condições, é pos- assegurada;
sível evitar obstáculo, inclusive du-
rante a frenagem. Além disso, este sis- – Se as luzes indicadoras x e
tema permite otimizar as distâncias de
parada, ainda que a aderência de uma
D forem exibidas no painel de
instrumentos, isto indica uma falha
ou de várias rodas seja precária (piso nos dispositivos de frenagem.
molhado etc.).
Nesse caso, o ABS também é desati-
Cada ativação da função pode ser sen- vado.
tida por uma vibração do pedal do freio.
O ABS não permite, em nenhum caso, Consulte uma Oficina Autorizada.
aumentar os desempenhos «físicos» à
Estas funções constituem
aderência dos pneus ao solo. As regras
um auxílio suplementar em
de prudência devem ser obrigatoria-
situações de condução crí-
mente respeitadas (distância entre ve-
tica, para adaptar o com-
ículos, etc.).
portamento do veículo ao tipo de
condução.
Entretanto, essas funções não
podem intervir no lugar do moto-
rista. Elas não aumentam os limi-
tes do veículo nem devem esti-
mular a dirigir em alta velocidade.
Em nenhum caso, elas podem subs- Em caso de emergência, é reco- Uma situação de travagem
tituir a vigilância ou a responsabi- mendável aplicar pressão forte e de emergência reduz signi-
lidade do motorista ao manobrar o contínua no pedal do freio. Não é ficativamente a velocidade
veículo (o motorista deve sempre necessário agir com pressões su- do veículo. Certifique-se de
estar pronto para acidentes repen- cessivas (bombeamento). O ABS que essa ação seja compatível com
tinos que podem ocorrer ao dirigir). modula o esforço aplicado no sis- as condições de tráfego.
tema de freios.

2.10
CÂMERA DE MARCHA À RÉ (1/2)

Funcionamento Particularidade:
Esta função é uma ajuda
Dependendo do veículo, ao engatar a – verifique se a câmera de marcha à complementar. Por isto, em
marcha à ré (e por até cerca de 5 se- ré não está obstruída (sujeira, lama, nenhum caso, o sistema
gundos após trocar para outra marcha), neve etc.); pode substituir a atenção e
a câmera 1 mostra uma imagem dos – dependendo do veículo, algumas a responsabilidade do motorista.
arredores da traseira do veículo na tela configurações podem ser ajustadas O motorista deve sempre estar
de toque 2, acompanhada de um me- a partir da tela de toque 2. Consulte atento aos acontecimentos ines-
didor fixo. o manual do equipamento. perados que podem se apresen-
tar durante a condução: verifique
se não há obstáculos móveis (tais
como crianças, um animal, um car-
rinho de criança, bicicleta…) ou um
obstáculo pequeno ou fino demais
(pedra de tamanho médio, estaca
muito fina…) durante a manobra.

2.11
CÂMERA DE MARCHA À RÉ (2/2)

C
B
A

Área fixa 3
O medidor fixo 3 possui marcas de
cores A, B e C que indicam a distância A tela representa uma imagem in-
atrás do veículo: vertida.
– A (vermelho) cerca de 30 centíme- As áreas (móvel e fixa) são uma
tros do veículo; representação projetada em solo
plano; esta informação deve ser ig-
– B (amarelo) cerca de 70 centímetros
norada quando se sobrepõe a um
do veículo;
objeto vertical ou colocado no solo.
– C (verde) cerca de 150 centímetros
Os objetos que são exibidos na
do veículo;
borda da tela podem aparecer de-
Esta área permanece fixa e indica a formados.
trajetória do veículo em função do ali-
Em caso de luminosidade exces-
nhamento das rodas.
siva (neve, veículo ao sol, etc.), a
imagem captada pela câmera pode
sofrer interferência.

2.12
Capítulo 3: Seu conforto

Difusores de ar, saídas de ar. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.2


Aquecimento, Ventilação, Ar condicionado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.4
Ar condicionado: informações e recomendações de utilização . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.7
Vidros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.8
Luz de cortesia, para-sol e alça de segurança . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.9
Arrumações na cabine. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.10
Banco traseiro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.11
Apoios de cabeça traseiros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.12
Porta-malas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.13
Transporte de objetos no porta-malas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.15
Transporte de objetos: reboque, barras de teto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.16
Equipamentos multimídia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.17
3.1
DIFUSORES DE AR, saídas de ar (1/2)

1 2 3 2 4

6 6
1 Difusor de ar lateral esquerdo 4 Difusor de ar direito

2 Friso de ar para desembaça- 5 Painel de comando


mento do para-brisa
6 Saída de aquecimento para os
3 Difusores de ar centrais pés dos ocupantes dianteiros

3.2
DIFUSORES DE AR, saídas de ar (2/2)

8 9 10

Difusores de ar laterais Difusores de ar centrais


Para abrir, pressione a saída de ven- Para ajustar o fluxo de ar, mova o
tilação (ponto 7) até a abertura dese- cursor 9 ou 10 para cima, para baixo e
jada. para os lados, até a abertura desejada.
Para fechar, pressione a saída de ven- Para fechar, mova o cursor 9 todo para
tilação (ponto 8) até fechar. a esquerda e o cursor 10 todo para a
Para alterar a direção do fluxo de ar, direita.
gire a saída de ventilação até a posição
desejada.

Não introduza nada no cir-


cuito de ventilação do veí-
culo (por exemplo, para eli-
minar um mau odor, etc.).
Risco de degradação ou de in-
cêndio.

3.3
AQUECIMENTO/VENTILAÇÃO/AR CONDICIONADO
Regulagem da temperatura
2 3 do ar
Gire o comando 1 em função da tempe-
1 4 ratura desejada. Quanto mais o cursor
estiver na zona vermelha, mais a tem-
peratura será elevada.

Regulagem da velocidade de
ventilação.
Gire o comando 3 de 0 para 4. Quanto
mais para a direita estiver o comando,
maior é a entrada de ar na cabine.
5
Se você desejar fechar totalmente a
entrada e desligar o sistema, coloque o
Comandos Informações e recomendações de comando 3 em 0 e mova o comando 5
uso: consulte o parágrafo “Ar condicio-
A presença de comandos depende do para a posição /.
nado: informações e recomendações
equipamento instalado no veículo. de utilização”. O sistema está parado: a velocidade de
1 Regulagem da temperatura do ar. ventilação do ar na cabine é nula, com
o veículo parado. No entanto, você
2 Ligar ou desligar o ar condicionado
ainda pode sentir um leve fluxo de ar
(conforme a versão do veículo).
com o veículo em movimento.
3 Regulagem da velocidade de venti-
lação.
4 Repartição do ar.
5 Ativação do modo isolamento da A utilização prolongada da recicla-
cabine/reciclagem do ar. gem do ar na posição / pode
provocar o embaçamento dos
vidros laterais e do para-brisa, além
de odores devidos ao ar não reno-
vado na cabine.

3.4
AQUECIMENTO/VENTILAÇÃO/AR CONDICIONADO
Desembaçamento rápido
2 3 – Gire o comando 1 até a posição
máxima do fluxo de ar aquecido
1 4 – Gire o comando 3 até a posição 4 de
velocidade máxima
– Gire o comando 4 para a posição
d.
– Para maior eficiência no desembaça-
mento, leve o comando 5 para a po-
sição ).
O uso do ar condicionado permite ace-
5 lerar o desembaçamento.

Ativação do modo isolamento A reciclagem do ar permite:


da cabine / reciclagem do ar – isolar-se do ambiente externo (circu-
Mova o comando 5 para a posição lação em zonas poluídas, etc.);
/. – atingir com mais eficiência a tempe-
Nestas condições, o ar da cabine é re- ratura desejada no habitáculo.
ciclado sem admissão do ar externo.
A utilização prolongada da recicla-
gem de ar pode provocar o emba-
çamento do para-brisa, e provocar
desconforto devido ao ar não reno-
vado na cabine.
Portanto, é recomendado permitir
que o ar externo entre, movendo o
comando 5 para a direita, quando a
reciclagem do ar não for mais ne-
cessária.

3.5
AQUECIMENTO/VENTILAÇÃO/AR CONDICIONADO
Funcionamento ou parada do
2 3 ar condicionado
(conforme versão do veículo).
1 4 O botão 2 permite ativar (luz indicadora
acesa) e desativar (luz indicadora apa-
gada) o ar-condicionado.
A ativação não pode ser efetuada se o
comando 3 for posicionado em 0.

A utilização do ar condicionado
permite:
– baixar a temperatura no interior da
5 cabine;
– desembaçar rapidamente os vidros.
Repartição do ar na cabine
Gire o comando 4 para escolher a re-
F O fluxo de ar é dirigido princi-
palmente aos pés dos ocupantes dian-
O ar condicionado não funciona quando
a temperatura externa é muito baixa.
partição do ar na cabine. teiros e aos difusores de ar do painel
O fluxo de ar é dirigido aos di- de bordo.
J
bordo.
fusores de ar do painel de Para dirigir o fluxo de ar apenas aos
pés, feche os difusores de ar do painel
O fluxo de ar é dirigido aos di- de bordo.
G fusores de ar do painel de O fluxo de ar é dirigido a todos
bordo e aos pés dos ocupantes diantei-
ros.
i os difusores de ar, desemba-
çadores dos vidros laterais dianteiros,
frisos de desembaçamento do para-
brisa e aos pés dos ocupantes diantei- O funcionamento do ar condicio-
ros. nado provoca um aumento do con-
O fluxo de ar é dirigido aos sumo de combustível (desligue
W frisos de desembaçamento do
para-brisa e aos vidros laterais diantei-
quando não for mais necessário).

ros.

3.6
AR CONDICIONADO: informações e recomendações de utilização
Consumo Problemas de funcionamento
Com o ar condicionado em funciona- De um modo geral, em caso de falha
mento, é normal constatar um aumento de funcionamento, contate uma Oficina
no consumo de combustível (sobretudo Autorizada.
em meio urbano). – Perda de eficácia no nível de des-
Recomendações para reduzir o con- congelamento, desembaçamento
sumo e ajudar a preservar o meio ou ar condicionado.
ambiente Aconselhe-se em uma Oficina
Dirija com os difusores de ar abertos e Autorizada.
os vidros fechados. – Falta de produção de ar frio.
Se o veículo estiver estacionado ao sol, Verifique o posicionamento correta
mantenha os vidros abertos durante dos comandos e o bom estado dos
alguns minutos para deixar sair o ar fusíveis. Caso contrário, interrompa
quente, antes de dar a partida. o funcionamento.

Manutenção Presença de água sob o


veículo.
Consulte o documento de manutenção
de seu veículo para conhecer as perio- Após a utilização prolongada do ar-
dicidades de verificação. condicionado, é normal o aparecimento
de água sob o veículo. Isso é causado
por condensação.

Não abra o circuito de


fluído criogênico. Pois é
perigoso aos olhos e à pele.

3.7
VIDROS

Responsabilidade do mo-
torista
Em caso de emperramento,
pressione imediatamente o
interruptor correspondente para in-
2 3 verter o sentido de movimento do
vidro.
Ao se afastar do veículo, nunca
1 deixe a chave de ignição no inte-
rior do veículo nem crianças (ou
animais), ainda que seja por pouco
tempo. De fato, poderiam colocar
em risco a si próprios e a outras
pessoas, acionando, por exemplo,
o motor ou equipamentos (como le-
Levantadores de vidros Comandos de levantadores vantadores de vidro) ou ainda o sis-
manuais de vidros elétricos tema de travamento das portas.
Dependendo do veículo, gire a mani- Interruptores do painel de bordo
vela 1 para baixar ou subir o vidro até a
altura desejada. Pressione a parte inferior do interrup-
tor 2 ou 3 para baixar o vidro ou a parte
superior do interruptor 2 ou 3 para le-
vantar até a altura desejada.

2 para o lado do condutor.

3 para o lado do passageiro.

Evite apoiar objetos num


vidro entreaberto: risco de
danificar o levantador de
vidro.

3.8
LUZ DE CORTESIA, PARA-SOL E ALÇA DE SEGURANÇA

C
B
A 2 3
1

Luz de teto Para-sol dianteiro Alça de segurança 3


Essa função está disponível con- Essa função está disponível con- Essa função está disponível con-
forme o veículo. forme o veículo. forme o veículo.
– Pressione o interruptor 1 para a po- Abaixe o para-sol 2 em direção ao Serve para se segurar durante a
sição A para acender a luz. para-brisa ou desencaixe-o e o deslo- viagem.
– Pressione o interruptor 1 para a po- que em direção o vidro lateral. Não a utilize para subir ou descer do
sição B para que as luzes acendam veículo.
automaticamente. Elas são ativadas
quando uma porta se abre e desa-
tivadas quando as portas dianteiras
são fechadas adequadamente;
– Pressione o interruptor 1 para a po-
sição C para apagar a luz.

3.9
ARRUMAÇÕES NA CABINE

4
1
2

Porta-luvas Porta-objetos nas portas 2 Tomada para acessórios 4


Puxe a alça 1 para abrir o porta-luvas. É prevista conectar acessórios aprova-
Porta-objetos no console dos pelo nosso departamento técnico.
central 3

Não coloque objetos duros,


pesados ou pontiagudos Conecte apenas acessórios
que ultrapassem o espaço com uma potência máxima
disponível ou fiquem em de 120 W (12V).
má posição, nas disposições «aber-
tas», de modo que possam ser pro- Não use extensões, vários
jetados sobre os ocupantes, em soquetes de acessórios ou adapta-
caso de curva, frenagem brusca ou dores.
colisão. Risco de incêndio.

3.10
BANCO TRASEIRO
Reposicionamento do
encosto Ao recolocar o encosto
no lugar , assegure-se do
Levante o encosto e empurre-o para a seu travamento correto.
posição vertical até ficar fixo nos dois
C lados. Em caso de utilização de
capas de bancos, assegure-se de
que estas não impedem o trava-
mento correto do encosto.
B
Verifique a posição correta dos
cintos de segurança.
Após cada manuseio do banco tra-
A seiro, verifique se os cintos de segu-
rança traseiros estão bem posicio-
nados e funcionam corretamente.
Não permita que pessoas sentem-
Para rebater o encosto se na área do porta-malas ou na se-
Mantenha os cintos de segurança afi- gunda fila de bancos quando estive-
velados. rem rebatidos. O uso dessas áreas
Segure as fitas B e C em ambas as ex- por passageiros sem retenções
tremidades do encosto, puxe-as para adequadas pode causar ferimen-
cima ao mesmo tempo e abaixe o en- tos graves em caso de acidente ou
costo para posição A. parada brusca.

O assento não pode ser rebatido. Prenda todas as bagagens adequa-


Mantenha-o em sua posição original damente para que fiquem firmes no
e deixe que o encosto desça normal- lugar. Não coloque bagagens acima
mente sobre ele. do encosto.
Ao mover o encosto, tome cuidado
Deixe o encosto, naturalmente e para não raspar ou danificar os
sem forçar, girar em torno do seu cintos de segurança.
eixo de rotação, acompanhando
sua descida até o assento.

3.11
Jaune Noir Noir texte

APOIOS DE CABEÇA TRASEIROS

A B A 1

Para regular a altura dos Posição de ajuste dos apoios Para reposicionar os apoios
apoios de cabeça A e B de cabeça A e B de cabeça A e B
Para subir os apoios de cabeça A posição totalmente abaixada dos Introduza as hastes nos orifícios do
apoios de cabeça  A e  B é apenas apoio de cabeça do banco traseiro,
Puxe o apoio de cabeça para cima até para uma posição de ajuste. Não com a ranhura na posição  1, e baixe
a altura desejada. deve ser utilizada quando um passa- o apoio de cabeça até a posição dese-
geiro estiver sentado. jada. Verifique se ele está bem travado.
Para baixar os apoios de cabeça
Pressione o botão  1 e movimente o
apoio de cabeça até a altura desejada
Para retirar os apoios de
usando os entalhes marcados nos ori- cabeça A e B O apoio de cabeça é um
elemento de segurança;
fícios. Pressione o botão 1 e levante o apoio utilize em todos os desloca-
de cabeça até soltar. mentos e posicione corre-
tamente: a parte superior do apoio
de cabeça deve ficar o mais pró-
ximo possível da parte superior da
cabeça.

.2

PTB_UD48534_2
Appuis-tête arrière (XBB Amérique - Renault ) [Lecture seule] 2 Appuis-tête arrière (XBB Amérique - Renault) 12/07/2017 16:02:09
PORTA-MALAS (1/2)

1
2 3

Comando manual Por dentro Comando elétrico


Puxe a alavanca 2 e depois levante a (Conforme versão do veículo).
Por fora tampa do porta-malas.
Insira a chave do veículo na fechadura Por dentro
do porta-malas 1, gire-a e, em seguida, Pressione o botão 3 e levante a tampa
levante a tampa de porta-malas. do porta-malas.

3.13
PORTA-MALAS (2/2)

Comando elétrico
(continuação)

Por fora
Pressione o botão 4 do controle remoto
por aproximadamente 2 segundos e le-
vante a tampa do porta-malas.
Ao acessar o porta-malas
e manipular sua respectiva
tampa, atenção à exposi-
ção ao risco de lesões pro-
vocadas pela fechadura mecânica
(em veículos equipados com co-
mando manual).
A instrução é relembrada na eti-
queta A fixada na tampa do porta-
malas 5.

3.14
TRANSPORTE DE OBJETOS NO PORTA-MALAS

Sempre coloque os objetos a serem


transportados de modo que os maio-
res fiquem apoiados contra:

A
– os encostos do banco traseiro, que
é a situação normal de transporte
(exemplo A);

– os bancos dianteiros quando os B


encostos traseiros são rebatidos
(exemplo B). Consulte o parágrafo
“Banco traseiro: funcionalidade” no
capítulo 3.

Sempre coloque os ob-


jetos mais pesados di-
Sempre coloque os objetos mais pe-
retamente sobre o piso.
sados diretamente sobre o piso.
A carga deve ser co-
Coloque sempre os objetos de modo locada de modo que nenhum
que os mais pesados fiquem apoiados dos objetos possa ser projetado
contra o encosto do banco traseiro. para a frente, sobre os ocupantes,
em caso de uma frenagem brusca.
Prenda os cintos de segurança dos
assentos traseiros, mesmo que não
tenham ocupantes.

3.15
TRANSPORTE DE OBJETOS: reboque, barras de teto

Reboque:
Não é permitida a instalação de um re-
Barras de teto Montagem pós-venda de
boque.
Este acessório (quando acessórios
equipado) é de uso mera- Se desejar instalar aces-
mente estético. Nenhum sórios no veículo: entre
peso pode ser carregado no teto. em contato com uma Oficina
Risco de lesões graves. Autorizada. Além disto, para garan-
tir o bom funcionamento do seu ve-
ículo e evitar quaisquer riscos que
afetem sua segurança, recomen-
damos utilizar acessórios especí-
ficos, adaptados ao seu veículo e
que tenham garantia exclusiva do
fabricante.
Se você deseja utilizar uma barra
antirroubo, fixe-a apenas no pedal
do freio.

3.16
EQUIPAMENTO MULTIMÍDIA
Ainda que não esteja equipado com um
sistema de áudio, seu veículo dispõe de
um espaço para instalação de rádio 1;
Para instalar um equipamento, con-
sulte uma Oficina Autorizada.
2
1

– Em quaisquer dos casos, é im-


portante seguir as instruções de
A presença, localização e operação Em veículos equipados com sistema montagem do fabricante do equi-
destes equipamentos podem variar de- de navegação, use o microfone 2 pamento.
pendendo da versão do veículo e do Nos veículos equipado com um rádio, o – As características dos suportes
equipamento multimídia. microfone é integrado no equipamento. e dos cabeamentos (disponí-
1 Rádio ou sistema de navegação; veis na rede autorizada) variam
2 Microfone. em função do nível de equipa-
mento do seu veículo e do tipo
de rádio. Entre em contato com
sua Oficina Autorizada para obter
o número de peça correto.
– Qualquer intervenção no circuito
Utilização do telefone ce- elétrico do veículo ou do rádio
lular pode ser executada somente em
Para saber como funcionam: con- uma Oficina Autorizada: se o sis-
Lembramos a necessidade sulte o manual do equipamento, que
de respeitar a legislação tema for conectado de forma in-
recomendamos guardar junto com correta, poderá provocar a dete-
em vigor sobre a utilização deste os outros documentos de bordo.
tipo de aparelhos. rioração da instalação elétrica e/
ou das partes a ela ligadas;

3.17
3.18
Capítulo 4: Manutenção

Capô . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.2
Óleo do motor: enchimento, reabastecimento. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.3
Níveis: . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.5
fluido de freios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.5
líquido de refrigeração do motor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.6
limpador de para-brisa, filtros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.7
Bateria: . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.8
Pressões de enchimento de pneus . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.9
Manutenção da carroceria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.10
Manutenção das guarnições internas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.12
4.1
CAPÔ

Em caso de colisão, mesmo


3 que leve, contra a grade
frontal ou o capô, mande
verificar, assim que pos-
2 sível, o sistema de travamento do
capô em uma Oficina Autorizada.
4
A

No momento das interven-


1 ções no capô, assegure-se
de que a haste do limpador
de vidros esteja na posição
de parada.
Risco de ferimentos.
Para abrir, puxe a haste 1. Fechamento do capô
Destravamento do capô Para voltar a fechá-lo, retire a vareta 4
do orifício e coloque-a em seu encaixe;
Para destravar, empurre ligeiramente a
abaixe-o até uma altura de 30 cm Assegure o travamento cor-
lingueta do capô 2 no sentido da seta A
acima da posição de fechamento e reto do capô.
para liberar o gancho 3.
solte-o. Ele irá se fechar pela ação de Assegure-se de que nada
Abertura do capô seu próprio peso. impeça o ponto de fixação
do travamento (cascalho, pano,
Levante o capô; desprenda a vareta 4
etc.).
e coloque-a no orifício para manter o
capô aberto. No momento das interven-
ções perto do motor, pro- Após qualquer interven-
ceda com cuidado, pois ção no compartimento do
pode estar quente. Além motor, certifique-se de que
disto, o ventilador do motor pode não esqueceu nada (pano,
entrar em funcionamento a qual- ferramentas, etc.).
Evite se apoiar no capô: quer instante.
risco de fechamento invo- De fato, estes podem danificar o
luntário do capô. Risco de ferimentos. motor ou provocar um incêndio.

4.2
NÍVEL DE ÓLEO DO MOTOR: enchimento, reabastecimento (1/2)
Os motores consomem óleo para lu-
brificação e refrigeração das peças
móveis e é normal ter que realizar 1
acréscimos de óleo para complemen-
tar o nível, entre uma revisão e outra.
No entanto, se após o período de ama- 1
ciamento os acréscimos de óleo forem
superiores a 0,5 litros a cada 1.000 km, A
consulte uma Oficina Autorizada. 2
B
Periodicidade: verifique regular-
mente o nível do óleo, principal-
mente antes de iniciar uma viagem
mais longa, para não correr o risco
de danificar o motor.

Leitura do nível de óleo Esvaziamento do motor:


Em caso de descida anormal ou re- – Desaperte o bujão-vareta 1; se você realizar o esvazia-
pentina do nível do óleo, consulte mento com o motor quente,
– Retire a vareta 2 e limpe-a com um
uma Oficina Autorizada. tenha cuidado para não se
pano limpo e que não solte fiapos;
queimar com o óleo.
– Insira o bujão-vareta 1 e aperte total-
mente o bujão;
– Retire a vareta 2 novamente;
– verifique o nível: nunca deve estar
acima do máximo A nem abaixo do
mínimo B.
Depois de ler o nível, insira novamente
a vareta e aperte totalmente o bujão. Antes de realizar qualquer
A fim de evitar salpicos, recomen- ação no compartimento do
damos utilizar um funil ao efetuar motor, desligue a ignição
o enchimento / reabastecimento de (consulte as informações
óleo. em “Partida/parada do motor” no
capítulo 2).

4.3
NÍVEL DE ÓLEO DO MOTOR: enchimento, reabastecimento (2/2)
Troca de óleo do motor Não deixe o motor funcio-
Periodicidade: Consulte o documento nando num local fechado:
de manutenção de seu veículo. os gases do escapamento
são tóxicos.

1 Capacidade de esvaziamento
Consulte o documento de manuten-
ção de seu veículo ou uma Oficina
2 Autorizada
Ultrapassagem do nível
Verifique sempre o nível de óleo do máximo de óleo do motor
motor com o auxílio da vareta, pelo
método explicado anteriormente (nunca Em nenhuma circunstância
deve estar abaixo do nível mínimo) o nível máximo de enchi-
mento deve ser ultrapassado: isso
pode danificar o motor e o catalisa-
Enchimento/Abastecimento Qualidade do óleo de motor dor.
Consulte o documento de manutenção
O veículo deve estar em solo hori- de seu veículo. A leitura do nível só deve ser rea-
zontal, com o motor parado e frio (por lizada com a vareta, conforme foi
exemplo, antes da primeira partida do indicado anteriormente. Se o nível
dia). máximo for ultrapassado, não dê a
partida no motor de seu veículo e
– Desaperte o bujão 1; chame uma Oficina Autorizada.
– Restabeleça o nível (para informa- Reabastecimento: atenção no mo-
ção, a capacidade entre as marcas mento de fazer enchimentos para
mínimo e máximo da vareta 2 é de não derramar óleo sobre as peças
aproximadamente 0,8 l; No momento das interven- do motor (risco de incêndio). Não
– aguarde cerca de 20 minutos para ções perto do motor, pro- se esqueça de fechar corretamente
permitir que o óleo escorra; ceda com cuidado, pois o bujão; caso contrário, pode haver
pode estar quente. Além risco de incêndio provocado por
– verifique o nível do óleo com a disto, o ventilador do motor pode projeção de óleo sobre as peças
vareta 2 (tal como foi indicado ante- entrar em funcionamento a qual- quentes do motor.
riormente). quer instante.
Após ler o nível, aperte totalmente o Risco de ferimentos.
bujão-vareta.
4.4
NÍVEIS: fluido de freios
Nível
Entre em contato com uma
Normalmente, o nível baixa à medida Oficina Autorizada imedia-
que as pastilhas dos freios se desgas- tamente em caso de des-
tam, mas nunca deve estar abaixo da cida anormal ou repetida
marca de alerta «MIN» indicada no do nível do fluido de freios.
bocal do fluido de freios 1.
Reabastecimento
1
Sempre que intervenções sejam feitas
no circuito hidráulico, o fluido deve
ser substituído por um especialista.
Utilize somente fluidos aprovados pela
RENAULT e em embalagem lacrada.

Troca do fluido de freio,


periodicidade, qualidade
Fluido de freios Consulte o documento de manunten-
Deve ser verificado com frequência e ção de seu veículo.
sempre que sinta uma diferença, ainda
que ligeira, na eficácia do sistema de
frenagem.
A verificação do nível é efetuada com o
motor parado e em piso horizontal.

No momento das interven-


ções perto do motor, pro-
ceda com cuidado, pois
pode estar quente. Além
disto, o ventilador do motor pode
entrar em funcionamento a qual-
quer instante.
Risco de ferimentos.

4.5
NÍVEIS: líquido de refrigeração
Periodicidade de verificação do
nível
Em caso de descida anormal ou
Verifique regularmente o nível do repetida do nível do líquido de re-
líquido de refrigeração (a falta de lí- frigeração, consulte uma Oficina
quido de refrigeração pode provocar Autorizada.
2 graves danos no motor).
Se for necessário completar o nível,
utilize apenas produtos homologados
3 pelos serviços técnicos que os garan-
tem:
– proteção anticongelante;
– proteção contra corrosão do circuito
de refrigeração.

Periodicidade de substituição
Líquido de refrigeração
Consulte o documento de manutenção
Com o motor parado e em solo horizon- do seu veículo.
tal, o nível a frio deve se situar entre
as marcas «MIN» e «MAX» indicadas no
depósito 3.
Complete o nível a frio antes de atingir
a marca «MIN».

No momento das interven-


ções perto do motor, pro-
ceda com cuidado, pois
NUNCA abra a tampa 2 Quando o motor estiver pode estar quente. Além
quando o motor estiver quente, não faça interven- disto, o ventilador do motor pode
quente. ções no circuito de refrige- entrar em funcionamento a qual-
Risco de queimaduras. ração. quer instante.
Risco de queimaduras. Risco de ferimentos.

4.6
NÍVEIS: lavador do para-brisa/FILTROS

A tampa do tanque de com-


Filtros
bustível de partida a frio é A substituição dos elementos filtrantes
VERMELHA. A tampa do (filtro de ar, filtro da cabine etc.) deve
tanque do lavador de vidro ser feita durante as operações de ma-
do para-brisa é PRETA. Não troque nutenção do seu veículo.
ou misture os fluidos durante o Periodicidade de substituição dos
abastecimento. filtros: consulte o documento de ma-
4 nutenção do seu veículo.
Não coloque ou misture gasolina
de partida a frio no compartimento
de água do lavador de para-brisa. A
presença de gasolina no tanque de
água pode causar incêndios.

Lavador do para-brisa
Enchimento
Com o motor parado, abra a tampa 4.
Encha o reservatório até ver o líquido e
volte a fechar a tampa.
Líquido: Produto lavador de vidros
(produto anticongelante no inverno).
Jatos: Para regular a altura dos jatos
do lavador do para-brisa, utilize uma Não coloque ou misture No momento das interven-
agulha ou ferramenta similar. água do lavador de vidro ções perto do motor, pro-
do para-brisa no tanque de ceda com cuidado, pois
gasolina de partida a frio. pode estar quente. Além
A presença de água no tanque de disto, o ventilador do motor pode
gasolina pode danificar o motor ou entrar em funcionamento a qual-
causar falhas na partida. quer instante.
Risco de ferimentos.

4.7
BATERIA
A carga da sua bateria pode diminuir
principalmente se utilizar o seu veículo: A 2 3 4
– em pequenos trajetos;
– em circulação urbana;
– quando a temperatura baixar;
– após utilização prolongada, com o
motor parado, de elementos que
consomem energia (rádio…).
A
Substituição da bateria
1 Devido à complexidade dessa opera-
ção, é aconselhável que seja feita em 7 6 5
uma Oficina Autorizada.
A bateria 1 não requer manutenção. Etiqueta A
Não abra nem adicione líquidos de Siga as instruções fornecidas com a
qualquer tipo. bateria:
Fixe o cabo positivo (ver- – 2 Proibida a chama viva e proi-
melho) ao terminal positivo bido fumar;
Manuseie a bateria com – 3 Proteção obrigatória dos olhos;
precaução, pois contém da bateria carregada (iden-
tificada pelo sinal de + no – 4 Manter as crianças afastadas;
ácido sulfúrico que não – 5 Materiais explosivos;
deve entrar em contato com invólucro da bateria.
– 6 Consulte o manual;
os olhos ou a pele. Se isto ocor- Fixe o cabo terra (preto) ao termi- – 7 Materiais corrosivos.
rer, lave a zona atingida com água nal negativo da bateria carregada
abundante e, se necessário, con- (identificada pelo sinal de - no invó-
sulte um médico. lucro da bateria. Ao realizar intervenções
Mantenha todos os elementos da O não cumprimento desses cuida- perto do motor, leve em
bateria longe de chamas ou qual- dos pode causar danos aos ele- conta que o mesmo pode
quer ponto incandescente: risco de mentos do veículo. estar quente. Além disso, o
explosão. ventilador do motor pode começar a
funcionar a qualquer momento.
Há risco de ferimentos.

4.8
PRESSÕES DE ENCHIMENTO DE PNEUS
Segurança dos pneus e montagem
A de correntes
Consulte as informações em «Pneus»,
na Seção 5, para obter informações
B sobre as condições de manutenção e,
conforme a versão, a possibilidade de
A montar correntes nos pneus do auto-
móvel.
C D
Particularidade dos veículos utiliza-
dos em plena carga (peso máximo au-
E F torizado em carga)
A velocidade máxima deve ser limitada
a 100 km/h e a pressão dos pneus au-
mentada em 0,2 bar.
Consulte o parágrafo “Pesos” no capí-
Etiqueta A B: dimensão dos pneus que equipam
tulo 6.
o veículo.
A pressão do pneu é indicada na eti-
queta A situada na tampa do tanque de C: pressão de enchimento dos pneus
combustível. dianteiros, para circulação fora da
rodovia.
As pressões de enchimento devem ser
verificadas com pneus frios. D: pressão de enchimento dos pneus
traseiros, para circulação fora da ro-
Caso a verificação das pressões não dovia. Quando for necessário
possa ser efetuada com os pneus substituir, recomenda-se
frios, é necessário aumentar as pres- E: pressão de enchimento dos pneus que monte sempre um jogo
sões indicadas de 0,2 a 0,3 bar (3 PSI). dianteiros, para circulação em rodo- de pneus da mesma marca,
Jamais esvazie um pneu quente. via. do mesmo tipo, da mesma dimen-
F: pressão de enchimento dos pneus são e da mesma estrutura.
traseiros, para circulação em rodo- Eles devem: ser idênticos aos do
via. equipamento original ou corres-
ponder aos recomendados por
uma Oficina Autorizada.

4.9
MANUTENÇÃO DA CARROCERIA (1/2)
Um veículo bem cuidado permite con- O que não deve ser feito O que se deve fazer:
servá-lo durante mais tempo. Assim é Desengordurar ou limpar os elemen-
recomendado cuidar regularmente do Lavar frequentemente o veículo, com
tos mecânicos (por exemplo, compar- o motor parado, com produtos sele-
exterior do veículo. timento do motor), parte inferior da car- cionados por nossa assistência téc-
Seu veículo é beneficiado por técnicas roceria, peças com dobradiças (por nica (nunca produtos abrasivos). Lavar
anticorrosão de alto desempenho. No exemplo, interior das portas) e peças antes com excessivo jato:
entanto, é submetido à ação de diver- plásticas pintadas (por exemplo, para- – materiais resinosos que caem das
sos parâmetros. choques) com equipamentos de lim- árvores ou poluições industriais;
peza de alta pressão ou com a pulve- – a lama que formam pastas úmidas
Agentes atmosféricos corrosivos rização de produtos não homologados nos para-lamas e na parte inferior da
– poluição atmosférica (cidades e pelo nosso departamento técnico. Isto carroceria;
zonas industriais), pode provocar riscos de oxidação ou – excrementos de aves que produ-
– salinidade da atmosfera (zonas mau funcionamento. zem uma reação química com a pin-
marítimas, sobretudo em tempo Lave o veículo ao sol ou com tempera- tura produzindo uma rápida ação
quente), turas negativas. descolorante, podendo até provo-
– condições climáticas sazonais e hi- car a descoloração da pintura;
grométricas (sal espalhado pelas Remover lama ou sal raspando, sem
umidificação prévia. É obrigatório lavar imediatamente
ruas no inverno, água de lavagem o veículo para eliminar estas man-
de ruas, etc.). Deixar acumular sujeira no exterior. chas, pois é impossível fazê-las
Deixar aumentar a ferrugem a partir de desaparecer com um simples poli-
Arranhões acidentais mento;
pequenos arranhões acidentais.
Ações abrasivas – o sal, sobretudo nos para-lamas e
Tirar manchas com solventes não sele- na superfície inferior da carroceria,
Poeiras atmosféricas, areia, lama, cas- cionados por nossa assistência técnica
calhos atirados por outros veículos, etc. após circular em regiões onde foram
e que possam atacar a pintura. espalhados produtos ou resíduos
Um mínimo de precauções é imposto e Circular sobre neve e lama sem lavar o químicos.
que permite evitar certos riscos. veículo, particularmente os para-lamas Remova regularmente materiais orgâ-
e a parte inferior da carroceria. nicos de árvores (resinas, folhas, etc.)
do veículo.

É proibido lavar com jato à alta pressão o compartimento do motor: risco


de danificar os componentes elétricos e eletrônicos do compartimento
do motor.

4.10
MANUTENÇÃO DA CARROCERIA (2/2)
Respeite a legislação local sobre la- Particularidade dos veículos Lavagem em rolo
vagem de veículos (por exemplo, não com pintura fosca
lavar o veículo na via pública). Coloque as hastes dos limpadores de
Este tipo de pintura requer certas pre- vidros na posição estacionária (con-
Mantenha certa distância de outros cauções. sulte a seção “Limpador de vidros, la-
veículos quando trafegar em estradas vador de vidro dianteiro” no capítulo 1).
com cascalho, para evitar danificar a O que não deve ser feito Verifique a fixação dos equipamentos
pintura. externos, faróis adicionais, retrovisores
– utilizar produtos à base de cera (po-
Providencie rapidamente os retoques e fixe com fita adesiva as palhetas dos
limento);
em arranhões na pintura, para evitar a limpadores de vidro.
– esfregar de modo intenso;
propagação da corrosão. Se o veículo estiver equipado com chi-
– passar o veículo sob um pórtico de
cote de antena do rádio, retire-o.
Seu veículo tem o benefício da garantia lavagem;
Lembre-se de retirar a fita adesiva e
anticorrosão. Não deixe de fazer visi- – lavar o veículo com um aparelho à
repor o chicote da antena, após termi-
tas periódicas à sua Oficina Autorizada. alta pressão;
nar a lavagem.
Consulte o documento de manutenção – colar adesivos sobre a pintura (risco
do veículo. de marcação).
Caso seja necessário limpar os compo-
Limpeza dos faróis/lanternas
O que se deve fazer:
nentes mecânicos, dobradiças etc., é Para limpar os faróis/lanternas utilize
obrigatório proteger de novo com uma Lavar o veículo com água abundante e um pano macio ou algodão. Se isto não
pulverização de produtos homologados à mão, com um pano macio, esponja for suficiente, umedeça ligeiramente
por nosso departamento técnico. macia, etc. um pano macio ou algodão com água
e sabão, e a seguir lave por completo.
Termine a limpeza, secando com cui-
dado com um pano macio.
O emprego de produtos à base de
álcool é totalmente proibido.

Selecionamos produtos de manu-


tenção que podem ser encontrados
nas concessionárias da marca.

4.11
MANUTENÇÃO DAS GUARNIÇÕES INTERNAS (1/2)
Um veículo bem cuidado permite con- Vidros de instrumentos Têxteis (bancos, guarnição
servá-lo durante mais tempo. Assim é (ex.: painel de instrumentos, relógio, de portas, etc.)
recomendado cuidar regularmente do visor de temperatura externa, visor do
interior do veículo. rádio, etc.) Aspire regularmente os têxteis.
Uma mancha sempre deve ser tratada Utilize um pano macio (ou algodão). Mancha líquida
rapidamente. Se isto não for suficiente, utilize um
Utilize uma solução de água e sabão.
Qualquer que seja a origem da mancha, pano macio (ou algodão) ligeiramente
utilize uma solução de água fria (ou umedecido em água com sabão e, em Absorva ou enxugue ligeiramente
morna) com sabão natural. seguida, limpe com um pano macio ou (nunca esfregue) com ajuda de um
algodão úmido. pano macio, lave e absorva o exce-
O emprego de detergentes (líquidos Finalize a limpeza com cuidado com dente.
para louça, produtos em pó, produ- um pano seco e macio.
tos à base de álcool, etc.) é total- Mancha sólida ou pastosa
mente proibido. O emprego de produtos a base de
álcool é totalmente proibido. Remova imediatamente e com cui-
Utilize um pano macio. dado o excedente de material sólido ou
Enxágue e tire o excesso de água. pastoso com uma espátula (da borda
Cintos de segurança para o centro, para evitar espalhar a
Devem ser conservados sempre mancha).
limpos. Limpe conforme indicado para uma
Utilize os produtos selecionados por mancha líquida.
nossa assistência técnica (oficina au-
torizada) ou água morna com sabão Particularidade de bombons, gomas
aplicada com uma esponja e, a seguir, de mascar
seque com um pano. coloque um cubo de gelo sobre a
O emprego de detergentes ou pro- mancha para cristalizar e proceda a
dutos químicos é proibido. seguir conforme indicado para uma
mancha sólida.

Para qualquer recomendação de


manutenção interna e/ou de resul-
tado não satisfatório, consulte uma
Oficina Autorizada.

4.12
MANUTENÇÃO DAS GUARNIÇÕES INTERNAS (2/2)
Desmontar / montar O que não deve ser feito
novamente os equipamentos É desaconselhável colocar objetos
imóveis montados como desodorizadores, difusores de
originalmente no veículo perfume, na altura dos difusores de ar,
já que podem danificar o revestimento
Se tiver que retirar os equipamentos do painel de bordo.
fixos para limpar a cabine (por exem-
plo, os tapetes), verifique se sempre os
coloca de novo corretamente e no lado
certo (os tapetes do motorista devem
ser colocados no lado do motorista,
etc.) e se os fixa utilizando elementos
fornecidos com o equipamento (por
exemplo, tapetes do motorista sempre
devem ser fixados com a ajuda dos ele-
mentos de fixação pré-instalados).
Em todo o caso, e com o veículo parado,
verifique se nada impede a condução
(obstáculo no curso dos pedais, calca-
nhar preso no tapete, etc.).

É expressamente desacon-
selhado utilizar um apare-
lho de limpeza de alta pres-
são ou de pulverização no
interior da cabine: sem cuidados de
utilização, estes aparelhos podem,
entre outras situações, prejudicar o
bom funcionamento de componen-
tes elétricos e eletrônicos presentes
no veículo.

4.13
4.14
Capítulo 5: Recomendações práticas

Estepe . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.2
Ferramentas, calotas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.3
Troca de roda . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.4
Pneus . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.6
Substituição de lâmpadas dos faróis dianteiros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.9
Faróis de neblina: substituição de lâmpadas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.10
Luzes traseiras: substituição das lâmpadas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.11
Iluminação interna: substituição de lâmpadas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.13
Controle remoto por radiofrequência: baterias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.14
Fusíveis . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.15
Bateria: . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.18
Palhetas do limpador de para-brisa. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.20
Reboque . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.21
Dispositivos de segurança. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.22
Equipamento instalado, rádio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.23
Acessórios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.24
Problemas de funcionamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.25
5.1
ESTEPE

Nota: verifique se o estepe ou o


2 pneu furado estão posicionados
corretamente. Assegure-se de que
o tapete de porta-malas esteja cor-
retamente colocado nos respecti-
vos batentes de posicionamento,
para não danifica-lo.
3

Estepe
Está situado no porta-malas. Ative o pisca-alerta. Se o estepe for guardado
Para acessar: Estacione o veículo em durante muitos anos, peça
– Abra o porta-malas; lugar afastado da circula- a um técnico verificar se
ção, em piso plano, firme, e continua adequado e pode
– Levante o tapete; ser utilizado sem perigo.
que não deslize (se necessário, co-
– Afrouxe o parafuso de suporte do loque uma base sólida por baixo do – Nunca monte mais de um estepe
estepe 3; macaco). no mesmo veículo.
– Retire o estepe 2; Puxe o freio de estacionamento e – Substitua assim que possível o
– Pino auxiliar de montagem 1. engrene uma marcha (primeira ou estepe por uma roda idêntica à
marcha ré). original.
Peça aos ocupantes que saiam do
veículo e se mantenham afastados
Cuidado quando for retirar da zona de circulação.
ou colocar o estepe, pois
ele é pesado e pode cair
bruscamente.

5.2
FERRAMENTAS/CALOTAS

2
3

5
1

Ferramentas 1 Macaco 3 Calota 5


O macaco 3 fica localizado em uma
Encontram-se no porta-malas. bolsa no lado esquerdo do estepe. Para A calota 5 é fixada pelos parafusos
utilizar o macaco, remova-o da bolsa. de roda.
Pino auxiliar de montagem 2
Para armazená-lo, dobre-o completa- A calota não deve ser instalada no
O pino auxiliar de montagem 2 é forne- mente e coloque-o de volta na bolsa. estepe: coloque-a junto com o pneu
cido no parafuso de suporte do estepe. furado, no porta-malas.
Este pino ajuda a segurar a roda e a Chave 4
mantê-la no lugar durante a remoção A chave de rodas 4 fica armazenada
de todos os parafusos. junto com o macaco. Coloque-a de
volta na mesma bolsa após utilizá-la.

Nunca deixe ferramentas soltas no veículo: elas podem se soltar em


caso de frenagem. Após a utilização, guarde as ferramentas nos respec-
tivos lugares: caso contrário, há risco de ferimento.
O macaco se destina à troca de rodas. Ele nunca deverá ser usado para
outros tipos de reparo ou para ter acesso à parte de baixo do veículo.

5.3
TROCA DE RODA (1/2)

1
3
2

Ative o pisca-alerta. Retirar a roda Coloque o macaco 2 sob a carroceria,


alinhado com a marca de fixação 3
Estacione o veículo em Use a chave de roda 1 para afrouxar os
mais próxima da roda a substituir.
lugar afastado da circula- parafusos da roda, segurando a chave
firmemente e aplicando força para des- Comece abrindo o macaco 2 manu-
ção, em piso plano, firme, e
parafusá-los. almente, para assentar conveniente-
que não deslize (se necessário, co-
mente a base. Assegure-se que o
loque uma base sólida por baixo do Retire completamente um dos parafu-
macaco está na posição correta,
macaco). sos da roda e parafuse no lugar o pino
conforme a figura.
Puxe o freio de estacionamento e auxiliar de montagem A (fornecido no
parafuso de suporte do estepe). Esse Passe a chave de roda completamente
engrene uma marcha (primeira ou
pino ajuda a segurar a roda e a mantê- pelo orifício do macaco 2 e aperte-o até
marcha ré).
la no lugar durante a remoção/coloca- o pneu ficar alto o suficiente.
Peça aos ocupantes que saiam do ção de todos os parafusos. Retire completamente os dois parafu-
veículo e se mantenham afastados
sos restantes e a roda.
da zona de circulação.

Para evitar acidentes ou danos ao veículo, abra o macaco até a roda a


ser substituída ficar, no máximo, a 3 cm do solo.

5.4
TROCA DE RODA (2/2)
Verifique se a roda está suficiente-
mente presa de modo que a retirada do
pino não faça com que a roda saia do
cubo/disco.
A Remova o pino e substitua-o pelo pa-
rafuso restante. Recoloque o pino no
parafuso de suporte do estepe, exer-
cendo leve pressão.
Utilize a chave de roda para apertar
os parafusos da roda uniformemente.
Baixe o macaco utilizando a chave de
roda até que o veículo não esteja mais
apoiado por ele.
Aperte firmemente os parafusos da
roda.
Colocar a roda Coloque o pneu substituído no espaço
Coloque o estepe ou a roda reparada de armazenamento do estepe e
alinhando um dos orifícios com o pino prenda-o utilizando o parafuso de fixa-
auxiliar de montagem A do cubo/disco. ção fornecido.
Segure os parafusos de roda e a calota Coloque a chave de roda e o macaco
em uma mão, coloque e prenda a na bolsa.
calota em linha com o pino e coloque
os dois parafusos de roda nos orifícios
restantes.
Se estacionar ao lado da
via de circulação, você
deve alertar os outros mo-
toristas sobre a presença
de seu veículo com um triângulo de
sinalização ou com outros disposi-
A calota não deve ser montada no tivos exigidos pela legislação local
estepe. do país em que se encontra.

5.5
PNEUS (1/3)
Os pneus são o único meio de ligação Quando os sulcos se desgastarem até
entre o veículo e a estrada, por isso o nível das saliências indicadoras, elas
devem ser mantidos em bom estado. ficarão visíveis 2: então, será neces-
Devem ser observadas obrigatoria- sário substituir os pneus, pois a pro-
mente as normas locais previstas no fundidade dos sulcos é de somente
código de trânsito.
2 1,6 mm, o que significa má aderên-
cia em estradas molhadas.
Um veículo sobrecarregado, longos
1 percursos em rodovias, particular-
Para sua segurança e para mente em dias de muito calor, e con-
cumprir a lei. dução frequente em caminhos mal
conservados, contribuem para a dete-
Quando for necessário
rioração mais rápida dos pneus e com-
substituir, é recomendado
prometem a segurança.
montar em seu veículo um jogo de
pneus de mesma marca, dimensão,
tipo e estrutura no mesmo eixo. Manutenção dos pneus
Eles precisam ter capacidade de Os pneus devem estar em bom estado
carga e classificação de veloci- e os sulcos devem apresentar uma pro-
dade pelo menos iguais às dos fundidade satisfatória; Os pneus homo-
pneus originais ou correspon- logados por nossa assistência técnica
der aos recomendados por uma incluem marcas indicadoras de des-
Oficina Autorizada. gaste 1 que são constituídas por sa-
A inobservância a essas instruções liências incorporadas nos sulcos da Os incidentes de condu-
pode arriscar a sua segurança e banda de rodagem. ção, como “toques no meio
afetar a adequação do veículo para fio”, podem causar danos
trafegar em estradas. nos pneus e nos aros das
rodas, assim como provocar de-
Risco de perda de controle do ve-
salinhamento no trem dianteiro ou
ículo.
traseiro.
Neste caso, mande verificar seu
estado numa Oficina Autorizada.

5.6
PNEUS (2/3)
Pressões de enchimento As pressões devem ser verificadas a Estepe
frio: não leve em conta pressões altas
É importante observar as pressões dos que possam ser atingidas com tempe- Consulte as informações em “Estepe” e
pneus (incluindo a do estepe). Devem ratura elevada ou após percurso reali- “Troca de roda” na Seção 5.
ser verificadas, em média, uma vez zado em alta velocidade.
por mês e imperativamente antes de
viagens longas (consulte a etiqueta Caso a verificação das pressões não Rodízio de pneus
colada na portinhola do tanque do com- possa ser efetuada com os pneus frios, Esta prática não é recomendada.
bustível). é necessário aumentar de 0,2 a 0,3 bar
(3 PSI) as pressões indicadas.
Nunca esvazie um pneu quente.

Particularidade
Algumas versões do veículo dispõem
de um adaptador para ser aplicado na
válvula, antes de se fazer o enchimento
dos pneus.

Pressões insuficientes
provocam o desgaste pre-
maturo e o aquecimento
anormal dos pneus, com
todas as consequências de segu-
rança que possam decorrer disso:
– má aderência à estrada,
– risco de estouro ou descolagem
da banda de rodagem. Atenção, uma tampa de
válvula ausente ou mal ros-
A pressão dos pneus dependerá da queada pode afetar a es-
carga e da velocidade de utilização tanqueidade dos pneus e
do veículo. As pressões devem ser provocar perdas de pressão.
ajustadas em função das condições
de utilização (consulte a etiqueta Assegure sempre que as tampas de
colada na portinhola do tanque do válvula sejam idênticas às originais
combustível). e que estejam bem apertadas.

5.7
PNEUS (3/3)
Substituição dos pneus Utilização no inverno Pneus com pregos
Correntes Esse tipo de pneus só pode ser utili-
zado durante um período limitado e de-
Por razões de segurança, é termi- finido pela legislação local. É necessá-
Por segurança, essa opera-
nantemente proibido montar corren- rio respeitar a velocidade imposta pela
ção deve ser executada so-
tes no eixo traseiro. legislação em vigor.
mente um especialista.
A montagem de pneus de dimensões Esses pneus devem equipar, no
A substituição dos pneus
superiores às de origem impossibilita mínimo, as duas rodas dianteiras.
originais por outros de dimensões
a utilização de correntes.
ou marca diferentes poderá modi-
ficar: Pneus de neve ou de “borracha tér-
mica”
– a conformidade de seu veículo
em relação às regulamentações Recomendamos equipar as quatro
em vigor; rodas do veículo com a mesma qua-
lidade de pneus para preservar ao
– seu comportamento em curvas;
máximo a sua capacidade de aderên-
– a esforço na direção; cia.
– a montagem de correntes. Atenção: estes pneus se compor-
tam às vezes com um sentido de cir-
culação e um índice de velocidade
máxima que pode ser inferior à ve-
locidade máxima que seu veículo
pode atingir.

A montagem de correntes
Em qualquer um dos casos, con-
no veículo só é possível
sulte uma Oficina Autorizada, que
em pneus com dimensões
saberá aconselhar a escolha dos
idênticas às dos pneus ori-
equipamentos que melhor se adap-
ginais do veículo.
tam ao seu veículo.

5.8
FARÓIS DIANTEIROS: substituição de lâmpadas
Luz indicadora de direção
Gire o suporte da lâmpada 1 e retire-a
do farol.
Tipo de lâmpada: PY21W.
3 4
Luz de posição (lanterna)
A Gire o suporte da lâmpada 2 e retire-a
do farol.
Tipo de lâmpada: W5W.
1
Tenha cuidado ao substituir
2 lâmpadas. Alterar sua posi-
ção pode resultar em falha
Você pode substituir as lâmpadas des- Faróis baixos e faróis altos do seu funcionamento.
critas a seguir. No entanto, recomenda-
mos mandar efetuar esta substituição Extraia o conector da lâmpada 3.
em uma Oficina Autorizada, se o manu- Remova a tampa A.
seio parecer difícil. Extraia a mola 4 e solte a lâmpada. Conforme a legislação local ou por
Tipo de lâmpada: H4. precaução, obtenha numa Oficina
Autorizada uma caixa de emergên-
Nunca toque no vidro da lâmpada. cia com um jogo de lâmpadas e
Segure pela base. outro de fusíveis.
Observe a posição correta da lâmpada
antes de retirar para colocá-la correta-
mente. No momento das interven-
As lâmpadas estão sob Após trocar a lâmpada, reposicione a ções perto do motor, pro-
pressão e podem estourar tampa corretamente. ceda com cuidado, pois
durante a substituição. pode estar quente. Além
disto, o ventilador do motor pode
Risco de ferimentos. entrar em funcionamento a qual-
quer instante.

5.9
FARÓIS DE NEBLINA: substituição de lâmpadas
Faróis adicionais
Se você desejar equipar o veículo Conforme a legislação local ou por
com faróis de “neblina”, consulte uma precaução, adquira em uma Oficina
Oficina Autorizada. Autorizada uma caixa de emergên-
cia, composta por um jogo de lâm-
padas e outro de fusíveis.

Tenha cuidado ao substituir


lâmpadas. Alterar sua posi-
ção pode resultar em falha
Faróis de neblina dianteiros 1 do seu funcionamento.
Consulte uma Oficina Autorizada.
Tipo de lâmpada: H16LL.

Qualquer intervenção (ou


modificação) no circuito
elétrico deve ser realizada
em uma Oficina Autorizada,
pois uma ligação incorreta pode No momento das interven-
provocar a deterioração da instala- ções perto do motor, pro-
ção elétrica (cabeamento, compo- ceda com cuidado, pois
nentes, em particular o alternador) pode estar quente. Além
e, além disto, dispõe das peças ne- disto, o ventilador do motor pode
As lâmpadas estão sob
cessárias às adaptações. entrar em funcionamento a qual-
pressão e podem estourar
durante a substituição. quer instante.
Risco de ferimentos. Risco de ferimentos.

5.10
LUZES TRASEIRAS: substituição de lâmpadas (1/2)

Conforme a legislação local ou por


precaução, obtenha numa Oficina
Autorizada uma caixa de emergên-
cia com um jogo de lâmpadas e
outro de fusíveis.

2 3 4

Lanterna de posição/freio, luz Gire o suporte da lâmpada 2 ou 3 ou 4


indicadora de direção e luz e retire-a.
de marcha à ré Lanternas de posição e de freio 2
Tipo de lâmpada: P21/5W.
Retire os parafusos 1 e desencaixe o
bloco das lanternas traseiras por fora. Indicador de direção 3
Tipo de lâmpada: PY21W.
Luz de marcha à ré 4
Tipo de lâmpada: P21W.

Tenha cuidado ao substituir


lâmpadas. Alterar sua posi-
ção pode resultar em falha
do seu funcionamento.

5.11
LUZES TRASEIRAS: substituição de lâmpadas (2/2)

8
9 10

11

Terceira luz de freio 8 Gire o porta-lâmpadas 9 um quarto de Luz de placa do veículo 10


volta, desencaixe e retire a lâmpada.
A lâmpada da terceira luz de freio 8 Desencaixe a lâmpada 10 pressio-
pode ser acessada pelo porta-malas. Tipo de lâmpada: W16W. nando a lingueta 11 usando, por exem-
Libere a lâmpada do soquete desli- Remontagem plo, uma chave de fenda.
zando-a para baixo. Para montar novamente, proceda com Retire a tampa para acessar a lâm-
cuidado no sentido inverso para não pada.
danificar o cabeamento. Tipo de lâmpada: W5W.

As lâmpadas estão sob Tenha cuidado ao substituir


pressão e podem estourar lâmpadas. Alterar sua posi-
durante a substituição. ção pode resultar em falha
Risco de ferimentos. do seu funcionamento.

5.12
ILUMINAÇÃO INTERNA: substituição de lâmpadas

Luz de teto
Solte a luz de teto 1 com uma ferra-
menta do tipo chave de fenda.
Retire a lâmpada em questão.
Tipo de lâmpada: W5W.

Tenha cuidado ao substituir


as lâmpadas. A troca de po-
sição entre elas pode oca-
sionar falha no funciona-
mento da lanterna.

As lâmpadas estão sob


pressão e podem estourar-
durante a substituição.
Risco de ferimentos.

5.13
FUSÍVEIS (1/3)
Retirar os fusíveis
Puxe o fusível para retirá-lo
Recomendamos não utilizar os espa-
ços livres para fusíveis.

Fusíveis na cabine A Fusíveis no compartimento do


Se algum dos aparelhos elétricos não motor B
funcionar, verifique o estado dos fusí- Algumas funções estão protegidas por
veis. fusíveis situados no compartimento
Puxe a tampa A pela borda inferior para do motor, dentro da caixa B. Devido à
removê-la e para acessar os fusíveis. acessibilidade reduzida, recomenda-
mos mandar substituir estes fusí-
Verifique o fusível em ques- veis em uma Oficina Autorizada.
tão e substitua-o por um
fusível obrigatoriamente
de mesma amperagem No momento das interven-
que o original. ções perto do motor, pro-
Conforme a legislação local ou por ceda com cuidado, pois
precaução, obtenha numa Oficina Um fusível de amperagem alta pode estar quente. Além
Autorizada uma caixa de emergên- demais pode, em caso de consumo disto, o ventilador do motor pode
cia com um jogo de lâmpadas e anormal de um dos equipamentos, entrar em funcionamento a qual-
outro de fusíveis. provocar o aquecimento excessivo quer instante.
do circuito elétrico (risco de incên-
dio). Riscos de ferimentos.

5.14
FUSÍVEIS (2/3)
Atribuição dos fusíveis na caixa
(a presença dos fusíveis DEPENDE DO NÍVEL DE EQUIPAMENTO DO VEÍCULO)

5.15
FUSÍVEIS (3/3)

Número Atribuição Número Atribuição Número Atribuição

11 Ignição Relé da bomba de


1 Vazio
24 combustível/Unidade de
injeção
12 Luz de teto
2 Farol alto esquerdo
25 Luz do freio de mão
13 Painel de instrumentos
Interruptor da luz de
3 Farol alto direito 26
marcha à ré
14 Faróis baixos
27 Motor do para-brisa
4 Farol baixo esquerdo
Rádio/ULC/Soquete de 28 Vidros elétricos
15
diagnóstico/Módulo BIC
5 Farol baixo direito 29 Direção assistida
16 Buzina
30 Airbag
6 luzes laterais
17 Alimentação UCH Vidro traseiro com
31
desembaçador
7 Rádio/ULC Transponder luz do
18 Interruptor de luz
32 sistema de bloqueio de
partida/ABS/freio
8 Tomada para acessórios Travamento elétrico das
19
portas
33 al 35 Vazio
9 Motor do ventilador 20 Alimentação UCH
36 Motor de partida

10 Vazio 21 al 23 Vazio 37 al 39 Vazio

5.16
BATERIA: reparo (1/2)
Para evitar qualquer risco de Reciclagem da bateria
faísca Devolva a bateria usada para o forne-
– Verifique se equipamentos elétricos cedor quando trocá-la. De acordo com
(luzes de teto etc) estão desligados a resolução 401/2008 de 04/11/2008
antes de desconectar ou reconectar da Conama.
a bateria; TODOS OS CONSUMIDORES/
– ao deixar carregando, desligue o USUÁRIOS FINAIS DEVEM
carregador antes de conectar ou DEVOLVER SUA BATERIA USADA
desconectar a bateria; EM UM PONTO DE VENDA. NÃO
COLOQUE-A EM UMA LIXEIRA
– não coloque objetos metálicos sobre DOMÉSTICA.
a bateria, a fim de não provocar
curto-circuito entre os bornes; OS PONTOS DE VENDA DEVEM
ACEITAR A DEVOLUÇÃO DA
– após desligar o motor, aguarde pelo BATERIA USADA, ARMAZENÁ-LA
menos um minuto antes de desco- EM UM LOCAL ADEQUADO E
nectar a bateria; DEVOLVÊ-LA AO FABRICANTE PARA
– ao voltar a conectar a bateria, verifi- RECICLAGEM.
que se os bornes estão bem aperta- Composição básica: chumbo, ácido
dos. sulfúrico diluído e plástico.
As baterias do controle de abertura de
porta também devem ser recicladas.
Certas baterias podem
apresentar particularidades Manuseie a bateria com precaução, pois contém ácido sulfúrico que
em termos de recarga, siga não deve entrar em contato com os olhos ou a pele. Se isto ocorrer,
a recomendação de sua lave a zona atingida com água abundante e, se necessário, consulte um
Oficina Autorizada. Evite qualquer médico.
risco de faísca, pois pode provocar Mantenha todos os elementos da bateria longe de chamas ou qualquer ponto in-
uma explosão imediata e carregue candescente: risco de explosão.
a bateria num local bem arejado. No momento das intervenções perto do motor, proceda com cuidado, pois pode
Risco de ferimentos graves. estar quente. Além disso, o ventilador do motor pode entrar em funcionamento a
qualquer instante.
Riscos de ferimentos.

5.17
BATERIA: reparo (2/2)
Partida do motor com a Utilização de um carregador
bateria de outro automóvel O carregador deve ser compatível
Se para dar a partida no motor você com bateria de tensão nominal de
utilizar a bateria de outro veículo, ad- 12 volts.
quira cabos elétricos apropriados Não desligue a bateria enquanto o
(seção considerável) em uma Oficina motor estiver em funcionamento. Siga
Autorizada ou, caso já possua, asse- as instruções de utilização dadas
gure-se de que estão em bom estado. pelo fornecedor do carregador de
As duas baterias devem ter tensão bateria utilizado.
nominal idêntica de 12 volts. A ba-
teria que fornece a corrente deve ter
capacidade (ampère-hora, Ah) pelo
menos idêntica à da bateria descarre-
gada.
Assegure-se de que não há qualquer Fixe o cabo positivo (+) A ao borne
contato entre os dois veículos (risco (+) 1 da bateria descarregada, depois
de curto circuito durante a ligação dos ao borne (+) 2 da bateria de alimenta-
polos positivos) e de que a bateria des- ção de corrente.
carregada está bem ligada. Desligue a
ignição do seu veículo. Fixe o cabo negativo (–) B ao borne
(–) 3 da bateria de alimentação de cor-
O motor do veículo que fornece a cor- rente, depois ao borne (–) 4 da bateria
rente deve estar funcionando em um descarregada.
regime intermediário. Certifique-se de que não
Dê a partida no motor normalmente. haja qualquer contato entre
Assim que seja acionado, desligue os os cabos A e B e que o
cabos A e B na ordem inversa (4-3-2- cabo positivo A não esteja
1). em contato com nenhum elemento
metálico do veículo que fornece a
corrente.
Risco de ferimentos graves e/ou
danos no veículo.

5.18
CONTROLE REMOTO POR RADIOFREQUÊNCIA: bateria

2
1

Substituição da bateria do Substitua a bateria 2 observando a po-


controle remoto laridade gravada na tampa.
Retire a tampa de cobertura do controle Observação: no momento da substi-
remoto usando uma chave de fenda de tuição da bateria não toque no circuito
ponta plana em 1. eletrônico gravado na tampa da chave.

As baterias estão disponíveis em


uma Oficina Autorizada e a sua vida
útil é cerca de dois anos.
Observe se não há sinais de tinta
na bateria: risco de mau contato Não jogue baterias usadas
elétrico. no lixo doméstico; entregue
a um órgão encarregado
Ao remontar, assegure-se de que a em efetuar a reciclagem
tampa esteja bem encaixada. das mesmas.

5.19
PALHETAS DOS LIMPADORES DE VIDROS

4 Durante a operação de substitui-


1 ção da palheta, proceda cuidado-
samente para que o braço não caia
sobre o vidro: existe o risco de que-
3 C brar o vidro.
Sempre inspecione o estado das
palhetas. Você é responsável pela
B sua manutenção:
2 – limpe as palhetas e o para-brisa
5
regularmente com água e sabão;
– não as utilize quando o para-
brisa estiver seco;
– levante-as do para-brisa, se
Substituição das escovas do Substituição da palheta do não forem utilizadas já há muito
limpador de vidro 1 limpador do vidro traseiro 4 tempo.
Com a palheta na posição de repouso Com a palheta na posição de repouso
e a ignição desligada, levante o braço e a ignição desligada, levante o braço
do limpador 3, pressione a lingueta 2 do limpador 5. Gire a palheta 4 até en-
e empurre a palheta do limpador para contrar uma resistência (movimento B).
baixo para soltar o conjunto. Puxe a palheta (movimento C) para li-
berá-la. – Em temperaturas muito
Para montar baixas, verifique se as pa-
Deslize a palheta ao longo do braço Para montar lhetas do limpador de vidros
até ele se encaixar. Certifique-se do Proceda no sentido inverso para não estão imobilizadas pelo
correto travamento da palheta. Volte montar novamente a palheta do limpa- gelo (risco de superaquecimento
o braço do limpador para a posição de dor de vidros. Certifique-se do correto do motor).
repouso. travamento da palheta. – Inspecione o estado das palhe-
Ao substituir o conjunto, não segure- tas periodicamente. Elas deverão
o pela borracha da palheta do limpa- ser trocadas quando perderem a
dor 1. eficiência.

5.20
REBOQUE

Em caso de pane, é neces-


sário solicitar o auxílio de
um serviço de transporte
adequado (guincho com
plataforma).

5.21
DISPOSITIVOS DE SEGURANÇA
A presença destes equipamentos DEPENDE DO VEÍCULO E DO PAÍS DE COMERCIALIZAÇÃO.

Para utilizá-lo ligue o pisca-alerta de Instalação de extintor de


seu veículo e coloque o triângulo apro- incêndio
ximadamente 50 metros antes do ve-
ículo, de forma que fique visíve aos O seu veículo conta com pré-disposi-
demais motoristas que seu veículo está ção para instalação do suporte de ex-
parado. tintor de incêndio. O local para fixação
encontra-se abaixo de um dos assen-
Importante: evite ao máximo parar em tos frontais, indicado por um recorte no
locais perigosos ou de pouca visibili- tapete.
dade.

Triângulo de segurança Atenção: a correta insta-


Está localizado no porta-malas. lação do suporte do extin-
tor é importante para a se-
gurança dos ocupantes do
veículo. Isto garantirá que o equi-
pamento não seja projetado sobre
os ocupantes em caso de frenagem
brusca, colisão ou curva acentu-
ada. O equipamento também pode
se desprender e deslizar para baixo
dos pedais e impedir sua utilização.
Devido aos riscos de uma insta-
lação falha, recomendamos que
mande executá- la em uma Oficina
Autorizada.

5.22
EQUIPAMENTO PRÉVIO, RÁDIO

1 2 2

Ainda que não esteja equipado com um Localização dos alto-


sistema de áudio, seu veículo dispõe falantes 2
de um equipamento prévio com espa-
ços previstos para:
– rádio 1;
– alto-falantes nas extremidades do – A instalação de qualquer acessó-
painel de bordo 2 rio elétrico e/ou eletrônico pode
ser realizada somente por uma
Para instalar um equipamento, con- Oficina Autorizada, pois um sis-
sulte uma Oficina Autorizada. tema ligado incorretamente pode
causar danos ao equipamento e
Localização do rádio 1 o mau funcionamento de disposi-
tivos elétricos e/ou eletrônicos do
Desencaixe e extraia o porta-objetos 1. veículo.

5.23
ACESSÓRIOS
Os acessórios adquiridos e instalados numa Oficina Autorizada podem ter o seu modo de funcionamento diverso ao descrito
neste manual. Ao adquirir algum acessório na concessionária solicite orientações sobre o modo de funcionamento.

Acessórios elétricos e eletrônicos


Antes de instalar um dispositivo (especialmente para os transmissores e receptores: faixa de frequências, nível de
potência, posição da antena...), assegure-se de que ele é compatível com o seu veículo. Para isso, solicite orientação
de uma Oficina Autorizada.
Instale somente acessórios cuja potência máxima seja de 120 watts. Há risco de incêndio. Em caso de utilização de mais de
uma tomada de acessórios ao mesmo tempo, a potência total dos acessórios ligados não pode depassar 180 watts.
As modificações em qualquer circuito elétrico do veículo somente poderão ser executadas em uma Oficina Autorizada, pois
uma ligação incorreta poderia causar a deterioração da instalação elétrica e/ou dos dispositivos que estão ligados a ela. Em
caso de montagem posterior de um equipamento elétrico, certifique-se de que a instalação está corretamente protegida por
um fusível. Solicite as informações da amperagem e localização desse fusível.
Utilização da tomada de diagnóstico
A utilização de acessórios na tomada de diagnóstico pode ocasionar graves perturbações nos sistemas eletrônicos do veí-
culo. Para sua segurança recomendamos utilizar somente acessórios homologados. Consulte uma Oficina Autorizada. Risco
de acidentes graves.

Utilização de aparelhos transmissores e receptores (celulares, rádios Faixa Cidadão).


Os celulares e aparelhos Faixa Cidadão equipados com antena integrada podem provocar interferências nos sistemas eletrô-
nicos que equipam o veículo original. Recomenda-se apenas a utilização de aparelhos com antenas externas. Além disso,
lembramos que é necessário respeitar a legislação local em vigor sobre a utilização desses aparelhos.

Montagem pós-venda de acessórios


Se desejar instalar acessórios no veículo: consulte uma Oficina Autorizada.
Além disso, para garantir o bom funcionamento do seu veículo e evitar quaisquer riscos que possam afetar a sua segurança,
aconselhamos a utilizar somente acessórios homologados, adaptados ao seu veículo e que são os únicos garantidos pelo
fabricante.
Se desejar utilizar uma barra antifurto, fixe-a exclusivamente no pedal de freio.
Utilize obrigatoriamente tapetes adaptados ao veículo, que se encaixam aos elementos instalados e verifique regularmente
sua fixação. Não sobreponha vários tapetes. Risco de emperramento dos pedais.

5.24
PROBLEMAS DE FUNCIONAMENTO (1/3)
As recomendações a seguir permitem ajudá-lo de forma rápida e provisória; por segurança, assim que possível, con-
sulte uma Oficina Autorizada.

Ao acionar o motor de partida CAUSAS POSSÍVEIS QUE FAZER

As lâmpadas das luzes indicado- Terminais da bateria mal aperta- Reaperte, ligue ou limpe, se estiverem oxi-
ras ficam fracas ou não acendem e o dos, desligados ou oxidados. dados.
motor de partida não é acionado.

Bateria descarregada ou fora de Conecte a bateria a outra bateria car-


uso. regada. Consulte o parágrafo «Bateria:
reparo», no capítulo 5, ou substitua a bate-
ria, se necessário.
Não empurre o veículo se a coluna da dire-
ção estiver bloqueada.

O motor não dá partida. As condições de partida não foram Consulte o parágrafo “Partida/parada do
cumpridas. motor” no capítulo 2.

Fumaça branca anormal no escapa- Avaria mecânica: junta da tampa Pare o motor.
mento deteriorada. Chame uma Oficina Autorizada.

Vestígios de vapor de água nos faróis Isto não é uma irregularidade. A Estes sinais irão desaparecer progressiva-
e lanternas traseiras. presença de sinais de condensa- mente com o uso de faróis e das lanternas
ção é um fenômeno natural ligado traseiras.
às variações de temperatura.

5.25
PROBLEMAS DE FUNCIONAMENTO (2/3)
Em estrada CAUSAS POSSÍVEIS QUE FAZER

Vibrações. Pneus com pressão incorreta, mal Verifique a pressão dos pneus; se esta não for a
calibrados ou danificados. causa, mande verificá-los numa Oficina Autorizada.

Borbulhamento no bocal do Avaria mecânica: junta da tampa Pare o motor.


líquido de refrigeração. deteriorada, bomba de água com Chame uma Oficina Autorizada.
defeito.

Avaria no ventilador do motor. Chame uma Oficina Autorizada.

Fumaça sob o capô. Curto-circuito ou fuga do circuito Pare, desligue a ignição e afaste-se do veículo;
de refrigeração. chame uma Oficina Autorizada.

A luz indicadora de pressão


do óleo acende:

ao virar ou frear O nível de óleo do motor está Complete o óleo do motor (consulte o parágrafo
baixo demais. “Nível de óleo do motor: enchimento, abastecimento”
no capítulo 4).

em marcha lenta Pressão do óleo fraca. Dirija-se a uma Oficina Autorizada mais próxima.

A luz indicadora da pres- Falta de pressão de óleo. Pare: chame uma Oficina Autorizada.
são de óleo demora em
apagar ou permanece
aceso em aceleração.

5.26
PROBLEMAS DE FUNCIONAMENTO (3/3)
Em estrada CAUSAS POSSÍVEIS QUE FAZER

O motor aquece. A luz indicadora de Avaria no ventilador do motor. Pare o veículo parado e desligue o motor.
temperatura do líquido de refrigera- Consulte uma Oficina Autorizada.
ção acende.
Vazamentos de líquido de refrige- Pare o veículo, desligue o motor e verifique o
ração. reservatório do líquido de arrefecimento: ele
deve conter líquido. Se não contiver líquido
de arrefecimento, entre em contato com sua
Oficina Autorizada assim que possível.

O limpador de vidros não funciona. Palheta do limpador de vidro Descole as palhetas antes de utilizar o limpador
presa. de vidros.

Circuito elétrico com defeito. Consulte uma Oficina Autorizada.

O limpador de vidros não pára. Comandos elétricos com defeito. Consulte uma Oficina Autorizada.

Frequência mais rápida de acendi- Lâmpada queimada. Substitua a lâmpada.


mento dos pisca-piscas.

Os pisca-piscas não funcionam. Circuito elétrico com defeito. Consulte uma Oficina Autorizada.

Os faróis não acendem ou não Circuito elétrico ou comando com Consulte uma Oficina Autorizada.
apagam. defeito.

Radiador: No caso de falta significativa de líquido de refrigeração, lembre-se que nunca deve ser acrescentado lí-
quido de refrigeração frio se o motor estiver muito quente. Após qualquer intervenção no veículo que tenha implicado
o esvaziamento, mesmo parcial, do circuito de refrigeração, este deve ser enchido com nova mistura conveniente-
mente dosada. Recordamos que é obrigatório utilizar apenas produtos selecionados por nossos serviços técnicos.

5.27
5.28
Capítulo 6: Características técnicas

Placas de identificação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.2


Características dos motores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.3
Dimensões. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.4
Pesos (em kg) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.5
Peças de reposição e reparos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.6
6.1
PLACAS DE IDENTIFICAÇÃO DO VEÍCULO

1 2

A B

Identificação do veículo A Placa de identificação do


Respeitando os padrões internacio- motor B
nais, seu veículo é identificado com O VIN e as indicações que figuram
um Número de Identificação do Veículo na placa de identificação do motor
(VIN). O VIN é uma combinação alfa- B devem ser referidos em todas as
numérica que identifica seu veículo suas correspondências ou solicita-
usando informações codificadas no ções.
fabricante, especificações do modelo
etc., além de um número que o dife- 1 Tipo do motor.
rencia de outros veículos do mesmo
modelo. 2 Índice do motor.
É gravado no piso, sob o banco dian-
teiro direito. 3 Número do motor.

6.2
CARACTERÍSTICAS DOS MOTORES

Versões 1.0 12V Flex

Tipo de motor (indicado na placa do motor) B4D

Cilindrada (cm³) 999

Diâmetro x Curso (mm x mm) 71 x 84,1

Utilize somente gasolina tipo C, gasolina aditivada ou etanol hidratado em qual-


Tipo de combustível quer proporção entre eles. O motor também aceita gasolina pura com octana-
Índice de Octano gem superior a 95 octanos. O reservatório de partida a frio aceita somente ga-
solina tipo C ou gasolina aditivada.

Torque máximo (kgf.m/rpm) 9,38 a 4250 (gasolina)


Gasolina / Etanol 9,79 a 4250 (etanol)
Potência máxima (cv @ rpm) 66 a 5500 (gasolina)
Gasolina / Etanol 70 a 5500 (etanol)
Utilize apenas velas especificadas para o motor do seu veículo, conforme in-
dicado na etiqueta colada no compartimento do motor. Em caso de dúvidas,
Velas
consulte uma Oficina Autorizada. A montagem de velas não especificadas pode
provocar a deterioração do motor.

Troca de marchas sugeridas Siga as indicações do painel de instrumentos.

Limite máximo de ruído (1) (dB(A) @ rpm) 80,47 a 4125

Emissão de CO em marcha lenta (%) 0,2

Avanço inicial da ignição (graus) 7 ± 2 (gasolina) / 17 ± 2 (etanol)


Velocidade angular do motor em marcha
800 ± 50
lenta (rpm)

(1) Este veículo está em conformidade com a legislação vigente de controle da poluição sonora para veículos automotores.

6.3
DIMENSÕES (em metros)

0,652 2,423 0,604 1,385


3,679 1,758

1,474*

1,365

(*) vazio
6.4
MASSAS (em kg)
As massas indicadas se referem a um veículo básico e sem opcionais: elas podem variar conforme o equipamento de seu
veículo. Consulte uma Oficina Autorizada.

1.0 12 V
Versão
Manual
Massa do veículo vazio (tara)
758
motor em funcionamento, sem motorista

Massa máxima autorizada (massa bruta) 1173

Massa máxima com reboque Não permitido

Carga admitida no bagageiro do teto Não permitido

6.5
PEÇAS DE REPOSIÇÃO E REPAROS
As peças de reposição originais foram projetadas de acordo com especificações muito rigorosas e passam por testes específicos.
Dessa forma, o seu nível de qualidade é equivalente ao das peças utilizadas nos veículos novos.
A utilização consistente de peças de reposição originais assegura a preservação do desempenho do seu veículo. Além disso,
os reparos executados nas Oficinas Autorizadas com peças originais recebem o benefício das condições de garantia indicadas
no verso da ordem de serviço.

6.6
ÍNDICE ALFABÉTICO (1/4)
A capacidade do tanque de combustível .............................. 1.42
abertura das portas ............................................................. 1.7 capacidades de óleo de motor ................................... 4.3 – 4.4
ABS ................................................................................... 2.10 capô do motor...................................................................... 4.2
acessórios ................................................................ 3.10, 5.24 características dos motores................................................. 6.3
airbag.................................................................... 1.13 → 1.17 características técnicas ................................................ 6.3, 6.6
airbag .............................................................. 1.13 → 1.17 carga máxima no teto .......................................................... 6.5
alarme sonoro.................................................................... 1.38 cargas rebocáveis ............................................................... 6.5
alavanca de câmbio............................................................. 2.9 catalisador ........................................................................... 2.4
antiarranque ........................................................................ 1.8 chave de roda ...................................................................... 5.3
antifurto (contator) ............................................................... 2.2 chave/controle remoto por radiofrequência
antipoluição utilização ........................................................................ 1.4
conselhos ............................................................ 2.5 → 2.7 chaves ...................................................................... 1.2 → 1.4
aparelhos de controle .................................. 1.30 → 1.36, 1.38 cintos de segurança ............................................. 1.10 → 1.16
apoios de cabeça .............................................................. 3.12 comando integrado de telefone viva voz ........................... 3.17
aquecimento ............................................................. 3.2 → 3.7 combustível
ar condicionado ........................................................ 3.2 → 3.7 abastecimento................................................. 1.42 → 1.44
assentos infantis .......................................... 1.18, 1.20 → 1.25 dicas para economizar ........................................ 2.5 → 2.7
assistência de direção ......................................................... 2.9 qualidade ................................................. 1.42 → 1.44, 6.3
autofalantes computador de bordo ........................................... 1.34 → 1.36
localização ................................................................... 5.23 condução ............................................ 1.28 – 1.29, 2.2 → 2.10
auxílio à partida em terreno inclinado................................ 2.10 conselhos práticos .............................. 5.9 – 5.10, 5.25 → 5.27
auxílio ao estacionamento ...................................... 2.11 – 2.12 contator de partida............................................................... 2.2
controle remoto de travamento................................... 1.2 – 1.3
B controle remoto de travamento das portas
banco traseiro ......................................................... 3.11 – 3.12 baterias ........................................................................ 5.14
bancos dianteiros ................................................................ 1.9 controle remoto de travamento elétrico das portas ............. 1.4
regulagem ...................................................................... 1.9 crianças ............................................................................. 1.18
barras de teto .................................................................... 3.16 crianças (segurança) .............................................. 1.26 – 1.27
bateria.................................................................................. 4.8
conserto ............................................................ 5.18 – 5.19 D
bateria (controle remoto) ................................................... 5.14 desembaçador
buzina ................................................................................ 1.37 vidro traseiro ................................................................ 1.41
difusores ..................................................................... 3.2 – 3.3
C dimensões ........................................................................... 6.4
calibragem dos pneus ......................................................... 4.9 direção assistida .................................................................. 2.9
câmera de estacionamento .................................... 2.11 – 2.12

7.1
ÍNDICE ALFABÉTICO (2/4)
dispositivos complementares aos cintos de segurança diantei- guarnições interiores
ros......................................................................... 1.13 → 1.16 manutenção ...................................................... 4.12 – 4.13
dispositivos de proteção lateral ......................................... 1.17
dispositivos de retenção complementares I
laterais ......................................................................... 1.17 iluminação interior:
dispositivos de retenção para crianças ........ 1.18, 1.20 – 1.21, substituição das lâmpadas........................................... 5.13
1.24 – 1.25 iluminação:
exterior ....................................................... 1.38, 5.9 – 5.10
E incidentes
economia de combustível ......................................... 2.5 → 2.7 falhas de funcionamento ................................. 5.25 → 5.27
elevação do veículo indicadores de controle ........................................ 1.30 → 1.36
troca de roda ......................................................... 5.4 – 5.5 indicadores:
engate de reboque .............................................................. 6.5 painel ..................................................... 1.30, 1.34 → 1.36
equipamentos multimídia................................................... 3.17 seta .............................................................................. 1.37
estepe ................................................................ 5.2, 5.6 → 5.8 instalação de rádio ............................................................ 5.23
extintor ............................................................................... 5.22 Isofix ...................................................1.20 – 1.21, 1.26 – 1.27

F L
falhas de funcionamento ...................................... 5.25 → 5.27 lâmpadas
faróis ........................................................................... 1.38, 5.9 substituição ......................................................... 5.9 – 5.10
adicionais ..................................................................... 5.10 lavador de parabrisa ................................. 1.40, 4.5 → 4.7, 4.6
faróis traseiros lavagem .................................................................. 4.10 – 4.11
luzes da placa ................................................... 5.11 – 5.12 levantador de vidros ............................................................ 3.8
substituição das lâmpadas................................ 5.11 – 5.12 limpador de parabrisa ........................................................ 1.40
faróis: limpador de parabrisa/lavador de parabrisa
de neblina .................................................................... 5.10 substituição das palhetas............................................. 5.20
fechamento das portas ........................................................ 1.7 limpeza:
filtro ........................................................................... 4.5 → 4.7 interior do veículo.............................................. 4.12 – 4.13
fluido de arrefecimento do motor ......................................... 4.6 luz de teto ............................................................................ 3.9
fluido de freio ....................................................................... 4.5 luzes:
freio de mão......................................................................... 2.9 cruzamento ........................................................... 1.38, 5.9
furo ...................................................................................... 5.2 de seta .................................................................. 1.37, 5.9
fusíveis ................................................................. 5.15 → 5.17
M
G macaco ................................................................................ 5.3
guarnições ........................................................................... 5.3

7.2
ÍNDICE ALFABÉTICO (3/4)
manutenção: pré-equipamento rádio ...................................................... 5.23
carroceria .......................................................... 4.10 – 4.11 pressão dos pneus ....................................................... 4.9, 5.7
guarnições interiores......................................... 4.12 – 4.13 proteção anticorrosão ........................................................ 4.10
mecânica............................................................. 4.5 → 4.7
massas ................................................................................ 6.5 Q
meio ambiente ..................................................................... 2.8 qualidade de óleo de motor ........................................ 4.3 – 4.4
mensagens no painel ........................................... 1.34 → 1.36 quebra-sol............................................................................ 3.9
motor
características ................................................................ 6.3 R
rádio................................................................................... 3.17
N pré-equipamento .......................................................... 5.23
navegação ......................................................................... 3.17 reboque ............................................................................... 6.5
níveis ........................................................................ 4.5 → 4.7 conserto ....................................................................... 5.21
nível de combustível .......................................................... 1.30 engate .......................................................................... 3.16
regulagem do posto do motorista ......................... 1.10 → 1.12
O regulagem dos bancos dianteiros........................................ 1.9
óleo do motor.............................................................. 4.3 – 4.4 regulagem dos faróis ......................................................... 1.38
regulagens ......................................................................... 3.10
P reservatório
painel .................................................................... 1.30 → 1.36 fluido de arrefecimento .................................................. 4.6
painel de bordo ....................................................... 1.28 – 1.29 fluido de freio ................................................................. 4.5
palheta do limpador de para-brisa ..................................... 5.20 lavadores de parabrisa .................................................. 4.6
particularidades dos veículos a gasolina ............................. 2.4 retenção complementar aos cintos de segurança 1.13 → 1.17
partida......................................................................... 2.2 – 2.3 retenção de crianças .................1.18, 1.20 – 1.21, 1.24 – 1.25
partida do motor .................................................................. 2.3 retrovisores ........................................................................ 1.39
peças sobressalentes .......................................................... 6.6 rodagem .............................................................................. 2.2
pega-mão ............................................................................ 3.9
pintura S
manutenção ...................................................... 4.10 – 4.11 segurança de crianças ..... 1.4, 1.18, 1.20 → 1.23, 1.26 – 1.27
pisca ........................................................................... 1.37, 5.9 sinal de perigo ................................................................... 1.37
placas de identificação ........................................................ 6.2 sinalização/iluminação....................................................... 1.38
pneus ................................................................. 4.9, 5.6 → 5.8 sistema antipartida .............................................................. 1.8
porta-luvas ......................................................................... 3.10 sistema de antibloqueio de frenagem: ABS....................... 2.10
porta-malas............................................................. 3.13 – 3.14 sistema de navegação....................................................... 3.17
porta-objetos...................................................................... 3.10 sistema de retenção das crianças ................ 1.18, 1.20 – 1.21,
portas........................................................................ 1.5 → 1.7 1.24 – 1.25

7.3
ÍNDICE ALFABÉTICO (4/4)
substituição de lâmpadas ....................................... 5.9 → 5.12

T
tampa do tanque de combustível ...................................... 1.42
tanque de combustível ......................................... 1.42 → 1.44
telefone .............................................................................. 3.17
transporte de crianças ................................. 1.18, 1.20 → 1.23
transporte de objetos
no porta-malas ............................................................. 3.15
travamento automático das portas com o veículo em movi-
mento................................................................................... 1.6
travamento das portas ......................................... 1.4 – 1.5, 1.7
travamento elétrico das portas ............................................ 1.5
troca de roda ....................................................... 5.2, 5.4 – 5.5

V
ventilação
ar condicionado................................................... 3.4 → 3.7
vidros ................................................................................... 3.8
visor ................................................................................... 1.30

7.4
RENAULT S.A.S. SOCIÉTÉ PAR ACTIONS SIMPLIFIÉE AU CAPITAL DE 533 941 113 € / 13-15, QUAI LE GALLO
92100 BOULOGNE-BILLANCOURT R.C.S. NANTERRE 780 129 987 — SIRET 780 129 987 03591 / TÉL. : 0810 40 50 60
NU 1219-2 – 99 91 054 25R – 04/2017 – Edition brésilienne
à999105425Röîêä ML