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GUSS

dos 2
Montero Frederico João Pereira Zagalo

' r. I h m f
Luso-Española
d e E d icio n es
Título:

Português para Todos 2.

2a Edición 2002

© Hélder Júlio Ferreira Montero


Frederico João Pereira Zagalo
e Luso Española de Ediciones
Arco 11-21, 6o D • 37002 SALAMANCA» E-mail: lusoesp@iponet.es
Direitos de tradução, reprodução e adaptação reservados para todos os países.

Ilustração
Ana Fragua
Corel Mega Gallery

Capa
Composição gráfica: Hélder Júlio Ferreira Montero
Francisco Javier Torre Pérez

Fotografia
Frederico João Pereira Zagalo
Hélder Júlio Ferreira Montero

Fotocomposição e montagem
Hélder Júlio Ferreira Montero

Gravação e mistura
Luís Raimundo. Estúdios L. Ray-Elvas

Impressão:
Imprenta Kadmos
Salamanca

ISBN: 84-932394-1-0
Depósito Legal: S. 528-2002
Tábua
de
m a térias

Á reas g ram aticais e estru tu r Con leúdos com unica li ve

A Pretérito imperfeito do verbo ter


(Revisão).
A Pretérito perfeito simples (revisão).
A Formação do pretérito mais-que-per- Expressar pena.
feito composto. Pedir e dar informações sobre actos
0 Interesses e tempo A Formação do participio passado (ver­ mentais.
livre. bos regulares). Exprimir esperança.
0 Cinema. A Participio passado dos verbos irregu­ Pedir sugestões de acção para si
ÒJD
'«d 0 Televisão. lares. mesmo.
P-i
0 Manoel de Oliveira. A Formação do pretérito mais-que-per- Referir acções pretéritas anteriores
feito simples. a outras também passadas.
A Pretéritos mais-que-perfeitos simples Evocar tempos passados.
de alguns verbos irregulares.
A Pretérito mais-que-perfeito simples
em textos literários (narração).

I:, '

1 Pedir informação sobre preparação.


1 Exprimir preparação e não prepa­
ração.
A Futuro do verbo ter (revisão). 1 Pedir informação sobre decisão.
£N A Futuros irregulares (verbos dizer, 1 Exprimir decisão.
fazer, trazer). 1 Pedir e expressar opinião.
0 Alcácer do Sal. A Formação do futuro perfeito. Mostrar concordância.
bJD 0 Ambientalismo e A A colocação dos pronomes átonos em
'0 3 Expressar dúvida, incerteza e pro­
Ph
ecologia. relação ao futuro imperfeito (revisão) babilidade.
e ao futuro perfeito. Falar de acções futuras em relação a
A Emprego e valores afectivos do futu­ outras acções também futuras.
ro imperfeito e do futuro perfeito. Tomar partido por alguma situação,
ideia, opinião, etc.
Deduzir acontecimentos futuros.

A Condicional presente (verbos regula­


0 Setúbal. res). Expressar desejo.
0 Serra da Arrábida. A Valores e usos do condicional presen­ Fazer propostas para agir em con­
0 Sebastião da Gama. te. junto.
O 0 Nomes de peixes. A Condicionais irregulares (verbos Dar sugestões de acção colectiva.
0 Materiais. dizer, fazer, trazer). Formular hipóteses de irrealidade.
LO
CN 0 Características dos A Pretérito imperfeito do indicativo Localizar de forma relativa no
materiais. dos verbos regulares e verbos ser, pôr, espaço.
bJD
'0 3 0 Ferramentas. ter, vir (revisão). Criticar, censurar.
Ph
0 Finalidade das A Condicional composto. Expressar dúvida.
ferramentas. A Substituição dos tempos condicionais Pedir concordância.
0 Velharias. por pretérito imperfeito do indicati­ Expressar concordância e discor­
0 Meio abiente, reci­ vo. dância.
clagem. A Colocação dos pronomes átonos em
relação ao condicional.
M i

A Verbo ser (auxiliar da passiva).


A Formação da frase passiva.
A Concordância do participio com o • Pôr em destaque o objecto de uma
sujeito na frase passiva. acção.
0 Lisboa I. A Participios irregulares (revisão). • Pedir e dar informações sobre um
c 0 Feira do Livro. A Verbos abundantes. facto.
LiJ
03 0 Calouste Gulben- A Agente da passiva regido das prepo­ • Anunciar um facto.
5 4 kian. sições por e de. • Pedir e dar informações sobre capa­
c6
ÒJD
0 Fundação C.G. A Significação da frase activa e da frase cidades.
'0 3
Ph 0 Efemérides. passiva. • Exprimir menosprezo.
0 Nomes de animais. A Equivalencias das formas verbais • Falar de acontecimentos pretéritos.
(frase activa vs. frase passiva) do • Aproximar do presente factos acon-
indicativo e do conjuntivo. tecidos no passado.
A Haver + expressões de tempo • Indicar o tempo decorrido desde í

(revisão). que aconteceu uma acção.


A Ortografia (b / v).

A Modo indicativo (revisão).


0 Lisboa II. A Formação da frase passiva: omissão
D
MD 0 Metropolitano. do complemento agente. • Pedir e dar explicações.
03
0 Marquês de Pombal. A Concordância dos verbos transitivos • Dar explicações em sequência.
CD
LO 0 Fazer um resumo. e intransitivos na frase passiva. • Pedir e dar justificações.
CA c
bJD Í> 0 Anúncios breves. A Partícula apassivante (se). • Salientar o estado resultante de um
u
P -1 0 Como se faz um A Participios irregulares (revisão). processo.
prato culinário. A A frase passiva com os auxiliares
0 Serviços públicos. estar e ficar.
A Imperativo (revisão).
1
* -

A Formação do pretérito perfeito com­


posto do conjuntivo.
A Uso impessoal do verbo haver + o • Falar de acções pretéritas suposta­
0 Lisboa III. relativo quem. mente concluídas, em relação ao
cry 0 Castelo de S. Jorge. A Presente e pretérito perfeito do con­ presente.
cC 0 Parque das Nações. juntivo introduzidos por verbos ou • Falar de acções futuras em relação a
tN
VsD 0 Expo 98. expressões de desejo, ordem, senti­ outras acções futuras.
0 Corpo humano mento, etc., no presente do indicati­ • Pedir e dar/recusar autorização.
òo 6
'0 3
CL,
Q
(Revisão). vo. • Pedir e dar/recusar dispensa.
0 Peças de vestuário A Poder / Dever + infinitivo (verbos auxi­ • Pedir ordens e instruções.
(revisão). liares de modalidade). • Proibir.
A Tempos do indicativo (revisão). • Considerar um facto como possível
A Imperativo expresso pelo presente do ou impossível.
conjuntivo (revisão). • Descrever uma pessoa.
A Sons palatais (revisão).
S * %
:
l í

L S *

A Formação do pretérito imperfeito do


conjuntivo (verbos regulares). • Expressar desejo e esperança.
A Pretérito imperfeito do conjuntivo • Exclamar.
0 Lisboa IV. dos verbos irregulares. • Expressar dúvida.
0 Bairro Alto. A Imperfeito do conjuntivo em frases • Expressar possibilidade, certeza,
a 0 O fado. exclamativas. preferência, exigência, etc.
_
t— 7 0 A guitarra/a viola. A Imperfeito do conjuntivo em orações • Referir situações irreais ou hipotéti­
oc
0 Linguagem e comparativas. cas.
bJD
'0 3 machismo. A Formação do pretérito mais-que-per- • Referir acções passadas, presentes e

feito do conjuntivo. futuras com imperfeito do conjunti­


A Presente do conjuntivo (revisão). vo.
A Ortografia do som linguodental frica­ • Mostrar-se optimista ou pessimista.
tivo sonoro oral [z] (revisão).
A Formação do futuro imperfeito do
conjuntivo, verbos regulares e irregu­
lares. • Pedir aprovação.
A Futuro do conjuntivo em orações • Pedir concordância. j
relativas (com e sem antecedentes • Aprovar.
expressos). • Concordar.
v© A Orações relativas explicativas e res­ • Elogiar.
o
T—
H 0 Lisboa V. tritivas. • Criticar.
0 A Baixa. A Formação do futuro perfeito do con­ • Objectar.
& 8
C/3 0 Alfama. juntivo. • Expressar acções eventuais no futu­
biD 0 Férias. A Orações concessivas com repetição ro.
'tfl
P- do verbo. • Referir acções futuras dependentes
A Fenómenos de alteração do pronome de um facto futuro já terminado.
átono de complemento directo e • Exprimir ideias acessórias.
regras de colocação (revisão). • Restringir/precisar a significação
A Ortografia: som palatal fricativo de um antecedente.
sonoro oral [^] (revisão).
A Numerais (datas-revisão).
ggtm*, jp m » s n s iM E H n n n jim r a iiw —MS

A Passagem do discurso directo para o • Objectar.


discurso indirecto: transformações. • Pedir críticas e criticar.
A Tempos verbais e modos. • Agradecer.
<N 0 Lisboa VI. A Pronomes pessoais. • Apresentar e fornecer dados pessoais.
CN
03 0 Fernando Pessoa. A Pronomes possessivos. • Estimular.
ir% 0 Cidades/Regiões A Pronomes demonstrativos. • Convidar alguém.
3T—1 9^
çfl portuguesas. A Pronomes reflexos. • Dar ordens.
W D 0 Dinheiro e pou­ A Advérbios de lugar e tempo. • Perguntar a localização no espaço.
'03
rH panças. A Principais verbos introdutórios do • Situar no espaço em relação a
discurso indirecto. outros (objectos e pessoas).
A Locuções prepositivas. • Reproduzir mensagens (orais/escri­
tas) em discurso indirecto.

A Formação do infinitivo pessoal sim­


ples.
A Usos do infinitivo impessoal vs. usos
do infinitivo pessoal.
A Expressões impessoais + infinitivo • Pedir e dar licença.
t; 0 Lisboa VII. pessoal. • Recusar a dispensa.
a 0 Os cacilheiros. A Preposições + infinitivo pessoal. • Algumas caracterizações para luga­
r--1
03 0 As docas. A Sequências de palavras e locuções res.
CO
2 10
0 Belém. prepositivas + infinitivo pessoal. • Desculpar-se.
Cfi
hfí 0 Os portugueses e a A Substituição do infinitivo pessoal por • Expressar desilusão, decepção.
'03 solidariedade. conjuntivo. • Aconselhar.
Cl,
0 Trabalho infantil. A Uso do infinitivo pessoal em orações • Expressar desejo.
completivas com sujeitos diferentes e
substituição por tempos de conjunti­
vo: Modificação da conj. integrante
QUE > PARA.
A Perífrases regidas por preposição.
I. ✓ O -

• Pedir e dar opinião.


0 Lisboa VIII. • Criticar; desaprovar.
0 Belém. A Formação do infinitivo pessoal com­ • Expressar discordância.
\D
0 Os Jerónimos. posto. • Expressar concordância.
2!
0 Padrão dos Desco­ A Infinitivo pessoal simples (revisão). • Mostrar desinteresse.
03 ^
LO brimentos. A Substituição do infinitivo pessoal por • Mostrar indiferença.
cn
T“H 0 Os Descobrimentos conjuntivo e vice-versa. • Expressar suposição.
t/í Portugueses. A Ortografia: representação ortográfica • Fazer consultas.
60
'03
P-< 0 Os Malefícios do do som linguodental fricativo surdo • Responder a consultas.
tabaco. oral [s]. • Pedir/dar conselhos.
• Apresentar uma acção como termi­
nada em relação a outra.
A Conjunções copulativas: valores e • Expressar oposição.

jp - -------------- Págs. 147 a 1 5 8 ---------------


0 Lisboa IX. usos. • Expressar preferência.
0 Campo Pequeno. A Nem, conjunção copulativa, alternati­ • Expressar distância.
0 A Tourada à portu­ va e advérbio. • Localização no espaço (revisão).
guesa. A Conjunções adversativas: valores e • Expressar deslocação no espaço:
M
M 0 A pega e os forca­ usos. • Movimento.
dos. A Posição das conjunções coordenati­ • Destino.
0 Meios de transpor­ vas na frase. • Direcção.
te (revisão). A Preposições e meios de transporte • Origem.
0 As horas (revisão). (revisão). • Passagem.
0 Viagens e férias. A As preposições e a expressão da des­ • Movimento com uma pessoa
0 Televisão. locação no espaço. ou com um objecto.
A Numerais (revisão). • Velocidade.
• Ausência de movimento. I
1
.

0 Sintra. A Conjunções disjuntivas: valores e • Expressar relações lógicas de alter­


0 Palácio da Pena. usos. nância no pretérito e no futuro.
T—1 0 Cascais. A Presente/imperfeito do conjuntivo • Pedir informação sobre desejo de
a 0 Nomes de legumes em orações disjuntivas: usos. acção.
85
H
13 e plantas herbáce­ A Diminutivos/aumentativos, princi­ • Expressar concordância.

cô as. pais sufixos: valores e usos. • Ameaçar.


bO
'fl5 0 Pronto-a-comer: A Nem: principais valores adverbiais. • Precisar algum tipo de informação.
Ph
nomes de alimen­ A Valores afectivos das conjunções dis­ • Pedir informações.

tos e bebidas. juntivas. • Dar informações.

mg—,................ ............. ......... —........ .............. m, - « M H


1 "■ - itP
A Conjunções explicativas, valores e • Concluir.
usos. • Mostrar recepção face a face ou ao
A Conjunções conclusivas, valores e telefone.
usos. • Expressar concordância.

VD A Bordões: usos incorrectos das con­ • Afirmar.


00
í—H 0 Mafra. junções conclusivas. • Negar ironicamente.
05
0 O Sobreiro. A Preposições (revisão). • Certificar-se da compreensão do
K 14
T—1 0 Feira da Ladra. A A conjunção "pois", valores adver­ interlocutor.
c/i
biais. • Reagir a certificação de compre­
bO
'05
Ph A Verbos de movimento e acções: des­ ensão.
locações, movimentos, a mão e os • Expressar movimentos e acções.

objectos.
A Ortografia: acentuação gráfica, regras
e casos especiais.
-' ■ff
!
|

• Desculpar-se.
• Expressar marcação de encontro.
• Expressar agrado.
0 Lisboa X. • Expressar afirmação.
0 Férias de Natal. A Haver de + infinitivo (revisão). • Expressar desejo.
Págs. 187 a 198

0 O Natal: costumes A Imperativo (revisão). • Felicitar.


UI

e tradições. A Modo indicativo (revisão). • Aconselhar.


0 O presépio. A Preposições (revisão). • Expressar esperança.
0 Nomes de frutos. • Exortar a fazer alguma coisa.
• Avisar.
• Expressar alívio.
• Expressar admiração, satisfação,
contentamento, alegria...

A pêndices:............................................................................................... 199
Apêndice verbal:.................................................................................... 200
Exercícios de consolidação:................................................................ 212
Soluções dos exercícios e actividades:............................................. 221
Soluções dos exercícios de consolidação:........................................ 227
N ota in tro d u cto ria

P ortu gu és para Todos es un método de enseñanza del portugués como lengua extranjera, dirigido a un público
heterogéneo, fundamentalmente hispanohablante. Su meta es la adquisición de una competencia lingüística y comuni­
cativa, oral y escrita, que permita la justa y fluida expresión en situaciones reales. El completo análisis, estudio y prác­
tica de las estructuras gramaticales posibilitan su utilización tanto en el aprendizaje autodirigido como en el aula de por­
tugués. La progresión de contenidos ha sido concebida en función de las dificultades inherentes al estudio del portugués
(fundamentalmente) para hablantes de español, no desarrollando, por obvias, las partes de léxico, sintaxis, etc., comu­
nes a ambas lenguas.

El presente método ha sido diseñado en función de las necesidades de comunicación, pero intentando, al mismo
tiempo, conciliar comunicación y dificultades de estructuras gramaticales.

La lengua escogida para los diálogos, los documentos auténticos y el aprendizaje activo es el portugués normati­
vo hablado / escrito que hablan las personas cultivadas, sin por ello tener en cuenta factores de edad, origen geográfico,
clase social, etc.

Q
Portugués para Todos, concebido como un viaje por la geografía y la realidad portuguesas, se presenta en cua­
tro volúmenes, que, de menor a mayor complejidad, se estructuran del siguiente modo:

Volumen 1. Comprende la morfología y sintaxis básicas, así como las situaciones comunicativas imprescindibles
para la adquisición de un "nivel umbral", tal como lo define el Consejo de Europa. Su marco geográfico de referencia
es el Alentejo, por ser este el ámbito de trabajo y convivencia de los autores.

Volumen 2. Contempla el aprendizaje y práctica de estructuras más avanzadas. En él se completa la morfología ver­
bal y se desarrolla la coordinación, proporcionando al alumno las situaciones comunicativas necesarias para al final del
mismo haber adquirido una competencia limitada. El marco geográfico en que se sitúa es la región centro, fundamen­
talmente Lisboa.

Volumen 3. Presenta las estructuras más complejas de la lengua portuguesa. Se pretende que el alumno domine
totalmente la subordinación en una continua reutilización de las habilidades comunicativas aprendidas en los niveles
anteriores, alcanzando al final del mismo una competencia amplia. Este volumen y el siguiente se sitúan preferente­
mente en el centro y norte de Portugal.

Volumen 4. Pretende proporcionar al alumno todos los matices de la lengua oral y escrita, introduciéndolo, al
mismo tiempo, al estudio y dominio de algunos lenguajes específicos (portugués comercial, negocios, banca, ciencias
jurídicas, etc.) en un marco de temas de actualidad.

Cada volumen comprende 15 unidades que constan de los siguientes apartados: página de inicio: resumen de con­
tenidos comunicativos, áreas estructurales y vocabulario; diálogos dramatizados que introducen los elementos nuevos de
cada unidad; cuadros morfológico y lo sintácticos: con la explicación de los elementos nuevos introducidos en el diálogo;
ejercicios y lo actividades escritas/orales basados en las situaciones comunicativas y en las estructuras aprendidas; ayudas:
cuadros informativos con la teoría elemental para una mejor comprensión de los cuadros morfológicos y /o sintácticos;
un sumario: con la clasificación del léxico, de los objetivos estructurales y de las situaciones comunicativas (con ejem­
plos). A partir del segundo volumen aparecen textos adaptados que inciden en la cultura y civilización portuguesas,
conforme el tema de cada unidad.

Cierra cada volumen un APENDICE que incluye: una batería de ejercicios para la evaluación de los conocimien­
tos adquiridos en cada unidad (consolidação ); un amplio vocabulario (apéndice lexical, que sólo aparece unificado en el
primer volumen, ya que en los restantes el léxico nuevo se ha incluido, también traducido, en cada página, proporcio­
nando las primeras acepciones de cada término y los falsos amigos, además de las diferencias de género; las soluciones
de los ejercicios de cada unidad y los de la consolidação , facilitando, de este modo, la autoevaluación.

El soporte gráfico va acompañado de dos CDs por volumen, con la grabación de los diálogos, los textos de mayor
importancia y los ejercicios de comprensión oral.

Está previsto que otros materiales vengan a complementar el método: ejercicios en soporte audio, cuadernos de
ejercicios y de textos en soporte gráfico, CD-Roms interactivos, etc. Para los objetivos perseguidos, son imprescindibles
los cuatro volúmenes en soporte gráfico, aunque los materiales complementarios, podrán ser utilizados en su totalidad,
o ser combinados según el gusto de los usuarios y profesores.

A B R EV IA TU R A S:

X /E 4 = unidad (10), ejercicio (4)


(o) = masculino (m.) ; masculino
(a) = femenino (f.) : femenino
(m /f) = masculino y femenino
(Pl-) = plural
(adv.) = adverbio
(art.) = artículo
(conj.) = conjunción
(interj.) = interjección
(pop.) = popular
(prep.) = preposición
(v.i.) - verbo irregular

El presente método propone numerosos ejercicios y /o actividades acompañados de los siguientes

símbolos:
C om prensión: Deberá escuchar el CD y leer al menos una vez en voz alta. Siga las
instrucciones de los ejercicios; a veces deberá responder por escrito u oral­
mente.
E xp resión escrita: deberá responder por escrito: textos incompletos, para rellenar
huecos, ejercicios de transformación para entrenamiento de las estructuras
gramaticales, ejercicios de concordancias, así como actividades, algunas guia­
das y otras completamente libres.
E xp resión oral: deberá responder oralmente: Diálogos, documentos auténticos y
actividades guiadas.

Preste especial atención.

Deberá leer al menos una vez el texto antes de realizar los ejercicios.

Deberá consultar las unidades indicadas.

Deberá leer atentamente y consultar, si fuera necesario, los capítulos indicados.

Tenga en cuenta que muchos de los ejercicios le permitirán trabajar con elementos
que ya ha aprendido y practicado por separado.
Agradecimentos
O presente m anual procura ser um instrumento de apoio ao
ensino da língua portuguesa e resulta da necessidade sentida
pelos autores de conceber um método prático e funcional p ara
quem estuda, m as sim ultaneam ente acessível, a quem pretenda
ser autodidacta, destinando-se, por isso, a Todos.
A concretização deste projecto só foi possível graças à dispo­
nibilidade e apoio de alguns colaboradores, a quem exprimimos o
nosso m ais profundo agradecim ento.
À Filipa Andrade e Silva, à Rita Fernandes, à A n a, ao Pedro
e ao Luís Z ag alo , ao José Carlos Z a g alo , à C lara Z a g alo , à M ila­
gros G o n zález, à Sofia e à Júlia Ferreira, ao U'mbush Luango, à
M aria João e ao M anuel Perdigão por aceitarem o desafio e o
incômodo de serem as nossas personagens;
A Ana Fragua, pelos desenhos que am avelm ente fez expres­
sam ente p ara o livro;
Ao Luís Raimundo pelo grande empenho que pôs nas g ra ­
vações e pelo trabalho em estúdio;
Ao Eduardo Martins pela prontidão e profissionalism o na
revelação das fotografias;
À M aria Antonia Pires por nos ter gentilmente cedido muitos
documentos autênticos;
E finalm ente, à Ângela Montero, ao Tó-Zé, à Beatriz, e ao
Jorge Ferreira, à Juani Lozano, ao M arcial Ferreira, à Isab el, à
Beatriz e à Blanca Fragua, ao Jaum e Planagum at, à A na Ma S án ­
chez, à Ana Beneitez, e à Pilar Moreno por nos terem facultado
muitas das fotografias que aparecem no presente volume.
«• a .

«fanunha V._____x
• Montãlegre» i hrtvrt. B
* Ponte da Bari a *
Viana doa Castelo /
BcT ,, hoe , T ra s-o ^
Corvo A çores
Póvoa Guimarães» % '* l U 0, <1 A
Skm de Vanim * D °U ’ ° ~ * e A ltf ¡
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Naaaré« • * de Rodâh \
A l c o b a T o m a r vb¡ames S~\
* * ...... «CáW ao , V ESPANHA
Peniche 1 M anad»!

Torres Vedras

Sintra «í Lisboa
Cascais», | Monti
Amadora .Barreiro

Setúbal# Alcácer
a <k< Sal
Sesimbra
Akajovas »P«rtel

Porto Santo Grândok»* , Ferreira Moura


d*> Alenteio v
M a deira

Qdemtra. f Mertola
S. Teotónio • JGicoutirn
V V Almodôvar
Ilhas Desertas
Funchal Aljezur

itomo
TQkm

A s s e m lile i:
Artigo 2.'“ (Estado de direitc em ocratico)
A República Portuguesa é um Estado de direito democrático, baseado na soberania popular, no pluralismo de expressão e
organização política democráticas, no respeito e na garantia de efectivação dos direitos e liberdades fundamentais e na separação
e interdependência de poderes, visando a realização da democracia económica, social e cultural e o aprofundamento da demo­
cracia participativa.
Artigo 5.°
1. Portugal abrange o território historicamente definido no continente europeu e os arquipãagos dos Açores e da Madeira;
2. A lei define a extensão e o limite das águas territoriais, a zona económica exclusiva e os direitos de Portugal aos fundos mari­
nhos contíguos; 3. O Estado não aliena qualquer parte do território português ou dos direitos de soberania que sobre ele exer­
ce, sem prejuízo da rectificação de fronteiras.

zero
Unida d é 1
No fim da unidade saberá

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4 e **oS L e

A p rend eu no
volum e 1, u nidade 6
o pretérito im per­
feito do indicatico do
verbo TER;

estágio (m.)
Eu tinha
gabinete (m.)
Tu tinhas
V océ,ele/a tinha chefiar
N ós tínham os
Vós tínheis
Vocês, e/es/as tinham

petisco (m.)

2 dois (d u as)
g 0

Lola em Eivas

Antes de ir para o Algarve, a Lola veio a Eivas visitar os amigos. Partira para Lisboa há dois meses e
não tinha voltado a Eivas. Foi um reencontro muito emocionante em que reviveram as férias anterio­
res passadas em Eivas.

Lembras-te quando chegaste, Lola? Eu tinha saído e foi a minha irmã que te recebeu. O Pedro tinha
ido à piscina e acabámos por tomar um banho óptimo. Estava muito quente nesse dia...
E eu tinha feito uma viagem muito cansativa; adorei refrescar-me na piscina e comer um gelado na
esplanada. O Pedro é que não saiu da água.
É sempre assim. Agora temos ido à piscina coberta, ao fim da tarde, dia sim dia não e ele faz o mesmo
que faz no Verão. Só sai da água quando vimos embora.

cansativo
esplanada (f.)

S i¿ e to fcra j-te
qoando c h e y a f
+ e? £ o tin fia
ra íd o ... 0 P ed ro
d in h a ido a pisei- A f e o tinfca \
fe i t o o toa
V ía je to toüíto
V e a n ra tiv a \ S S Í á reparou^
no s o e o
¿ o ís e a ¿o(a
d izet" oto ao
\ o o tro ? V

■m Las form as verb ales utilizadas


FO R M A Ç A O DO por Luís y por Lola son de Pretérito plus­
P retérito m ais-q u e-p erfeito com posto cuamperfecto compuesto. Refieren un
tiempo pasado (sa lir, ir a ¡a piscina)
anterior a otro tam bién pasado (la lle­
g ad a de Lola a Elvas).
Verbo
-&■ El texto contiene form as sim ples
(partira) y form as compuestas (tinha
voitado, tinha sa íd o , tinha id o , tinha
feito) por tratarse de escritura. No obs­
tinhas
tante, la form a sim ple se usa casi exclu­
(v o cê) - am ado sivam ente en la escritura, y la forma
compuesta en la lengua h a b lad a y en la
(ele/a ) m etido escritura. Existe una tendencia en la
escritura a utilizar la form a sim ple p ara
(n ós) tínham os pa rtid o las intervenciones del n arrad o r y la
form a compuesta p a ra los diálogos,
[vós] (vocês) tínheis aunque el uso de la forma sim ple, al
contrario de lo que sucedía en siglos
(eles/a s) tinham
anteriores, es cada vez menor.

três
C o m p l e t e c o m os v e r b o s n o p r e t é r i t o p e r f e i t o s i m p l e s ou n o p r e t é r i t o

I H H H B A Infinitivo 7 " . "' B _ , :)■'•-' -T

Ex.: O ano passado viajei até ao Porto. Nunca estar Ex.:Hoje estive em casa do Paulo. Estwemos a falar
lá tinha estado antes. da viagem ao Porto.

1. A Ana não pôde vir comigo ao cinema por­ fazer 1. Eu e o Paulo I * ..........................algumas tarefas
que não f* ........................ as tarefas todas. e depois lanchámos.
2. Procurei os óculos por toda a parte. Já não me pôr 2. Ao chegar a casa tirei os óculos e f*
lembrava de que os s*‘ .......................... sobre a -los sobre a mesa.
mesa.
3. Alguns papéis que estavam na mesa voaram ab rir 3. Como cheirava mal,.a mãe J* .........................a
para a rua porque a minha mãe f* janela da cozinha.
........................ a janela.
4. O Luís não foi ao cinema connosco porque f* 4. Ontem o Luís I* ...................... do treino às
........................ do treino demasiado tarde. sete e meia.
5. Eles foram ao teatro porque já E'a ver 5. Eles P .......................... esse filme na semana
........................ esse filme na semana passada. passada.
6 . O céu f * ..........................de nuvens e ameaçava co b rir-se 6 . Como estava frio o velho í3* ..................... -se
chuva. com a manta.
7. Eles já P * ..........................isso ao António, mas dizer 7. Hoje na escola alguns garotos f*
ele não acreditou. ..........................mal de nós.
8 . Não pude enviar cumprimentos à Lola por­ escrever 8 . Já r*4 a carta à Lola, Luís? Quero
que o Luís já I * ..........................a carta e fecha­ enviar-lhe beijinhos.
do o envelope.

P articip io passado
V erb o s regu lares
A m ar M eter P artir
-ar > -ado -er > -ido -ir > -ido

abrir aberto
cobrir coberto
descobrir descoberto Complete com os verbos no p.p.s. ou no preté­
rito m ais-que-perfeito composto.
descrever descrito
dizer dito
escrever escrito Ex.:Nós ontem não fomos (ir) ao teatro porque o Luís e o Pedro já
fazer feito tinham visto (ver) a peça.
inscrever inscrito
por posto
satisfazer satisfeito 1 .1 * (PERDER) o lenço que a minha mãe me 1*
ver visto (OFERECER) o ano passado.
vir vindo
2. Quando os bombeiros I* .......................... (CHEGAR), o prédio já
1 * ............................ (ARDER)
3. A conferência já I* (COMEÇAR) quando eu I*
..........................(ENTRAR) na sala.
4. Quando o director í 8 (TELEFONAR) o meu pai já
I * ............................ (SAIR)
5. Eles ontem à noite não r* ..........................(JANTAR) porque esta­
dizer mal de ... ..........
msuirar vam enjoados. I* .......................... (COMER) duas dúzias de pas­
enjoado 3» empachado téis de nata.

q u a tr o
U n id a d e
Clara visita os pais

A Clara foi visitar os pais e ficou lá durante a tarde de Sábado. Falaram da saúde, dos filhos e do pas­
sado. Fazia anos, naquele dia, que a Clara saíra de casa dos pais para ir estudar para Lisboa.

Clara: Lembra-se que dia é hoje, mãe?


Mãe: Claro, lembrei-me logo de manhã. Estava um dia cinzento de Outono e o autocarro chegara atrasado.
O teu pai estava a trabalhar e não pôde acompanhar-nos. Tinhas uma enorme mala com livros e
roupa...
Clara: Naquela altura as coisas eram diferentes. Não tínhamos carro e utilizávamos os transportes públicos.
Eu tinha vivido aquelas férias com uma tremenda ansiedade. Tinha acabado o curso secundário em
Portalegre com uma bonita festa de finalistas, mas desejava que as férias passassem depressa para ir
para Lisboa e começar a estudar aquilo que verdadeiramente gostava.
Mãe: Lembras-te quanto tempo estiveste sem vir a casa? Por v ez es ^
Clara: Perfeitamente. 3 meses. Já tinha imensas saudades vossas... / ^n v^z*4o p^ttT r^to
Im p e r fe ito 4o
co n ju n tiv o , quer ew tex
çtor (r+erárToj, quer eto ira
Eu tinha saído Quando tu chegaste \ser exclamativas de uso
corrente.
* -----

P retérito m ais-q u e-p erfeito sim ples

Verbo amar m eter partir


Quem me ! + infinitivo
(= Quem me I) + infinitivo
amara metera partira "Q uem m e d era esta r n a p ra ia " .
"Q uem m e d esse esta r n a p ra ia " .
amaras meteras partiras Am bas a s estruturas equivalem à
(você) interjeição designativa de desejo,
oxalái + imperfeito do conj.:
(ele/a) amara metera partira "O xa iá estivesse n a p ra ia " .
Contudo ap en as a prim eira é uti­
(nós) amáramos metêramos partíramos lizad a.
r X I/ *
amáreis metêreis partíreis
amaram meteram partiram

w A p esar dei uso substitutorio referido, no con­


funda las form as dei pretérito pluscuam perfecto sim ple
con el imperfecto de subjuntivo, pues en portugués éste
sólo posee las form as a ca b a d a s en -a sse , -esse, -isse.
% Tanto la form a compuesta como la forma sim ­
ple deben traducirse al español por el pretérito plus­
cuamperfecto: (h a b ía am ado, h a b ía m etido, h a b ía p a r­
tido).

cin co
rara e x p rim ir e s p e r a n ç a
U S C também as estruturas:
Esperar + inf.:
Espero ganhar este jogo.
Esperar + que + conj.:
Espero que tudo corra bem em Faro,
Estar à espera de:
Estou à espera de ganhar este jogo.

aos poucos = poco a poco


amiúde — S i—
feitiço (m.) —necrazo iíb .)

agir ■ ■ ■ ■ I Naquela
altura eu tinha
acaparo o entino
recunda'rio e(« Por'
V talejre. /

Transform e os pretéritos m ais-que-perfeitos


sim ples do texto em compostos.

Ex.: Fora I* Tinha sido.

2. p* 11. f*
3. t* 12 . h
4. r* 13. F*
5. ¡V 14. F*
6. 15. f*
7. 16. f*
8. r* 17. pt
9. í* 18.
10. [Ni

seis
4

31
Complete o texto com os verbos no pretérito m ais-que-perfeito sim ples.

Naorfíkis o saberia. Se I * .........................(1. VIVER) de facto esse último dia dos órfãos ou se persistía ape-

Unidade
;s rías o tempo redondo, o movimento giratorio dos carrocéis, das roletas e dos relógios de pulso. F *.........................
(2. QUERER) talvez fugir desse e de todos os dias passados sem olhar uma única vez para trás. Se o fizesse, podia
acontecer-lhe que um qualquer dos órfãos continuasse a olhá-lo do fundo dum poço e a suplicar-lhe um socorro
impossível. E se não fosse um olhar de órfão, seria decerto o do náufrago que sempre í * .........................(3. HAVER)
dentro de si. Só que nem sempre o F“ ......................... (4. SER) no mar e nos rios, mas no tal vento maldito que o
vinha perseguindo. (...) A sua felicidade F“ .......................... (5. MOVER-SE) de baixo para cima, do passado para o
presente, da infância para a juventude, e desta para o centro duma cidade que tanto podia chamar-se Lisboa como
ter o nome de Marta.
f * .......................... (6 . COMPREENDER) também que a mulher f5* (7. CHEGAR) para ser exac­
ta e pronta no eixo da sua vida. Existia num espaço onde nunca F *.........................(8 . HAVER) outra qualquer for­
mosura, não obstante vinda do impossível, ela F * ......................... (9..TRANSFORMAR-SE) numa presença talvez
anterior à realidade.
(... )
Para chegar à sua vida, Marta I* ........................ (10. ATRAVESSAR) a sombra das paisagens frias. F*
........................ (11. VENCER) a resistência desses véus de penumbra e F* .......................... (12. VIR) resplandecer
como o lume que aquece a casa e ilumina de perfil o rosto do homem.
João de Melo: Gente Feliz com Lágrimas.
Publicações Dom Quixote, 1989, pp. 302-303 (Adaptação).

e ix o (m .)

véu (m.)

Aprendeu a ped ir inform ações sobre actos m en­


tais com o verbo lembrar-se:
Lembras-te quando chegaste?
Pode usar também as seguintes estruturas:
^ Pensar: Pensaste no que te disse ontem?
Esquecer-se: Esqueceste-te do CD?
^ Ver: Vês
^ Compreender: Compreendes V como se faz isto?
ríb Perceber: Percebes

Use as mesmas estruturas na I a pessoa gramatical


para dar as informações solicitadas:
('Z Lembro-me de tudo.
t f É verdade. Esqueci-me do CD.
t f Não compreendo 1
Vessfls instruções,
t f Não percebo J
t f Não vejo como é que vais fazer isso.

s e te
U nidade

í V°lte à
[casa de
eca a uma pes­ Partida Hgatrês tareias
Diga domésticas no
soa para repe
tir alguma móveis nreterito P®
s parceiros
s s jr feito composto
coisa
1

madeçauma três utensi- bí orneie tr< Aponte tres


da casa de peças de v Juras quem
informaçao consuma
banho r tuario

Conte

Compare a u »
Soletre a bebidas, expn

Conjugue o
,ondaàper- verbo V IU u
uma cerve-
nta sobre as aobalcao
horas presente do
indicativo

licença
a entrar pretérito per
Peito simples

Indique os ur­
ra três com- Leia o número da semana
■timentos d.
556 pela ordem
sua casa inversa

o ito
1
Forme o

U nidade
S no
6?8SS*
futuro
amigo
r ativo c

raonom e a<
a três frutas
?rês animais
de verão domésticos

u e to m a Nomeie trei
ido lhe dor feriados ob
cabeça? gatórios

três conse­ tres cois«~ Convide uns


lhos para p o d e com ­ nome <
5 flores
amigos para
melhorar a p rar no jantar
saúde C o rreio

C o n ju g u e o
peça autori­ sen te do 1
zação para s íuntivo
v erbo FA

C o n ju gu e o
esp osta n eg ab verbo CAN
peça va à pergunta T A R u op ret'
desculpa n top erfetc
Posso..
composto

a o imperad'
, de 3 verbos
itilizados na
,rímente
.guém ,
Nomeie tres
bebidas nac
Che
’chegad o alcoólicas
culinaria

n ove
1 0 g o\

O fim-de-semana da Maria

Maria sai da escola na Sexta-feira à tarde e sente um grande


g alívio por se aproximar o fim-de-semana.

Maria: Sara, diz-me lá como é que havemos de passar o fim-de-semana? Tens alguma ideia de onde pode
mos ir no Domingo para nos divertirmos um pouco?
Sara: Este fim-de-semana não há nada cá em Eivas. Há um ciclo sobre as origens do cinema português,

1
mas eu não gosto nada de filmes antigos a branco e preto. E o tempo também não está muito
agradável.
Maria: Já viste a programação da televisão?
Sara: Já. Há dois filmes em canais diferentes à mesma hora. Mas eu já vi os dois.
Maria: E então qual é que me sugeres?
Sara: Gostei muito do que vai dar no primeiro canal. Foi um filme premiado com vários Óscares e relata o
reencontro de dois irmãos que se separaram em pequenos e só se reencontraram quando cada um
tinha perto de quarenta anos. E muito emocionante.
Maria: Aceito a tua sugestão e vou vê-lo de certeza.

Complete o exercício inserindo os verbos listados no 08.50 ABERTURA


pretérito m ais-que-perfeito sim ples.
§8.55 ENCONTRO
realizar vir nascer aterrorizar cometer 's , S ‘ too
dar instituir ver fundar § 8.00 s j . s . uaeíNCiÃS
empurrar assistir ser passar 88.45 WI JORNAL

1. O cinema I* ........................ -se bem nos anos da I Guerra Mundial: a sala 10.00 BLDC0 BE AFilfrfAÇAO
Olympia I * ........................."matinées" de arte com actores que dialogavam Rúhri\ Jos Bosques >r
com o público. S.Vífoa, õ Rei Uiào
A
2. A Invicta Film, produtora portuense, I4* .........................em 1910, mas o com­ ti/; Bráncâ ac k ê / e
plexo de estúdios, escritórios, laboratórios e demais construções só ficou
pronto em 1920.
12 30 FASCSNAÇÃ0
3. Em 1941 António Lopes Ribeiro f* ......................... as Produções com o ?$
mesmo nome, firma que estará na base de três dos maiores filmes portu­ 13.3C TVI JORNAL
gueses de sempre: O Pai Tirano, que ele mesmo f * ..........................nesse ano;
O Pátio das Cantigas, dirigido pelo irmão, Francisco Ribeiro, e Aniki-Bóbó, 14J 0 SESRAS AZUIS
estreia na longa-metragem e na ficção de Manoel de Oliveira em 1942. MULHER PERiSÜSA
4. Lino Ferreira, autor e empresário teatral, contou a Nascimento Fernandes
que, num espectáculo que f c ..........................em Paris f * ..........................a um BATATOSN
* '■ ta âc
filme de acção com grande agrado do público.
5. As coisas F * .........................-se do seguinte modo:
um actor f * .......................... à boca da cena anun­
ciar a interrupção do espectáculo porque a
Em busca 18 ao FUWEfi

actriz l * ........................ raptada.


6. N'Os Crimes de Diogo Alves narravam-se as terrí­
do par ideal 19.08 ASAS MSS PÉS

veis proezas de um assassino que, entre 1836 e f .¡.ti. procura par ideai que >0 10 ftOBSCGP
não é a homi m c o m quem «ai
1839, I* .........................Lisboa. O filme continha casar. Em criança, uma cigana 21.08 Ü8ÉST0 XXI
cenas filmadas no Aqueduto das Águas Livres. disse-lhe que o amor da sua
I CINEMA EM CASA:
Aí h *..........................Diogo Alves alguns dos seus vida era Damori B-randfey,.que |
sc encontra eir Italia. Um filmo “SB TU"
crimes, em especial o assassínio de uma criança
com Marisa fdo.-itei e Joaquim :
que r * ..........................para o abismo. 00 00 SESSA0 ESPECIAL.
de Almeida.
"UM HOMEM
SEM IMPORTANCIA"

02 00 SEGREDOS
SE VERÓNICA
& PONTO FINAL
02 40 F9R6 0E JOGO

02.55 LANTERNA MAGICA

03.30 PROFIIER
04.30 ENCONTRO

1 0 ^ dez
í
Os anos 50 foram os mais sombrios do cinema português. A geração
emprestado alguma popularidade e vitalidade ao cinema dos anos

Unidade
40 retirava-se discretamente. A falência dos produtores privados vinha
o envelhecimento ou o desaparecimento daquele conjunto de acto-
que conhecera o seu apogeu no teatro de revista que, durante vinte anos,
assegurado a ilusão de um modesto mas eficaz "star system" à portu-

A lei de "Protecção ao cinema nacional" tentou, em 1948, remediar a


industrial a que chegara o cinema nacional, mas tratava-se apenas
um processo de estatização.
Em meados da década de 50 o movimento cineclubista atingira o apo-
cumprindo uma dupla tarefa: orientar o gosto do público e difundir os

Em 1958 abre oficialmente a Cinemateca Nacional. Mas é a António da


Telles a quem o cinema português fica devendo grande parte do Cine-
Novo. Ele dirige em 1961-1962 o I o Curso de Cinema realizado entre nós.
cerca de duzentos alunos que frequentaram o curso saíra a maior parte
e alguns dos realizadores do Cinema Novo.
EDUARDO GEADA: A tentativa de um cinema de autores.
In Portugal Contemporâneo (Adaptação).

De acordo com o texto coloque no quadrado certo.

O texto diz: V F
1. que o cinema português tivera alguma popularidade nos anos
trinta.............................................................................................................. □□
2. que os actores que tinham conhecido o seu apogeu no teatro de
revista tinham envelhecido.....................................................................
3. que a lei de "Protecção ao cinema nacional" fora promulgada em
□□
1938................................................................................................................
4. que o Estado tentara estatizar as indústrias cinematográficas.
5. que na década de 50 o Estado orientara o gosto do público e
difundira os filmes estrangeiros em Portugal.................................. □□
6. que a Cinemateca Nacional fora inaugurada antes de mil nove­
centos e sessenta. ..................................................................................... □□
7. que o primeiro curso de cinema realizado em Portugal fora diri­
gido por António da Cunha Telles........................................................ □□
que desse curso tinham saído mais de duzentos técnicos e reali­
zadores do Cinema Novo Português................................................... □□

w ----
^ Que ^ ideia ^ é que me dás para o fim-de-semana?

^ O que
geração (f.) - generación (t.) *¿5 Como | é que j
falência (f.) Quando
apogeu (m.)
estatização (f.)
em meados
^ Por

Para }m
onde é que devo ir?

onze
U nidade

Manoel de Oliveira (n. 1908)

M anoel C ândido de O liveira nasceu no Porto em 1908. O pai, u m industrial apai-


xonad o pelo cinem a, costum ava levar M an oel a v er film es de C harlie
C hap lin a M ax Linder, in cutind o nele a sedução pela m agia das
im agens cinem atográficas e h u m or dos cóm icos. (R
E m 1928 com prou a prim eira câm ara e, com A n tôn io ,*
1

M endes, um am igo fotógrafo, dirigiu "D ou ro , Fain a F lu v ia l",


que foi um sucesso, qu er nacional quer internacional. D esde essa
altura não m ais parou de filmar.
M anoel de O liveira pertence ao grupo dos cineastas
que trabalh a m ais pelo am or à arte do que pelo recon h eci­
m ento popular. N o entanto, o m ais im portante festival
in tern acion al de cinem a, que tod os os anos reúne em Can-
nes a n ata dos prod utores, realizadores e actores acabou
de reconhecer a sua qu alid ade atribu ind o-lhe o Prém io do
Júri. Já em 1990 tinha recebido u m a h o m en ag em esp ecial
com o film e "N on ou a V ã G lória de M andar .

Falar de acções passadas anteriores — Como já tinha feito planos para ficar
a outras também passadas; em Lisboa tive de pensar um pouco.
Expressar pena; — Tenho pena de deixar o meu aparta­
Pedir e dar informações sobre actos mento.
mentais; — Lembras-te quando chegaste?
— Compreendes?
— Lembro-me de tudo.
— Não, não compreendo.
Exprimir esperança; — Quem me dera estar na praia.
— Oxalá estivesse na praia.
Pedir sugestões de acção para si — E então qual é que me sugeres?
mesmo;

12 K doze
2:
U n id a d e
A

No fim da unidade saberá

3 tutor® »r

e c o lo g ia .

tre z e ^
O reencontro ^ '
con+ac+ar
A Ana e a Lola não se encontravam há muito tempo. Quando a Lola foi para l afirutoar
Lisboa, a Ana regressou ao Porto, para continuar a estudar na Universidade. \ ^|v'<’relalv
Agora ficarão mais afastadas: uma no Norte e outra no Sul, em Faro. Durante
todo o fim-de-semana conversaram sobre as suas
í® actividades e os projectos que têm entre mãos.

Ana E já preparaste tudo?


Lola Já preparei o que tinha de preparar.
Ana Sabes exactamente que funções vais desempe­
nhar?
Lola: Pelo que o chefe me disse quando me convi
dou, irei abrir a delegação de Faro. Não é um trabalho fácil, mas é, de facto, aliciante. Já
sei o que vou fazer: recrutarei pessoal e contactarei empresas para equiparem todo o
espaço disponível. Para o próximo Verão podes ir lá passar uns dias comigo.
Ana: Fica combinado. Também tens férias nessa altura?
Lola: Penso que sim. Mas não há problema. A minha casa fica muito perto da praia e mesmo
depois do trabalho podemos dar um mergulho.

P ara pedir inform ação sobre -3 0


USE
frases interrogativas
com o seguinte vocabulário:
^ Querer: Queres ficar connosco?
Aprendeu no volum e 1,
*±5 Saber: Já sabes o que vais fazer? u nidade 8 a futuro im per­
^ Decidir: já decidiste o que vais fazer? feito do indicatico do
verbo TEi£:
^ Decisão: já tomaste alguma decisão?

P ara exprim ir decisão poderá u sar as m esm as terei


estruturas em frases declarativas: terás
; ; : Quero ficar mais um bocado. terá
teremos
! Já sei o que vou fazer: vou contactar...
tereis
\ / ]á me decidi: fico cá. terão
%/ Já tomei uma decisão: não vou.

bliit© Ise-Kií:fazem o futuro de


form a irreg u lar os verbos cujo
aliciante ...
= ..seductor, radical term ina em -a:
¡ZS.^atractivo
í:W ..
mergulho (m.) = zambullida (f.)
DIZER d irei, d irá s, d irá...
dar um mergulho = tomar un baño FA ER fa re i, fa rá s, fa rá ...
TRAZER trare i, tra rá s, tra rá ...

Complete com as form as ad eq u ad as do futuro


imperfeito.

1. Na primeira semana de Julho nós .........................(FAZER) todos os tes­


tes.
2. O que é que elas I * .........................(DIZER) quando se despedirem.
3. Amanhã eu f * .......................... (TRAZER) tudo o que me pediste.
4. Eles E *.......................... (FAZER) uma excursão à Serra da Arrábida.
5. Tu r * (DIZER) à tua mãe o que é que ela deve levar.
6. Vocês i* (TRAZER) os ingredientes e nós f* ........................
(FAZER) o almoço.

c a to r z e
?

chegarei

terei chegado

A colocação dos pronom es


átonos em re lação ao futuro
im perfeito ad m ite a p e n a s a
(interca­
lação) nos casos da regra geral:

a) A m anhã d e m anhã le v a re i o p re­


FO RM A Ç Ã O DO
sen te ao Paulo > A m anhã d e m anhã levá - F utu ro p erfeito
-lo -e l ao P au lo;
ou a (antepo-
sição):
b) Eu n ão le v a re i n a d a ao Paulo > Eu Verbo TER 4- P.P.
n ão lh e le v a re i nada.

Quanto ao futuro perfeito, coloque os (eu) terei A


pronomes átonos atendendo ao auxiliar
(ter) e nunca ao participio: (tu) terás
a) A m anhã à ta rde tere ! leva d o o p re ­ ( v o c ê ) ------ am ado
sen te ao Paulo > A m anhã ter-lh e -e l le v a ­
do o p resen te. (ele/a ) terá L m etido
b) A m anhã ò ta rde ¡á tere! leva d o o
p resen te ao Paulo. > A m anhã à ta rd e já (nós) teremos 1 partido
lh e tere! leva d o o p resen te.
[vós] (vocês) tereis
(Consulte o volum e I,
u nid a d es 10 e 11.) (eles/a s) terão J

q u in ze ^ 1 5
Complete com os verbos no futuro imperfeito do indica­
tivo. Substitua os complem entos sublinhados e coloque­
-os no devido lugar.

Ex.: Amanhã tu F* trarás o menino para aqui. (TRAZER)


Amanhã F* trá-lo-ás para aqui.

1. A Lola F* .......................... o trabalho no próximo ano. (TERMINAR)


¡V ................................................. ............................................................................
2. Os marinheiros F * .......................... o barco com o que é necessário. (APE­
TRECHAR)
F*.......................................................................................................
3. O Arquitecto Ferreira F * .......................... o projecto à construção de pon­
tes. (APLICAR)
r*.....................................................................................................
4. Nós F * ..........................a oportunidade graças aos teus conselhos. (APRO­
VEITAR)
r* ....................................................................................................
5. Os chefes F* .......................... as multidões antes da batalha. (ENCORA­
JAR)
F*.......................................................................................................
6. Os peritos F*........................... o quadro descoberto num armazém. (AVA­
LIAR)
f* .....................................................................................................
apetrechar >pertrechar, sumi-
n P -i.-a r a p .jic -j.i:

multidão (f.) Complete com os verbos no futuro perfeito do


avaliar = tasar indicativo.

Ex.: Não te preocupes, Ana. Daqui a um ano eu já I* terei regressado de Faro.


(REGRESSAR)

1. Em meados de Dezembro as férias de Natal já I* ..........................


(COMEÇAR)
2. Daqui a três meses F“ ........................ todoo pessoal necessário para a dele­
gação de Faro. (CONTACTAR)
3. O meu chefe já ...........................preparar a casa perto da praia. (MAN­
DAR)
4. Antes de eu acabar otrabalho em Faro tu e os teus irmãos P*
.........................visitar-me. (IR)
5. No fim do mês de Agosto tu F * .......................... o curso. (ACABAR)
6. O tempo passará depressa e em dois meses nós I * .......................... de
(ENCONTRAR-se)

^ Complete a pergunta com o futuro perfeito do indicati­


vo e responda substituindo os CD e Cl sublinhados.

Ex.: — Quando é que eles I* terão com prado esta casa? (COMPRAR)
— F* tê-la -ã o com prado há dois anos. (COMPRAR)

1. — Quem F * ..... . ................. isso ao Luís? (DIZER)


— r * ................... .... a irmã dele. (CONTAR)
2. — Quem i"*...... ................. semelhante trabalho? CFAZERl
— F * ............... .... um arquitecto afamado. (CONSTRUIR)
3. Quando é que eles F4 ........................ às compras? (IR)
— F * ................ .... durante a nossa ausência. (FAZER)
4. — Ao meio-dia o avião já F®........................ no Porto? (ATERRAR)
Com certeza, F * ........................ sem qualquer dificuldade. (FAZER)

2 & d e zasseis
i D i á l o

Visita ao Estuário do Sado

O Luís e o Pedro, sempre atentos às questões da defesa da natureza e do ambiente,


foram propositadamente com uns amigos a Alcacer do Sal ver como ali se pro­
tegiam as cegonhas e como se criavam condições para a nidificação.
Dali deram um salto a Setúbal para urna visita à Reserva Natu­
ral do Estuario do Sado, ao Porto de pesca Palafítico da
Carrasqueira, às salinas e aos flamingos.

Luís: Teremos visto tudo o que queríamos?


Pedro: Não sei se teremos visto tudo, mas o que vimos foi
excepcional. De todas as visitas que temos feito esta terá
sido, seguramente, a que mais me encantou.
Luís: Concordo. Só lamento que, depois de me aproximar tão cui­
dadosamente daquele flamingo para o fotografar, ele tenha
fugido.
Pedro: É verdade. Terás perdido a melhor fotografia da tua vida.
Paciência, rapaz!

propositadamente

Tam bém pode


usando alg u m as estruturas que ap rend eu no
volum e 1:
^ P resen te do in d ic. (indicando a certeza da reali­
zação de uma acção) normalmente acompanhada de
adverbios ou expressões que indiquem futuro:
Amanhã estudo a lição; Na sexta-feira começam as
aulas.
^ P resen te do in d ic. do v. IR + in fin itiv o
(indicando também certeza):
No N a ta l‘w m °s visitar os avós.
^ H aver de + in f in itiv o (indicando
intenção):
Hei-de dizer ao Luís que não posso
ir com ele ao concerto.
^ Ter de (que) + in fin itiv o (indican­
do necessidade e obrigação):
Eles têm de (que) preparara v¡sita 'a Arrábida.
^ D e v e r + in fin itiv o (para exprimir a eventualidade de cuja
concretização não existe certeza absoluta, deduzindo futuros
acontecimentos):
A Maria deve estar doente. Há dois dias que não a vejo.

d ezassete
Futuro imperfeito Futuro perfeito
^ D esignar in te n çã o :
R ecrutarei pessoal e contactarei
empresas. E x p rim ir in c e rte z a so b re fa c to s
Su bstitu ir o im perativo: passados:
Honrarás p a i e m ãe = honra... Há um grande engarrafamento na
Hoje não irás ao cinema. ponte. Terá havido um acidente?
^ Su bstitu ir o p re se n te do in d ic.: E xp rim ir su p o sição so b re fa cto s
passad os:
Quantos não estarão arrependidos!
Segundo dados do Ministério da
= estão.
D esignar dúvida, in c e rte z a e p ro ­ Saúde, no Algarve, 25% das clínicas
babilidade: hospitalares terão aderido à greve.
1. Lerá, mas não entende o que lê.
2.A D. Clara terá uns 40 anos.
3 .0 Pedro não veio às aulas. Estará
doente?

Complete com o futuro imperfeito do indicativo a s seguin­


tes notícias "b reves" retirad as do Correio d a M anhã.

Complete com o futuro perfeito do indicativo a s seguintes notí­


cias "b reves" surgidas no Correio d a M anhã.

1. Na origem da tentativa de homicídio, ocorrido na


localidade de Vale de Rosas, P4 ..........................
(ESTAR) a invasão da propriedade do agressor por
1. Negócios ou dívidas envolvendo um pronto-a-vestir um rebanho de cabras. Zangas antigas 1**
P* ......................... (PODER) estar relacionados com o (SER) a causa da agressão.

incidente. 2. Segundo informação da Polícia Judiciária, o furto P*


......................... (SER) praticado mediante um buraco
2. O novo sistema de controlo P* ..........................
efectuado na parede.
(INCLUIR) a instalação de torniquetes que se abram
3. Os larápios P*.......................... (FUGIR)pelas escadi-
automaticamente perante a apresentação de títulos
nhas de Santo Antão, que vão dar à Calçada de
válidos, os quais P *.......................... (SER) alterados.
Sant'ana, onde um m uro.ft.................. (SERVIR)
3. Os bilhetes de cartão P1 ......................... (POSSUIR)
de trampolim para o telhado do antigo Palácio de
banda magnética e P1 .......................... (HAVER) um
Alverca.
cartão electrónico que P *.......................... (SUBSTITUIR) 4. O que se P *........................ (PASSAR-SE) na realidade
os passes actuais. ainda não está totalmente esclarecido, mas sabe-se
4. Os testes P* ......................... (SERVIR) para avaliar a que o indivíduo ia a pé durante a viagem.
resposta tecnológica que o metropolitano pretende 5. Para o investigador, uma das hipóteses mais reais da
implementar. contaminação D* .......................... (SER) uma eventual
5. Durante as festas no Largo do Mercado P* ineficácia no sistema de selagem.

......................... (ESTAR) abertas 16 tasquinhas, que P*


dívida (f.) = deuda (f.)
.........................(APRESENTAR) os petiscos locais, com
torniquete (m.) - torno ím i
1 torno
destaque para as morcelas, caldeirada de cabrito e título (m.) - h c L e r u n . l
queijos. As associações P *...........................(DAR) opor­ morcela (f.)
tunidade aos visitantes de conhecer as receitas zanga (f.) *“ desavenencia ( f }
"escondidas nas gavetas". larápio (m.) - ladrón, rateio (m)
selagem ( .) = sellado (m.)

d ezo ito
VIANA DO CASTELO
L-, k a c e r a o S a l é uma bonita vila alentejana, sede de con-
Nelho, pertencente ao distrito de Setúbal, com cerca de 8800 habitan-J

fk Durante grande parte da Idade do Ferro, a região manteve contac-


; ' tos com os povos navegadores do Mediterrâneo, tendo sido, contudo, a j
Tf do período romano que a povoação de Alcácer assumiu um papel preponde­
rante na vida económica e política da região. Conhecida por Salatia Urbs Impe­
ratoria, a cidade romana tinha moeda própria e direitos iguais aos dos municí­
pios do antigo Lácio. AVEIRO
Após a queda do Império Romano do Ocidente, Alcácer foi cidade
episcopal no período visigótico. A partir do século VIII, o domínio árabe fez (
dela uma das mais poderosas praças da Península Ibérica.
Depois de várias investidas de Afonso Henriques, só coroadas de
êxito em 1158, Alcácer cai de novo na posse dos mouros em 1191. É defini- i
tivamente tomada pelos cristãos em 1217 e recebe foral de D. Afonso
em 1218.
O concelho de Alcácer do Sal, outrora forte produtor de sal,
está hoje em dia essencialmente virado para a agricultura e pecuária,
sendo o primeiro produtor nacional de arroz, cortiça e pinhão. Simul- j
taneamente, dá os primeiros passos no aproveitamento turístico dosi LISBOA
seus recursos naturais (uma boa parte do seu território faz parte dai
SETÚBAL
Reserva Natural do Estuário do Sado).

In Guia Expresso das Cidades e Vilas Históricas de Portugal, n° 19 Alcacer do Sal


________________________________ (adaptação).
Lisboa
Espanha Cabrela^^s^
Setúbal Vendas Novas
Es de Moura AE 2

B a rra n c i

• Pinheiro £ Palma

# Monte Novo

M u rta

C o m p o rta M o n te N o vo
M o ritw y íl
do Sul
B a ta lh a
De acordo com o texto coloque I
# Barrosinha no quadrado certo.

™ P o r t a d o JU**
O texto diz:
A lb e rg a ria ; Arês / Vale . . Ca„ Br„ 1. que Alcácer teve maior peso na região
do Guiso /
durante a Idade do Ferro..............................
S Rom ão

que cunhou moeda própria.......................


que foi tomada pelos mouros em 1217.....

icém
que actualmente é um concelho virado

para a produção do sal..................................

que é o primeiro produtor nacional de


cortiça e pinhão...............................................

que uma grande área de Alcácer faz parte

de uma reserva natural.................................

d ezan ove
apcpTU Q

Preencha o texto com os verbos no pretérito perfeito sim ples.

acabar (x2) ser (x2) tentar Ambientalistas


ter satisfazer voltar
acontecer decorrer defendem
andorinhas
ficasse novamente no local, o que, entretanto,
z

retirada de 400 ninhos de andorinhas dos bei­ fc .......................... no edifício dos CTT, onde os
rais do tribunal de Nisa f * .......................... a ser critica­ ambientalistas querem agora que sejam colocadas
da pelos ambientalistas do Fundo para a Protecção placas de protecção do edifício e dos próprios tran­
dos Animais Selvagens (Fapas), que consideram ter seuntes.
sido destruída a comunidade ali existente e, por isso, O Fapas .......................... "travar" a retirada dos
ter sido cometido um crime contra a natureza, f* ninhos através de uma providência cautelar, mas o
........................ um crime que, tribunal f * ........................ por não lhe dar razão devi­
infelizmente, 1* do aos prejuízos que a colônia terá provocado.
........................ a chancela do , Após uma pequena manifestação da asso­
Ministério do Ambiente. ciação à entrada do IV Congresso Nacional de
A acusação da Áreas Protegidas, que
.‘Ük ¡V . ' ’
Fapas refere-se à retira­ i* ........................... em
da, em Janeiro, de cente­ Lisboa, a Ministra do
nas de ninhos de ando­ Ambiente f* .........................
rinhas do exterior do por justificar o sucedido com a necessida­
tribunal de Nisa devido de de se encontrar um "equilíbrio" entre os
à necessidade de recupe­ vários interesses. Mas as justificações não
rar e limpar a fachada do ......................... os ambientalistas. Para eles, o
edifício, cuja sujidade se sucedido espelha a inexistência de qualquer polí­
ficava a dever aos pró­ tica de conservação da natureza e da fauna sel­
prios animais e punha vagem em Portugal, onde se usa impunemente
em causa a saúde e segu­ qualquer expediente para pôr em causa o patrimônio
rança públicas. natural.
Após a limpeza, í* ........... colocadas In Correio da Manhã (Adaptação).
redes nos beirais para evitar que a comunidade nidi- / Su po n h o \
/ Ju (g a <Jüe agiu Müi+O
que o Mínt:
beM. E la s s u ja ­
té r ío do v a m -m e a
AM bien+e
v to ja +o</os ,
N. os dias.
t e r á ag¡d<
\ MaI? ,

beiral (m.)
sou p ela rect* ambientalista (m/f)
c(ajeM +o+a(.
Acho qu e era chancela (f.)
Melhor repetir
\ +u<io. y sujidade (f.)
espelhar

Procure num jornal notícias breves


relacio n ad as com tem as am b ien talis­
tas e peça a opinião dos colegas.

20 ^ v in te
P a ra tom ar partido
por alg u m a situ ação , id e ia , o p in ião , etc.,
pode u sa r tam b ém ... ' CoW
c e rte z a te ra
rí«fo <>e(o t>to '
" Eo

rfl **
t e r t o </oy
taMfcéM
- a<JVoj7a^oí.' \ ac/to. ,

n I ¡rfe
1
Wao r e í ^ \
/ r e te re M o r v irto
I tu</o, May o <jí/e
l víM or f o í e x c e £ -
irthí (Adapta? T e re M o k c ío n a d V ao .
v íy to to d o ? . a c h a y ?

¡ v e n t u r o

o Verão cr
;ar. Com a c
hos do ano <
locações ma
abundam o
za e sensibi
Verão. Os
I suficientes

REVEJA
Aprendeu a pedir e expressar
opinião
no volum e 1, unidade 3

v i n t e e um
Incineradoras hospitalares
com dias contados
O M inistério do Am biente apresentou há pou­
cos dias o Plano de Acção dos Resíduos
H ospitalares, cujo objectivo é encerrar
todas as Instalações de incineração
que não estejam a cumprir os requi­
sitos legais.

Nos últimos anos, a incineração de resí­


duos hospitalares tem merecido uma
atenção particular pelo risco que a mesma
constitui para a qualidade do ar e pelas
suas consequências em termos de saúde
pública, já que representa a principal
fonte de emissão de dioxinas em Portu­
gal, que estarão a dar cabo das águas e
dos peixes. -

Declaração do Museu de
Ciência sobre Alimentos Genetica­
mente Modificados
• O bem estar social e, em particular, o bem estar de cada ser humano
devem ser valores a preservar.
• A investigação, produção e comercialização de ali­
mentos geneticamente modificados deverão ser conti­
nuamente controladas e inspeccionadas.
• As empresas e outras entidades de biotecnologia '
deverão ser objecto de responsabilização sanitária e '
ambiental.
• O direito à escolha deverá ser garantido aos cidadãos,1
pelo que se torna necessário a rotulagem de alimentos gene­
ticamente modificados.
• É necessário saber mais sobre os efeitos dos alim entos'
geneticamente modificados na saúde e no ambiente, pelo que se ’
deverá apostar na investigação.
• A prudência deverá orientar todo o investimento neste domí­
nio.
• A legislação deverá ser um instrumento com capacidade efectiva para assegurar o controlo, a fisca­
lização e a responsabilização.
• A consciência ética deverá estar sempre presente em todas as questões suscitadas pela investigação,
pela produção e pela comercialização dos alimentos geneticamente modificados.
In Correio da Manhã 122 de Junho 1999 (Adaptação).

Redija m ais três frases sobre os alim entos geneticamen'


te modificados.

v in te e dois (duas)
Procure num ¡ornai noticias breves
q u e d ig am re sp e ito a te m a s a m b ie n ta ­
listas e comente com os colegas as

U n id a d
diferentes propostas e actuações.
In O Regresso da Mafalda
(Publicações Dom Quixote).

Complete o exercício transform ando os verbos entre parênteses


no futuro imperfeito e no futuro perfeito.

1. No Dia Mundial da Árvore eu I* ........................ (PLANTAR) várias azinheiras e


alguns sobreiros. Depois I* ......................... (IR) vê-las todas as semanas e I*
........................ (REGAR [as árvores])
2. Para o ano, por esta altura, eles já I * .......................... (PLANTAR) as azinheiras e os
sobreiros.
No próximo Verão I* (IR/nós) visitar-te a Faro. I * .........................
(FAZER) algumas excursões e f * (MERGULHAR) no mar.
A praia está cheia de lixo. f * ........................ (HAVER) alguma excursão?
No próximo dia dezasseis I * .........................(TER) lugar no Centro Cultural de Belém
uma conferência que f* (TRATAR) sobre o turismo de habitação; f*
........................ (SER) bem recebidos todos aqueles que apreciam a natureza, o
ruralismo e a beleza paisagística.
6 . O que é que í * ........................ (ACONTECER) para haver tantas ambulâncias
na rua?
7. Uma centena de jovens fc (PRESTAR) apoio aos banhistas e !'*
......................... (SENSIBILIZAR [os banhistas]) para a correcta utilização das
praias. Os "marezinhas" í* (COMEÇAR) amanhã a percorrer
areal.
8. Não sei quem 1 * ........................ (FAZER) semelhante coisa.
9. Quando é que o Pedro e o Luís ........(PROJECTAR) ir a Alcá­
cer do Sal? i * .......................... (SER) durante o mês passado?
10. Mais uma semana e I * .......................... (ACABAR/nós) de estudar o futuro.
Depois I * .......................... (IR) à praia.

Coloque os verbos no tempo apropriado: pret. im perfeito, p.p.s


e pretérito m ais-que-perfeito.

Ex.: Cervantes nasceu (NASCER) em 1547 e morreu (MORRER) em 1616.

1. Quando ele f* .......................... (SABER) a notícia, h* ......................... (TELEFONAR)


logo ao pai.
2. Quando I* .......................... (CHEGAR) os polícias, os larápios já f* .........................
(FUGIR)
3. Ontem, quando nós ..........................(SAIR) de casa,I * ........................... (HAVER) um
acidente na avenida.
4. No sábado eu I* (ESTAR) no teatro e f* (VER) uma
peça de Bernardo Santareno.
5. Durante o Verão nós (IR) tõmar banho à praia da Comporta.
.

6. Ela r**.......................... (TER) seis anos quando I * (PERDER) o pai.


7. Os senhores já f* .......................... (ESTAR) nos Açores? —Sim, o ano passado I*
.......................... (ESTAR) lá quinze dias.
8. Quando tu r * .......................... (ACABAR) de estudar eu já f * ...........................(FAZER)
todas as tarefas da casa.
9. Hoje eu F®.........................(LEVANTAR-se) muito cedo porque não I * ..........................
(TER) sono.
10. Este ano a colheita I * (SER) excelente porque .......................(CHO­
VER) muito.

v in te e três 2 3
U nidade

25 anos de palavras
2

Agora ¡á pode:

Pedir informação sobre preparação; — E já preparaste tudo?


Exprimir preparação ou não prepa­ — Já preparei o que tinha de preparar.
ração;
Pedir informação sobre decisão; — Sabes exactamente que funções vais
desempenhar?
Exprimir decisão; — Já sei o que vou fazer: recrutarei...
Tomar partido por alguma situação, — Eu sou pelo campismo.
ideia, opinião, etc.; — Eu sou contra o campismo.
— Eu sou a favor das energias renová­
veis.
— Eu sou/não sou da mesma opinião.

Mostrar concordância; — Concordo.


— Eu também acho.
Expressar a certeza da realização de — Amanhã estudo a lição.
um facto; — No Natal vamos visitar os avós.
Expressar intenção; — Hei-de dizer ao Luís que não posso ir
com ele ao concerto.
Expressar necessidade e obrigação; — Eles têm de preparar a visita à Serra
da Arrábida.
Deduzir futuros acontecimentos; — A Maria deve estar doente.

v in te e q u atro
E l
■ I

I
P
F IG U E IR IN H A

No fim da unidade saberá:

v * - ‘ ío ‘° ;
k e - 3 * —
tr o * erV
«¿rito tttip
-sE # *
‘ ' jT v e - " » s *

* 555#
- S S 35¿

v in t e e c in c o ,25
D i á l o g o
m
U nidade

Em Setúbal

A visita ao Estuário do Sado foi muito agradável e, a convite dos amigos, o Luís e o Pedro fica­
ram nesse dia em Setúbal.

Maria João: Gostaria que ficassem cá uns poucos de dias; temos pena que partam já amanhã para Lisboa.
Teríamos oportunidade de visitar a Pousada de S. Filipe, o cais, a serra da Arrabida...
3

Luís: Não digas mais... Seria possível visitar a serra da Arrábida na parte da manhã?
Manuel: Sim, é possível. Porquê? _ . _ .
Lufe; Porque assim visitávamos a serra de manhã e depois de almoço iríamos para Lisboa. U qu
achas, Pedro?
Pedro: Acho uma belíssima ideia. E já agora, o que é o almoço?
Manuel: Podíamos ir a um restaurante típico onde há sempre peixe fresco.Ainda há boa sardinha assada
e bom carapau grelhado. ,
Maria João: O que eu propunha era o seguinte: saíamos cedo de casa, visitávamos a serra,passavamos pelo
cais e pela lota e almoçávamos por volta da uma e meia. O que vos parece?
Luís: Totalmente de acordo. Será uma manhã excepcional.

C on d icion al p resente

Verbo am ar m eter

(e u ) am aria p artiria

carapau (m.) am arias m eterias p artirias


(t u )
lota (f.)
_ (v o c ê ) - -

(e le /a ) am aria partiria

(n ó s ) am aríam os m eteríam o s partiríam os

[vós] (vocês) am aríeis m eteríeis p artiríeis

(e le s ! a s ) am ariam m eteriam p artiriam

1. C antar: N ós
2. Partir: Eles
3. Com er: Eu
4. Passar: Ela
5. Beber: V ós
6. Lavar: Vocês
7. Sair: Tu
8. C onduzir: N ós
9. Trabalhar: V ós
10. V iajar: Elas

26 v in te e seis
condicional
é um ílMpteí futuro
rela+ivo a UM passa­

3
ndo nas orações sofrs-y
\tar>tivas con ju n doy
nais.

U nidade
Ela disse-me que viria Mas
Multas vezes
teM UM3 signifi­
»— * — cação Modal e con­
A cede a realização
da acção depen­
dente de uma
Nes+es condição.
casos o p r e s e n t e '
do condicional
e x p rim e ç u e oMa <ü
acção se realiza Eu trabalharia... se...
agora, ou no futu­ S
ro , dada c e rta a> s ________________ \
condição. Oí / \ *■
u
Ph

REVEJA
volum e 1, un id ad e 8
e no presente volum e a un id ad e 2.
^ P ara la formación
del f u t u ro d e l p r e t é r i ­
to o co n d icio n a l basta
a con añ ad ir a la forma de
E-u
/trafralhava...' infinitivo las term inacio­
se tivesse ^ En am bos casos, fun­ nes - ia , - la s , - ia ,
vtratalfioí d a m en talm en te en la -ía m o s , - íe is , -ia m .
len gua h a b la d a , pero
tam bién en la escrita,

r
P E R O
, es frecuente la subs- no sig u e n e sta re g la los
' titución del condi­ v e rb o s d i z e r , f a z e r y
cional por el preté-
t r a z e r , a s í com o su s
k " rito im perfecto de
d e riv a d o s .
indicativo:
Lo mismo sucedía
Ele disse-me que vinha.
(como vim os en su
momento) con las form as
del futuro, siendo las for­
m as de estos tres verbos,
respectivam ente:
d /re í / f a r e i / t r a re i

C o n d icio n ais irre g u la re s


DIZER FAZER TRAZER
(eu) diria faria traria

(tu) dirias farias trarias


(você)

(ele, ela) + diria faria traria

(nos) diríam os faríam os traríamos


[vós] (vocês) diríeis faríeis traríeis
(eles, elas) diriam fariam trariam

v in te e sete J p ¡p
U üidãde

i f p r e s e n t e d e i c o n d ic io n a i s ir v e
t a m b ié n p a r a e x p r e s a r :

^ el deseo o adm iración de que una cosa


suceda:
D e se ja ria sa b e r... = desejava sab er...
3

% p a ra afirm ar de form a incierta, v a g a , o


con m odestia:
D ir-se -ia que está doente,
fh [A ten ció n : en este caso no adm ite la
substitución por el pretérito imperfec-
7 to de indicativo].

Aprendeu o pretérito imperfeito


dos verbos regu lares n a unidade 5 do
volum e 1

amava bebia partia


amavas : bebias partias
amava bebia partia
amávamos bebíamos partia
amáveis bebíeis part Íeis
amavam bebiam partiam

existiam alguns verbos que não Substitua o condicional pelo pretéri­


seguiam estes p arad ig m as (Reveja a unidade 6 to imperfeito do indicativo.
do volum e 1). Ex.: Com a ajuda de um dicionário o
SER PÔR TER -V IR exame de inglês teria / f* tinha sido mais fácil.
eu era punha tinha vinha
tu eras punhas tinhas vinhas
1. Eu iria /I * ...........................contigo
ele era punha tinha vinha
¡ nos éramos púnhamos tínhamos vínhamos à Serra da Arrábida, mas não posso.
vós éreis púnheis tínheis vínheis 2. Se tivesse dinheiro, a minha irmã
eles eram punham tinham vinham
v i n a / l * ..........................do Brasil.
3. Os teus pais ficariam /
.......................... zangados com uma sala tão desarrumada.
4. Terias / f * ..........................menos frio com uma camiso­
la de lã grossa.
5. Nós poríamos /f * ......................... a mesa mas não
sabemos onde está a toalha nem os talheres.
6. Os carros seriam /f* .......................... menos perigosos
com condutores mais pacientes.
7. Eu dar-te-ia/f* .......................... a minha colecção de
selos mas sei que tu não gostas.
8. Nós trar-lhe-íamos/r* ......................... a encomenda
mas não temos dinheiro.
9. Nós faríamos / 1 * .......................... o conserto do motor,
mas não sabemos nada de mecânica.
10. Ele diria /I * .......................... a verdade, mas não sabe
nada do assunto.
co n se rto (m.) ■arreglo (m.), reparación (f

28 < v in te e o ito
Faça o levantam ento dos condicionais e dos
<fV
pretéritos imperfeitos com sentido de condicional.

R eengenharia escolar C o n d ic io n a is
P re té rito s
im p e rfe ito s
1 Se me encomendassem a concepção de uma escola, por exemplo f * ....................... D*.......................
CS
2
3
para formar presidentes de câmara? Presidentes de câmara há poucos
- um por concelho - e é um alto cargo, com grandes exigências mas for-
r * ....................... 1 * ....................... *01
'•'H .
p *....................... 1 * .......................
4 temente disputado. Seria uma escola eficazmente selectiva, onde pou- ri
5 cos mas muito bons pudessem ter sucesso. Seria exigente na admissão p *........................ h *......................
6 e também nos estudos, altamente qualificantes e fortemente centrados í * ....................... í * .......................
7 no exercício daquela função. Iria contratar "os melhores" docentes,
8 bem qualificados e bem seleccionados por um padrão exigente. E os i * ....................... p *.......................
9 meus presidentes iriam destacar-se no exercício do cargo. r * ....................... r* ..............
10 Mas se me encomendassem uma escola para formar "todos" os
11 cidadãos quanto às suas relações com a câmara municipal, eu não
12 podia seleccionar os alunos, porque seriam todos; não podia ser muito
13 selectivo nos professores, porque precisaria de muitos e o mercado é
14 escasso; não podia ser muito exigente no currículo, pois o que se pre-
15 tendia é que "todos" aprendessem o que "a todos" faz falta...
In Correio da Manhã (Adaptação).

E como seria..
Im agine como seria a sua cidade ideal e redija
um texto à sem elhança do apresentado.

Se co fo ss e Presidente tf a Câmara,


JtíL
i M v-\

y *

v in te e nove 29
de le tra s 2 2

a b c d e f g h i j 1 m n 0 P q r s t
1 A T UM A s R T A I N H A E O H C N A
2 N B A L L E N R H E M O I I o R B A L
3 C D R A I A P O E C O B M S R U B I T
4 H E A I O R E D L D E R B S E B R I C
5 O L M O S G R P E S C A D A T O S O A
6 V F L U G A R E J O s B R L R A s E R
7 A I E P O S R V E N T U A M U k E M A
Esp anho l Português
8 S T A c I A D E N T E R M Ã T G O U P
9 F R P o A R E N Q U E A A O N O I M A
1. anchoa
10 E P O T P D A I R E T E N C O L E R U
2. anguila N
11 S R D E U I I R A Z E T E N O M L A S
3. arenque r*
12 T O E N L N E O N O U M C J A N T A R
4. atún i*
13 A D M P A H M Ã D D Q E A R S I AM A
5. barbo r*
14 C A V A L A E J E A I E R P M A L E C
6. caballa r*
15 C U N T O Q U R L C u I P N A T C M R
7. carpa r*
16 O G T I V E S U A s E M A A I U G N E
8. esturión r»
17 N N O L I V E T R T A D O R T R S H P
9. gobio r*
18 T I C A M I N S A I R A P R F T E S O
10. jurel i*
19 A L ú C I O H E P O H L A V O D O R D
11. lamprea i*
12. lenguado !*
13. lucio I*
14. merluza 1*
15. perca r»
16. raya t*
17. rodaballo r*
18. salmón r*
19. salmonete r*
20. sardina r*
21. tenca h*
22. trucha r*

30 < i*»
7 -.....-..........
Torne a ouvir o Diálogo 1. Lá ap areciam m encionados

3
vário s locais geográficos. Q u ais sã o ?

U nidade
gtífiSffiStea //
8 . . ..................
Para ir de Lisboa a Estrem oz você tem de ir p a ra Este. E
p a ra ir p a ra ... ?
Ex : [Porto] i* Para ir de Lisboa ao Porto teria de ir para Norte.

[Tomar]: f* ..............................................................................................................
[Beja]: F* ..........................................................................
[Valença]: F* ............................................................................................................
[Faro]: F* ..................................................................................................................
[Bragança]: í* .........................................................................................................
Tom ar
[Vilar Formoso]: I * ..................................................................................................

Norte
E strem oz

Ua Marinfia
portuguesa e na bra­
sileira a forma utili­
zada para d erto M in ar o
Este é exclusivamente
V L çstç. y
a água num murmurio de cantiga,
ajuda a Serra a dormir.

O murmurio é a alma de um Poeta que


se finou
agoiro do bufo, nos penhascos, e anda agora à procura, pela Serra,
agoiro (m.) foi o sinal da paz. da verdade dos sonhos que na Terra
bufo (m.) O Silencio baixou do Céu. nunca alcançou.
Mesclou as cores todas o negrume,
negrume (m.) o folhado calou o seu perfume, E outros murmurios de água escuto,
e a Serra adormeceu. mais além:
folhado (m.)
os poetas embalam sua Mãe,
murmurio (m.) Depois, apenas uma linha escura que um dia os embalou.
e a nódoa branca de uma fonte amiga; Sebastião da Gama
finar
a fazer-me sedento, de a ouvir,
embalar

trin ta e um
i2
Unidade

A caminho de Lisboa

Luís: Gostei imenso daquela visita à serra da Arrábida. Compreendo


muito bem que Sebastião da Gama ali se tenha inspirado para
escrever alguns dos seus poemas.
Pedro: Eu também gostei, mas teria sido incompleta a visita sem o
almoço naquele restaurante. Viste bem aquelas mesas? O tampo
era todo em madeira vermelha trabalhada à mão e as toalhas
3

de linho artesanal.
Luís: Mas os guardanapos eram de papel...
Pedro: E o que querias?
Luís: Acho que os guardanapos deviam ser também em tecido. Então
teria sido tudo óptimo.
Pedro: Ainda faltam muitos quilómetros para a portagem? Se calhar
não chegamos antes das quatro horas. Será que vamos apanhar
bicha perto de Lisboa?
Luís: Não. Depois daquela curva já se avista a ponte 25 de Abril.
Pedro: Não podíamos ter ido pela ponte Vasco da Gama?
Luís: Podíamos, mas por esta é mais perto.

Teria sabido a lição,


se tivesse estudado. Tinha sabido a lição,

f T erá N
tíá o tot/i+o t r a -
fcatho pa ra (T«v*-
, p a r to d o e s s e Coto >
FO RM A Ç A O á e ix e í V c e rte z a í
do C on d icion al com posto

Verbo TER P.P.

(eu) teria
(tu) terias
(v ocê) am ado
(ele/a ) teria m etido
(n ós) teríam os pa rtid o
[vós] (vocês) teríeis
(eles/a s) teriam

32 < trin ta e dois (d u as)


Complete com o condicional presente ou composto segundo o
sentido d a s frases.

1. Posso afirmar que não me I * .........................(SENTIR) mais feliz se recebesse algu­


ma parte da indemnização que o estado português me f * .......................... (PAGAR),
e ainda menos feliz f * .........................(SER) agora porque ele f * ............................ (IR)
sair um pouco do bolso dos outros portugueses.
2. O náufrago P ......................... (VIR) a ser localizado a bordo de uma balsa salva­
-vidas.
3. Segundo a polícia, o gatuno f * ........................ (FUGIR) pela janela.
4. A emboscada f * .........................(SER) desencadeada pelos guerrilheiros a escassos
cinco quilómetros da fronteira.
5. Eu I * .......................... (CANTAR) mas tenho uma voz horrível.
6. Ontem P .......................... (IR) ao cinema, mas não me deixaram.
7. O Pedro disse-me que a chegada a Setúbal f * ........................ (SER) às dez da manhã.
8. Sempre soube que vocês I * .......................... (ACABAR) por tirar boas notas.
9. Tu í * .......................... (DEVER) entregar o relatório na sexta-feira.
10. I* ....................... (DIZER-SE) que o Pedro e o Luís gostaram imenso da visita ao
Estuário do Sado, senão não f * ........................ (TIRAR) tantas fotografias.

10 Complete as seguintes notícias com o condicional presente ou


composto segundo o sentido.

gatuno (m.) ~ ratem lTii.)


júri (m.) A"
véspera (f.)
^iii ^
J
i li
siglh na
P rov a de
P o r tu g u ê s
H
autarquia (f.) = ayuntamiento (m.) Tudo a
alvenaria (f.) Presidente d o j Z m a n h a de ontem o
vedar ^ acotar 2 iada p * « i 7 o ^ai— :m i de Êxames
E^ s Z u ?w ãdT ° che
™e*s°*u -o
a'
mais-valia (f.)
! * bUT ° L r isb
ü oa
aiunos
^ 11 "'

conheci-
antecipado |4UD ISW 0
- tiaturis^^

tPmva■Segun.
m° docer;
ente.

>AR~SE)
ra ri
a do exame
ã 16,

w anha (A dap-
I f e s
teção)

.............. . (TRA-
pratica desPu
prática esp^ l“ p--tu
r i srista
t a t*
^ ^ ‘!*
O C om p ^x0
ZER) m ais-^au*^
(TER) 'Vn(ja ■ fl„ o
o EEstuár®
stu .n o

; ; ç57 d » i - - Em iK n K ‘¿ l

trin ta e três
11 » —
Substitua os complementos sublinhados e coloque-os S u b stT ^
no devido lugar. tuindo o condi­
Ex.: Eu pediria ao Pedro e ao Luís a máquina fotográfica, mas eles não têm. cional pelo preté­
I* Em pedir-lhes-ia a máquina fotográfica, mas eles não têm. rito imperfeito do
indicativo poderá
1. Eu emprestaria o livro ao teu irmão, mas ainda não o li. colocar o prono­
r * ................................................................................................................................. me depois da
2. Eu levaria o Pedro à Academia, mas tenho uma reunião. forma verbal:
1. Eu em prestava-fho
! * .................................................................................................................................
2. Eu le v a v a -o
3. Eles fariam uma viagem pelo Algarve, mas não têm carro. 3. Eles faziam -n a
I * ................................................................................................................................. 4. Eu com prava-';
4. Eu compraria o novo CD dos Madredeus, mas não tenho dinheiro. 5. Eles salvavam -n o s
í* ........................................................................................................................... 6. Você saltava-o
5. Os agricultores salvariam as culturas se chovesse nos próximos dias. 7. Nós tínham os-lha
r * ................................................................................................................................. 8. Eu tinha-iho
6. Com um escadote você saltaria o muro facilmente. 9. Ele tinha-o
10. Eles tinham -na
t* ......................................................................................................
Ou antes da form a verbal se
7. Nós teríamos dito a verdade à Helena, mas ela não estava lá. houvesse algum a excepção.
h-.....................................................................................................
8. Eu teria emprestado o livro ao teu irmão, mas ainda não o tinha
lido.
Atenção
9. Teria saltado o muro facilmente com um escadote.

10. Eles teriam feito uma viagem pelo Algar As substituições do complemen­
ve, mas não tinham carro. to directo e indirecto co lo cam -
se d en tro da form a verbal
(pronome mesoclítico).

R E VE JA
volum e 1, u n id ad e 11

A prendeu na
u n id ad e an te rio r Para
P ed ir a co n co rd an cia
com a
a j uda do futuro de alguém pode u sar tam bém a s seguintes
("A D. Clara gostará de estruturas:
cinema?"; "Ela terá ido ao cinema?"),
Estar de acordo com: Estás de acordo comigo?
E nesta unidade a p ren ­
deu a e x p re ssá -la com a rfry Concordar com: Concordas comigo?
ajuda do condicional: ("Creio
que vi a D. Clara no cinema. Seria ^ Achar \Achas o mesmo que eu sobre o filme?
ela?"; "Realmente teria ido ao cine­ pensar '
ma?"). Não acharI„ , 1 não achas?
MAS tam bém conhece Este cafe e óptimo, [
outras estruturas ap arecid as rfs Não parecer não te parece?
no volum e 1:
• Se calhar ela já não vem.
• Sei lá
• Sabe-se lá I quantos anos ela tem!
• Vá lá saber \
• Possivelmente isso não é assim.
• Provavelmente vou ao cinema.
• Duvido (muito) qm ele venha.
• Não me parece que ele venha.
• Desconfío que ela já não vem.
• Tenho dúvidas quanto a isso.

trin ta e q u atro
vocçs o
<joe é <toe
ackat*?

3
Unidade
Vidr© f¡g*

tartá©: ioritòít, n
j,.;>0tás 4kpopei P er­
papel é» t&mpifi f e i t a M ente.

Ehi4msIs^#«s depieetko * mptoi,


íf«Oss# «^a)mads»: istes garrei
^mboiGgi
i# ptastks, -tortea«»npl»*e

Para Para
E x p re ssa r co ncordancia Exp ressar d isco rd ância
USE: USE:
Concordar cotn Concordo contigo. ( / Discordar: completamente de...
em que Concordo em que ele é parvo, inteiramente
sobre Concordo sobre isso. a s m esm as estruturas anteriores precedidas
acerca de Concordo contigo acerca do filme. do advérbio de negação (NAO)
Concordar perfeitamente, inteiramente, absolutamente... \ / Não concordo contigo.
Estar perfeitamente de acordo. minimamente
Sim. (Sim, sim, sim...) t f Não estar nada de acordo,
da mesma realmente
Ser dessa opinião.
da + possessivo
Ter razão: Tens (toda a) razão!.
Achas?! Nunca!
Pois + verbo: Pois são < "Estes barcos são belíssimos!'
Como?! O quê?!
Pois não < "A praia não é longe".
De maneira nenhuma! Nada disso!
E as expressões:
Que parvoíce! Que estupidez!
\ / Com certeza! \ / É verdade!
Claro que não! Estás a falar a sério?!
V Evidentemente! %/ Perfeitamente!
Estás a brincar (ou quê)?!
V Exactamente! l / (Pois) claro!
Sabes o que estás a dizer?

trin ta e cinco
U nidade

12 O bserve a fotografia. N a lista que se segue cada objecto é feito de um determ ina­
do m aterial. Escreva o nome do objecto.
S

Ex.: Um N espelho de vidro.

2. Uma t* ......... de madeira.


3. Um í* ..........de vidro.
4. Uma f * .......... ......... de cera.
5. Um 1 * ............. ..........de pele.
6. Um r * ............. ......... de couro.
7. Uma r * ............. ..........de algodão.
8. Um r* .... ......... de barro. Se for preciso ouça de novo a
g ravação e preencha o exercício.
9. Uma t* ..........de prata.
10. Um N ............. ......... de aço. 1. Um 1* de P *...................... branco
11. Um r * ............. ..........de ferro. 2. Umas h* de » * ...................... para água.
12. Um r * ............. ......... de cerâmica. 3. Uma I* de t * ...................... amarelado.
13. Um r * ......... . ..........de papel. 4. Uma f* de f8 ...................... azul.
14. Um r * ............. ..........de bronze. 5. Um I* cheio de f * ........................
15. Um f » ............. ..........de linho. 6. Uma f* de h *...................... cinzenta.
16. Um f * ............. ...........de lã. 7. Uma I* de seis 1 * ........................
17. Um N .............
18. Uma r * ............. ...........de lata.
19. Uma r * ............ ...........de cristal.
20. Uma ...........de cerâmica.
21. Um ...........de seda.
22. Uma f * ......... ...........de cortiça.
23. Uma 1 * ........... ...........de madeira.
vaso (m.)
24. Um ............ .......... de lã.

36 trin ta e seis
CARACTERISTICAS d o m a t e r i a l

3
F ísicas A ntig u id ad e Lim p eza G enu in id ad e

U nidade
duro moderno limpo autêntico
mole antigo sujo puro
resistente antiquado lavar falso
fraco na moda limpar (de) imitação
forte à moda sujar
lavável fora de moda
impermeável novo
elástico em segunda mão
sólido
líquido
VELHARIAS
frágil
inquebrável
inoxidável

mole

^ Olhe peiàpan^cr e jHfcreva aos colegas


■ ©# 5 e vê e os materiais que há na rua.

trin ta e sete 37
16 Indique o nome de cada ferram enta colocando o núm e­
ro correspondente n a gravura.
ni

C W
c® £o
> c
Xi
• 2
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CT 0)

2 S
o £
a . w

a>

17 U na os elem entos d a s três colunas com setas. (V arias


possibilidades).
a) malhar ou moldar

b) caiar, pintar
1. Uma vassoura .a 1. madeira.
Uma betoneira c) cortar ou segurar 2. terra, areia, carvão, lixo, etc.
2.
3. U m apá d) cravar, pregar 3. parafusos.
4. Uma tesoura de jardineiro
ü e) apertar e desapertar 4.
5.
metais.
pano e papel.
5. Uma lima
f) misturar
6. Um alicate
\ O g) aparafusar e desaparafusar
r 6-
7.
o lixo.
lenha.
7. Uma bigorna
l|SÉ*
8. Um serrote h) polir, desbastar, raspar 8. sebes.
9.
10.
Um fole
Um martelo
ak.
^ •*
i) regar 9.
10.
pregos na madeira.
latão, arame e outros objectos.
j) varrer ^
11. Um pincel L 11. cimento, areia.
12. Um machado
m 1) produzir
12. canteiros e plantas.
13.
14.
Urna chave inglesa
Uma tesoura
m m) cortar

n) remover
13.
14.
as paredes de um prédio.
metais ou outros objectos duros.
15. Um regador 15. porcas. ;
o)serrar
16. Urna chave de parafusos 16. vento.
p) rachar

q) desbastar

trin ta e oito
S ep arar para

3
valo rizar

U nidade
Centro de Triagem da Lipor - Serviço lntermunicipalizado de Tratamen-
de Lixos da Região Porto foi recentemente inaugurado em Ermesinde
(Valongo). O seu principal objectivo é proceder à separação complementar
dos materiais provenientes das remoções selectivas dos ecopontos, ecocen-
tros e da recolha selectiva porta-a-porta. O enfardamento e acondiciona­
mento dos mesmos materiais, procedendo-se depois ao seu escoamento
para as unidades recicladoras, completam o objectivo do centro.
Os ecopontos e ecocentros completam o sistema de reciclagem. Ao
todo são mais de 600 ecopontos e 23 ecocentros, que permitem a cobertu­
ra eficaz da área abrangida pelos oito municípios integrantes da Lipor.
O Centro tem uma capacidade de processamento de 40 mil tonela­
das/ano de materiais. Dispõe de uma linha de produtos volumosos, essen­
cialmente para a selecção de embalagens de plásti­
co, metal e cartão complexo.
A linha de produtos planos é outro dos
pamentos do Centro de Triagem. É utilizada para
selecção de todo o tipo de papel e cartão e
igualmente abastecida com duas mesas de
deslizante.
A completar o equipamento está a prensa com 80 toneladas e a linha de enfardamento automática.
Cerca de 30 operários constituem o efectivo operacional do Centro. A infra-estrutura ocupa uma área de 4
mil metros quadrados e está inserida num espaço ajardinado onde não faltam os ecopontos. Estes têm uma par­
ticularidade: são ecopontos solidários, porque contribuem não só para o meio ambiente como para a Liga de Pro­
tecção contra o cancro.
ir> I n r n n l F n n t m n° 234 (Adaptação).

De acordo com o texto coloque no quadrado certo.

V F
Será verdade...
1. que os materiais tratados procederiam das remoções selectivas?
2. que o principal objectivo do Centro de Triagem é apenas a recol­ □ n-
ha selectiva de materiais porta-a-porta?............................................
3. que os ecocentros teriam ultrapassado em número aos ecopon­
□ u-
tos durante o último an o ?.....................................................................
4. que o Centro disporia também de meios para o tratamento das
n n
embalagens de plástico, metal e cartão?............................................
5. que em Valongo ter-se-iam enfardado oitenta toneladas de
□ u-
cartão em duas mesas de triagem deslizante?.................................
6. que o Centro tem cerca de 30 operários e uma área de mais de
□□ -
quatro mil metros quadrados?..............................................................
7. que não deitarjaapéis para o chão seria ser solidário e contribuir
i ii i
para a □ □-

trin ta e nove
U nidade

Sebastião da Gama (n .1 9 2 4 - f 1952)


3

Expressar desejo; ■Gostaria que ficassem cá.


Pedir a opinião de alguém; ■O que achas, Pedro?
■O que vos parece ?
Fazer propostas para agir em con­ ■O que eu proponho é o seguinte: saí­
junto; mos cedo de casa...
Dar sugestões de acção colectiva; Podíamos ir a um restaurante típico
onde há sempre peixe fresco.
Formular hipóteses de irrealidade; Se eu fosse Presidente da Câmara...
Localizar de forma relativa no Para ir de Lisboa ao Porto teria de ir
espaço; para Norte..
Expressar agrado; Gostei imenso daquela visita à Serra.
Objectar; Eu também gostei, mas teria sido
incompleta a visita sem o almoço...
Criticar; Mas os guardanapos eram de papel...
Censurar; Os guardanapos deviam ser também
em tecido.
Expressar dúvida; Será que vamos apanhar bicha perto
de Lisboa?
Creio que vi a D. Clara no cinema.
Seria ela?
Realmente teria ido ao cinema?
Pedir a concordância de alguém; De acordo?
Expressar concordância; Totalmente de acordo.
Expressar discordância; De maneira nenhuma!
Dizer de que material é feito um Um fular de seda
objecto;
Falar das características dos mate­ Uma madeira resistente.
riais;
Dizer para que serve uma ferramen- Uma vassoura serve para varrer o

q u aren ta
f.Utidad«r
No fim da unidade saberá:

V e r a o a a ^
fo r t* '* ¿,
M e tb ° s

irre
d00leS' do P °s
IV M e ° ' e

de- o c
S ^ U o ^

*
taoW °'ê0o S
;tír o s e P ° '
+ e*
Hover •*•
* ~ - .« a r o « a

q u a re n ta e um ^
D i á l o g o | \
Unidade

* * *r.

Na feira do livro
i
Quando chegaram a Lisboa, o Luís e o Pedro | * L. - '
foram à feira do livro. Todos os anos os livros são
expostos pelos editores em mais de cem
pavilhões, durante duas semanas, num dos <m
espaços mais bonitos de Lisboa: o Parque Eduardo
VII.

Pedro: Sabes se posso encontrar aqui um método de estudo i


de viola dedilhada?
Luís: Não sei. Mas se tens muito interesse em saber, vai ao 1
pavilhão dos editores e aí dizem-te se há e onde há.
Pedro: Sabes uma coisa? Nunca vi tanto livro junto. És capaz de dizer quantos livros há aqui na feira, mais ou
menos?
Luís: Sei lá! Acho que o ano passado foram montados mais pavilhões. Sou capaz de fazer uma estimativa,
mas... deixa lá isso. Vamos comprar uma garrafa de água, que tenho muita sede.
Pedro: Foi anunciado há pouco, pelos altifalantes, que há um escritor a autografar os livros num pavilhão cujo
número não percebi.
Luís: Não faz mal, fazem sempre muita publicidade ao pavilhão onde está um autor a autografar livros. Den­
tro de pouco tempo voltam a anunciar e depois vamos lá, se quiseres.
Pedro: Ó Luís, tu julgas que os livros são realmente autografados pelos autores no pavilhão? Deve ser tão chato
aturar tantos visitantes que provavelmente eles trazem já os livros assinados de casa.
Luís: Ora essa! Isso é uma patetice!

42 < q u aren ta e d ois (duas)


0 now e q u e d e s ig n a o
d a p a s s iv a v e m , g e r a l ­

Unidade 4
m e n t e , r e g i d o <|a p r e p o s i ç ã o
P O R ; a p a r e c e , p oréi*b r e g i d o «fa
#>reí>oyiÇao ¿>¿ com o s V e r b o s
acompanhar, s e g u ir , cercar, /
PORouDE e t c . , e com o s v e rfco s q u e e x p r i ­
m em s e n + ím e n + o s e m a n i f e s ­
t a ç õ e s d e sen +ím en +o s.
Acompanhado de crianças.
Cercado de p o lícias.
Amado de todos.

& De un modo g en eral, las frases activas y pasivas expresan


el mismo significado, varian do únicam ente el enfoque de e n carar
na unidade 1 do presente dicho significado por parte del locutor:
volum e os participios passa­ a) del lado del agente de la acción (fr. activa):
dos dos verbos irregulares e “Eu comprei o livro". = Yo compré el livro.
b) o del lado del paciente de la acción (fr. pasiva):
Apêndice Verbal, pág. 208.
“Olivro foi comprado por mim”. = El libro fue comprado por mi.

^ El agente de la acción (sujeto gram atical de la frase activa


(Eu = Yo) p a sa, en la pasiva, a un lugar secundario (complemento
agente de la pasiva) pudiendo, en g e n e ral, suprim irse (vd. ud. 5).

'■& En el lenguaje coloquial se usan , generalm ente, las frases


pasivas cuando no se quiere, no se puede o no se debe expresar el
agente de la acción. De ah í el frecuente em pleo de las pasivas con
fabrico (m.) = fabricación (f.) SE, las cuales im piden la presencia del agente (vd. ud. 5):
“Nessa loja vende-se vinho do Pono”.
En esa tienda se vende vino de Oporto.

A.
Dé forma passiva à s seguintes frases:

Ex.: Fernando Pessoa criou os heterónimos.


,
r* Os heterónimos foram criados por Femando Pessoa.

1. Philips inventou o Compact Disc.

. 2. Fleming descobriu a penicilina.


r * .....................................................................................................................
i 3. A portuguesa Rosa Mota ganhou a maratona dos Jogos de Seúl.

4. Charlton Heston interpretou "Ben Hur".


r*...............................................
5. Gutemberg inventou a imprensa.

6. A Madre Teresa de Calcutá ganhou o Premio Nobel da Paz em 1979.


r * ..................................................................................................................................................
7. Gago Coutinho e Sacadura Cabral efectuaram o primeiro voo sobre o Atlântico Sul.
r » ...................................................................................................................................................
8. Franz Kafka escreveu "A Metamorfose".
r * ...................................................................................................................................................
9. Stephen Hawking divulgou as grandes teorias da Física e da Cosmologia.

10. Henry Ford revolucionou o fabrico de automóveis ao introduzir a produção em


serie.

q u aren ta e três
4 M OD O IN DICATIVO Q

i®5 Presente
• O Luís com pra um livro • Um livro é com prado pelo Luís.
• O Luís está a com prar um livro. • Um livro está a ser com prado pelo Luís.
i®“ Passado
• Ontem o Luís com prou um livro. • Ontem um livro foi com prado pelo Luís.
• O Luís tem com prado um livro por semana. • Um livro tem sido com prado por semana pelo
Luís.
• Dantes o Luís com prava muitos livros. • Muitos livros eram com prados dantes pelo
Luís.
• O Luís estava a com prar um livro quando o • Um livro estava a ser com prado pelo Luís
Pedro chegou. quando o Pedro chegou.
• O Luís já tinha com prado o livro quando o • O livro já tinha sido com prado pelo Luís
Pedro chegou. quando o Pedro chegou.
• O Luís com prara um livro antes de o Pedro • Um livro tora com prado pelo Luís antes de o
chegar. Pedro chegar.

r” Futuro
• O Luís com prará um livro na Feira. • Um livro será com prado pelo Luís na Feira.
• O Luís terá com prado um livro na Feira. • Um Livro terá sido com prado pelo Luís na
Feira.
• O Luís vai com prar um livro. • Um livro vai ser com prado pelo Luís.
• O Luís há-de com prar um livro na Feira. • Um livro há-de ser com prado pelo Luís na
Feira.
• O Luís deve com prar um livro na Feira. • Um livro deve ser com prado pelo Luís na
Feira.
• O Luís tem de com prar um livro na feira. • Um livro tem de ser com prado pelo Luís na
Feira.
//«
! *5

su i
jp 0 M OD O C O N JU N T IV O #

d ” Presente
• Talvez o Luís com pre um livro. • Talvez o livro seja com prado pelo Luís.
• Talvez o Luís esteja a com prar um livro. • Talvez o livro esteja a ser com prado pelo
Luís.
i®5 P assad o
• Espero que tenhas com prado o livro que te • Espero que o livro que te pedi tenha sido
pedi. com prado.
• Pensei que com prasses um livro menos caro. • Pensei que um livro menos caro fosse com ­
prado (por ti).
• O pai duvidava que eu tivesse encontrado o • O pai duvidava que o livro tivesse sido
livro sozinho. encontrado só por mim.

d= Futuro
• Quando lerm os o livro saberemos mais um • Quando o livro for lido, saberemos mais um
pouco de música. pouco de música.
• Se na próxima semana já tiverm os lido o • Se na próxima semana o livro já tiver sido
livro, podemos comprar outro. lido, podemos comprar outro.

q u aren ta e q u atro
vV. j,/fp
'^ >'
Consulte o quadro anterior e complete o seguinte exercí­

4
cio substituindo a s frases activas por frases passivas.

Espero que todos tragam os trabalhos de casa.

UriidUde
P* Espero que os trabalhos de casa sejam trazidos por todos.

A Lola vai abrir uma delegação em Faro.


í*
O Pedro tem acabado as aulas sempre às sete.
í* ........................................................................................................
O dr. Pereira está a pôr a mesa.
I*........................................................................................................
Talvez a D. Clara esteja a fazer o jantar.
P*.............................................................................................. ..............
Duas crianças viram uma baleia na Praça do Comércio.

O Luís e o Pedro hão-de escrever uma carta à Lola.


f * ........................................................................................................
A mãe da Clara contava-lhe sempre uma história antes de ela adormecer.
£»• **r* i f5* ........................................................................................................
Talvez acendam as luzes às nove horas.
F“ ....
9. O dr. Pereira bebe um digestivo depois do café.
f*
10 . O Pedro e o Luís verão o filme "Matrix" no Monumental Saldanha.

A livraria foi aberta pelas


mãos de Salvador Santos Romano no ano de
1914, como pequena loja onde era vendida basica­
mente literatura de cordel. A loja foi apelidada de
Transform e em activas a s seguintes frases passivas. — ~
"Barateira" pela variedade e bons preços, nome
que ainda hoje é mantido. A filosofia dos preços Ex.: O traficante fora inicialmente interceptado por um agente policial.
baratos, essa também permanece intacta, apenas o
I* Um agente policial in te r c e p ta r a inicialmente o traficante.
tipo de livros e a localização da loja foram muda­
dos. Como o negócio prosperou, em 1930 a casa foi 1. Uma apreensão de droga, com um valor a rondar os 2600 contos, foi feita
mudada para a Rua da Trindade, local onde ainda or três agentes lisboetas.
se encontra. 0 espaço foi aumentado e passaram a 8
ser vendidos livros em 2a mão. Esta livraria viveu o 2. O aparelho vai ser obrigado a fazer uma escala em Boston para deixar um
seu apogeu nos anos 60, quando o pai do actual passageiro, que foi detido pelas autoridades e depois será transportado
dono estava à frente do negócio, mas ainda hoje é ara um hospital local por uma ambulância.
muito conhecida principalmente pela camada mais
jovem, que é aliciada pelos preços e pelas edições
antigas de alguns livros. 3. Os passeios no comboio turístico de São Jacinto, vão ser suspensos a partir
In Xis, Revista de Correio da M anhã,
deste fim-de-semana.
n ° 1 6 ,1 9 /6 /9 9 (A daptação). I*......................
O decreto-lei que regulamenta as características técnicas dos separadores
n f, dos táxis foi ontem publicado pelo "Diário da República".

5. A fundação terá a sua sede na Universidade Católica e será aberta uma


conta para a recepção de donativos.
¡P* '’
6. Muitas fotografias têm sido tiradas pelo Luís.
r*.....................................................................................
7. Dois pratos de feijoada eram comidos por ele quando era mais novo.
.... '

8. O jantar já terá sido feito pela mãe quando nós chegarmos a casa.
í* ‘ ’
9. O primeiro passo já foi dado com a construção do coreto, no qual vão ser
instalados um salão e as casas de banho.
r*........................................................................................................
¡L lT
|r * U ‘ i
10. Devido à chegada dos emigrantes, em Julho e Agosto, o horário da piscina
será alargado.

q u aren ta e cin co 45
U n id ad es

: [8.06.1859]: O rei D. Pedro V, de Portugal, cria o


Curso Superior de Letras.
t* A oito de Junho de mil oitocentos e cinquenta
e nove é criado o Curso Superior de Letras pelo
rei dom Pedro V, de Portugal.

1. [8.06.1971]: No Chile, o presidente Salvador


Allende declara o estado de emergência.
> ......................................................................

2. [8.06.1981]: A Assembleia da República Portuguesa aprova, por maioria, a Lei Anti­


terrorismo.
....................................................................................................................

3. [8.06.1998]: 185 países membros da ONU assinam, em Nova Iorque, um compro­


misso internacional de luta contra o narcotráfico.
....................................................................................................................

4. [19.06.1983]: O presidente Eanes inaugura o Congresso Internacional dos Descobri­


mentos Portugueses e a Europa do Renascimento.
....................................................................................................................

5. [19.06.1984]: As autoridades portuguesas desencadeiam em todo o país uma ope­


ração policial contra as "Forças Populares 25 de Abril".
....................................................................................................................

[19.6.1911]: O primeiro Parlamento da República adopta "A Portuguesa" como


Hino Nacional e o governo estabelece o encarnado, o amarelo e o verde como as
cores oficiais da bandeira portuguesa.

........................................................................................................................
7. [22-06.1981]: O Parlamento espanhol aprova a lei do divórcio.
r*.......................................................................................

[22.06.1988]: Portugal, Moçambique e a África do Sul assinam


barragem de Cahora Bassa.

q u aren ta e seis

4
+ expressões de tempo

U nidade
Há quanto tem po? Indique o tempo decorrido desde a s efem érides refe­
ridas no exercício anterior até à presente data. (Se for preciso modifique a
data actual).

Ex.: [8.06.1859/11.2000]: l* Estamos em Novembro de dois mil. O Curso Superior de Letras foi cria­
do há cento e quarenta e um anos pelo rei dom Pedro V, de Portugal.

1. [8.06.1971/11.2000]: í* .

2. [8.06.1981/11.2000]: I*

3. [8.06.1998/11.2000]: I*

6 ----
Responda às seguintes perguntas com frases passivas.

Ex.: Foram vocês que viram a Feira do Livro?


r* Fomos, fomos. A Feira do Livro fo i vista por nós.

1. Foi a senhora que escreveu o romance?


I* .....................................................................................................................
2. Eles tinham entregado o relatório na data marcada?
h*.................................................. ..................................................................
3. O árbitro já tinha expulsado dois jogadores antes dos primeiros dez minutos?
f * .................................................................................................................................................................................

4. Acreditas que o cão tenha salvado as crianças?


> .....................................................................................................................
5. O presidente aceitou a vossa proposta?
r « ...................................................................................................................................................
Cor)'
6. Ninguém tinha acendido a luz? f 0
A*>ênd?ce da
7. Uma mulher polícia tinha prendido os ladrões?
p»............................................................................................................................
8. A caça excessiva tem extinguido muitas espécies no mundo?
f‘« ......................................................................................................................................................................... .......

9. O Luís está a fazer o trabalho de casa?


h .....................................................................................................................
10. Os alunos ganharam o primeiro prémio no concurso?
r * .....................................................................................................................

q u aren ta e sete
Unidade

Já sabe ' com atenção os '


que o som [v] unicamen­ seguintes poemas,
te pode ser representado sublinhe todos os b e
pela consoante v, e o os v e repita em
vio lão N. voz alta. /
L s o m Ib] pela letra h .A

o vilão
Havia a viola da vila.
A viola e o violão.
Do vilão era a viola.
E da Olivia o violão.
O violão da Olivia dava A D a n ç a ao B
vida à vila, à vila dela.
O violão duvidava Um dia o boi, o burro, o besouro,
da vida, da viola e dela. o borrego, o búfalo e a borboleta
Não vive Olivia na vila. repararam que os seus nomes
Na vila nem na viola. começavam todos por b.
O vilão levou-lhe a vida, Disseram ao mesmo tempo:
levando o violão dela. Que bonito!
No vale, a vila de Olivia O bacalhau, o berbigão, o besugo
vela a vida e o búzio, lá no mar
no seu violão vivida repararam que os seus nomes
e por um vilão levada. também começavam por b.
Cecüia Meireles, Ou Isto ou Aquilo
E disseram todos assim:
(adaptação). Que bonito!
Veio logo uma baleia de longe,
a gritar: Esperem,
Além dos nomes de an im ais que aparecem
no poem a, procure outros 18 contendo b. esperem aí por mim!
Maria Alberta Mencres, Um Peixe nu Ar,

viola (f.) = guitarra (f.)


besouro (m.)
borboleta (f.)
berbigão (m.)
buzio (m.)

q u aren ta e oi
oito
4
D i á l o g o ! 2

U nidade
Na Gulbenkian

A visita à feira do livro foi demorada. O Luís e o Pedro ñcaram cansados


e resolveram ir até à Gulbenkian descansar. O Pedro já não se lembrava
muito bem do jardim, pois há muito tempo que não ia para aqueles lados.

Luís: Agora descansamos aqui um pouco e depois vamos lá dentro ver se há


alguma exposição interessante ou algum espectáculo a que possamos ir.
Pedro: Aqui é a Embaixada de Espanha, não é?
Luís: É, é. E essa praça enorme é a Praça de Espanha, que tem sofrido várias
alterações nos últimos anos.
Pedro: Como é que Calouste Gulbenkian conseguiu uma tão grande fortuna para
construir tudo isto?
Luís: Fundamentalmente pela exploração do petróleo no norte do Iraque. Veio para Portugal
em 1942 e aqui se fixou e viveu até à morte, em 1955.
Pedro: Sabes uma coisa? Ali há uma exposição interessante. Têm de lá saído muitas pessoas
com catálogos.

Complete a s seguintes notícias com as form as ad eq u ad as dos


verbos entre parênteses, de modo a construir frases passivas.

i volt Um ___

K
I P ara° l
P~ * r ^ Z ? o E u t T f

■ Presidem,
- e m TwS r°Rda
3 A d m in—i s tV«u
ra mT t. qUe taIta I
cadeado (m.) do (m.) medidas n ecessári ICa' llue ema transmitiu ontem
frisar
- leslacar o n o i ^ J ^ R ) Ts
verba (f.)

i h°letiris

d o s, 56/3171 destruj ^ Ç W A ISV IG »aD A ^


r mais vigia-
mvestinaentos

I formada,e Vfoto " lo l d» i> Pa,“


"ú »«-*£5S£>1t£‘e co
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de frontei-
. *« » • d c „ a d o n a ld e c o ^ ..................
Neste I fechada tod tambem ■■ aUtorida-

ámlância costeira
S verbas p ara
™ ”' M SBLOQUEAW as g R :al

A S ? ,Ct <*. r r S h a l c t a » t» ta .......


no
; Peio PSD ....... (C,a ^!H a R) \ aclul Ç R ainda este a^ aS , prevendo -56

I .......... " " 7 ' minio, que r* \ (D tv um - daS re na 1


1 longo
£ arejue das 'N ^ ¿ ÁLlZAR) no \ P*óxitn° an° “ (INVESTIR) v radar
j f* s Naçoes, dia 23 já ain d a............... 1 a de vigilância pc IA R)
I í8 -700 votos (R E cEBER) \ melhoria do sistem ........................
(EOMBN
Para meelhor ar o

|
de Estrange■iros

■ .____ â^Lpiaçã<)). I combate à imrgWÇa 0 1 g igua\mente -


~ —— —j ^ pmnteiras . ¡ a de 20ü novos elemento
\ (DOTAR) comcerc lnCorre.o l -

q u aren ta e nove
feiçoamento, entre
outras actividades.
Da responsabili­
dade da fundação são
também as revistas
Colóquio/Artes, Coló­
q u i o / L e t r a s ,
Colóquio/Ciências e
Colóquio/Educação e
Sociedade, bem como
um serviço de edu­
cação que, entre
outros projectos, se
dedica a edições de
textos para um públi­
co universitário. Há
ainda um serviço de
bibliotecas e apoio à
leitura que, desde
1960, promove a des­
centralização cultural,
nomeadamente atra­
vés de uma rede de
A fundação Calouste bibliotecas fixas e iti­
Gulbenkian tem sede em Lis­ nerantes espalhadas
boa e ainda uma delegação por todo o país. Em
em Londres e um Centro Cul­ 1961, foi fundado o
tural em Paris. Através dos Instituto Gulbenkian de
seus serviços internacionais, Ciência, actualmente
as suas actividades têm-se ligado, sobretudo, à
estendido, nas várias áreas a área da biologia. Tam­
que se dedica, a outros países bém na área científica
do mundo, com destaque, existe um serviço de
mais recentemente, para o apoio a projectos de
Brasil e para os países africa­ investigação e atri­
nos de língua oficial portu­ buição de bolsas de
guesa. estudo dentro e fora
De acordo com o testa­ de Portugal.
mento do fundador, esta ins­ A nível interna-
tituição tem objectivos carita­ cional, destaca-se,
tivos, artísticos, educativos e museu estão ligadas activi­ musical, dedica-se à for­ para além do apoio
científicos. Das várias acções dades culturais, exposições mação e aperfeiçoamento prestado às comuni­
que tem levado a cabo ao temporárias e edições de de profissionais da música, dades arménias espa­
longo da sua história, desta­ catálogos. procurando simultanea­ lhadas pelo mundo, a
cam-se, na área da saúde e A fundação dispõe mente descentralizar e promoção da cultura
protecção social, os progra­ ainda de uma biblioteca divulgar junto do público a portuguesa e o
mas de apoio, geralmente geral de arte, especializada cultura musical. A Fun­ intercâmbio cultural
através de subsídios, a insti­ em história de arte e em lite­ dação Calouste Gulbenkian com outros países, em
tuições de assistência social. ratura, história e cultura dispõe ainda da Orquestra conjunto com insti­
Na área das artes, a fundação portuguesas. O seu espólio Gulbenkian (1962), do Coro tuições estrangeiras.
tem apoiado e desenvolvido foi constituído a partir da Gulbenkian (1964) e do Ballet A Fundação Calouste
iniciativas ligadas à museolo- colecção de Calouste Gul- Gulbenkian (1965), dedicado Gulbenkian tem ainda
gia, museografia, artes plásti­ benkian e de outras actualmente ao bailado con­ colaborado na defesa
cas, história da arte, arqueo­ colecções particulares. temporâneo. Organiza e preservação do
logia, estética, música, Fazem também parte desta regularmente concertos, património histórico-
bailado, teatro, cinema e acti­ instituição o Centro de Arte representações de bailado, cultural português no
vidades editoriais. Assim, Moderna José de Azeredo Per­ jornadas anuais de música mundo.
dispõe desde 1969 do Museu digão, que inclui um Museu antiga e de música contem­ In Enciclopédia
Calouste Gulbenkian, que con­ de Arte Moderna (com obras porânea, ciclos de grandes Universal Multimédia
tém o valioso espólio artístico portuguesas e estrangeiras e orquestras, edições, gra­ (Adaptação).
adquirido pelo seu fundador. um centro de documen­ vações e cursos de aper-
Deste espólio fazem parte tação e pesquisa) e o Serviço
colecções de pintura euro­ de Animação, Criação Artísti­
peia, escultura egípcia, cerâ­ ca e Educação Pela Arte
micas orientais, vidros sírios, (ACARTE), ligado às artes bailado (m.)
mobiliário, tapeçaria, joalha­ do espectáculo contemporâ­ joalharia (f.)
ria, numismática antiga, e neas (marionetas, dança,
manuscritos e livros antigos. cinema, música).
O espólio, que Gulbenkian As suas instalações em fazer parte de
pretendia ver reunido num Lisboa dispõem de um jar­
aperfeiçoamento (m.)
único edifício, encontra-se dim onde se encontra uma
em Portugal desde 1960 e nas exposição permanente de nomeadamente
actuais instalações do museu escultura moderna portu­ espalhado
desde a criação deste. Ao guesa e estrangeira. Na área
bolsa (f.) (de estudo) ■beca if.)

cin q u en ta
10 r ­

4
De acordo com o texto coloque X no qu adrado certo.

O texto diz: V F

U nidade
1. que a FCG tem várias sedes...................................................................
2. que os objectivos da FCG são apenas caritativos.............................
3. que a FCG apoia, através de subsídios, instituições de assistên­ —
cia social......................................................................................................
4. que o Museu Calouste Gulbenkian é anterior à década de ses­

senta............................................................................................................ □ □
5. que o espólio de C. Gulbenkian se encontra em Portugal desde
1960.............................................................................................................. □ □
6. que proximamente vai ser inaugurada uma biblioteca geral de
arte............................................................................................................... □ □
7. que concertos são regularmente organizados pela FCG...............
8. que há várias revistas que são publicadas pela FCG.....................
9. que os universitários contribuem para a publicação dos textos
da Fundação Calouste Gulbenkian.....................................................
10. que a FCG atribui bolsas para apoio à investigação fora de Por­
□ □
tugal.............................................................................................................
□ □

Para a generalidade dos portugueses com mais de trinta anos, a


mais remota memória de um primeiro contacto directo com um
espaço cheio de livros não poderá deixar de desembocar nas velhas
carrinhas da Gulbenkian.
Construíram-se imensos imaginários em torno daqueles
homens, que, com uma espantosa pontualidade, apareciam todos os
meses, no dia, no local e à hora marcada, para abrirem as misteriosas
, portas carregados de mundos nunca sonhados.
O país mudou e as carrinhas também. Foram em geral transferidas para
a titularidade das Câmaras Municipais. Contudo, a Gulbenkian continua a

Í
WL- I ser o principal fornecedor.
Este pioneiro serviço de leitura foi criado em 1958. O escritor Bran-
% í j t k i í qui nho da Fonseca foi o primeiro director de serviço. A apresentação das
primeiras quinze Bibliotecas itinerantes ocorreu em Lisboa, a 13 de Maio de
1958, na Praça Luís de Camões. A primeira unidade entrou em funcionamen­
to a 5 de Junho, em Alenquer.
Pela primeira vez os portugueses que sabiam ler tinham à sua disposição os grandes romances da literatura
universal ou nacional, obras especializadas, didácticas e de referência.
Em quarenta anos de actividade, a rede de leitura pública da Gulbenkian adquiriu 9 milhões 27 mil 716 livros
e outros documentos em diversos suportes, e atendeu 56 milhões 962 mil 637 leitores, que requisitaram 171 milhões
43 mil 341 obras.
In Expresso, 22/M a io /99 (Adaptação).

fornecedor (m.)
11 Escreva por extenso os números
requisitar
que aparecem no último parágrafo.

1. A Gulbenkian adquiriu P* .

. livros.
2. A Gulbenkian atendeu f* ,

. leitores.
3. Os leitores requisitaram f* .

. obras.

cinquenta e um
Unidade 4

Calouste Sarkis Gulbenkian (n. 1869

Homem de negócios arménio, naturalizado inglês em 1902. Proveniente de uma família de


comerciantes abastados, estudou em Londres e veio a ser
um dos pioneiros da indústria petrolífera no Médio
Oriente. Fundou, em 1912, uma Companhia de
Petróleo Turca, que alargou em 1920 para formar
uma Companhia de Petróleo Iraquiana.
Amador e coleccionador de arte, reuniu uma
valiosa colecção que, posteriormente, veio a
jjjR constituir o espólio do Museu Calouste Gulben-
§Pp \ kian. Foi ainda protector das comunidades armé-
‘ nias espalhadas pelo mundo.
Foi cônsul-geral do Irão em Paris a partir de 1939 e
refugiou-se em Portugal três anos mais tarde, país
onde permaneceu até à data da sua morte.
-- ;.ai || | Por testamento de 1953, criou a fundação

#
Í| | ’’ que hoje tem o seu nome, e que é herdeira
Id e grande parte da sua fortuna, das suas
|§colecções de arte e da sua biblioteca pesso-

W H

Pedir informações sobre um facto; Sabes se posso encontrar aqui um


método de estudo de viola dedilhada?
Responder a pedido de informações; Não sei.
Anunciar um facto; Sabes uma coisa?
Pedir informações sobre capacida­ És capaz de dizer quandos livros há
des; aqui na feira?
Dar informações sobre capacidades; Sou capaz de fazer uma estimativa
mas...
Exprimir menosprezo; Ora essa! Isso é uma patetice!
Aproximar ao presente factos que O rei D. Pedro V. de Portugal, cria o
descrevemos ou narramos aconte­ Curso Superior de Letras.
cidos no passado;
Indicar o tempo decorrido desde O Curso Superior de Letras fo i criado
que aconteceu uma acção; há 141 anos.

cinquenta e dois (duas)


ü
m
&

.•JÜ)

m
p

No fim da unidade saberá:

a p *e íia ’

„dicolWo-
^ ocssW o

os verbo5
issWO.
j\volOtes s*
í9 o\ores («

,o coirr os
W»sõ©V

cinquenta e três
D i á l o g o |
U nidade

No Marquês de Pombal

Após um bom pequeno-almoço, os dois irmãos foram apanhar o metro à estação da Rotunda. O Pedro
apreciou demoradamente a estátua do Marquês de Pombal e quis mesmo tirar uma fotografia.

Pedro: Não percebo o que é que tudo isto quer dizer.


Luís: Cada figura destas tem uma simbologia própria. Depois explico-te porque está aqui esta estátua e
porque estão aqui estas figuras. Mas agora desçamos e vamos apanhar o metro. A esta hora há
5

muito movimento.
Pedro: Tens dinheiro trocado para os bilhetes pré-comprados?
Luís: Não tenho, mas não há problema porque a máquina dá troco.
Pedro: Tens de me explicar como é que isso funciona porque algum dia virei sozinho
e...
Luís: E fácil. Primeiro adquire-se o bilhete ou módulo de bilhetes na máqui­
na, depois consulta-se a rede do metro para saber onde fica a
estação para onde se quer ir e finalmente descem-se as escadas
para o cais adequado.
Pedro: Tens de me explicar ainda outra coisa: para que ser­
vem estas caixas azuis?
Luís: São obliteradores. Servem para validar o
bilhete com a data e a hora da tua entra­
da no cais; o bilhete só é válido
depois de obliterado.
Pedro: Li não sei onde que no metro de Lisboa
há muitos borlistas.
Luís: Sim, mas vão colocar torniquetes de con­
trolo em todas as entradas e isso vai acabar.

_ Oí/vTü o
t e t e j o r p a l <ta +ar</e? V ã o ?
Em </er+a<joe a p a r e c ia a seguir\*e
n o tíc ia ; “Foram detidos três sujeitos, de ida
des compreendidas entre os 19 e os 40 anos,
^ p o r furto do interior de uma quinta de
Cascais”.

borlista (m/f.) = gorrón (m.)


módulo (m.) = bono (m.)

Formação da frase passiva: omissão do complemento agente

ACTIVA Sujeitp Verbo


ll t e jf i p * !
Detêm,
Vão deter

Sujeito
foram detidos
Três sujeitos são detidos
vão ser detidos

cinquenta e quatro
Unidade 5
Transform e a s seguintes notícias ap arecid as no Correio da
M a nh ã em frases activas.

Ex.: A decisão foi tomada numa assembleia geral extraordinária.


P Tomaram a decisão numa assembleia geral extraordinária.

1. No dia de S. João vai ser inaugurada a feira do livro, na Praça da República.


...................................................................................................................
2. O aeroporto de Pristina será aberto a todas as forças que integram a KFOR.

3. Cartões com porta-moedas recarregável vão ser testados em torniquetes experi­


mentais que se encontram nas estações de Campo Grande e Cais do Sodré.

4. A retirada dos soldados deverá ser concluída no prazo estipulado.


......................................................................................................
5. Mosteiro de Tarouca vai ser recuperado.

6. A recuperação estava orçada em meio milhão de contos mas já foram gastos cerca
de 200 mil.

7. Cerca de 1600 peças de vestuário foram apreendidas em Évora a um vendedor


ambulante.
........................................................................................................................................................
8. Um indivíduo que se passeava vestido com um uniforme da PSP foi detido e pre­
sente a tribunal.
........................................................................................................................
9. Foi criada em Portimão a Associação Cabo-Verdiana-Algarve.
........................................................................................................................
10. Mil contos vão ser investidos no distrito do Porto, na construção de infra-estruturas
florestais. ,,,,

r £xp(i- X
ca-Me c o m o é
qu e s e v a l a t é
ao M arq uês </e
'v PoMfca(.^i(

Jf Â
a) O Luís saiu de casa às 7h. 7h

Ifc 0? verfco s in tra n sitiv o ? ,


m í c o n s t r u í d o s n a v o z """ p a s s iv a coto par­
t í c u l a a p a s s i v a n t e , par a d e i x a r i n d e -
t e r t o i n a d o o s u j e i t o e o á j e n t e da
a c ç ã o , f i c a to s e t o f > r e n o s í n j o -
( a r.
"Em Lisboa vive-se bem."
"Trabalha-se muito". "Esta escola possui uma boa biblioteca"
M a s o s v e r f c o ? t r a n s i t i v o s , etoj> r e * Sujeito Verbo C. D irecto

ja t o - s e no s i n j ü l a r o u no plu­
r a l, c o n fo rm e o s u je ito é do s In jo ( a r "Eu queria uma cerveja".
Suj. Verbo C. D irecto
o u d o ;> (u ra (;
"O livro comprou-se barato."
(= foi comprado).
"Os livros compraram-se baratos."
(= foram comprados). Oração incorrecta.

cinqüenta e cinco
Unidade 5
O uça com atenção e identifique a s form as
verbais que aparecem no poem a.

a
d&
I N S E C T O
eftte
A lagarta comia
comeu
comera
A polpa doce de uma bela pêra.

Já farta de comer, de digerir


Procurou uma fresta para dormir.

E dorme
dormirá
dormiria
tanto de noite como em pleno dia.

Durante o sono mudou forma e cor. x eoiMÍa [v Pre+« íiviperfei+o c/o (oc/Fc,
Já não parece bicho mas flor.
2................. .. h *..............................................................
Alice Gomes, Bichinho Poeta.
Ed. de A u to r.
3................. . > ..............................................................

4................. . > ..............................................................

V
fresta (f.)
5................. >

6................. . >

7................. >
..............................................................

..............................................................

..............................................................

8................. . > ..............................................................

9................. > ..............................................................

10................. > ..............................................................

11.................. > ..............................................................

Á. 12.................. > ..............................................................


. <L
3
Escreva uma frase com cada um dos tempos que aparecem no
§81 poem a.

1.

2. f*

3.
4. p

5. u

6.

7. ¡V

8. 1*

9.

10. r*

11. t*

12. r*

cinquenta e seis
H” *

RLUGRSE

5
q u rrtd s
E CRSR

Vn idade
RDOHSFOR
REN T

Partícula apassivante (SE)


3a pessoa

Singular Plural

(Uma barca é vendida ) (Uns quartos são alugados

Vende-se (uma barca) Alugam-se ((uns) quartos)

volum e 1, un id ad e 9 , pag. 126.

u d a

Hay muchos participios


que, aunque pasivos en la
forma, presentan una significa­
ción activa:
É entendido nesses assuntos, muito
lido, mas muito precipitado.
(= entende, lê, precipita-se).

olveram o problema do presente.


___
CS" O problema do pre sente foi resolvido.

KSr1 O problema do presente já está resolvido.

KS1 O gobierna do pres mte ficou resolvido.

cinquenta e sete
O bserve as fotografias e complete os balões com o par'
tlcípio passado dos verbos que se seguem .
Unidade 5
r A, Mera j é
er+a ( j o r t a

£ r+e j o j o n ao
er+a

0 espe(h o
e ita

0 *>eíxe ^AMartha ^
aínd a nao te nfi o ü M
es+a ex a Me. fs+ o u

de (iMpar
talfierer..

Sa fr e ria r \ Complete com a form a ad eq u ad a do participio dos v e r


dízer <¡oa( dos v e r ­ bos entre parênteses.
t e r do e x e r c íc io ¥
+eM a j e n a r f a r t i c í - Ex.: Um homem de 31 anos foi f* detido anteontem. (DETER)
\bío ta sra d o r e j o -
(ar?
Na realização de urna busca à sua residência foram í4* .......................... 1330
contos em notas falsas. (ENCONTRAR)
Foram ainda P* ......................... duas viaturas, dois telemóveis e uma
balança de precisão. (APREENDER)
Assim que os organismos internacionais competentes autorizem os repa­
triamentos, eles serão I4* .......................... de imediato. (FAZER)
Cerca de quatro mil pares de chinelos foram IN ........................ de uma
fábrica de calçado em Aveiro, num valor de 2500 contos. (FURTAR)
Com 52 anos, Carlos dos Santos foi F ".......................... presidente da empre­
sa na qual trabalhava há 35 anos. (ELEGER)
6. O documento será r * ainda este mês. (ASSINAR)

cinquenta e oito
f a verfcoi
í u e ¡ aléw da fortoa
r e j u t a r J o />ar+icí(>io p a s­
s a d o , têto utoa o u t ra . A fortwa
r e g u la r e n r e j a -s e ; .?era|(«ente¡
j u n+o J o s a u x i li a r e s te r e IA
h a v e r ; ao passo <jue as fortvias
i r r e g u l a r e s s e eonyujaivi
(>rinc?()3(Men+e cor« ser,
U
e estar*

B
•-. ■
ü
i- é - ü - l- t - e
neste volum e, A péndice V e rb a l, pág. 208.

Verbos a u x i l i a r e s

El verbo m ás usado en la cons­


trucción pasiva, al igual que en español, cr
es el verbo SER:
“0 banco Mcercado Dela policia"
El banco fue cercado por la policía.
No obstante, se em plea tam bién
%■
el verbo ESTAR y el verbo FICAR (= que­
dar):
“0 banco osla cercado pela policia"
El banco está cercado por la policía.
"0 banco ficou cercado pola policía
El banco quedó cercado por la policía..
^ La diferencia fundam ental es Transform e, quando possível, a s p a s­
que: sivas de resultado do exercício
1. Las prim eras (con SER) encaran el pro­ em frases activas e frases passivas.
ceso verbal como una acción eventual­
mente concluida. Ex.: A mesa já está posta:
2 . Las segu ndas adm iten tal proceso
a) b* Já pus a mesa.
como un estado, im plicando el verbo
FICAR, ad em ás, la idea de cam bio, de b) P* A mesa já fo i posta, (por mim)
paso de un estado a otro.
1. a) r * ....
^ Las pasivas con ESTAR/FICAR se
b) f * .
usan habitualm ente sin el complemento
agente expreso, p ara destacar, precisa­ 2. a) b *..
m ente, el estado resultante del proceso: b) |!' ....
“0 relatório está concluido”. = El informe está concluido, 3. a) í * ....
“0 relatório ficou concluido (ou fim concluido boje)'
El informe ha quedado concluido (quedará concluido hoy).
b) r * ...
“0 Luís está constipado”. = Luis está acatarrado. 4. a) f" . ..
0 Luísficou constipado (oitfica constipado sempre b) f * .
que toma banbo com água friaj.
5. a) f * ....
Luis se ha acatarrado (Luis se acatarra siempre que se baña
con agua fria). b) f* ....
5.1. a > í*
R e p a r e
b) !*....
...que el em pleo del verbo en pre­
6. a) f * ....
sente exige la explicitación de un comple­
mento que localiza el término del proceso b) ....
o indica su condición de realización. 7. a) í*
...que hay verbos que por su signifi­
b) fc....
cación no perm itirán su traducción literal
al español cuando en port. sea usado 8. a) l m
como auxiliar el verbo FICAR. b) f* ....

cinquenta e nove
I J S J S

À tarde apanharam um autocarro numa paragem e decidiram


íS í j

ir ao cinema.
Desceram junto ao Marquês de Pombal, foram pela Avenida
Fontes Pereira de Melo, passaram pelo Centro Comercial Imaviz
Up :

e entraram no Centro Comercial Saldanha.


§

Pedro: Que filme vamos ver?


Luís: Gostas do Matrix?
Pedro: A que horas é?
Luís: Começa daqui por meia hora, na sala 6.
Pedro: Pode ser. Assim ainda temos tempo de dar uma volta pelas lojas do
Centro Comercial. Vai lá comprar os bilhetes para a próxima sessão,
antes que esgote.
Luís: Não há problema! Hoje não é fim-de-semana, não há o perigo de a
sala esgotar.
Pedro: Viste alguma crítica acerca do filme?
Luís: Não. Tenho visto de outros, mas desse não. Um amigo meu é que o viu
e disse que era bom, que tinha ficado deliciado. Mas olha, vamos antes
ver essa loja de canetas. Está aberta e podemos comprar uma para o pai. ^
Pedro: Óptimo! Assim fica resolvido o problema do presente para o seu aniversário

esgotar
lenda (f.) —leyenda (f.)
deter = detener;
poseer, tener
en su poder

se ssen ta
Unidade 5
Ex. Falar / Espanhol, f* F a la - s e espanhol.

1. Oferecer/empregada doméstica. 9. Admitir/ pedreiros.


fs*
2. Subalugar / pastelaria. 10. Procurar/casa de habitação em Faro.
.............................................................
3. Comprar/livros usados. 11. Ceder/loja de lãs.
r* ................................................................ r * ............................................................
4. Vender/lotes de terreno. 12. Aceitar/cartões de crédito.
í» f * .............................................................
5. Arrendar / oficina de electricidade. 13. Dar / explicações de Matemática.
IV
1* ^ .............................................................
6. Precisar/motorista. 14. Fazer/trabalhos à máquina.
F * ...................................................................
7. Reparar/computadores. 15. Procurar/sócio.
í * ................................................................... r * .............................................................
8. Preparar/exames por correspondência. 16. Servir/ refeições.
r * ................................................................... I’n
tm

sessenta e um
8
Complete as seguintes notícias breves ap arecid as em diferentes jornais.
ni

Ex.: Na localidade de Águas de Moura f* r e a liz a m - s e (REALIZAR) as tradicionais testas em honra '
de S. Pedro.

1. Às 19 horas f" ......................... (REPETIR) o desfile das marchas populares. í*


(SEGUIR) uma noite de variedades, com a realização da 2a Noite de Estrelas.
2. r * ........................(APRESENTAR) o espectáculo "O Dragão das Três Cabeças" no Café Teatro de |
Aveiro.
3. Ontem, no auditorio da Santa Casa da Misericordia, f * .........................(REALIZAR) uma sessão
de acompanhamento do Projecto Piloto de Modernização dos Sistemas de Abastecimento de
água.
4. F* ........................ (FESTEJAR) hoje no Museu da Lourinhã 15 anos da sua existencia com um
vasto programa de actividades. ijÉ '
5. F* ........................ (REALIZAR) hoje a primeira sessão da iniciativa "Palhas às Quintas" com o
debate do tema "A Tiranía do Corpo".
mi
6. Em Alcacer do Sal, à noite, F *.......................... (REALIZAR) as características cavalhadas, no pica­
deiro.
7. F * ........................ (SABER) que as acções destinadas a travar a entrada em Portugal aos estran­
geiros indocumentados vão ser postas em prática nos aeroportos dos países africanos.
8. Através do projecto "Amparo" .......................... (ESPERAR) melhorar as condições de vida dos I
idosos e a forma como são auxiliados. tTj.
9. Pelas 18h30 f * (OUVIR) o grupo Nova Blue sobre temas de Jean-François Lézè no •
Teatro D. Maria.
10. f * ........................(RECEBER) amanhã a estreia da peça "A Origem de Pier Paolo Pasolini", numa
L'Sv ‘Av5 v -Ü
encenação de Celso Cleto. i ¿I
11. O pianista australiano David Helfgott -cuja vida inspirou o filme "Shine"- fc .......................... À’
(APRESENTAR) em Portugal com dois concertos ao vivo.
12. h * ........................ (ENCERRAR) hoje o festival coral de música sacra com a actuação do Coro da
Cámara de Lisboa.
13. i * ........................(LANÇAR) hoje o livro intitulado "Bilingüismo ou Diglossia" no auditorio de
RDP-África, em Lisboa.

Transform e as seguintes orações p assivas segundo o modelo.


(Escreva por extenso as datas e os números).

Ex.: [7.7.1867]: É beatificado o padre portugués Miguel de Carvalho. i* A 7 de Julho de


mil oitocentos e sessenta e sete beatifica-se o padre portugués Miguel de Carvalho.

1. [22.6.1963]: É inaugurada a Ponte da Arrábida, no Porto.


f*

2. [12.10.1822]: No Rio de Janeiro é aclamado imperador do Brasil D. Pedro.


fw...................................................................................................................................................
3. [7.7.1986]: É posta à venda, cm Hong Kong, a I a ed. chinesa da revista "Playboy".
í * ....................................................................................................................................... ’...........
4. [7.7.1974]: Em Portugal, é criado o Comando Operacional do Continente, Copcon.
[N
5. [8.7.1992]: São comercializados em Portugal os primeiros medicamentos genéricos.
pSÉ
6. [8.7.19261: E destituido o presidente da República, general Gomes da Costa.
r*
I cav alh ad a (f.) I= torneo realizad o 7. [16.8.1999]: O primeiro prémio do concurso do Totoloto, no valor de 91.189.497
escudos, é entregue a um único apostador.

id o so (m .) I

8. [8.7.1964]: É concluído o Aeroporto do Funchal, na ilha da Madeira.


en ce n a çã o (f.) g escenificación (f.) i* .....................................................................................................
ao v iv o 9. [24.6.1793]: Em França, é adoptada a primeira constituição republicana.

to to lo to (m .) = lotería (f.) p rim itn a

sessenta e dois (duas)


5
Telefone

U nidade
em
Portugal
Portugal acompanhou sempre de perto a descoberta e os progressos do
telefone. Logo no ano seguinte ao da patente da invenção de Bell, s é realizaram,
com grande entusiasmo, as primeiras experiências em Lisboa. Encomendaram-se
da Alemanha um receptor e um transmissor telefónicos duplos e fez-se a monta­
gem entre o Observatório astronómico da Ajuda e o Observatório Meteorológico
da Escola Politécnica. Entre as duas estações mediavam cerca de três quilómetros.
As experiências deram excelentes resultados. O próprio rei, D. Luís, quis
assistir a uma delas e falou, da Politécnica, com o engenheiro Frederico Oom, que
se encontrava na Ajuda.
Experimentou-se a transmissão da palavra falada e da música. Tocou-se um
solo de flauta e um fado à guitarra com acompanhamento de viola.
Como o êxito fosse completo, preparou-se nova experiência, a maior distân­
cia, entre Lisboa e o Entroncamento, a qual demonstrou, cabalmente, a eficácia do
invento de Bell.
in Rómulo de Carvalho, História do Telefone. (Adaptação).

texto substituindo a partícula apassivante (SE)


Faça as transformações necessárias.

acom panhou setopre p erto s 4 e s c oj>çrta e os


<jo t e l e f o n e , Logv no ano se sra ín fe ao <ja p a t e n t e 4 a
<áe B d i ; / o r a m r e a liz a d a s * c o m jr r a n d e e n t u s ia s t o o ^ ..

E m 1879 a p re se n to u -se um m od elo telefón ico d a a u toria de um in v en ­


tor p ortu g u ês. C ristia n o A u g u sto Brarnão. E sta b e le c e ra m -s e con ver-
en tre as esta çõ es de Lisboa, Bom Su cesso, B arreiro e Setúbal.

sessenta e três
11 Reescreva a s duas receitas que se
U nidade

seguem . Comece como indicado.

Ingredientes:
8 v ie ira s ; 2 filetes de peixe b ranco; 6 colheres de a ze ite ; 1 cebo­
la ; 1 pim ento a m a re lo ; 4 tom ates; 1 dl. d e vinho b ranco; sa l;
pim enta.

Deixe abrir as vieiras em


5

lume forte. Depois


retire-as da casca e
corte-as em rodelinhas;
aloure numa
i frigideira com 3 co­
I lheres de azeite, uma
f.- cebola picada e
p depois junte as
9H * vieiras. Deixe
cozinhar durante
3 /4 minutos.
Junte 2 filetes de
peixe branco em
pedacinhos, 2 tiras de
pimento amarelo e os tomates
cortados em cubinhos. Borrife com o vinho
branco, tempere com sal e pimenta e deixe ao lume
durante alguns minutos.

alourar = dorar
borrifar = xoçiaj;., salpicar ■

2522 12 HSIE3
Ingredientes:
4 colheres (sopa) de óleo v e g e tal; 8 sa lsich a s d e porco; 225g de
b a ta tas; 2 a lh o s; 1 p êra co rtad a à s fatias fin in h as e envo lvid as
em 2 colheres de sum o d e lim ão ; 4 colheres de sumo de m açã;
2 colheres d e m el; 1 colher de m ostarda em g rã o ; 10Qg de q u ei­
jo.

Aqueça o óleo numa frigideira grande e junte as salsi­


chas. Frite-as durante 4 /5 minutos. Junte as batatas e o
alho e frite por mais 5 minutos; junte a pêra e frite por
mais 10 minutos. Volte todos os
ingredientes, várias vezes,
durante a coze­
dura. Mis­
ture o
sumo de
m a ç ã t
com o
mel e a
mos­
ta rd a
e
deite
na caçaro­
la. Envolva nesta
mistura todos os outros ingre­
dientes. Deixe ferver durante 2 minu­
tos e deite na mistura, tempere e sirva imediata­
mente com uma salada e pão torrado.

64 sessenta e quatro
T e x t o

5
Metro luta

Unidacjâe
f ão ser instalados no Metropolitano de Lisboa torniquetes ou
' portas nas estações, o que fechará a sua rede, acreditando ser
^possível quase erradicar as viagens à borla, actualmente da
ordem dos 12 milhões, o que, a preços actuais dos bilhetes,
representa mais de um milhão de contos.
Sabe-se que é impossível garantir que estas situações fraudulentas desa­
parecerão completamente, mas pensa-se que vão ser reduzidas drasticamente.
O novo sistema de controlo, em que o combate a estas fraudes constitui
uma das metas, incluirá a instalação de torniquetes ou portas, nunca as duas
soluções cm simultâneo, que se abrem automaticamente apenas perante a
apresentação de títulos válidos, os quais serão alterados.
Os bilhetes de cartão possuirão banda magnética, devendo os utentes passá-los numa célu­
la para entrar nos canais de acesso, e haverá um cartão electrónico com capacidade para substi­
tuir os passes actuais, mantendo as soluções tarifárias, e para ser recarregado pelos proprietários.
Cartões deste género, com porta-moedas recarregável, vão aliás ser testados em tornique­
tes experimentais que se encontram nas estações de Campo Grande, Oriente e Cais do Sodré.
Além dos torniquetes ou portas, a obra envolve a instalação de máquinas automáticas e
semi-automáticas de venda de bilhetes. Mas, apesar de haver a noção de que as situações de frau­
de tenderão a quase desaparecer, além de vigilantes junto dos canais de acesso, continuará a
haver fiscais a verificar a validade dos bilhetes e cartões, os quais possuirão equipamento portá­
til adequado às características técnicas do nosso sistema e aos futuros desafios em termos de fal­
sificação de títulos.
In Correio d a M an h ã, 19/6 /9 9 (Adaptação).

a borla = gratis
fraude ( ) = fraude (m.)
cartão (m.) = tarjeta (f.)
'V utente (m.) = usuario (m.)
testar = probar
fiscal (m.) = revisor (m.)

12
De acordo com o texto coloque no quadrado certo.

O texto diz: V F
1. que se sabe que é impossível que as situações fraudulentas desa­
pareçam definitivamente............................................................................
2 . que portas e torniquetes serão instalados em todas as estações do
□ □
3.
metropolitano................................................................................................ \
que os títulos serão alterados porque os actuais não abrem auto­
□ □
4.
maticamente as portas................................................................................. i
que os bilhetes de cartão poderão ser recarregados pelos utentes
□ □
5.
em qualquer célula antes de entrar nos canais de acesso....................
que os passes actuais serão substituídos por cartões electrónicos, |
□ □
6.
sem alterar a oferta de preços....................................................................
que os utentes deverão levar um porta-moedas com troco para
□ □
7.
entrar na estação do Cais do Sodré...........................................................
que os utentes poderão comprar os bilhetes também em máquinas
□ □
8.
semi-automáticas.......................................................................................
que os actuais fiscais serão reformados, pois não é preciso haver
□ □
vigilantes junto dos canais de acesso........................................................
□ □
sessenta e cinco 65
Marquês de Pombal (n .1 6 9 9 - t 1782)
De seu nome Sebastião José de Carvalho e Melo foi, se assim se pode dizer, a figura central do século XVIII
português. Ministro todo-poderoso do rei D. José, por ele passou o essencial da política da coroa entre 1750 e 1777,
caracterizada por uma série de reformas tendentes ao absolutismo régio.
A actividade política do Marquês começou verdadeiramente com a subida de D. José ao trono. Escolhido pelo
novo rei para ministro, tomou progressivamente nas suas mãos todos os assuntos do estado, começando a revelar­
-se toda a sua capacidade dirigente na resposta pronta e eficaz que deu ao devastador terramoto de Lisboa de 1755.
Pombal governou com mão de ferro e as suas reformas chegaram a todos os pontos da administração. Ao
nível da organização do estado e das actividades económicas, incentivou e unificou a fiscalidade e promoveu a pro­
tecção dos mercados e das exportações nacionais.
Do ponto de vista social, o pombalismo foi responsável por um feroz ataque aos sectores que considerava adver
sos aos interesses de um poder central forte. As implacáveis perseguições à Companhia de Jesus, detentora do mono­
pólio do ensino, e a execução sumária, em 1759, de membros da grande nobreza,
como os Távoras e o duque de Aveiro, foram acompanhadas de intensa propaganda,
justificativa do novo poder. Politicamente, Pombal entrou em conflito com as prerro­
gativas da Santa Sé, com quem cortou relações, e procurou canalizar para a coroa
parte dos rendimentos eclesiásticos e senhoriais. Introduziu, além disso, uma nova
concepção da origem do poder, a qual convergia inteiramente para a pessoa do rei.
A este dirigismo não podia ser alheia uma especial atenção à organização do
no, que levou ao encerramento de inúmeros colégios c outras instituições de ensino
dos jesuítas. Foram então criadas novas bases para os estudos das primeiras letras,
submetidas a uma instituição central, a Real Mesa Censória. Em 1772, foi para diante a
reforma da Universidade de Coimbra, que renovou o panorama dos estudos, designa­
damente no plano técnico e científico e no domínio do direito e das leis. F.ntre outras
reformas, Pombal centralizou ainda a polícia numa Intendência Geral e reorganizou o
exército.
Figura das mais controversas da história portuguesa, o marquês de Pombal, que
era também conde de Ociras, foi afastado c condenado ao desterro logo após a
morte de D. José.
In Enciclopédia Universal M ultim edia ( a d a p t a ç ã o )

Pedir explicações; — Tens de me explicar como é que isto


funciona.
— Pode explicar-me como funciona um
telefone sem dinheiro ?
— Dá-me uma explicação para isso.
— Como é que sabes tanto sobre telefo­
nes?
Dar explicações; — Porque...
Dar explicações em sequência; — Primeiro... depois... a seguir... por
fim ... finalmente.
Pedir justificações; — Não compreendo como é aue algumas
pessoas podem fazer aquilo.
Dar justificações; — A razão da sua existência é validar o
bilhete com a data e a hora da tua
entrada.
Omitir o complemento agente; — Fala-se espanhol.
Salientar o estado resultante de um — O relatório está concluído.
processo; — O relatório ficou concluído
Fazer um resumo; — A acção passa-se no futuro.
Redigir um anúncio breve; — Precisa-se escritório.
Indicar como se faz um prato culiná­ — Aquece-se o óleo numa frigideira...
rio;

sessenta e seis
61
Unidade
/! -

No fim da unidade saberá:

Q Ü t^ -
:or^ & ° - ' R+ o dox'»d° s
i ^ t,VO- o0\ do v e rb o ^ »n\ontVv° sen»1*
U s o >^PeSS p e rfe d o d ° ( d e se \o .
„d ica«v0
(V/erbos
^ e r d o ,e -,n« n d ‘V<

K * o à « l» eT l
* ; odoV,<>«0o (re.
c do »n°'c
e 5s o P «

(re v«saoV v -|SõoV

^ o n s p o ^ 5 ^

sessenta e sete ^ ^
IJnidade

Lisboa antiga

O Luís decidiu mostrar ao irmão algumas zonas típicas da cidade de


Lisboa. É evidente que o Pedro concordou com a proposta do Luís por­
que conhece muito mal Lisboa.

Pedro: Temos visitado coisas lindas aqui em Lisboa. Não imaginava a cidade
tão bonita! Não é verdade que aqui tenha parado o desenvolvimento,
6

como já ouvi dizer.


É verdade, não há dúvida nenhuma. Este edifício da Torre do Tombo é
recente e fica bem enquadrado nesta alameda universitária, ao lado da
Faculdade de Letras e perto da Reitoria.
Pedro: E agora para onde vamos?
Luís: Pareces cansado, Pedro! Queres ir de metro?
Pedro: É verdade que estou um pouco cansado, mas prefiro ir
de autocarro para ver a cidade.
Luís: Então está bem. Vamos pelo Campo Pequeno, Salda­
nha, Avenida da Liberdade e saímos no Príncipe Real
para visitarmos o Bairro Alto.

Não é verdade

...aqui ten h a p a r a d o o desenvolvimento.

* -----------
A

/ Pre+érí+o p e r f e í - ~^>W
to coM poíto do con-
Espero yun+Ivo c e r v e pa ra f a i a r \y ^
de um f a c t o passai) o, jM S ã P v
que tenham lavado o carro,
fíí su/>oítaMente con cluí-
quando eu voltar. \ do, eMr e la ç ã o ao , /
£«tv ^ ^ p re re n te .
Ou ' .
P re s

B /Tde urn f a c t o fu *
í tu ro term in ado eM re
\ (ação a outro f a c t o
f u tu r o .

FO R M A Ç A O DO
Pretérito perfeito com posto do conj.

/ ' Ainda . / v e r d a d e <jue ^


TER é (ortje para e s to u üm (jouco
Verbo írtoor a pé- c a n r a d o , Mar p r e f i
Q u e r e s ir de ro Ir de a u t o c a r r o
toe+ro? \ para v e r a .
(eu) tenha cid ade.

(tu) tenhas
(você) ------ amado
(ele/a) tenha metido
(ttós) tenham os partido
[vós] (vocês) tenhais
(eles/as) tenham

sessenta e oito
Complete as seguintes frases com o p re té rito p e rfe ito co m ­

6
posto do c o n ju n tiv o .

Ex.: Só desejo que o Pedro e o Luís P tenham gostado do filme. (GOSTAR)

U nidade
1. O meu patrão continua zangado comigo e não admite que eu f * ..................................
atrasada por causa do trânsito. (CHEGAR)
2. Espero que a viagem ao estrangeiro h *....................................bem. (CORRER)
primeiro arquivo
nacional, constituído 3. Duvido que o Luís P * ................................... encontrar aquela obra que procurava na
pelos diplomas e cartas
reais, teve o seu início na torre ' Feira do Livro de Lisboa. (CONSEGUIR)
de menagem do castelo de Lis­
boa, aí permanecendo até ao reina­ 4. Lamentamos que a Lola não I * ....................................ficar mais tempo. (PODER)
do de D. João I. Foi pelo facto de aí
estar arquivado o tombo ou cadastro 5. Agradecemos que os senhores f c ....................................os livros encomendados. (TRA­
da casa real que a torre passou a cha­
mar-se Torre do Tombo. Em 1757
ZER)
foi transferido para o Mosteiro de 6. Duvido que amanhã a estas horas eles I* .................................. o trabalho todo.
S. Bento em consequência do ‘
terramoto e só em 1990 foi ‘ (FAZER)
instalado neste edifício,
" mandado construir * 7. Duvido que vós f * .................................. a final da taça na televisão. (VER)
para esse fim.
8. Esperamos que a nossa empresa lhes P1 .................................. tudo o que precisavam.
(PROPORCIONAR)
9. Oxalá o professor P ....................................com atenção o meu exame. (LER)
10. Talvez depois de amanhã f * ................................. o projecto. (TERMINAR)

U a
QUEM + PRIS.
% El uso im personal dei
verbo h a v e r , ("h ab er") QUEM + PRES. INDIC. "Quem espera sempre alcança".
seguido dei relativo q u e m
("quien"), se contruye en por­
tuguês con la 3a persona g ra ­
m atical dei presente de sub­ Complete com o p r e s e n t e d e c o n ju n t iv o .
juntivo en v e z de con el
presente de indicativo.
Há quem se a ssu ste com o aumento exa­
gerado da população mundial.
"H a y q u ien se a s u s t a con el aumento exage­ 1. Há quem I* ............. que não se lembra de tamanha seca.
rado de la población mundial".
% Si el verbo h a v e r (JURAR)
estuviera en pretérito perfei­ 2. À procura de explicações para este mistério há quem I * .................... .
to sim ples (esp. pretérito per­
em excesso de optimismo nas hostes independentistas e P
fecto sim ple), irá seguido de
pretérito imperfecto de sub­ ...................... . um refluxo da opinião pública face à propaganda pró-
juntivo (en esp. pretérito per­ -Indonésia, mas há também quem I* ...................... . uma justificação
fecto sim ple de indicativo):
para o que parece ser o desinteresse total. (FALAR / RECEAR / TER)
H an ve quem optasse por se resguardar
ñas sombras dos parques. 3. Há quem I* ......... que as eleições devem ser a um domingo
"H ubo q u ien optó por resguardarse en las
sombras de los parques". por causa da missa e de o povo ir votar a seguir. (DIZER)
4. Hoje ainda há quem *a ........................ ao Caramulo à procura de ar
puro e descanso. (SUBIR)
5. Apesar da acção das milícias, há quem P .......................... a apostar na
Que com anteceden! paz e na reconciliação. (CONTINUAR)
I y , expresso está sempre precedid 6. Há quem P ......................... alugar uma casa em vez de a comprar.
(s'Q de preposição e realiza a funçã
^ de complemento: (PREFERIR)
7. Há quem I * ..........................que a palavra guitarra deriva de "cythara",
"Os trabalhadores a quem aumenta­
mas há quem P ..........................acreditar que a origem remonta à Idade
ram o ordenado estavam muito satis­
feitos”. Média. (DEFENDER/PREFERIR)

volum e I, unid ad e 14, pág. 196.

sessenta e nove
Complete o poem a com a s fo r
m as verb ais do quadro ao lado.
U nidade

VD)
V..
O , ,
I f/y /'f
dizer tens diz
Eu ( 1 ) um nariz de giz desenhou quis (x2) parece
tenho fez ser
que toda a gente me ( 2 ) . . . . . . . . diziam ouvi transform ar
com ares de grande juiz deu era

que ( 3 ) urna perdiz


6

mas a perdiz do juiz


sempre ( 4 ) ........ ( 5 ) ......... que (6)
( 7 ) .............. -se em codorniz
por causa dos imbecis
que ( 8 ) ao juiz
tu ( 9 ) . . . . . . . . . um nariz de giz;
ora o juiz nunca (1 0 ). . . . . . . .
(1 1 ) dono de tal nariz
e (1 2 ) -o a um petiz
que ainda (1 3 ) aprendiz
da caça da codorniz
e que um destino infeliz
(1 4 ) dono de tal nariz
mas o petiz do nariz
com o giz (1 5 ) X
na careca do juiz!
M ana Alhena Metieres.
Conversas com Versos.
lidiçoes Afrodite. 19 71

Sublinhe as form as verb ais do poem a e


identifique-as.

Ex.: (1) tenho f* Pres. indic. v. ter.

giz (m.) = tiza (t.)


petiz (m.) = niño <m.)
careca (f.) = calva íf.)

< setenta
Ll íiidàjde 6
Já sabe / seguir ajude o '
/ que o som [j] pode > castor a distribuir,
ser representado pelas consoan­ depois de completadas,
k as palavras que se
tes s, x, e z e pelo grupo ch.
seguem.
Sublinhe no poema todas as pala-
W vras em que um destes casos^
se verifique.

1. alfcre

O Xavier 2. bi
3. capu
4. ave
ano

5. umbo
Chegou o Xavier. 6. en uto
Traz a chave e o machado. 7. e posa
Oxalá ele me chame, 8. fai a
Mas... Oh!, acho 9. me erico
Que vem zangado. 10. me ilhõe
11. mo ila
— Que tens tu, Xavier?
12. mo o
13. pai
— Fui à feira de Agosto
14. rapa
E comprei uma colcha
15. repu____ 0
E um xadrez.
16. ri co
Encontrei o Chico Velez
17. tran ferir
E comprei uma galinha pedrez.
18. ve
M as sabes o que lhe aconteceu?
Fugiu e foi de vez!
arope
l/ísto ^
</a<¡oí (jare­
te a (>ajina

setenta e um
Mas
taMfcéM í>ode usar
e s t e te in po pa ra e x p r e s s a r
Unidí.de 6

a c ç õ e s e v e n t u a i s no fu t u r o em
f r a s e s in+r odu zidar p e la c o n ju n ç ã o
flue e a n t e c e d i d a * p o r v e r b o s ou
Aprendeu o e x p r e s s õ e s q u e ex prim am
no volum e I, unidade 8, fu n da­ desejo, dúvida, receio,
e tc .
m entalm ente p a ra exprim ir proi­
bição.

1. Agradecer: "Agradecemos que venham visitar-nos sempre pelo Natal".


2. Desejar: “Desejo-te que tudo corra bem em Faro, Lola".
3. Duvidar: "Duvido que o dr. Pereira possa atendê-lo esta tarde".
4. Esperar: "Fies só esperam que o exame não seja muito difícil".
5. Exigir: "Exigimos que entreguem o relatório na data prevista".
6. Gostar: “Não çosto nada que os rapazes saiam à noite".
7. Lamentar: "Lamentamos que não possas vir passar uns dias connosco".
8. Pedir: "Unicamente peço que tenham paciência durante mais cinco minutos".
9. Preferir: "Ela prefere que não tragas o cão".
10. Proibir: “Proibo-lhes que tomem banho naqueles rochedos".
11. Querer: "Quer que eu a aiude, mãe?"
12. Recear: “Receio que o Luís se encontre fatigado para o torneio".
13. Sentir: “Sinto muito que não assistas ao encontro”.
14. Sugerir: “Suviro que comam peixe em vez de carne".

15. Ter dúvidas: “Tenho dúvidas que os alunos saibant tudo".


16. Ter medo: "Tenho medo que não encontre bilhetes para a viagem".
17. Ter pena: “Temos imensa pena aue não possam ficar mais tempo".

Expresse ag o ra as m esm as acções no passado ou no futuro usando o


p re té rito p e rfe ito com posto a o co n ju n tivo .

1. "Agradecemos que ! '* ..........................visitar-nos". (VIR)


2. “Desejo que tudo f3 ..........................bem em Faro, Lola". (CORRER)
3. "Duvido que o dr. Pereira I * ....................... atendê-lo, porque estava muito ocupado". (PODER)
4. “A mãe só espera que o exame dos rapazes não I * ..........................muito difícil". (SER)
5. "Exigimos que I * .........................o relatório antes da data prevista". (ENTREGAR)
6. "Não gosto nada que os rapazes í * ........................ tão tarde". (SAIR)
7. “Lamentamos que tu não P *..........................vir passar uns dias connosco". (PODER)
8. “Unicamente peco que ..........................paciência e não tenham ido embora." (TER)
9. “Eu prefiro assim, que tu não f * .........................o cão, porque a miúda é alérgica. . (TRAZER)
10. "Proibo-lhes que*....................................................................
11. “Quer que eu í * ..........................o jantar às oito, mãe?" (PREPARAR)
12. "Receio que o Luís se I * fatigado durante o torneio".(ENCONTRAR)
13. “Sinto muito que tu não P *........................ao encontro". (ASSISTIR)
14. “Sugiro que vocês I * .......................... as tarefas antes de eu chegar". (ACABAR)
15. “Tenho dúvidas que os alunos tudo". (SABER)
16. “Tenho medo que ela não > ....................... bilhetes para a viagem". (ENCONTRAR)
17. “Temos imensa pena que eles não I * .........................ficar mais tempo". (PODER)

NOTE BEM que pela própria semântica, o verbo PROIBIR não admite uma acção passada expressa com pretérito
nerfeito composto do conjuntivo e que as acções futuras devem set expressas com presente do conjuntivo.

< setenta e dois (duas)


/ alvo (m.) = blanco (m.)
Complete a seguinte notícia com o léxico que falta. ----------------------
viatura (f.)
suposto libertada cabo reticências (f.) ....... ~ ^^ y
distância crianças reticências percurso (m.) = trayecto (m.)
abastecimento menor viatura
não bater bem = no cuadrar m
adolescente inferior primeiro
divulgado maioria média refém (m.) rehc n (m.)

Rapto em Cascais ■
£3
intriga Polícia
Uma f * .......................... de 12 anos.foi.anteontem vítima de um alegado rapto que terá sido leva­
do a I * ......................... por um individuo.aparentando cerca de 30 anos. As autoridades estão a ten­
tar identificar e localizar o f * autor deste crime, sabendo-se apenas que se tratará de
um homem branco, de estatura í * ........................., magro e que se faria transportar num veículo
pequeno de cor branca. A f * ........................ terá sido libertada pelo captor duas horas após o rapto
e, aparentemente, não foi alvo de qualquer tipo de agressão.
Segundo a versão da encarregada de educação da menor, a garota estava na Avenida Vasco da
Gama, quando o indivíduo parou o carro, lhe pegou num braço e a obrigou a entrar na í*
........................... De acordo com a mesma fonte, os factos intrigantes sucederam-se a partir de aqui:
"O indivíduo arrancou em direcção à Boca do Inferno, seguiu pela estrada do Guincho, passou
pela Quinta da Marinha e libertou-a junto ao posto de r * .......................... de combustíveis da Repsol,
existente junto à Urbanização da Guia, sem que, segundo a própria rapariga, a tenha molestado."
O que mais F *........................ provoca às autoridades é o tempo que mediou entre o rapto e a
libertação: "A rapariga diz que foi raptada e pouco depois P ......................... , mas a verdade é que
passaram duas horas entre as duas acções e o percurso descrito faz-se em cerca de 15 minutos. A
N ......................... entre a Avenida Vasco da Gama e as bombas de gasolina onde ela apareceu é f*
........................ a três quilómetros. Alguma coisa neste caso não está a bater bem."
Para tentar esclarecer estas dúvidas as autoridades continuam a desenvolver investigações no
sentido de identificar e localizar o individuo que alegadamente raptou a adolescente.
Refira-sc que, segundo o Relatório de Segurança Interna recentemente ! ' , os cri­
mes de rapto, sequestro e tomada de reféns sofreram um incremento entre 1997 e 1998 de 5,4 por
cento, tendo-se registado no P *........................ destes anos 331 casos de rapto e no ano passado 349.
No entanto, as autoridades frisam que a F * destas ocorrências não são verdadeiras
situações de rapto, mas sim casos em que as F *.......................... são levadas por pais ou mães que se
divorciaram e que não ficaram com a tutela dos filhos.
In Correio da Manhã (Adaptação).

8
De acordo com o texto coloque no quadrado certo.
■ ■
O texto diz:
1. que o alegado raptor da menor tinha menos de quarenta anos. □ □
2. que o indivíduo procurado pela polícia não seria muito alto e um pouco gordo. ■
3. que o alegado rapto teria acontecido por volta das duas horas...................
El
4. que o raptor se teria abastecido de combustível numa bomba da Repsol.

5. que não há acordo no tempo que mediou entre o rapto e a libertação.......

6. que a distância entre a Avenida Vasco da Gama e os postos de abastecimento é


□ □
inferior a três mil metros............................................................................... □ ■
7. que a polícia encerrou o caso e já não vai fazer mais investigações.
□ ■
8. que os crimes de rapto e sequestro aumentaram em 1998..................

9. que as verdadeiras situações de rapto, segundo frisam as autoridades, não □ □


foram superiores a 350 casos em 1997.......

10. que são os pais e as mães divorciadas que não ficaram com a tutela dos filhos
□ □
quem leva as crianças na maioria das ocorrências..
□ ■

setenta e três
s v e r b o s a u x i li a r e s \
de Modo urato-se para
e x p r e s s a r urw ponto de
Unida
[Auxiliar + Infinitivo] v is t a el*> re ta ç a o a o
a n u n c i a d o e ao intet^/
Verbos auxiliaros do m odalidad (oeutor.

Posso telefonar? \/ Eis como pode pedir e dar/recu­


Pode, pode. / Não, não pode. sar autorização.
Dr. Pereira, podia deixor-me sair mais cedo? ^ Assim pode pedir e dar/recusar
Pode, pode. / Não, não pode; não pode ser. dispensa.
Dr. Pereira, pode dizer-nos o que temos a fazer para ^ Eis como pode pedir ordens e ins­
amanhã? truções.
Vocês não podem continuar sem estudar as lições. ^ Desta maneira pode proibir.
A Lotação pode estar esgotada. ^ Eis como pode considerar um
Amanhã pode chover. fa d o como possível ou impossível.
0 dr. Pereira não pode chegar a horas..
Podes levantar cinquenta quilos com uma mão? S/ Assim pode pedir e dar infor­
mações sobre capacidades.
0 Luis (não) deve estar em casa. ^ Eis como pode considerar um
fa d o como provável/improvável.
Devem estudar mais para o próximo teste. ^ Deste modo pode expressar obri­
gação.
Não deves fajar assim aos teus colegas. ^ E assim pode também proibir.

deu no vol.
I a expri­
m ir n eces­
sid ad e, obri­
g a çã o , proib ição e
intenção com d ife­
rentes estruturas:
Tí?R. + IN F.,
Kfi-vm E?E -i- IN F.,
PRECfSAR m i + INF.,

no vol. I, unid ad e 7, pág.

Complete as seguintes frases com os verbos auxiliares de modalida­


de. Indique entre parênteses qual a modalidade correspondente.

1. Joguei ténis durante três horas. Já não P *.......................... mexer o braço.


2. Um bom estudante f c .......................... estudar um pouco todos os dias.
3. As pessoas f * .......................... ser mais solidárias.
4. Nós 1 * .......................... ir ao cinema amanhã à noite, pai?
5. A estas horas o meu pai já f * .......................... ter saído da escola.
6. Antes de sair de casa f * .......................... -se fechar bem tudo.
7. O Luís perguntou ao pai se .....ir ao cinema.
8. Meninos, não I * .......................... atravessar a rua.
9. Pedro, P“ ........................ ter mais cuidado com a tua roupa!
10. I * .......................... levar o teu carro, mãe? — f * ..................., I * ....................

setenta e quatro
m São
/ Vicente de Fora terá ^
Q u er m elhorar o seu estilo quando escrever em português? Com' / sido mandada construir por D. \
f Afonso Henriques fora das mura- \
plete com o P r e s e n *e " ° c o n j u n t i v o dos verbos que se indi'
lhas mouras. O templo foi refeito na
cam entre parênteses. época de Filipe II. Ao lado encontra-se o
Campo de Santa Clara, com a Feira
1. P* ..................... (SER) claro, preciso, directo, objectivo e conciso. I* \ da Ladra (terças e sábados), onde se t
\encontram os tradicionais vende- /
(USAR) frases curtas e P* .................... (EVITAR) intercalações excessivas ou ^sudores de artigos em se g u n -s'
da mão.
ordens inversas desnecessárias.
2. P4 ........................(CONSTRUIR) períodos com no máximo duas ou três linhas de
70 caracteres.
3. P* ................ (ADOPTAR) como norma a ordem directa, por ser aquela que
conduz mais facilmente o leitor à essência da notícia. P4 (DISPEN­
SAR) os detalhes irrelevantes e (IR) P4 directamente ao que.interes­
sa, sem rodeios....................................................................................................................... /..,
4. P * ........................(FUGIR) dos rebuscamentos, dos pedantismos vocabulares,
termos técnicos evitáveis e da erudição.
5. Não..P* ........................ (COMEÇAR) períodos ou parágrafos seguidos com a
mesma palavra, nem P4 .......................... (USAR) repetidamente a mesma estrutura.
S. Viccnlc th• l ora
de frase.
6. P4 ........................ (TER) sempre presente: o espaço hoje é precioso; o tempo do lei­
/ Tam-
tor, também. P* ........................ (DESPREZAR) as longas descrições e P4 / bém designada \
f por Igreja de Santa
.........................(RELATAR) o facto no menor número possível de palavras. E P* Maria Maior, éfilão ines­
gotável de jazidas arqueo-
.........................(PROCEDER) da mesma forma com elas.
i lógicas da ocupação
7. P4 ........................(PREFERIR) a palavra mais simples. \rom ana, visigótica e /
árabe, y \
8. t * ........................ (RECORRER) aos termos técnicos absolutamente indispensáveis
e nesse caso P* ........................(COLOCAR) o seu significado entre parênteses.
9. Nunca se P6 .......................... (ESQUECER) de que o jornalista funciona como inter­
mediário entre o facto ou fonte de informação e o leitor.
10. Não fa ......................... (PERDER) de vista o universo vocabular do leitor. P*
......................... (ADOPTAR) esta regra prática: nunca P* ......................... (ESCRE­
VER) o que você não diria.
11. P* ......................... (FAZER) textos imparciais e objectivos. Não P* .........................
(EXPOR) opiniões, mas factos, para que o leitor tire deles as próprias conclusões.
12. Depois de pronto, P *..........................(REVER) e P *..........................(CONFERIR) todo
o texto, com cuidado. Afinal, é o seu nome que assina a matéria.
13. Não P* ........................ (DAR) notícias apressadas ou não confirmadas nem
.........................(INCLUIR) nelas informações sobre as quais você tenha dúvidas.
14. P1 .........................(EVITAR) as palavras de gíria. Quando fizerem parte de uma
declaração, P * .......................... (USAR)-as em itálico.
15. Em caso de dúvida, não P* .........................(HESITAR) em consultar dicionários,
enciclopédias, almanaques e outros livros de referência. Ou recorrer aos especia­
listas e aos colegas mais experientes.
In Internet, O EstadodeS. Paulo, 1997 (Adaptação).

setenta e cinco
Lisboa moderna

Como estavam muito cansados do dia anterior, o Luís e o Pedro dormi­


ram até tarde. Não tinham nenhum plano para esse dia, já que no dia
seguinte o Pedro regressaria a Eivas.

' par+ír óo f l n a ( \
Luís: Ainda te sentes muito cansado, Pedro?
de A j o s + o c h e s ou
Pedro: Não, mas ontem quando me deitei dava-me a impressão que tinha leva­ a haver 100.000
do uma sova. Andámos muito! . e n t r a d a s «diá- /
Bom, então hoje vamos andar pouco; vou levar-te ao Parque das Nações. rias. /
Luís:
Pedro: Onde foi a Expo'98? ,
Luís: Isso mesmo!
Pedro: Não faço ideia como está agora o espaço depois de ter fechado a Expo.
Luís: A entrada foi transformada num enorme centro comercial - o Vasco da
Gama; o recinto foi adaptado e está uma maravilha.
Pedro: Então vamos. Pode ser que eu lá encontre uma prenda bonita para levar
à mãe. n
x sova (f.)
/ p r e c is a s de itoa* n
^ ( j i n a r nada.' R e g a ra
n a q o e le #>arqoe de
/ («vipossívet N ertac ío n ato en+ oí Pavilhão Vasco da Gama
r ta n+o s c a r r o s t e * V - ,
nhaM podido e s t a c i o - W /
na r nüM só dia/ Wão IZ_y
\posso iw a jin a r/ '
\ ta n tas pesso- /

Complete a s frases com um a destas palavras:

pode impressão nao provável esperar


de-eerteie talvez tenha ficado tenham ar
aquele verdade há percas estafado possível
esteja certo ganhe certeza aparentemente nenhuma

Ex.:l^ f.£?í? absoluta que este ano vai faltar a água, a não ser
que f * .Ç.h.9.y.í?........

1. Não é ........................ que o dr. Pereira f* chumbado muitos alunos


2. O Luís dá a 1 * .........................de estar
3. F * ..........................ser que a D. Clara tenha t * .......................... em casa.
4. r * ..........................tipo tem um f * .........................de louco!
5. É de ..........................que no dia da estreia a sala f * .......................... cheia.
6. Não f c ..........................dúvida I * ......................... ; tenho a l * .......................... que o culpa­
do do desastre foi ele.
7. Não é muito !’* .........................que este ano o Benfica í * ........................... o campeonato.
3. Se não te despachas é F * ..........................que o avião.
9. h* .......................... tudo está igual. I* ...........................os gatunos não I* .........................
encontrado o cofre forte.
10. não sou chinês, sou japonês. Mas é I * .........................que vou para
o Porto.

setenta e seis
Eí+a-
r M o r c a n ra ç fo r? \

Jnidade 6
/a , M a ír o(v» e s f o r ç o
e o lI v ír t a M - r e com o
v e x e r c íc io çm A
f r a ix o .' .<r

Pro­
cure nas seguintes
' expressões idiomáticas as partes
do corpo e coloque-as nos números
correspondentes das gravuras. A seguir
una com setas cada expressão com o
v seu significado. Talvez precise da >
ajuda de um dicionário.

, / Des- v.
y cobriu as 4 par- \
íes que faltavam?
Dê-lhes um número de
< 1 4 a 17 e coloque-os /
N. na gravura. < /

1. Ser duro de cabeça................... a) Em flagrante, na prática de acto ilícito.


2. Ter cabelos no coração............. b) De graça.
3. Até às orelhas............................ c) Até ao máximo.
4. Não pregar olho........................ d) Completamente, totalmente.
5. Com a boca na botija............... e) Ser insensível, cruel.
6. Lamber as unhas...................... f) Pequena quantidade de...
7. De mão beijada.......................... g) Ficar muito contente.
8. Dois dedos de............................ Ser teimoso, casmurro.
9. Ate ■ s sccíÇt .... ............. . i) Mostrar desagrado,
10. Bater o queixo............................ j) Tremer de frio ou de medo.
11. 1 O > ■ ..... ........... . 1) Não dormir.
12. Mostrar os dentes a.................. m) Estar quase a lembrar-se de algo.
13. Ter debaixo da língua.............. n) Ameaçar.

setenta e sete
DESAPARECEU

MARIA JO AO DA SILVA MENDES


56 ANOS
Saiu de casa sexta-feira, dia 3 1 /1 2 /9 9 , pelas 14:30h, para ir trabalhar, onde não apareceu e nunca
mais foi vista.Vestia saia preta, camisola às riscas azuis e casaco de la azul claro. Tem o c 'ix ' o
curto, castanho-daro e olhos castanhos, o nariz achatado. É de temperamento simpático e falado­
ra. Marido e irmãos agradecem a quem souber alguma informação a seu respeito, informe:
Marido: Tm: 93-419 16 18
ou GNR Evora 266-49 36 58

1. Recto (grego).
2. Achatado (chato).
3. De cavalete.
4. Caído.
5. Pona.
6. Aquilino.
7. Borbónico.
8. Arrebitado.

Cair de narizes. = Cair de bruços.


Chegar a mostarda ao nariz. = Ter um acesso de fúria, irritar-se.
Conduzir alguém pelo nariz. = Dominá-lo completamente.
Dar com o nariz na porta. = Não encontrar a pessoa que se procura.
Falar pelo nariz. = Falar fanhoso.
Ficar com o (de) nariz torcido. = Mostrar má cara, zangar-se.
Ficar com o nariz como uma pistola. = Ficar decepcionado, não obter o que desejava.
Ficar com o nariz comprido. = Não conseguir o que se desejava.
Ficar com o nariz de palmo e meio. = Ficar decepcionado.
Meter o nariz. = Intrometer-se
Não ver um palmo diante do nariz. = Discorrer pouco.
Nariz torcido. = Pessoa rabugenta.
Pensar que se benze e quebrar o nariz. = Obter um resultado contrário ao que se desejava.
Saber onde tem o nariz. = Ser perito, competente
Ser senhor do seu nariz. = Ser soberbo e arrogante.
Ter bom nariz. = Sagacidade.
Torcer o nariz. = Mostrar desagrado.

78 setenta e oito
Unidade 6
35 («305?
C t ír t h s
o m o

V3S Mãos?/ uem é f


O p ro fe sso r p e d irá o um a lu n o
|q u e , sem d ize r n a d a a n in g u ém ,
e sco lh a m en ta lm e n te um dos co le ­
g a s d a tu rm a , um acto r, um canto r,
/ ' I Oxa(á .. ■ etc. A se g u ir a q u e le ira fo rn e ce n ­
/ o tiverrew
do d a d o s físico s, de v e stu á rio ,
apanhado toW 3
\ toes «3 , p ro fissã o , etc., e n q u a n to os
. p otija! t / * c o le g a s te n ta m a d iv in h a r
q u em e a p e rso n a g e m p o r e le

Tenho
05 pés C>13+05
|e ao andar sofro
que de
cevo

no volum e I, unidade 5, peças de vestuário e


cores, e na unidade 11 as partes do corpo.

Com
a ajuda de um dicionário una os verbos que se seguem
com o seu significado e a parte do corpo relacionada. Passe para o
plural os substantivos que o exigirem.

D efinições Partes Corpo

Espezinhar, calcar com os . 1. Cotovelo


1. Abarrigar Manchar de __________ ... 2. Mão
2. Abocar Ligar por baixo do 3. Beiço
3. Cotovelar Cortar a _________ de.......... 4. Boca
4. Unhar Largar do . ou da 5. Tripa
5. Pisotear Formar 6. Queixo
6. Esmiolar Decorar, aprender; meter n o _____ 7. Perna
g)
7. Sobraçar Perder, ficar sem os __________ . 8. Sangue
h)
8. Manusear Tocar com o ......................................... 9. Olho
i)
9. Embeiçar Segurar p e la ___________ (o potro) 10. Pé
j)
10. Desempunhar Riscar ou ferir com a s __________ 11. Cabeça
1)
11. Ensanguentar m) Levar à ..................... ...................... 12. Miolo
12. Depilar Tornar duro; converter e m _______ 13. Osso
n)
13. Desdentar Tirar o ___________a........................... 14. Barriga
o)
14. Descabeçar Meter debaixo d o ............................... 15. Orelha
P)
15. Descabelar Tirar o ................................................... 16. Dente
16. Encerebrar
q) 17. Unha
r) Começar a ter .
17. Destripar Fitar o s ______ em 18. Cabelo
s)
18. Orelhar Prender pelo . 19. Cérebro
t)
19. Espernear Tirar as ____ 20. Punho/Mão
u)
20. Olhar Arrancar o cabelo ou o __________ 21. Pêlo
v)
21. Ossificar Mover com a ; folhear. .. 22. Braço
X)
22. Soqueixar Agitar violentamente as . 23. Barba
7-)
23. Barbar

setenta e nove
>
U nidade

Lisboa Expo’98
A Expo ' 98 de Lisboa teve como tema " Os Oceanos, um Patri- H
mónio para o Futuro", coincidindo com o Ano Internacional dos Oce- 11
anos, comemorado pela ONU em 1998, e com a evocação dos 500 anos ■
da viagem de Vasco da Gama. ■
A zona oriental de Lisboa, escolhida para a sua implantação, pas- |
sou de área esquecida e abandonada para zona harmónicamente inte- I
grada no conjunto urbano, servida por uma moderna rede de 1
transportes, centralizada na estação do Oriente.
6

Diariamente entre 22 de Maio e 30 de Setembro, das 09H00 I


gg \ i às 03H00, o recinto era animado por milhares de pessoas que |
% ali se deslocavam para visitar tudo o que a Expo oferecia,
incluindo os 160 países e instituições que aderiram à exposição.
A mascote oficial da Expo -o G il- esteve sempre presen­
te evocando, com o seu
nome, o grande navegador
^portugués Gil Eanes que
¡__ ( trw.%, dobrou o cabo Bojador em
, e -------- 1434. Há quem diga que a
; ' * — Expo 98 foi a melhor expo­
sição internacional do século.

Considerar um facto como verdadei­ — Não é verdade que aqui tenha parado
ro; o desenvolvimento...
— E verdade, não há dúvida nenhuma.
— E verdade que estou um pouco cansa­
do,...
Considerar um facto como falso; — Não é verdade que o dr. Pereira tenha
chumbado muitos alunos.
Considerar um facto como possível; — Pode ser que eu lá encontre uma pren­
da bonita para levar à mãe.
Considerar um facto como impossí­ — E impossível que tantos carros te­
vel; nham podido estacionar num só dia!
Considerar um facto como não — Não precisas de imaginar nada!
necessário; Repara só naquele parque...
Considerar um facto como provável; — É de esperar que no aia da estreia a
sala esteja cheia.
Considerar um facto como certo; — De certeza que este ano vai faltar a
água.
Considerar um facto como aparente; — O Luís dá a impressão de estar estafa­
do.

o iten ta
7
Unidade
No fim da unidade saberá

■ COÍflP 01
Q Lisboa 1 '
0 Lisboa típica.
Q O fado.
guitarra
Q D istin g u ir u m a
vio ia.
A D ar a o p i n i ã o
temas relación:
p o rtu g u e sa .

/"' gii+o \
«faqui parece
a pá gin a
\ á e z o lá o ! y

oitenta e um
lln idad e

Visita a urna casa de fados

O Pedro gostava que o Luís o levasse a visitar urna casa de fados.


Não era fácil porque as casas de fados só abrem à noite e geralmen­
te é preciso fazer-se urna despesa mínima entre os dois e os três mil
escudos.

Luís: Se tivesses dito ontem era mais fácil. A esta hora é difícil,
7

mas vamos tentar. Como não podemos ir à noite, vamos de


tarde; só queremos visitar urna casa de fados...
Pedro: Olha, paciencia!
Luís: Vamos ao Bairro Alto e ali talvez consigamos. Há a Adega Mesquita, a
Adega Machado onde a Amalia Rodrigues cantou... Repare x.
' <jüe a i V o ga is (evaM '
Pedro: Gostas muito de ouvir cantar a Amália, Luís? acen+o a g u d o no* Y e r t o s
Luís: Quem não gosta! O seu nome e a sua vida estão ligados ao próprio tertwinaáoy eM -AR e */R
fado. e cTrconflexo nos v e r b o s
t e r w ín a d o s ew -BR> uní*
caMen+e na * prim eira* e
V s e r o n d a s p e s s o a s do y
despesa mínima (f.) \ P(ora). /

Formação do Pretérito Imperfeito do Conjuntivo

¡ Verbo amar meter partir


i .

| (e u ) amasse metesse partisse ^

j (tu ) amasses metesses partisses

. (v o c ê ) .....— .....

( e l e /a ) amasse metesse partisse

(n ó s) am ássem os m etêssem os partíssem os

[vós] (vocês) am ásseis m etêsseis partísseis

j (e l e s /a s ) am assem metessem partissem


l u..............................

Relembre

Estudou formação do

na unidade 1 do presente
r volum e. Não confunda a s form as
1term inadas em -o ra, e ra e -ira
com a s form as de pretérito im perfei­
to do conjuntivo. No portugués actual este
possui a p en as a s form as term inadas em
■'«sse, • cssa e -isse.

82 oitenta e dois (duas)


7
In fin it iv o 2“ p e sso a sin g . p re t.im p e rfe ito
Já conhece a s form as regu­

U nidade
p .p .s . c o n j.
lo lares do pretérito perfeita sim -
jy pies do indicativo. REPARE que
a form ação do pretérito im per­ dar "] des(te) desse
feito do conjuntivo é feita a p a r­
tir da segunda pessoa do singular: -I estar estives( te) estivesse

eu am ei meti parti dizer ^ disses(te) 1 dissesse


tu «sma®(te) m efes(te) parfis(te) fazer fizes(te) fizesse
ele am ou meteu partiu haver houves(te) houvesse
nós am ám os metemos partim os
vós am astes m etestes partistes poder pudes(te) pudesse
eles am aram m eteram partiram pôr puses( te) pusesse
(N querer ► quises(te) ► quisesse
Mâ© ejdsfem excepções.
SIG A A MESMA REGRA COM OS saber soubes( te) soubesse
VERBOS IRREGULARES: Ex. fazer ser /os(te) fosse
eu fiz ter tives(te) tivesse
tu fizes(te) > fizesse (eu)
trazer trouxes(te) trouxesse
ele fez
nós fizem os ver vis (te) visse
vós fizestes
eles fizeram
fos(te) " fosse
* 1
CONSULTE, Apêndice V e rb a l, pág. 211. vir vies(te) viesse

V
Complete as seguintes frases com as form as ad eq u ad as
do pretérito imperfeito do conjuntivo.
Ex.: Eu gostava que vocês í* (SABER) o que ele sabe.

1. Antes que os alunos ...................... (VER) os resultados dos testes, o dr.


Pereira falou com eles.
2. Eu gostava que tu I * ...................... (DAR) mais valor ao meu trabalho.
3. Era aconselhável que elas P *........................ (VIR) mais cedo.
4. Era desejável que todos os turistas f * ...................... (SABER) falar alguma
coisa de português.
5. Ninguém esperava que o dr. Pereira F®...................... (TRAZER) um fado
para a aula de português.
6. Nunca pensei que vocês f * ...................... (PODER) acabar o trabalho antes
do fim do mês.
7. Quem me dera que aquela empresa f * ...................... (QUERER) trabalhar
com a nossa firma!
8. Aquela rapariga vestiu o casaco vermelho, não porque f* ......................
(FAZER) frio, mas para se exibir.
9. Pensei que ela f * ........................ (SER) a minha melhor amiga, mas não.
10. Tinha tantas dores que receava que f * ...................... (TER) uma perna par­
tida.
11. Eu preferia que a senhora f * ........................ (PÔR) o arquivo naquele canto.
12. Pensei que o pai f * ...................... (ESTAR) a trabalhar no gabinete.
13. Para que eles não I * ...................... (DIZER) nada a ninguém, oferecemos-
lhes um bom presente.
14. Ela aconselhou-nos que fB ........................ (IR) pela auto-estrada.
15. Eu queria que f* ........................ (HAVER) mais pessoas que não
........................ (FUMAR).

oitenta e três 83
' QüCM
Outufcro (Je\ . ____ .
Me dera qoe
1981 eí+ive.z^Oxalá N
\pm Lisboa, p u d e s s e vo(
eí+iveiíc
^ aqui. \ \ +a r. -

\ ^ _______
/ E la s u+ilizaM o \ f f ' T aM feéM \
^re+éfi+o ÍM^e^fei+o Yj>o<fe utili zar e s t e
áo eo n/ untivo eM f e a - j+ew^o eM o r a ç õ e s
ses exelaMativas f a r a / e o M ^ a r a t iv a s p a ra
N. cxpriMir UM . / r e f e r i r s it u a ç õ e s
^ ^ Jesç/o . ^ \ i r r e a i s ou
\ \ Iiijiotétieas . S

Complete o seguinte quadro de acordo com os exem plos.

S itu ação factual E x p re s s ã o de d e se jo

Ex.: A Lola não pode vir de férias. Ex.: r* Oxalá a Lola pudesse vir de férias.

1. Os actores não sabem bem os papéis. 1. Gostava que F5* ............................. melhor os papéis.
2. A mãe fez uma tarte de nozes. 2. A mim apetecia-me que I46.........................pudim.
3. Há muita violência na televisão. 3. Desejava que não I * ............................tanta violência.
4. Hoje é segunda-feira. 4. Quem me dera que .........................domingo.
5. Aquele museu tem poucos quadros. 5. Oxalá r®............................. mais.
6. Ele diz sempre muitas mentiras. 6. Tomara que alguma vez F * .........................a verdade.
7. Ela vê tudo o que se passa na rua. 7. Gostava que ela f5* .......................... o desfile.
8. O Presidente da República está em 8. Eu preferia que f * .......................... em Portugal.
Paris.
9. Ela traz sempre esses vestidos esquisi­ 9. Queria que ela não F * .........................aqueles vestidos.
tos.
10. Os primos vêm sempre para a nossa casa. 10. Esperava que este ano também F *...........................

Situação factual Si tua çã o ir re a l/ hipo téti ca

: Ele gasta muito dinheiro. Até parece Ex.: f* Ele gasta dinheiro como se fo s se rico.
que é rico.

1. Ele age cruelmente. Até parece que não 1. Ele age como se não f * ............................. sentimentos.
tem sentimentos.
2. Fala com convicção. Até parece que 2. Fala como se f5* ............................alguma coisa do assunto.
sabe alguma coisa do assunto.
3. Hoje está muito calor. Até parece que 3. Hoje está calor como se ............................no Verão.
estamos no Verão.
4. Mete muito o nariz no livro. Até parece 4. Mete o nariz no livro como se I * ............................. mal.
que vê mal.
5. Torceu logo o nariz. Até parecia que 5. Torceu o nariz como se f* ..........................zangado.
vinha zangado.
6. Gastou imenso dinheiro. Até parecia 6. Gastou dinheiro como se F®1 comprar a loja
querer comprar a loja toda. toda.
7. As ruas estão cheias de gente. Até pare­ 7. As ruas estão cheias de gente como se f4* ............................
ce que há alguma festa. algu m a festa.

84 oitenta e quatro
O
o
V.
& Reparou
a un id ad e a n te ­ 'j'io i e x e w p l o r ? 0 P r e ­

7
£ es t é r i t o ÍMperfeito J o
3 ’TS
rior e , no volum e eonjün+ivo p o j e r e f e
s « rir uivia acçã o past a
1, a s un id ad es 8, I I J a , p r e s e n t e ou

U nidade
futura. Cotwpare
VI ^ os exeM p to i J o q u a j r o
9, 11, 12 e 14 I* 5<32 e l" baixo e c o w p r o v e í u e
^ es e i t e te w p o é u i a j o n o i
cu ^3
S .» Mesiwoi c a so s J o p r e i e n t e
J o c o n ju n tiv o , «juanJo o
s 2 v e r b o J a o r a ç a o principal

I*
w
eita
no p r e t é r i t o .

Ontem fui n casa do Paulo para que me


explicasse o teste de Matemática. <u
+■<
G

ÍH Era óptimo que a Lola viesse


no próximo fim-de-semana.

P r e s e n t e do c o n j u n t i v o I m p e r f e i t o do c o n j u n t i v o

1. É bom que vocês sejam sensíveis aos problemas 1. Era bom que vocês fossem sensíveis aos pro­
da Humanidade. blemas da Humanidade.
2. É preferível que saiam amanhã de manhã. 2. Era preferível que saíssem amanhã de manhã.
3. É aconselhável que as crianças não tomem 3. Era aconselhável que as crianças não tomas­
banho sozinhas. sem banho sozinhas.
4. Tenho pena que a Lola não esteja cá. 4. Tive pena que a Lola não estivesse lá.
5. Prefiro que guie o pai e não o Pedro. 5. Preferia que guiasse o pai e não o Pedro.
6. Convém que saias antes do meio-dia. 6. Convinha que saísses antes do meio-dia.
7. Hoje é 31 de Julho e talvez haja muito trânsito. 7. Ontem talvez houvesse muito trânsito.
8. Quero umas calças que sejam baratas. 8. Queria umas calças que fossem baratas.
9. Por onde quer que vá chama sempre a atenção. 9. Por onde quer que fosse chamava sempre a
atenção.
10. É de esperar que o professor seja exigente com 10. Era de esperar que o professor fosse exigente
os alunos. com os alunos.
11. Quer chova quer faca sol, vamos à praia. 11. Quer chovesse quer fizesse sol, íamos à praia.
12. Por mais que faca dieta, não consigo emagrecer. 12. Por mais que fizesse dieta, não conseguia
emagrecer.
13. Embora haja engarrafamentos na Ponte, vou à 13. Embora houvesse engarrafamentos na Ponte,
praia da Caparica. fui à praia da Caparica.
14. Conto tudo à Lola para que saiba o que se passa 14. Contei tudo à Lola para que soubesse o que se
no Porto. passava no Porto.
ft
15. Arrumem a sala antes que chegue a mãe. 15. Arrumámos a sala antes que chegasse a mãe.
16. Hoje é feriado. Daí que haja muita gente nas 16. Ontem foi feriado. Daí que houvesse muita
praias. gente nas praias.
17. O pai está irritado não porque façam barulho, 17. O pai estava irritado não porque fizessem
mas porque tem muito trabalho atrasado. barulho, mas porque tinha muito trabalho
atrasado.

oitenta e cinco S5
Unidade 7
Transform e as orações que se seguem de modo a
expressarem tempo pretérito.

Ex.: Duvido que possa ir ao Porto no próximo fim-de-semana,


f* D u v id a v a que p u d e s s e ir ao Porto no próximo fim-de-semana.

1. Quero que vão ao quiosque comprar o jornal.


fs ................................................................................................................................
2. Duvidas que a Lola te traga um presente?
r * ................................................................................................................................
3. É possível que o avião demore meia hora.
|* ................................................................................................................................
4. Peço-lhes que enviem o pacote antes de sexta-feira.
fí* ............................................................................................................
5. Desejamos que todos assistam à festa de aniversário.
...............................................................................................................................
6. Tenho pena que não possas vir connosco à praia.
N ................................................................................................................................
7. Não estamos certos de que o Luís vença na partida.
j * ................................................................................................................................
8. É preferível que demos uma gorjeta ao empregado.
fse ........................................................................................................
9. É bom que muitos turistas visitem o Bairro Alto.
r * .......................................................................
10 . Exigimos que não fumem nesta sala.
¡s

dar nas vistas

tanger (v.i.)

singelo

à toa

condão (m.)

86 oitenta e seis
7
Unidade
r e t é r ito im p e r fe ito

d o c

Em o rap e s com ou uma expressão t o r a ç õ c j g B p S é encontrar no pas-


■— 'io d o ( f ío p r e t é r i t o p e r f e i p lé s , no p r e t é n W í l W M W o o u no p r e t é r i-
J o - m q i j f q u e - p e r l e i t o do o f iv o ) e indicar: (1) um desejo ou uma vontade, (2) uma
gpini8ó.m forma negativa, (3) t ni), (4) urna possibilidade, (5) urna probabilidade/impro-
babiíidade, (é ) necessidade, (7), ( í ) , ordem, (9) sugestão, (10) pedido, (11) exigência, (12)
indignação, (13) uma dúviaa, eti
1. O Pedro quembèostava que fôssemos a uma casa de fados.
Era bom que o Pedro tivesse mais -paciência.
Esperava que viesses ontem à minha casa. USE
2. Tive medo de que o Pedro não gostasse do filme. o pretérito
3. Agradou-me que ela me telefonasse.
4. Podia ser que a lotação estivesse esgotada.
5. Era de esperar que a sala estivesse completa.
6. Não era preciso que viesses tão cedo.
7. Era necessário que me trouxesses o livro.
8. O pai tinha-te dito que fosses comprar tu o pão.
9. A Ana sugeriu que fôssemos visitar a Lola no fim-de-semana.
10. O professor exigiu que os alunos tirassem 16 valores.
12. Queria que não me tratasse assim!
13. A Lola duvidada que a Ana a fosse visitar no fim-de-semana.

No discurso indirecto em substituição do presente do conjuntivo e do imperativo (Consulte


neste volume a unidade 9).
Vai à praia mas não tomes banho logo que chegues > O pai disse-me que
/òsse à praia, mas que não tomasse banho logo que chegasse.
f f Em frases subordinadas concessivas iniciadas por e m b o r a , p o r m a i s q u e ,
e s t e s as os. S e r a o
m e s m o q u e e a i n d a q u e , se b e m q u e , c o n q u a n t o (Consulte, no volume III, A Expressão
da Concessão)
Embora estudasse, a Inês não tirava a Carta de condução.
ff Em frases subordinadas finais iniciadas por p a r a q u e e o f i m de q u e (Consul­
te, no volume III, A expressão da finalidade):
Trouxe este livro para que estudasses a prova de Biologia.
ff Em f rases subordinadas condicionais, cuja subordinante tenha o verbo no imperfeito
de indicativo ou no condicional (língua escrita) (Consulte, no volume III, A expressão da condição):
Se tu quisesses, íamos/iríamos ouvir uns bons fados.
ff Em frases subordinados consecutivas dependentes de d a f q u e (Consulte, no volume
III, A expressão da consequência):
Ontem foi domingo. Daí que estivessem fechadas as lojas.
ff Em frases subordinadas temporais dependentes de a n t e s q u e e a t é q u e (Con
suite, no volume III, A expressão do tempo):
Esperava sempre à porta até que nós saíssemos.

oitenta e sete 87
Unidade 7

Existe una pequeña diferen­


cia sem ántica en la utilización del
presente de subjuntivo y el pretérito
imperfecto de subjuntivo en las o ra­
ciones exclam ativas y desid erativas:

^ El grado de probabilidad de
que la acción o hecho expresados yr As f r a s e r
/ excfarwa+ivas e </c \
por el verbo en presente de subjun­
'aesçyo c o » o verfeo no
tivo se realice, es mucho m ayor que p r e s e n t e ou no p r e t é ­
en el caso de la acción o hecho rito i w p e r f e it o do
expresados por pretérito imperfecto conyuntívo r e f e r e w
V apenas acções ,
de subjuntivo. En este último caso, el \. p r e s e n t e s ou /
hablante expresa cierta duda en ^ ^ fu tu r a s .
relació n a la concretización del
enunciado.

Use o presente do conjuntivo e o pretérito imperfeito do conjuntivo p ara averig u ar os esta'


dos de espírito do Luís.

0 L u í s às v e z e s é o p t i m i s t a Outras vezes sente-se pes­


sim ista por tudo

Ex.: A Lola já deve ter escrito. Ex.: Oxalá não P* houvesse atraso do
Oxalá não P* ha}a atraso do correio. rorrein. Mas acho aue vai haver areves este mês.

1. Deus queira que nós I* ......................... (GANHAR) 1.Deus queira que nós I* ......................... (GANHAR)
alguma coisa no totoloto. alguma coisa no totoloto. Mas é tão difícil acertar.
2. Tomara que a prova oral de espanhol f* 2. Tomara que a prova de espanhol P *.........................
.......................... (CORRER) bem. (CORRER) bem. Mas o professor é tão exigente.
3. Oxalá r* ........................... (CONSEGUIR) passar à 3. Oxalá ........................... (CONSEGUIR) passar à
meia-final do campeonato de ténis. meia-final. Mas o adversário é muito bom.
4. Quem me dera que desta vez nós f* ......................... 4. Quem me dera que desta vez nós f* ........................
(TER) mais sorte no sorteio. (TER) mais sorte. Mas todos os adversários são difi­
cílimos.
5. Oxalá eles não se f* ........................ (OPOR) à nossa 5. Oxalá eles não se l* ........................ (OPOR) à nossa
sugestão. sugestão. Mas são difíceis de convencer.
6. Tomara que o fim-de-semana f* .......................... 6. Tomara que no fim-de-semana I4* .........................
(ESTAR) bom para poder ir à piscina. (ESTAR) bom tempo. Mas provavelmente vai chover.
7. Deus queira que a mãe f* .......................... (GOSTAR) 7. Oxalá a mãe h* ........................ (GOSTAR) do presen­
do presente que lhe comprámos. te, mas parece tão pouca coisa.
8. Oxalá os alpinistas P“ ........................ (DESCER) pelo 8. Oxalá os alpinistas f* (DESCER) pelo
outro lado da montanha para não ter problemas. outro lado. Mas com certeza irão por este e terão pro­
blemas.
9. Quem me dera que o nevoeiro se 1* ......................... 9. Quem me dera que o nevoeiro se J* ........................
(DISSIPAR) rapidamente. (DISSIPAR) rapidamente. Mas provavelmente hoje
não veremos o sol.
10. Oxalá o pai ...................... (IR) a Lisboa em 10. Oxalá o pai f* ....................... (IR) a Lisboa em
Dezembro e me f * ........................ (LEVAR) com ele. Dezembro e me fc ......................... (LEVAR) com ele.
Mas tem tanto trabalho.

oitenta e oito
7
Numa casa de fados

Unidade
Durante algum tempo percorreram todo o Bairro Alto. Queriam encon­
trar uma casa de fados e visitá-la, já que não podiam ir a uma sessão de
fados à noite.
Passaram pela Adega Mesquita, viram um painel de fotografias de artis­
tas à porta, mas não puderam entrar. Não estava ninguém.

Oxalá tivessem ouvido a campainha. Às vezes estão a trabalhar noutras


dependências e não ouvem...

O Luís não acabou a frase. Uma funcionária abriu-lhes a porta e, perante


o pedido dos rapazes, deixou-os entrar.
Ficaram encantados com o que viram. Estavam no local onde grandes
fadistas costumavam actuar. Era uma grande emoção!

Pedro: Quem me dera que eu pudesse estar aqui logo à noite!

QJ
Receei que tivesse chegado tarde. ■«

of
FO R M A Ç Ã O DO A*
z4 a»
M
Pretérito m ais-qu e-perfeito do conj. Ph

Ar
Verbo TER P.P. r e f e r id a r
a c ç õ e r

co m p r e t é r it o

'M a ir - íu e - p e r f e ít o d o c o n y u n tív o '

ra o re M p re p a r r a d a r . E r t e te M p o

r it o a (c o m o o M a ir - Ç í/ e - p e r f e it o do
(eu) j tivesse in d ic a t iv o .) 0 M 3 a c ç ã o (A) a n t e r d e

o o tra (B ), M a r a s o ra in d ic a n d o

(tu) i tivesses d ( Á r id a ) d e re / o , iiip ó t e r e ) o o


I c o n d iç ã o
¡
(você) amado n ã o r e a liz a d a .

(ele/a)
j! tivesse
.
metido
(nós) j tivéssemos partido
j
[vós] (vocês) | tivésseis
(eles/as) ! tivessem
a
Dentro de las frases exclam ativas de

R EV EJA deseo USE la expresión "D eu s qu eira


q u e ..." con el verbo en pretérito perfecto
de subjuntivo. Es decir, en situaciones en
na un id ad e an terio r os usos do
las cuales exista una m ayor probabilidad
pretérito perfeito do conjuntivo. de realización del hecho.

oitenta e nove
^ Use o Pretérito m ais-que-perfeito do conjuntivo de acordo com o
Unidade

modelo.
Ex.: O prédio queimou-se totalmente.
F* Oxalá os bombeiros t iv e s s e m c h e g a d o antes, (bombeiros/chegar antes) j

1. O senhorio dele pô-lo na rua porque não pagava a renda.


p* O xalá................................................................................... (irmão/emprestar dinheiro)
2. O carro parou já perto da meta.
F** O xalá................................................................................... (mecânico / esquecer-se de
7

encher o depósito de gasolina)


3. O Pedro galgou o muro e magoou-se na queda.
p* O xalá................................................................................... (fazer caso da mãe)
4. O barco naufragou perto da costa por causa do temporal.
f* O xalá................................................................................... (marinheiros/ouvir a infor­
mação do tempo)
5. Não passei no exame de filosofia.
P“ O xalá................................................................................... (estudar mais)
6. Não pude assistir à reunião anual da firma por causa da data.
P* O xalá................................................................................... (presidente / adiar adata)
7. Com aqueles calores da semana passada nem saí de casa.
pi» O xalá................................................................................... (fazer menos calor)
8. Tivemos de esperar cinco horas no aeroporto da Portela.
jV O xalá................................................................................... (pilotos da TAP / não fazer
greve)

6 . . - o
O q u e é q u e d i r i a se se encontrasse nas seguintes situações?

1. Numa loja de pronto a vestir. Quer comprar uma camisola de lã às riscas azuis. Peç
! empregada, r ...................................... ................................................................................................

2. Encontra na estação dos caminhos de ferro uma amiga que leva três malas. Quer ajudá­
-la. F* ........................................................................................................................................................

3. Quer fazer uma omeleta espanhola, mas não tem ovos. Vá à mercearia, fale com o ven­
dedor e compre uma dúzia, f * ..........................................................................................................

4. Numa casa de pasto quer comer um caldo verde e um bacalhau à Brás. Peça ao empre­
gado. F *...................................................................................................................................................

5. Numa cafetaria quer tomar um carioca de limão e comer um pastel de nata. Peça ao
balcão. F * .................................................................................................................................................

6. Na próxima terça-feira é o seu aniversário. Convide alguns colegas da turma.


r * ............................................................................................................................................

senhorio (m.) 7. Encontra-se a visitar a Baixa lisboeta. Não sabe onde almoçar. Fale com alguém e peça­
galgar -lhe conselho, F * ...................................................................................................................................
mercearia (f.)

casa de pasto (f.)

n o v e n ta
Unidade
Já sabe / seguir ajude o \
r que o som [Z] pode N castor a distribuir,
ser representado pelas consoan­ depois de completadas,
tes s, z, e x. Sublinhe no poema y as palavras que se
todas as pala­ seguem. y'
. vras em que um destes casos .
se verifique.

Estudar 1. atra
2. avi o
o

3. bali a

Às vezes os exercícios 4. be erro

Que nos m andam realizar 5. confu âo

São exem plos bem explícitos 6. desli ar

Dos casos a estudar. 7. despre o


8. e ame
É preciso exactidão 9. e asperar
E fazer boas análises 10. e emplo
Para assim com precisão 11. e ército
Aprender todas as fases. 12. e ibir
13. ga o a
A fonética é com plexa 14. gui ar
N em sempre exacta e concisa 15. prejuí o
A presenta m uitas regras
E excepções pouco precisas.

"s /is+o Jc
4 a <jo i fia r e c e
a pa jin a
. dezanove/ y

noventa e um
tipo de questões subisse à sentar o seu país no estrangei­
barra dos tribunais. Os magis­ ro. Então entendeu-se que
trados escusam de se preocu­ "embaixatriz" era a mulher, a
par com este problema. Os ajudante do embaixador.
dicionários de português e os Segundo Edite Estrela, quando
1 prontuários mais recentes já o cargo se vulgarizou, "teve de
incluem a palavra "juíza" se violentar a língua, criando

m como
CU11I feminino de "juiz". Mas um feminino espúrio: embai­
a presença discriminada de xadora". Quem diz que, com a
um substantivo como entrada das mulheres nas
"juíza" mostra que a con­ Forças Armadas, não serão
quista é recente, uma vez admitidas, num futuro próxi­
que na maioria das mo, as formas femininas das
outras profissões apare­ várias patentes militares? Tal­
m ce só o substantivo vez brevemente se possa dizer
masculino ou femini­ "tenenta, coronela, generala ou
no. O debate em majora, sem medo de errar".
torno deste proble­ No fundo, quem é que fixa
ma faz parte de as normas? São as pessoas que
uma discussão escrevem numa determinada
mais ampla: a do época da história, as pessoas
sexismo da lin­ que sabem, as que têm poder.
guagem. As femi­ Na nossa história, foram os
nistas, sobretudo, monges, os escribas, as classes
têm vindo a protes­ masculinas. Por isso, é possí­
tar contra o predomínio de vel que houvesse uma tendên­
expressões masculinas em cia para a escolha de formas
determinadas línguas. masculinas.
l ín g u a Em Portugal as dúvidas
colocam-se principalmente ao
O debate acerca de todas
estas questões é "pertinente" e
No que respeita à estrutura da língua portuguesa, as nível das profissões tradicio­ "útil", na opinião de todos os
nalmente masculinas e que só entrevistados. Mas o mais
m ulheres ficam a ganhar ou a perder? 0 português é ou recentemente começaram a ser importante — como diz Andra­
não uma língua m achista? No que respeita a profissões, desempenhadas por mulheres, de Peres— é ter em conta que
como juíza, magistrada ou "o que está correcto é o que a
já se encontram nos dicionários os femininos de funções ministra, cargos que só são comunidade linguística pro­
tradicionalmente desem penhadas por homens. desempenhados por mulheres duz, o que o povo diz, não o
desde o 25 de Abril de 1974. que os académicos defendem.
Neste aspecto, existem, na A linguística tem de verificar,
Em informação complementar a um processo, a língua portuguesa, sinais evi­ não tem de prescrever. Em cer­
oficial de justiça de um tribunal de Lisboa escreveu: dentes de discriminação. Na tos casos, pode dar uma orien­
"...determ inado pela senhora doutora juíza". O palavra "embaixador" encon­ tação, mas é uma luta perdida.
magistrado que recebeu o processo irritou-se, riscou tramos um bom exemplo: as A língua vence sempre. E a
a palavra "juíza" e devolveu o processo ao funcioná­ regras gramaticais estabelecem Língua é um substantivo femi­
rio judicial, com a recomendação de que substituís­ que o feminino de embaixador nino...
é "embaixatriz", mas, por pre­ In Paula Torres de
se "senhora doutora juíza" por "senhora doutora Carvalho, O Sexo da Língua,
juiz". A palavra foi substituída. conceito, era impensável que Público, 3 /7 /9 9
Dificilmente se imaginava que este uma mulher pudesse repre­ (Adaptação).

8
De acordo com o texto coloque X no quadrado certo.

O texto diz: V F

1. que o magistrado mandou substituir a palavra «juíza» por «juiz»............................


□ □
2. que os dicionários recentes não consideram a palavra «juíza» como feminino de

«juiz» □ □
3. que as feministas têm protestado contra o predomínio de expressões masculinas

em determinadas línguas......................................................................................................
4. que desde o 25 de Abril de 1974 as mulheres desempenham cargos até aí só

desempenhados por homens...............................................................................................


5. que a mulher do embaixador é a embaixadora...............................................................

6. que quem fixa as normas gramaticais numa língua são os académicos...................


7. que Andrade Peres considera que o que está correcto é o que o povo diz, não o

que defendem os académicos............................................................................................... □ □


noventa e dois (duas)
7
Com plete o seguinte
um jarrinho poem a com a s form as
.. h *...................vinho. ve rb a is retiradas.
um tostão

U nidade
pão
.. uma fita
bonita.

h *........................ atrás
de mim um rapaz:
f * ........................ o jarro para o chão.
f * ........................ o tostão,
fazia ir x 3 correu r * .........................-se-me a fita...
rasgou buscar x 2 perdi D*........................ que desdita!

comprar vejam foi


Se eu não I * ........................ um jarrinho
trouxesse corresse levasse nem 1 * .................. f * ....................vinho
acontecia fosse ver nem 1 * ........................ a fita
levava x 3 para f * .........................bonita
nem 1“ ........................ atrás
de mim um rapaz
para I * .................o que eu I * .................
nada disto f * ..........................
Fernando Pessoa

guitarra é um instrumento de origem árabe e faz parte da


família dos alaúdes. Foi nos meados do século XVI que a guitarra
começou a ser tocada por todos os músicos de diversos países da Euro­
pa. Rapidamente o seu uso começou a espalhar-se, nas mais diferentes
ocasiões, chegando mesmo a substituir instrumentos de grande
importância.
Vieram também para Portugal as chamadas "guitarras de
Alcácer". Dizem os entendidos que eram uma espécie de violas. Pelo
menos as cordas desses instrumentos eram também dedilhadas; e pos­
suíam, do mesmo modo, uma
caixa de ressonância de tampos
paralelos e recortados de uma
maneira que lembrava o contorno de uma cabeça. Não há dúvi­
da, portanto, que as guitarras de Alcácer tinham um aspecto
parecido com o da viola.
Parece provável que a moderna guitarra nacional
resultou da fusão entre a Cítara e a Guitarra Inglesa; possui doze
cordas metálicas distribuídas por seis ordens, três das quais afi­
nam em uníssono e as restantes em oitavas. As cordas assentam
num cavalete móvel que transmite as vibrações ao tampo har­
mónico, sendo este levemente convexo. As cordas passam por
cima do ponto em ressalto com trastes fixos em metal.
Quanto à execução, os primeiros efeitos que se
tiram da guitarra são os arpejos e os acordes.
Nos nossos tempos é frequente ouvir-se a guitarra,
em solos, em baladas, etc.
A guitarra continua a ser, ainda hoje, o instrumen­
to nacional por excelência.
Guitarra portuguesa Enciclopédia Multimedia (adaptação).

barra (f.) guitarr (f.) española p arecid o com s parecido a

faze r parte de

nos m ead o s d e ... tam po (m.)

espalhar-se

noventa e três 93
lln id : de 7

O FADO, Canção Nacional

fado é um género musical urbano, muito conhecido e muito


apreciado pelos portugueses e por estrangeiros. Há ainda
muitas dúvidas sobre a origem do fado, mas uma das
hipóteses mais considerada é a que o relaciona com as
canções dos marinheiros vindos do Brasil.
O fado, inicialmente com um repertório de raiz popu­
lar, começou a ser cantado nos bairros pobres de Lis­
boa, sobretudo na zona portuária, na segunda metade do
século XIX, sendo considerado um género marginal, sob o ponto de
vista social, até 1930. Conheceu, porém, um grande desenvolvimento a partir da ins­
talação da rádio e posteriormente da televisão.
Os fadistas fazem-se normalmente acompanhar por um guitarrista que toca guitarra portu­
guesa e um viola baixo; desta forma interpretam os dois tipos de fado mais conhecidos: o fado
tiço e o fado canção.
Enciclopédia Larousse (adaptação).

Expressar desejo e esperança; — Gostava que vocês soubessem o que ele


sabe.
— Quem me dera que estivesse aqui.
— Oxalá pudesse voltar.
— Tomara que alguma vez dissesse a
verdade.
Exclamar; — Quem não gosta!
Exprimir situações irreais e hipotéti­ — Ele gasta dinheiro como se fosse rico.
cas;
Expressar dúvida no pretérito; — Duvidava que pudesse ir ao Porto no
próximo fim-de-semana.
Expressar possibilidade no pretéri­ — Era possível que o avião demorasse
to; meia hora.
Dar uma opinião na forma negativa; — Tive medo de que o Pedro não gostas­
se do filme.
Mostrar indignação; — Queria que não me tratasse assim.
Expressar um sentimento; — Agradou-me que ela me telefonasse.
Expressar optimismo; — Oxalá não haja atraso do correio.
Expressar pessimismo; — Oxalá não houvesse atraso do correio.
Desculpar-se; — Passou-me de todo.

noventa e quatro
8
Unidade
No fim da unidade sabera:

Q Lisboa
Q ¿VlfaHia
^ Férias-

noventa e cinco
Unidade 8

A Maria volta a Lisboa

A Maria, que é vizinha da família Pereira, foi a Lisboa visitar uma


amiga que tinha feito uma operação no hospital de Santa Maria. Como E>ízew ”
o Luís está em Lisboa, foi esperá-la a pedido dos pais, para a orientar / q u e o Rosrio 7 Rossio) é X
nas deslocações. Ela irá onde o Luís for porque conhece pouco de Lis­ t e w taoito t r á f e ' verdade, ter» '
boa. Decidiram dar uma volta pela Baixa, já que só à tarde poderia j i í a Mirvt d e s a - 1 IvíoT+o tr â n s ito .
h\as digam o que,
ir ao hospital ver a amiga. Visitaram os Restauradores e viajaram no g r a d a - m e tan+o
L b a ru lh o d e \ dhrereM» v a i s /
Elevador da Glória, subindo e descendo. Entraram na Estação e na B ^ ^ c a rr o t. / A jo it a r , y
praça D. Pedro IV, mais conhecida por Rossio, a Maria admirou o
Teatro D. Maria II e a estátua de D. Pedro IV.

Maria: Esta praça é uma maravilha, não é Luís?


Luís: Também acho. Aqueles que quiserem conhecer Lisboa que
venham ao Rossio, porque este é o espaço privilegiado de
encontro entre lisboetas e visitantes. Agora vamos ver outra
maravilha da Baixa.
Maria: O que é?
Luís: O Elevador de Santa Justa. E uma impressionante obra de
arquitectura do pós-Eiffel, que faz a ligação entre a Baixa e
o Largo do Carmo, lá em cima. Queres subir?
Maria: Eu subo onde tu subires.

Quem a t r a v e s s a r a ponte ao pôr do sol vai ficar deliciado.

F u tu ro im p e r f e ito do c o n ju n tiv o

Verbo: amar meter partir

(eu) ¡ am ar m eter partir


l(tu ) I a m ares m e te re s p a rtires
1
(v o cê) ------- -----1------------------- 1--------------------1
(e le /a ) j am ar m eter partir
(n ó s) | a m arm o s m e te rm o s p a rtirm o s
[vós] (vocês )\ a m a rd es m e te r d e s partir d e s
(e le s/a s ) I am arem m eterem p a rtirem

deslocações (f.) *desplazamientos (onu)

96 noventa e seis
K
Aque- '--v.
Es conveniente que para la formación de este tiempo r (e í <jU ç < ¡ü (ie re w ^

SJia dude
c o n h e c e r heto L is boa ,
nos fijemos, por ejemplo, en la 3 o p e r s o n a d e l p l u r a l del
<¡oe v i a j e i * <le e lé c -
p r e t é r i t o p e r f e i t o s i m p l e s de i n d i c a t i v o , pues en los fN . +rieo.
verbos irregulares es de ahí de donde se saca la raiz del futuro imper­
fecto de subjuntivo:
por e¡.: Infinitivo 3o p.pl. p.p.s. indic. fut. imp. conj.
FAZER eles FIZERAM EU fizer
TU fizeres
ELE fizer
NOS fizermos
VÓS fizerdes
ELES fizerem

En los verbos regulares tenga en cuenta que el futuro


imperfecto de subjuntivo coincidirá con el infinitivo personal simple,
haciéndose necesario el conocimiento de las estructuras sintácticas
para su correcta traducción (Consulte las UNIDADES 10 y 11):

"Aqueles que com erem tudo irão à piscina".


Fut. doconj.
Aquellos que se lo coman todo irán a la piscina.

"Não vão à piscina sem antes com erem tudo".


Inf. pessoal
No vais a la piscina sin antes comer todo.

El uso dei futuro de subjuntivo aparece en la subordi­


nación. (or. temporales, condicionales, concesivas e adjetivas). Aqui
estudiará unicamente el caso de las adjetivas.

Complete o seguinte quadro com as form as que faltam do


p.p.s. e do futuro do conjuntivo.

3° pesso a
pl. p .p.s.
in d ica tiv o

1. dar
2. dizer

3. fazer

4. ir
5. poder

6. pôr
7. querer

8. saber

9. trazer
10. ver

noventa e sete
Sem a n t e c e d e n t e e x p r e s s o Com a n t e c e d e n t e s e x p r e s s o s
^ D e m o n s t r a t i v o + que + fut. do conj.
« ^ Q U E M + fut. do conj.
Aqueles que quiserem café que levantem a mão.
Quem quiser café que levante a mão.
« ^ S u b s t a n t i v o + que + fut. do conj.
«tS^Pres. do indic. + 0 N D E + fut. do conj. Pode levar a fru ta que quiser.
Eu desço onde vocês descerem . # > r e p + q u a l q u e r l u g a r q u e + fut. do conj.

i# 7Fut. do indic. + ONDE + fut. do conj. O cão vai para qualquer lugar que ele for.
O cão fica rá em qualquer lugar que ele
Eu descerei onde vocês descerem .
fic a r .
« ^ Im p e ra tiv o + 0 ND E + fut. do conj. O cão vai a qualquer lugar que ele lhe
D esçam onde eu descer. indicar. _______
Reba-
r e <tue a f r a s e N —
W r e l a t i v a teto s e w p r e o \
Q U E M equivale a a q u e l e ( a ) ( s ) q u e v e r b o no fu tu r o do c on ­
j u n t i v o ; Mas a f r a s e p rin ­
Aquele aue tirar 10 valores passará. cipal p o de t e r o v e r b o no
v p r e s e n t e do indic., no .
Aauela aue tirar" \ f u t u r o do indic. ou n o /
\ ^T M p era tívo.
Quem tirar 10 valores passará
Aqueles que tirarem 10 valores passarão. \ \
Aauelas aue tirarem " " " WlÊiÉàL,

Orações RELATIVAS
0 aluno q u e e s t u d a é estim ado pelos professores.
e s t u d io s o

A rapariga q u e v i era m orena.


v is t a p o r m im

0 pastor, q u e f o i s u r p r e e n d i d o p e l a c h u v a , abrigou-se num a choupana.

I .T 0 I R I T I V A S !
*Lbpnrncui Lf'ii.i ideia .K c sv, >riai
(Restringem, limi arn, precisam a signifi-
S.t¡ i \e n ip rc a p a ra d a s p> >r \n viil.b e p> .'(le­
riam su p n n iir-sr x i i i que .1 (rase ficasse
cação do antecedente). ,
absurda:
'() di . I'ereira c|ue e 1.1111 pmfesM .r

exigente ^ preocupâ-se com os progressos “0 homem que é trudente não gasta mais

dos seus alunos”. 1ti 1 ; 111C aqueganha’.

noventa e oito
Complete a s seguintes frases com o verbo no fu tu ro d o c o n -
ju n tlv o . 00
Ex.rTodos os livros que f* trou x erem (TRAZER) serão expostos na montra. 1
1. Quem f5* ...........................(TER) dúvidas que levante a mão.
wM
2. Castigarei aqueles que me F * ...............................(MENTIR)
3. Só direi à polícia o que eles F * ...............................(DIZER)
4. Daremos uma boa recompensa a quem f * ............................ (ENCONTRAR) o cão per­
dido.
S5
5. Quem F * ...........................(ESTAR) contra a proposta, levante a mão. P ■
6. Saberás unicamente o que eles te F * ............................ (QUERER) contar.
7. O Pedro e o Luís irão aonde nós I * ............................. (IR)
8. Todos os alunos que b ............................ (SER) convidados, deverão levar gravata.
9. Os alunos que f * ...........................(ESTUDAR) serão estimados pelos professores.
10. A família deslocar-se-á para onde F * ........................... (TRANSFERIR) o pai.

o qu e me apetecer.

1. Todos F* .............................. estacionarem sobre a passadeira, serão mul­


tados.
2. Os cães serão fiéis f51.............................. os tratarem bem.
3. Os clientes r 1..........................vierem depois do meio-dia não serão aten­
didos.
4. ía .............................. estacionar nesta rua será multado.
5. r * ...................................participarem receberão um prémio.
6. Confiarei F * ................................. me demonstrarem amizade.
7. O contínuo irá f4* ................................nós o enviarmos.
8. r * ................................ tirar bons resultados na prova, passará às meias-
Q U E M , además de con el futuro
de subjuntivo, también puede ser utlizado con -finais.
presente de indicativo, cuando el hecho enuncia­ 9. Carteira perdida na Praça do Comércio. Dar-se-á uma gratificação f*
do es una verdad universal, atemporal: ..................................a encontrar.
"Quem estud a sabe". (-- ãCjUCÍC 10. Telecel. f * ................................. você estiver, está lá.
que estuda, sabe"). 11. í * ................................souberem a resposta, escrevam para o nosso pro­
Quien estudio, sabe = Aquél que estu­
grama.
dia sabe.
12. Nós seguiremos F *................................. elas forem.
13. Nós levamo-lo f * ................................ o senhor quiser ir.
14. I * ................................ primeiro receber a notícia, deverá comunicá-la ao
gabinete de imprensa.
15. O senhor vá f * ..................................eu lhe indicar e logo verá a rua
Relembre )que procura.

Como sim p les pronom e relativo ,


pode ter unicam ente como anteceden­
te pessoas (aparecendo precedido de prepo-
Cd
Oí I sição ("Este é o rapaz a quem dei as flores"), m as
I tam bém pode a p are ce r sem antecedente
expresso ("Quem mais trabalha é o ]oão").
é , e exige que o
verbo esteja na 3 a pessoa do sin g u la r (trabalha).
Com a p re p o s iç ã o d iz - s e
e n ã o s e m q u e m : "Estes são os colegas
sem os quais não teríamos ganho o jogo".

volum e I, u n id ad e 14.

noventa e nove
nldade

Na Baixa

Como ainda era cedo, continuaram a passear pela Baixa. Chegaram


imponente Praça do Comércio, que a Maria muito admirou.

Maria: Conheces bem esta zona, Luís?


Luís: E muito bonita e venho até aqui de vez em quando.
Maria: E impressionante como faziam tudo isso sem máquinas!
8

Luís: Sabes de quem é esta estátua?


Maria: Claro que sei. É a estátua equestre de D. José I.
Luís: E já agora, sabes qual é a pata direita do cavalo de D. José?
Maria: Que pergunta mais tola, Luís!
Luís: Não é nada! A pata direita é a esquerda porque a outra está
encolhida.
Maria: Olha que esperto o menino!
Luís: Bom, vamos continuar, senão não conseguimos visitar
tudo o que tínhamos combinado.

Passaram pela Praça da Figueira, pelo Martim Moniz,


onde apreciaram os bonitos repuxos de água e subiram
até Alfama.

Luís: Não estás cansada, Maria?


Maria: Nem por sombras! Ande o que andar não me canso porque tudo o que visito me
encanta.

repuxo (m.) —surtidor (m.) de água

/ fü tü r o p e r f e i t o do
/ c o r\j. é fo r w a d o peto f o t . \
iw p e r f e it o do c o nj. do v e r t o
Quem tiv e r a r ru m a d o o quarto p o d e r á ir a piscina TER w a ir o partic ipio do v e r t o
princip al. R e f e r e oivt f a c t o f o t o -
ro j á ter m in ad o , Mas do ç o a l
EC V d e p e n d e a r e a li z a ç ã o de /
<u \ üMa oütra acção /
Pk ^ -^ ^ fo to ra .
Momento em I o momento: 2° momento:
que se fala arrum ar o quarto ir à piscina

FO R M A Ç Ã O DO
futuro perfeito do conjuntivo

Verbo TER + P.P.

tiver
tiveres
(v o cê) — am ado v P r a ç a do ”
I CoMércio erta i
(ele/a ) tiver m etido Lo Ma r w a r a v í-/
C N ttat ^í_ +
(nós) tiverm os pa rtid o
[vós] (vocês ) tiverdes
(eles/a s) tiverem

X00 cem
8
Complete com o f u t u r o p e r f e i t o do c o n j u n t i v o .

Ex.:Quem não f* t iv e r f e i t o (FAZER) este exercício, não pode fazer o seguinte.

U nidade
1. Quando ele (VENDER) o carro velho, poderá comprar o novo.

2. Se vocês já f c ................................... (TERMINAR) as tarefas todas, podem ir ao cinema.

3. Quando nós f* (VENCER) o campeonato, podemos ir comemo­

rar.
4. Logo que eu f * ................................... (CORRIGIR) os exames, entrego as notas aos alu­

nos.
5. Enquanto vocês não ................................... (PERCEBER) o exercício, não posso expli­

car a unidade seguinte.


6. Quando a mãe l* ....................................(PÔR) a mesa, podemos jantar.

7. Quando tu I * ................................... (ESCREVER) à Lola, eu levo o envelope ao correio.

Las oraciones
tienen
necesariamente esta estructura: el primer verbo
en el presente de subjuntivo, seguido de una
forma pronominal, que refiere un objeto directo
[0 QUE, QUEM, QUANTO/A (S )], um comple­
mento de modo (COMO) o de lugar (ONDE), más
el segundo verbo en el futuro de subjuntivo.

% Preste especial atención a los ver­


bos irregulares.

Re p a -
/ r e na e s t r u t u r a e
' USE o <»rerente di®
c o n j ' + eleMient® de
( i g a f S o +f u t u r o 4o
conj' pa ra e x p r e s s a r urna
\cor>cessão a b s o l u ta , ulna
a u sê n c ia t o t a l de S
'> C s^condíÇõer.
Forma pronominal

p re se n te

conjunti vo conjunti vo

temos de acabar lioje o trabalho.

verbo SER

cento e um
I

Mão
/ ertoo n à o .\
'An</e o í ü c ancfar'
nao toe can so p o r q u e
Vtu</o o q u e v i s i t o I
\ » e encanta. S

Complete o quadro em baixo com as form as correctas do p r e s e n t e d


ü v o e do f u t u r o i m p e r f e i t o d o c o n j u n t i v o .

Infinitivo Pres. do Elem ento Fut. do Frase


conjuntivo de ligação conjuntivo principal

1. a m a r W ÊÊÊÊÊÊÊBm
2. m e t e r m m m iÊ ím sm m

3. p a r t i r m B È S Ê ffiÊ m

i* o que vocês não façam caso.
f* onde lembrar-me-ei sempre dela.
fc como deves fazê-lo bem.
N por onde tenham muito cuidado,
f* o que nunca percebe nada.
f1* o que não percam a confiança,
f5* o que não lhe dês nada.
f* quantos (jogos) continua a treinar, Luís.
a quem no teu lugar, tu não te importes,
f* o que não lhes consintas caprichos,
í* o que não diga nada a ninguém,
í“ .... a que (horas) não se esqueça de telefonar,
•'* 0 (caminho) que sempre terão dificuldades.
1 * ............ qual o problema, ligue para o 06 18 19.
r® para o que eu não acho isso bonito,
0 (dinheiro) que gasta logo tudo.
t* o que não o deixes entrar,
I* o que não penso comprar-te a bola.
r* o que não te assustes,
t* com quem serás bem recebido.

cento e dois (duas)


Redare nat
' se ju in te í fo t o jr a fia s N
e indiq ue o q u e é q u e a

l In id ade/ 8
B e a t r i z f e z o ano p a s ­
c a d o d u r a n t e as f é r i a s
jran d er.

12/087/19$
Caminí''3
c7 Pai5
A t a r resté

Louvre

3 0 /0 8 /1 9 9 9
da Foz
Praia de Fig

1. A dezasseis <je Ju(ho 4e frrít nos/ecen^o? e n oventa e


nove a Bea+ríz e?+eve et* / e n e z a com or co(e.gar da torcia
e andou de qôndoia.____________________________ ______ _________

/ O qu e \
é qu e v o c f
f e z o ano
pa ssa d o
d u r a n t e as ,
V férias? /

cento e três
Substitua o complemento em itá­
Ur idade
Responda às seguintes perguntas formando
o imperativo e colocando correctamente o lico pelos pron. correspondentes
pronome átono. e reescreva de novo a frase.

Ex.: Repito a pergunta? Ex.: Tu lavas o carro, P* Tu laim-lo.


a) ^ Sim, repita-a. b) ^ Repita, repita-a.
d 1* Não, não a repita . 1. Nós cumprimentamos o professor.
P * ............................................................
1. Conto-lhes uma piada? 2. Tu abres a porta.
r * ...................................... r * .........................................................
a ) 1* .................................... ■ b)
c) h ......................................
8

3. Eles fecham as janelas.


2. Continuo a ler o postal? P * ...........................................................
a ) 1* .................................... b) p *...................................... 4. Eu compro a revista.
r* P* . ...............................................
c)
3. Mostro-lhes a casa? 5. Ela conta o dinheiro.
a ) * .................................... - b) p *...................................... P * ...........................................................
c) r * ...................................... 6. Vocês estudam a lição.
4. Fecho a porta? P * .........................................................
a ) * * ................................... - b) p *...................................... 7. Ele pinta a parede.
c) p *...................................... P * ...........................................................
5. Levo as crianças ao parque? 8. Vocês compram os bilhetes.
r * ...................................... P * ...........................................................
a) ................................... - b)
c) p *......................................
9. A Lola aquece o leite.
6. Começamos hoje o trabalho? p* ............................................
r*
a ) 1* ................................... - b) 10. Nós ouvimos o conferencista.
c) ps P * ...........................................................
7. Peco-lhe um café, dr. Pereira?
, r*
a)
.......
................................... D) r * ......................................
c) P* .....................................
8. Derrubamos o muro?
Responda colocando o pronome
a) ^ ................................... - b) p
1 *...................................... de acordo com o exemplo.
c) *
9. Limpo a casa de banho, D. Amália? Ex.: Já fizeste o trabalho?
P* I* Não, fá-lo-ei amanhã.
a ) * ........................................ b)
c)
P*
10. Compro um maço de SG, pai? 1. Já falaste à Clara?
I * .........................................................................
a) ...................................... b) 1*
c) ! * ...................................... 2. Houve problemas com as lições?
I * .........................................................................

3. Trouxeste o livro que te emprestei?


f * .........................................................................

4. As senhoras já deram a notícia aos pais?


P * ........................................................
5. Vestiste já as calças novas?
p » .........................................................................

6. Os senhores tiveram dificuldades?


P *.........................................................................

7. Fizeram os exercícios, meninos?


P » ........................................................
8. Já viste o filme?
p* ........................................................
9. Já fizeste as malas?
P *.........................................................................

10. Já telefonaste aos teus amigos espanhóis?


P * ........................................................

cento e quatro
81
Wnidadte

cento e cinco
U nidade

Alfama
Conhecida zona típica de Lisboa, Alfama é notável pelo casa- (
rio, pelas vielas, escadinhas e ruas típicas, dominadas pelo Miradou- * jA f -
ro de Sta. Luzia, do qual se desfruta um
gggm ■ \ panorama ímpar da cidade.
-L A população deste bairro dedi- I f i jg g g
‘ | cou-se ao longo de vários séculos quase 'H
\ exclusivamente à actividade piscatória. JíM
, ~ ¡ | O topónimo Alfama tem origem rA w p S I

5'ÍÍÍffl ' i n0terrri0


8

i i n i1 a ■; v " „ ■ |V.
• arrabalde já
era notável ¿ i
4 1 tf n0 tempo
■ . ÜL ã M 11 * L da dominação árabe, aí existindo várias fontes
¿¡¡ÈÈÚ \ y | B %\ jê L termais.
Os arcos e os pátios são uma constante
em Alfama. As ligações do bairro ao rio fazem­
-se amiúde através de arcos.
Em cada mês de Junho o bairro alvo­
roça-se para celebrar o padroeiro da cidade,
« Santo António. São duas semanas de entu­
pi siasmo e muito trabalho para montar bancas
É&\ e arraiais.
P '' Adaptação de Guia Expresso o M elhor de Portugal, n° 16,
.I e Revista Evasões, n° 14.

Pedir a aprovação ou a concordân­ — Esta praça é uma maravilha, não é


cia; Luís?

Aprovar / concordar; — Também acho.


Elogiar; — Este é o espaço privilegiado de encon­
tro...
— É uma impressionante obra de arqui­
tectura. ..
— A Praça do Comércio está uma mara­
vilha!
Criticar; — Eu não acho bem que se use tanto o
carro.
— A mim desagrada-me tanto barulho
de carros.
Objectar; — Nem por sombras!

cento e seis
No fim da unidade saberá:

dos
-sto rro o S” ''
* Tr° o S v tb o '5 * " '°'1
L ^ f e tn p 0
p e sso o ‘s;
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. pr’* n c'P °|S

cento e sete JtOT


n i —

No Martinho da Arcada

A Maria frequenta o 8o ano de escolaridade e este ano


estudou alguma poesia de Fernando Pessoa na aula
1 8

de Língua Portuguesa. A professora disse que era um


poeta muito importante.
O Luís aproveitou a sua estada em Lisboa para lhe
falar de Fernando Pessoa e lhe mostrar o café Martinho
9

da Arcada, o mais antigo de Lisboa, e muito frequenta­


do pelo poeta.

Maria: Quem diría que aqui na Praça do Comercio ficava o


Martinho da Arcada! Fernando Pessoa tinha bom gosto!
Luís: É de facto um local carregado de história pessoana. Viste
tantas reproduções de poemas, de fotografias e até do seu
próprio bilhete de identidade?
Maria: É verdade. E o empregado do restaurante com quem
falaste disse que vão ao café diariamente muitos turistas
só para verem estas fotografias. É uma bela atracção para
o restaurante! Mas...
Luís: Mas... o quê? Tens alguma crítica a fazer ao Pessoa?
Maria: De modo nenhum! Com certeza que não! Só que o restau­
rante podia ter um ar menos pesado. Para te ser franca continuo a preferir o MaCdonalds.
Luís: Olha que admiração!

Giôo mbelsínàek Ia m reãS agarros fortuna

acalera patrocina piloto português


» i fej-Nias®.
ROBU'1’' 1«reirodeIwí, pas? \^ L/ ^ /
% / ' C.

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A salte- Moradores queixam-se de maus cheiros


n IT Iu I u U U ll
/ r a ç õ e s 4o < r í $ e u r s o \ , ri ,, ,
*Ó SÇ N/ettrl* V .-doada pr
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caM <joan4o o verfco
4a sofcordínante e s t a ç ?
q ¿A - p t 5, ¿ e
q now tewpo / . ¿ fe
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e s p e c i a l a t e n ç ã o ao s
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c a s o s eM <jue é usado o
V presente. y
} tia Cruz, óH jedhr. ’

' íl!||lci i ^
r
por ter passadii¥poíí U g â r *i?
O tribunal de Almada >*'¡»< heidade
- * - M
ro, acusado d® ter passa-
' •• • -
d*
do 28 venes a ponfe 25 de -}fj:Rlpafn C!fT10 - A
’M Fá||
I S L * ”e s c e
^
V 00
Porcen -
!
Abri! sem pagar porta­
gens, ao pagamento de 4¡0L

OHMÍ ' %

-Oliiiia « a
A GNR d

< cento e oito


9
O Q U E D I Z E M O S J O R N A I S ?

Ex.: P* Os jornais dizem que... a população mundial chegará este ano aos 6.000 milhões de pessoas.

Unidade
1. -----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
^
2. ________________________________________________________________________________________________________________

3. —

4. _ ' .. . . _ "... . .■
'■
■■ -______ .

5. _______________________________________________________________________________________________________________________

6 . ____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

7.

9.

1°. ^ B S ——

n . ---------------

Traz "
re(a+ório
L u ís ! y
Ww m
_ _______________ dj
íraga •
. _M
ijg ^

c .t

2 ® "‘* l *** *■ * ■■■ flHüf


Transform e as seguintes ordens directas em
ordens indirectas.

Ex.: Façam os exercícios todos! F^D/’z nos teus colegas que f a ç a m os exercícios
todos. II

1. Faz o teste, Luís! F“Diz ao Luís que..................................


2. Vem mais cedo esta noite, Pedro! r*Dzz ao Pedro que..

3. Traga o relatório, dr. Pereira!r*D¿gfl ao dr. Pereira que.


.........................................................
4. Sai antes do trabalho, Clara! i* Dzz à tua mãe que..................

5. Ouve atentamente o que vou dizer, Ana! í*Dz'z a Ana que.

6. Põe os livros na estante, Sofia! P*Diz à Sofia que.

7. Sê mais paciente, Pedro! F*D íz ao Pedro que.

8. Não percas o dinheiro, Maria! F*Dzz à Maria que.

9. Segue sempre em frente, pelo passeio do lado direito, Maria. P*Diz


à Maria que.....................................................................................................
10. Ve lá bem o que fazes. João! F*Diz ao João que.....................................

cento e nove
—' Sou
^ casaco, tenho
um cao, a i oro ia r pajceioí
pela praia e brincar com o
Gocto
iMenso ãe via
O gue
eles dizem...
TJmdacie

v^Meu papagaio voat/or. > V Jar.

/ Aã oro \
criançai, Mas
joi+o ainãa
Mais ãe pin*
V tar. S
9

r io Meu pai
j o y t a ã e MiM
e eu j o i t o
k. ãele.

VM4*" ^

0*4-

Faça frases segundo o modelo. Talvez precise de cónsul- ^ 23 A*ve4' ¿


tar o exercício a a págin a seguinte. M****

Ex.: I* O Jaime é conimbricense. Tem quarenta e cinco anos. É professor do ensino secundário e diz que
é casado, que tem um cão, adora dar passeios pela praia e brincar com o seu papagaio voador.

1. r* A. Ana..............................................................................................................................................................

2. I* A.eína...,

3. F* o.War*

4. I^A &uIçe.

cento e dez
Os nom es
je n t i li c o s , étn ico s ou
Una as colunas A e B com setas e fique p a tr io s expriM em p ro ce d ê n c ia
sabendo os gentílicos de algum as cidades e ou n a tu ra lid a d e . Há v a ria d íssim a s Ma­
regiões de Portugal. n e ira s de os co n stitu ir. Hão s e p o d e e s t a ­
b e le c e r uma r e a ra única e r fjid a . R e c o rr e ­
- s e a uma g r a nde d iv e rs id a d e d e s u fix o s e
^ d esin ên cia s e , M uitas v e z e s , a fo rm a s ( a fi­
Cidade/Região Gentílico nas ou la tin iz a d a s. C o n su lte um
p ro n tu ario
' re p a r o u qua( é o o rto g rá fic o
1. Coimbra f* lisboeta su fix o mais rep etid o
2 . f* alcacerense p a ra a fo rm a ç ã o dos
g e n tíiico s? P o is c |aro ,
3. P* brigantino é ,

4. Viseu í* vila-novense
5. Lisboa f* algarvio
6. Castelo Branco 1* penichense
7. Alcácer do Sal I* conimbricense
8. Alentejo P* albicastrense
9. Madeira 9. fc portalegrense
10. Leiria 10 . fc visiense
11. Algarve 11 . P* alentejano
12. Setúbal 12 . f* sintrense
13. Évora 13. P1 eborense
14. Sintra P* madeirense
15. Minho I* belenense
16. Douro P* setubalense
17. Portalegre I* vim aranense " 3 En los casos en que el substantivo termina en consonan-
18. Guimarães P1 minhoto te (setúbalense), el sufijo se ha añadido directamente.

19. Peniche t* leiriense


'3 ^ Cuando termina en vocal, ésta cae y se añade igual­
20. Belém P1 duriense mente el sufijo (m adeirsnse).

Cuando termino en dip­


tongo, si al caer la última vocal se pro­
duce un encuentro de vocales del
mismo timbre, la primera reduce el
punto de articulación para facilitar
la pronunciación (v is'ense).

/ que é d u e\
p e n s a ría da
, ¿ísfroa ,
\ a c tu a l? /

cento e onze
I a p essoa id h i I
3a pessoa
t Presente do indic. Ú Im perfeito do indic.
*■* — Eu faco a página com os “is”, +■* Hla disse que fazia a página com os “is”.
é P.P.S. Ú Pret. m .-q.-perfeito do indic.
•-* —Fizeste a página com os “is”? FJa perguntou se tinha feito as páginas com os “is".
i Fut. im perf. do indic. Ú Condicionai presente.
— Eu farei a página com os “is” primorosamente. •-* Ela disse que faria a página com os “is” primorosa­
mente.
A Fut. perfeito do indic. <t Condicional composto.
— Antes de sair eu terei feito a página com os “is”. Ela disse que antes de sair teria feito a página com os
T em p o s
Is".
v e r b a is
é Presente do conj. ú Im perfeito do conj.
*-* — A professora disse: facam uma página com “is”. A professora disse que fizéssemos uma página com os

Ú Im perfeito do conj. Ú Im perfeito do conj.


— E que tal se fizessem uma página com “is”? A professora sugeriu que fizéssemos uma página com

Ú Fut. do conj. Ú Im perfeito do conj.


— Quando terminarem a página com os “is” podem A professora disse que quando terminássemos a
sair ao recreio. página com os “is" podíamos sair ao recreio.
Ú Im perativo. Ú Im perfeito do conj. ou infinitivo pess.
—Façam a página com os “is”. •-* A professora disse que fizéssemos a página com os “is”.
A professora disse para fazermos a página com os “is”.

1 ° e 2a pessoa 3 a pessoa
Ú Eu, tu / nós, vós Ú Ele / eles
— Eu faço a página com os “is”. —Ela disse que fazia a página com os “is".

I a e 2 a pessoa 3 a pessoa
Ú Meu, m inha / teu, tua Ú Seu , su a (dele, dela)
Ú Nosso(a) / vosso(a) Ú Seus, su a s (deles, delas)
** — A minha professora está doida. •■+ — Ela disse que a professora dela estava doida.

P ro n o m e s Ú Este(s), esta(s), esse(s), essa(s) / isto, isso Ú A quele(s), aqu ela(s) / aquilo.
dem o n s­
tra tiv o s —Esta página está terminada. — Ela disse que aquela página estava terminada.

P ro n o m e s Ú Me, fe, nos, vos Se


re fle x o s ** — Estou a preparar-me para razer a página com os “is”. — Ela disse que estava a preparar-se para ...

* Me, te, nos, vos (N ÃO REFLEXOS) , LH E , LHES, O (S), A(S)


*-* — A professora pediu-nos uma página com “is”. — Ela disse que a professora lhes tinha p e d id o .,

Ú Aqui / cá / neste iu gar... <1 Ali / lá / n aqu ele lu g a r...


•-* — Eu compro os cadernos aqui nesta livraria. — Ela disse que comprava os cadernos afi naquela li­
d e lu g a r
vraria.

4 O ntem / hoje / a m a n h ã / ag o ra / n a próxim a sem a- A No d ia an terio r / n esse (naquele) d ia / no d ia segu in-


n a , no próxim o m es, no proximo a n o ... te, n aq u ele momento, n a se m a n a segu inte...
d e te m p o •-* — Fizeste a página com os “is” que a professora pediu ** — Ela perguntou se tinha feito a página com os “is” que
para amanhã? a professora tinha pedido para o dia seguinte.

cen to e doze
Os v o c a t i ­
v o s do discurso d irecto
p assam a d ese m p en h ar a
fu n ç ã o de c. in d ire c to do
v e rb o d e c la ra tiv o ou in te r- P E P G -U N T T rl 'A S U S A N IN H A S E
r o ja t i v o d e due d ep en d e
o discurso in d ire c to ; -q NHA H j TO A P te rIN A
Õ S GH § A PRO FESA RA
Fizeste a página (...), Susaninha? l^ N ^ A P E D ID O p a r a o p ia s e -
^ íM T E £ E l_ A R ES P O N D E U

J
Perguntei à Susaninha se...
Q Ü IT Ñ Á O , QUE
D O ID A .
a P R O FE S S O R A

Siga o exem plo fazendo a s alterações


n ecessárias em cada frase.
Ex.: Estou cá em Faro numa delegação da empresa para me
preparar melhor, disse a Lola, I* A Lola disse que estava
Id em Faro numa delegação da empresa para se preparar
melhor.
1. D. Clara, veja se há correio para mim e traga-me o rela­
tório que foi apresentado ontem, disse o director.

2. Vou requisitar esse livro antes que a biblioteca feche,


disse o Luís.

3. Voltei a esquecer-me do guarda-chuva, mãe, admitiu o Pedro tristemente.

4. Pedro, faz os trabalhos de casa imediatamente, ordenou a D. Clara. A colocação dos


pronomes átonos no
5. Não me parece que te tenhas deitado muito cedo hoje, Pedro, disse o dr. Perei­ discurso indirecto é
ra. antes do verbo.
Q uando, no discur­
6. Espero que venhas mais cedo esta noite, Pedro, para que o teu pai não se zan­ so directo, o verb o
gue contigo, disse a D. Clara.................................................................................... e stá no im perfeii© ,
! meti!.' q u e -perfeito ou condi-
não sofre alteração de
7. Amanhã teremos a possibilidade de ir à piscina. Hoje temos muito que fazer, tempo na passagem p a ra o
disse a Ana ao Luís........................................................................................................... discurso indirecto.

8. Não consigo imaginar onde estará a Lola neste momento, disse a Ana com / Sim, N
alguma melancolia.......................................................................................................... e a l n ê s , j á sa b e s
como ela é, riu às
g a rgalh adas e
d is s e - l h e due não
Ontem e « e o / ¿>ísse due "\ K a creditava. /
J o r g e fo m o s p e s ­ no día a n te r io r e le
c a r e ap anhám o s e o J o r g e tínham ido
um tu b a r a o e n o r ; p e s c a r e due tinham
jp a n h a d o UM tu b a rã o ,
x. enorm e.

' USo '


a c re dit o'.

^ ■ '" 'c lo n te
/X a o s c o t e ja s a ^
e s ta d a d e a lju m a m íjo
no e s + r a n je ír o due e s te
y t h e te n h a con tad o ha ,
x p o o co s días, y

cento e treze J J .3
^ Passe o seguinte trecho de um conto popular p a ra o
Unida .e 9

i n d i r e c t o e faça a s alterações n ecessárias.

U SE, pela mesma ordem, os seguintes verbos introdutórios:


Pedir / responder / dizer / referir / responder / dizer / ordenar.
/ £ ra X
/um v e z um t>r¡n-\
Rei: Digam-me, minhas filhas, como gostam de mim. cipe» t>efro n + e d o
p a la c io toorava umu
Filha l d: Gosto tanto do papá como gosto do Sol! padeira lo e *ínha
V otoa filh a tooito y
Filha 2a: Gosto tanto do papá como gosto dos meus olhos!
b o n ita ... y
Filha 3a: Gosto tanto do pai como a água do sal!
Rei: Tu dizes-me isso?! És muito ingrata. Hei-de te mandar matar. Anda cá, cria­
do. Amanhã levas a princesa ao monte e mata-la. E aqui, nesta bandeja me
trarás os seus olhos e a sua língua.

"O Sabor d os Sabores".


In Contos Populares P ortugueses, ed. E u rop a-A m érica (Adaptação).

0 Reí pedio is filhas que...

Faça ag o ra a operação in versa, isto é , transform e em d i s c u r s o


dTirecto 0 seguinte trecho de outro conto popular português.
A dada altura a princesa perguntou a um criado se sabia se o príncipe
tinha por ali algum namoro de brincadeira. O criado respondeu que tinha por ali
a filha de uma padeira que morava ali defronte. Então a princesa ordenou-lhe que
fosse chamá-la para que fosse lá ao palácio, que ela queria falar com ela. O criado
foi chamá-la e ela foi. A rapariga chegou ao palácio e a princesa levou-a para o
quarto e disse-lhe que lhe dava uma bolsa de dinheiro se lhe fizesse uma coisa que
ela lhe pedia. A rapariga perguntou qual era aquela coisa e a princesa pediu-lhe que
dormisse ela com o príncipe no dia do casamento no seu lugar porque ela não podia
dormir com ele na primeira noite. Ela metia-se ali debaixo da cama e em ele ador­
mecendo ia ela para lá e ela metia-se na cama. A rapariga disse que sim, que fazia
aquilo e a princesa respondeu que no dia seguinte a mandaria chamar.

Princesa: ..........................................................................................................................................
Criado: ..........................................................................................................................................
Princesa: ..........................................................................................................................................

Princesa: ..........................................................................................................................................
Rapariga: ..........................................................................................................................................
Princesa: ..........................................................................................................................................
Rapariga: ..........................................................................................................................................
Princesa: ..........................................................................................................................................
" A Padeirinha Q u eria Ser Rainha".

In Contos Populares P ortugueses, ed. E u rop a-A m érica (A daptação)

cento e catorze
tfnídacfé! 9
Pessoa e "A Brasileira"

Do Martinho da Arcada foram pela rua Augusta até ao Rossio, subiram a rua do Carmo
e foram até à Brasileira, outro local lisboeta ligado à vida de Fernando Pessoa.

Luís: Maria, não te importas de me tirar uma foto sentado na cadeira aqui ao lado de
nando Pessoa?
Maria: É já.
Luís: Esta cadeira serve para isso mesmo, para tomarmos um café aqui à mesa com este
grande poeta.
Maria: A minha professora de Língua Portuguesa
Q uan«o a
r f r a s e f o r írt+ e rro ja ti*
disse que Fernando Pessoa tinha sido muito
v a eM v e z de d e c fa ra + ív a , infeliz.
use no 4 frc u rio in di- Luís: É verdade. Ficou sem o pai aos seis anos e a
jk re c to SE eM v e z / mãe teve de vender alguns bens; depois
de QUE.
mudaram-se para uma casa mais modesta.
Maria: Deve ter sido chato para ele!

—Gosto de cinema. > Disse que gostava de cinema.


—Gostas de cinema? > Perguntou se gostava de cinema.

m m
8 -à | Z ,
[1n.... .............. . |M
Passe os seguintes textos p a ra o d i s c u r s o i n d i r e c t o e faça as
alterações necessárias.
Ex.: "—Tu não estás em ti. Tens só uma coisa a fazer; é «par amanhã em caiãf% vêr
se ele te manda desafiar a ti." f* Disse que ele não estava em li. Só tinha uinacoi$a
era ficar no dia seguinte em casa a ver se ele o mandava desafiar. «Jm
(ÉjSSeÇÍ$kirós).
, là
1. "— É aqui que eu compreendo que a alma tem um territórit» que não coinâde çqmjj
do corpo". (Miguel Torga: Diário XVI).
í>!£í$..SUt£t*.
rancor (m.)
—Então isto aqui cheira a bacalhau? (...) Até eu gostaria imenso de ter um gabine-
testem u n h o (m.)
assim, no meu armazém"... (Guedes de Amorim: Aldeia das Águias).

bem como isso é. Não há problemas. O director já me falou de ti, no outro Verbos
que a Maria Luisa de Sá e Taveira está no estrangeiro e não pode, por isso, fazer introdutórios
. (Baptista-Bastos: O Secreto Adeus).

afirm ar
4. " —Gostava de cá voltar, quando o rio estiver mais cheio, — confessou uma senhora. confessar
O marido discordou. —Não vale a pena. Isto é sempre a mesma coisa". (Soeiro Pereira contar
Gomes: Esteiros).
Um..ífmh‘}xa.Ái}a££sisau..íU£..................................................................................... dizer
............................................................................. pedir
5. " —Senhor doutor juiz, eu sou um homem que não guardo rancor a pessoa nenhuma! perguntar
Nunca menti, nunca roubei, nem nunca levantei falsos testemunhos fosse a quem
querer
fosse". (Antunes da Silva: Suão).
....................................................................................... responder
s a b e r ...

cento e quinze 2.JL S


Unidade 9

Procure 20

1 R S I P O RT U B
2 O U T O A U S T R I
3 M D A P L ED E A
4 E A L O E LL E S
s N A I R M T A Q I Q F
6 O F A U Ã E S U L E R
7 C R N E 0 MA E 1
s A E O S Q AM S I
9 L S T A U XA F
10 E N P G E Z
11 D E L A M
12 O E A D
N
13 M N T A
U S T N
14 A I I M
S Ê D
is T U G I N
16 R G A M 1
17 T N O T
18 P O L
19 C A

Complete com as nacionalidades


encontradas.
7. Áustria: N ...................................................
2. Brasil: P* ........................
3. Cabo Verde: p ...................................................
4. Espanha: r * ...................................................
5. Roménia:
6. Moçambique: p*.......................................................
7. Suiça: f * ...................................................
8. Marrocos: í * ...................................................
9. Turquia: I * ...................................................
10. Itália: F* .................................................
11. Alemanha: ¡V ...........................................
12. Escócia: f * ...................................................
13. Grécia: r * ...................................................
14. França: i™
15. Guiné: p*
16. Holanda: r * ...................................................
17. Angola: r*
18. Irlanda: í * ...............................................
19. Japão: f*
20. Inglaterra:

cento e dezasseis
9
DISSERAM? Ponha os seguintes balões no d i s c u r s o i n d i r e c t o .
Comece como indicado e faça as alterações n ecessárias.
Olá! C h a Mo*Me v .
/ Ca rMen* Wasei eM B a d a j o z \ B o m dia. i . f* Carmen disse que tinha nascido
Ch a m o-m e C h a rle s e sou d e ^ \ D , . ... , , ,

llnidade
Mas e f f ü liei eM C á c e r e s e
L o n d r e s . Há dois m eses passei u m ã \ em Badajoz, mas que tinha estudado
Sa(aM ane a. So o p r o f e s s o r a d e
P o r t u g u ê s . Não é oMa (íh jo a seM ana no A l ja r v e . Os p o r t u g u e s e s \ em Cáceres e Salamanca; que era pro-
V assÍM tã o difícil. Con* são Moito síM|> átic o s e a coMÍda ] r j , - -
^ ^ t r n o e M a tr a fc a lh a r í^ /
é d e lic io sa . Af>rovre íteM , vão a J f essom d e portugués; que nao era uma
P o r tu g a l . Eu penso lá v o l t a r ^ / língua assim tão difícil e estimulou-
no próximo ano. , , , ,,
-nos a que continuássemos a trabalhar.
2 0 C h a r le s disse d o e ...

4 i
l |______________ ’ 3 0 R o d o lfo s o j e r í o que..
V iv a ! ' vvs ^
' So u o R o d o lfo . N a s c i \ Que t a l ?
eM T ren +o e sou gu\a ChaM o-M e Sitvie . Nasci
a ip i no. Q oe f a l s e f i z e s ­ eM P a ris , Mas os M eos pais
ses* e o M ijo oMa v ía je M são do P o r t o . Amanhã parto
l>elo 77ro|? para a t e r r a da minha Mae.
Não querem vir
comigo?

4 A S ilv ie c o n to u l o e . .

r^ ^ s o m dia !
' ChaM o-M e Pie+ro e 5 A Cesária disse que..
Olá! \roo s e r o Vosso g u ia
Y C haM o-w e C e sa ría . p e lo s c a p a is d e Vene za.
N a s d eM M a tu to . Eu f a l o E sta é seM d ú v id a a ci-
p o r t u g u ê s p o r q u e c á eM \ d a d e Mais froníta de .
\M oçaM fcí<joe é a lín jo a E u ro p a .
JX - ofic ial.

0 Pietro d is s e que,.

í V Boa
noi+e.' C haM o-w e \
/ Gon+er. PodíaM dizer*M e \ B oa ta rd e .' .P..Ç.ufít.sr. p..çrgurjtgu-i) 0 s. sg..,..
o n d e é <joe e u e a Minha O Meo noMe é Nara .
M o l h e r p o d ía m os e n c o n t r a r o m ' N a sci na ilha de Hokkaid o.
\ r e s t a u r a n t e ti>?co n e sta y E u ainda f a l o p ou c o |> o rto jo ês.
‘V zo n a da fraixa l i s t o e - ^ ^ yTe r e i d e e s f u d a r Moito |>ordoe
\ j s to é Mais difícil do q u e o /
japonês.

. P.iP?.!?...disse..9.0e.......

cento e dezassete Y
T ás Maluco Safcia
ou <Juê?í / due há f o r M a s de N.
c o M u n ic a r in d e p e n ­
d e n te s da l i n j u a j e M
fa la da ? R e p a r e n os
\ e x e M p lo s que se /
s e ju e M .

A c e r t a s t e eM
V cheio! y

Fica r /a i à
d e sc a n sa d o . £o a v r ó < ju e t e
não d ijo nada e s t r e le u m

a n in ju é M ^ y V ovo.' J k

| r l3 o a . ''X^
E ra isso
M esM o o que
eu espe- ,
fs te \ raya!.
c a f é é de
arro Mt a í .

, Esse ' .
te M as unhas
na p a lM a da ^ Espera, '
M ao. , -
d e ix a ouvir,

Sssshhhh Espera, vou


C a lu d a ! a !, j á v e n h o '.

y /o u \
pa ra a B a i ­
x a . D a s - Me
s j fcoleia?^:
/ a M os e M to
V raí .

Esse ~
f M iu d o é esper■
\ to coM o as
V . raposas!

'f i g a s ! O x a lá '
isso não to r n e
\a acontecería
A q u e le é o
culpado!

cen to e d ezo ito


Passe as seguintes frases p ara o curso dire . fazendo as

9
alterações necessárias.
Ex.: Pedro, os avós pediram -me que te dissesse que fosses a casa deles amanhã à tarde.

Unidade
f* Avós: — Luís, diz ao Pedro que venha à nossa casa amanhã à tarde.

1. O Pedro disse-me que não podia ir a casa dos avós porque tinha treino no clube e
precisava de ficar lá até às seis e meia.

p o n "
2. O condutor perguntou ao polícia se julgava que aquele engarrafam ento ia durar até
travessão à Ponte.
), a s p a s
ponto de
in te rro g a ç ã o ( ?),
ponto de e x c la ­ 3. A mãe disse que estava cansada, mas que ela faria a sobremesa de que tanto gosta­
m ação (í), que a p a ­ mos.
recem no discurso
directo, sã o su b sti­
tuídos no discurso
indirecto p e la in te ­ 4. A Ana disse que no dia seguinte teria falado com a Lola e então saberia se ela podia
g ran te q u e ou p ela ou não ir passar o fim-de-semana com eles.
p a rtícu la s e .

O dr. Pereira perguntou onde é que podia comprar aquela peça para o seu automó­
vel e o mecânico respondeu-lhe que aquilo só em Lisboa e que devia despachar-se
porque no dia seguinte era feriado e ia estar tudo fechado.

6. Ele disse que no dia anterior tinha procurado por aquelas lojas especializadas,
mas que não tinha encontrado o que precisava e que estava farto de tudo aquilo.

P o u p a r n ã o é co m os p o r tu g u e s e s
Algumas estatísticas

f/Ó S ,
/ o í p o rtu g u e s e s , n ã o n.
f p o u p a m o s, e sta n d o M esm o
a f c a íx o da M é d ia e u r o p e ia . O s
it a lia n o s , p e lo c o n t r a r io , a d o -
\ ra m a m e a lh a r . . . O u s e rã o /
\^ u m pouco fo rre ta s ?

tarca 1 4 0 .4 8 0

Fonte: Eurostat, 1998.

cento e dezanove ^
Onde está?
Em cim a

te :
9|Bá,®

R E V E JA
vol. í, u n id ad e 2, pág. 19 e se g u in ­
tes, e neste volum e, a un id ad e 3,
J á conhece algum as pag . 31.
^ ^ / I m an eiras de expressar
r a íf f la lo ca liza çã o no
espaço: MAS provavelm ente terá necessidade de
' —Onde é o Correio? situar pesso as ou objectos, uns em relação
—O Correio fica aojundo da rúa. aos outros. Faça-o com a s expressões utiliza­
da s em cim a pelo palhaço.
—Onde estão os meus tenis?
—Estão ai.
k—Onde?
—Aí, debaixo da cama.

cento e vinte
9
Unidade
D vD f
F

Esta estante encontra-se na s a la de estar da M aria João. O b ser­


v e-a com atenção, complete as frases e responda à s perguntas.
cjl ^

cento e vinte e um
Unidade

Fernando P a (n. 1888 - f l 9 3 5 )

maior poeta português desde Camões e uma das vozes


mais originais, complexas e inquietas das letras do
século XX. Viveu parte da infanda e da adolescên-
d a na África do Sul, aí adquirindo, com o inglês,
o seu bilingüismo. Criou umas personagens cha­
9

madas heterónimos que trataram de


lhe escrever os livros que ele pró­
prio jamais teria escrito: Álvaro de
Campos, Ricardo Reis, Alberto Caei-
ro.
A 29 de Novembro de 1935 foi interna­
do, com uma cólica hepática, no Hospital de S.
Luís, onde faleceu a 30 de Novembro, quase completamente
ignorado do grande público.
Até morrer, a sua influênda apenas se fez sentir num cír­
culo estreito de admiradores, tomando-se depois o mais
influente dos poetas portugueses.

Objectar; — Mas...
— De modo nenhum!
— Com certeza que não!
Pedir críticas: — Tens alguma crítica a fazer ao Pessoa?
Criticar; — Só que...
Agradecer; — É muito gentil da tua parte.
Apresentar-se e dar dados pessoais; — Olá. Chamo-me Carmem. Nasci em ...
Estimular; — Continuem a trabalhar!
Convidar alguém; — Não querem vir comigo?
— Que tal se fizessem uma viagem comi­
go pelo Tirol?
Dar ordens; — Traz o relatório, Luís!
— Diz ao Luís que traga o relatório.
Reproduzir a fala de alguém; — Perguntei à Susaninha se tinha feito a
página com os "is".
— A professora disse que Fernando Pes­
soa tinha sido muito infeliz.
Indicar nacionalidade, profissão e — Sou de Londres...
outros dados pessoais; — Nasci em Paris mas os meus pais são
do Porto...
Perguntar a localização no espaço; — Onde está o chapéu?
Situar objectos/pessoas no espaço — Em cima; à volta de...
uns em relação aos outros;

122 cento e vinte e dois (duas)


m
n

No fim da unidade saberá:

^ L isb o a V U ' n\onlW°-


0 Os cacüheiros.
^ P ' etW0 os
Q As d o cas. ,or
Q B e lé m
ilidarieda-
A Os portugueses c
d e.
0 T r a b a l h o in fa n til,

cento e vinte e três


P ara
Ür» dalle 30
' ü m o u tra ^
V ez a tra v e s ía M o s
o Te/o (>e(a t>o«te
t>ara v e r e r bew
\ to d a a ci- y
Ao longo do rio
2¡^ S , d ad e.

O Luís e a Maria vão dar outro passeio.


Escolheram a marginal para poderem
apreciar o Tejo e toda a sua beleza.
Viram a chegada e a partida de alguns
cacilheiros no cais e depois foram ao
longo do rio até chegarem a Alcântara,
onde visitaram as docas.

Maria: Este lugar é espectacular. As docas são um


encanto e a marina é uma maravilha. Posso ir ^
ali abaixo ver os iates mais perto?
Lamento, mas essa zona é de acesso restrito. Só
Luís:
lá vão os proprietários dos barcos. Tm. T
Maria: Que pena! Gostava tanto de ver um iate por den­
tro.
Luís: Tens de contentar-te com um passeio por aqui... Cais da Alfândega
Maria: Luís, olha que bonita esta flor. Posso levar uma?
Luís: Acho melhor não levares. O vigilante pode ver e depois temos proble
mas.
cacilheiro (m.) barco (m.) que hace <
trayecto de Ca cilhas

F o rm a çã o do in f in it iv o p e s s o a l s im p le s / Fiz '
este bolo -para
doca (f.)
com erm os à
sobremesa. marina (f.)
V erb o amar m eter partir
restrito

(eu) am ar m eter p artir

(tu) am ares m eteres p artires


r in fin itiv o é a única form a
(você) nominal í u e a p re s e n ta fle x ã o
de p esso a e num ero (in fini*
(ele/a) am ar m eter partir tiv o p esso a l/. __

(nós) am arm o s m eterm o s p artirm o s


fo rm a sim ples '
[vós] (vocês ) \ am ard es m eterd es p a rtird es e x p r e s s a sem p re
um asp er+ o não
co f) C {u í/ja ..y '
(eles!as) \am arem m eterem p artirem

Complete com as form as ad eq u ad as do n f i n i t i v o p e s s o a l

N
1. Jogar: Nós r * ..................... ............. 6. Vencer: Vocês

2. Praticar: Eu r* ............. 7. Ganhar: Vós r*

fx ............. 8. Empatar: Tu fs
3. Fazer: Vós

4. Nadar: Ele r * ..................... ............. 9. Perder: Eles r*

Pi
5. Correr: Tu r * ..................... ............. 10. Fugir: Você

124 cento e vinte e quatro


10
Para form ar el infinitivo personal o conjugado,

Unidade
añada al radical de cualquier verbo (regular o irregular) las
desinencias indicadas.

■zfo Preste especial atención a la I o y a la 3“ personas


dei singular, ya que estas formas son idénticas, pudiendo,
además, confundirse con lo forma de infinitivo impersonal o
no conjugado. En estos casos atienda al sujeto (expresado en
sus diferentes variantes) y al contexto:

Eu vou a c a b a r o trabalho/ Ela vai a c a b a r


lnf. impersonal Inf.''impersonal
' o trabalho.

Até eu a c ab ar o trabalho não saio.


Complete com as form as que faltam do Inf. personal
nitivo p e s s o a l. Até ela a c a b a r o trabalho não sai,
lnf. personal

a) Ela u8................... e) Vocês í * ................ El uso del infinitivo personal, más que por unas
reglas muy definidas, se rige por tendencias en la frecuencia
Eu tirar Eles celebrarem
de uso. Se emplea fundamentalmente cuando aparezca el
Nós f * .................................. Vós f48............ sujeto expresso u oculto, ora igual al del otro verbo, ora dife­
rente:
Não te admires de seres tu o preferido.
É pena os alunos não saberem a lição.
b) Vós P* f) Eles Cuando se pueda substituir por una oración de indicati­
vo o subjuntivo:
Eles desempatarem Eu Ao p assarem os soldados (= quando os
soldados passavam), todos os aclamavam.
Você t * ................... Ela
Agrada-me seres (= que sejas) o escolhido.

c) Eu f * ................... g) Tu

Tu dançares Você

Vocês T*.................................. Nós

d) Ela h) Eles

Vós festejardes Tu correres

Eu
U se
O IN F IN IT IV O I M P E S S O A L

1. Nas formas verbais complexas com verbos auxilia­


res de tempo, aspecto ou modo:
Vou comprar o jornal.
Continua a nevar.
Não posso sair agora.

j 2. Com locuções como: convem, importa, é preciso, é


| impossível, nas quais o infinitivo funciona como sujei-
■ n ¡I to:
É forçoso sair.
Convém estudar mais.

3. Com verbos que, em virtude da sua significação, F IM : Pôs o filho a estudar.


jj supõem outra acção do mesmo sujeito, ora regidos da Fui ao cinema ver “Armageddon".
5 preposição de, a ou em, ora sem preposição: CAUSA: Ajudou-o, em virtude de o estimar
} Cansou-se de estudar. muito.
:j Acaba de sair. O b s.: Note que a preposição se não contrai com o pronome que
■I Decidiu-se a lutar. precede o infinitivo (de o estimar e não do estimar* ).
j Empenhava-se em comprar o carro. TEM PO : Ao chegar, telefonou à mãe.
Desejo comer. D E ST IN O : Casa de jantar.
CONSEQUÊNCIA: Fruta de fazer crescer água na boca.
4. Em frases subordinadas completivas elípticas com LIM ITA Ç A O : Livro raro de encontrar.
¡ um sentido genérico: MODO: íamos para casa a correr.
j Fumar faz mal à saúde.
Com a preposição de pode também exprimir qualidade,
5. Em orações absolutas, quando substitui o imperati quando equivale a um adjectivo terminado em -vel:
vo: E uma acção muito de admirar (= admirável).
Alegrar, que é chegada a hora. D eve­
rá tr a d u z ir as
o ra q u es d e in f in it iv o p essu -
6. Em frases exclamativas: * Uso incorrecto.
a | p o r t u g u e s a s p o r o r a ç õ e s com
Mentir eu! Q Ü £ + te M b o p essoa l do v e rb o eM
e i p a n f o l , p o i s e s t a é a ú n ic a
P a s s e a r e m pelo cais à noite é muito peri­
m a n e ir a d e e v i t a r a a m b ig u id a d e
7. Em frases optativas ou dubitativas: < jo e e M p o r t u g u ê s e v i t a m o s t o M ,
goso.
Que fazer? o o r o d a s d e s in ê n c ia s v e r ­ “Pasear por el muelle por la noche es
b a is n o I n f in it iv o . muy peligroso".
"Es muy peligroso que paseéis por el
muelle por la noche", (construção pre­
ferível).

E xpressõ es Use
Sequências de
im pessoais Preposições p a la v ra s o in f in it iv o PESSQ A L:
1. Nas exp ressõ es im p esso ais, quando o sujeito esti­
Convém a(o) 0 fado de ver claramente expresso: É preciso, é bom, etc.
É bom até A ¡deia de E forçoso n ós sairm os cedo.
É melbor de 0 desejo de Convém v o c ê s estudarem mais.
E preciso para A possibilidade de O curioso é tu não perceberes nada do assunto.
E pena sem A obrigação de
2. Depois de determinadas preposições:
Ao saberem a notícia foram logo para casa.
Locucões Não saiam a t é eu chegar.
p re p o sitivas
Antes de Depois de Apesar de 3. Quando antecedido de uma seq u ên cia de p ala­
Por causa de
vras seguidas da preposição DE: o facto de, a ideia de,
Com o fim de
o desejo de, a possibilidade de, a necessidade de, a obrigação
de, etc.
prep. a p ó s ( = depois de) seguido de verbo, deve ser usada com infiniti­ A possibilidade de os alunos reprovarem
vo pessoal composto, ¡á que indica uma acção concluída antes de outra: preocupa os professores. |
Após ( = depois de) terem pintado a sala, pintem a casa de banho.
4. Quando se referir a um agente não expresso que se
queira dar a conhecer pela desinência verbal:
Existem também numerosas locuções prepositivas e conjunções que exigem
Acho melhor não levares o carro (tu).
o uso de infinitivo pessoal e que serão estudadas no volume III.

cento e vinte e seis


Use o i n f i n i t i v o p e s s o a l .

Ex.: Fomos tomar banho à ribeira sem os pais f* saberem


Ex.: Os professores devem falar devagar. í* É preciso os
(SABER)
professores falarem devagar.

1 Os manifestantes apedrejaram numerosos veículos


1. Temos de reservar mesa nesse restaurante.
até r * .................... (SER) dispersos pela polícia.
É preciso P *.............................................................................
2 Não há a mínima hipótese de PP e PCP h *....................
2. Têm de trabalhar mais.
É preciso f * ............................................................................. (FORMAR) governo.
3. Têm que chamar a polícia. 3- O que a Indonésia fez em 24 anos basta para os timo-
É preciso f * ............................................................................. renses IN...................... (VOTAR) pela independência.
4. Meninos, têm de lavar os dentes todosos dias. 4. Os dois líderes passaram a maior parte da conferência
É preciso f * ............................................................................. a F».................... (ELOGIAR)-se um ao outro.
5. Tenho que poupar dinheiro para compraro carro. 5. Nos últimos dias os trabalhadores foram alvo de
t-> •
b preciso 1 *.......................................................................................... pressões e ameaças para não f * ...................... (ADERIR)
6. Temos de comprar leite e arroz. à greve.
É preciso ............................................................................. 6. É melhor nós não f * ......................(ATRAVESSAR) o rio
7. Têm que fazer otrabalho antes de sexta-feira. neste sítio.
É preciso í * ............................................................................. 7 , É melhor vocês não f* ..................... (FAZER) barulho
8. Tens de telefonar à tua mãe, Luís. porque o pai está a trabalhar.
É preciso t'ít............................................................................. g Digo-te isto para f * .....................(TER) mais cuidado.
9. Você tem de fumar menos. q Ficaremos em casa até tu F *........................ (CHEGAR)
É preciso f * ............................................................................. Não partam sem eu me h *........................ (DESPEDIR)
10. Tens de ficar mais um bocadinho.
É preciso f c ............................................................................. e to p r e jo r do ín fin í-
tiv o p e rro a l cow
e x p r e r r õ e r iiviperroaír e
d ep o ir d e c e r t a r p re p o -
r iç õ e r e to e o çõ e r p re p o ri- y0
t iv a r , r e jo íd a r d e roveíto / e n ta n to ,
É bom ’ É bom ' oo n ã o , rão rern elb an - / p o d e w o r f a la r de
t e r ao e M p re ío do c e rt a p r e fe r ê n c ia no
E preciso É preciso con yo n tivo . oro p e la r c o n rtro ç o e r
É melhor E melhor de in fin itiv o p e r r o a l,
e x c e le n + e wodo de
f o j i r ao ew p re^ o do
’ t Infinitivo pessoal i ■■ con /on-
Até que + coniui ti¡V0 tiv o .
Para Até
Sem Para
Sem

N .B.: A preposição a não admite esta substituição.

Transforme as soluções do exercício 4 de


modo a usar o quando possível.

Ex.: Fomos tomar banho à ribeira sem


s o u b esse m .

cento e vinte e sete 122


M as,
'
s e e n tr e o a o x i- \
^ ^ 'l / e M '^ lia r e o In fin itiv o se
^ to d o s os v e r- ^ In re re o su ie ito d e r te ,
fe o s a d M it e M e x p re s s o po r um s u s ­ à o crescer os filhos.
V e rã
c o n s tru ç õ e s c o m Q uan­ t a n tiv o oo e q u iv a le n -
in f in it iv o p e s; do o in fin itiv o \ j e , USE in fin itiv o / Ela v iu -m e partir.
s o a ). / depende J e a o x i d a r e s \ pessoa),
i (ter de/que, acatar Je/por, Vam os a Lola a Faro,
Ir, dever, poder, deixar, Mandar,
fa z er, oovir, ver, sentir, e tc ., se
\ o verfco v ie r ÍM ed iataM en te ,
d ep o is do a u x ilia r , USE /
x^infinitivo iMpessoa). ¿ r

Vi os teus olhos brilharem.


Ouvi as raparigas cantarem

Repare também na seguinte estrutura

/ v e rfro s çu e '
e x p r íM e M d e se /o
ta M p é M nao a d M i-

O bserve que o verbo parecer pode ser v te M in fin it iv o /


\ p e sso a ).
construído pessoalmente ou impessoalmente.
Eles d e s e j a m ter uma bicicleta.
Eu a u e r o comprnr um livro , 1

L r

a
l I =vac

7 1 *
w ,e
Passe o conjuntivo p ara o infinitivo pessoal. Faça as transfor- ,
m ações n ecessárias. X T a r orações com-
Ex.: O Pai^dréte-nue (nós) viéssemos mais cedo. P* O Pai disse para virmos mais cedo./ Pletivar com su/ei+os \
c i cui 2 diferentes na principal e
u| I na subordinada, ModificaM |
1 . A D . Clara pediu aos filhos que lhe trouxessem leite do supermercado. Va integrante QUE na con/.
- r \ PA RA , p a ra p o d e r o s a r /
P * ...................................................................................................................................................................................... X . in fin itiv o p e s-
2. O director disse-me que lhe leves o relatório acerca das vagas. — Ioa*’
f * ..................................................................................................................
3. Peço-lhe que amanhã venha falar comigo.
f*.........................................................................................................................
4. A mãe disse que comprássemos leite e não café. w

" .............................................................................................................................. ct
5. Ana, a Lola pediu que lhe telefonasses logo que chegasses a casa.
P ........................................................................................................................
6. Eles disseram-te que não me dissesses nada da festa?!!!
í * ......................................................................................................................................................... ü j
7. Pediram-nos que lhes emprestássemos o dicionário de espanhol.

8. Podíamos pedir à Lola que trouxesse alguma lembrança de Faro. ***• *»►*»
t*

■ “ IB™

— ■
Su
I

s
cen to e v in te e oito
oi
Ex.: Lola, todos estamos com vontade de te I* ver por cá. (VER)

3 p t ? p u i n
Ex.: É melhor f* levares tu o presente ao avô. (LEVAR)

1. Ao r * .......................... o estrondo saíram todos à rúa. (OUVIR)


2. A greve permitiu aos sindicatos I * .........................melhores salários. (REIVINDICAR)
3. Vou r * .........................pelo gabinete para ver se há algum pacote para mim. (PASSAR)
4. Convém tu f* .......................... à Lola antes de I* ......................... visitá-la. (TELEFO­
N A R/IR)
5. Era melhor tu P * ........................ de comboio a Lisboa porque haverá muito trânsito.
(IR)
6. A Ana ficou a f * .........................enquanto a mãe foi às compras. (DORMIR)
7. Põe-te fora da linha de fundo para h*........................ o primeiro serviço. (DEFENDER)
8. Quando o cão nos sentiu f c .......................... veio logo à porta. (CHEGAR)
9. Estudem as lições até f * ........................ perfeitamente tudo. (SABER)
10. Queríamos I * um ramo de flores à avó. (LEVAR)
11. O Luís não pode ir a Lisboa porque anda a f * .......................... todos os dias. (TREINAR)
12. Temos de í * .......................... aos nossos sócios o que se passou. (COMU­
NICAR)
13. É melhor nós P *.......................... em casa porque está muito frio. (FICAR)
14. É preferível os senhores não I * .........................nada a ninguém. (DIZER)
15. As mães ficam sempre preocupadas com o facto de os filhos f*
.......................... pouco. (COMER)
16. Não partiremos para o Porto sem vocês P4...........................(CHEGAR)
17. Estávamos a P4 .......................... televisão quando bateram à porta. (VER)
18. Ao nós P *.......................... para o Porto começou a chover. (PARTIR)
19. Não digas nada ao avô sem antes tu P1 .......................... os resultados das
análises. (SABER)
20. Antes de P *.......................... jogar entretiveram-se a conversar. (IR)

Substitua (quando for possível) o infinitivo p e s s oc do exercício


anterior pelo conjuntivo.
Ex.: É melhor P* que ¡ei'es tu o presente ao avô.

1 t*

7. P*.

8. IV

cento e vinte e nove


Nos Pastéis de Belém

Depois de visitarem as docas, o Luís e a Maria continuaram o


passeio em direcção a Belém. A Maria estava deliciada com o
que via.

Maria: Lisboa é realmente uma cidade linda!


Luís: É verdade. E ainda te falta conhecer urna boa parte déla.
Mas agora vamos descansar um pouco. Convém
parar para não vermos tudo de uma só vez. Vamos
aqui aos Pastéis de Belém. É a mais célebre casa de
pastéis de nata de Lisboa, que tem mais de um século
e meio de existência. Gostas de pastéis de nata?
Maria: Adoro!
Luís: É difícil encontrarmos uma mesa logo que entremos,
pois há sempre muita gente.

Enquanto se deliciavam com os pastéis, conversavam sobre o dia da cidade, as marchas populares, o
arraial e o santo padroeiro de Lisboa, Santo
Antônio, cuja estátua está na Avenida de t o m a , m a s napa p e ,
VOLTARES A ATIRA--1A -'
Roma.
A Maria pediu ao Luís que a levasse lá para
ver a estátua do patrono de Lisboa.

É difícil 1 i
É fácil > + Infinitivo impessoal ou pessoal ;
É (im)possível j
Qoan-
4 o o íüyel+o tx
É difícil tetn n o w e ro ra r
a n te c e d e a
É fácil l + DE + infinitivo impessoal ext> reríao ÍM p e n o a l, p e r ífr a s e s <?oe ra
o re a p re p o siç ã o £>£ re g o ld a r o t r i j a t o
É (im)possível ria w e n te P or o m <
a n te r do verf>o no
in fin itiv o iM(>er- prep
É difícil entender o infinitivo pessoal, (impessoal) ro a l. nc
É difícil entenderm os o infinitivo pessoal, (nós)
O infinitivo pessoal é difícil de entender.

andar a + inf. imp. = andar.+ gerundio


... '■ / \ . __
ficar a = queaar(se) + ger.
......................
tomar a = volver a
gostar de = pron. + gostar « PARA P OR
A DI t i
contribuir para Fazer bem/mal em Contribuir para Acabar por
Ajudar a Cessar de
estar para = estar a pimío d e Andar a Gostar de Insistir em Dispor-se para Começar por
ter tendencia para m m m m m s m Aprender a Lembrar-se de Pensar em Estar para Deixar por

Parar de Perseverar em Pedir para Esforçar-se por


Chegar a
Precisar de Persistir em Servir para Estar ansioso pi
Comecar a
Continuar a Ser capaz de Ter gosto em Ter tendencia para Ficar por
N .B .: O verbo principal de urna perífrase sempre é um
infinitivo impessoal. Ficar a Ter coragem de Ter interesse em ...
Nas orações completivas com sujeitos diferentes,
PARA não é preposição, mas conjunção. ("A
Tornar a ¡¡¡lili
mãe pediu para lhe comprarmos leite no super­
mercado".

< cento e trinta


10 Complete as seguintes frases com algum as das perífrases lista­
- - ........................

1
d as n a página anterior.
E x .:0 comboio t* estava para partir quando chegámos à estação. (ESTAR)

Unidade
1. Nós f * .......................ir ao teatro quando há uma estreia. (GOSTAR)
2. Eu preferia comprar um livro, mas o Luís f * .......................comprar um disco.
(INSISTIR)
3. Mais tarde ou mais cedo eu f * ..................... conseguir esse carro. (ACABAR)
4. Ontem í * .......................estudar o dia todo e não saí de casa. (FICAR)
5. Nós í5* ........................ chegar ao cimo da montanha, mas não conseguimos.
(ESFORÇAR-SE)
6. Andar de bicicleta v* ..................... preservar o ambiente da poluição. (CONTRI­
BUIR)
7. Nós nunca P * conhecer a verdade do que se passou. (CHEGAR)
8. Ultimamente eles f * ..................... tirar um curso de informática. (ANDAR)
9. Nem f56.......................abandonar os estudos. (PENSAR-tu)
10. O ano passado eu f * ..................... tocar piano, mas era muito difícil. (COMEÇAR)
11. Não acredito que a Ana f * ................................. montar a cavalo. (TER CORAGEM)
12. (Eu) f* saber quando é que vamos comprar o cão. (ESTAR
ANSIOSO)
13. A D. Clara sempre P* ................................. ajudar os mais necessitados. (TER
TENDÊNCIA)
14. É tão forte que I* ..................... levantar cinquenta quilos com uma mão. (SER
CAPAZ)
15. Ela nunca T* .............................. falar bem inglês porque sentia vergonha. (APREN­
DER)
16. Desculpa, mas não ........................................te trazer o disco que me tinhas empres­
tado. (LEMBRAR-SE)
17. Parece-me que eles P *...................................... vender a casa tão barata. (FAZER MAL)
18. (Nós) f* ................................................ recebê-lo na nossa casa, dr. Pereira. (TER
GOSTO)
19. Eu bem tento persuadir o garoto, mas ele í * ...............................querer comprar um
cão. (PERSISTIR)
binóculos (m.pl.) - prismático? (m.pl.)
20. Vou ao banco porque f * ..................... requisitar um livro de cheques. (PRE­
novinhos em folha = aún no usados
CISAR)
“ aÍeno
C < 3 Ív ’»Kf fc H O b b fS
por BIHWattarson tm d uçío de « iek * cube « u m

PARTISTE0 5 E5SES BINÓCULOS ERAM TENHO UMA IDEIA,


PAPÁ, VAMOS FINGIR
NOVINHOS EM FOLHA!
BINÓCULOS?/, QUE JÁ ME SINTO
NÃO TENS RESPEITO PELA { PÉSSIMO POR ISSO,
^PROPRIEDADE ALHEIA?!? j EQUE NÁOPRECISAS
DE INSISTIR MAIS.y

In Público, 2 2 /6 /1 9 9 8

cento e trinta e um
Paro d a r 1i c e n ç a , além de estruturas que ¡á conhece
Com certeza; faz favor; pode, pode;
Unidade

pode usar tam bém o i n f i n i t i v o


p esso al ou im p e s s o a l
^ Não é preciso + inf. pessoal:
"Nâo épreciso vires logo à tarde."
t / Não precisar de + inf. impessoal:
“Não precisas de vir logo à tarde."
^ Estar dispensado de + inf. pessoal:
É possível?
“Estão dispensados de virem logo à tarde."
Pode ser?
10

Posso?
Eis como pode r e c u s a r a d i s p e n s a :
i / Nem pensar nisso!
\ / De maneira nenhuma!
\ / Não é possível! / Não pode ser!
\ / É (completamente, totalmente) impossível!
¿aM en- ' \
to , M as ja
Lamento
nao j>odei*o* ^ Tenho (muita) pena mas não (pode s
\. (á tr» y
Sinto muito

In Quino:
O Regresso da bÁafalda. Publicações Dom Quixote.

Os p o rtu g u eses e a solid aried ad e Algumas estatísticas


No virar do sécu lo , eis alg u m as das questões m ais urgen­
tes a serem so lu cio n ad as a nivel social para os portugueses

• Paz no mundo 4 1 ,3 % \
i c» » ^ -
• Fom e no m undo 2 2 ,1 % / ■ 1^ \

• Tráfico de drogas 1 7 ,2 % i J C jT §■
• Desem prego 7 ,2 % uj '| IVUv/
• Am biente 4 ,7 % V tV
• Desenvolvim ento do ... \V \ \ sU }
terceiro m undo 3 ,7 % p ar—
• O u tra s 3 ,8 % '

132 cento e trinta e dois (duas)


A C O R D O PARA COM BATER

10
O TR A BA LH O IN FA N TIL
A Organização Internacional do Trabalho (OIT) aprovou esta semana
uma convenção que proíbe as formas mais graves de trabalho infantil, um

Unidade
flagelo que afecta dezenas de milhões de crianças em todo o mundo.
A declaração, que foi aprovada por unanimidade pelos delegados dos
174 países-membros da OIT, pede aos governos para tomarem "medidas imedia­
tas e eficazes para assegurar a proibição e eliminação das piores formas de tra­
balho infantil". A convenção proíbe várias formas de exploração e trabalho infantil
como a escravatura, o trabalho forçado, o tráfico, a servidão, a prostituição,
a pornografia e o trabalho com maquinaria perigosa ou substâncias
ciais à saúde. O recrutamento forçado de crianças para a guerra é
visado por esta convenção, que exorta todos os países a combater o
do trabalho infantil através da promoção de campanhas de reabilitação,
cação básica gratuita e ensino vocacional.
Numa recomendação separada, a OIT exortou ainda os países-membros
aprovarem leis que criminalizem a exploração do trabalho infantil e a castiga­
rem pesadamente os infractores.
A organização estima que, só nos países subdesenvolvidos, especial­
mente na Ásia e na África, existam 250 milhões de crianças entre os 5 e os 14
anos a trabalhar, metade das quais a tempo inteiro. '
O tratado deverá entrar em vigor um ano após ter sido ratificado pelos Parlamentos de pelo
menos dois países-membros.
In Correio da Manhã (16/9/99), adaptação.

De acordo com o texto coloque [ | no qu adrado certo.

O texto diz: V Fh

1. que a OIT aprovou uma convenção proibindo o trabalho infantil..................... □□


2. que o trabalho infantil afecta dezenas de crianças em todo o mundo...............

3. que a declaração foi aprovada por todos os delegados..........................................


□□
4. que participaram na declaração 147 países................................................................

5. que a convenção proíbe várias formas de exploração e trabalho infantil........

6. que a convenção aceita o recrutamento das crianças para a guerra...................

7. que na Ásia e na África há 250 milhões de crianças entre os 5 e os 14 anos a tra­


□c
balhar....................................................................................................................................

escravatura (f.)
□□
servidão (f.)

visar

subdesenvolvido

A N TES PE NOS
N ASCê PM O S,
^ A P A L P A , O MUNPO
3 Á E X iS T íA ?

In Quino: O RegressodaMc blicações Dom Quixote.

cento e trinta e três


mmm

Santo António de Lisboa (1 1 9 0 - f 1231)


Santo António de Lisboa, ou Santo António de
Pádua, Santo e Doutor da Igreja, nasceu por volta de
1190, em Lisboa, e morreu a 13 de Junho de 1231, em
Pádua, na Itália. Seus pais, que pertenciam a uma famí­
lia conhecida pelo apelido de Bulhão, mercadores
ricos, baptizaram-no com o nome de Fernando.
Aos vinte anos professou a vida religiosa
I entre os Cónegos Regrantes de Santo Agostinho, no
* Mosteiro de S. Vicente de Fora. Ordenado sacerdote
I em 1220, fez-se frade franciscano no eremitério de
M Santo Antão dos Olivais com o nome de Frei António,
partindo depois para Marrocos em missão de apos-
P tolado aos muçulmanos.
H Foi canonizado pelo papa Gregorio IX, em
J . 30 de Maio de 1233. Em Pádua foi erigida uma
PI conhecida basílica em sua memória, e lá se encon-
■ B tram as suas relíquias.
Em Lisboa, na noite de doze para treze de
H f Junho, enfeitam-se os bairros mais castiços, e com
K fogos de artifício e por entre o cheiro a sardinha
[ P I assada, manjerico e vinho tinto, festeja-se o patro-
NmeI no da capital portuguesa.
Diciopédia (adaptação).

Pedir e dar licença; — Posso sair mais cedo esta tarde?


— Pode, pode.
— Importa-se que saia mais cedo?
— Com certeza!
Recusar a dispensa; — De maneira nenhuma!
— Lamento, mas não pode ser.
Caracterizar lugares; — Este lugar é espectacular. As docas
são um encanto e a marina é uma
maravilha.
Desculpar-se; — Lamento, mas essa zona é de acesso
restrito.
Expressar desilusão, decepção; — Que pena! Gostava tanto de ver um
iate por dentro.
Expressar obrigação; — Têm de trabalhar mais.
— É preciso lavarem os dentes todos os
dias.
Aconselhar; — É melhor não atravessarem o rio neste
sítio.
Expressar desejo; — Eu quero comprar um livro.
— Convém parar para não vermos tudo
de uma só vez.
— É melhor levares tu o presente ao avô.
— É preferível os senhores não dizerem
nada a ninguém.
11
Unidade
No fim da unidade saberá:

•,nV»nVtw°

*oo\ * «
AoinfinV

cento e trinta e cinco


Nos Jerónimos

A Maria tem de voltar para Eivas amanhã, por isso, depois


de terem visitado as docas, o Luís aproveita para lhe mos­
trar os monumentos evocativos dos descobrimentos.

Luís: Maria, o melhor que fazemos é ir já ao mosteiro, pois pode


fechar. E não podes abalar sem teres visto os Jerónimos.
Sabes, é o meu monumento preferido.
Maria: Porqué?
Luís: Talvez valha a pena recordar um pouco da sua historia. O rei
D. Manuel I quis criar um panteão para si e para os seus des­
cendentes, num mosteiro de frades da Ordem de S. Jerónimo.
Então mandou construir este mosteiro junto à praia do Reste-
lo, de onde partiu a armada de Vasco da Gama e depois a de
Pedro Álvares Cabral.
Maria: É de facto um monumento impar. Onde vamos de seguida?
Luís: Atravessamos a estrada pela passagem subterrânea e vamos
ver o Padrão dos Descobrimentos.
Maria: E onde vamos depois de termos visitado o monumento?
Luís: Vamos ao CCB e regressamos de eléctrico.

■CeffiSroCulturaJ deH H H

Depois de ter assinado não voltou a ter. não voltará a ter.


11
Complete com o i n f i n i t i v o p e s s o a l c o m p o s t o .

Ex.: Depois de terem acabado de comer, levantem a mesa. (ACABAR)

Unidade
1. Saímos sem eles f * ........................................ conta. (DAR)

2. Foi óptimo nós f c ........................................ as chaves. (ENCONTRAR)

3. Esperamos até tu í * ........................................ os trabalhos todos. (FAZER)

4. Foi bom eles f * ...................................... os livros na feira. (COMPRAR)

5. Foi pena tu não 1 *........................................ mais alguns dias. (FICAR)

6. Os nossos primos partiram sem se f * ........................................ (DESPEDIR)

7. Eu gostava de f * ...................................... os primos. (VER)

. Podem ir embora depois de l * ........................................ a sala. (PINTAR)

9. Depois de o ...................................... empresta-me o jornal. (LER)

10. O facto de eles não P ..................................... connosco nesse aspecto não

quer dizer que não possamos chegar a um acordo. (CONCORDAR)

^ Chamo­ 'Chamo- ^
-me Vasco da Gama e — -me Pedro Alvares N.
/ fu i navegador. Nasci em Sines \ / Cabral e fu i o descobridor d o ^ ,
/ em 1468. Homem de confiança de D. \ / Brasil. Nasci em 1467. Após o \
João II, fui encarregado por este de supe­ f regresso de Vasco da Gama, D.
rintender a armada do descobrimento do Manuel I resolveu organizax uma mais
caminho marítimo da índia, que largou a forte armada com destino à índia, e con­
8.07.1497. Em fins de Agosto de 1499 fiou-me a capitania-mor. Parti em
desembarquei em Lisboa, onde fu i recebido 9.03.1500 e a 22 de Abril avistámos o
erp triunfo pelo rei e pelo povo. Voltei à \ Brasil. Morri em 1520. Os meus >
v índia várias vezes, em 1502,1504... . \ restos repousam em Santarém, /
\ Morri em Cochim em 1524. Hoje o / N. em campa rasa, na Igreja 7 /
N. meu túmulo encontra-se no / —v da Graça.
Mosteiro dos Jeróni­
mos. r

África. Atlas de Fernão Vaz Dourado. 1575. in-Rev. Oceanos, n° 25.

cento e trinta e sete


Unidàde

Ex.:Não vais para a piscina sem que antes tenhas arrumado o teu q u a r t o . Não vais para
a piscina sem antes teres arrumado o teu quarto.

1. Quero que o jantar esteja pronto antes que o teu pai chegue.
r * .........................................................................................................................................................
2. Espero que tenhas fechado a porta quando saíste de casa.
111

r * .........................................................................................................................................................
3. D. Clara, peço-lhe que venha falar comigo.
r * .........................................................................................................................................................
4. Antes de que vocês saíssem de casa, a avó telefonou-nos.
f* .........................................................................................................................................................
5. É provável que elas já tenham sido convidadas para a festa.
r * .........................................................................................................................................................
6. O Luís disse que lhe telefonasses antes do meio-dia.
r * ...........................................................................................
7. É m elhor que vocês levem o carro pequeno porque o pai precisa do outro.
r * .........................................................................................................................................................
8. Luís, não saias de casa sem que nós tenhamos chegado.
r * .........................................................................................................................................................
9. D epois que tenhamos pintado a sala, a casa vai ficar nova.
r * .........................................................................................................................................................
10. Lam entam os que não tenham podido chegar a horas à reunião.
r * .........................................................................................................................................................
11. Fica descansado que eu não vou embora antes de que tenhas adormecido.
[ * .........................................................................................................................................................
12. É pena que a Lola não ficasse mais alguns dias connosco.
r * ......................................................................................................................................................... P a r a
13. Era bom que viesses mais cedo porque eu tenho de sair para o Porto. poder utili­
z a r o infini­
I * ......................................................................................................................................................... tivo pessoal
14. Sem que tenhas lido a sua obra não devias criticar esse autor. (sim p les ou
composto) d eve
r* ........................................................................................................................ d e sap are ce r a inte­
15. A possibilidade de que ficassem isolados pela cheia aterravã-os. grante
11
Não
’ rei re ficar V .------

EJnidade
eM E s p a n h a ou 1 S a i o N re i se
irp a ra os E s t a - M o u fic o I e rtu d a r /> o r
H ão^. S ^ o r Ü niJoí^X CM casa' tu ju ê r ou

f r e ir e fa z e r ^ ,— ■ v e r ta noi+e: Vvfrancêr.y
a o p e ra ç ã o ao:
i i e n te r an+ er
V^</o Wa+aííV

£ r+ e
f ano N e v e r ía N
FaÇo^*^ ir p a ssa r fé r ia s }
o Ja n ta r a M eínanha ou àJ
r £ > e v e -\
ou v o u a u m k te rra do M eu À
ria com p r a r
r e s t a u ra n - «^M arid o?f / ou a t u ja r a
'V te ? À casa? ^

< /e /o ^
te le v is ã o
ou ouço
_ M u s ic a ? >

Alguns destes colegas não sabem bem o que fazer. Siga o Transforme agora as frases do exercício anterior de modo a uti­
exemplo e dê-lhes algum bom conselho. lizar tempos do conjuntivo.

Ex.: Não sei se ficar em Espanha ou ir para os Estados Uni- Ex. : Talvez fosse melhor ficares aqui com os amigos. I* Tal­
dos. I* Talvez fosse melhor ficares aqui com os amigos. vez fosse melhor qu e f i c a s s e s aqui com os amigos.

1. Aconselho-te a P * ................... a operação aos dentes 1. P*


depois do Natal, para P* ................... comer doces.
(FAZER/PODER)
2. Talvez não seja má ideia P*................... informática. Há 2. P*
mais possibilidades. (ESTUDAR)
3. Talvez fosse melhorP* ................... o CD, porque os 3. P*
bilhetes são muito caros. (COMPRAR)
4. O melhor é P* ..................... treinar para não P* 4. P*
................... a forma. (IR, PERDER)
5. Aconselho-te a P* ................... em casa porque está 5. P*
muito frio. (FICAR)
6. Talvez seja boa ideia P1 ................... português. Assim 6. P*
'Jjpodeiás visitar também o Brasil. (ESTUDAR)
7. Talvez fosse melhor P * ................... o jantar em casa. 7. P*
Hoje é segunda-feira e os restaurantes bons estão
fechados. (FAZER)
8. Aconselho-te a P1 ................... música, porque assim
poderás fazer outras coisas ao mesmo tempo.
(OUVIR)
Tâlveg’seja melhor P * à Alemanha, porque 9. P*
a terra do teu marido está mais perto. (IR)
Sfalvéz fosse boa ideia P * a casa porque os 10. P1
« r é d it o s à habitação estão agora muito altos. (ALU-
<*A‘R)

cento e trinta e nove


Unidade

Reescreva a s frases do exercício 3. Comece como indicado.

1. Sugiro-te que

2. & estivesse nb teu lugar


11

4. O melhor que fazias era

6. Acho que devias

7. Se eu fosse a ti

8- Talvez seja melhor

IO. Eu sugeria-te

A despedida

l\laria Olha que avião tão bonito, Luis.


l ll is Pois é. É uma réplica do avião que Gago Coutinho e Sacadura Cabral usaram para cruzar o
Atlântico.
'.i ma Não fazia ideia que um avião tão pequeno pudesse ter feito tão grande proeza!
Luís; Vá lá, despacha-te rapariga! Ainda há coisas para ver e o tempo já é pouco.
iW ilp Eu bem gostava de ter visto tudo calmamente!
I mV Mas olha, não fiques com pena. Voltas cá outra vez para visitarmos o Planetário e o Museu
da Marinha. Vale bem a pena.
Mari i: Achas que ainda podemos entrar na Torre?
Luís; Podemos! Fazemos uma visita rápida e depois já vamos para a estação. Se for preciso até
apanhamos um táxi

cento ç quarenta
l i li li li - I

de a gestão do abastecimento de água r ser ou não boa, a capacidade de

1. Na impossibilidade de se P *................................. os depósitos, ao fim de ailguns dias

começará a faltar água. (REABASTECER)

2. As reformas devem ir sendo lançadas no terreno, de modo a P * — —.............

absorvidas. (SER)

3. Há razões para além da fronteira, da raça e do dinheiro que levam os povos a P*

................................... manter a sua individualidade. (QUERER)

4. Na hipótese de a ONU ainda P ................................. recursos para constituir uma força

de 6 ou 7 mil homens, os capacetes azuis iriam para o terreno perseguir os grupos

armados. (TER)

5. Independentemente de P *...................................ou não reclamação, foram corrigidas as

situações sem prejuízos para os consumidores. (HAVER)

6. A acumulação de BI nos consulados portugueses deve-se ao facto de não se r

................................. de um documento essencial para a actividade dos portugueses no

estrangeiro. (TRATAR)

7. No consulado de Toronto há 500 títulos de identificação à espera de P*

................................. levantados pelos emigrantes. (SER)

8. Duas focas-de-crista selvagens estão a ser recuperadas pelo Zoomarine, em Albufei­

ra, após ‘' .................. ........ em Armação de Pêra, no passado mês de Junho Após

P *...... ................ o período de tratamento, a reabilitação destes mamíferos mari­

nhos é considerada ainda mais impressionante. (ARROJAR / PASSAR)

cento e quarenta e um
Uniclacle 1 1
< jü e é due \ Dê a sua opinião sobre as seguintes
v o c ê acha , acções:
v i o fe re . . . ? y / ' ' V 30
c r e io due
( e la te n fe a
Ex Fumar, (tu) a) F* Acho mal fumares. razão'.y
b) r Acho mal que fumes
Conduzir depressa, (eles)
a) F*..........................
mal/bem
t- Inf.pes b) F*...........................
+ Pres. conj Fazer pouco da irmã. (tu)
a) i* ..........................................................
b) t » ..........................................................
Esquecer-se de lavar a loiça, (vocês)
a) f * ..........................................................
b) > ..........................................................
Ficar sem nenhum prémio, (nós)
a) f * ..........................................................
b) F * .......................................................... ' C laro due s í m .'
Ouvir música tão alto. (tu) (Pois) c (a r o ) .r
/ '''" Q o a n - ^ ^
£ vrd e n teM e n te.r
¿r +o a m í m não \
a) f * .......................................................... fx a c t a M e n t e í
/ tenfeo nenfeuM in te -
b) F * .......................................................... P e r fe it a M ente.'
r e s r e n e rte ex e rc íc io ,
TeM to d a a razão .'
( T a n t o Me fa z o infiní-
\ t i v o pe s s o a l c o m o o
Não respeitar os limites de velocidade, (o senhor)
Eu p re ren + e do c o n - / a) F“ ..........................................................
gj^ou-Mex. y o n tiv o .^ ^ ^
n as tin ta s 17 /-— - — b) r * ..........................................................
para e s t a s / f /
Trazer o cão a casa. (vocês)
vro5sa*vy f-V
a)fc .........................................................
b) f a ..........................................................
Vir tarde à noite para casa. (vós)
a )f * ..........................................................
b) r * .......................................................... - Mar .
Dizer mal dos colegas da turma, (ela) v o c ê e sta
a fa ( a r a
a) F * ........................................................... rw / é rio ?.'^
b)F* .................. ............... ............ .
10 . Ler cada vez menos romances, (tu)
a) f * ...........................................................
b) F * ...........................................................

TaM - \
/ fe é M ( jo t f ia te r \
f e it o a M esM a due é due
c o n s u lt a d iz e n d o ; achas de
“Q0£ TA¿ /RMOS JAA/- IrM o s y a n -
TAR?”. £u a c f e o d u e v ta r? y
£ stas . \ as doas são /
e s tro to ra s x \ c o rre c ta s, ¿¿Lm
ta M fe é M se rv e M
pa ra e x fe re s s a r
l^ s u f e o s iç ã o ? /

1 42r cento e quarenta e dois (duas)


•.

seja que eu desista.


Pres. conj Pres. conj.

eu desistir.
Inf. pessoal
7 v e z f o r ie
M e lA o r J e r ir
. t ir M o i, n a o que eu desistisse.
X . achaM? Pret.Imp.conj.

R£PA-
/ R£ 0 uso J° ín f in it i-
/ vo p e ir o a l < > e r M it e l u b r t i t u i r o í \
' <( o l í t e M ( > o i J o c o n ju n t iv o . £ con­
v e n ie n t e que u ie o p ro n o m e /> e n o a |
n o i c a io i eM < ju e a J e r ín é n c ia Jo in f.
p e iio a l />oira l e r c o n f u n J i J a c o m
Ç o u tra r fo rM a r v e r & a ii ( f a e 3 a J o /
lin j.J * R e d a re na po sição qu e /
ocu*>a na f r a s e n o i J o i r y /
c a io i.

Pora pedir consslhos USE torahém ?; XX i: ::::-* X X Pora dar M hse fk os /

!
+ pron. + subs.
r 1'? Se + imp. do conj. + imp. do indic. + a + inf. pes.
"Se estivesses no meu lugar, o que é que fazias?
"Se fosse o senhor, o que é que fazia?" + a + que + conj.
"Não te aconselho esse desporto".
"Aconselho-te a ires ao cinema".

1
+ a + inf. pess.:
"Aconselho-te a que vás ao cinema". '
“Aconselhava-te a que fosses ao cinema".
+ que + conj.:
"O que é que me aconselhas a faz er?" t f Se + imp. conj. ... + imp. indic.:
"O que é que me aconselhas que fa ca ?" :. X "Se fosse a ti ia ao teatro".
"Se estivesse no teu lugar ia ao teatro".
Ta|- s
ve z f o s s e fc o M / V. SUGERIR + que + conj.:
e r t u J a r M o i um
"Sugiro-tef(sugeria-te) que vás!(fosses) ao cinema".
pouco a c e rc a Jo
in f a n t e £>. W e n r í - ^ V. DEVER + inf. impessoal:
S w q u e .'
“Deves (devias) deixar defumar",
t f Talvez (não) + conj. + infinitivo pessoal:
"Talvez não sejaKfosse) má ideia ires a Lisboa".
"Talvez sejaKfosse) bom jantarmos mais cedo".
"Talvez valha!(valesse) a pena ficares em casa",
t f O melhor que + pres./imp. do indic. ... + inf. impessoal:
“O melhor que fazes!(fazias) él(era) ficar em casa",
t f Pode usar também os verbos ACHAR, PENSAR, PARE­
CER, JULGAR e CRER.

cento e quarenta e três >


Unidade

/ seguir ajude o '


Já sabe
castor a distribuir,
f que o som [S] pode ^ depois de completadas,
ser representado pelas consoan­ >. as palavras que se
tes c, ç, s e pelo grupo ss. Subli­ n. seguem. y'
nhe no poema todas as pala-
k vras em que um destes casos .
se verifique.
11

Cansaç 4. devolu
а. gra____ a
ão

б. ma____ io
7. mo____ o
Anoitece no palácio.
8. ofen a
Ouço passos ao longe.
9. peripé ia
Tenho um pressentim ento.
10. per____iana
Receio a solidão
E fico apavorado.
O passarinho adorm ece
E o ouriço aparece.
Da janela onde me debruço .ismo

Sinto o frio
E sinto o vento.
Lentam ente eu enfraqueço. uino
É o cansaço que acontece.

< cento e quarenta e quatro


T e x t o
s m alefícios do tabaco

11
U j .
Um tribunal da Florida condenou as empresas tabaqueiras a indemnizarem os
fumadores pelo mal que lhes causaram. O tabaco faz mal à saúde?
A opinião pública responde unânime: faz. A resposta politicamente correcta recla­

Unidade
ma-se da ciência. Por isso, em nome dela, o Estado arroga-se o direito de
mandar imprimir nos maços de tabaco frases do género: fumar "preju­
dica gravemente a saúde".
A convicção moderna da maldade do tabaco nasceu das tabelas^
estatísticas elaboradas pelas companhias de seguros de vida,
sobretudo norte-americanas. Mostravam que os fumadores
morriam mais cedo que os abstêmios. A verificação tinha conse-1
quências económicas: só podiam pagar o mesmo seguro a um
fumador, se lhe cobrassem um prémio mais avultado. Há meio
século fumar era bom. Convinha-lhes, por isso, contrariarem estes
valores sociais.
Como chegaram as seguradoras à brilhante conclusão de que o
tabaco mata? Limitaram-se a correlacionar a idade da morte dos seus segu
rados com o facto de fumarem ou não. O cerne da questão é pressuporem
JÊ Ê
que todos os homens são geneticamente iguais face ao consumo do tabaco. Este
pressuposto é politicamente correcto. Mas tem que ser demonstrado. Talvez a morte
prematura dos fumadores seja devida não ao fumo mas a factores genéticos desconhe­
cidos. Já faltou mais para os conhecermos.
Como a biologia ainda não destrinça, os estudos amalgamam. Metem no mesmo
saco aqueles aos quais o tabaco não faz mal e aqueles aos quais faz mal. Fazem a média
de alhos e bugalhos. Por isso, dizer "fumar prejudica gravemente a saúde" é uma cren­
dice pré-científica. O Estado devia mandar pôr nos maços de tabaco o seguinte: "Existe
a probabilidade x de o fumo afectar a saúde de y homens, ignoramos o processo gené­
tico".
Luís Salgado Matos, PÚBLICO, 1 2 /7 /9 9 (Adaptação).

De acordo com o texto coloque | ^ | no qu adrado certo.

O texto diz: F

1. ter sido um tribunal americano quem condenou empresas tabaqueiras a indem­

nizarem os fum adores.............................................................................................................. ... □


2. que a opinião pública considera que o tabaco faz mal à saúde................................... □
3. que a convicção moderna do malefício do tabaco teve a sua origem na opinião

m édica................................................................................................................................................

4. que as seguradoras mostravam que os abstêmios morriam mais cedo que os

fum adores........................................................................................................................................

5. que as seguradoras chegaram à conclusão de que o tabaco mata, relacionando a

idade da morte com o facto de serem abstêm ios............................................................... □


6. que as com panhias pressupunham que todos os homens são geneticamente

iguais face ao consumo do tabaco........................................................................................... □


7. que o autor concorda com a seguinte frase impressa nos maços de tabaco: "fum ar

prejudica gravemente a saú d e".................................................................................................. □


tabela (f.) 1- tabla (f.)
prêmio (m.) |* prima (f.) de seguro

cerne (m.) j » quid (m.) crendice (f.) |= creencia (f.) absurda

destrinçar I ** separar, aclarar, desen- | alhos e bugalhos | - confusión de cosas


redar

cento e quarenta e cinco > 145


U n id a d e

Torre de Belém
f Torre de Belém, dedicada a S. Vicente, foi mandada construir por D.
, . Manuel I, entre 1515 e 1519, para, de acordo com o cronista Damião de
Góis, ser guarda do mosteiro dos Jerónimos e do porto de Lisboa.
Esta fortaleza, da autoria do arquitecto Francisco de Arruda, insere-se na
série de fortificações que, desde a costa marítima em Cascais, povoam o
/ Tejo.
J Além do aspecto defensivo, esta torre é sem dúvida muito cenográfica, o
:■ que leva a pensar ter sido também local de cerimónias de aparato rela­
cionadas com a partida e a chegada das armadas.
•; H ' í * U W l A Torre de Belém tem dois elementos básicos: uma torre
quadrangular isolada e bem destacada com uma torre de
a I ~jjj menagem caracteristicamente portuguesa que servia de
ir j- tiSa vigia e habitação do capitão-mor, e um baluarte poligonal
* que quase a envolve.
A riqueza decorativa do conjunto encontra-se sobretudo
no exterior: o calabre que abraça a muralha, a torre atada em laço e a zona
das ameias escudada com numerosas e grandes cruzes de Cristo ajudam a
fazer da Torre de Belém uma das maiores jóias do manuelino e da arte
mundial.
Nova Enciclopédia Larousse (adaptação).

Apresentar uma acção como termi­ — Devois de ter assinado o contrato não
nada em relação a outra; voltará a ter problemas com o carro.
Pedir a opinião de alguém; — O que é que você acha sobre... ?
Dar opinião; criticar; desaprovar; — Acho mal fumares.
Expressar discordância; — Não creio que ela tenha razão.
Expressar concordância: — Tem toda a razão!
— Pois claro!
Mostrar desinteresse, indiferença; — Quanto a mim não tenho nenhum
interesse neste exercício.
Expressar suposição; — Julgo que... / Acho que...
Fazer consultas; — O que é que achas de irmos jantar?
Responder a consultas; — Boa ideia!
Pedir conselhos; — Talvez seja melhor que eu desista.
— Talvez seja melhor desistir.
— Talvez fosse melhor que eu desistisse.
Dar conselhos; — Aconselho-te a ires ao cinema
— Sugiro-te que vás ao cinema
— Devjas deixar defumar.

cento e quarenta e seis


unidade saberá:

.ulcrtivos- avérV»'10

Cor*lo n ’ « p o lo tw .1
...orsCltWOS
Con\onS&eS °

v pos\q«° dOS
a p re p ° s*^°eS

* « * * *
espoS0 ,
. M ..mera»s

cento e quarenta e sete


Um estudante universitário angolano e colega do
Luís na mesma residência, convidou-o a ir a uma
tourada à praça de touros do Campo Pequeno. Que­
ria assistir a uma tourada à portuguesa não só para
ver a actuação dos toureiros, mas também para conhe­
cer a praça.
À saída do metro dirigiram-se para a bilheteira e o
amigo do Luís comprou os dois bilhetes.

Luís: Nem eu nem tu temos emprego, por isso cada um compra­


va o seu bilhete.
Amigo: Eu não permitia isso. Eu é que te convidei e por isso tu não
ias pagar.
Luís: Obrigado. No fim da corrida bebemos um chocolate quente
numa pastelaria, que pago eu.
Amigo: Aceito e desde já obrigado.

Conjunções
e não só .. . mas também
que não só . . . como também
nem tanto ... como

En un estilo animado puede omitirse la


conj. copulativa. En este caso la coordinación se denomi­
na a s i n d é t i c a : / orações \
coputa+ivas '
“As crianças riem, brincam, saltam". expriweiv» a sicwMes,
V a d iç ã o d e J
%■ Otras veces se hace todo lo contrario, repi o ra ç õ e s .
tiéndose la conj. copulativa de forma enfática:
'As crianças riem e choram, e folgam, e
saltam".
Relembre

conj .
**e func¡onar
’ como conj. copula­
tiva unindo d u as
orações negativas
'O Pedro não quer ir ao cinema, nem
quer ir dar um passeio";
>ode funcionar tam bém como
:onj. disjuntiva:
“Nem quero ir contigo hoje nem
penso ir amanhã
s como advérbio de negação.
‘‘Nem sempre bebo cafe' à sobremesa";

CONSULTE
a unidade n° 13.

cento e quarenta e oito


Ai

lonjunções adversativas
o raç Ser
A&PfRSAT/t'AS

12
inhiesto oporíçao
so que ie diire
precedente
jyiente.
mas (1) porém (2)

Unidade
todavia (3) contudo (4)
entretanto (5) ainda assim (6)
f apesar disso (7) no entanto (8)
não obstante (9)

La mayor diferencia entre las oraciones coordinadas españolas y portuguesas se


encuentra en las adversativas:
% El esp. utiliza la conj. S IN O en lugar de PERO en las llamadas adversati­
vas exclusivas después de una afirmación negativa:
"Mi coche no es un Peugeot, S IN O um Ford".
El port., en cambio, emplea la misma conj. M A S que utiliza en el resto de las
oraciones adversativas:
"O meu carro nãoéumPeugeot, MAS umFord".
En el resto de casos, el esp. “sino" y el port. "senão" coinciden en su uso. Por e¡.,
cuando la conj. voyo seguida de QUE, utilizaremos siempre SENÂO QUE:
"Mi coche no es un Peugeot, sino que es un Ford".
" O meu carro nãoéumPeugeot, senão que éumFord".
S E N Ã O es utilizada en port. unicamente como partícula exceptiva ( = esp
sino, más que):
"Na minha turma nãohásettão rapazes".
"En mi grupo no hay más q u e/sin o chicos".
Pero también es frecuente encntrar usos de S E N Ã O s u b s t a n t i v a d o ,
significando entonces inconveniente, excepción, pega. . .
y bi So N
es+oü a ver "Esse negócio temapenas umsenão: émuito arriscado".
porque é que S y Espe "Ese negocio sólo tiene una pega: es muy arriesgado".
a q u í h é ta n t a / ra a í q u e eu '
vou t r o c a r - t e No confunda T O D A V I A ( = esp. sin em b arg o ) con AINDA ( = esp.
k con fu são .y
iii o po r twfo</or. to d a v ía ):
, Re p a ra n e s t e s "O miúdo lêperfeitamente, todavia nãopercebenada".
\exem ptos! y "El chico lee perfectamente, sin embargo no entiende nada".
"O miúdo ainda nao vai àescola".
"El chico todavía no va a la escuela".
% No confunda S E M E M B A R G O D E con una coordinada, ya que se trata
una locución concesiva. Deberá traducir el español s in e m b o r g o por porém, con­
no entanto. . .
% N Â Q O B S T A N T E (= e sp . n o o b s t a n t e ) tiene un uso adversativo
(seguido de tiempos de indicativo, en esp. y port.) y otro concesivo (seguidos en port. de
infinitivo conjugado, y en esp. de infinitivo):
"Ontemchegámos tardeaotrabalho. Não obstante ochefenãonos dissenada".
"Ayer llegamos tarde al trabajo. No obstante el jefe no nos dijo nada".
"Não obstante termos chegado tarde, ochefenãonos disse nada".
"No obstante haber llegado tarde, el jefe no nos dijo nada".

Posição das conjunções


coordenativas.
Apenas MAS aparece obriga­
1. O toureiro bem se esforçou, m as não teve êxito. toriamente no começo da oração.
2. O cavaleiro foi excelente, porém os forcados não tinham o mesmo prestígio. Porém, todavia, contudo, entre­
tanto, noentanto, etc., podem vir no
2.1. O cavaleiro foi excelente; os forcados não tinham, porém , o m esm o prestígio. início da oração ou após um de
seus termos.
2.2. O cavaleiro foi excelente; os forcados não tinham o mesmo prestígio, porém.
3. Está a chover. Todavia vou na mesma.
4. Os alunos estudaram muito. Contudo não passaram no exame.
5. O touro parece manso. Procura, entretanto, não te distraíres.
6. O filme não é nada de excepcional; ainda assim, não desgostei, pois acho que tem algumas coisas
interessantes.
7. Viemos pela ponte à uma c meia; apesar disso não encontramos muito trânsito.
8. Não gosto muito de coisas doces; no entanto admito que aqui os pastéis de natasão excelentes.
9. Havia muita gente na bilheteira; não obstante ainda arranjámos bilhetes.

cento e quarenta e nove


Unidade
12

Ex.:Esse toureiro não só é tímido,- a. e os forcados amadores da Chamusca.


1. O restaurante é horroroso, b. gostam imenso de música e desporto.
2. A D. Clara não gosta c. para nos convidar para a festa.
3. O rapaz estudou muitíssimo. d. e senta-se e torna a aplaudir.
4. Na corrida actuarão os irmãos João í e. M esm o assim não passou no exame.
António Ribeiro Telles f. No entanto não tem êxito.
5. O cavaleiro era bom, -Ex.:m as até se mostra cobarde.
6. Não só estou interessado na pega, g. mas os touros não prestavam para
7. Tanto o Luís como o Pedro nada.
8. A rapariga era bela, h. Um dia, porém , a chuva regressou à
9. O meu vizinho bem trabalha... terra.
10. O Paulo nem sequer telefonou i. dos forcados, nem das touradas,
11. Estivemos sem água durante uma j. porém come-se muito bem.
semana. 1. M esmo assim vejo pouco televisão,
12. A Rosa perguntou-me que horas eram, m. mas tam bém no toureio a pé.
13. O público levanta-se e aplaude, n. nem os toureiros lidaram bem.
14. Nem o tempo estava bom, o. mas eu não tinha relógio,
15. Gosto imenso de filmes de aventuras. p. mas principalmente fora do vulgar.

150 cento e cinquenta


12
A Ilha Terceira esteve
em festa

LtiSdade
mista picada, em que Rui Salvador, com o seu toureio emo­
cionante e aquela entrega que lhe é peculiar, mais uma vez "agarrou"
o triunfo. Tomás Soudo cravou dois curtos que merecem registo. A pé,
assistimos a uma boa "faena" de Miguel Rodríguez. Contudo, os
aficionados vibraram e os olés ecoaram na praça, quando Dávila
Miura toureou. É toureiro, lidou "faena", manda no touro e tem
arte. Brindou ao dr. Adolfo Lima, antigo secretário regional da
Agricultura. De referir ainda um último pormenor, enquanto
Dávila Miura toureou fez-se silêncio na praça, houve respeito
pela beleza do toureio a pé, o que me fez recordar título de um
livro de José Bergamín: "La musica callada del
toreo!" Ainda nesta corrida picada, gostaria
de destacar a estreia da linha "Jandilla"
implantada na ganadaria de Rego Botelho, o
que nos traz a confiança do engrandecimento daquele ferro,
em que os nossos aficionados tanto confiam e dela esperam. Os seis toi­
ros apresentados tinham peso médio e boa estampa, com uma média de 511 quilos por
exemplar, caso até hoje inédito na nossa praça.
Texto de Ricardo Jorge
In Novo Burladero, n° 140 (adaptação).

ecoar

estreia ( )

De acordo com o texto coloque no quadrado certo.


■WKKKÊ ■'■■- - -' '........■ 1 1■ " Y W T Wi ■ tiííív ,

O texto diz:

1. que naquele dia houve uma corrida mista na Ilha Terceira.............................


■«T E LLE S
2. que o toureiro Rui Salvador não se esforçou muito.............................
■ n fSLLES
3. que Miguel Rodríguez toureou muito bem a cavalo.......................... « A lm eida
4.

5.
que Dávila Miura fez uma excelente exibição.......................................

que o antigo Secretário Regional da Agricultura assistiu à corrida.


S M BORDA
JRTES
6. que o ruído da praça levou o autor a recordar-se de um livro.

7. que o peso médio de 511 quilos é vulgar nas nossas praças.

cento e cinquenta e um
' - -.a *81,
A corrida começou com algum atraso, mas com muito público. «
Os touros lidados na primeira parte eram um pouco mansos, mas
os cavaleiros citavam de largo e conseguiram cravar bonitos ferros
compridos e curtos. Porém, as pegas, a cargo de um bom grupo de
forcados, foram excelentes.

Amigo: De qual cavaleiro gostaste mais, Luís?


Luís: Do último. Tinha a montada muito bem ensinada e conseguia tirar facil­
mente o touro das tábuas.
Amigo: E porque é que o segundo toureiro partiu o ferro curto ao meio?
Luís: Cada toureiro tem o seu estilo próprio, os seus truques. Aquele é especia­
lista em partir o último ferro curto ao meio e cravá-lo assim. Todavia é uma
tarefa arriscada.
Amigo: Os forcados é que são muito corajosos!
Luís: É verdade. Os forcados são indispensáveis nesta festa. Contudo arriscam demasiado a vida.

truque (m.) = truco (m )

Consulte a s leg end as em baixo e indique os m eios de tran s­


porte que podem ser utilizados p a ra ir ...

3. Â Aveiro

1. Á c ¿\ aJLc 4>4* Jut, iiAS\*64>, X/l, JL c.

2. .................

3.

4. .........................

5.

6.

cento e cinquenta e dois (duas)


/V -á

12
ff . - O bserve o cartaz da Agência de V iag en s e m arque com uma cruz
os meios de transporte e os horários m encionados na cassette.

Unidade
Excursõe
Serra da

• Barcelona
y

• iSniSí

Barco Varino-

Relem bre

Apren-
) deu no vol.
!1 , u nida*
' des 3 e 6 as
'h o ra s
meios de transporte.

Depois de ter feito o exercício anterior,


modelo.

Ex.: 0 -*v 2 c. ^ -


• .m ff.^ Ê t Ê ü k í^ \
« _

2.

3.

5. (H ^ í)

cento e cinquenta e três


Para expressar D I S T Â N C I A pode utilizar
algum as d as seguintes estruturas:
<5 ü c d is t a n c ia
a + unidade de medida de distância.
f i ca Lisboa <Je
^ 5 a + quanto + unidade de medida de distância. Ifilar F o r M o-
K so? V

E apoiar-se também em algumas locuções prepositivas:


• ao pé de • junto de
• longe de • perto de
• próximo de ,

^ F a lta
M o it o p a ra
chejarMos?
Com a aju d a do quadro indique a distancia que há entre as
seguintes cidades:

n.siio.i
i AFOBO
■b i j a

toMfiAJVfA
B b ç o ijk b il a

f it a - ^ sS .
f re M o s a < jo a n - \
300 502 151 "Mi: ( t o s « ju iló M e t r o s da

¡1 136 257 261 3ÁIIM A _ \ P ° « t e t/asco 4a /


~ O aM a?
'363 180 360 ¿ó! (¡UA1WA
166 * & ; ■•ti : 23/ W Ê L Ü llIA
im u ü w tr
( j ¡ § 308 181 408
312 • 68 452 53 1 P im ío
79: 184 196 306 14 AL I KOI
295 142 41 ■ « ttliR tf
H
49 0<m I 'I.IA A 0 0 CASZtlO
390 112 j ¡
l ' I L W 3 0 R J Í0 S 0
414 230 407 312 20
95 W5 185 ¡ ¡
WÊÈÈÉmm
29 i

Modelo: Aveiro e Viana do Castelo: f a * » ^ ^ W o C M


Áe m
1. Viseu e Bragança ____ ? — —. — .. . . u------

2. Santarém e Faro:
Relem bre
3. Portalegre e Braga:

Apren-
4. Fátima e Setúbal:
jd e u no
j volum e I,
u n id a d e 2 5. Leiria e Lisboa:.
¿a perguntar
a lo ca liza çã o no
espaço e a localizar, 6. O Porto e Beja:
e na unidade 7 as
unidades de m edida
de distancia e super­ 7. A Guarda e Évora:
fície.
8. Lisboa e Coimbra:.

no presente volum e, unidade 3, pág.


31, a localização relativa no espaço.

cento e cinquenta e quatro


X M t-fd a a èiH Z
O bserve com atenção o m apa e responda às seguintes perguntas;

2 h l5
Dublin 4 h 30
Londres
Estocolmo
2h 50 r o
Capital de distrito e da pro­
víncia do Algarve, em cujo
Cabo de Sta. Maria, situado na
ilha da Culatra, se encontra o
ponto mais meridional da
costa portuguesa. A parte anti­
ga, no morro da Sé, encontro­
-se ainda rodeada de mura­
lhas que, juntamente com o
castelo, devem datar da época
árabe e, nalguns pontos, da
romana.
Nas suas mais remotas ori­
gens, deve ter sido uma ddade
de fundapo cartaginesa.
Faro teve o seu primeiro
foral em 1266, dado por D.
Afonso III. Em 1540 a vila foi
2 Ii23 elevada a cidade.
?!«!?!« Entre as figuras célebres de
Faro figura Brites de Almeida,
a famosa padeira de Aljubar-
\ rota. /

Zam bútela óo Mar

Âhnoüôm

Amuai
E sp an h a
Anitm|¡

LOULÉ AYWmif
LASOS VILA REAL
ALBUFEIRA 7AVIRA OESTO ANTONIO
o d e S V icenli

OLHÃO

Ex.: Quanto demora o vôo de Faro a Lisboa? í* O vôo de Faro a Lisboa demora quarenta minutos

1. Quanto demora o vôo de Faro a Dublin?

2. Quanto demora o vôo de Faro a Londres?


jpn
3. Quanto demora o vôo de Faro a Estocolmo?
jpÉt
4. Quanto demora o vôo de Faro a Amesterdão?

5. Quanto demora o vôo de Faro a Bruxelas?

6. Quanto demora o vôo de Faro a Copenhague?


fie ''
7. Quanto demora o vôo de Faro a Paris?
f* .............. .
8. Quanto demora o vôo de Faro a Frankfurt?

9. Quanto demora o vôo de Faro a Roma?


pi

cento e cinquenta e
Uiiidadeí 1 2
Moi-

rà direita / à 5tçõer servem

Aparecer u i* Desaparecer a cam inho de


Arrancar (fam .) mi* Chegar onde (?)
Partir com destino a
Aproxim ar-se nu* Afastar-se direcção a
Avançar u i* Recuar em direcção de
Andar frente de
Correr !| (o) Norte / Sul / Este / Oeste
Saltar 1 a direita / a esquerda
Ir u i* Vir + nome: "Vou para a praia”.
lr-se em bora ui* Vir-se em bora cima (d e )/b a ix o ( d e ) :" Vai para cima do muro".
Entrar i i* Sair a frente de
para
Subir nu* Descer + Possessivo + frente: "O Pedro veio para a minha frente".
Cair u i* Levantar-se o lado de
o meio de
onde(?)
J r á s (de)
+ grupo nominal + abaixo: “A água corria pelas escadas abaixo
+ grupo nom inal + acim a: "O Luís fo i pela rua acima".

passar
Tran sitar. . . atravessar
+ Nome: "Venho do cinema
(o) Norte / Sul / Este / Oeste por
cima (de) por onde (?)
baixo (de) através de
trás (de) à volta de
a frente (de) pelo meio de
onde (?) entre . . . ( e . . . ) Levor «
desde "O Pedro veio comigo de comboio desde Lisboa Ir buscar
+ adj. indicando cidade, país, região, etc.."So« chinês". u Entregar
+ nome de local: "Sou da Guarda Acom panhar
Com que (?)
Com (o) quê?
Preencha os espaços em branco com alguma das construções aprendidos,
de forma que façam sentido. Com quem (?)
Ex.: Dantes eu vinha p e la Ponte 25 de Abril p a r a o trabalho porque era mais r á p i­
d o, mas agora venho d e cacilheiro. Depois vou de metro a t é ao escritório. "0 m eu carro pode andar a
240 à/por,hora*.
1. Eles t * ................. -se rapidamente f * ................... direita,r * .................... ao Sul, mas lento
o vento de noroeste fê-los f * ...................a velocidade.
2. O autocarro com i‘“ .................. Faro avariou-se; f * ...................auto-estrada quan­
do, entre duas áreas de serviço, a bomba de gasóleo se partiu.
5T g p !
rapidamente * "
3. Circule pela P* ...................nas auto-estradas e I * .................. pela fa ,
devagar depressa
com precaução, e entre í® ...................na sua faixa de rodagem.
4. i* ................. porque está a escurecer e há nevoeiro; f* ................. -se, de
celerar '* ■:-.-j7¡r
................. , uma frente de ar frio, em T *................... terras altas.
5. Por onde i5* ................... o tufão? f* a 120 quilómetros/hora fc +e 3+en ção
31 COÍ)"
...................Norte, acompanhado de chuvas e ventos, arrancando tudo à sua volta. \ +racç
tr s c ç õ e ií .
6. buscar os meus filho à escola; dasgrades do portão vejo-os*
a f” ................. e aI * ..................., divertidos,l * ................................... casa.
7. Quieto, F *................. , ali está o toureiro à espera do touro. para a porta por
onde sai o touro. S1* .................. e I * .................... de novo para a I*

1$6 < cento e cinquenta e seis


' q u e hora s
coM çça a í>ro
.^rsMação ns ' ¡ l úAar s \;

lUttdadc 12
j L ie x + 3 ? ^ / h o r a s . J TVi
0 Bloco de Animação
iü Pérola Negra
10 IV! Jornal
i0 Sango e
do Meu Sangue
i0 Samantha
10 Batatoon

q u in t a

dem que ch eg ou a
altura certa para s e ­
rem pais. Todavia, o
O bserve a program ação d a s televisões portu
m é d ico d o S u p er­
guesas e responda às seguintes perguntas. Portugal Radical h o m e m alega que.
Btiéréré à partida, ach a im­
1. A que horas começa a programação na
SIC 10 Horas p o s s ív e l q u e L ois
RTP1? P Zazá consiga engravidar.
E n tretan to, o Dr.
2. Que día termina às vinte e cinco para as Primeiro Jornal
Klaus sai da prisão
0 Juiz Decide e d ese ja vinggr-se
onze? Voce Decide d e todos. Para con­
3. Quando é o jornal da tarde no sábado? cretizar o seu ob jec­
tivo, rapta o s p ais
Histórias reais, vivi­ d e Lois e d e Clark.
das p o r p esso a s c o ­
4. Há desporto na terça-feira? muns, constituem o
“s u m o ’’ d e s te p r o ­
B B I 81■ I MBÊEÈÊÊ i gram a, realizad o à
5. A que horas é o programa da Fátima imagem da apresen­
14.00 Desporto 2 tadora (m foto). Ho­
Lopes? informaçao Gesiual je, talvez veja relata­
da no pequeno ecrã
6. Há banda desenhada na terça? 17.15 O Nosso Charly
H á um g ra n d e a iv o ro ço
na clin ica d o Dr. M artin,
p c is o veterin ário teve d e
7. Em que canal é o Super-Homem? se a u se n ta r p a r a tratar
d o c a v a lo do superinten­
dente d a Policia d e Ber­
lim . M i c a e l a fa m b é r r
n ã o está, já q u e foi tirai
ío to g r a fia s a o s c a v a lo : I,11 Sfow Norris
= dibujos animados (m.pi.) q u e v ã o p articip ar numc 18,31 Teo
- sumario (m.) c o rrid a ... (8.55 O Rato do Campo
18.00 A Fé dos Homens e o Rato da Cidade
= pantalla (¡.)
18.30 Universidade Aberta Viagem ao Centro
= sin embargo 19.00 Hugo da Terra
- inicialmente 15.30 Caderno Diario 19,4 Batman II
= quedar embarazada
19.40 Puzzle Place .0,1 Casa Para Alugar
20.05 Ao Natural 10.40 Feras Mecânicas
= telediario (m.) 20.45 Portugalmente II,10 Ilha da Aventura
= secta (f.) 21.15 Campanha Eleitoral; 11.40 Hugo
Eleições Europeias Grande Animação
21.30 Remate 13.00 Jornal da Tarde
21.41 RTP/Financiai Times Made in Portugal
22.06 Jornal 2 Ver destaque.
22.31 Acontece L5.00 Kung Fu;__________
10 , , * ■ ■ ■ ■
O uça com atençao a g ravaçao e p re­
encha com a s inform ações fornecidas.
programas de
0 programe realizado pela SIC, Â Hora da Liberdade, foi considerado pela Âsso- Devido ao êxito alcançado entre o público luso, esta
™ ‘™ “ T | t:orao digno de serviço público. 0 Amigo Público, da RTP, , série regressou, novamente ,
* x,,
e Batatoon, da , foram as outras dois programas considerados corno os me V ... % A história gira em torno das aven­

lhores exibidos durante ______ Considerados^* . turas de uma que, se vê

como foram Olhos nos Olhos, da RIR Âcçáo Dupla, da SIC e, no caso da pelos habitantes locais. Pessoas simples qae
TVI o Incto da estaçào ter lirado alheia os nóo que o seu medico e que não
admitem que os métodos por ele já estão

cento e cinquenta e sete


t 7. a r a o

A tourada em Portugal
tourada em Portugal praticou-se desde sempre, como o provam as referências a ela feitas
por D. Duarte no seu Livro de Ensinança de bem cavalgar Toda a Sela, sendo o toureio equestre o que
definiu e caracterizou a corrida à portuguesa, nele se tendo notabilizado grandes nomes da nobre­
za.
A corrida à portuguesa inicia-se com um desfile - as cortesias - dos inter­
venientes a que se segue a tourada propriamente dita com todo o
espectáculo de toureio a cavalo e a pé, com o cravar de ferros com­
pridos e curtos terminando não com a morte, proibida em Portugal
desde 1932, mas com as pegas executadas pelos forcados (oito,
chefiados por um cabo). O touro é desafiado, ou melhor cita­
do e a pega só termina quando o animal está completamen­
te dominado com o pegador fechado sobre a cabeça do animal. «as
Além destas pegas designadas de caras, existem também as de _ i.Jiftltilt'h l
cernelha realizadas por apenas dois forcados que pegam o touro de lado. IIIW II HiW
A corrida à antiga portuguesa é um espectáculo de composição simples, com apenas três ou
quatro cavaleiros e um ou dois grupos de forcados. É, no entanto, precedido por um cortejo luxuo­
so, com dezenas de participantes, carruagens ou coches, tudo numa simbolização a reviver épocas
passadas, corridas reais, de grande pompa e luxo.

Nova Enciclopédia Larousse (adaptação).

Expressar oposição; — O toureiro bem se esforçou, mas não


teve êxito.
Expressar distância; — Lisboa fica a 414 km. de Vilar Formo­
so.
Expressar movimento; — Dantes eu vinha pela ponte 25 de
Abril.
Expressar destino, direcção; — O Pedro veio para a minha frente.
Expressar origem; — O Pedro veio comigo de comboio desde
Lisboa.
Expressar passagem; — Circule pela direita nas auto-estradas.
Expressar movimento com uma pes­ — Vou buscar o meu filho à escola.
soa ou com um objecto;
Expressar velocidade; — O meu carro pode andar a 240 à hora.
Expressar ausência de movimento; — Quieto...

cento e cinquenta e oito


13
Unidade
No fim da unidade saberá

,\ores e

,ni»n" V°
s ut'»*oS
§ Sintra.
Q P a lá cio d a

^ C a sca is.
e p la n ta s
A Noincs de
b e rb a c e a s ,
co m e r: N om es
^ P ro n to -a ­
b e b id a s.
m en to s e

cento e cinquenta e nove


O Luís foi passar um fim-de-semana a Sintra a convite de
urna colega que mora lá. Apanhou o comboio na estação
do Rossio e rapidamente chegou a Sintra. A colega estava
à espera dele, à hora combinada.

Fátima: Olá, então fizeste boa viagem?


Luís: Óptima. Está um dia muito bonito e apetece mesmo pas­
sear. Qual é o teu plano, Fátima?
Fátima: Vamos visitar o Palácio da Pena até à hora de almoço.
Almoçamos aqui em Sintra num restaurante que eu conheço
bem e depois damos uma volta pela Serra e vamos à Boca do
Inferno.
Luís: E não há muito trânsito logo à tarde?
Fátima: Quer haja quer não haja, nós vamos. É que amanhã gostava de ir contigo a Cascais. Conheces?
Luís: Conheço mal. Estive lá uma vez com os meus pais, há vários anos.
Fátima: E depois ou jantamos num restaurante na marginal ou regressamos a Sintra; depende da afluência de
gente.
Luís: Concordo inteiramente com o teu plano. Vai ser um fim-de-semana divertido.

Conjunções disjuntivas
£ x p ri-
tneM u m id e n ­
tid a d e e n t r e do as
a lte r n a t iv a s , twas q u e
ío ítnpedeto a eonc
tiz a ç a o da acção
^ e x p re sra na o ra çã o f 1) ou ou ... ou (5
principal.
2) quer ... quer seja . .. seja (6
3) já...já seja ... ou (7
4) ora ... ora nem .. . nem (8
«A tanto ... como (9
w

Presente Pres. do conjuntivo


QUER + j do + Q U ER +
J conjuntivo Advérbio de negação (não)

"Quer chova quer faça sol, iremos à Boca do Inferno".


"Quer queiras quer não, vamos visitar o Palácio da Pena".

4 -C -C -0 -E -S — P -R -E -L -í+ H -A -S -

}
Imperfeito 1 1 Pres. do conjuntivo
do ;i + QUER + i ou
conjuntivo J Jj Advérbio de negação (não)

"Quer chovesse quer fizesse sol, íamos sempre à Boca do Inferno".


"Quer quisesse quer não, levavam-me a visitar o Palácio da Pena".

cento e sessenta
H3
Respo n da ao segu in te q u estio n ário sobre
o diálogo 1.

1. Onde passou o Luís o fim-de-semana?

tpídácfe
2. Com quem passou ele o fim-de-semana?

3. Como estava o tempo?

4. Que plano tinham para depois do almoço?

5. Quantas vezes tinha ido o Luís a Cascais?

6. Que alternativas havia para o jantar?

1. "Queres vinho ou cerveja?"


2. "Q uer chova quer faca sol. visitaremos a Boca do Inferno".
2.1. "O uer chovesse quer fizesse sol, dávamos sempre um passeio".
3. "Tá chegues na quinta já chegues na sexta, terás o quarto preparado".
3.1 "Já chegasse cedo já chegasse tarde, ele telefonava sempre".
4. "O ra há vento ora não há".
4.1. "O ra chova ora faca sol. visitaremos a Boca do Inferno".
4. .2. "O ra chovesse ora fizesse sol. dávamos sempre um passeio".
5. "Ou vamos a Sintra ou vamos ao cinema".
5.1. "Ou foi o Pedro ou foi o Luís".
5..2. "Durante o Verão ou íamos à praia ou íamos à piscina".
6. "Seja fácil seja difícil, nunca deixa de resolver um problema".
7. "Seja Inverno ou Verão, o dr. Pereira toma duche sempre com água fria".
8. "N em uma coisa nem outra".
9. "Tanto vou ao cinema como fico em casa".
9.1. "Tanto ia ao cinema como ficava em casa".

/ ' " T ^ o Q u e - \
o ni/Mero V e t a r e p e t ir eta
o u é p a r o u ) VO Z a lta o u
é Itapar. / e r c r e v e r por
e x te n s o ?

c e n to e s e s s e n ta e u m
Unidade

Ex.:Ter medo - tens de levar a Maria à Boca do Inferno. I* Q u er ten h a m ed o q u er n ã o ,


tens de levar a Maria à Boca do Inferno.

1. Chegar a horas - chegar atrasados - temos de ir ao Casino do Estoril.


í * .............................................................................................................................

2. Ir ao parque da Gandarinha - visitar o Palácio Conde de Castro Guimarães - vais gos­


13

tar imenso.
i * .......................................................................................................................................................

3. Estar o mar calmo - não deves assomar-te demasiado à Boca do Inferno.


h*.......................................................................................................................

4. Ser caro - vamos ao concerto.


h *.......................................................................................................................................................

5. Perder - ganhar - o Luís continua a treinar todos os dias.


í* .................................................................................

6. Fazer calor - estar frio - a D. Clara visita a mãe todas as semanas.


^ ......................................................................................................................

7. Querer - vocês devem arrumar o quarto antes de saírem.


I * ......................................................................................................

3
E ALOUéM T 6 P 6 U A A Transform e a s seguintes frases segundo o m odelo:
1PEIA OU IPEAUZA^Tg
TU P(2¿.PK|0 UM PRO-
3EC.TO P E MONUMENTO C F,x.:0 que quer que custe, temos de terminar este projecto. I* C u ste o qu e cu sta r, temos
X M EIA-LUA ? de terminar este projecto.

1. O que quer que digas, a rapariga já não acredita em ti.


¡Si........................................................................................................................................................
2. Quem quer que venha, diz-lhe para esperar um pouco, que eu regresso já.
¡ V ......................................................................................................................................................................................

3. Para onde quer que vás, leva sempre contigo o meu retrato.
f* ........................................................................................................................
4. O que quer que tragam, todos vamos gostar.
¡Si .........................................................................................................................................
5. Quando quer que telefonem, avisa-me.
P*.............................................................................................................................................
6. Qualquer que seja o problema, não deixe de nos consultar.
A p rend eu na
u n id a d e n° 8 7. Por onde quer que o inimigo venha, nós estamos preparados.
deste volum e r»........................................................................................................................
a lg u n s usos do
p resen te do con­ 8. Quaisquer que sejam as suas necessidades, nós temos a solução.
juntivo e do futuro im per­ f s . ......................................................................................................................................................................................
feito do conjuntivo com 9. O que quer que comamos, tudo nos faz mal.
o rações co n cessivas com
repetição do verbo:
r*........................................................................................................................
"Partam a que horas partirem. 10. Onde quer que estejam, eu vou ter com vocês.
eu irei com eles ao aeroporto". ..................................................................................

cento e sessenta e dois (duas)


QUEM

13
A QUEM
DE Q U EM .
ONDE
quer j

Unidade
1. Quem quer que compre o livro, receberá um prémio.
1.1. Com quem quer que venhas, serás bem recebido.
2. Para onde quer que vás, leva sempre os teus remédios.
Q UALQ UER 2.1. Por onde quer que entre em Lisboa, encontro sempre muito trânsito.
QUAISQUER 3. O que quer que ela coma, tem de estar bem cozido.
4. Quando quer que chegues, telefona.
5 Q u alqu er que seja a dificuldade, pergunta ao pai.
6. Q uaisquer que sejam as dificuldades, pergunta ao pai.

En el empleo de ONDEyAONDE ( = A + ONDE) no


olvide estas dos reglas impuestas por la lógica gramatical:
0 N D E designa "reposo, quietud":
"Onde o Luís mora há urna praceta".
Donde vive Luis hay una plazuela.
•ik A0 NDEexpresa "movimiento con poca demora":
"Aonde vais, Luís?"
A dónde vas, Luis?
Tenga en cuenta, además, que PARA ONDE desig­
na "movimiento hacia, pero con mucha demora":
"Para onde vai o Luís?"
Hacia dónde va Luis?
Y que D 0 N D E expresa "movimiento desde":
"Donde vem o Luís?"
De dónde viene Luis?

Complete com o p r e s e n t e d o c o n j u n t i v o .

Ex.: O Luís faz o que quer que L* s e ja para jogar ténis todos os dias. (SER)

1. Para onde quer que P *.......................... , levamos sempre o cão connosco. (IR)
2. Ana, quem quer que 1* ..........................., diz que volto dentro de meia hora.
(TELEFONAR)
3. Quaisquer que r* ........................ .. as tuas necessidades, conta sempre com a
familia. (SER)
4. Desejo que sejas feliz com quem quer que í * ...........................(CASAR)
5. Isso não é verdade! E a quem quer que >'•* ..........................., responder-te-á a
mesma coisa. (PERGUNTAR)
6. O que quer que tu .......................... , há-de ser bem feito, filho. (FAZER)
7. Quando quer que a Lola f4* .... ...................... , nós estaremos à espera déla.
(VIR)
8. Onde quer que f4* ...........^ .......... .., hei-de encontrar-te. (ESTAR)
9. O que quer que ela f4* .................. , agora já não tem importância. (DIZER)
10. Ofereço este disco a quem quer que o r ...........................(QUERER)

cento e sessenta e três >


riacho, rabicho < rio, rabo.
LI li i d a d e

cordel < corda,


viela < via.
íp lugarejo < lugar.
Los diminutivos (y en menor grado los a U m e ri­ ¿i? sineta, tiranete < sino, tirano.
to ti vos) presentan en portugués un uso mucho más amplio que en español.
¡P regato, folheto < rego, folha.
Aunque los recursos de la derivación son muy semejantes, presentan en estos dos
casos una variedad de matices más amplia en portugués, pudiendo, además de ¿P cortelho < corte.
la pequenez o disminución en el tamaño, presentar connotaciones peyorativas, gS> papelinho, casinha < papel, casa.
cariñosas, despectivas, etc. <P pequenino < pequeno.
PRESTE ESPEC IA L ATENCIÓN
tfp burrico, aranhiço < burro, aranha.
K g

al diminutivo - i nh o > - Z l n h o .
eí> peitilho, mantilha < peito, manta.
Éste adopta en determinadas palabras la forma -zinho (es decir, con
interfijo -z-J para facilitar la pronunciación, pero no existen reglas fijas, espe­ £p fortim, espadim < forte, espada,
cialmente cuando la palabra termina en vocal. Es el uso el que hace que rúa > chuvisco < chuva,
ruazinha y, slm embargo, casa > casinha. mosquito < mosca.
No obstante, de forma orientativa, aprenda las siguientes normas:
<P ilhota, rapazote < ilha, rapaz.
áp casebre < casa.
& camisola < camisa.
<p perdigoto < perdiz.
<P glóbulo < globo.

Tenga en cuenta que las palabras aca­


badas en el diptongo -áo, que en femeni­
no y en plural cambian la terminación a
veces en - á, - o e s , etc., conservan esta
variación morfológica cuando forman el
diminutivo:
Irmão > irm ãozinho/lrm ã > irm azinha
Leão > leõozinho/Leóes > leõezinhos
Coração > coraçãozinho/corações > coraçõezinhos

vol. I, (unidade 3) regras de form ação do fem inino, e


(unidade 5) regras de formação do plural.

Forme o aum entativo d as seguin<


tes p a la v ra s com o sufixo -ão.

gatarrão

Form e o dim inutivo d a s segu in tes


p ala vra s com o sufixo -inho. c

P* carrinho
4. Porta

5. Barulho
2. Lições
3. Devagar
4. Adeus
5. Faca
6. Cães 8. Mulher
7. Café
8. Pães 9. Camisola
9. Aldeia
10. Caixa
10. Colher

cento e sessenta e quatro


O bserve as seguintes fotografias e responda: do seu
Relem bre ponto de vista, o que é que estas pessoas estão a fa ze r?

•*** ap ren d eu
O é l U y J l no volum e I, uni-
Jlg g /K B dade n ° 10, pág. Estao a cum p ri­
/ Í 3 i C-.. 145, a s fórm ulas m en tar-se ou a
Talvez + conjuntivo desped ir-se?
Se calhar + indicativo
p a ra e x p re ssa r d ú vid a,
acordo ou desacordo, além
dos verbos
achar, pensar,
julgar, parecer, crer.

2. Está a telefonar o u
a tirar um bilhete?

A ( ja iv e >
\ c r e io .
Algarve» siM
senhor.' A c e rto u
V ew c h e io !

3. Estão a brincar ou
a alm oçar?

4. Está em Portugal
o u na Esp anha?

5. Está a trab alh ar o u


a divertir-se?

p raia

cento e sessenta e cinco


Diga ag o ra o que é que eles estão realm en ­
te a fa ze r e descreva a fotografia e as perso­
nagens.

K»T

T-Í2T'

seis
13
A Fátima e o Luís passaram o Sábado anima­
díssimos. No Domingo de manhã

Unidade
ainda deram um passeio a pé por
Sintra e no miradouro o Luís encontrou
um casal amigo da família, que também
tinha vindo ali passar o dia e visitar alguns
monumentos. Depois despediram-se
e partiram para Cascais.

Fátima: Onde almoçamos, Luís? Gostas mais


de um restaurante típico ou preferes um
com vista para o Mar?
Luís: Para mim é indiferente. Quer num
noutro almoço bem porque estou cheio
fome.
Fátima: Então almoçamos já neste que tem uma
bonita vista para o mar.
Luís: Vamos a isso. De facto daqui pode apreciar-se perfeitamente a baía de Cascais, de certeza
uma das mais bonitas do país.
Fátima: E agora pouco poluída porque a Câmara Municipal tem dado muita atenção às questões
do ambiente.
Luís: Seja por isso seja por outra
razão, o que é facto é que aqui há
muita limpeza.
Fátima: É verdade, mas só assim é que
há qualidade de vida. E nem
sempre todas as câmaras dedi­
cam suficiente atenção a estes
problemas.

p erg u n tas p a ra a s seg u in tes resp o stas


o diálogo 2*

1. A Fátima e o Luís passaram o sábado animadíssimos.

2. No domingo de manhã.

3. O Luís encontrou um casal amigo.

4. Partiram para Cascais.

5. Almoçaram naquele porque tinha uma bonita vista para o mar.


?

6. Não, não estava. Estava pouco poluída porque a Câmara Municipal

tem dado muita atenção às questões do ambiente.

cento e sessenta e sete


Em
fio t Jç ã o i n i c i a l o
Unidade
a d v é r b io n e»
ff* n ã o ) fo r M a O M a l é r i e '
de l o c u ç õ e s a ij\ / e r b ia ls ,
c o n ju n c lo ft a ls , p r o n o M i n a i r . |
e + c .) q o e r e r V e M é a ra
v r e / 'e i+ a r , r e c o j a r , n e j a r , ,
e tc ., de M a n e ir a
e n f á t ic a .

■ 4*404
14X Â Á 4& 604' 4 ,
_ I .A l ’w- /ft: nem, que: Era esperto que
13

4*4ñ g¿& rti& & nem uma raposa (= mais


, r esperto do que a rapo-
\. / . v ' sa).
' nem à mão de Deus-
-Padre:- :Nem à mão deDeus-Padre conseguirás ter um
carro desses (por coisa nenhum a, faças o que fize­
res).
nem ao menos: Eles nem ao menos sabiam quem descobriu Adernas de los usos copulativo y disyuntivo, la conjunción
a América (nem sequer sabiam, não sabiam sequer), ,c EMtiene también un u so o d v e r b i a l , imprimiéndole cierto contenido
nem as pedras devem ouvir: É um segredo que nem as enfático
pedras devem ouvir (não se deve contar a ninguém), "Nem tudo o que luz é ouro".
nem eu quero: —Não podes vir connosco à festa porque (= No todo lo que reluce es oro).
ainda és muito novo. —Nem eu quero (também não En esp. también pueden aparecer este tipo de construcciones, pero
quero tal coisa), con menos frecuencia y con menos énfasis.
nem imaginas: -Então, a festa foi boa1 —Nem imaginas •tib- Aunque a veces la traducción por un adverbio de negación
(Não podes (sequer) fazer ideia), ("no") pueda aproxim ar la significación española a la portuguesa, se pierde
nem oito nem oitenta: — Disse-te para comprares um quilo ese énfasis existente en portugués, siendo conveniente a veces recurrir a
de açúcar e tu trouxeste-me quatro! Nem oito nem oiten­ otras estructuras:
ta! (a justa medida entre os dois extremos, isto é, nem "Nem sempre gosto de conversar com os vizinhos".
uma quantidade ínfima, nem excessiva), (= No siempre me gusta charlar con los vecinos);
nem pensar: —Julgas que devíamos ter levado a Ana con­ De ninguna manera me gusta charlar con los veci­
nosco à festa? —Nem pensar/nem penses (nisso; numa nos;
coisa dessas) (de modo menhuin). Ni mucho menos me gusta hablar con los vecinos.
nem pestanejar: Quando o presidente o demitiu nem pesta­
nejou (não teve qualquer reacção),
nem por isso: —Tens dormido bem com estes calores? —
Nem por isso (não muito bem),
nem por sombras: --Eu nem por sombras visitaria um pais
que estivesse em guerra (de maneira nenhuma),
nem que: -N ão sei porque te gabas tanto., nem que fosses
o único aluno que passou, com vinte valores (òlha que não Nem +
és o único).
nem que me pagassem: --Ana, queres vir connosco a pró­
xima festa? —Nem que me pagassem (por nada deste
inundo, de maneira nenhuma) = Mesmo que me
pagassem. 1. N e m s e m p r e gosto de caldo verde.
nem sequer: —O quadro caiu. mas olhe que eu nem sequer 2. N e m t o d a a gente sabe cozinhar bem o bacalhau.
lhe mexi (não lhe toquei),
3. N e m t u d o o que luz éo u ro .
nem tanto ao mar, nem tanto à terra: -E s ta s a trabalhar
demasiado. Vê lá não exageres, nem tanto ao mar, nem 4. 0 João pediu desculpa de ¡oeihos, m as n e m m e s m o
tanto a Ierra (que não seja nem de mais, nem de assim foi perdoodo pelo irm ão.
menos).
5. — Gostaste do film e de ontem? — N e m p o r ¡ s s o !

^ "U m a s v e z e s ia ao cinema o u tra s (v ez e s) ficava \ / Também pode usar esta estrutura para expressar
em casa". alternância.
tíb "Come a sopa ou (então) não vais à piscina". \ / Deste modo pode usar a disjunção para AME­
AÇAR
ou m elhor
"O Pai chega lo g o ,' mais exactamente às seis. \ / E assim poderá PRECISAR algum tipo de infor­
mais precisamente mação.

cento e sessenta e oito


1. Uma máquina fotográfica ’ a. pendurar peças de vestuário.
2. Uns binóculos b. dançar ballet.
; 3. Uma escova

13
c. ver ao longe.
¡ 4. Uma chave d. abrir e fechar portas.
j 5.
6.
Uma caixa de fósforos
Uma cafeteira ►
¡«IS]i
e. para passar a ferro camisas e calças.
f. tirar fotografias.
| 7. Uma cruzeta IfBBB g. brincar.

U nidade
i 8. Um ferro h. fazer café.
9. Um escorrega i. escovar o cabelo.
10. Umas sapatilhas j. acender lume.

2.

3.

4.

6.
7.

Encontre 25 nomes de
legumes e plantas herbáceas. S a b ia ' v.
f que alg u ns >
nom es de legu m es e
p lan tas h o rtíco la s co in ci­
dem em português e em
esp an h ol? Por exem plo:
cardo, endívia, escarola,
pepino, tom ate... >

B
F A
L A N
S D CE
A O E ST
U SÃ J A E
N M AI P OC
S E O P R A S O
A T M S U G T B E
E R V I L H A E S P
L T I P I S A M E A

cento e sessenta e nove


P o rtu gu eses pouco am igos de verd u ras
Algumas estatísticas ■.'v. ■
O s produtos hortícolas representam 1 2 ,8 % da alim en ta çã o dos jj
portugueses. A produção é e sca ssa , tornando as im portações e le v a - . 4
das.
Im portações de produtos hortícolas (toneladas)
Tomate 10237 j.
Alho 4177
Pim ento/m alagueta 3 4 8 2 4 É k Í V i 1) | \
C o uves 2478 f
Feijão verde 1588 ^ ^
Pepino 621 'O ■
■T / 'Y >‘
C e b o la 245 48 , ,
C o g u m elo s 123 ..... -A
Espinafre 37
Espargo ' 24 j
Endívias 15 w • . O m
O utros — 790
_ Fonte: Gabinete di1 Planeamento e Política Agro-alimentar, 1997 j

05
/ p o rto jo e s e s
jo s ta M de fe s ta s
C o n te onde e x is t a c o m í-

' ao s c o le g a s \d a eM apondan-
^ o e tip o de \ c ia . -A
g r a to s d e te s ta
\y a em pequ e-
\ no.

^ P a ra ro sa s
/ a í h é o it o o o d e z
/ a n o si o m eo p a i d a v a -M e \
/ e s p in a f r e s e d iz ia q o e e ra M \
fro n s p a r a eo cre sc e r, M as neM ’
p o r Is s o e o n s e y o ia < jo e e o e o M e s s e
y to d o . Eu d e te s ta v a v e rd o ra sí y Em p e < ío e n o ( a J , p a r a a i há.
\ A jo r a ya voo coM endo a tjo M a /
c o is a . £ p r e c is o dar
_ _ '\ t e M p o a o te M p o .

, -

P a ra
a i noM f iM - d e ­
-se M a n a a je n te va?
a S in t r a e coM e M e fa
V iú z ia d e t r a v e s - y
x ^_ s e ir o s .

aí há oito anos

dar tempo ao tempo

■semana

Quino, O rc^rcssso da Mafalda. Pub. Dom Quixote.

cento e setenta
Unidade 1 3
O Wew ' N
^oe é ^oe T üina coisa / não esto o \
eles estarãoj new ootra. £ para adivinhas!
3 fazer? X capaz de ser Zarwos perpon-
dÉ um circo. \*ar-(hes direc-y
\ ta Men+e*^

não estar p ara...

é capaz de ser

Faça frases seguindo o exemplo dado.

Ex.: Quem / visitar / o Palácio da Pena / com certeza vai gostar. N Q uem q u er
q u e v is it e o P a l á c io d a P en a, co m c e r t e z a v a i g o s ta r .

1. Por onde / o viageiro / passar / verá vestígios manuelinos.

2. Quaisquer / ser / preferências do turista / não deixará de apreciar os


lomáis oeiu

t
ces regionais.
Europa <J««"
„ encontra 1 ..................................................................................................................................................
1 t-..........................;........................................................................................................................
que / lhe / dizer / sobre a beleza desta cidade, será pouco.

0uem / visitar / Palácio da Vila / deve saber que se trata de um exemplar único
da arquitectura civil portuguesa.

Aonde / ir / encontraremos mostras de antiguidades, decoração e artesanato,


f * ...........................
cjuem / encontrar na rua / pergunta onde comprar as queijadas e travesseiros de
ntra.

Por onde / passear / encontrarás escadinhas e típicas ruelas


J | .......................................................................................
jfpàra onde / olhar / veremos como vila e serra estão unidas na paisagem de uma
forma única.

Quem / fazer uma visita a Sintra em Agosto, poderá assistir às Noites de Bailado,
com sessões em locais típicos como Seteais.

luem / vir / Sintra, será bem recebido.

cerito e setenta e um
prego ou u m
Meja pur-.

m u

t Fh Ar Cmãrf&t

BAGi

' 01 poios?
Onde é que
. estão os
-te¿kí bolos? A
?«? • , 1 ^ ’ fy n
..VSspfe- . .

/Tanto \
V me faz oMa
Pagoette c o m o u m
x prato coMpina- .
do. /

PRATOS COMBINADOS l/^ q u e r v


COM ARROZ, BATATA, SALADA R RSMUM íitd / queiras quer '
não queiras eu
yoo pedir uMa
/ Ape- “ V , Pizza, y
/ tece-te u m x

pitoque tradicional
Vou c o m MolPo de /
côco?

cento e setenta e dois (duas)


Ouça com atenção a g ravação e indique a ordem
d as b eb idas e dos pratos m encionados.

nona
f v e n h a M üita
' g e n t e <tuer \
venha pouca) eu 1
ite n h o d e +er t u d o M
^■ feMpre pecpa-,~f-~ .
/ ' Q ue­
' rado. /
re s água - , f uma coisa
ou sumo d e l i O 1 rielv' ° u t r a ,
sja ra n ia ? J I ' A Q oero (e i-
II t e . já

fiÍMWhvOlVC, t,

Leia com atenção as perguntas que se


seguem . A seguir ouça de novo a g ra ­
vação anterior e responda.

1. O que pediu a Sofia?

2. Porque é que a Júlia não pôde comer um hamburguer?

3. Qual das três comeu sopa?

4. Porque é que não havia febras grelhadas?

5. O Marco bebe vinho branco ou vinho tinto?


^ Espetada (L) ^ Cerveja (E)

| Arroz (B) ■ Salada (I)


6. O que é que o Marco tinha comido antes do prego?
f * ............................................................................................... ■ Bica (C) □ Coca-cola (F)
7. O que é que a Rosa e o Antônio pediram de sobreme­ Q Frango (O) U Hamburguer (P)
sa?
■ Gelado (Q) | Ovos estrelados 0)
I*
| Martini (D) □ Batatas fritas (G)
8. O que é que abriu o apetite à Rosa?
P * .....................................................................................................................
Q Cachorro quente (U) | Pizza (R)

9. Do que é que a Guida não gosta? [H Queijo (H) F] Sanduíche (T)


¡y .......... Li Caldo verde (M) ■ Chá(A)
10. Quanto gastaram a Guida e a Gina com o almoço?
| Vinho (S) | Caneca (N)

cento e setenta e três 173


Unidade

S in tr a

Sintra localiza-se a cerca de 25 km a Oeste de Lisboa, num admirável contexto de beleza natural. Da
vila ergue-se a serra, cuja altura máxima é de cerca de 500 metros e se estende por 10 km para Oeste até
mergulhar no oceano Atlântico, na zona do cabo da Roca.
A UNESCO classificou Sintra como património mundial no âmbito da categoria da paisagem cultural,
em Dezembro de 1995.
O Paço Real e a vila foram muitas vezes propriedades das rainhas. Este invulgar Paço Real, o mais
importante monumento de arte mudejar de Portugal, foi desde o séc. XIV uma das principais moradas
e locais de veraneio da corte. Aqui ocorreram notáveis fac-
13

. tos históricos: em 1414, a decisão da expedição a Ceuta,


I S T *' * ‘ que representa o início da expansão marítima; o nasci-
J . Áj f ' . ¿J4 mento e a morte do rei D. Afonso V; o rei D. Manuel I rece-
flÉ g lK r a G IL ‘i beu as notícias da chegada de Vasco da Gama à índia e,
t 'S j em 1501, da chegada de Pedro Álvares Cabral ao Brasil;
¡ * ■ Camões leu "Os Lusíadas" ao rei D. Sebastião, etc.
k •, Dos elementos classificados património mundial mencionam-
£( -se o convento dos Capuchos e da Pena, a ermida de Nossa
* . j L Senhora da Piedade, o Palácio da Pena, o Palácio de Monserra-
C £ te, o Palácio dos Seteais e a Quinta do Relógio. Entre os parques
1 destacam-se o da Pena, a que Ricardo Strauss chamou "o verda-
: Ü heiro jardim de Klingsor" e o de Monserrate, um dos jardins
„ . | | ■ | • (■: S a f exóhcos mais conhecidos e único na Europa.
™ SKpu I In Nova Enciclopédia Larousse, n° 20 (adaptado).

Expressar relações lógicas de dis­ — Umas vezes ia ao cinema outras fica­


junção e alternância no pretérito e va em casa.
no futuro; — Quer chova quer faça sol, iremos à
Boca do Inferno.
Pedir informação sobre desejo de — Qual é o teu plano, Júlia?
acção;
Expressar concordância; — Concordo inteiramente com o teu
plano.
Ameaçar; — Come a sopa ou não vais à piscina.
Precisar algum tipo de informação; — O pai chega logo, ou melhor, às seis.
Pedir informações; — Queres água ou sumo de laranja?
Dar informações; — Nem uma coisa nem outra.

< cento e setenta e quatro


Unidade 14
No fim da unidade saberá:

v c\o re *

PolS ' - ac^es


^ M afra. n o V ^ e ° ¡ ° oS ob\e ^ oS
0 O So b reiro.
' ° tT' ° I s«ób'|CO ° ° W
A Fo ira da Ladra,
dW ‘S° ã o 9 ràflC O '
oCen1oa ^ ° 9

cento e setenta e cinco


Aproveitando mais um fim-de-semana em Lisboa, o Luís foi com um amigo a Mafra visitar o Convento e a Tapada.
Foram de autocarro e logo que chegaram dirigiram-se ao convento.

Luís: Tu achas que o Convento tem mesmo as tais 4.500 portas e janelas que dizem?
Amigo: Sei lá! Tanta porta e janela!
Luís: Anda daí, pois quero ouvir as explicações da guia.
Amigo: Quantos visitantes passarão por aqui em cada dia?
Luís: Faço lá ideia!
Amigo: Já alguma vez ouviste tocar o carrilhão?
Luís: Já. Há muitos anos quando aqui estive numa visita de estudo
com colegas da escola e professores.
Amigo: Eu nunca ouvi, mas tenho pena. Já me disseram que é um
verdadeiro espectáculo.
Luís: Avança, pois quero ouvir bem o que diz a guia. Parece-me
muito segura do que diz, não achas?
Amigo: Olha que admiração! Não faz outra coisa
durante dias, semanas, meses...
Luís: O que eu quero dizer é que também tem uns
olhos muito bonitos. Estás a perceber?
Amigo: Pois, percebi perfeitamente!

c9 n i ü dj es ó Ar

exp icotivas conclusivas /e o n io n ç õ e i


+ justifica
tijato iu a s j a ijçjg con+T«/â na
oraçoer, af ^r^ivieTra. Ar concturí-

r ejo nri a Vai tíjaivi à oração
anterior outra <íue
\exnrime coneloraoy
1) que lo g o (4 xjonieíuência.

2 ) p o is p o is (5
3 ) p o rq u a n to p o rta n to (6
po r c o n s e g u in te (7

' Vemo- jan 1" mun s u e di-vo rio í-rre .


2 Ando (d, p o i s quero mostror-to o -ninho loierçòo de seies poriuyricsss.
3 Não quero outros dicionórios, p o r q u a n t o «síes ou tonh.eço bem

4 .0 Luís é hom em , 1o g o e rnoitui. .L 7 ,, • ' 7 ¡


5. Os rios são fonte de vid a; não devemos, p o i s , poluí-los.
6 .0 lu is não encontrou o am igo, p o r t o n 1 o nüo o ovisou do festa.
?. 0 cão è o m elhor am igo do hom em , p o r c o n s e g u i n t e estimo-o.

176 cento e setenta e seis


Unidade 14
Responda às seguintes perguntas.

1. Onde foi o Luís neste fim-de-semana?

2. Como se deslocaram até Mafra?

3. Quem dava as explicações no interior do Convento?

4. O Luís já alguma vez tinha ouvido tocar o carrilhão?

5. E o amigo?

6. Que opinião exprimiu o Luís sobre a guia?

P o r-
tan + o e r r e N
/ se n h o r v e re a - n
a s s on+o e rta ' a s e r
d o r a c h a <jue os
(t r a t a d o , p o r t a n t o ,
a rro a M e n + o s e s t a r ã o
re r o tv e r - s e - a ' b r e r
\ a c a b a d os no fim x
do a n o ? ^ ^ V vemen+e.

Um a vez que é um a conjunção conclusiva,;


P O R T A N T O deve introduzir um a ideia que decorre |
da anterior, que é sua conclusão lógica:
Os alunos estudaram
pouco. Portanto, não podem
tirar bons resultados no teste.
NAO deve ser utilizada NUNCA no início de uma resposta.
M A S m uitas vezes é utilizada em português como sim ples bordão (palavra ou frase
que se repete a cada passo na conversa ou na escrita), m uleta necessária quando o utente tem um defi­
ciente m anejo da língua-m ãe.
u s u a i s na l í n g u a p o r t u g u e s a
rep etid o s a d esp rop ósito,
a to rto e a d ir e it o :
D ig a m o s... E fectiv am en te..
Na v erd a d e... Na certeza...
Não é ... P á ...

a torto e a d ireito -- u torrt £ lOCCi

cento e setenta e sete 177


Unidade 14
P re e n c h a os e s p a ç o s do texto em b ra n c o com a s s e g u in te s p r e p o ­
s iç õ e s e c o n tra cç õ e s.

a (x 6) com (x 2) de (x 14) deste (x 1) em (x 2) entre (x 1) por (x 2)


ao (x 2) do (x 3) n a (x 2 ) pela (x 1)
aos (x 1) dos (x l) no (x 1) pelo (x 1)
da (x 1)
das (x 2)

epois 1 ter visitado o convento, visi-


támos a Tapada. 2_ caminho não faltam gamos
3_____ espreitar. Estamos 4_____ segunda Tapada. A
divisão 5 esta e a primeira era feita através 6_____
um muro 7_____ pedra, 8_____ qual restam apenas
alguns vestígios. Existe ainda uma terceira, entregue
9_____ militares e por isso designada 10_____ Tapada
Militar.
Dentro 11_____ espaço murado não existem predadores
naturais, logo a densidade 12 cada espécie não é corri­
gida. A quantidade 13_ animais cresce demasiado e estes
tornam-se mais fracos, assim, e 14 total respeito 15_____
natureza, a caça tem como objectivo o correcto ordenamento cine-
gético, ocorrendo só 16_ determinados períodos e reservada 17 um número bastante limitado 18 caça-
dores.
19 Mafra 20 Sobreiro é distância curta, e rapidamente descobrimos a aldeia 21 . José Franco. Impecavel-
mente brancas, as casas continuam 22_____ mesmo
sítio, sempre 23_ servir 24_ cenário 25
todo o tipo 26__ brincadeiras 27_ crianças que
as visitam. 28___ . sua pequena oficina, dentro 29_
Aldeia Típica, vamos encontrar o artesão, 30_____ as
mãos ocupadas 31_____ trabalhar o barro. Começou
32 construir esta aldeia 33 o único objectivo
3 4_____ homenagear as crianças, que adora mais
35 que tudo. 36 longo 37 vários anos,
foi realizando sonho atrás 3 8 _ sonho, nunca dando
39_____ conluída a sua obra. Uma 40. _ últimas
novidades é a casinha 41_ Burro, onde vive um
42 carne e osso, que faz as delícias 43. visi-
tantes mais pequenos.
A da p tação d e Evasões, n° 14.

tapada (f.)
F Ivkfra: ja rd im âo Cerco
o ficin a (f.) ¿ ta lfc tò ' ■

cento e setenta e oito


oi
Unidade 14
Procure no seguinte texto sete conjunções conclusi­
v a s e explicativas e registe-as frases em baixo.
Va Mor
/Cotoer, LuíSi'y-' 56
Vamos comer, Luís, pois estou com fome —disse o amigo ao í pois es+oo / pensas
Luis quando visitavam Maíra. \ coto fotoe. eto cower
Deves ter uma solitária, pois só pensas em comer... Olha. este ", \ pá.
restaurante é muito antigo, portanto deve ser bom.
.1 o doito deve estar satisfeito, pois está a rir-se. Entramos e sen­
tamo-nos, não achas?
É melhor.
Dá-me o meu casaco, pois quero mostrar-te uma coisa.
O que é?
Já vais ver. És um bom amigo, portanto ofereço-te esta lembrança
que trouxe da minha terra para ti.
Muito obrigado, pá.
Mas cuidado. Isso não é inofensivo, logo pode prejudicar.
Não há problema.

1 Ex.: I* í4tc*~ Í6*h-


o P
I o atoijo terá
3. P
4. P

5. r
6. p
7. t

P o is , adem ás de conjunción conclusiva y expli­


cativo, tam bién tiene el valor de adverbio de afirm ación
( = sim):
— Já pensaste nafesta de final de ano?
— Pois.
^ En la lengua fam iliar es frecuente el uso de las
locuciones pois sim, pois é, pois cl aro, o sim plem ente
pois como fórm ulas afirm ativas (en este último caso es más
frecuente en Portugal que en Brasil):
— Não te esqueças de comprar açúcar.
— Pois sim.
— Que comboio tão comprido!
— Pois é.
— Vens connosco ao cinema, não vens?
— Pois claro.
P o i s s im , usada irónicam ente, indica la nega­
tiva a la realización del deseo de alguien o la duda causada por
una afirm ación ajena: e/\e&3 oeu
— O Luís pensa que eu vou ficar cá à
sua espera. Pois sim! (Esp. = ¡Va

— Tu pensas que o Pedro vai esperar pelo irmão? Pois


= Sí, sí!). no vol. I, unidade 3, página 35 e
La Locución pois n â o es utilizada muchas veces para expresar asentim iento
total en el portugués de Brasil:
seguintes o uso de pois não ?
— Este bolo não estava nada bom. nas in t e r r o g a t iv a s d e c o n ­
— Pois não! (Esp. = /Desde luego!) firm a ç ã o .
— O senhor podia emprestar-me o seu telemóvel?
— Pois não! (Esp. = ¡No faltaba más!)
P o i s puede servir tam bién para garantizar la ¡ntercom prensión cara a cara. En
este caso suele repetirse con gestos de asentim iento: P o is. . . P o is. . . P o is . . .

cento e setenta e nove > 179


A visita ao Convento encantou os dois amigos, mas a
viagem pela Tapada não se ficou atrás. Puderam ver os
museus, os javalis e os gamos a espreitar por entre as
árvores e a abundante vegetação.

Luís: Isto é tudo muito bonito, mas já são horas de almoço.


Vamos comer, que estou a morrer de fome.
Amigo: E depois de comer o que vamos fazer?
Luís: Podemos passar pelo Sobreiro, aquela aldeia típica de
José Franco, um oleiro extremamente habilidoso com
uma imaginação como nunca vi.
Amigo: E de lá há autocarro para Lisboa?
Luís: Há pois; há vários e passam com regularidade. Não te pre­
ocupes com isso que lá chegaremos. Anda daí, pois quero
que vejas uma pessoa que conheces bem da televisão.
Amigo: Quem é?
Luís: Calma, não sejas tão curioso, que já vais ver.
Amigo: Ah! É o actor Nicolau Breyner. Sabes? A última vez que o vi
foi há dois meses na Feira da Ladra.

Faça perguntas para as seguintes respostas.

1. Os dois amigos ficaram encantados.

2. Viram museus, javalis e gamos.

3. Depois do almoço foram ao Sobreiro.


!*

4. É u:
I*

5. Foram para Lisboa de autocarro.

6. Encontraram o actor Nicolau Breyner.

< cento e oitenta


Unidade 14
criação da Feira da Ladra remonta a urna época bastante recuada, f lá indicios de que
inicio do reino de Portugal se realizaria no Chão da Feira, no castelo. Mais tarde, no rei­
nado de D. Afonso III, passou para a Ribeira Velha, local correspondente à Casa dos Bicos e
ao Campo das Cebolas. No séc. XV há notícias da sua localização no Paço da Ribeira e nos
anos seguintes foi um vaivém: passou pelo Rossio, pelo Campo de Santana e pelo
Passeio Público, para definitivamente se fixar no Campo de Santa Clara a par-
tird e l9 0 3 .
O acesso à Feira da Ladra pode fazer-se pelo Arco de São Vicente, ao
fundo da Rúa da Voz do Operario e junto à igreja de São Vicente de
Fora.
Ali aparecem vendedores de regueifas, reformados com as
suas pequenas bancas (o objectivo será mais dar dois
dedos de conversa e sentir-se ocupado que propriamente
j vender) e rapazes oferecendo discos de vinil, livros sem
capa ou azulejos provenientes de algum palacete em ruínas. Depois, já à
entrada do terreiro, estão os vendedores de roupas e de louças novas, de plás­
ticos, de "bibelots" de gosto duvidoso, de música "pimba", etc.
In G uia Expresso o M elhor de P ortugal, n° 12 (A daptação)

De acordo com o texto coloque X no quadrado certo.

O texto diz:

1. que a Feira da Ladra é muito antiga..................................................................................

2. que D. Afonso III a transferiu para o castelo...................................................................

3. que no séc. XVI a sua localização ainda não era definitiva...........................................

4. que há quase um século que está no Campo de Santa Clara.......................................

5. que há apenas um acesso à Feira.........................................................................................

6. que os reformados são quem mais se interessa em vender produtos.......................

7. que os discos de vinil e os livros sem capa são alguns dos produtos vendidos

pelos jovens..............................................................................................................................

8. que os vendedores de roupas e de louças usadas estão à entrada do terreiro........

regueifa (f.)

reformado (m.)

banca (f.)

dar dois dedos de = charlar


conversa

bibelot (m.)

pimba * popular y picara

cento e oitenta e um
M ovim entos A moo e os objectos

tocar, carregar
andar apontar

j/'virar-se
( voltar
circundar, girar atacar i
atirar i
defender

saltar
galgar puxar
esticar,
i avançar afastar-se baixar, inclinar, .retesar,
! recuar
agachar-se

i evitar, rodear
aproximar-se
deitar-se

tropeçar levantar-»
baixar-se Relembre

Complete a s frases que se seguem com alguns dos verbos anteriores


no pretérito perfeito sim ples ou no pretérito m ais-que-perfeito com­
posto.

Ex.: A Sofia inclinou-se (INCLINAR-se) para observar uns bibelots, mas antes f* tinha per­
guntado (PERGUNTAR) o preço das tangerinas.

cento e oitenta e dois (duas)


Unidade 14
.....................
• ..............................
ralidade- U&- _ ¿ in g a ...................

MM «• " * * * * M ,«ào : & O A ^ -

X ............

* aube ■ ^ r T T . t c í r f e ^ - 6® * ' 7"

D istinções-^ ............................................ .........

................

.. /iw W fc G *» *' 7 ..............


T -L T ^ . ^ " ^ T ? 0 .............
MO* ',relend ; * « * . Intérpretep * * .................. i — R5T*
tó ta p * * fWe^W te=8»«* f e S W
. V 3 Ê e rs o n a je M
Corro de sonho-. . . f . • • • W ete er—

Ptanos p « . * * * C^ ^ . iS '
tensase"’ « i ^ T ................................. ' __ _ _ _ _ _

f que t a l a v e r i jo a r \
a ljo M a coTra ro frre
m í m ? C tiaM o-M e NICOLAO

BREYNER e ro o u m c o -
V n tie c ld o a c t o r p o r - S
- **?>■» t o j o ês.

I a sua personagem favorita? Preencha um a ficha sem elhan-


anterior.

N o m e :..............................................
N aturalid ade:.................................
Data de nascim ento:......................
S ig n o :.............................Profissão:
Início de c a rre ira :...........................
Tempos liv re s :.................................
Filhos:...............................................
preferido s:.......................................

Actores preferido s:...................................................................


Música p re fe rid a :............................. Intérprete preferido:
Carro de so n h o :............................... Férias p referid as:
Época preferida para v iv e r :....................................................
Planos para o fu tu ro :.............................................................

cento e oitenta e três


Divisão silábico na
Unidade 14

Já viu alguns
dos preceitos
; p a ra a correcta
re a liz a ç ã o
divisão silábica no
vol. I, unidade 7.
da
TRANSUNEAÇÃO
Quando em fim de linha se tem de fazer, mediante o emprego
do hífen (-), a separação de uma palavra, cumpre seguir os seguin­
tes preceitos:
1, No interior da palavra, a consoante que não está segui­
da de vogal permanece unida à sílaba:
de-sen-con-tros e-xaus-ti-vos
la-men-tam cons-tan-te
. Não se separam os elementos dos grupos consonanti­
cos iniciais de sílabas, nem as duas letras dos dígrafos c/r, lh, nh:
tra-ba-lha-do-res co-nhe-ci-dos
i r t 3. Separam-se obrigatoriamente as consoantes iguais:
per-cor-rer pres-sa
4. Separam-se as vogais dos hiatos:
pro-i-bi-da cons-ti-tu-í-do
W 5 . Não se separam as vogais dos ditongos decrescentes:
a-frou-xar a-lei-ja-do H
R e le m b r e K l
4 $ De acordo como uma convenção existente, não se deve
isolar uma sílaba do resto da palavra, quando for constituída ape­
111
A prend eu no nas por uma vogal
t ^ í / n volum e I, unida- afrou-xar exe-cu-ti-vo
J / t s / K È de 4 a sig n ifi­
cação dos d ife­ alei-ja-do exaus-ti-vo
rentes acentos
gráficos existentes em por­
tuguês. wm

Acentuam -se graficam ente as p a l a v r a s a g u d a s ou o x í t o n o s nos


seguintes casos:
1 . Quando term inam em a , e e o abertos ou m édios, vogal nasal ou ditongo nasal,
seguidos ou não de s ;
m aná(s) café(s) vê vês avó(s) avô(s)
irm ã(s) irm ão(s) põe pões dispõe dispões
1 . 1 . Incluem -se nesta regra as formas verbais em que depois de a, e ou o se assim i­
laram o r, o s ou o z ao I do pronome lo, la, los, la s:
cantõ-lo fazê-lo supô-lo fê-las trá-lo-ei fá-lo-ias
2 . Quando term inam em i ou u seguidos ou não de s e precedidos de vogal com que
não form am ditongo:
baú(s) aí saí saís
3 . Quando terminam nos seguintes ditongos abertos: é u(s), é i s, ó i( s ) ;
chapéu(s) papéis constrói constróis
4 . Quando term inam em e m ou e n s e têm mais do que uma sílaba:
alguém retém reténs vintém vinténs

184 cento e oitenta e quatro


^ B ) Acentuam-se graficam ente as p a l a v r a s g r a v e s ou p a r o x ít o n o s nos
CASOS