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Índice

Pág.

1.Introdução.......................................................................................................................1
1.1.Objectivos................................................................................................................1
1.1.1.Objectivo Geral.....................................................................................................1
1.1.2. Objectivos Específicos.........................................................................................1
1.1.3. Metodologia.........................................................................................................2
2. Revolução Industrial......................................................................................................3
2.1. Conceito..................................................................................................................3
3. Influência da Revolução Industrial na Origem da Administração do Fordismo e
taylorismo..........................................................................................................................4
3.1. Fordismo.................................................................................................................4
3.1.2. Fordismo e teoria da regulação........................................................................6
3.2. Taylorismo..................................................................................................................7
3.2.1. Conceito...........................................................................................................7
3.1.3. Princípios fundamentais...................................................................................8
3.1.4. Organização racional do trabalho.....................................................................8
3.1.5. Críticas ao modelo..........................................................................................10
4. Conclusão....................................................................................................................11
5. Bibliografia..................................................................................................................12

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1.Introdução

Antes da Revolução Industrial, a actividade produtiva era artesanal e manual (daí o


termo manufatura), no máximo com o emprego de algumas máquinas simples.
Dependendo da escala, grupos de artesãos podiam se organizar e dividir algumas etapas
do processo, mas muitas vezes um mesmo artesão cuidava de todo o processo, desde a
obtenção da matéria-prima até à comercialização do produto final. Esses trabalhos eram
realizados em oficinas nas casas dos próprios artesãos e os profissionais da época
dominavam muitas (se não todas) etapas do processo produtivo.

Com a Revolução Industrial os trabalhadores perderam o controle do processo


produtivo, uma vez que passaram a trabalhar para um patrão (na qualidade de
empregados ou operários), perdendo a posse da matéria-prima, do produto final e
do lucro. Esses trabalhadores passaram a controlar máquinas que pertenciam aos donos
dos meios de produção os quais passaram a receber todos os lucros. O trabalho
realizado com as máquinas ficou conhecido por maquinofatura.

1.1.Objectivos
1.1.1.Objectivo Geral
 O presente trabalho tem como objectivo geral abordar sobre a Influência da
Revolução Industrial na Origem da Administração do Fordismo e Taylorismo.

1.1.2. Objectivos Específicos


 Conceituar as duas teorias;
 Referenciar os Princípios fundamentais;
 Falar do Fordismo e teoria da regulação.

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1.1.3. Metodologia
O presente trabalho obedeceu todas regras de um trabalho científico, para a elaboração
do mesmo recorreu-se a uma investigação nos manuais e outras fontes, onde após a
obtenção da matéria fez-se um resumo para melhor compreensão, as referências
bibliográficas dos autores onde foi extraído a matéria vem referenciado na Bibliografia.

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2. Revolução Industrial
2.1. Conceito
Segundo ARAÚJO, Luís César (2004, p.75), a Revolução Industrial foi a transição para
novos processos de manufactura no período entre 1760 a algum momento entre 1820 e
1840. Esta transformação incluiu a transição de métodos de produção artesanais para a
produção por máquinas, a fabricação de novos produtos químicos, novos processos de
produção de ferro, maior eficiência da energia da água, o uso crescente da energia a
vapor e o desenvolvimento das máquinas-ferramentas, além da substituição da madeira
e de outros biocombustíveis pelo carvão. A revolução teve início na Inglaterra e em
poucas décadas se espalhou para a Europa Ocidental e os Estados Unidos.

A Revolução Industrial teve um ápice na Administração do Fordismo e Taylorismo. A


Revolução Industrial é um divisor de águas na história e quase todos os aspectos da vida
cotidiana da época foram influenciados de alguma forma por esse processo. A
população começou a experimentar um crescimento sustentado sem precedentes
históricos, com uma boa renda média. Nas palavras de Robert E. Lucas Jr., ganhador
do Prémio Nobel: "Pela primeira vez na história o padrão de vida das pessoas comuns
começou a se submeter a um crescimento sustentado... Nada remotamente parecido
com este comportamento económico é mencionado por economistas clássicos, até
mesmo como uma possibilidade teórica."

O início e a duração da Revolução Industrial variam de acordo com diferentes


historiadores. Eric Hobsbawm considera que a revolução "explodiu" na Grã-
Bretanha na década de 1780 e não foi totalmente percebida até a década de 1830 ou de
1840, enquanto T. S. Ashton considera que ela ocorreu aproximadamente entre 1760 e
1830. Alguns historiadores do século XX, como John Clapham e Nicholas Crafts, têm
argumentado que o processo de mudança econômica e social ocorreu de forma gradual e
que o termo "revolução" é equivocado. Este ainda é um assunto que está em debate
entre os historiadores.

O PIB per capita manteve-se praticamente estável antes da Revolução Industrial e do


surgimento da economia capitalista moderna. A revolução impulsionou uma era de
forte crescimento economizo nas economias capitalistas e existe um consenso entre
historiadores económicos de que o início da Revolução Industrial é o evento mais
importante na história da humanidade desde a domesticação de animais e a
agricultura. A Primeira Revolução Industrial evoluiu para a Segunda Revolução

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Industrial, nos anos de transição entre 1840 e 1870, quando o progresso tecnológico e
económico ganhou força com a adopção crescente de barcos a vapor, navios, ferrovias,
fabricação em larga escala de máquinas e o aumento do uso de fábricas que utilizavam a
energia a vapor.

Esse momento de passagem marca o ponto culminante de uma evolução tecnológica,


económica e social que vinha se processando na Europa desde a Baixa Idade Média,
com ênfase nos países onde a Reforma Protestante tinha conseguido destronar a
influência da Igreja Católica: Inglaterra, Escócia, Países Baixos, Suécia. Nos países fiéis
ao catolicismo, a Revolução Industrial eclodiu, em geral, mais tarde, e num esforço
declarado de copiar aquilo que se fazia nos países mais avançados tecnologicamente: os
países protestantes.

De acordo com a teoria de Karl Marx, a Revolução Industrial, iniciada na Grã-Bretanha,


integrou o conjunto das chamadas Revoluções Burguesas do século XVIII, responsáveis
pela crise do Antigo Regime,[14] na passagem do capitalismo comercial para o industrial.
Os outros dois movimentos que a acompanham são a Independência dos Estados
Unidos e a Revolução Francesa que, sob influência dos princípios iluministas, assinalam
a transição da Idade Moderna para a Idade Contemporânea. Para Marx, o capitalismo
seria um produto da Revolução Industrial e não sua causa.

3. Influência da Revolução Industrial na Origem da Administração do Fordismo e


taylorismo

3.1. Fordismo
Fordismo, termo criado por Henry Ford, em 1914, refere-se aos sistemas de produção
em massa (linha de produção) e gestão idealizados em 1913 pelo empresário
estadunidense Henry Ford (1863-1947), autor do livro "Minha filosofia e indústria",
fundador da Ford Motor Company, em Highland Park, Detroit. Trata-se de uma forma
de racionalização da produção capitalista baseada em inovações técnicas e
organizacionais que se articulam tendo em vista, de um lado a produção em massa e, do
outro, o consumo em massa. Ou seja, esse "conjunto de mudanças nos processos de
trabalho (semi-automatização, linhas de montagem)" é intimamente vinculado as novas
formas de consumo social.

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Esse modelo revolucionou a indústria automobilística a partir de Janeiro de 1914,
quando Ford introduziu a primeira linha de montagem automatizada. Ele seguiu à risca
os princípios de padronização e simplificação de Frederick Taylor e desenvolveu outras
técnicas avançadas para a época. Suas fábricas eram totalmente verticalizadas. Ele
possuía desde a fábrica de vidros, a plantação de seringueiras, até a siderúrgica.

De fato, Ford criou o mercado de massa para os automóveis. Sua obsessão era tornar o
automóvel tão barato que todos poderiam comprá-lo.

Uma das principais características do fordismo foi o aperfeiçoamento da linha de


montagem. Os veículos eram montados em esteiras rolantes, que se movimentavam
enquanto o operário ficava praticamente parado. Buscava-se assim a eliminação do
movimento inútil: o objecto de trabalho era entregue ao operário, em vez de ele ir
buscá-lo. Cada operário realizava apenas uma operação simples ou uma pequena etapa
da produção. Desta forma não era necessária quase nenhuma qualificação dos
trabalhadores.

O método de produção fordista exigia vultosos investimentos em máquinas e


instalações, mas permitiu que a Ford produzisse mais de 2 milhões de carros por ano,
durante a década de 1920. O veículo pioneiro produzido segundo o sistema fordista foi
o mítico Ford Modelo T.

Juntamente com o sucesso das vendas do modelo "T" e do fordismo, criou-se o


chamado ciclo da prosperidade que mudaria a economia dos Estados Unidos e a vida de
muitos americanos da época. Muitos outros sectores, como o têxtil, siderúrgico,
energético (combustível), entre tantos outros, foram afetados direta ou indiretamente
pelo desenvolvimento da indústria automobilística e tiveram um crescimento
substancial. Mais rodovias foram construídas, propiciando maior facilidade de
locomoção da população e dando lugar ao surgimento de novos polos comerciais ao
longo de sua extensão.

O fordismo teve seu ápice no segundo pós-guerra (1945-1968), que ficaram conhecidas
na história do capitalismo como os anos dourados. Entretanto, a rigidez deste modelo
de gestão industrial foi a causa do seu declínio. Ficou famosa a frase de Ford, que dizia
que poderiam ser produzidos automóveis de qualquer cor, desde que fossem pretos. Isto
porque a tinta preta secava mais rapidamente, e os carros poderiam ser montados em
menos tempo.

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A partir da década de 1970, o fordismo entra em declínio. A General Motors flexibiliza
sua produção e seu modelo de gestão. Lança diversos modelos de veículos, várias cores
e adota um sistema de gestão profissionalizado, baseado em colegiados. Com isto a GM
ultrapassa a Ford, como a maior montadora do mundo.

Na década de 1970, após os choques do petróleo e a entrada de competidores japoneses


no mercado automobilístico, o fordismo e a produção em massa entram em crise e
começam gradativamente, sendo substituídos pela produção enxuta, modelo de
produção baseado no Sistema Toyota de Produção ou toyotismo.

3.1.2. Fordismo e teoria da regulação

A partir dos anos 1955, o conceito de fordismo foi abordado por académicos pós-
marxistas, ligados à teoria da regulação.

Michel Aglietta identificou o fordismo como princípio de regulação de um regime de


acumulação macrossocial que envolve formas específicas da produção capitalista e
normas de consumo social. Aglietta atribui a Grande Depressão ao desenvolvimento
inicial desequilibrado de um regime de acumulação intensiva que revolucionou
as forças produtivasnos Estados Unidos, sem simultaneamente transformar as formas de
consumo social e as reais condições de vida dos trabalhadores industriais. O resultado,
diz Aglietta, foi um catastrófico desequilíbrio económico, pois o sector de produção
de bens cresceu muito mais rapidamente que o sector de consumo.

Na perspectiva do autor, após a Segunda Guerra Mundial, o fordismo apresentou um


sistema de produção que explorava a mão-de-obra, com jornadas de trabalho absurdas e
poucos direitos trabalhistas. Com base na intensificação do factor trabalho, o aumento
da taxa de exploração (medida pela relação entre lucros e salários) sob o fordismo
livrou temporariamente o sector de produção da tendência de queda da taxa de lucro
(relação entre lucro e capital), mediante a progressiva redução a quantidade de trabalho
humano (capital variável) envolvida no processo de produção.

Ao mesmo tempo, com a produtividade crescente, houve o barateamento de bens de


salário, de modo que o padrão de vida da classe operária industrial melhorou
significativamente, apesar do aumento da exploração da força de trabalho. Os níveis
crescentes de consumo social - garantidos através de mecanismos institucionais, como
a sindicalização e a negociação colectiva legalizada -, por sua vez, promoveram um
certo equilíbrio entre o sector de bens de produção e o sector de bens de

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consumo durante a época de ouro do fordismo, entre 1945 e o fim da década de 1960.
Ainda segundo Aglietta, no final dos anos 1960, o ritmo da acumulação ficou mais
lento, e o crescimento da produtividade desacelerou acentuadamente depois de 1966. O
processo de trabalho fordista, baseado na extracção de quantidades cada vez maiores de
mais-valia através da intensificação do trabalho, chegava ao seu limites. Os salários
reais já não podiam continuar a crescer. Iniciou-se então um duro ataque aos
trabalhadores, seus sindicatos e seus salários, com o consequente impacto sobre o
consumo.

3.2. Taylorismo

3.2.1. Conceito
Taylorismo ou Administração científica é o modelo de administração desenvolvido
pelo engenheiro norte-americano Frederick Taylor (1856-1915), considerado
o pai da administração científica e um dos primeiros sistematizadores da disciplina
científica da administração de empresas. O taylorismo caracteriza-se pela ênfase
nas tarefas, objectivando o aumento da eficiência ao nível operacional. É
considerado uma das vertentes na perspectiva administrativa clássica. Suas ideias
começaram a ser divulgadas no século XX. Além de Taylor, a administração
científica também tem entre seus fundadores Carl Barth, o casal Frank e Lillian
Gilbreth, Harrington Emerson, Henry Gantt e Hugo Münsterberg; por
analogia, Henry Ford costuma ser tido como um dos criadores deste modelo de
administração, pelas medidas práticas ligadas a concepção teórica semelhante à de
Taylor, que ele adoptou em suas fábricas.

O surgimento da Administração Científica está directamente ligado ao A Revolução


Industrial. Com o fim da Guerra da Secessão, a indústria expandiu-se aceleradamente, o
que gerou preocupações também com o aumento da eficiência nos processos de
produção. Este aumento na eficiência seria conseguido, de acordo com os proponentes
da Administração Científica, com a racionalização do trabalho.

Os pilares da chamada escola de Administração Científica foram estabelecidos


por Frederick Taylor. Taylor começou sua carreira como operador de máquina na
Midvale Steel, uma indústria da Filadélfia, e ali fez carreira até o posto de engenheiro.
Graças à sua experiência na linha de produção, Taylor passou a dedicar-se a estabelecer

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rigorosa observação das habilidades e métodos usados pelos operários na Midvale. Esta
observação era informada por critérios tidos por científicos, ao contrário da prática
administrativa até então usual pouco fazia uso da pesquisa metódica, fiando-se mais no
senso comum.

3.1.3. Princípios fundamentais


Há uma série de princípios enunciados por Taylor, no que concerne à administração.
Eles são entendidos como máximas pelas quais a organização deve se orientar para
melhorar sua eficiência, a partir de critérios supostamente científicos.

Em seu Principles of Scientific Management, Taylor enuncia cinco princípios:

 Substituir os métodos empíricos e improvisados (rule-of-thumb method) por


métodos científicos e testados (planejamento)
 Seleccionar os trabalhadores para suas melhores aptidões e treiná-los para cada
cargo (selecção ou preparo)

 Supervisionar se o trabalho está sendo executado como foi estabelecido


(controle)

 Disciplinar o trabalho (execução)

 Trabalhador fazendo somente uma etapa do processo de montagem do produto


(singularização das funções)

Taylor e outros teóricos da Administração científica adicionaram mais princípios, porém


estes seguem como fundamentais e orientadores. Críticos apontam que estes métodos
incorporam uma ideologia capitalista de redução do saber operário ao cumprimento de
ordens, e seu enunciado como científico faz uma identificação exagerada destas opções
administrativas com uma neutralidade (usualmente emprestada à Ciência). Mais grave,
os estudos carecem de comprovação científica segundo um método aceito: fundam-se
mais em conjecturas a partir de casos isolados e em evidências concretas, não em
abstracção

3.1.4. Organização racional do trabalho


Objectivava a isenção de movimentos inúteis, para que o operário executasse de forma
mais simples e rápida a sua função, estabelecendo um tempo médio, a fim de que as

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actividades fossem feitas em um tempo menor e com qualidade, aumentando a produção
de forma eficiente.

 Estudo da fadiga humana: a fadiga predispõe o trabalhador à diminuição


da produtividade e perda de qualidade, acidentes, doenças e aumento da
rotatividade de pessoal;
 Divisão do trabalho e especialização do operário;

 Análise do trabalho e estudo dos tempos e movimentos: cada um se


especializaria e desenvolveria as actividades em que mais tivessem aptidões;

 Desenho de cargos e tarefas: desenhar cargos é especificar o conteúdo de tarefas


de uma função, como executar e as relações com os demais cargos existentes;

 Incentivos salariais e prémios por produtividade;

 Condições de trabalho: o conforto do operário e o ambiente físico ganham valor,


não porque as pessoas merecessem, mas porque são essenciais para o ganho de
produtividade;

 Padronização: aplicação de métodos científicos para obter a uniformidade e


reduzir os custos;

 Supervisão funcional: os operários são supervisionados por vários supervisores


especializados, e não por uma autoridade centralizada;

 Homem económico: o homem é motivável por recompensas salariais,


económicas e materiais.

A empresa era vista como um sistema fechado, isto é, os indivíduos não recebiam
influências externas. O sistema fechado é mecânico, previsível e determinístico. Porém,
a empresa é um sistema que movimenta-se conforme as condições internas e externas,
portanto, um sistema aberto e dialéctico.

As ideias de Taylor se espalharam rapidamente, favorecendo:


 O desenvolvimento de toda uma ciência do planejamento, inclusive, com
homens especializados em administrar homens.
 Amálgama desse processo a ideia de que no âmbito da profissão, ou da

relação indústria-trabalhador, tudo é impessoal, regido por normas, regras,

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enfim, uma invisível mecânica da produtividade e do aproveitamento. Não
existe a figura do patrão opressor, agora temos a mão invisível de sectores
ou do “mercado”,

 O sistema de prémios e gratificações para os trabalhadores exemplares,


fazendo com que ocorram verdadeiras disputas pondo fim muitas vezes na
suposta solidariedade entre os trabalhadores (aposta dos pensadores
socialistas, apesar dos preceitos do taylorismo terem sido utilizados na
Rússia pós 1917).

3.1.5. Críticas ao modelo

O modelo da administração científica, mesmo apresentando vantagens, possui


problemas. Primeiramente, o modelo ignora as necessidades dos trabalhadores, além do
contexto social, gerando conflitos e choques, às vezes violentos, entre administradores e
trabalhadores. Como consequência, os trabalhadores se sentem explorados, pois
percebem que esse tipo de administração é uma técnica para fazer o operário trabalhar
mais e ganhar relativamente menos.

Outra crítica ao modelo é a de que ele transformou o homem em uma máquina. O


operário passou a ser tratado como uma engrenagem do sistema produtivo, passivo e
desencorajado a tomar iniciativas, já que os gerentes não ouvem as ideias dos
funcionários subalternos, uma vez que estes são considerados desinformados.

Além disso, o modelo trata os indivíduos como um só grupo, não reconhecendo a


variação entre eles, gerando descontentamento por parte dos trabalhadores. Essa
padronização do trabalho é mais uma intensificação deste do que uma forma de
racionalizá-lo.

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4. Conclusão

Findo o trabalho por nós abordado após uma reflexão do tema constatamos que A partir
da Revolução Industrial com a implementação das Teorias de Administração Fordismo e
Taylorismo, o volume de produção aumentou extraordinariamente: a produção de bens
deixou de ser artesanal e passou a ser maquinofaturada; as populações passaram a ter
acesso a bens industrializados e deslocaram-se para os centros urbanos em busca de
trabalho. As fábricas passaram a concentrar centenas de trabalhadores, que vendiam a
sua força de trabalho em troca de um salário.

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5. Bibliografia
 ARAÚJO, Luis César G. Teoria Geral da Administração: aplicação e resultados
nas empresas brasileiras. Ed. Atlas, SP, 2004.
 BRAVERMAN, Harry. Trabalho e capital Monopolista. 3. ed. Rio de Janeiro:
JC, 1987.

 CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à Teoria Geral da Administração. 4. ed.


São Paulo: Makron, 1993.

 COELHO. José Márcio; GONZAGA, Ricardo Martins. Administração


Científica de Taylor: o homem do tempo.

 DAFT, Richard L. Administração. 6. ed. São Paulo: Thomson Learning, 2006.

 GEORGE JR, Claude S. História do pensamento administrativo. São Paulo,


Cultrix, 1974.

 MAXIMIANO, Antônio Cesar A. Da escola científica à competitividade na


economia globalizada. 2. ed. São Paulo : Atlas, 2000.

 MAXIMIANO, Antonio Cesar A. Teoria Geral da Administração: da revolução


urbana à revolução digital. 3. ed. São Paulo: Atlas S.A., 2000.

 PINTO, Geraldo Augusto. A organização do trabalho no século 20: taylorismo,


fordismo e toyotismo. 2. ed. São Paulo: Expressão Popular, 2010. ISBN 978-85-
7743-028-4.

 RAGO, Margareth e MOREIRA, Eduardo F. P. O Que é Taylorismo. São Paulo:


Brasiliense, 1993.

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