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Elementos metodológicos para o estudo de um texto bíblico em chave comunicativa

Capítulo I – O texto no seu co-texto

– Propósito do primeiro passo. Trata-se de uma primeira aproximação ao texto para definir os limites, a
confiabilidade textual e a posição (contexto literário).
Atuação. Dispor a pesquisa nos seguintes parágrafos:

1 O texto
1.1 Demarcação e unidade
1.2 Crítica textual
2. O co-texto
2.1 Co-texto próximo
2.2 Pré-compreensão do leitor

Capítulo II – A coesão formal

– Propósito do segundo passo. Individuar o padrão comunicativo a nível formal, ou seja, a unidade do texto
mediante a sua articulação. Não estamos ainda no plano dos conteúdos, mas no da forma, para o qual é
necessário descobrir os vários dispositivos de ordem lexical, gramatical, sintático, retórico... que permitem
compreender o “tecido” dos sinais textuais que veiculam a mensagem.
– Atuação. Individuar unidades textuais individuais nas quais se articula a comunicação e dispô-la em
sequência.
Para individuar as unidades textuais, observar
* os elementos narrativos (se se trata de uma narrativa): personagens, espaço, tempo, ...
* os elementos gramaticais e sintáticos (sobretudo se o gênero é discursivo): o uso das proposições principais
e subordinadas, os tempos e modos verbais, os sujeitos, predicados e complementos, as construções e
procedimentos particulares ou anormais, o uso de partículas...
* os elementos retóricos: inclusões, paralelismos, palavras-gancho, vocabulário característico, construções
concêntricas, quiasmos, em espiral...
N.B. Não necessariamente e nem sempre todos os níveis precisam ser postos em prática. É o tipo de texto
que guia a pesquisa!

Capítulo III – A coerência semântica

– Propósito do terceiro passo. Sobre a base do “tecido” lexical e sintático, ocorre agora individuar os motivos
de conteúdo que compõem a unidade temática. Estamos, portanto, no plano semântico (do verbo σημαίνω:
significar, sinalizar, marcar) das unidades textuais particulares e do texto como um todo.
Atuação. Na prática se deve proceder examinando ordenadamente o significado das unidades comunicativas
individuais (assim como surgiram no segundo capítulo) à luz do horizonte do Antigo testamento, judaico e
helenístico, dos paralelos sinóticos, dos contextos literários etc. Na conclusão é necessário fazer emergir o
significado do conjunto.

Capítulo IV – A focalização pragmática

– Propósito do quarto passo. Procurar o nó crucial (ou os nós cruciais) da situação comunicativa que emerge
do texto e a estratégia posta em prática para alcançar o objetivo. Cada texto, mediante sinais linguísticos,
deixa transparecer seja um referimento mais ou menos explícito à situação comunicativa na qual a
mensagem “acontece”, seja a estratégia posta em prática para alcançar um determinado objetivo. É sobre isto
que é preciso se concentrar neste último passo.
Atuação. Dividir o capítulo em duas partes:
– Na primeira parte é necessário individuar o contexto comunicativo evocado pelo texto específico e pela obra
in geral. Não se trata do contexto literário (cf. cap. I), mas deste horizonte contextual que emerge da
comunicação texto-leitor.
– Na segunda parte precisa individuar a estratégia comunicativa, ou seja, as intenções comunicativas (cf. atos
linguísticos e outros meios comunicativos...) mediante as quais se quer mudar, corrigir, confirmar... os seus
leitores.