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INFORMATIVO esquematizado

Informativo 662 – STF


Márcio André Lopes Cavalcante

DIREITO CONSTITUCIONAL
Sigilo bancário (legitimidade para a quebra)

O TCU não detém legitimidade para requisitar diretamente informações que importem quebra
de sigilo bancário.
Assim, o TCU não pode determinar que o banco apresente demonstrativos e registros
contábeis relativos a aplicações em depósitos interfinanceiros.
O art. 3º da LC 105/2001 estabelece os legitimados para a quebra de sigilo bancário.
Por mais relevantes que sejam as suas funções institucionais, o TCU não está incluído neste rol
dos legitimados a ordenar a quebra de sigilo bancário.
O art. 3º da LC 105/2001, que autoriza a quebra do sigilo bancário, implica restrição ao direito
fundamental à intimidade (CF, art. 5º, X), logo, deve ser interpretada restritivamente.
Processo Segunda Turma. MS 22934/DF, rel. Min. Joaquim Barbosa, 17.4.2012.

DIREITO PROCESSUAL CIVIL


Precatórios

Se a Fazenda Pública for condenada a pagar dinheiro, o pagamento deverá ser feito, em regra,
por meio de precatório.
Se a quantia for considerada como de “pequeno valor”, não haverá necessidade de precatório.
Caso a condenação tenha decorrido de uma ação proposta por litisconsortes ativos, o “pequeno
valor” para fins de dispensa do precatório será considerado individualmente para cada
litisconsorte, não devendo ser somada a quantia devida a todos.
Processo Primeira Turma. RE 634707/SP, rel. Min. Marco Aurélio, 17.4.2012.

DIREITO PENAL
Crime de receptação (art. 180 do CP)

No delito de receptação, os bens pertencentes aos Correios (ECT) recebem o mesmo


tratamento que os da União e, por isso, caso a receptação envolva tais bens, é cabível a
majoração da pena prevista no § 6º do art. 180 do CP
Processo Primeira Turma. HC 105542/RS, rel. Min. Rosa Weber, 17.4.2012.