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Thalita Kum

Senhorio de Jesus

Jesus Salva

Jesus Cristo é a salvação (Jo 3,16). A Salvação é uma pessoa. Estamos acostumados a
avaliar as pessoas por aquilo que elas produzem e possuem, avaliamos aos olhos do mundo.
Valorizamos o fazer e o ter muito mais que o ser.
Com Deus é diferente. Ele vê além das aparências e, apesar de, a morte e ressurreição terem
sido o maior acontecimento histórico. A Salvação é infinitamente mais do que apenas um fato
histórico, perdido há dois mil anos. A Salvação é uma pessoa, que se submeteu à aparência humana,
como nós, morreu, mas ressuscitou e está bem viva e bem perto de cada homem.

“Somos resgatados pelo precioso sangue de Cristo” (I Pe 1,18s).

O resgate ou redenção significa uma soma paga pela libertação de um objeto ou de uma
pessoa que estava prisioneira. Estas palavras estão bem próximas da palavra “aquisição”, indicando
a “compra” de objeto ou de um escravo para si. Foi a palavra utilizada desde o Antigo Testamento
para indicar o meio que Deus escolheu para libertar, salvar seu povo: o pagamento de um resgate, ou
seja, sua redenção, sua aquisição.
Quando optou pelo pecado e, portanto, pelo desligamento de deus, o homem não tinha como
refazer o laço que quebrara. Tornou-se escravo do pecado. A iniciativa da Salvação foi tomada por
Deus, “que amou por primeiro” e a forma escolhida foi a única que convém a quem ama: colocando-
se no lugar do outro, dando a própria vida, sofrendo o que o outro sofreria.
Foi o que Jesus fez por nós. Fomos comprados, resgatados, redimidos pela própria vida de
Deus, em Jesus Cristo. Deus se fez homem. Deus eterno entregou-se em nosso lugar, fez-se
pagamento e resgate para que fôssemos libertos do mal.

“Jesus despojou-se de si mesmo, assumindo a forma de escravo e assemelhando-se aos


homens. E sendo exteriormente homem como qualquer um, humilhou-se ainda mais, tornando-se
obediente até a morte e morte de cruz” (Fl 2,6-8).
O homem pecou quando desobedeceu a Deus, rebelando-se contra sua autoridade e
querendo fazer-se independente dele. O homem desobedeceu. Colocado no lugar do homem para
vencer o pecado que o vencera, Jesus, obedece ao pai da maneira mais absoluta e radical que se
conhece: morrendo na cruz.

O único salvador e a única Salvação

O que diferencia o cristianismo das demais religiões é a Salvação eterna dada a cada
pessoa, conquistada pela Encarnação do Verbo, Paixão, Morte e Ressurreição de Nosso Senhor
Jesus Cristo. Isto é o “essencial”, aquilo que os apóstolos pregavam com todo ardor; Cristo morto e
ressuscitado, a nossa Salvação!
“Carregou os nossos pecados em seu corpo sobre o madeiro, afim de que, mortos para os
nossos pecados, vivamos para a justiça. Por suas chagas fomos curados” (I Pe 2,24).
Em nenhum outro há Salvação. Jesus é o único salvador, pois “nenhum outro nome foi dado
aos homens pelo qual devamos ser salvos”. A Salvação que Cristo nos conquistou, custou o preço de
sua vida divina e humana. Era necessário um sacrifício de valor infinito para reparar a ofensa infinita
que o pecado provocara contra a Majestade (infinita) de Deus. Foi preciso a oferta, a oblação, de uma
vida divina (mas também humana) para satisfazer a justiça divina. O pecado fere a majestade infinita
de Deus, e só pode ser reparado pelo sacrifício da vida do próprio Deus.

“Eis uma prova maravilhosa do amor de Deus para conosco: quando ainda éramos pecadores
Cristo morreu por nós” (Rm 5,8).

Apesar dessa extraordinária prova do amor de Deus por nós, muitos renegam essa fé e vão
buscar a Salvação onde não existe. Abandonando o verdadeiro e único Salvador vão buscar em tudo
o que é abominável por Deus, como nos ensina a Bíblia: adivinhação, astrologia, agouros, feiticismo,
magia, espiritismo, superstições, evocação dos mortos (Dt 18,10-13). Todas essas coisas e muitas
outras práticas negam a Salvação pela morte e ressurreição de Jesus, e a trocam por uma série de
outras práticas esotéricas: horóscopos, necromancia, búzios, pirâmides, cristais, tarô, superstições,
crenças em gnomos, duendes, mapa astral, numerologia, nova era, maçonaria...
Tais coisas negam a fé cristã, ofende a Deus e é culto idolátrico. O cristão que faz uso dessas
práticas trai a sua fé, abandona Jesus Cristo, despreza a sua cruz, as sua chagas, os seus méritos e
o seu imenso amor por nós.

Só há uma Salvação e um único Salvador: Jesus Cristo! Todo culto prestado a qualquer
entidade, que não seja Deus, quem o recebe é o demônio e aquele que presta esse culto faz
comunhão com ele. Esse é o perigo das práticas esotéricas e supersticiosas.
É importante notar que a Salvação se relaciona diretamente com o conhecimento da verdade.
“Deus quer que todos se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade” (I Tm 2,4). Essa verdade,
Jesus confiou à sua Igreja, para que a levasse a todos os homens de todos os tempos e lugares.