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UCAM – UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES

DIOGO DE CARVALHO GAMA

A IMPORTÂNCIA DA QUALIDADE NOS SERVIÇOS DE UM RESTAURANTE


UNIVERSITÁRIO

CAMPOS DOS GOYTACAZES – RJ


JANEIRO 2019
UCAM – UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES
DIOGO DE CARVALHO GAMA

A IMPORTÂNCIA DA QUALIDADE NOS SERVIÇOS DE UM RESTAURANTE


UNIVERSITÁRIO

Artigo Científico Apresentado à


Universidade Candido Mendes - UCAM,
como requisito parcial para a obtenção do
título de Especialista em Marketing e Gestão
de Equipes

CAMPOS DOS GOYTACAZES – RJ


JANEIRO 2019
1

Evidencias de uma possível influência da moralidade cristã no


pensamento filosófico kantiano

Diogo de Carvalho Gama

RESUMO

Uma das maiores referências a desenvolver e fundamentar vários aspectos sobre ética e
moralidade, Immanuel Kant, tem como pilar da sua construção filosófica o conceito
desenvolvido sobre o que vem a chamar de “uma boa vontade”. Segundo a tese kantiana a boa
vontade é boa em si mesma, incondicionalmente, sem estar ligada a nenhum tipo de fim.
Sendo este conceito apresentado em sua fundamentação da metafísica dos costumes, seria
ele um conceito desenvolvido a partir de quais princípios adquiridos empiricamente por Kant?
Este artigo pretende apresentar traços de semelhança entre os conceitos de ética, já bastante
conhecidos, de Kant e conceitos bíblicos apresentados pelo cristianismo.

Palavras-chave: Kant, Cristianismo, Ética, Moral, Bíblia

Introdução

Ao traçar, ou pelo menos ao tentar traçar algum tipo de similaridade entre a


moral cristã e a moral kantiana, é natural verificar, ou gerar, uma possível
oposição ou um possível confronto com dois grupos: os ortodoxos da religião
cristã e os ortodoxos da filosofia kantiana. A ortodoxia cristã obviamente vai
enxergar com bastante receio uma ética fundamentada na razão prática cuja lei
regente se constrói em si mesma, sem necessidade alguma de recorrer a
ferramentas místicas e externas. Além disso, a tensão aumenta sob o fato de
que, além de não depender da religião, a ética kantiana subordina a mesma ao
coloca seus princípios morais expostos à avaliação da razão. A ortodoxia
kantiana levanta suspeita justamente pelo motivo contrário, pois ao reconhecer
elementos bíblicos ou cristãos como supostos axiomas da razão prática, estaria
contaminando os elementos de avaliação e restringindo os princípios morais a
uma fonte proveniente de religião histórica humana e literaturas tendenciosas a
uma expressão de cultura extremamente particular. Assim sendo, o
pensamento se construiria sob aspectos que vão contra o princípio de
universalidade e tornaria, portanto, o conceito inválido. Por este confronto claro
2

e evidente, este artigo trará apenas elementos básicos para contextualização


do cristianismo e da filosofia kantiana.

Desenvolvimento

Apesar das evidências e opiniões opostas sobre os dois aspectos aqui


apresentados, é possível encontrar na ética kantiana elementos, mesmo que
aparentemente estéticos e discretos, de fundamentos da ética cristã,
principalmente em textos do Novo Testamento, mas também das raízes
históricas que construíram sua chegada no Antigo Testamento. Qualquer tipo
de pensamento tendencioso, tanto para um lado como para o outro, pode
entender nessa tentativa de buscar semelhanças entre os dois conceitos
possíveis distorções na interpretação. Por isso, para dar sustentação à
analogia, o trabalho será baseado em textos do próprio Kant, e a partir deles
serão feitas possíveis referências pertinentes.
Esse tipo de abordagem não é novidade uma vez que já existem outros artigos
fazendo comparativos entre a ética kantiana e a ética cristã, porém na grande
maioria as referências de ligação são feitas como críticas negativas. É
importante mencionar que importantes teóricos como Hegel e Schopenhauer
entenderam, por vias diferentes, uma possível origem do pensamento de Kant
na religião, e seu desenvolvimento posterior como sendo a passagem de um
judaísmo interiorizado para uma consciência individual. Nietzsche, como crítico
conhecido da moralidade cristã, identifica também na moral kantiana uma
espécie de disfarce filosófico de um pensamento teológico. O objetivo não é
elaborar um esboço bastante rico em detalhes sobre a identificação de
semelhanças e as críticas ao pensamento kantiano dos três, mas apenas
contextualizar e apresentar questões pontuais que cada um verificou.
Em um de seus escritos de juventude, Hegel chega a caracterizar a ética de
Kant como sendo dominada por uma lógica presidida do judaísmo. Por volta do
ano de 1797, em Frankfurt, Hegel escreve textos como O espírito do
cristianismo e seu destino onde faz uma crítica da oposição entre razão e
natureza sensível, talvez ainda influenciado por Holderlin quanto à separação
do pensamento kantiano.
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O resultado das investigações sobre o cristianismo levadas a cabo


em Berna foi o registro da estreita ligação entre a positividade da
religião cristã e a heteronomia da legislação, tanto moral como
jurídica. Na primeira fase de Frankfurt, Hegel procura mostrar que o
cristianismo constituiu originariamente uma tentativa de superar a
positividade religiosa e o legalismo moral e jurídico, atribuídos agora
ao espírito judaico. Neste contexto, o cristianismo primitivo já não é
visto como mensageiro de uma moral pura, como defendida por Kant
e Fichte, mas como a religião do amor, capaz de superar as
contraposições inerentes ao ponto de vista da moralidade
(BECKENKAMP, 2009, p. 134).

Seguindo no mesmo caminho de crítica ao pensamento kantiano, considerando


este contaminado por uma visão bíblica, Schopenhauer em sua obra Os
fundamentos da moral (1840) caracteriza como ilusória a idéia de autonomia
racional por compreender que seus fundamentos são baseados nos dez
mandamentos e na moralidade teológica, apensar da construção elaborada de
Kant. Para Schopenhauer todo o conceito de moral kantiana é, na verdade,
uma moral judaica com uma roupagem de razão humana. De fato, se for
avaliada a importância da lei, chamada de lei moral, na construção da filosofia
de Kant, faz sentido a compreensão de Schopenhauer.
Outro a estabelecer traços de semelhança, também como crítica negativa,
entre a moral kantiana e a moral cristã foi Nietzsche. Para ele o cristianismo
era completamente dominado por um instinto moral, e encontra na filosofia de
Kant fundos teológicos e cristãos, e mais especificamente na ética kantiana
uma intensidade e prevalência do moralismo cristão. Para Nietzsche, este
instinto moral acabou se tornando um vício como afirma em sua obra Além do
bem e do mal: "O cristianismo perverteu a Eros; este não morreu, mas
degenerou-se, tornou-se vício." Como crítico do encharcamento moral do
cristianismo, e entendendo como a moral kantiana sendo apenas uma
roupagem diferente do mesmo, em sua obra O Anticristo ele diz:

A que se deve o júbilo que o aparecimento de Kant provocou no


mundo erudito alemão, três quartos do qual é composto de filhos de
pastores e professores – e a convicção alemã, que ainda hoje ecoa,
de que Kant deu início a uma virada para melhor? O instinto de
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teólogo do erudito alemão adivinhou o que se tornara novamente


possível... Estava aberta uma trilha oculta para o velho ideal, o
conceito de ‘mundo verdadeiro’, o conceito da moral como essência
do mundo (- os dois erros mais malignos que existem!) eram
novamente, graças a um sagaz e manhoso ceticismo, se não
demonstráveis, não mais refutáveis pelo menos... (...) O sucesso de
Kant é apenas um sucesso de teólogo: ele foi, como Lutero, como
Leibniz, um freio a mais na retidão alemã, já não muito firme por si
(AC 10).

Nietzsche vai mais longe nas comparações, sempre exalando sua crítica feroz
e severa à religião, quando compreende como evidente na moralidade kantiana
elementos da construção moral cristã como a consciência, a obrigação e a
culpa:
Nesta esfera, a das obrigações legais, está o foco de origem desse
mundo de conceitos morais: "culpa", "consciência", "dever",
"sacralidade do dever" - o seu início, como o início de tudo grande na
terra, foi largamente banhado de sangue. E não poderíamos
acrescentar que no fundo esse mundo jamais perdeu inteiramente
um certo odor de sangue e tortura? (Nem mesmo no velho Kant: o
imperativo categórico cheira a crueldade...).

É necessário reforçar que não estão sendo apresentadas aqui críticas e


conclusões a respeito dos pensadores destacados acima. O objetivo segue
sendo apresentar traços, vestígios e semelhanças pertinentes sobre a
influência da moralidade cristã na construção filosófica kantiana, mais
prevalentemente identificada em sua moral. É bastante delicado fazer um
comparativo e dois sistemas morais bastante discutidos e repletos de
divergências em inúmeros aspectos, assim como parece também bastante
complexo o fato de não haver um ponto de partida em comum para tecer
qualquer tipo de análise trilhando apenas uma linha de pesquisa.
Sendo assim, talvez seja mais apropriado a princípio construir uma avaliação
livre de interpretações e possíveis contaminações ideológicas. Uma proposta
de buscar este caminho é uma avaliação direta aos textos, parece ser onde
encontramos mais claramente evidências de aproximação entre as construções
filosóficas cristãs e kantianas. Nesta direção, no prefácio de sua obra Crítica da
Razão Pura, encontramos evidências de que o aparente agnosticismo na
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filosofia e teologia de Kant não se apresenta como obstrução para a moral e a


religião, mas sim como uma forma de fornecer um espaço neutro de discussão
e reflexão, a fim de torná-los limpos e puros para serem recolocados de forma
genuína.
Precisamente essa discussão sobre a utilidade positiva dos
princípios críticos da razão pura pode ser patenteada nos conceitos
de Deus e da natureza simples de nossa alma, o que passo por alto
para ser breve. Não posso, portanto sequer admitir Deus, liberdade e
imortalidade com vistas ao uso prático necessário da minha razão
sem ao mesmo tempo tirar da razão especulativa sua pretensão a
visões exageradas, pois para chegar a estas ela precisa empregar
princípios que, estendendo-se de fato apenas a objetos da
experiência possível não obstante serem aplicados ao que não pode
ser objeto da experiência, na realidade sempre transformam o último
em fenômeno e assim declaram impossível toda a ampliação prática
da razão pura. Portanto, tive que elevar o saber para obter lugar para
a fé, e o dogmatismo da Metafísica, isto é, o preconceito de progredir
nela sem crítica da razão pura, é a verdadeira fonte de toda a
sempre muito dogmática incredulidade antagonizando a moralidade.

Seguindo neste caminho, vamos buscar naquilo que parece antagônico, sinais
de convergência, uma vez que parece haver traços de que a filosofia kantiana
caminhos por espaços externos ao cristianismo, mas para, de maneira
genuína, justificá-lo e fundamentar de forma racional. Aparentemente opostos,
a moral cristã, de princípios provenientes de interferência divina externa ao
qual o homem de submete, e a moral kantiana, que fornece total autonomia da
razão humana para legislar. A conduta cristã, baseada numa lei divina do amor,
e a moral kantiana deitada completamente sobre o imperativo categórico da
razão prática.
Vamos a partir de agora convergir os dois pensamentos na busca de traços,
vestígios e semelhanças entre a moral cristã e a moral kantiana. Um dos
primeiros sinais é uma evidente freqüência no uso de linguagens ou citações,
diretas ou indiretas, bíblicas. Em sua obra Crítica do julgamento (1790),

Conclusão
6

O Restaurante Universitário é um importante meio para obtenção de uma


alimentação de qualidade e a um preço justo para os acadêmicos
universitários. Este artigo buscou contribuir para a comunidade acadêmica,
visando fortalecer requisitos importantes para Restaurantes Universitários que
são avaliados quanto à sua qualidade.
A compreensão da importância de ter um RU de qualidade é
fundamental para garantir o desenvolvimento dos estudantes durante o tempo
em que estarão presentes nas universidades. Para alguns o RU é o único meio
de alimentação possível durante o período de formação. É importante notar
também que algumas pessoas passam décadas dentro do ambiente
acadêmico, sendo o RU fundamental para o sustento de sua saúde.
Vale destacar que a referência e validade das informações foram obtidas a
partir do Restaurante Universitário da UENF – RJ.

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