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Interdisciplinaridade

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A interdisciplinaridade parte da palavra "interdisciplinar", que tem, como conceito, o que é um comum a
duas ou a mais disciplinas. Diz respeito ao processo de ligação entre as disciplinas. Sendo assim,
interdisciplinaridade é uma proposta onde a forma de ensinar leva em consideração a construção do
conhecimento pelo aluno. Ela é uma prática que não dilui as disciplinas no contexto escolar, mas que amplia o
trabalho disciplinar na medida em que promove a aproximação e a articulação das atividades docentes numa
ação coordenada e orientada para objetivos bem definidos.

Voltada para a formação do indivíduo, a interdisciplinaridade propõe a capacidade de dialogar com as diversas
ciências, fazendo entender o saber como um todo, e não como partes ou fragmentações. Trata-se de um
movimento, um conceito e uma prática que está em processo de construção e desenvolvimento dentro das
ciências e do ensino das ciências, sendo, estes, dois campos distintos nos quais a interdisciplinaridade se faz
presente. Assim, interdisciplinaridade é parte de um movimento que busca a superação da disciplinaridade.

Definir um objeto que está em construção, coexistindo com aquele que o estuda, é uma tarefa difícil e até certo
ponto parcial, uma vez que este objeto está se transformando e se alterando. Assim, toda discussão sobre
interdisciplinaridade é passível de análise comparativa com o material contemporâneo sobre o tema até que
este esteja melhor desenvolvido e articulado, muito mais pela prática do que pela teoria, uma vez que a
interdisciplinariedade esta acontecendo, e a partir disso, uma teoria tem sido desenvolvida.

Um estudo epistemológico é proveitoso para a delimitação do tema. Existem quatro palavras que são
particularmente relacionadas entre si e todas delimitam uma abordagem científica e educacional.
Pluridisciplinaridade, multidisciplinaridade, "interdisciplinaridade" e transdisciplinaridadeː o que
há em comum nestas palavras é a palavra disciplina, que deve ser entendida como aquelas "fatias" dos estudos
científicos e das disciplinas escolares, tais como matemática, biologia, ciências naturais, história etc. e de um
esforço em superar tudo o que está relacionado ao conceito de disciplina.

Índice
Origem e conceitos
Princípio dos estudos científicos
Disciplinarização do conhecimento
Diferenciação entre disciplina escolar e científica
Transdisciplinaridade e multidisciplinaridade
Transdisciplinaridade
Multidisciplinariedade
Diferenças entre transdisciplinaridade e interdisciplinaridade

Aplicação na ciência
Novas práticas de pesquisa
Novas disciplinas científicas
Aplicação na educação
No nível básico
No nível superior
Na prática
Principais autores
Ver também
Referências
Ligações externas

Origem e conceitos
A interdisciplinaridade tem suas raízes na história da ciência moderna, sobretudo aquela produzida a partir do
século XX. Por isso, para compreender este movimento, é necessário apresentar algumas considerações sobre
esta temática.

Princípio dos estudos científicos


Desde o século XV, a ciência passou por uma grande mudança em toda a sua estrutura, o que resultou numa
explosão de novos conhecimentos, novas práticas e técnicas de pesquisa, isso tem início com o renascimento e
com a perda, por parte da igreja, do poder que exercia sobre o homem e a sociedade. Pesquisas até então
condenadas e censuradas começavam a ser feitas, por exemplo pesquisa da anatomia humana através da
dissecação de cadáveres. Galileu, Da Vinci, Copérnico, entre outros, surgem com grandes inovações e ideias
que alterariam o pensamento humano. Com tudo isso, surge definitivamente a ciência e a pesquisa científica,
tomando lugar entre a teologia e a filosofia, com a missão de apresentar a razão em oposição a fé e a pesquisa
em oposição ao discurso e a retórica.

Disciplinarização do conhecimento
Num período muito curto, a ciência tem seus fundamentos desenvolvidos e sua principal função torna-se a de
compreender as coisas partindo do macro, do todo, até chegar no micro, na menor partícula, na menor parte, a
fim de ter uma visão mais profunda do todo. Então o movimento que a ciência passa a realizar é partir da
compreensão já existente das coisas, por exemplo, das ideias postas do que é o homem, seu corpo, seus
membros, seus sistemas, o funcionamento do corpo etc., em direção à menor partícula que possa ajudar a
definir e compreender esse mesmo homem. Assim, iniciam-se as pesquisas em anatomia humana, pesquisas
em microbiologia humana, até, bem recentemente, chegar-se a um grande contingente de informações e
conhecimentos do que é o homem, tendo chegado até o DNA.

Importante observar que, segundo o exemplo dos estudos do homem, com o tempo o volume de estudos e de
informações levantadas foi ficando grande ao ponto de ser necessária a criação de novas subcategorias que
dessem conta de continuar as pesquisas e dominar os conhecimento adquiridos, em outras palavras, a
disciplina de ciências passa a ter uma nova disciplina especifica que responderia então por um conhecimento
especifico da ciência absoluta. Esse processo se repete exatamente como se dá a divisão celularː quando uma
disciplina está desenvolvida o suficiente, ela se divide e dá origem a outra disciplina, distinta da primeira em
seu objeto de estudo e exigente quando ao pesquisador que deve dominá-la, que é o especialista.

Através deste movimento, partindo do século XV, em que existia somente a disciplina de ciência, que era
dominada por todos os estudiosos envolvidos, chega-se ao século XXI com uma infinidade de disciplinas
especializadas nas mais diversas frações da ciência, tais como ciências sociais, sociologia, antropologia,
psicologia, anatomia geral, anatomia específica ou neurologia, cardiologia, fisiologia, ciências da natureza,
biologia, microbiologia, ciências exatas, química, física, e muitas outras, cada uma sendo responsável por uma
pequena fração, ou especialidade da ciência, e cada uma com um especialista diferente, que domina somente a
sua especialidade, aquela fração do conhecimento.

Diferenciação entre disciplina escolar e científica


Embora o termo "disciplina" seja empregado para mencionar tanto as frações do conhecimento científico,
como frações dos estudos escolares, e em muitos casos tenham os mesmos nomes, tais como história,
matemática, química, física etc. As ligações entre umas e outras está somente nisso. Não há relação direta
entre uma disciplina científica e uma disciplina escolar com mesmo nome, o que se dá é que, remotamente, o
objeto de estudo de uma e outra disciplina é o mesmo, porém a disciplina escolar não apresenta todos os
conhecimentos da disciplina científica, por vezes até foge um pouco desses conhecimentos, como no caso da
disciplina escolar de geografia, que não contempla a cartografia, a geologia, dentre outras. Isso se dá porque as
funções de uma e outra disciplina são diferentes.

É importante observar que as disciplinas escolares tomam muito daquilo que é produzido pelas disciplinas
científicas e revestem esses conhecimentos de funções didáticas que têm a função de levar os alunos a
conhecerem, mesmo que minimamente, o que é produzido pelo homem em termos de conhecimento e estudos.

Transdisciplinaridade e multidisciplinaridade

Transdisciplinaridade
A transdisciplinaridade é uma abordagem científica que visa à unidade do conhecimento. Desta forma, procura
estimular uma nova compreensão da realidade articulando elementos que passam entre, além e através das
disciplinas, numa busca de compreensão da complexidade do mundo real. Além disso, do ponto de vista
humano, a transdisciplinaridade é uma atitude empática de abertura ao outro e seu conhecimento.[1]

É um termo originalmente criado por Jean Piaget, que, no I seminário Internacional sobre
pluridisciplinaridade e interdisciplinaridade, realizado na Universidade de Nice, também conhecido como
Seminário de Nice, em 1970, divulgou, pela primeira vez, o termo, dando, então, início ao estudo sobre o
mesmo, pedindo para que os participantes pensassem no assunto.

Hoje, tendo o Centre International de Recherches et d`Études transdisciplinaires (CIRET) como um dos
principais centros mundiais de estudos sobre os conceitos transdisciplinares, é um dos mais complexos, e por
consequência um dos mais estudados conceitos, onde ao mesmo tempo procura uma interação máxima entre
as disciplinas porém respeitando suas individualidades, onde cada uma colabora para um saber comum, o
mais completo possível, sem transformá-las em uma única disciplina.

E é na Carta da transdisciplinaridade,[2] produzida no I Congresso Mundial de Transdisciplinaridade 1994,


realizado em Arrábida, Portugal, com fundamental colaboração do CIRET e apoio da UNESCO, em que temos
uma definição do conceito transdisciplinar:

* Artigo 3: "(...) A Transdisciplinaridade não procura a dominação de várias disciplinas, mas a abertura de
todas as disciplinas ao que as atravessa e as ultrapassa."[2]

* Artigo 7: A transdisciplinaridade não constitui nem uma nova religião, nem uma nova filosofia, nem uma
nova metafísica, nem uma ciência das ciências."[2]

No âmbito acadêmico, já no século XX, com o intuito de unir o mundo "não universitário" ao universitário,
cuja separação se dá primordialmente pela hiperespecialização profissional, com grande número de disciplinas
que não acompanham todo o desenvolvimento, principalmente na área tecnológica, temos um
aprofundamento na utilização deste conceito, visando formar profissionais cada vez mais completos,
compatíveis com as exigências do mercado de trabalho que este futuro profissional encontrará.

Assim tão complexo quanto os problemas que tenta solucionar, tem-se a transdisciplinaridade, que por ser tão
sutil, ser a linha tênue que une e serve de limite entre o comprometimento e o individualismo de cada
disciplina, que não possui uma definição exata, e ao mesmo tempo é um dos mais necessários conceitos
quando tratamos de formação e educação.

Multidisciplinariedade
Multidisciplinaridade é um conjunto de disciplinas a serem trabalhadas simultaneamente, sem fazer aparecer
as relações que possam existir entre elas, destinando-se a um sistema de um só nível e de objetivos únicos, sem
nenhuma cooperação. A multidisciplinaridade corresponde à estrutura tradicional de currículo nas escolas, o
qual encontra-se fragmentado em várias disciplinas.

De acordo com o conceito de multidisciplinaridade, recorre-se a informações de várias matérias para estudar
um determinado elemento, sem a preocupação de interligar as disciplinas entre si. Assim, cada matéria
contribui com informações próprias do seu campo de conhecimento, sem considerar que existe uma integração
entre elas. Essa forma de relacionamento entre as disciplinas é considerada pouco eficaz para a transferência
de conhecimentos, já que impede uma relação entre os vários conhecimentos.

Segundo Piaget, a multidisciplinaridade ocorre quando "a solução de um problema torna necessário obter
informação de duas ou mais ciências ou setores do conhecimento sem que as disciplinas envolvidas no
processo sejam elas mesmas modificadas ou enriquecidas". A multidisciplinaridade foi considerada
importante para acabar com um ensino extremamente especializado, concentrado em uma única disciplina.
A origem da multidisciplinaridade encontra-se na ideia de que o conhecimento pode ser dividido em partes
(disciplinas), resultado da visão cartesiana e depois cientificista, na qual a disciplina é um tipo de saber
específico e possui um objeto determinado e reconhecido, bem como conhecimentos e saberes relativos a esse
objeto e métodos próprios. Constitui-se, então, a partir de uma determinada subdivisão de um domínio
específico do conhecimento. A tentativa de estabelecer relações entre as disciplinas é que daria origem à
chamada interdisciplinaridade.

A multidisciplinaridade difere da pluridisciplinaridade porque esta, apesar de também considerar um sistema


de disciplinas de um só nível, possui disciplinas justapostas situadas geralmente no mesmo nível hierárquico e
agrupadas de modo a fazer aparecer as relações existentes entre elas.

Há registos de projetos a aplicarem a multidisciplinaridade nas observações de pares, como é o do caso do


projeto De Par em Par na Universidade do Porto em Portugal.[3][4][5]

Diferenças entre transdisciplinaridade e interdisciplinaridade


A transdisciplinaridade não significa apenas que as disciplinas colaboram entre si, mas significa também que
existe um pensamento organizador que ultrapassa as próprias disciplinas. É diferente de interdisciplinaridade,
que exemplificando através de uma analogia, é basicamente como as Nações Unidas, que simplesmente une
para discutir os problemas particulares de cada região. Nisto, a transdisciplinaridade é mais integradora.
Conforme o Artigo 3 da Carta da transdisciplinaridade,[2] "a Transdisciplinaridade é complementar da
aproximação disciplinar; ela faz emergir da confrontação das disciplinas novos dados que as articulam entre si
e que nos dão uma nova visão da natureza e da realidade."

Mas, para haver essa dita transdisciplinaridade, é preciso haver um pensamento organizador, chamado
pensamento complexo. Pela criação de um meta ponto de vista e não de um ponto de vista. O verdadeiro
problema não é fazer uma adição de conhecimento, é organizar todo o conhecimento.

Aplicação na ciência
Como indicado anteriormente, a interdisciplinaridade surge no século XX como um esforço de superar o
movimento de especialização da ciência e superar a fragmentação do conhecimento em diversas áreas de
estudo e pesquisa.
A ciência, no século XX, tornou-se especializada ao ponto de não ser mais possível realizar o movimento
pretendido quando do início da especialização, que era chegar ao micro para conseguir ver o todo de forma
plena e completa, e também, chegou-se ao ponto em que, em algumas áreas, não era mais possível continuar
aprofundando no conhecimento, tendo chegado ao limite do que era possível a determinadas especialidades
pesquisar. Então a interdisciplinaridade surge como proposta para a realização do movimento inverso, partir
do micro e retornar ao todo. Com isso, com a aplicação da interdisciplinaridade na ciência, surgem novas
disciplinas agregadoras, que unem áreas específicas do conhecimento a fim de compreender fenômenos que
seriam incompreensíveis com os conhecimentos de apenas uma área, como é o caso da bioengenharia, que une
as áreas da biologia e engenharia a fim de dar conta de estudos que uma ou outra disciplina sozinha não daria
conta.

Novas práticas de pesquisa


Com a ampliação da aplicação da interdisciplinaridade na ciência, têm se desenvolvido novas práticas de
pesquisa. Muitas disciplinas que, até então, eram consideradas incomunicáveis, considerada a distância entre
seus objetos de estudo, estão sendo reunidas para dar respostas a novos problemas de pesquisa e a questões
que uma única disciplina não é capaz de responder.

Novas disciplinas científicas


Para Pompo[6] houve o aparecimento de novos tipos de formações disciplinares. Ela organizou em três grandes
tipos:

a) Ciências de fronteiras

São disciplinas híbridas que se constituem pelo cruzamento de duas disciplinas tradicionais, quer no âmbito
das ciências exatas e da natureza (por exemplo, a Biomatemática, a Bioquímica ou a Geofísica), das ciências
sociais e humanas (Psicolinguística ou história da economia), quer entre umas e outras (Sociobiologia,
etologia), quer ainda entre ciências naturais e disciplinas técnicas (Engenharia Genética ou Biónica).[6]

b) Interdisciplinas

São novas disciplinas que surgem do cruzamento, também ele inédito, das disciplinas científicas com o campo
industrial e organizacional. Por exemplos: Relações Internacionais e Organizacionais, sociologia das
organizações, psicologia industrial, ou ainda esse eloquente exemplo que é constituído pela investigação
operacional, investigação operacional que resultou da conglomeração, ou mesmo da fusão, entre cientistas,
engenheiros e militares.[6]

c) Interciências
São várias, e é impossível estabelecer qualquer espécie de hierarquia entre elas. Os exemplos mais pertinentes
são a ecologia, as Ciências Cognitivas, a Cibernética e as Ciências da Complexidade. Neste conjunto temos
várias novidades epistemológicas. Por exemplo, no que diz respeito às ciências cognitivas.[6]

Aplicação na educação
A interdisciplinaridade está presente na educação desde que começou a ser aplicada na ciência.

No nível básico
Muitos projetos e práticas têm sido adotados, sobretudo nos terceiro e quarto ciclo e ensino médio, numa
tentativa de superar a fragmentação do conhecimento e criar uma relação entre o conhecimento e a realidade
do aluno.

No nível superior
Há um destaque maior para a interdisciplinaridade no nível superior, dadas as questões da reforma do ensino
superior e o desafio de formar profissionais mais bem preparados para o mercado de trabalho.

Na prática
Na prática, a interdisciplinaridade é um esforço de superar a fragmentação do conhecimento, tornar este
relacionado com a realidade e os problemas da vida moderna. Muitos esforços têm sido feitos neste sentido na
educação. Na ciência, por sua vez, os esforços estão na busca de respostas, impossíveis com os conhecimentos
fragmentados de uma única área especializada.

Principais autores
A pesquisa sobre interdisciplinaridade ainda é muito recente, mesmo assim existem alguns autores já
destacados por sua produção sobre o tema. São eles: Ivani Fazenda, que possui várias publicações sobre o tema
e sua relação com a educação e é coordenadora de uma equipe de pesquisadores da Pontifícia Universidade
Católica de São Paulo que desenvolve diversas pesquisas sobre o tema; Hilton Japiassu, que possui também
diversas publicações sobre o tema, tanto em sua manifestação na educação como na ciência; em Portugal, se
destaca a autora Olga Pombo, que é também pesquisadora sobras as manifestações do tema no Brasil e em
Portugal e já esteve no país ministrando diversas palestras sobre o assunto.

Interdisciplinaridade é a integração de dois ou mais componentes curriculares na construção do


conhecimento.

A interdisciplinaridade surge como uma das respostas à necessidade de uma reconciliação epistemológica,
processo necessário devido à fragmentação dos conhecimentos ocorrido com a revolução industrial e a
necessidade de mão de obra especializada.

A interdisciplinaridade buscou conciliar os conceitos pertencentes às diversas áreas do conhecimento a fim de


promover avanços como a produção de novos conhecimentos ou mesmo, novas subáreas.

Ver também
◾ Bacharelado interdisciplinar

Referências
5. Pêgo, João Pedro, Ferreira, José Martins, Lopes,
1. ROCHA FILHO. 2007
Amélia, Mouraz, Ana (2011).[3] (http://webs.uvigo.
2. dos SANTOS, R. Transdisciplinaridade. Cadernos es/xie2011/No%20Vigo/XIE2011-094.pdf) De Par
de Educação, Lisboa: Instituto Piaget, n. 8, pp. 7- em Par na U.Porto: um programa multidisciplinar
9, 23 nov. 1995. (disponível no site do autor (htt de observação de aulas em parceria. Jornada de
p://www.fisica-interessante.com/artigo-transdiscipl Innovación Educativa (XIE) 2011, Universidade
inaridade.html)) de Vigo
3. Mouraz, Ana, Lopes, Amélia, & Ferreira, José 6. POMBO, Olga. «Epistemologia da
Martins (2013). [1] (http://sigarra.up.pt/fpceup/pub Interdisciplinaridade» (http://www.uesc.br/cpa/arti
ls_pesquisa.show_publ_file?pct_gdoc_id=56655& gos/epistemologia_interdidciplinaridade.pdf)
pct_publ_id=90821)[ligação inativa] Higher education (PDF). Seminário Internacional
challenges to teaching practices: perspectives Interdisciplinaridade, Humanismo e Universidade.
drawn from a multidisciplinary peer observation of Consultado em 10 de out. 2015 line feed
teaching program. International Journal of character character in |jornal= at position 24
Advanced Research, Volume 1, Issue 6, 377-386 (ajuda)
4. [2] (http://paginaAs.fe.up.pt/~dpep/) website do
projeto De Par em Par na U.Porto.

Ligações externas
◾ Mapping Interdisciplinarity in Human Sciences (http://homepage.uibk.ac.at/~c720126/humanethologie/ws/
medicus/block1/MappingISBN1-59454-212-0.pdf) pdf-document
◾ Interdisciplinarity in Human Sciences (http://homepage.uibk.ac.at/~c720126/humanethologie/ws/medicus/
block1/TheoryHumanSci.ppt) ppt-document
◾ Interdisciplinaridade e integração dos saberes (http://revista.ibict.br/liinc/article/view/3082/2778)
◾ FURTADO, Letícia de Souza . Você sabe o que é advocacia transdisciplinar?. Justificando, 2016.
Disponível em: http://justificando.com/2016/02/15/voce-sabe-o-que-e-advocacia-transdisciplinar/

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