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Anderson José Dorigatti RU 2144849

POLO: SWIFT

1) Gráficos das funções exponenciais:

Figura 1: Y = 2X
A relação da base “2” com o crescimento da função corresponde sempre ao
dobro, visto que estamos falando da base “2”. Sempre que aumentarmos em 1
unidade o valor de “x” corresponderá a dobrar o valor de y.

Exemplo:

Quando o X = 1 temos Y = 2, já se X = 2 temos Y = 4 (o dobro de 2), se o X = 3


temos Y = 8 (O dobro de 4) e assim por diante.

Temos uma função crescente e contínua limitada pelo eixo “X”.


𝟏
Figura 2: Y = ( )X
𝟐

A relação da base “½” com o crescimento da função é sempre a metade, visto


que é o inverso da função anterior. Ao contrário da base “2” que dobra o valor
de Y para cada unidade acrescida em X, a função de base ½ para cada
unidade acrescida em “X” é diminuído pela metade o valor de “Y”

Exemplo:

Quando o X = 1 temos y = 1⁄2, já se X = 2 temos Y = 1⁄4 (a metade de 1⁄2), se


X = 3 temos Y = 1⁄8, (a metade de 1⁄4) e assim por diante.

Temos uma função decrescente, contínua e limitada pelo eixo “X”.

2) Gráficos das funções logarítmicas:

Figura 3: 𝒀 = 𝒍𝒐𝒈𝟐 (𝒙)


A função é crescente, pois temos uma base “a” > 1, ela é limitada pelo eixo “Y”,
é contínua e sempre terá valores em “X” > 0, como o logaritmo é o inverso de
uma função exponencial podemos verificar que seu crescimento no eixo “x” é
maior do que no eixo “Y”.

A taxa de crescimento na horizontal corresponde a 𝑥 = 2𝑦 , como podemos


observar no gráfico.

Quando y = 1, temos o x = 2; quando y=2 temos x =4, e assim por diante.

Quando y tende a -∞, podemos dizer que x tende a 0.

Figura 4: 𝒀 = 𝒍𝒐𝒈𝟏 (𝑿)


𝟐

A função é decrescente, pois temos uma base 0<a< 1, quando a base do


logaritmo é menor que a unidade, resulta em gráficos decrescentes. A função é
limitada pelo eixo “Y” é contínua e tende ao +∞ em “X” quando “Y” for -∞

Quando “Y” tender ao + ∞ podemos dizer que “x” tende a 0.

Os valores do eixo “x” são os mesmos do que os da função anterior “ 𝒀 =


𝒍𝒐𝒈𝟐 (𝒙) ”, porém os valores do eixo “Y” são o contrário.
Na função anterior temos “Quando y = 1, temos o x = 2; quando y=2 temos x
=4, e assim por diante”. Já nessa função os valores de “Y” que resultam os
mesmos valores em “X” são respectivamente: -1 e -2.

3) Gráficos da função seno:

Figura 5: Y = sen(x)

A função sen(x) é constante e infinita, ela varia de 1 a -1 ela é uma função


periódica de intervalo 2π, ela é positiva no 1º e 2º quadrante e negativa no 3º e
4º quadrante.

Figura 6: Y= 2sen(x)
Quando a função é y=2sen(x), podemos verificar o aumento da frequência de
repetição da função em 2 vezes, ou seja, na função y=sem(x) ela se repetia em
2π, na função y=2sen(x) ela se repete em π.

4) Gráficos da função cosseno:

Figura 7: Y = cos(x)

A função cosseno é uma função periódica e seu período é 2π.


A função é positiva no primeiro e quarto quadrante. Já no segundo e terceiro
quadrantes, o sinal é negativo.
Além disso, no primeiro e segundo quadrantes a função é decrescente e no
terceiro e quarto quadrantes é crescente.
Já o conjunto da imagem da função cosseno corresponde ao intervalo real [-1,
1]
Em relação à simetria, a função cosseno é uma função par: cos(-x) = cos(x).
O gráfico da função cosseno f(x) = cos x é uma curva chamada de cossenoide
Figura 8: Y = 2 + cos(x)

Quando adicionamos duas unidades a função cos(x) elevamos ela duas


unidade em relação ao eixo “x”, ela continua com a mesma periodicidade,
porém com os valores em “Y” acrescidos em 2 unidades.

5) Gráfico da função tangente

A função tangente tem período π e é uma função ímpar e positiva no 1º


e 3º quadrante e negativa no 2º e 4º quadrante

No gráfico não é possível demonstrar a função y = π/2, y = 3π/2. Pois se


trata de um caso indefinido.
Pode-se definir Tangente = seno / cosseno e como cos(π/2) = 0 e
cos(3π/2) = 0 logo como não existe divisão por zero não temos um gráfico para
esses valores de cosseno.