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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA

CENTRO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS


DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA

PLANO DE ENSINO

I. IDENTIFICAÇÃO
Curso: Psicologia Semestre: 2018.2 Turma: 08319
Disciplina: PSI 7808 Seminário Integrado I H/A semanais: 02 Horário: 407302
Professora: Cibele Cunha Lima da Motta e-mail: mottacibele@gmail.com Sala: CFH 310
Pré-requisitos: PSI7601; PSI7602; PSI7603; PSI7604; PSI7605; PSI7606; PSI7607

II. EMENTA
Discussão de temáticas transversais e afins aos diferentes campos de intervenção para análise das práticas
de estágio desenvolvidas pelos alunos matriculados nas ênfases.

III. OBJETIVOS
- Identificar temas de estudo transversais às diferentes ênfases curriculares e práticas de estágio.
- Refletir sobre a complexidade do fenômeno psicológico e seus desdobramentos para a atuação
profissional;
- Discutir os desafios teóricos e técnicos da atuação do psicólogo na interlocução interdisciplinar e
intersetorial;

IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E CRONOGRAMA


Aula Data Atividades
Apresentação da disciplina
1 01/08 Visão geral dos estágios e perspectiva da disciplina
Levantamento de interesses junto aos estudantes para os estudos dirigidos.
Aula teórica -
2 08/08 Contrato Psicológico
Textos de apoio: 16 e 17
Apresentação das ênfases de Educacional e Social pelas e pelos estudantes: local,
3 15/08 supervisor, perspectiva teórica-metodológica, estudos previstos nas disciplinas das
ênfases.
Apresentação das ênfases de POT e Saúde pelas e pelos estudantes: local, supervisor,
perspectiva teórica-metodológica, estudos previstos nas disciplinas das ênfases.
4 22/08

Sofrimento psíquico do psicoterapeuta


Texto de apoio 6
5 29/08
Estudo Dirigido Equipe
Feedback Equipe Codebatedora
Sofrimento psíquico do estudante de psicologia
Texto de apoio 1
6 05/09
Estudo Dirigido Equipe
Feedback Equipe
Alteridade (Subjetividade)
Texto de Apoio 8
7 12/09
Estudo dirigido Equipe
Feedback Equipe Codebatedora
8 19/09 SEMANA DA PSICOLOGIA - dia letivo sem aula

Violência familiar
Texto de apoio: 12
9 26/09
Estudo dirigido Equipe
Feedback Equipe Codebatedora
Assédio Moral
Texto de apoio:
10 03/10 Estudo dirigido Equipe
Feedback Equipe Codebatedora
Avaliação discente Parte I - 07:30/08:20
11 10/10
08h20 Seminário de estágio
Bullying e sofrimento emocional no contexto escolar
Texto de apoio: 4
12 15/10
Estudo dirigido Equipe
Feedback Equipe Codebatedora
13 15/10 Avaliação da disciplina parte II – 1 crédito
Suicídio
Texto de apoio 2
14 19/10
Estudo Dirigido Equipe
Feedback Equipe Codebatedora
Intersetorialidade (questões de gênero, raça, etnia e classe social)
Texto de apoio 5
15 31/10
Estudo Dirigido Equipe
Feedback Equipe
Intersetorialidade (Integração das políticas sociais)
16 07/11 Texto apoio 10 Estudo Dirigido Equipe
Feedback Equipe
Manejo Clínico
Texto de apoio 7 e 9
17 14/11
Estudo Dirigido Equipe
Feedback Equipe
Intervenção Psicossocial
Texto de apoio 14
18 21/11
Estudo Dirigido Equipe
Feedback Equipe
19 28/11 Café com prosa E agora, 2ª ênfase?*
20 05/12 Nova avaliação Divulgação das notas e avaliação final da disciplina

V. MÉTODOS E ESTRATÉGIAS DE ENSINO-APRENDIZAGEM


● Aulas expositivas-dialogadas a partir da discussão dos textos;
● Debates com disparadores como filmes e matérias divulgadas pelas várias mídias ou material
jurídico;
● Estudos dirigidos conduzidos pelos próprios estudantes;
● Roda de conversa sobre a experiência de estágio;
● Relatos de experiência com profissionais convidados.

VI. AVALIAÇÃO
a) Avaliações por meio de estudos dirigidos e apresentações das ênfases (30%)
b) Feedback sobre o estudo dirigido realizado (40%)
c) Roda de conversa sobre a experiência de estágio, tendo como disparadora a escrita de uma Carta a um
jovem terapeuta inspirado no livro homônimo de Calligaris (30%)

OBSERVAÇÕES:
1) A atribuição de notas para avaliações levará em conta os seguintes critérios:
a) Objetividade, clareza e coerência das ideias pautadas no debate;
b) Domínio do conteúdo;
c) Articulações entre os conceitos desenvolvidos e o campo de estágio;
d) Destaque das ideias principais dos textos indicados;
e) Linguagem adequada;
f) Análise crítica das possibilidades e limites das intervenções d@s psicólog@s na área estudada;
g) Qualidade da condução do estudo;
h) Análise crítica das possibilidades e limites das intervenções dos psicólogos na área estudada;
i) Questionamentos para aprofundamento e ampliação da discussão.
2) Sobre o andamento das aulas:
a) Cuidar uns dos outros do processo de aprendizagem (ouvindo, debatendo, sugerindo, instigando
reflexões com base nos textos e aulas...);
b) Trazer os textos recomendados para consulta em sala.
c) Utilizar, em sala de aula, materiais de consulta pertinentes à disciplina.

VII. NOVA AVALIAÇÃO


Conforme previsto no Artigo 70, parágrafo 2º da Resolução 017/CUn/97 (Regulamento dos Cursos de
Graduação da UFSC), terá direito a uma nova avaliação, ao final do semestre, o aluno com frequência
suficiente (FS) e média das avaliações do semestre entre 3,0 (três) e 5,5 (cinco vírgula cinco). A nota final,
neste caso, será o resultado da média aritmética entre a média das avaliações do semestre e a nota obtida
pelo aluno nessa nova avaliação, conforme previsto no Artigo 71, parágrafo 3º da citada Resolução.

VIII. REFERÊNCIAS BÁSICAS


1. Andrade, A. d., Tiraboschi, G. A., Antunes, N. A., Viana, P. V., Zanoto, P. A., & Curilla, R.
T. (2016). Vivências Acadêmicas e Sofrimento Psíquico de Estudantes de Psicologia.
Psicologia: Ciência e Profissão, 2016(4). doi:10.1590/1982-3703004142015
2. CFP. (2013). Suicídio: uma questão de saúde pública e um desafio para a psicologia
clínica. Em N. B. Netto, B. Werlang, & S. C. Rigo, O Suicídio e os Desafios para a
Psicologia (pp. 13-42). Brasília: Conselho Federal de Psicologia. Fonte:
http://site.cfp.org.br/wp-content/uploads/2013/12/Suicidio-FINAL-revisao61.pdf
3. Chauí, M. (2000). A existência ética. Em M. Chauí, Convite à filosofia (pp. 429-435). São
Paulo: Ática.
4. Lisboa, C., de Lima Braga, L., & Ebert, G. (2009). O fenômeno bullying ou vitimização entre
pares na atualidade: definições, formas de manifestação e possibilidades de
intervenção. Contextos Clínicos, 2(1), 59-71.
http://www.editorialbonaventuriana.usb.edu.co/realidad/pdfs/Gramatica_hombre-trabajo.pdf
5. Davis, A. (2013). Classe e raça no início da campanha dos direitos das mulheres. Em A.
Davis, Mulheres, raça e classe (pp. 34-47). Plataforma Gueto.
6. Emidio, T. S., Hashimoto, F., & Emidio, T. S. (2013). Um estudo sobre o sofrimento
psíquico do psicoterapeuta psicanalítico: reflexões acerca da clínica na
contemporaneidade. Em F. H. Thassia Souza Emidio, A psicologia e seus campos de
atuação: demandas contemporâneas (p. 323). São Paulo: Cultura Acadêmica. Fonte:
http://www.culturaacademica.com.br/_img/arquivos/A_Psicologia_e_seus_campos_de_atu
acao.pdf
7. Frayze-Pereira, J. A. (1994). A questão da alteridade. Psicologia USP, 5(1-2), pp. 11-17.
Fonte: http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1678-
51771994000100002&lng=pt&tlng=pt.
8. Gonçalves, M. d., & Bock, A. M. (2009). A dimensão subjetiva dos fenômenos sociais. Em
A. M. (Org.), A dimensão subjetiva da realidade (pp. 116-157). São Paulo: Cortez Editora.
9. Merleau-Ponty, M. (2007). O visível e o invisível. São Paulo: Perspectiva.
10. Monnerat, G. L., & Souza, R. G. (2011). Da Seguridade Social à Intersetorialidade:
reflexões sobre a integração das políticas sociais no Brasil. R. Katál., 14(1), pp. 41-49.
Fonte: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1414-49802011000100005
11. Neto, W. M., Oliveira, W. A., & Guzzo, R. S. (2017). Discutindo a formação em Psicologia:
a atividade de supervisão e suas diversidades. Psicologia Escolar e Educacional, 21(3),
pp. 573-582. doi:10.1590/2175-353920170213111111
12. Wendt dos Santos, A. C., & Ojeda Ocampo Moré, C. L. (2011). Impacto da violência no
sistema familiar de mulheres vítimas de agressão. Psicologia ciência e profissão, 31(2).
13. Nórte, C. E., Caetano, T., & Meller, A. (2010). CRP, pra quê? Análise da percepção dos
estudantes de Psicologia sobre os Conselhos Regionais. Em CRP-RJ, FORMAÇÃO: ética,
política e subjetividades na Psicologia (pp. 26-41). Rio de Janeiro: CRP-RJ. Fonte:
http://www.crprj.org.br/site/wp-content/uploads/2016/04/livro_formacao.pdf
14. Sarriera, J. C., Silva, M. A., Pizzinato, A., Zago, C. U., & Meira, P. (2001). Intervenção
psicossocial e algumas questões éticas e técnicas. Em J. C. Sarrieira, Psicologia
comunitária: Estudos atuais (pp. 19-41). Porto Alegre: Sulina.
15. Soares, A., & Andrade Oliveira, J. (2012). Assédio moral no trabalho. Revista Brasileira de
saúde ocupacional, 37(126).
16. Chiuzi, R. M. (2012). Quando os contratos psicológicos de trabalho acontecem: o lugar do
cotidiano. Em S. Malvezzi, J. J. Orejuela, R. M. Chiuzi, J. J. Vesga, & W. A. Riascos,
Gramáticas actuales de la relación hombre-trabajo (pp. 59-74). Cali: Universidad de San
Buenaventura,.
17. Neubern, M. S. (2010). O terapeuta e o contrato terapêutico: em busca de possibilidades.
Estudos e Pesquisas em Psicologia, 10(3), pp. 882-897. Fonte:
http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1808-
42812010000300015&lng=pt&tlng=pt.

IX. REFERẼNCIAS COMPLEMENTARES


Amendola, M. F. (2014) Formação em Psicologia, demandas sociais contemporâneas e ética: uma
perspectiva. Psicologia Ciência e Profissão, 34 (4), 971-983, 2014.
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1414-98932014000400971
Bezerra, M. F. (2008). Acessibilidade ao trabalho: a inserção do deficiente no mercado de trabalho. Revista
de Direito do Trabalho: [São Paulo], São Paulo, v.34, n.130, p.165-181, abr. 2008
Branco, M.T.C. (1998). Que profissional queremos formar? Psicologia, Ciência e Profissão, 18(03), 28- 35.
Calligaris, C. (2004) Cartas a um jovem terapeuta: reflexões para psicoterapeutas, aspirantes e curiosos.
Rio de Janeiro: Campus, 176p.
Duran, A. P. (2001). Alguns dilemas na formação do psicólogo. In: R. Achcar, (Org.). Psicólogo brasileiro:
Práticas emergentes e desafios para a formação. São Paulo: Conselho Federal de Psicologia/ Casa
do Psicólogo, pp. 331- 371.
Freitas, M. H. (2001). Formação do psicólogo: desafios e perspectivas - a experiência da Universidade
Católica de Brasília. Temas em Psicologia, 9(01), 29-43.
Gondim, S. M. G. (2002). Perfil profissional e mercado de trabalho: Relação com formação acadêmica pela
perspectiva de estudantes universitários. Estudos de Psicologia, 7(02), 299-309.
Hirata, H. (2014). Gênero, classe e raça Interseccionalidade e consubstancialidade das relações sociais
. Tempo Social, 26(1), 61-73. doi:http://dx.doi.org/10.1590/S0103-20702014000100005
Instituto Ethos (2002). O que as empresas podem fazer pela inclusão das pessoas com deficiência/
coordenação Marta Gil. São Paulo: Instituto Ethos, 2002.
Lemos, G.L., Bueno, J.M., Silva, P., Genicolo, V.C. (2007). Referenciais de carreira e identidade profissional
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Molon, S. I. (2011) Notas sobre constituição do sujeito, subjetividade e linguagem. Psicologia em Estudo.
Maringá, v. 16, n. 4, p. 613-622, out./dez. 2011. http://www.scielo.br/pdf/pe/v16n4/a12v16n4
Morales, R. S. de; Américo, R. M., Maggi, N. R. (2016) Mediação e alteridade em Benveniste, Bakhtin e
Vygotsky. Cenários, Porto Alegre, n. 13, 1o semestre 2016.
http://seer.uniritter.edu.br/index.php/cenarios/article/view/1332
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Passos, E. S. Tendências da ética profissional na modernidade. Rev. Bras. Enferm., Brasília, v. 46. n. 10,
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Prado Filho, K. & Trisoto, S. “Psicologia, ética e formação de postura profissional”. Rev. Psicologia
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Silva, S. M. C. da; Pedro, L. G.; Silva, D. da; Rezende, D., & Barbosa, L. M. (2013). Estágio em psicologia
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98932004000400012&lng=pt&tlng=pt.
Teixeira, M. A. P. (2002). A experiência de transição entre a universidade e o mercado de trabalho na
adultez jovem. Tese de Doutorado, Instituto de Psicologia da Universidade Federal do Rio Grande do
Sul, Porto Alegre.
Teixeira, M.A.P., & Gomes, W.B. Estou me formando... e agora? Reflexões e Perspectivas de Jovens
Formandos Universitários. Revista Brasileira de Orientação Profissional, São Paulo, v.5, n.1, pp. 47-
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Toneli, M. J. F. Sobre o trabalho das mulheres: contribuições segundo uma analítica de gênero. Revista
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Disponível em: <https://periodicos.ufsc.br/index.php/rpot/article/view/6829/6312>. Acesso em: 15 mar.
2016.
Yamamoto, O. H. ; Oliveira, I.F. (2010) Política social e psicologia: uma trajetória de 25 anos. Psicologia:
Teoria e Pesquisa (UnB. Impresso), v. 26, p. 9-24. https://dx.doi.org/10.1590/S0102-
37722010000500002

XI. ATENDIMENTO AOS/ÀS ESTUDANTES:


O horário de atendimento extraclasse deverá ser previamente agendado pelo email mottacibele@gmail.com
ou diretamente com a professora ao término da aula.

*Observação: O cronograma pode sofrer alterações pontuais durante o semestre letivo, com avisos prévios
durante as aulas ministradas.