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Pontifícia Universidade Católica de Goiás

Escola de Engenharia
Engenharia Civil

MEMORIAL DESCRITIVO
PROJETO ESTRUTURAL DE EDIFÍCIOS

Anna Marinella Carizzio Monteiro


Caio Silva Ramos
Mauro Lukas Cardoso da Silva

Trabalho apresentado ao docente Marco


Aurélio Tavares Caetano como parte dos
requisitos para avaliação na composição de
nota na disciplina ENG 2026– Projetos
Estruturais de Concreto Armado.
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Goiânia, agosto de 2019

Pontifícia Universidade Católica de Goiás


Projetos Estruturais – Prof. Marco Aurélio Tavares Caetano – 2016/2
SUMÁRIO

1 OBJETIVO ................................................................................................................ 2
2 DIREITOS AUTORAIS ........................................................................................... 2
3 NORMAS TÉCNICAS DE REFERÊNCIA ............................................................. 3
3.1 Normas Essenciais: ............................................................................................ 3
3.2 Normas Complementares ................................................................................... 4
3.3 Normas Específicas ............................................................................................ 4
4 EXIGÊNCIAS DE DURABILIDADE ..................................................................... 5
4.1 Vida Útil de Projeto ........................................................................................... 5
4.2 Classes de Agressividade: .................................................................................. 6
5 OUTROS REQUISITOS DA NORMA DE DESEMPENHO .................................. 8
6 CONCRETO NA SITUAÇÃO DE INCÊNDIO ....................................................... 9
7 CARREGAMENTOS ADOTADOS ........................................................................ 9
7.1 Tabela de Cargas de Cada Pavimento da(s) Torre(s)......................................... 9
7.2 Arquivos de Referência Torre .......................................................................... 10
7.3 Tabela de Cargas de Cada Pavimento do Embasamento (Fundação ao Térreo)
10
7.4 Arquivos de Referência Embasamento ............................................................ 11
7.5 Alvenarias Adotadas Neste Projeto ................................................................. 11
7.6 Vento ................................................................................................................ 12
7.7 Sismos .............................................................................................................. 13
8 MATERIAIS ........................................................................................................... 13
8.1 Concreto Armado ............................................................................................. 13
8.2 Aço ................................................................................................................... 14
9 COBRIMENTOS .................................................................................................... 14
10 COMPATIBILIZAÇÃO DE PROJETOS ........................................................... 15
10.1 Arquitetura x Arquitetura ................................................................................. 15
10.2 Arquitetura x Código de Edificações de Goiânia ............................................ 15
11 MEMORIAL DE TOMADA DECISÃO ............................................................ 15
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1 OBJETIVO

Este documento tem como objetivo estabelecer os parâmetros, especificações e critérios


a serem considerados na concepção do projeto da estrutura em concreto armado referente
ao edifício Ísis.

Tal empreendimento situa-se na Avenida Borges de Medeiros com a rua Dr. Alter Cintra
de Oliveira, bairro de Praia das Belas, Centro Histórico, Porto Alegre - RS, 90020-024,
localizado próximo ao Parque Marinha do Brasil.

A concepção do projeto da estrutura contempla as características e objetivos de uso


fornecidos pelo contratante e constantes no projeto arquitetônico:

Prancha Conteúdo
1/7 Planta do Subsolo
2/7 Planta do Pav. Térreo e Quadro de áreas
3/7 Planta Baixa do Pav. Tipo e Detalhe do Barrilete e
Reservatório Superior
4/7 Planta de Situação, Detalhe do Barrilete e Reservatório
Superior e Corte AA’
5/7 Planta de Cobertura e Corte BB’
6/7 Fachada Frontal – Rua ABC e Detalhe da Entrada
7/7 Fachada Frontal – Rua DEF e Detalhe da Entrada

Caracterização da Obra:

Edifício habitacional, composto por 12 (doze) pavimentos tipo, totalizando 48 (quarenta


e oito) apartamentos. Subsolo destinado ao estacionamento. O térreo, amplo e
confortável, dispõe de play ground, vagas de estacionamento cobertas e salão de festas.

2 DIREITOS AUTORAIS

Este projeto é propriedade da Empresa de Engenharia DJED, filiada à Associação


Brasileira de Engenharia e Consultoria Estrutural – ABECE, sob o Nº XXX, não sendo
permitida sua utilização para qualquer finalidade que não se relacione com a execução
específica desta obra, sendo terminantemente vedada sua disponibilização a terceiros sem
o consentimento expresso do autor.

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No caso de o contratante submeter este projeto à Avaliação Técnica do Projeto, este


deverá comunicar à Empresa de Engenharia DJED. A Avaliação Técnica do Projeto
deverá se pautar nas recomendações da ABECE para esta atividade.

Este documento está baseado na Recomendação ABECE 003:2015 | Memorial Descritivo


do Projeto Estrutural.

3 NORMAS TÉCNICAS DE REFERÊNCIA

O presente projeto atende às normas vigentes da ABNT para edificações, Leis/Decretos


Municipais, Estaduais e Federais. Tais requisitos deverão ser atendidos pelo seu executor,
que também deverá atender ao que está explicitamente indicado nos projetos, devendo o
serviço obedecer às especificações do presente Caderno de Especificações.

Dentre as mais relevantes e que nortearam o serviço de desenvolvimento deste projeto de


estrutura de concreto armado, destacamos:

3.1 Normas Essenciais:

Norma Especificação
Concreto de cimento Portland - Preparo, controle e
ABNT NBR 12655:2006
recebimento - Procedimento
ABNT NBR 14931:2004 Execução de estruturas de concreto - Procedimento
ABNT NBR 6118:2007 Projeto de estruturas de concreto - Procedimento
ABNT NBR 05674:2012 Manutenção de edificações
ABNT NBR 6120:1980 Cargas para o cálculo de estruturas de edificações
ABNT NBR 6122:2010 projeto e execução de fundações
ABNT NBR 6123:1988 Forças devidas ao vento em edificações
Aço destinado a armaduras para estruturas de concreto
ABNT NBR 7480:2007
armado - Especificação
ABNT NBR 8681:2003 Ações e segurança nas estruturas - Procedimento
ABNT NBR 08681:2003 Ações e segurança nas estruturas – Procedimento
Exigências de resistência ao fogo de elementos construtivos
ABNT NBR 14432:2001
de edificações – Procedimento
ABNT NBR 15200:2012 Projeto de estruturas de concreto em situação de incêndio
Coletânea de Normas Técnicas - Edificações Habitacionais –
ABNT NBR 15575:2013
Desempenho

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Resistência ao Fogo dos Elementos de Construção, do Corpo


NT 08/2014
de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de Goiás

3.2 Normas Complementares

Norma Especificação
Concreto – Extração preparo ensaio e análise de
ABNT NBR 7680:2015 testemunhos de estruturas de concreto – Parte 1 - Resistência
à compressão axial
Concreto de cimento Portland - Preparo controle
ABNT NBR 12655:2015
recebimento e aceitação - procedimento
Diretrizes para elaboração de manuais de uso, operação e
ABNT NBR 14037:2014 manutenção das edificações – Requisitos para elaboração e
apresentação dos conteúdos
ABNT NBR 14931:2004 Execução de estruturas de concreto – Procedimento
Formas e escoramentos para estrutura de concreto – Projeto,
ABNT NBR 15696:2009
dimensionamento e procedimentos executivos
Reforma em edificações – Sistema de gestão de reformas –
ABNT NBR 16280:2015 Requisitos

3.3 Normas Específicas

Norma Especificação
Prova de carga em estruturas de concreto armado e
ABNT NBR 9607:2012 protendido –
Procedimento
ABNT NBR 6136:2007 Blocos vazados de concreto simples para alvenaria –
Requisitos
Alvenaria estrutural – Blocos de concreto – Parte 1 e 2
ABNT NBR 15961:2011

Alvenaria estrutural – Blocos cerâmicos – Parte 1 e 2


ABNT NBR 15812:2010

Parede de concreto moldada no local para a construção de


ABNT NBR 16055:2012 edificações

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4 EXIGÊNCIAS DE DURABILIDADE

4.1 Vida Útil de Projeto

Entende-se por Vida Útil de Projeto, o período estimado de tempo para o qual este sistema
estrutural está sendo projetado, a fim de atender aos requisitos de desempenho da NBR
15575-2 (Edificações habitacionais - Desempenho Parte 2: Requisitos para os sistemas
estruturais). Para tanto, estando conformidade com o prescrito nesta norma, este projeto
será executado a fim de se atender a vida útil estabelecida de 50 anos.

Foram considerados e atendidos neste projeto os requisitos das normas pertinentes e


aplicáveis a estruturas de concreto, o atual estágio do conhecimento no momento da
elaboração do mesmo, bem como as condições do entorno, ambientais e de vizinhança
desta edificação, no momento das definições dos critérios de projeto.

Outras exigências constantes nas demais partes da NBR 15575, que impliquem em
dimensões mínimas ou limites de deslocamentos mais rigorosos que os que constam da
NBR 6118, para os elementos do sistema estrutural, deverão ser fornecidas pelos
responsáveis das outras especialidades envolvidas no projeto da edificação, sendo estes
responsáveis por suas definições.

Para que a Vida Útil de Projeto tenha condições de ser atingida, se faz necessário que a
execução da estrutura siga fielmente todas as prescrições constantes neste projeto, bem
como todas as normas pertinentes à execução de estruturas de concreto e as boas práticas
de execução.

O executor das obras deverá se assegurar de que todos os insumos utilizados na produção
da estrutura atendem as especificações exigidas neste projeto, bem como em normas
específicas de produção e controle, através de relatórios de ensaios que atestem os
parâmetros de qualidade e resistência; o executor das obras deverá também manter
registros que possibilitem a rastreabilidade destes insumos.

Eventuais não conformidades executivas deverão ser comunicadas a tempo ao Escritório,


indicado no item 2 deste documento, para que venham a ser corrigidas, de forma a não
prejudicar a qualidade e o desempenho dos elementos da estrutura.

Atenção especial deverá ser dada na fase de execução das obras, com relação às áreas de
estocagem de materiais e de acessos de veículos pesados, para que estes não excedam a
capacidade de carga para as quais estas áreas foram dimensionadas, sob o risco de
surgirem deformações irreversíveis na estrutura.

A construtora ou incorporadora deverá incluir no Manual de Uso Operação e Manutenção


dos Imóveis, a ser entregue ao usuário do imóvel, instruções referentes à manutenção que
deverá ser realizada, necessária para que a Vida Útil de Projeto tenha condições de ser
atingida, conforme itens 12 e 13 deste documento.

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Desde que haja um bom controle e execução correta da estrutura, que seja dado o uso
adequado à edificação e que seja cumprida a periodicidade e correta execução dos
processos de manutenção especificados no Manual de Uso, Operação e Manutenção dos
Imóveis, a Vida Útil de Projeto do sistema estrutural terá condições de ser atingida e até
mesmo superada.

A Vida Útil de Projeto é uma estimativa e não deve ser confundida com a vida útil efetiva
ou com prazo de garantia. Ela pode ou não ser confirmada em função da qualidade da
execução da estrutura, da eficiência e correção das atividades de manutenção periódicas,
de alterações no entorno da edificação, ou de alterações ambientais e climáticas.

4.2 Classes de Agressividade:

Tabela 6.1 – Classes de agressividade ambiental

Classe de Classificação geral do Risco de


Agressividade Agressividade tipo de ambiente para deterioração da
ambiental efeito de projeto estrutura
Rural
I Fraca Insignificante
Submersa
II Moderada Urbanaa,b Pequeno
a
Marinha
III Forte Grande
Industriala,b
Industriala,b
IV Muito Forte Elevado
Respingos de Maré
a) Pode-se admitir um microclima com uma classe de agressividade mais branda (uma
classe acima) para ambientes internos secos (salas, dormitórios, banheiros, cozinhas e
áreas de serviço de apartamentos residenciais e conjuntos comerciais ou ambientes com
concreto revestido com argamassa e pintura).

b) Pode-se admitir uma classe de agressividade mais branda (uma classe acima) em
obras em regiões de clima seco, com umidade média relativa do ar menor ou igual a
65%, partes da estrutura protegidas de chuva em ambientes predominantemente secos
ou regiões onde raramente chove.

c) Ambientes quimicamente agressivos, tanques industriais, galvanoplastia,


branqueamento em indústrias de celulose e papel, armazéns de fertilizantes e indústrias
químicas.
ABNT NBR 6118:2014

Justificativa:

Trata-se de um local urbano residencial, situado em frente ao Lago Guaíba.

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Tabela 7.1 – Correspondência entre classe de agressividade e qualidade do concreto

Concreto a Tipo b, c Classe de agressividade (Tabela 6.1)


I II III IV
Relação água/ cimento em CA ≤ 0,65 ≤ 0,60 ≤ 0,55 ≤ 0,45
massa CP ≤ 0,60 ≤ 0,55 ≤ 0,50 ≤ 0,45
Classe do concreto (ABNT CA ≥ C20 ≥ C25 ≥ C30 ≥ C40
NBR 8953) CP ≥ C25 ≥ C30 ≥ C35 ≥ C40
a) O concreto empregado na execução das estruturas deve cumprir os requisitos
estabelecidos na ABNT NBR 12655.
b) CA corresponde e elementos estruturais de concreto armado.
c) CP corresponde e elementos estruturais de concreto protendido.
ABNT NBR 6118:2014

Tabela 7.2 - Correspondência entre classe de agressividade ambiental e cobrimento


nominal para Δc = 10mm

Classe de agressividade ambiental


Componente ou
Tipo de (tabela 6.1)
elemento
estrutura I II III IV
Cobrimento nominal (mm)
Lajeb 20 25 35 45
Concreto
Viga/Pilar 25 30 40 50
armado
Elementos estruturais em
30 40 50
contato com o solod
Concreto Laje 25 30 40 50
protendido a Viga/Pilar 30 35 45 55
a) Cobrimento nominal da bainha ou dos fios, cabos e cordoalhas. O cobrimento da
armadura passiva deve respeitar os cobrimentos para concreto armado.

b) Para a face superior de lajes e vigas que serão revestidas com argamassa de
contrapiso, com revestimentos finais secos tipo carpete e madeira, com argamassa de
revestimento e acabamento, como pisos de elevado desempenho, pisos cerâmicos,
pisos asfálticos e outros, as exigências desta tabela podem ser substituídas por 7.4.7.5,
respeitado um cobrimento nominal ≥15 mm.

c) Nas superfícies expostas a ambientes agressivos, como reservatórios, estações de


tratamento de água e esgoto, condutos de esgoto, canaletas de efluentes e outras obras
em ambientes química e intensamente agressivos, devem ser atendidos os cobrimentos
da classe de agressividade IV.

d) No trecho dos pilares em contato com o solo junto aos elementos de fundação, a
armadura deve ter cobrimento nominal ≥45 mm.

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ABNT NBR 6118:2014

Justificativa:

Comentário 1:

Reservatório todo impermeabilizado (vigas-parede, lajes de fundo e tampa), sendo


computados no cobrimento mínimo específico da classe IV;

Comentário 2:

Os pilares do muro de contenção serão revestidos por argamassa polimérica, auxiliando


na computação do cobrimento.

Observação Importante quanto à Durabilidade:

Deve ser garantida a resistência do concreto correspondente à Classe de Agressividade,


independente da capacidade de a estrutura absorver valores menores, quando da
verificação de concreto não conforme.

Na análise de concreto não conforme deve ser justificada, por profissional habilitado, a
manutenção da durabilidade da estrutura.

5 OUTROS REQUISITOS DA NORMA DE DESEMPENHO


Embora conste na parte 2 da NBR 15575:2013 (Desempenho Estrutural) que as alvenarias
de vedação devem resistir aos impactos de corpo mole e corpo duro, esse
dimensionamento não é escopo do projeto estrutural. O dimensionamento para o
atendimento destes ensaios deverá ser desenvolvido em projeto específico por
profissionais especializados em projetos de alvenarias.

Nos projetos das alvenarias de vedação e de compartimentação deverão ser previsto o


encunhamento junto às lajes e vigas de maneira a permitir as deformações diferidas destas
peças, conforme os valores que constam nos desenhos das curvas de isovalores de
deslocamentos.

Os projetos de alvenaria de vedação devem contemplar ainda as movimentações


decorrentes da fluência e retração do concreto, assim como decorrentes de carregamentos
adicionais e da variabilidade de suas características mecânicas que introduzem
deformações impostas nas vedações.

As considerações de incêndio, acústica e térmica também não são escopo do projetista de


estrutura.

As espessuras das lajes definidas neste projeto atendem aos estados limites últimos, bem
como aos estados limites de serviço, assim como a espessura mínima para a

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compartimentação em caso de incêndio. O desempenho acústico e térmico das lajes


deverá ser objeto de análise por profissionais especializados nestas áreas.

6 RESISTÊNCIA DA ESTRUTURA DE CONCRETO NA SITUAÇÃO


DE INCÊNDIO
Conforme a NBR 15200:2012, a ação de incêndio pode ser representada por um intervalo
de tempo de exposição ao incêndio padrão. Esse intervalo é o Tempo Requerido de
Resistência ao Fogo (TRRF), definido a partir das características da construção e do seu
uso, segundo NT 08/2014.

Conforme laudo do consultor de incêndio, permite-se a redução de 30 min. (conforme


indicado no item 5.3.2.2, da NT 08/2014) no valor do TRRF.

Para os parâmetros deste projeto e considerações acima, o valor final da TRRF é de 120
min. Em concordância com a Tabela A, contida na NT 08/2014, onde o presente
empreendimento se enquadra no grupo A, cuja ocupação se refere ao uso residencial, e
classe P5, uma vez que a altura se encontra no intervalo 30m < h ≤ 80m.

Sendo que, segundo o item do Anexo A.2.5 o TRRF das vigas secundárias, conforme
item 5.17 da NT, das edificações com até 80 m de altura, não carece ser maior que 90
min.

7 .CARREGAMENTOS ADOTADOS
7.1 Tabela de Cargas de Cada Pavimento da(s) Torre(s)

CARREGAMENTOS
Pavimento Acidentais Permanentes
(Utilização)
Cobertura kg/m² kg/m² Impermeabilização + proteção mecânica
Casa de kg/m² kg/m² Geral (máquinas)
Máquinas Mesa elevadores (equipamentos)
Barrilete kg/m² kg/m² Geral (impermeabilização + prot mecânica)
Barrilete (equipamentos)
Reservatórios
Pavimento Tipo kg/m² kg/m² Geral (regularização + revestimento)
kg/m Varandas (regularização + revestimento
+ impermeabilização)
Carga linear na ponta da varanda

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7.2 Arquivos de Referência Torre

Os arquivos de arquitetura tomados como referência para determinação das cargas do 1º


pavimento à cobertura foram:

Pavimento Arquivo
Cobertura
Casa de Máquinas
Barrilete
Pavimento Tipo

7.3 Tabela de Cargas de Cada Pavimento do Embasamento (Fundação ao Térreo)

CARREGAMENTOS
Variáveis
Pavimento Permanentes
(Utilização)
Regularização +
Térreo Interno kg/m² kg/m²
revestimento
Impermeabilização +
Térreo Externo kg/m² kg/m² proteção mecânica +
revestimento
Subsolos kg/m² kg/m² Contrapiso/regularização
Impermeabilização +
Reservatório Inferior kg/m² kg/m²
proteção mecânica
Notas:

a) Ver representação gráfica dos carregamentos no anexo A

b) Ver recomendação para sinalização da entrada de garagens no Anexo B

Observações para as cargas de Térreo Externo:

 Nas lajes que servirem como garagens elevadas onde seja possível que os veículos
colidam com as vedações de periferias, está prevista a carga horizontal concentrada com
intensidade de 25kN, aplicada a 50 cm a partir do piso, a ser resistida por estrutura de
concreto no embasamento das elevações.
 Morrotes e árvores conforme planta de paisagismo;
 Piscinas conforme planta de arquitetura / paisagismo;
 Está prevista a carga de caminhão de bombeiro, conforme NT06, nas regiões indicadas
nos projetos específicos.

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7.4 Arquivos de Referência Embasamento

Os arquivos de arquitetura tomados como referência para determinação das cargas do


embasamento foram:

Pavimento Arquivo
Térreo
Subsolo
Paisagismo

7.5 Alvenarias Adotadas Neste Projeto

Foram colocadas na posição indicada nas plantas de arquitetura, sendo que as cargas
devem respeitar o quadro abaixo:

VEDAÇÕES: ALVENARIA DE BLOCO CERÂMICO


Descrição Revestimento (cm) Cargas (kg/m²)
Parede 9 cm – seca/seca 2,0
Parede 9 cm – úmida/úmida 5,0
Parede 9 cm – seca/úmida 3,5
Parede 14 cm – seca/seca 2,0 212
Parede 14 cm – úmida/úmida 5,0 209
Parede 14 cm – externa/externa 8,0
Parede 14 cm – seca/úmida 3,5
Parede 14 cm – seca/externa 5,0
Parede 14 cm – úmida/externa 6,5
Parede 19 cm – seca/seca 2,0
Parede 19 cm – úmida/úmida 5,0
Parede 19 cm – externa/externa 8,0
Parede 19 cm – seca/úmida 3,5
Parede 19 cm – seca/externa 5,0
Parede 19 cm – úmida/externa 6,5
Observações para as Vedações:
Em comum acordo com o contratante, foram consideradas em todos os
pavimentos alvenarias de bloco cerâmico;

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7.6 Vento

O valor da Velocidade Básica do Vento, V0, foi


adotado pela figura que se segue, reproduzida da
NBR 6123:1988.

Direções do vento adotadas:

Parâmetros de vento adotados neste projeto:

PARÂMETROS DE VENTO
V0 – Velocidade Básica (m/s) 50,00
S1 – Fator do Terreno 1,0
EU NÃO SEEEI, fica em frente a
um parque que está em frente à
S2 – Classe de Rugosidade
lagoa, e em seus arredores tem
poucos prédios (h> 40m)
S2 – Classe da Edificação Classe C
S3 – Fator Estatístico 1,0
Ângulo 90°
Coeficiente Ângulo 270°
de Arrasto C.A. Ângulo 0°
Ângulo 180°

Justificativas:

Classe de Terreno: Plano


Classe de Rugosidade:
Classe de Edificação: h> 40m
Fator Estatístico: Edificação para residência (Grupo 2,
NBR 6123/1988)

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7.7 Sismos

Mapeamento da aceleração sísmica horizontal


característica no Brasil para terrenos da classe B
(“rocha”).

Para as estruturas localizadas na Zona sísmica 0,


nenhum requisito de resistência sísmica é exigido,
conforme indicado na ABNT NBR 15421:2006.
Caso em que se enquadra o referente
empreendimento.

8 MATERIAIS
8.1 Concreto Armado

Tabela 8.1 - Valores estimados de módulo de elasticidade em função da resistência


característica à compressão do concreto (considerado o uso de granito como
agregado graúdo)

Classe de
C20 C25 C30 C35 C40 C45 C50 C60 C70 C80 C90
resistência
Eci (GPa) 25 28 31 33 35 38 40 42,2 43 45 47
Ecs (GPa) 21 24 27 29 32 34 37 40 42 45 47
α1 0,85 0,86 0,88 0,89 0,9 0,91 0,93 0,95 0,98 1,00 1,00
ABNT NBR 6118:2014

𝐸𝐶𝑆 = ∝𝑖 . 𝐸𝑐𝑖 = ∝𝑖 . ∝𝑒 . 5600. √𝑓𝑐𝑘

𝑓𝑐𝑘
∝𝑖 = 0,8 + 0,2 .
80

Onde αe depende do agregado. Considerando este como micaxisto, característico da


região de Goiás, seu valor é de 0,9. Desta forma, obtemos:

𝐸𝐶𝑆 = 21735 𝑀𝑃𝑎

Concreto adotado neste projeto:

ELEMENTOS ESTRUTURAIS EM GERAL


PROPRIEDADE Todos os Pavimentos
Resistência característica (fck ) 25,00 MPa
Resistência fckj para etapas construtivas MPa
Módulo de deformação tangente inicial GPa
mínimo

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Fator água-cimento máximo 0,60

Observação Importante:

Para a produção do concreto foi considerada a utilização de agregado graúdo de origem


granítica (granito), em especial na avaliação do módulo de elasticidade. Caso sejam
utilizados outros tipos de agregados graúdos, o valor do módulo de elasticidade deverá
ser ajustado conforme item 8.2.8 da NBR 6118:2014, devendo ser definido antes do início
do projeto.

Recomendação Importante:

Para o bom desempenho da estrutura de concreto, e também redução de custo da mesma,


recomenda-se a contratação de tecnologista do concreto com o objetivo de desenvolver o
traço do concreto a ser empregado na obra, bem como orientar sobre os procedimentos
de cura e desforma.

8.2 Aço

Aço CA-50 / CA-60

9 COBRIMENTOS
Conforme escrito na NBR 6118:2014 item 7.4.7.4, quando houver um adequado controle
de qualidade e rígidos limites de tolerância da variabilidade das medidas durante a
execução, pode ser adotado o valor Δc = 5 mm (cobrimento mínimo acrescido da
tolerância de execução), mas a exigência de controle rigoroso deve ser explicitada nos
desenhos de projeto. Permite-se, então, a redução dos cobrimentos nominais prescritos na
tabela 7.2 em 5 mm.

Conforme escrito na NBR 6118:2014 item 7.4.7.6, para concretos de classe de resistência
superior ao mínimo exigido, os cobrimentos definidos na Tabela 7.2 da NBR 6118:2014
podem ser reduzidos em 5 mm.

Cobrimentos adotados neste projeto


Classe de agressividade ambiental CAA II
Cobrimentos Todos os pavimentos
Lajes (Positiva/Negativa) 3
Vigas 3
Pilares 3
Blocos sobre estacas / Sapatas 5
Reservatórios (sem contato com o solo) 5
Reservatórios (em contato com o solo) 5

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Tampa de Reservatório 5

Justificativa e condições necessárias para a adoção destes cobrimentos:

Comentário 1:

Os pilares do muro de contenção serão revestidos por argamassa polimérica, que auxiliará
na computação do cobrimento que, como exposto na tabela 7.2, deve ser superior ou igual
a 4,5cm.

10 COMPATIBILIZAÇÃO DE PROJETOS
10.1 Arquitetura x Arquitetura

Estudando-se o projeto que foi submetido, foram constadas incompatibilidades entre os


elementos e detalhes das pranchas. Tais como:

1-

10.2 Arquitetura x Código de Edificações de Goiânia

Foram encontradas também divergências quanto ao Código de Edificações. Podendo-se


citar:

1-

11 MEMORIAL DE TOMADA DECISÃO

11.1 Reservatório:

Optou-se por não se executar o dente nas bordas deste.

Quanto a estrutura, adotou-se a execução de vigas-parede convencionais, sem o auxílio


de pilares.

Atenta-se, ainda, ao fato de ter nascido um pilar na cobertura a fim de se sustentar a laje
do reservatório. Para tanto, devido à sobrecarga, adotou-se a dimensão de (20x72) cm,
para se atender a um área de ≥1000cm².

11.2 Pavimento Tipo:

Para atender a premissa de lajes retangulares, as vigas passadas acabam por cortar
ambientes como a sala de estar/jantar e suítes. Isto, devido ao fato de tentar melhor
dimensionar as estruturas, evitando o emprego de vigas muito curtas, sendo assim, lajes

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de dimensões menores, que requisitariam ou uma maior quantidade de pilares, ou um


maior apoio de viga sob viga, complicando a execução e aumentando o custo, uma vez
que o volume geral da estrutura aumentaria. Para tanto, prevê-se o emprego de forros
nestes locais, acobertando as referidas estruturas.

Para se evitar as quinas, causadas pelas saliências dos pilares em relação à alvenaria, os
requadros foram jogados para a fachada. Quanto aos internos, optou-se por dispô-los
centrados, a fim de o acabamento nivelá-los à parede. Excetua-se os pertinentes às caixas
de elevador e escada, tendo em vista que não se pode haver obstáculos no percurso do
elevador e não se alterar o patamar de acesso das escadas ao corredor.

Atentou-se, também, para a verificação da disposição dos pilares dessa planta em relação
ao térreo e subsolo, pretendendo-se escondê-los nas alvenarias e não prejudicando muito
o arranjo do estacionamento, bem como das áreas de acesso livre, como salão de festa e
halls.

Na escada, a fim de se atender dois patamares com única viga, foi-se utilizado vigas nas
dimensões (14x82) cm em quase todas a laterais da caixa de escada, exceto a que possui
abertura de acesso, uma vez que impediria o posicionamento desta. Contudo, observando-
se a estrutura da escada, observa-se, que o pilar situado próximo ao shaft necessita ter
dimensões que ultrapassem este, uma vez que receberá a viga VE3, que não se encontra
logo acima da VE1.

11.3 Pavimento Térreo:

Observou-se que o emprego de um dos pilares do tipo interferem na porta de acesso ao salão
de festa. Para tanto, como medida paliativa, optou-se por utilizar de duas aberturas, ao lado
desta estrutura.

Optou-se pela junta de dilatação cruzada, de forma a obedecer o vão máximo de 30m,
estabelecido no item 3.1.1.4 da NBR 6118:1980, uma vez que as dimensões do terreno
extravasam esse valor. Para a execução destas, utilizou-se do uso de consolos, tendo em
vista, sobretudo, a economia de material e espaço.

Atenta-se para a presença de gradis, janelas de ventilação, cobogós

A rampa, por sua vez, foi adotada apoiada na terra, frente a maior praticidade de execução
in situ.

GUARITA

11.4 Subsolo:

Os pilares do muro de contenção referentes ao muro paralelo à rua DEF foram dispostos
paralelos a este, mesmo não sendo estruturalmente a melhor opção, uma vez que a
solicitação ocorre na eixo de menor inércia. Contudo, esta foi a forma de não se reduzir a
passagem destinada ao tráfego de veículos no estacionamento (5,0 m).

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ESQUEMAS ESTÁTICOS DAS VIGAS

ESCADA

Parede em bloco de argamassa de 9 cm de largura e uso de reboco nas duas faces,


computando 5 cm. Deste modo, o peso da parede resulta em:

Par= 293 (kgf/m²) * 2,8 (m) = 820,40 kgf/m

Para construção dos sistemas estáticos, dispõe-se em tabela os carregamentos pertinentes


a cada trecho. Em seguida, é apresenta-se os mesmos, bem como reações de apoio.

Reações
Carregamentos
Máximas
Viga
M V
Trecho 01 Trecho 02 Trecho 03
(kN.m) (Kn)
VE1 Par PP82 RLE2 Par PP82 Par PP82 RLE3
820,4 287 2516,6 820,4 287 820,4 287 1238,7 60,2 63,9
3623,97 1107,4 2346,1
Par PP82 RLE4 Par PP82 Par PP82 RLE3
VE2 820,4 287 1238,7 820,4 287 820,4 287 1213,52 47,9 56,6
2346,1 1107,4 2320,918
PP45 RL9 RLE1 RV8 Par PP82 Par PP82 RLE4
VE3 157,5 140,2 1532,5 2,8 820,4 287 820,4 287 1238,7 54,5 49,9
1830,22 1107,4 2346,1

Onde:

Par = parede;

PP82= Peso Próprio da Viga de 82 cm de altura;

RLE3= Reação da Laje da Escada 3;

RL9= Reação da Laje 9,

RV8= Reação da Viga 8, etc.

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Figura 1 - Vk(kN) VE1

Figura 2 - M(kN.m) VE1

Figura 3 - Vk(kN) VE2

Figura 4 –M (kN.m) VE2

Figura 5 –Vk(kN) VE3

Figura 6 –M (kN.m) VE3

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PAVIMENTO TIPO

Figura 7 –Vk (kN) V1=V18

Figura 8 – M (kN.m) V1=V18

Figura 9 – Deformada V1=V18

Figura 10 –Vk (kN) V2=V16

Figura 11 – M (kN.m) V2=V16

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Figura 12 – Deformada V2=V16

Figura 13 –Vk(kN) V3=V17

Figura 14– M (kN.m) V3=V17

Figura 15 – Deformada V3=V17

Figura 16– Vk(kN) V4

Figura 17 –M (kN.m) V4

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Figura 18 – Deformada V4

Figura 19 – Vk(kN) V5

Figura 20 – M (kN.m) V5

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Figura 21 – Vk(kN) V6=V12

Figura 22 – M (kN.m) V6=V12

Figura 23– Vk(kN) V7

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Figura 24– M (kN.m) V7

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Figura 25– Vk(kN) V8

Figura 26– M (kN.m) V8

Figura 27– Vk(kN) V9

Figura 28 – M (kN.m) V9

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Figura 29 – Vk(kN) V10

Figura 30 – M (kN.m) V10

Figura 31 – Vk(kN) V11

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Figura 32 – M (kN.m) V11

Figura 33 – Vk(kN) V12

Figura 34 – M (kN.m) V12

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Figura 35 – Vk(kN) V19

Figura 36 – M (kN.m) V19

Figura 37 – Vk(kN) V20

Figura 38 – M (kN.m) V20

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Figura 39 – Vk(kN) V21=V22

Figura 40 – M (kN.m) V21=V22

Figura 41 – Vk(kN) V23

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Figura 42 – M (kN.m) V23

Figura 43 – Vk(kN) V24

Figura 44 – M (kN.m) V24

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Figura 45 – Vk(kN) V25

Figura 46 – M (kN.m) V25

Figura 47 – Vk(kN) V26

Figura 48 – M (kN.m) V26

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Figura 49 – Vk(kN) V27=28

Figura 50 – M (kN.m) V27=28

Figura 51 – Vk(kN) V29

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Figura 52 – M (kN.m) V29

Figura 53 – Vk(kN) V30=31

Figura 54 – M (kN.m) V30=31

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Figura 55 – Vk (kN) V32

Figura 56 – M (kN.m) V32

Figura 57 – Vk(kN) V33

Figura 58 – M (kN.m) V33

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