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W\tledidles ee wane Kon Wired tece, Ge “ya es eee [1 | Como as Criangas Adquirem Conceitos Numéricos? KAM), Covatiirce HOUSMpe), Bal Durante os ultimos 20 anos, tenho perguntado a educadores em todas as ‘sano rever a hase epistemol6gica por tras de stia pesquisa 16 _ Constance Kamit [ Criangas Pequenas Reinventam a Aritmética 17 EMPIRIS CONSTRUTIVISMO PIAGETIANO 0 do conhec do raciocinio empi- RACIAL) boa forma de estudar a evolucao do conhecimento e mpi ome ‘ | Hip Coteenadar seu deserved has criangas. Seu estudo de criancas foi, lo ni jo de ensamos que sabemos?" e “Como sabemes que o que pensamos que sabemos | de pein society fceiptinias a gah a is Or . "0 ey a | : ‘Os empiristas (como Locke, Berkeley ¢ Hume) argumentavam basica- am ser entendids a luz deste ceaario. ie que 0 ¢ a individuo e que cle é internalizado stravés dos sentidos. Eles argumentavam também gue 0 indivé. duo a0 nascer é como na tébula rasa’ na qual as experiéncias sao “escritas” ‘A NATUREZA DO CONHECIMENTO LOGICO-MATEMATICO & medida que cle cresce. Conforme afirmou Locke em 1660: "Os sentidos, a . Principio, deicam entrar idéias particulares suprem a estante ainda varia, « ‘Trés tipos de conhecimento om a mente paso a passo tornando-se cada vez mais familiarizada com alg. ec tas delas, elas so alojadas na meméria” (1947, p. 22), Piaget (1967 a 1971, 1945 a 1951) diferenciava «és tipos de conhecimen- Os racionalistas (como Descartes, Spinoza e Kant) no negavam a impor- to de acordo com suas fontes ¢ modes finais de estruturagao: conhecimento c i ‘que a raaio € a i i vic entre as duas Outros exemplos de relagdes que o individuo pode criar entre as dua f i 5 de vista de peso, as duas fichas sto {Ne Rt Filos, No espritismo mai radical, estado de indevecminagéo completa, de vazio fichas sia 0 mesmo peso e duas. Do ponta. ss {otal ue ractrica x meme, anes de qualauer experienc (iciondrio Aurdi da Ligon ‘a mesma Se 0 individuo quer pensar sobre as mesinas fichas numericamente, Portuguesa). Criangas Pequenas Reinventam a Aritmética 19 0 vere spines center dire. Speen as luas carrei fichas, poderiamos ilustrar outras relacoes como “semelhante’, “diferente” o “o mesmo peso” {AS ctiaacas continuam a construir 0 conhecimento lbgico-matemitico es tabelecendo as mesmas relagbes feias anteriormente. Por exemple, coorla: fando a relacao de “mesmo” e “diferente as criangas se tomam capazes de ‘ha outre carreira (ver Figura 1.1). As seguintes pergun- Sacer ee ae longo de cada carreira), ou ha mais aqui (indican- dovung cara} oma indian outa cream vor’ sabe?” z 0s dois al : denimauretenciados por Piaget. Revisemos prieiro a tarefa de cnsenagho- que ‘esclarecera as diferencas entre os tés tipos de conhecimento, 0 © 0 © 0 © © o Atarefa de conservacéio-de-niimero 00000000 ‘Conservacan de mimero refere-se i nossa capacidade de dedi a sobre conservacéo. Ineio de raciocinio Idgico matemstic, que a quantidade de uma colerda ton Plgura 1.1.0 aranjo das fichas quando ¢ fei 3 pergunin ‘Manece a mesma quando set ranjo espacial € sua aparéncia empirica so ‘Material: Aproximadamente 40 fichas: 20 vermelhas ¢ 20 amuis. Procedimento A. Igualdade Ocatrevistador faz. uma carreira de 8 fichas azuis e pede para a erian- 8 colocar a mesma quantidade de fichas vermelhas (“aatas quanto”, “o mesmo tanto", ete). 20 Constance Kami Os trés niveis encontrados Nivel 1. As criangas nao podem fazer um conjunto que tenha mesmo nuimero. Ajgumas delas colocam todas as fichas vermelhas con- forme mositado na Figura 1.2a. Has param ce colocar ichas @ ©00CC00”0 ® 20000000 Nivel 3. Ascriangas sao. = & 2 ‘conservadoras. Elas dio respostas corretas a todas com um dos trés seguiates argumren ® | dcham que as das earelrc tem a mesa quantdadee Criangas Pequenas Reinventam a Arimética 21 ‘+ "Hd tantas fichas azuis quanto vermelhas, porque voce nic \crescentou nenhuma, nem tirow nenhuma” (0 argumento Abstragao empirica e construtiva Na abstragao empfrica, focalizamo-nos em uma determinada proprieda- de do objeto e ignoramos as outras. Por exemplo, quando abstraimes a cor de tum objeto, simplesmente ignoramos as outras propriedades como peso ¢ © ‘material com. eto ¢ feito (pléstico ou vidro, por exemplo). ve fazer relagdes mentais entre um ou mais ‘objetos, como “o mesmo”, “semelhante”, “diferente” ¢ “dois”. Conforme afir ‘mado anteriormente, essas relagies ndo tém uma existéncia na realidade ex- terna, A semelhanga ou diferenga entre uma ficha ¢ outta € construida, ou ficil de entender. Criancas Pequenas Reinventarn a Aritmética 23 “oite” @ 00000000) tornarem urna gota) Inversamente, n3o poderiamos construir o conhecimento como o eonhecimento de “vermelho", se néo tivéssemos a a r presonga de inclusie hierixquiea na mente de um dois, trés € assim por diante, so nomes para elementos individuais, ‘série, como “segunda-feira, terca-feira, quarta feira” c assim por diante. ‘essa crianga, a palavra oito representa 0 Lltimo objeto na série e nto 0 -gnupo inteiro. ~~” Para quantificar um conjunto de objetos numericamente, a erianga deve ‘eoloci-los em uma relagio de incluséo hierarquica. Esta relacao, mostrada na Figura 1.3b, significa que a crianga inclui mentalmente “um” em “dois", “dois” ‘em “trés’, “trés” em “quatro” c assim por diante. Quando Ihe sio apresentados rianga de quatro anos para con- « freqiientemente os contam cor itavo objeto, dizendo “Aquele” 4 que, para essa erianea, as pala- 24 Constance Kami or volta dos sete a oito anos de idade, o pensamento da maioria das ‘tiancas torna-se suficientemente mével para ser reversivel. Reversibiidade fefero-oc capacidade de realizar mentalmente duas agdes opostassimultanen ivi a Griangas Pequenas Reinventam a Aritméticn 25 Griangas Pequenas Reinventam a Aritmética 29 ssi lizagdo do ambiente. Ambes provaram cientifica~ ‘ Set rsiorg ‘e ambos foram validados em todo o mundo. (Opper, 1977) estdo enire as investigagies \poio inequivoco 4 afir- ‘magio de que as criancas em todo 0 mundo se tornam capazes de conservar quantidades continuas ¢ descontinuas. Foi demonstrado que criancas de po. ‘vos indigenas como os Ahorigenes na Austrdlia (Dasen, 1974; De Lemos, 1969) cos Atayal em Taiwan (Kohlberg, 1968) também consecvam sem qual ‘quer instrugio. ‘As idades em que a conservacZo ocorre variam de um grupo para outio, ‘mas a sua ocorréncia permanece incontestavel. Pesquisadores que estudaram ‘riangas surdas (Furth, 1966), eriangas cegas (Hatwell, 1966) ¢ ctiancas ¢ “$08, pelas criancas, pode ser explicada apenas pelo construtivismo de Piaget. ‘E verdade que 0s seres humanos podem ser condicionades, mas ha muito ‘ais em relacio a0 conhecimento humano do que animais c criangas peque ipétese fol amplamente validada em 1980-81 e 1981.82 peles alu- série de Georgia DeClark (Kami, 1985), Ela continua a ser compro- vada a cada ano em muitas outras salas de aula nos Estados Unides ¢ em ‘outros paises. _ a seguir, a relacdo entre behavioris- Mo e construtivismo de Piaget Arelagio entre as teorias geoeéntrica € helineénirica do universo. A teoria geocéntrica existiu primeiro c baseava-se ‘Ro senso conum. A teoria heliocéntrica foi além da teoria pritnitiva abrangen- do a antiga. Um fendmeno interessante em uma revolueao cientifica & que, embora A IMPORTANCIA DE UMA TEORIA GIENTEFICA EXPLANATORIA Criangas Pequenas Reinventam a Aritmedica 31 Figura 1.5 As sclacdes entre (a) behavioricmo e construtivisme de Piaget, (b) as teor ‘seocénirica © heliocéntrien ¢ (c) geometsiaeuelidiana e ndo-euelidiana mesma forma ainda 6 verdadeiro, do ponto de vista limitado do comporta mento superficial, que 0 exercicio e 0 reforgo “funcionam.” De uma perspec tiva mais profunda e de mais longo alcance, entretanto, nao acreditamos ‘mais que 0s seres humanos adquirem conhecimento por internalizacao, te- forgo ¢ condicionamento. tie Ouaz 9 & @@08eee08 bo N OLIO 3135S SIFS OONID OUNLVND S3uL Siod 6 BAO! VOINOMY YAH OYSVIONI AG ZVLMV2