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Apresenta:

ELABORADO POR:
MOACIR R. S. JUNIOR – IGARAPÉ GRANDE - MA
Imagine uma série de números aleatórios,
retirados de algumas estatísticas reais, tais com
a população atual de todos os países do mundo.
Agora faça uma
estatística pra
saber quais dos
9 algarismos
mais aparecem
e quais menos
aparecem como
o primeiro dígito
nos números
das populações
de cada país.
Ou seja, no
meio desses
números
aleatórios,
quem aparece
mais? Os que
começam
com o dígito
1, com o
dígito 2, ou
com o dígito
9?
Podemos
pensar que
todos os 9
algarismos
têm a mesma
chance de
aparecerem
como o 1.º
dígito de cada
número.
Pela Lei das
Probabilidades,
todos os
algarismos (1, 2,
3, 4, 5, 6, 7, 8 e 9)
tem 11% de
chance de
aparecer num
pacote de
números
aleatórios
Num jogo
como a
Megassena,
todos os
números
entre 1 e 60
tem A MESMA
CHANCE de
aparecerem
no próximo
sorteio.
Mas, por incrível
que pareça,
NÃO É ISSO
QUE ACONTECE
numa tabela de
dados
aleatórios sobre
algum aspecto
da realidade,
tais como
números de
mortos num
desastre,
número de
pessoas numa
cidade, etc.
Apresentando Fibonacci

Ao tentar calcular
o número de
coelhos que um
casal de coelhos
geraria em um
ano, o italiano
Leonardo de Pisa
(Fibonacci), fez
uma espantosa
descoberta
O problema dos coelhos

Um homem pôs um par de coelhos


num lugar cercado por um muro.
Quantos pares de coelhos podem
ser gerados a partir deste par em
um ano se, supostamente, todo
mês cada par dá a luz a um novo
par, que é fértil a partir do
segundo mês?
RESULTADO
FINAL
Essa seqüência numérica ficou conhecida
como A Sequência de Fibonacci

O INTERESSANTE É QUE CADA NÚMERO É A


SOMA DOS DOIS ANTERIORES
Os 100 primeiros números da Sequência
de Fibonacci

F(0) = 0 F(1) = 1 F(2) = 1 F(3) = 2


F(4) = 3 F(5) = 5 F(6) = 8 F(7) = 13
F(8) = 21 F(9) = 34 F(10) = 55 F(11) = 89
F(12) = 144 F(13) = 233 F(14) = 377 F(15) = 610
F(16) = 987 F(17) = 1597 F(18) = 2584 F(19) = 4181
F(20) = 6765 F(21) = 10946 F(22) = 17711 F(23) = 28657
F(24) = 46368 F(25) = 75025 F(26) = 121393 F(27) = 196418
F(28) = 317811 F(29) = 514229 F(30) = 832040 F(31) = 1346269
F(32) = 2178309 F(33) = 3524578 F(34) = 5702887 F(35) = 9227465
F(36) = 14930352 F(37) = 24157817 F(38) = 39088169 F(39) = 63245986
F(40) = 102334155 F(41) = 165580141 F(42) = 267914296 F(43) = 433494437
F(44) = 701408733 F(45) = 1134903170 F(46) = 1836311903 F(47) = 2971215073
F(48) = 4807526976 F(49) = 7778742049 F(50) = 12586269025 F(51) = 20365011074
F(52) = 32951280099 F(53) = 53316291173 F(54) = 86267571272 F(55) = 139583862445
F(56) = 225851433717 F(57) = 365435296162 F(58) = 591286729879 F(59) = 956722026041
F(60) = 1548008755920 F(61) = 2504730781961 F(62) = 4052739537881 F(63) = 6557470319842
F(64) = 10610209857723 F(65) = 17167680177565 F(66) = 27777890035288 F(67) = 44945570212853
F(68) = 72723460248141 F(69) = 117669030460994 F(70) = 190392490709135 F(71) = 308061521170129
F(72) = 498454011879264 F(73) = 806515533049393 F(74) = 1304969544928657 F(75) = 2111485077978050
F(76) = 3416454622906707 F(77) = 5527939700884757 F(78) = 8944394323791464 F(79) = 14472334024676221
F(80) = 23416728348467685 F(81) = 37889062373143906 F(82) = 61305790721611591 F(83) = 99194853094755497
F(84) = 160500643816367088 F(85) = 259695496911122585 F(86) = 420196140727489673 F(87) = 679891637638612258
F(88) = 1100087778366101931 F(89) = 1779979416004714189 F(90) = 2880067194370816120 F(91) = 4660046610375530309
F(92) = 7540113804746346429 F(93) = 12200160415121876738 F(94) = 19740274219868223167 F(95) = 31940434634990099905
F(96) = 51680708854858323072 F(97) = 83621143489848422977 F(98) = 135301852344706746049 F(99) = 218922995834555169026
CERTO DIA ALGUÉM DESCOBRIU QUE,
SE DIVIDIRMOS CADA NÚMERO DA
SEQUÊNCIA DE FIBONACCI PELO
SEU ANTECESSOR, A TENDÊNCIA É
LEVAR EM DIREÇÃO AO NÚMERO
1,618033...
Quanto maior o número de Fibonacci, mais se
aproxima do número 1,618033...

• 2/1 = 2,000
• 3/2 = 1,500
• 5/3 = 1,666666666666666667
• 8/5 = 1,600
• 13 / 8 = 1,625
• 21/13 = 1,615384615384615384
• 34/21 = 1,619047619047619047

• fn = un+1 / un = 1,6180339887498948204
1
610 1,61803713527851
1 1,00000000000000
987 1,61803278688525
2 2,00000000000000

3 1,50000000000000 1597 1,61803444782168

5 1,66666666666667
2584 1,61803381340013
8 1,60000000000000

13 1,62500000000000 4181 1,61803405572755


φ = 1.61803399…
21 1,61538461538462
6765 1,61803396316671
34 1,61904761904762
10946 1,61803399852180
55 1,61764705882353

89 1,61818181818182 17711 1,61803398501736

144 1,61797752808989
28657 1,61803399017560
233 1,61805555555556

377 1,61802575107296 46368 1,61803398820532


O número 1,618033... é conhecido na História como
NÚMERO PHI, NÚMERO DE OURO, RAZÃO ÁUREA,
PROPORÇÃO ÁUREA ou DIVINA

 
1,6180339887498
948 ...
Esse número
aparece de forma
misteriosa na
natureza, no corpo
humano, na
geometria e é
bastante usado
nas Artes
QUANDO UMA
CRIANÇA É
GERADA,
DESENVOLVE-
SE DURANTE 9
MESES
EXATAMENTE
NO PONTO
ÁUREO DO
CORPO
HUMANO
Mais detalhes, veja nosso estudo: “A MEDIDA
PERFEITA”, também disponível em slides.
Bem,
examinando os
números de
Fibonacci,
quais os
algarismos que
mais aparecem
como
PRIMEIRO
DÍGITO e quais
os que
aparecem
menos?
Se
examinarmos
uma lista dos
primeiros 2000
números de
Fibonacci,
constataremos
que:
O número 1
aparece como
primeiro dígito
em 30% das
vezes;
O 2, com
17,65%;
O 3, com
12,5%, e os
valores
continuam a
decrescer.
Por último,
aparece o
número 9 com
4,6%.
E se
aumentarmos a
quantidade de
números de
Fibonacci, a
porcentagem
permanece
praticamente a
mesma.
Por que?
Peça para
várias pessoas
comprarem
várias coisas
diferentes em
um
supermercado.
De preferência,
100 itens ou
acima disso.
Peça para seus
amigos anotarem
os endereços de
várias pessoas
conhecidas,
contanto que suas
casas tenham
número. Quanto
mais, melhor pra
nossa experiência.
Tipo: 80 ou mais
endereços.
Por último, pegue
vários jornais (se
possível, todos
publicados na
mesma semana).
Anote todos os
números que são
citados nas
manchetes ou
notícias da
primeira página.
Agora faça uma
estatística para
saber quais os
algarismos que
mais aparecem
como primeiro
dígito em cada
uma das
pesquisas e
calcule a
porcentagem de
aparições de
todos eles.
Um jornalista
britânico, Alex
Bellos,
especializado em
reportagens e
livros sobre
matemática,
escreveu, em 2012,
um texto no jornal
britânico “The
Guardian”,
intitulado “Delícias
da Matemática”.
Citando várias
coisas curiosas
a respeito dos
números e da
matemática, em
certo momento
ele faz o
seguinte desafio
aos leitores:
“... folheie este jornal. Ele contém muitos números -
datas, valores de dinheiro, temperaturas,
porcentagens e assim por diante.
Embora eu esteja escrevendo este artigo antes de a
maioria dos outros textos do jornal ser escrita, aposto
minha casa que cerca de 30% dos números que
constam do jornal de hoje começa com 1, cerca de
17% deles começa com 2 e mais ou menos 5%
começa com 9.
Na realidade, aposto que as porcentagens serão
iguais em todos os jornais de hoje, no mundo inteiro.”

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrissima/24015-
delicias-da-matematica.shtml
Como é possível
que tabelas que
descrevem dados
tão diversos e
aparentemente tão
aleatórios tenham
todas como
características o
fato de que o
número 1 aparece
como primeiro
dígito em cerca de
30% das vezes, o 2
com 18% e assim
por diante?
A situação fica
ainda mais
enigmática
quando você
examina um
conjunto de dados
muito maior. Ou
seja, quanto maior
o número de
dados, maior a
tendência em
direção ao padrão
que estamos
observando.
Mark Nigrini,
professor de
contabilidade,
da Southern
Methodist
University,
Dallas, EUA,
examinou as
populações de
3.141 condados
no censo dos
Estados Unidos
de 1990.
Ele descobriu
que o número 1
aparece como
primeiro dígito
em cerca de
32% dos
números, o 2,
em cerca de
17%; o 3, em
14%... E o 9, em
menos de 5%.
O analista
Eduardo Ley,
da Resources
for the Future,
de Washington,
D.C., encontrou
números bem
semelhantes no
Índice Dow
Jones nos anos
entre 1990 e
1993.
Centenas de
matemáticos,
físicos e outros
cientistas já
fizeram
experiências
parecidas e o
resultado é
sempre o
mesmo.
Na verdade, esse
fenômeno
matemático é
conhecido como
Lei de
Benford, e é
também chamado
de lei do
primeiro
dígito,
fenômeno do
primeiro dígito ou
fenômeno do
dígito principal.
Tudo começou em
1881, quando um
matemático e
astrônomo
americano, Simon
Newcomb,
percebeu que as
primeiras páginas
dos livros de
logaritmos das
bibliotecas estavam
mais gastas (e mais
sujas) que o resto.
Em outras palavras:
o nível de sujeira
nas páginas
diminuía à medida
em que os números
aumentavam. As
páginas com os
logaritmos
relacionados aos
números que
começavam com 1 e
2 estavam mais
sujas; as últimas
(números 8 e 9)
mais limpas, isto é,
menos usadas.
Intrigado com isso o
matemático investigou
o assunto mais
profundamente e
percebeu que em
amostras aleatórias de
dados reais os números
de 1 à 9 no primeiro
dígito de um número
não obedeciam a
distribuição mais
intuitiva, de 1/9, como
se poderia esperar,
segundo a Teoria das
Probabilidades.
Em vez de 1/9,
porém, os números
menores apareciam
com maior
freqüência, e o
dígito 1 aparecia
quase 1/3 das
vezes.
Isso era intrigante.
Por que as coisas
tinham que ser
assim?
Então
Newcomb
desenvolveu uma
fórmula que
apresentava, para
cada número, a
probabilidade
exposta nesta
tabela.
Ele publicou sua
descoberta em
um artigo de
jornal, em 1881,
mas poucas
pessoas deram
atenção, até que
se passaram 57
anos.
Em 1938, o físico
Frank
Benford, da
General Eletric,
redescobriu a
fórmula e
Newcomb
(aparentemente,
de forma
independente).
Ele fez testes
com vários
dados sobre
áreas de bacias
de rios, com
estatísticas de
beisebol e até
com números
que apareciam
na famosa
revista “Seleções
Reader’s Digest”.
Surpreendentemente,
todos os dados se
ajustaram à fórmula de
Newcomb, e pela
profundidade das
pesquisas, passou a
ser conhecida como
Lei de Benford.
http://mathworld.wolfram.com/BenfordsLaw.html
Nem todas as
listas obedecem
à Lei de Benford.
Por exemplo,
números de
catálogos
telefônicos (pois
em qualquer
região, tendem a
começar pelos
mesmos dígitos),
e números
sorteados na
megassena.
Porém, números
aleatórios
relacionados a
eventos reais
(notícias de
jornais)
geralmente
obedecem
estranhamente à
Lei de Benford.
Mas por que
deveria ser
assim? O que as
populações de
certas cidades
tem a ver com o
número de
mortos em
terremotos ao
redor do mundo,
com os números
da Bolsa de
Valores e com a
Sequência
Fibonacci?
Será que os
dados Bíblicos
estão de acordo
com a Lei de
Benford? Para
saber isso,
faremos 3 testes.
PARA A EXECUÇÃO DESSES TESTES
USAREMOS A VERSÃO BÍBLICA KJV
PARA CHEGARMOS A UMA CONCLUSÃO

A KJV – King James Version, ou


versão do Rei Tiago, é uma das mais
antigas traduções da Bíblia – e a mais
famosa depois da Septuaginta

PARA MUITOS ESTUDIOSOS, A KJV É A


VERSÃO MODERNA MAIS PRÓXIMA DOS
TEXTOS ORIGINAIS DA BÍBLIA
CONFORME A KJV QUANTAS VEZES OS
NÚMEROS DE 1 A 9 APARECEM?

A PESQUISA SEGUINTE FOI FEITA COM BASE


NO PROGRAMA BIBLIA ONLINE, disponível no
site www.chamada.com.br
QUANT. DE VERSÍCULOS
ONDE APARECEM NA
KJV

1 1695
2 703
3 426
4 282
5 270
6 190
7 391
8 80
9 49
Números Em %
1 41,48
2 17,2
3 10,42
4 6,9
5 6,6
6 4,65
7 9,56
8 1,95
9 1,19
Números Em %
1 41,48
2 17,2
3 10,42
4 6,9
5 6,6
6 4,65
7 9,56
8 1,95
9 1,19
Números Em %
1 41,48
2 17,2
3 10,42
4 6,9
5 6,6
6 4,65
7 9,56
8 1,95
9 1,19
Números Em %

1 41,48
2 17,2
3 10,42
4 6,9
5 6,6
6 4,65
7 9,56
8 1,95
9 1,19
QUANT. DE
VERSÍCULOS ONDE
APARECEM NA KJV

PRIMEIRO 406
SEGUNDO 166
TERCEIRO 159
QUARTO 78
QUINTO 59
SEXTO 44
SÉTIMO 115
OITAVO 38
NONO 33
Números Em %
1 36,97
2 15,11
3 14,48
4 7,1
5 5,37
6 4,00
7 10,47
8 3,46
9 3,00
Números Em %
1 36,97
2 15,11
3 14,48
4 7,1
5 5,37
6 4,00
7 10,47
8 3,46
9 3,00
Números Em %
1 36,97
2 15,11
3 14,48
4 7,1
5 5,37
6 4,00
7 10,47
8 3,46
9 3,00
Números Em %
1 36,97
2 15,11
3 14,48
4 7,1
5 5,37
6 4,00
7 10,47
8 3,46
9 3,00
Como explicar que, na
Bíblia toda, em centenas de
passagens diferentes,
todos os 9 algarismos, com
exceção de apenas um,
seguem o mesmo padrão
de aparições conforme seu
valor numérico e de acordo
com a Lei de Benford?
Como explicar que,
justamente o número mais
significativo é exatamente o
ÚNICO a se destacar na
direção contrária à Lei de
Benford?
Apesar das
coincidências, os
dois testes
anteriores não são
exatamente os
testes padrões da
Lei de Benford,
pois não fizemos a
contagem pela “lei
do PRIMEIRO
DÍGITO”, e sim
somente pela
FREQUÊNCIA do
dígito individual.
Em toda a Bíblia encontramos somente
337 números diferentes

1 E O MAIOR É O
O MENOR É O

200.000.000
Quantidade de todos os
números que começam
com o mesmo algarismo

1 2894
2 1077
3 678
4 500
5 470
6 306
7 850
8 117
9 709
Números Em %
1 41,51
2 15,45
3 9,72
4 7,17
5 6,7
6 4,39
7 12,19
8 1,67
9 1,13
Números Em %
1 41,51
2 15,45
3 9,72
4 7,17
5 6,7
6 4,39
7 12,19
8 1,67
9 1,13
Números Em %
1 41,51
2 15,45
3 9,72
4 7,17
5 6,7
6 4,39
7 12,19
8 1,67
9 1,13
Números Em %
1 41,51
2 15,45
3 9,72
4 7,17
5 6,7
6 4,39
7 12,19
8 1,67
9 1,13
A MENTE por detrás
das histórias
bíblicas é tão
extraordinária que
fez com que os 337
números citados, em
cerca de 6971
ocasiões, se
encaixassem com a
misteriosa Lei de
Benford, e ainda fez
com que um deles
(o número 7)
ficasse de fora.
Não faria sentido se
o número “rebelde”
fosse outro. Todos
os 8 algarismos
obedecem a
misteriosa lei
matemática, menos
o algarismo 7,
exatamente o
número mais
importante dentro
dos textos bíblicos.
Durante muitos
anos, os
matemáticos
fizeram muitas
tentativas para se
colocar a Lei de
Benford em uma
sólida base
matemática, pois
apesar de muitas
listas numéricas
aleatórias
obedecerem a essa
lei, nem todas as
listas faziam isso.
Mas, em 1995-
1996, o
matemático
Ted Hill,
do Georgia
Institute of
Technology,
descobriu a chave
do enigma. E,
afinal, qual era
mesmo o
segredo?
Ficou claro para
Hill que, em vez
de observarmos
os números de
uma determinada
fonte, a mistura
dos dados era a
chave. Como ele
mesmo explicou:
“Se distribuições são selecionadas
aleatoriamente (de qualquer maneira não-
tendenciosa), e amostras aleatórias são tiradas
de cada uma dessas distribuições, então as
freqüências de dígitos significativos da
amostra combinada convergirão para a
distribuição de Benford, mesmo que algumas
das distribuições selecionadas não sigam a
lei.”
Um fato que causa admiração entre os matemáticos é
que, apesar da Lei de Benford estar relacionada
diretamente a dados coletados aleatoriamente,
contudo se aplica perfeitamente à SEQUÊNCIA
FIBONACCI, que não tem nada de aleatória.
Outro exemplo
intrigante é que,
um conjunto
com as
potências de 2
(que também não
são aleatórias)
obedece
cegamente à Lei de
Benford
Quantidade
e %
1 30
2 17
3 13
4 10
5 7
6 7
7 6
8 5
9 5
Quantidade
Primeiro
e % Dígito Probabilidade

1 30 1 30,1%
2 17 2 17,61%
3 13 3 12,49%
4 10 4 9,69%
5 7 5 7,92%
6 7 6 6,69%
7 6 7 5,80%
8 5 8 5,12%
9 5 9 4,58%
Por incrível que
pareça a Lei de
Benford tem sido
usada pelos
investigadores na
detecção de
fraudes ou
fabricação de
dados em
contabilidade e
em evasão fiscal.
Em um grande
conjunto de
documentos
financeiros, os
dados se
amoldam bem à
Lei de Benford.
Porém, em
dados
fabricados isso
raramente
acontece.
O diretor de
auditoria de uma
agência americana
de viagens
descobriu algo que
lhe pareceu
estranho nas
solicitações feitas
pelo supervisor do
departamento de
assistência médica
da companhia.
Os primeiros dois
dígitos dos
pagamentos de
assistência médica
mostravam um pico
suspeito nos
números que
começavam com
65, quando
comparados ao que
dizia a Lei de
Benford para esses
números.
Uma auditoria
minuciosa revelou
13 cheques
fraudulentos em
quantias entre U$
6.500 e U$ 6.599.
Portanto, a Lei de
Benford ajudou a
desmascarar uma
grande fraude. E
existem inúmeros
exemplos.
O escritório do
procurador distrital
no Brooklyn, em
Nova York, também
usou testes
baseados na Lei de
Benford para
detectar fraudes
contábeis em sete
empresas de Nova
York.
A Lei de Benford
também pode ser
usada para detectar
fraudes eleitorais.
Em 2009 ela foi
invocada como
evidência de fraude
nas eleições
iranianas.
A receita federal dos
EUA, em 1998
implementou essa
lei em seu sistema
de rastreamento de
fraudes! Sim, porque
se por exemplo,
valores de despesas
estão aparecendo
com muitos dígitos
iniciais de 3 acima
dos 12% é sinal que
algo de errado existe
na declaração de
imposto de renda.
E o mais
impressionante é
que fraudes
históricas nos EUA
compreendendo
dados de grandes
empresas foram
descobertos pela
aplicação da lei de
Benford.
“O QUE
SABEMOS É
UMA GOTA;
O QUE
IGNORAMOS É
UM OCEANO”

Isaac Newton
“Ele [DEUS] é o
que está
assentado sobre
o círculo da terra,
cujos moradores
são para ele
como gafanhotos;
é ele o que
estende os céus
como cortina, e
os desenrola
como tenda, para
neles habitar;”
(Isaias 40.22)
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