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COPEL DISTRIBUIÇÃO

SED - SUPERINTENDÊNCIA DE ENGENHARIA DE DISTRIBUIÇÃO

CESTO AÉREO PARA


GUINDAUTO
EXIGÊNCIAS MÍNIMAS PARA INSPEÇÃO
DE CESTOS AÉREOS PARA GUINDAUTOS
DE EMPREITEIRAS

Órgão emissor : SED / GEOM

ELABORAÇÃO: MAIO DE 2006


ÍNDICE

1. INTRODUÇÃO.............................................................................................................................................................. 2

2. FINALIDADE ................................................................................................................................................................ 2

3. APLICAÇÃO ................................................................................................................................................................. 2

4. CONSIDERAÇÕES....................................................................................................................................................... 2

5. RECOMENDAÇÕES .................................................................................................................................................... 2

6. EXIGÊNCIAS MÍNIMAS DE CESTOS AÉREOS PARA GUINDAUTO............................................................... 3

7. SITUAÇÕES IMPEDITIVAS AO USO DE CESTO AÉREO PARA GUINDAUTO............................................. 3

8. ELENCO DE TAREFAS LIBERADAS PARA SEREM EXECUTADAS COM O AUXÍLIO DE CESTO


AÉREO PARA GUINDAUTO EM REDES DESENERGIZADAS .................................................................................. 4

9. ELENCO DE TAREFAS LIBERADAS PARA SEREM EXECUTADAS POR ELETRICISTAS


AUTORIZADOS COM O AUXÍLIO DE CESTO AÉREO PARA GUINDAUTO EM REDES DE BAIXA TENSÃO
ENERGIZADAS .................................................................................................................................................................... 4

10. ELENCO DE TAREFAS LIBERADAS PARA SEREM EXECUTADAS POR ELETRICISTAS


AUTORIZADOS COM O AUXÍLIO DE CESTO AÉREO PARA GUINDAUTO EM REDES DE ALTA TENSÃO
ENERGIZADAS .................................................................................................................................................................... 5

NOTA IMPORTANTE

Tendo em vista nossa política de melhorias contínuas, reservamo-nos o direito de alterar as


informações constantes desta documentação, sem prévio aviso.
As recomendações deste manual não invalidam qualquer código que sobre o assunto estiver em
vigor ou for criado pela Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT ou outros órgãos
competentes. Todavia, em qualquer ponto onde porventura surgirem divergências entre este
manual e os mencionados códigos, prevalecerão as exigências mínimas aqui estabelecidas.

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1. INTRODUÇÃO

Todos os cestos aéreos acoplados ao guindauto devem atender as especificações


definidas neste manual, no entanto as novas aquisições a serem feitas pelas empreiteiras
deverão atender as especificações do MIT – Manual de Instruções Técnicas n.º 161004.

2. FINALIDADE

Este manual tem por finalidade definir, sob o aspecto normativo vigente e o da
Segurança do Trabalho, as atividades que poderão ser executadas com cesto aéreo para
guindauto e suas exigências mínimas para inspeção de cestos aéreos para guindauto de
empreiteiras.

3. APLICAÇÃO

Este manual deverá ser aplicado nas atividades da Distribuição abaixo


relacionadas, ou onde houver possibilidades de trabalhos com este tipo de equipamento.

4. CONSIDERAÇÕES

Não foi identificada nenhuma norma brasileira que regulamente este tipo de
equipamento.
A norma específica que trata de Cestas Aéreas é a NBR 14631/2000 – Cestas
Aéreas Isoladas – Especificação e Ensaios, cujo foco está voltado somente para Cestas
Aéreas Isoladas.
As informações aqui contidas seguem as orientações descritas pela SRH/SEGT,
na REC-010 de 16 de agosto de 2003, revisada em 24 de novembro de 2004.

5. RECOMENDAÇÕES

Como medida temporária, até que se criem normas específicas para este tipo de
equipamento, pelo histórico de ausência de acidentes e em função da grande utilidade
deste dispositivo para as empreiteiras contratadas, o cesto aéreo para guindauto poderá
ser utilizado em trabalhos com a rede elétrica de AT desenergizada, testada e aterrada,
mais precisamente nas tarefas descritas no item 5, e de BT energizada descritos no item
6, e mediante uma criteriosa análise dos riscos envolvidos.

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6. EXIGÊNCIAS MÍNIMAS DE CESTOS AÉREOS PARA GUINDAUTO

Por ocasião da vistoria dos equipamentos e ferramentais de empreiteiras, deverão ser


observadas as condições gerais do cesto aéreo para guindauto, sendo indispensável os
seguintes tópicos, os quais deverão constar da ficha de vistoria:

6.1. O cesto aéreo para guindauto deve ser confeccionado por fabricante idôneo, que
utilize somente material reforçado de fibra de vidro ou outro semelhante que
possua boa resistência mecânica e rigidez dielétrica mínima de 1000 V.
6.2. O cesto aéreo para guindauto deve ser confeccionado em fibra de vidro e não
pode conter partes metálicas expostas.
6.3. Os cestos aéreos para guindauto devem possuir um olhal instalado no braço
superior da lança do guindauto, junto à caçamba, para fixação do cinto tipo pára-
quedista com cinturão abdominal e dimensionado para suportar o peso de uma
pessoa de até 130 kg.
6.4. As fibras do cesto aéreo para guindauto deverão estar em bom estado.
6.5. O cesto aéreo para guindauto deverá dispor de sistema antibalanço, com
travamento mecânico ou hidráulico.
6.6. A fixação do cesto aéreo para guindauto na lança do guincho deverá ser
compatível com as condições de trabalho.
6.7. É terminantemente proibido içar ou transportar materiais pesados, tais como
cruzetas, chaves especiais tipo a óleo ou a gás, luminárias etc. pelo cesto aéreo
para guindauto.
6.8. Somente poderá operar os comando deste equipamento, o eletricista que seja
devidamente capacitado e tenha autorização da empreiteira para tal.
6.9. Devem ser evitados, sob qualquer pretexto, todos os tipos de improvisações que
venham a comprometer a segurança das pessoas envolvidas durante a execução
dos trabalhos ou no deslocamento do veículo pelas vias públicas.

7. SITUAÇÕES IMPEDITIVAS AO USO DE CESTO AÉREO PARA


GUINDAUTO

7.1. Em manutenção de redes aéreas energizadas de alta tensão – 13,8 kV ou 34,5 kV;

7.2. Em situações próximas à rede energizada de alta tensão, onde o eletricista


necessita adentrar á zona contaminada, para executar o serviço. A distância
mínima que a NAC 060110 – Segurança na Manutenção de Redes de
Distribuição, item 4.16.9 estabelece para trabalhos próximos à rede energizada
de alta tensão é de 1,0 metro na tensão 34,5 kV e 0,60 metro na 13,8 kV. São
medidas mínimas, cujos valores distam do ponto energizado à parte mais próxima
do corpo do eletricista e que devem ser respeitadas para a sua segurança.

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Ferramentas não isoladas constituem parte do corpo do eletricista e sua
manipulação deve ser feita fora da área contaminada.

8. ELENCO DE TAREFAS LIBERADAS PARA SEREM EXECUTADAS COM


O AUXÍLIO DE CESTO AÉREO PARA GUINDAUTO EM REDES
DESENERGIZADAS

Segue abaixo, a relação de tarefas aprovadas pelas áreas de Segurança do


Trabalho – SEGT e pelo Grupo de Manutenção de Redes – GTMR.

a) Montagem e desmontagem de cruzamento aéreo em baixa tensão e alta tensão


compacta e convencional;
b) Instalação e retirada de espaçadores (ninja) na rede compacta de alta tensão;
c) Instalação e retirada de luminárias especiais;
d) Instalação e retirada de cruzetas;
e) Retensionamento de cabos;
f) Travessia de cabos sobre rodovias e ruas;
g) Instalação de chaves;
h) Instalação de conjunto de aterramento sela em estruturas com difícil acesso;
i) Emendas de cabo;
j) Instalação de Big Jumper;
k) Podas preventiva de árvores. A poda preventiva planejada, deverá ser executada
quando o crescimento das árvores estiverem se projetando em direção à rede.
Nota: Na poda emergencial, onde os galhos estão dentro da área contaminada ou
tocando na rede de alta tensão, esta deverá ser desligada e aterrada. Na
impossibilidade de desligamento da rede, os trabalhos deverão prosseguir através de
equipes de linha viva;
l) Retirada de objetos estranhos;
m) Instalação de muflas.

9. ELENCO DE TAREFAS LIBERADAS PARA SEREM EXECUTADAS POR


ELETRICISTAS AUTORIZADOS COM O AUXÍLIO DE CESTO AÉREO
PARA GUINDAUTO EM REDES DE BAIXA TENSÃO ENERGIZADAS

a) Instalação de espaçadores são liberadas desde que se utilizem lençóis isolantes e


coberturas apropriadas. Tanto o eletricista que executará o trabalho como o operador
do guindauto deverão estar vestidos com o uniforme completo, meia bota, óculos de
proteção, capacete e luvas de borracha isolante “classe 0”;
b) Poda de galhos de árvores próximos ou tocando a rede de baixa tensão energizada
poderá ser executada desde que sejam utilizadas ferramentas de cabo isolado e os
galhos não venham a causar avarias na rede ou em veículos e a terceiros. O

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eletricista podador deverá estar vestido com seu uniforme completo, meia bota,
óculos de segurança, capacete e luvas de raspa. Da mesma forma, o operador de
guindauto, deverá utilizar-se do uniforme completo com meia bota, óculos de
proteção, capacete e luvas de borracha isolante “classe 0”;
Observação: Em galhos próximos a alta tensão, deverão ser utilizados os
procedimentos descritos no item “4.l.2”.
c) Execução de serviços de manutenção, construção e ligação de consumidores em
redes de baixa tensão isoladas, desde que sejam utilizadas ferramentas de cabo
isolado. Tanto o eletricista que executará o trabalho como o operador do guindauto
deverão estar vestidos com o uniforme completo, meia bota, óculos de proteção,
capacete e luvas de borracha isolante “classe 0”.

10. ELENCO DE TAREFAS LIBERADAS PARA SEREM EXECUTADAS POR


ELETRICISTAS AUTORIZADOS COM O AUXÍLIO DE CESTO AÉREO
PARA GUINDAUTO EM REDES DE ALTA TENSÃO ENERGIZADAS

a) Retirada de pequenos objetos de redes convencionais e compactas, não metálicos,


pelo método à distância, após realizar a análise preliminar de risco, tais como ramos
de árvores, pipas, sapatos e tênis.
Nota: É obrigatório utilizar luva isolante de borracha classe 2 e vara de manobra
com no mínimo 3 gomos.