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Questões de empresarial:

São: 1, 2, 3, 5, 6, 7, 8, 15, 16, 17, 18, 20, 21, 22, 23, 25, 26, 27, 28, 29, 34, 35, 36, 37,
40, 41, 42, 45, 46, 47, 48, 49, 50, 51, 53, 54, 55, 57, 58, 59, 60, 61, 62, 64, 65.

1. O que é direito falimentar?


R. É um ramo do Direito Empresarial, onde encontramos normas jurídicas
aplicáveis somente às empresas mercantis.

2. O que é falência?
R. Falência é a solução judicial da situação jurídica do devedor empresário
que não paga no vencimento obrigação líquida

3. Qual a origem etimológica do vocábulo falência?


R. A palavra falência deriva do latim fallentia que significa enganar, falsear.
Proveniente do verbo, falir, que se origina do verbo latino fallere, significando faltar
com a palavra, com o prometido, esconder, encobrir, lograr, induzir em erro. Não ter
com que pagar os credores, fracassar.

4. Qual a origem etimológica do vocábulo recuperação judicial e recuperação


extrajudicial?
R. Em um sentido etimológico recuperação, substantivo feminino é proveniente do
verbo recuperar, e significa "ter ou obter novamente (coisa, estado, condição que havia
perdido); reaver, retomar, readquirir, recobrar".
O vocábulo judicial significa "relativo a juiz, a tribunais ou à justiça; forense;
judiciário".
O vocábulo extrajudicial significa "extrajudiciário, que não se realiza perante a
autoridade judiciária".
5. O que significa insolvência ocasional?
R. Insolvência ocasional é um problema financeiro do devedor, onde o ativo pode ser
maior que o passivo, mas faltarem disponibilidades no momento.
Exemplo: Art. 94, I, da Lei nº 11.101, de 9/2/2005.
6. O que significa insolvabilidade?
R. Insolvabilidade é um estado econômico do devedor, onde o ativo é menor que o
passivo e manifesta-se assim a crise da empresa. Exemplo: Art. 94, II, da Lei nº 11.101,
de 9/2/2005.

7. O que significa inadimplemento?


R. O inadimplemento independe do patrimônio. O devedor poderá deixar de pagar por
qualquer outra razão. Exemplo: dúvida relevante quanto ao valor da dívida, contrato não
cumprido, falência do credor.
8. Qual o aspecto jurídico da falência?
R. A falência é simplesmente um processo de execução coletiva, instituído por lei, em
benefício dos credores que constituem uma "massa" imposta pela lei que tem por fim o
interesse comum dos próprios credores, impedindo que alguns dentre eles tenham a
tentação de obter vantagens em detrimento de outros.
9. Qual a legislação especial que regulamenta o instituto da recuperação judicial,
recuperação extrajudicial e falência?
R. A legislação especial que regulamenta estes institutos é a Lei nº 11.101, de 9 de
fevereiro de 2005.
DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
10. A quem pode ser aplicável o instituto da recuperação judicial, recuperação
extrajudicial e falência?
R. O instituto da recuperação judicial, recuperação extrajudicial e falência, será
aplicável ao empresário individual e a sociedade empresária.
11. Qual a definição de empresário?
R. Pelo Código Civil em seu artigo 966 "considera-se empresário quem exerce
profissionalmente atividade econômica organizada para a produção ou a circulação de
bens ou serviços".
12. O que se entende por sociedade empresária?
R. A sociedade empresária tem por objetivo a prática de atividade econômica e a sua
finalidade é a obtenção do lucro. São subordinadas ao Direito de Empresa e sempre são
criadas para a
realização de uma finalidade econômica.
Para que as sociedades se digam empresárias, além da forma legal é necessário que as
pessoas que as componham, explorem certo ramo de comércio ou indústria, com
interesse comum, sob uma responsabilidade, limitada, ilimitada ou mista, e que se
destinem ao exercício habitual da atividade econômica.

13. Onde é feito o registro das sociedades empresárias?


R. As sociedades empresárias vinculam-se ao Registro Público de Empresas Mercantis,
a cargo das juntas comerciais e constituem-se segundo um dos tipos regulados nos
artigos 1.039 a 1.092 do Código Civil.
14. O instituto da recuperação judicial, extrajudicial e da falência poderá ser aplicado ao
devedor civil?
R. O instituto da recuperação judicial, recuperação extrajudicial e falência não poderá se
aplicar ao devedor civil, cuja insolvência será regulada pelo Código de Processo Civil
em seus artigos 748 e seguintes.

15. Quais são as entidades não sujeitas à recuperação judicial, a recuperação


extrajudicial e a falência?
R. As entidades não sujeitas à recuperação judicial, a recuperação extrajudicial e a
falência são:
a) as empresa pública e sociedade de economia
mista;
b) as instituição financeira pública ou privada, cooperativa de crédito, consórcio,
entidade de previdência complementar, sociedade operadora de plano de assistência à
saúde, sociedade seguradora, sociedade de capitalização e outras entidades legalmente
equiparadas às anteriores.
16. Quais os pressupostos da falência?
R. Os pressupostos da falência são três:
a) o devedor deverá ser empresário ou sociedade empresária; (PMS!!!)
b) o devedor deve apresentar estado de Insolvência ocasional, presumida ou
autofalência (confessada); (PMO!!!)
c) deve haver sentença judicial de falência. (PF!!!)
17. O que se entende por atos de falência?
R. Atos de falência são aqueles praticados pelo empresário ou pela sociedade
empresária, que consistem em comportamento pouco usual, ilícito ou suspeito, de forma
a beneficiar a si próprio ou a alguns de seus credores, e a prejudicar outros.
18. Qual o juízo competente para decretar a falência do devedor?
R. O juízo competente para decretar a falência do devedor é o juízo do local do seu
principal estabelecimento ou da filial de empresa que tenha sede fora do Brasil.
19. O local do principal estabelecimento do devedor é sempre o mesmo do domicílio
estatutário da empresa?
R. Não, nem sempre. É considerado principal estabelecimento do devedor aquele onde
se situa a administração da empresa., onde são tomadas todas as principais decisões e
onde ocorrem as mais significantes operações empresariais e financeiras.
20. Qual a principal característica do juízo falimentar?
R. A principal característica do juízo falimentar é a sua universalidade e
indivisibilidade.
21. Por que o juízo falimentar é indivisível?
R. O juízo da falência é indivisível porque tem competência para conhecer todas as
ações sobre bens, interesses e negócios do falido, ressalvadas as causas trabalhistas,
fiscais e aquelas não reguladas pela Lei em que o falido figurar como autor ou
litisconsorte ativo.
22. Qual a atuação do juiz na falência?
R. O juiz preside o processo falimentar, desde o momento em que é proposta a ação.
Em regra não existe falência de ofício, pelo juiz. A exceção ocorre quando o
empresário tem o seu pedido de recuperação judicial negado, ou quando concedida a
recuperação judicial, o devedor não a cumpre.

23. Os pedidos de falência estão sujeitos a distribuição obrigatória?


R. Sim, os pedidos de falência estão sujeitos a distribuição obrigatória, respeitada a
ordem de apresentação.
24. As ações propostas no juízo da falência estão sujeitas a distribuição por
dependência?
R. Sim, as ações que devam ser propostas no juízo da falência estão sujeitas a
distribuição por dependência.
25. Os processos de falência e os seus incidentes preferem a todos os outros na ordem
dos feitos, em qualquer instância?
R. Sim, os processos de falência e seus incidentes preferem a todos os outros na ordem
dos feitos, em qualquer instância.
LEGITIMIDADE PASSIVA E LEGITIMIDADE ATIVA
26. Quem tem legitimidade passiva no processo de falência?
R. Tem legitimidade passiva no processo de falência:
a) o empresário, que é aquele que pratica profissionalmente a atividade econômica,
atuando com habitualidade e finalidade lucrativa. A falência incide, sobre todos os
empresários, sejam individuais (firmas individuais) ou coletivos (as sociedades
empresárias);
b) o espólio do devedor empresário. Espólio, como se sabe, são os bens deixados pelo
morto, via de regra designado pela expressão latina "de cujus", isto é, de cuja sucessão
se trata, servindo, portanto, para indicar o falecido.
Na ocorrência de morte de uma pessoa, seus herdeiros irão sucedê-la nos direitos e
obrigações, respondendo o espólio (os bens do "de cujus") pelas dívidas que este
porventura tenha deixado, conforme dispõe o Art. 597 do Código de Processo Civil.
27. Quem tem legitimidade ativa no processo de falência?
R. Tem legitimidade ativa no processo de falência:
a) o próprio devedor, na forma do disposto nos artigos 105 à 107 da Lei nº 11.101, de
9/2/2005;
b) o cônjuge sobrevivente, qualquer herdeiro do devedor ou o inventariante;
c) o cotista ou o acionista do devedor na forma da lei ou do ato constitutivo da
sociedade;
d) qualquer credor.

28. Qual o documento que deverá ser juntado pelo credor empresário ao ajuizar o
pedido de falência?
R. O credor empresário apresentará certidão do Registro Público de Empresas que
comprove a regularidade de suas atividades.
29. O credor que não tem domicílio no Brasil poderá requerer a falência do devedor?
R. Sim, o credor que não tem domicílio no Brasil poderá requerer a falência do
devedor, porém deverá prestar caução relativa às custas e ao pagamento da
indenização de que trata o art. 101 da Lei Falimentar.
30. Quando ocorrerá a falência do espólio?
R. A falência do espólio ocorrerá quando o empresário vier a falecer em estado de
insolvência.
31. Quem poderá requerer a falência do espólio?
R. Poderá requerer a falência do espólio, qualquer credor, o cônjuge sobrevivente, os
herdeiros do devedor ou o inventariante.
32. Na falência do espólio, o que ocorrerá com o processo de inventário?
R. Na falência do espólio, o processo de inventário, ficará suspenso, cabendo ao
administrador judicial a realização de atos pendentes em relação aos direitos e
obrigações da massa falida.
33. O empresário que deixou de exercer o comércio a mais de dois anos pode ser
declarado falido?
R. Não. O empresário que deixou de exercer as suas atividades há mais de 2 (dois)
anos antes do pedido de falência, comprovada por documento hábil do Registro
Público de Empresas, não poderá ter a sua falência declarada.