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NORMA TÉCNICA CELG

Transformador de Corrente
Especificação

NTC-39
ÍNDICE

SEÇÃO TÍTULO PÁGINA


1 OBJETIVO 1
2. NORMAS E DOCUMENTOS COMPLEMENTARES 2
3 REQUISITOS GERAIS 3
3.1 Tipo 3
3.2 Conexão Secundária e Caixa de Terminais 3
3.3 Conectores de Aterramento 3
3.4 Montagem 3
3.5 Óleo Isolante 4
3.6 Material 4
3.7 Buchas de Porcelana 4
3.8 Parte Ativa 4
3.9 Placa de Identificação 5
3.10 Terminais de Alta Tensão 5
3.11 Galvanização e Pintura 5
3.12 Acessórios 6
4. DOCUMENTOS TÉCNICOS PARA APROVAÇÃO 7
4.1 Cronograma 7
4.2 Desenho Dimensional 7
4.3 Desenho de Embalagem 7
4.4 Desenho do Terminal 7
4.5 Desenho de Placa de Identificação do Equipamento 7
4.6 Documentos Complementares 8
4.7 Manual de Instruções 8
5. INSPEÇÃO E ENSAIOS 9
5.1 Generalidades 9
5.2 Ensaios de Tipo 10
5.3 Ensaios de Recebimento 11
5.4 Relatórios Certificados dos Ensaios 11
6. REQUISITOS TÉCNICOS ESPECÍFICOS 12
6.1 Transformador de Corrente de 242 kV - Tipo I 12
6.2 Transformador de Corrente de 242 kV - Tipo II 12
6.3 Transformador de Corrente de 145 kV - Tipo I 12
6.4 Transformador de Corrente de 145 kV - Tipo II 13
6.5 Transformador de Corrente de 145 kV - Tipo III 14
6.6 Transformador de Corrente de 72,5 kV - Tipo I 14
6.7 Transformador de Corrente de 72,5 kV - Tipo II 14
6.8 Transformador de Corrente de 36,2 kV - Tipo I 15
6.9 Transformador de Corrente de 36,2 kV - Tipo II 15
6.10 Transformador de Corrente de 15 kV - Tipo I 15
6.11 Transformador de Corrente de 15 kV - Tipo II 16
ANEXO A TABELAS 17
CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS DOS TRANSFORMADORES DE
TABELA 1 17
CORRENTE
ESPECIFICAÇÃO DO ÓLEO ISOLANTE TIPO A (NAFTÊNICO)
TABELA 2 18
APÓS CONTATO COM O EQUIPAMENTO
QUADRO DE DADOS TÉCNICOS E CARACTERÍSTICAS
ANEXO B 19
GARANTIDAS
ANEXO C INFORMAÇÕES TÉCNICAS REQUERIDAS COM A PROPOSTA 21
ANEXO D COTAÇÃO DE ENSAIOS DE TIPO 22

NTC-39 / SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA


1. OBJETIVO

A presente norma tem por objetivo definir as características principais e demais


requisitos básicos para o fornecimento de transformadores de corrente indutivos
monofásicos, e equipamentos associados, para as tensões máximas de operação do
sistema de 15, 36, 2, 72,5 e 145 kV a serem instalados em subestações da CELG.

O fabricante fornecerá todos os itens e componentes requeridos, a menos que aqui


esteja especificado de outra maneira para completar o trabalho descrito ou proposto
nesta norma.

Todos os itens e componentes que não são especificamente mencionados nesta


norma, mas que são usuais ou necessários para operação eficiente do equipamento
considerar-se-ão como inclusos nesta norma e devem ser fornecidos pelo fabricante
sem qualquer ônus.

Todas as unidades deverão ser idênticas e intercambiáveis umas com as outras, sem
necessitar de alterações para esse propósito.

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2. NORMAS E DOCUMENTOS COMPLEMENTARES

NBR 5286 Corpos Cerâmicos de Grandes Dimensões Destinados a Instalações


Elétricas - Especificação
NBR 5389 Técnicas de Ensaios Elétricos de Alta Tensão - Método de Ensaio
NBR 6821 Transformador de Corrente - Método de Ensaio
NBR 6829 Óleo Isolante - Determinação da Rigidez Dielétrica - Método dos
Eletrodos de Disco
NBR 6856 Transformador de Corrente - Especificação
NBR 6936 Técnicas de Ensaios Elétricos de Alta Tensão - Procedimento
NBR 6940 Técnicas de Ensaios Elétricos de Alta Tensão - Medição de Descargas
Parciais - Procedimento
NBR 7876 Linhas e Equipamentos de Alta Tensão - Medição de Rádio-
Interferência na Faixa de 0,15 a 30 MHz - Método de ensaio
NBR 8125 Transformadores para Instrumentas - Descargas Parciais - Norma

IEC 60044-1 Instrument transformers - Part 1 - Current transformers


IEC 60060 High voltage test techniques
IEC 60060-1 High voltage test techniques - General definitions and test
requirements
IEC 60060-2 High voltage test techniques - Measuring systems
IEC 60186 Voltage Transformers

DIN-476 Paper Sizes, Size Classification, Folds, Standards Shopes, Notations

Notas:

1) A utilização de normas de quaisquer outras organizações credenciadas


será permitida, desde que elas assegurem uma qualidade igual ou superior
que as anteriormente mencionadas e não contradigam a presente norma.
2) No caso de outras normas serem usadas, elas devem ser mencionadas nos
documentos de licitação e se julgar necessário, um exemplar de cada
norma deverá ser enviado à CELG.
3) Todas as normas referidas neste capítulo devem estar à disposição do
inspetor da CELG no local da inspeção.
4) Deverá ser usado o Sistema Métrico Internacional de Unidades para todo
o fornecimento.

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3. REQUISITOS GERAIS

3.1 Tipo

Os transformadores de corrente deverão ser para instalação externa, imersos em óleo,


exceto para os transformadores de corrente de 15 e 36,2 kV, os quais poderão ser
aceitos do tipo a seco.

3.2 Conexão Secundária e Caixa de Terminais

Os condutores dos enrolamentos secundários deverão ser conectados ao bloco


terminal através de buchas de baixa tensão estanques ao óleo, que deverão ser
abrigadas numa caixa de terminais à prova de poeira e intempéries. Todos os
terminais deverão ter isolamento acima de 600 V e deverão, também, ser providos de
separadores isolantes.

Os terminais devem ser adequados para conexão de cabos de 2,5 a 6 mm2. A fixação
do cabo deve ser feita de tal maneira que para vibrações operacionais os conectores
não se soltem.

Os blocos terminais com parafusos que operem diretamente sobre o condutor não
serão aceitos. Os terminais de cada enrolamento deverão ser fornecidos com
adequadas facilidades de curto-circuitados

Cada terminal deverá ser marcado de acordo com as prescrições da norma ABNT
aplicável.

O bloco terminal deverá incluir o terminal de aterramento.

Os cabos de entrada deverão ser vedados por intermédio de buchas de borracha


sintética.

A caixa de terminais deverá ter uma saída na parte inferior para encaixe de eletroduto
de 50 mm de diâmetro.

3.3 Conectores de Aterramento

Cada transformador de potencial deverá ter um terminal de bronze para aterramento,


padrão NEMA, instalado nas adjacências da caixa de terminais, adequado para fazer
conexões de aterramento com cabos de cobre de 35 a 70 mm2.

3.4 Montagem

Os transformadores de corrente deverão ser adequados para montagem vertical


autoportante sobre estrutura metálica ou de concreto.

O fabricante deverá fornecer todas as arruelas, parafusos e porcas necessários para


montagem do transformador de corrente.

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3.5 Óleo Isolante

Os transformadores de corrente deverão ser fornecidos com óleo isolante.

As características do óleo deverão ser aquelas mostradas na Tabela 2.

O fabricante deverá indicar o tipo de óleo que ele pretende utilizar, bem como todas
as características do mesmo, que deverá ser mineral, puro, sem inibidores.

Na parte superior do equipamento deverá ser instalada uma câmara de expansão.


Quando for utilizada câmara com nitrogênio sob pressão todas as guarnições deverão
estar localizadas abaixo do nível mínimo de óleo. Contudo, uma câmara de
compensação que trabalhe a pressão atmosférica é preferível, desde que se evite o
contato entre o líquido e o ar.

As câmaras de expansão deverão ter indicação do nível de óleo por intermédio de


visores instalados que deverá indicar quais medidas são fornecidas para a contenção
da elevação perigosa de pressão que poderá vir a se desenvolver devido a uma falta
interna.

Para todas as juntas entre o tanque do transformador e as buchas de porcelana a


vedação por meio de gaxeta deverá preferencialmente ser usada. Juntas cimentadas
não serão aceitas.

As juntas deverão sempre estar imersas em óleo.

Todas as juntas de vedação deverão ser feitas com borracha acrilo-nitrilo, resistentes
ao óleo e que não se deteriorem com a ação do clima tropical.

3.6 Material

Deverão ser tomados cuidados especiais na seleção dos materiais para se evitar
oxidação e corrosão galvânica.

3.7 Buchas de Porcelana


As buchas de porcelanas deverão ser de cor marrom.

Não poderão ocorrer esforços indevidos nas buchas de porcelana causados por
mudanças de temperatura ou cargas mecânicas.

3.8 Parte Ativa


O núcleo deverá ser de aço silício de alta qualidade. Este preferencialmente deverá
ser do tipo faixa contínua fechada (exceto para TC com requerido desempenho no
transitório).

A parte ativa e as condutoras deverão ser fixadas de tal modo que não haja
deslocamento de nenhuma delas no caso de corrente de curto-circuito máxima. A
elevação de temperatura não poderá ultrapassar o prescrito na norma NBR 6856.

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3.9 Placa de Identificação

A placa de identificação deverá ser em aço inoxidável, com espessura mínima de


0,5mm, na cor natural do material, escrita em português, em baixo relevo e contendo
as seguintes informações:

a) normas segundo as quais o TC é construído;


b) a expressão: "Transformador de Corrente".
c) nome do fabricante ou a marca registrada;
d) data e local de fabricação;
e) número de série;
f) tipo ou modelo;
g) número do manual de instruções;
h) a expressão: "Uso Externo";
i) correntes nominais primárias e secundárias;
j) freqüência nominal;
k) tensão nominal;
l) tensão máxima de operação;
m) tensão suportável nominal de impulso atmosférico;
n) tensão suportável nominal à freqüência industrial;
o) cargas e classe de exatidão;
p) tipo, massa e volume do óleo isolante;
q) massa total;
r) fator térmico nominal;
s) corrente térmica nominal;
t) corrente dinâmica nominal;
u) diagrama esquemático mostrando a polaridade e o arranjo do circuito;
v) número do CFM.

Os dados de placa deverão ser submetidos à aprovação da CELG.

3.10 Terminais e Conectores de Alta Tensão

O equipamento deverá ser fornecido com dois conectores chapa-cabo, reto ou 90°,
sendo que até 145 kV a bitola será de 2/0 AWG até 477 MCM e, para tensões
superiores, de 477 a 1033,5 MCM. O desenho deverá ser aprovado pela CELG.

O equipamento de 145 kV e 242 kV deverá ser fornecido com terminais com quatro
furos NEMA.

3.11 Galvanização e Pintura

Todas as partes metálicas, flanges, caixas, parafusos, porcas e outras partes ferrosas,
excetuando as partes em aço inoxidável, deverão ser galvanizadas pelo processo de
imersão à quente de acordo com a norma NBR 6323.

O esquema de pintura a ser utilizado deverá ser submetido à aprovação da CELG.

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3.12 Acessórios

Os equipamentos deverão ser fornecidos com todos os acessórios necessários ao seu


perfeito funcionamento, incluindo, mas não se limitando aos seguintes:

- câmara de expansão;
- visores para o nível de óleo;
- olhais para içamento;
- dispositivo de alívio de pressão;
- terminal e conector para aterramento;
- terminal de linha sem conector;
- caixa de terminais dos secundários;
- flanges, ou válvulas, para drenagem, enchimento e válvula para retirada de
amostra de óleo isolante;
- placa de identificação.

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4. DOCUMENTOS TÉCNICOS PARA APROVAÇÃO

O fabricante deverá apresentar, para aprovação, os documentos técnicos relacionados


a seguir, atendendo aos requisitos especificados na ET.CG.CELG, relativos a prazos
e demais condições de apresentação de documentos.

4.1 Cronograma

O cronograma de entrega de documentos técnicos para aprovação deverá ser


completo, contendo indicação do número de referência do fabricante, título completo
e data de envio.

4.2 Desenho Dimensional

O desenho dimensional deverá conter:

a) tipo e código do fabricante;


b) arranjo geral em três vistas, com identificação e localização de todos os
componentes;
c) massa do equipamento;
d) tipo, código comercial e volume de óleo isolante;
e) furação da base de fixação;
f) dimensões dos terminais.

4.3 Desenho de Embalagem

O desenho de embalagem para transporte, deverá conter:

a) dimensões;
b) massa;
c) dispositivos de içamento;
d) tipo de madeira e tratamento utilizado;
e) localização do centro de gravidade;
f) detalhes de fixação dos componentes dentro das embalagens.

4.4 Desenho do Terminal

O desenho do terminal de alta tensão deverá conter:

a) material;
b) dimensões
c) esforços longitudinais e transversais admissíveis.

4.5 Desenho da Placa de Identificação

Desenho de placa de identificação do equipamento, incluindo placa diagramática,


com todos os esquemas de ligações.

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4.6 Documentos Complementares

a) Esquema de tratamento e pintura das superfícies metálicas;


b) Plano de inspeção e testes;
c) Cronograma de fabricação;
d) Lista de equipamentos que irão requerer especial armazenagem, o tipo de
armazenagem requerida e a área estocagem;
e) Certificados dos ensaios de tipo pertinentes ao equipamento e aos componentes.

4.7 Manual de Instruções

Manual de Instruções, contendo instruções de: montagem, operação e manutenção;


devendo ser constituído dos seguintes capítulos:

I. Dados e características do equipamento;


II. Descrição funcional;
III. Instruções para recebimento, manuseio e armazenagem;
IV. Instruções para instalação;
V. Instruções para operação e manutenção;
VI. Lista completa de todos os componentes, ferramentas especiais “e peças de
reposição”;
VII. Catálogos de todos os componentes;
VIII. Certificados dos ensaios de tipo e de rotina;
IX. Desenhos e documentos de fabricação, certificados;
X. Fotografias do equipamento nas diversas fases de montagem

Notas:
1) A relação de documentos técnicos para aprovação apresentada, deverá
ser atendida para cada tipo de transformador de corrente;
2) Os capítulos I e VII deverão ser enviados para aprovação juntamente com
os demais documentos a serem exigidos;
3) Após atendimento de todos os comentários decorrentes da análise de toda
a documentação, o manual deverá ser montado com capa dura
plastificada e divisória com orelhas.

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5. INSPEÇÃO E ENSAIOS

5.1 Generalidades

a) O fornecimento deverá ser submetido à inspeção e ensaios na fábrica, na presença


de inspetores credenciados pela CELG.
b) A CELG se reserva o direito de inspecionar e testar o TC e o material utilizado
durante o período de sua fabricação, antes do embarque ou a qualquer tempo em
que julgar necessário. O fabricante deverá proporcionar livre acesso do inspetor
aos laboratórios e às instalações onde o equipamento em questão estiver sendo
fabricado, fornecendo as informações desejadas e realizando os ensaios
necessários. O inspetor poderá exigir certificados de procedências de matérias
primas e componentes, além de fichas e relatórios internos de controle.
c) Antes de serem fornecidos os TCs, um protótipo de cada tipo deve ser aprovado,
através da realização dos ensaios de tipo previstos no item 5.2.
d) Os ensaios para aprovação do protótipo podem ser dispensados parcial ou
totalmente, a critério da CELG, se já existir um protótipo idêntico aprovado. Se os
ensaios de tipo forem dispensados, o fabricante deve encaminhar um relatório
completo dos ensaios indicados no item 5.2, com todas as informações
necessárias, tais como métodos, instrumentos e constantes usadas. A eventual
dispensa destes ensaios pela CELG somente terá validade por escrito.
e) O fabricante deve dispor de: pessoal e aparelhagem, próprios ou terceirizados,
necessários à execução dos ensaios, no caso de terceirização deverá haver
aprovação prévia da CELG.
f) O fabricante deve assegurar ao inspetor da CELG o direito de se familiarizar, em
detalhe, com as instalações e os equipamentos a serem utilizados, estudar todas as
instruções e desenhos, verificar calibrações, presenciar ensaios, conferir
resultados e, em caso de dúvida, efetuar novas inspeções e exigir a repetição de
qualquer ensaio.
g) Todos os instrumentos e aparelhos de medição, máquinas de ensaios, etc., devem
ter certificado de aferição emitido por instituições homologadas pelo INMETRO e
válidos por um período de, no máximo, 1 ano e, por ocasião da inspeção, ainda
dentro do período de validade, podendo acarretar desqualificação do laboratório o
não cumprimento desta exigência.
h) A aceitação do lote e/ou a dispensa de execução de qualquer ensaio:

− Não eximem o fabricante da responsabilidade de fornecer o material de


acordo com os requisitos desta norma;
− Não invalidam qualquer reclamação posterior da CELG a respeito da
qualidade do material e/ou da fabricação.

Em tais casos, mesmo após haver saído da fábrica, o lote pode ser inspecionado e
submetido a ensaios, com prévia notificação ao fabricante e, eventualmente, em sua
presença. Em caso de qualquer discrepância em relação às exigências desta norma, o
lote pode ser rejeitado e sua reposição será por conta do fabricante.
i) Após a inspeção dos TCs o fabricante deverá encaminhar a CELG, por lote
ensaiado, um relatório completo dos testes efetuados, em uma via, devidamente
assinada por ele e pelo inspetor credenciado pela CELG. Este relatório deverá
conter todas as informações necessárias para o seu completo entendimento, tais
como: métodos, instrumentos, constantes e valores utilizados nos testes e os
resultados obtidos.

NTC-39 / SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 9


j) Todas as unidades de produto rejeitadas, pertencentes a um lote aceito, devem ser
substituídas por unidades novas e perfeitas, por conta do fabricante, sem ônus
para a CELG.
k) Nenhuma modificação no TC deve ser feita "a posteriori" pelo fabricante sem a
aprovação da CELG. No caso de alguma alteração, o fabricante deve realizar
todos os ensaios de tipo, na presença do inspetor da CELG, sem qualquer custo
adicional.
l) A CELG poderá, a seu critério, em qualquer ocasião, solicitar a execução dos
ensaios de tipo para verificar se os TCs estão mantendo as características de
projeto preestabelecidas por ocasião da aprovação dos protótipos.
m) Para efeito de inspeção os TCs deverão ser divididos em lotes, por potência,
devendo os ensaios ser feitos na presença do inspetor credenciado pela CELG.
n) O custo dos ensaios deve ser por conta do fabricante.
o) A CELG se reserva o direito de repetir os ensaios em lotes já aprovados. Nesse
caso as despesas serão de responsabilidade da CELG se as unidades ensaiadas
forem aprovadas na segunda inspeção, caso contrário correrá por conta do
fabricante.
p) Os custos da visita do inspetor da CELG (locomoção, hospedagem, alimentação,
homem-hora e administrativos) correrão por conta do fabricante se nos seguintes
casos:

− Na data indicada na solicitação de inspeção o material não estiver pronto;


− O laboratório de ensaio não atender às exigências do item 5.1 e subitens: e até
g;
− O material fornecido necessitar de acompanhamento de fabricação ou
inspeção final em subfornecedor, contratado pelo fornecedor, em localidade
diferente da sua sede;
− O material necessitar de reinspeção por motivo de recusa;
− Os ensaios de recebimento forem efetuados fora do território brasileiro.

5.2 Ensaios de Tipo

Os ensaios de tipo deverão ser realizados em transformadores de corrente de cada


tipo a ser fornecidos de acordo com o CFM ou em protótipo ou deverão ser
apresentados com a proposta relatórios de ensaios de tipo que comprovem que os
mesmos foram realizados previamente em transformadores idênticos, dentro dos
últimos dez anos.
Os ensaios de tipo deverão comprovar que os transformadores a serem fornecidos
preenchem todos os requisitos constantes desta norma.
Entretanto, é reservado à CELG o direito de rejeitar estes certificados, parcialmente
ou totalmente, se os mesmos não estiverem conforme prescrito nas normas, ou não
corresponderem aos equipamentos como especificados.
Os seguintes ensaios de tipo são os relacionados a seguir e deverão ser feitos de
acordo com as normas NBR 6856 e NBR 6821, exceto quando for mencionado de
outra forma, prevalecendo sempre os termos desta norma:
a) Tensão induzida;
b) Tensão suportável à freqüência Industrial a seco e sob chuva para os enrolamentos
primários;

NTC-39 / SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 10


c) Tensão suportável nominal à freqüência industrial para os enrolamentos
secundários;
d) Tensão suportável nominal de impulso atmosférico;
e) Descargas parciais;
f) Polaridade;
g) Exatidão;
h) Fator de potência do isolamento;
i) Estanqueidade a frio e resistência mecânica à pressão interna;
j) Resistência elétrica dos enrolamentos;
k) Elevação de temperatura;
l) Corrente suportável nominal de curta duração e valor de crista nominal da
corrente suportável;
m) Radio interferência: este ensaio deverá ser realizado apenas para os TC's de 145
kV e 242 kV de acordo com a norma NBR 7876.

5.3 Ensaios de Recebimento

Os ensaios de recebimento descritos a seguir deverão ser realizados de acordo com as


normas aplicáveis especificadas no item 2 desta norma.

Deverão ser realizados os seguintes ensaios de recebimento:

a) Tensão induzida;
b) Tensão suportável nominal à freqüência industrial nos enrolamentos primários;
c) Tensão suportável à freqüência industrial nos enrolamentos secundários;
d) Descargas parciais;
e) Polaridade;
f) Exatidão;
g) Fator de potência do isolamento;
h) Estanqueidade a frio e resistência mecânica à pressão interna.

5.4 Relatórios Certificados dos Ensaios

O relatório dos ensaios deverá ser entregue ao inspetor após os ensaios terem sido
satisfatoriamente completados, atendendo aos requisitos especificados na
ET.CG.CELG, relativamente a prazos e demais condições de apresentação de
documentos.

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6. REQUISITOS TÉCNICOS ESPECÍFICOS

6.1 Transformadores de Corrente de 242 kV - Tipo I

Deverá ter quatro enrolamentos secundários, sendo três para proteção e um para
medição, com as seguintes características:

a) Relação de corrente:

− 150/200/250 x 300/400/500-5-5-5-5A;
− 300/400/500 x 600/800/1000-5-5-5-5A.

b) Classe de exatidão para proteção:

− 150 x 300-5-5-5A, classe 10B400


− 200 x 400-5-5-5A, classe 10B800
− 250 x 500-5-5-5A, classe 10B800
− 300 x 600-5-5-5A, classe 10B400
− 400 x 800-5-5-5A, classe 10B800
− 500 x 1000-5-5-5A, classe 10B800

c) Classe de exatidão para medição operativa:

− 150 x 300-5A, classe 0,6C100


− 200 x 400-5A, classe 0,6C200
− 250 x 500-5A, classe 0,6C200
− 300 x 600-5A, classe 0,6C100
− 400 x 800-5A, classe 0,6C200
− 500 x 1000-5A, classe 0,6C200

6.2 Transformador de Corrente 242 kV - Tipo II

A caixa de terminais deverá ter dispositivo com lacre. O enrolamento secundário


conterá as seguintes características:

a) Relações de Corrente:

− 50/100/150/250 x 100/200/300/500-5A
− 300/400/500 x 600/800/1000-5A

b) Classe de exatidão para medição de faturamento:

− Para todas as relações disponíveis, classe 0,3C100.

6.3 Transformador de Corrente de 145 kV - Tipo I

Deverá ter três enrolamentos secundários, sendo dois para proteção e um para
medição, com as seguintes características:

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a) Relações de corrente:

− 100/125/300/400 x 200/250/600/800-5-5-5 A
− 200/300/500/600 x 400/600/1000/1200-5-5-5A

b) Classe de exatidão para proteção:

− 100 x 200-5-5A, classe 10B200


− 125 x 250-5-5A, classe 10B200
− 300 x 600-5-5A, classe 10B400
− 400 x 800-5-5A, classe 10B400
− 500 x 1000-5-5A, classe 10B400
− 600 x 1200-5-5A, classe 10B400

c) Classe de exatidão para medição operativa:

− 100 x 200-5A, classe 0,6C100


− 125 x 250-5A, classe 0,6C100
− 300 x 600-5A, classe 0,6C200
− 400 x 800-5A, classe 0,6C200
− 500 x 1000-5A, classe 0,6C200
− 600 x 1200-5A, classe 0,6C200

6.4 Transformador de Corrente de 145 kV - Tipo II

Deverá ter quatro enrolamentos secundários, sendo que, uma caixa de terminais com
dois para proteção e um para medição operativa, e outra caixa separada, com
dispositivo de lacre, para o enrolamento de medição de faturamento, com as seguintes
características:

a) Relações de corrente:

− 100/125/300/400 x 200/250/600/800-5-5-5-5A
− 200/300/500/600 x 400/600/1000/1200-5-5-5-5A

b) Classe de exatidão para proteção:


− 100 x 200-5-5A, classe 10B200
− 125 x 250-5-5A, classe 10B200
− 300 x 600-5-5A, classe 10B400
− 400 x 800-5-5A, classe 10B400
− 500 x 1000-5-5A, classe 10B400
− 600 x 1200-5-5A, classe 10B400

c) Classe de exatidão para medição operativa:


− 100 x 200-5A, classe 0,6C100
− 125 x 250-5A, classe 0,6C100
− 300 x 600-5A, classe 0,6C200
− 400 x 800-5A, classe 0,6C200
− 500 x 1000-5A, classe 0,6C200
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− 600 x 1200-5A, classe 0,6C200

d) Classe de exatidão para medição de faturamento:

− Para todas as relações disponíveis, classe 0,3C100.

6.5 Transformador de Corrente de 145 kV - Tipo III

A caixa de terminais deverá ter dispositivo para colocação de lacre. O enrolamento


secundário conterá as seguintes características:

a) Relações de corrente:

− 100/125/300/400 x 200/250/600/800-5A
− 200/300/500/600 x 400/600/1000/1200-5A

b) Classe de exatidão para medição:

− Para todas as relações disponíveis, classe 0,3C100.

6.6 Transformador de Corrente de 72,5 kV - Tipo I

Devem ter dois enrolamentos secundários, sendo um para proteção e um para


medição, com as seguintes características:

a) Relações de corrente:

− 75/125/200/300 x 150/250/400/600-5-5A

b) Classe de exatidão para proteção:

− 75 x 150-5A, classe 10B200


− 125 x 250-5A, classe 10B400
− 200 x 400-5A, classe 10B400
− 300 x 600-5A, classe 10B400

c) Classe de exatidão para medição:

− 75 x 150-5A, classe 0,6C100


− 125 x 250-5A, classe 0,6C200
− 200 x 400-5A, classe 0,6C200
− 300 x 600-5A, classe 0,6C200

6.7 Transformador de Corrente de 72,5 kV - Tipo II

A caixa de terminais deverá ter dispositivo para colocação de lacre. O enrolamento


secundário conterá as seguintes características:

a) Relações de corrente:

− 75/125/200/300 x 150/250/400/600-5A
NTC-39 / SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 14
b) Classe de exatidão para medição:

− Para todas as relações disponíveis, classe 0,3C100.

6.8 Transformador de Corrente de 36,2 kV - Tipo I


Devem ter dois enrolamentos secundários, sendo um para proteção e um para
medição, com as seguintes características:
a) Relações de corrente:
− 125/250/300/350 x 250/500/600/700-5-5A
b) Classe de exatidão para proteção:
− 125 x 250-5A, classe 10B200
− 250 x 500-5A, classe 10B200
− 300 x 600-5A, classe 10B400
− 350 x 700-5A, classe 10B400

c) Classe de exatidão para medição operativa:

− 125 x 250-5A, classe 0,6C100


− 250 x 500-5A, classe 0,6C100
− 300 x 600-5A, classe 0,6C200
− 350 x 700-5A, classe 0,6C200

6.9 Transformador de Corrente de 36,2 kV - Tipo II

Quando previsto mais de um enrolamento secundário, o enrolamento de medição


deverá ser em caixa com dispositivo de lacre. O enrolamento secundário, para
medição, deverá conter as seguintes características:

a) Relações de corrente:

− 125/250/300/350 x 250/500/600/700-5A

b) Classe de exatidão para medição de faturamento:

− Para todas as relações disponíveis, classe 0,3C100.

6.10 Transformador de Corrente de 15 kV - Tipo I

Devem ter dois enrolamentos secundários, sendo um para proteção e um para


medição, com as seguintes características:

a) Relações de corrente:

− 400/600/800/1000/1200/5-5A
− 800/1600/5-5A
− 1000/2000/5-5A
− 1250/2500/5-5A

NTC-39 / SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 15


b) Classe de exatidão para proteção

− 400-5A, classe 10B200


− 600-5A, classe 10B200
− 800-5A, classe 10B200
− 1000-5A, classe 10B200
− 1200-5A, classe 10B200
− 1250-5A, classe 10B200
− 1600-5A, classe 10B200
− 2000-5A, classe 10B200
− 2500-5A, classe 10B200

c) Classe de exatidão para medição

− 400-5A, classe 0,6C100


− 600-5A, classe 0,6C100
− 800-5A, classe 0,6C100
− 1000-5A, classe 0,6C100
− 1200-5A, classe 0,6C100
− 1250-5A, classe 0,6C100
− 1600-5A, classe 0,6C100
− 2000-5A, classe 0,6C100
− 2500-5A, classe 0,6C100

6.11 Transformador de Corrente de 15 kV - Tipo II

Quando previsto mais de um enrolamento secundário, o enrolamento de medição


deve ser em caixa com dispositivo para lacre. O enrolamento secundário, para
medição deve conter as seguintes características:

a) Relações de corrente:

− 400/600/800/1000/1200/5A
− 800/1600/5A
− 1000/2000/5A
− 1250/2500/5A

b) Classe de exatidão para medição

− Para todas as relações disponíveis, classe 0,3C100.

NTC-39 / SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 16


ANEXO A - TABELAS

TABELA 1

CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS DOS TRANSFORMADORES DE CORRENTE

ITEM REQUISITOS ELÉTRICOS Unid. 15 kV 36,2kV 72,5kV 145kV 242kV


Parâmetros do sistema:
- tensão nominal kV 13,8 34,5 69 138 230
1.
- tensão máxima de operação kV 15 36,2 72,5 145 242
- freqüência nominal Hz 60 60 60 60 60
2. Fator térmico nominal - 1,2 1,2 1,2 1,2 1,2
Nível de isolamento nominal:
- tensão suportável nominal à
frequência industrial kV 34 70 140 230 395
- tensão suportável nominal de
3. impulso atmosférico, onda
plena kV 110 170 350 550 950
- tensão suportável nominal de
impulso atmosférico, onda
cortada kV 121 187 385 605 1045
Tensão suportável nominal à
4. freqüência industrial no
enrolamento secundário kV 2,5 2,5 2,5 2,5 2,5
Corrente dinâmica de curta 50 31,5 31,5 50 50
5. kA
duração - - - 31,5 -
Corrente térmica duração 1 kA 20 12,5 12,5 20 20
6.
segundo (rms): kA - - - 12,5 -
Tensão de radio interferência a
7. 110% da máxima tensão fase-terra
de operação referida a 300 ohms. µV - - - 1000 1000
Corona interno a 110% da
máxima tensão fase-terra de
8. operação:
- tipo seco pC 50 50 - - -
- tipo imerso em óleo pC - - 10 10 10
Sobre-elevação de temperatura:
- no enrolamento (método da
9. variação da resistência) °C 55 55 55 55 55
- no liquido isolante °C 55 55 55 55 55
- tipo seco °C 55 55 - - -

NTC-39 / SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 17


TABELA 2
ESPECIFICAÇÃO DO ÓLEO ISOLANTE
TIPO A (NAFTÊNICO) APÓS CONTATO COM O EQUIPAMENTO

Valores garantidos
CARACTERÍSTICAS MÉTODO

Mínimo Máximo

O óleo deve ser claro,


límpido, isento de matérias
Aparência - em suspensão ou Visual
sedimentadas.
Densidade a 20/4°C - 0,861 0,900 NBR 7148
Viscosidade cinemática a: 20°C - 25,0
(2) 40°C mm2/s - 11,0 NBR 10441
100°C - 3,0
Ponto de fulgor °C 140,0 - NBR 11341
Ponto de fluidez °C - -39,0 NBR 11349
Índice de neutralização mg KOH/g - 0,03 ASTM D974
Tensão interfacial a 25°C mN/m 40,0 - NBR 6234
Cor ASTM - - 1,0 ASTM D1500
Teor de água mg/kg - 10,0 NBR 5755
Cloretos - Ausentes NBR 5779
Sulfatos - Ausentes NBR 5779
Enxofre corrosivo - Ausente ASTM D1275 -
Extended
Ponto de anilina °C 63,0 84,0 NBR 11343
Índice de refração a 20°C - 1,485 1,500 NBR 5778
- NBR 10859
Rigidez dielétrica kV 80,0 - IEC 60156
Fator de perdas dielétricas a 100°C - 0,90 ASTM D924
ou %
Fator de dissipação a 90°C (3) - 0,70 IEC 60247
Estabilidade à oxidação:
-Índice de neutralização mg KOH/g - 0,40 IEC 61125
-Borra % massa - 0,10 IEC 61125
-Fator de dissipação a 90°C (4) % - 20,0 IEC 60247
Teor de inibidor de oxidação DBPC/DBP % massa - 0,02 MÀX. ASTM D2668
Porcentagem de carbonos % Anotar ASTM D2140

Notas:
1) Antes de se iniciar a inspeção, o fornecedor deve apresentar ao inspetor, certificado comprovando todas
as características do óleo, contidas nesta tabela.
2) O ensaio de viscosidade será realizado em duas temperaturas dentre as três citadas.
3) Esta norma requer que o óleo isolante atenda ao limite de fator de perdas dielétricas a 100°C pelo método
ASTM D924 ou ao fator de dissipação a 90° pelo método IEC 60247. Esta especificação não exige que o
óleo isolante atenda aos limites medidos por ambos os métodos.
4) O ensaio do fator de dissipação a 90°C do óleo oxidado pelo método IEC 61125, será realizado conforme
método IEC 60247.
5) Os recipientes destinados ao fornecimento do óleo mineral isolante devem ser limpos e isentos de matérias
estranhas.
6) O revestimento interno desses recipientes deve ser constituído de resina epóxi, convenientemente curado,
ou material equivalente em desempenho.
NTC-39 / SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 18
ANEXO B

QUADRO DE DADOS TÉCNICOS E CARACTERÍSTICAS GARANTIDAS

CARACTERÍSTICAS
ITEM DESCRIÇÃO
UNIDADE
1 Tipo
2. Tensão nominal kV
3. Máxima tensão de operação contínua kV
4. Freqüência nominal Hz
5. Fator térmico baseado em 30°C de temperatura ambiente
6. Corrente dinâmica de curta duração kA
7. Corrente térmica nominal de curta duração, 1 segundo. kA
Elevação da temperatura para operação contínua e carga
total, com temperatura ambiente de 40°C:
8. - enrolamento °C
- óleo °C
9. Temperatura ambiente de referencia para os itens 8.a e 8.b °C
10. Tensão suportável nominal à freqüência industrial kV
Tensão suportável nominal à freqüência industrial, sob
11
chuva. kV
12. Tensão suportável nominal de impulso atmosférico kV
13. Distância de escoamento da porcelana. mm
Tensão de radiointerferência a 120% da tensão nominal
14.
fase-terra. µV
Mínima tensão de corona. Esta tensão é definida para o
15. joelho da curva mostrando a tensão de radiointerferência
em função da tensão aplicada kV
16. Relações de transformação(*) -------------------------
Classe de exatidão
a) Para proteção
1) ______ X ______
2) ______ X ______
3) ______ X ______
4) ______ X ______
17.
b) Para medição
1) ______ X ______
2) ______ X ______
3) ______ X ______
4) ______ X ______

Número de núcleos:
18. - para proteção
- para medição
Densidade de fluxo na “Knee point” (Knee-point é definido
como sendo o ponto onde um crescimento de 10% na
19. tensão produz um acréscimo de 50% na corrente de
excitação) KLINES cm²
20. Resistência secundária na máxima relação Ω
21. Número de espiras primárias

NTC-39 / SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 19


CARACTERÍSTICAS
ITEM DESCRIÇÃO
UNIDADE
22. Numero de espiras secundárias
Área do núcleo:
23. - para proteção mm²
- para medição mm²
24. Curva de excitação do secundário
25. Núcleo/comprimento médio do caminho magnético mm
26. Comprimento total dos gaps do núcleo mm
27. Pressão nominal do gás kg/mm²
28. Altura máxima mm
29. Tensão suportável nominal de impulso de manobra kV crista
Dimensões:
- largura
30
- comprimento
- altura
31 Massa total
32 Massa total do óleo
33 Tipo de óleo utilizado
34 Máxima força horizontal de tração nos terminais primários
Densidades de corrente:
35 - no enrolamento primário
- no enrolamento secundário
36 Tipo de núcleo
Número de núcleos:
37 - para proteção
- para medição
38 Material do núcleo
39 Curva de saturação de cada transformador proposto
Dimensões aproximadas para transporte:
- largura
40
- comprimento
- altura
41 Massa aproximada para transporte

Notas:
1) O fabricante deve fornecer em sua proposta todas as informações requeridas no
Quadro de Dados Técnicos e Características Garantidas.
2) Se o fabricante submeter propostas alternativas cada uma delas deve ser submetida
com o Quadro de Dados Técnicos e Características Garantidas específico e
claramente preenchido, sendo que cada quadro deve ser devidamente marcado para
indicar a qual proposta ele pertence.
3) Erro no preenchimento do quadro de características poderá ser motivo para
desclassificação.
4) Todas as informações requeridas no Quadro de Dados Técnicos e Características
Garantidas devem ser compatíveis com as informações descritas em outras partes da
proposta de fornecimento. Em caso de dúvidas as informações prestadas no referido
quadro prevalecerão sobre as descritas em outras partes da proposta.
5) O fabricante deve garantir que a performance e as características dos equipamentos a
serem fornecidos estarão em conformidade com as informações aqui apresentadas.

NTC-39 / SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 20


ANEXO C

INFORMAÇÕES TÉCNICAS REQUERIDAS COM A PROPOSTA

ENSAIOS DE TIPO

ITEM DESCRIÇÃO CERTIFICADO


1. Ensaios dielétricos:
1.1 - tensão induzida.
1.2 - tensão suportável nominal à freqüência industrial a
seco e sob chuva nos enrolamentos primários
1.3 - tensão suportável nominal à freqüência industrial nos
enrolamentos secundários.
1.4 - tensão suportável nominal de impulso atmosférico.
2. Descargas parciais
3. Polaridade.
4. Exatidão.
5. Fator de potencia do isolamento.
6. Estanqueidade a frio e resistência mecânica à pressão
interna.
7. Medição da resistência elétrica de todos os enrolamentos
8. Elevação de temperatura
9. Corrente suportável nominal de curta duração e valor de
crista da corrente suportável
10. Tensão de radiointerferência

Notas:
1) Deverão ser enviados juntamente com a proposta todos os certificados dos
ensaios de tipo anteriormente relacionados, desde que realizados em
equipamentos idênticos, dentro dos últimos 10 (dez) anos. Caso não sejam
apresentadas tais evidências, os ensaios de tipo deverão ser realizados em um
dos equipamentos de cada tipo a serem fornecidos de acordo com o contrato ou
em um protótipo, sem ônus para a CELG.
2) Os ensaios de tipo deverão garantir que os equipamentos a serem fornecidos
atendem os requisitos desta norma. Entretanto reserva-se a CELG o direito de
rejeitar os certificados, parcialmente ou totalmente, se os mesmos não estiverem
conforme prescrito nas normas, ou não corresponderem aos equipamentos
especificados.

NTC-39 / SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 21


ANEXO D

COTAÇÃO DE ENSAIOS DE TIPO

Nome do fabricante ________________________________________________________________


Nº da licitação ____________________________________________________________________
Nº da proposta ____________________________________________________________________

ITEM ENSAIO PREÇO (R$)


1 Tensão suportável nominal de impulso atmosférico
2 Resistência elétrica dos enrolamentos
3 Elevação de temperatura
Corrente suportável nominal de curta duração e valor de crista
4
nominal da corrente suportável
radiointerferência:este ensaio deverá ser realizado apenas para TC's
5
de 145 kV e 242 kV

NTC-39 / SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 22