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Barus-Michel, Jacqueline. O Sujeito Social. Ed. PucMinas, BH, 2004.

(Dentro da Disciplina Grupo e Instituição: Uma abordagem


psicossocial e psicanalítica)

Capítulo 1: História: as filiações caóticas.

“A psicologia social se desenvolveu segundo uma dupla


problemática: uma pragmática e outra teórica que em momentos de
contato, contaminaram-se ou contradisseram-se.”(p.25)

CORRENTE PRAGMÁTICA:

Iniciando-se por uma preocupação prática aliada a uma


preocupação científica experimentalista, a corrente pragmática passa a
enfatizar a experimentação, a aplicação e o resultado, esgotando-se em
suas práticas, em detrimento da reflexão teórica e do interrogar-se sobre o
sujeito social da clínica, ou seja, sobre o interlocutor não reconhecido de
sua prática.

Psicologia Social nos EUA:

Os trabalhos americanos se caracterizarão por uma preocupação


prática aliada a uma preocupação científica.
A corrente pragmática da Psicologia Social americana fora
inaugurada por Elton Mayo, entre 1927 e 1932, elaborando noções sobre
o grupos informais e sua pregnância sobre o comportamento dos
indivíduos.

K. Lewin, a partir de 1938, inicia trabalhos sobre os grupos por


meio de uma action recherche, onde ao mesmo tempo em que se conduz
um procedimento experiementalista constituindo grupos para estudar as
interdependências, se conduz um procedimento prático, próximo à
clínica, intervindo para resolver dificuldades propostas na vida social
concreta por indivíduos ou instâncias coletivas. Ao conceber o grupo
como um campo dinâmico cujos elementos são interdependentes, será a
dinâmica de grupo e a intervenção psicossocial nos grupos que irá
caracterizar o trabalho de K. Lewin.

J. L. Moreno, a partir de 1918 em Viena e 1925 nos EUA, traça


um caminho mais direcionado à clínica, firmando no campo do grupo e
das relações a nova tendência clínica. Aborda em situação as relações
interpessoais, elaborando certas noções para compreender a dinâmica dos
grupos e delas se valer para, num contexto de psicodrama, obter efeitos
de mudança terapêutica sustentados também, por uma teoria de papel e
espontaneidade que pertence mais ao campo da psicologia clínica.

C.Rogers, confirma esta tendência da clínica ao campo do grupo e


das relações situando-se na relação pessoal entre terapeuta e cliente
como meio para favorecer o desenvolvimento do último. No entanto, sua
psicologia aproxima-se mais da clínica, pois baseia-se numa teoria da
pessoa em que a relação atua como meio afetivo e não social.

No entanto, de um modo geral, a psicologia social americana,


volta-se mais para o desenvolvimento e refinamento de modelos de
observação e de compreensão dos fenômenos psicossociais, priorizando a
observação.
Os fenômenos de massa são objetos de experimentação fortuita, o
que impossibilita a apreensão direta do fenômeno e a possibilidade de
previsão acurada e intervenção, o conhecimento se dá apenas à posteriori
de cada fenômeno. As observações podem desvelar mecanismos e
inspirar uma intervenção no sentido de política social, mas não pode
controlar a multiplicidade de fatores presentes e seus entrelaçamentos
resultando numa imprevisibilidade dos fenômenos de massa.

Psicologia Social na Europa:

A psicologia na Europa sofreu influências da corrente pragmática


americana e daí se originou a psicologia social, numa retomada
experimentalista dos trabalhos iniciados pelos americanos que se focavam
mais sobre os “objetos” dos modos de experimentação, que sobre uma
teorização das relações humanas ou do fato social. A psicologia social,
ditada agora pelo exercício e pelo resultado, pela aplicação ou pela
experimentação, perde pouco a pouco seu objeto que se dispersa na
diversidade dos trabalhos e nas tendências da moda.
O entusiasmo pragmático no qual as abordagens de Lewin, Rogers
e Moreno encontraram como práticas dentro da formação, educação,
terapia, pesquisa e intervenção em organizações ocasionou tanto o
esgotamento destas abordagens em sua própria prática limitando as
chances de reflexão teórica, como resultou no sobrepujar do pragmatismo
sobre a clínica.
Nesta primeira conseqüência do entusiasmo pragmático, a
psicanálise acaba por recolher a reflexão teórica negligenciada, ocupando
o lugar do pensamento claudicante e, depois, da prática, tornando
analíticas estas abordagens e práticas: trazendo-as do campo da clínica na
psicologia social, ao campo da psicologia.
Na outra conseqüência deste entusiasmo, observamos que o
pragmatismo sobrepujou a clínica. O forte movimento de intervenção
pragmática calou o interrogar-se sobre o sujeito social, ou seja, sobre o
interlocutor desta prática, que não era reconhecido; assim como, calou o
interrogar-se sobre sua própria posição, enquanto psicóssociólogo, nesse
contrato de intervenção, por demais implícito, feito com uma sombra.
Esta falta de questionamento resultou no risco do psicossociólogo ser
manipulador ou manipulado, instrumento, à sua revelia, de ações ou de
instancias sociais que não detectara.

CORRENTE TEÓRICA

Nos trabalhos originados da corrente pragmática, faltou um corpus


teórico capaz de articulá-los, será a corrente teórica, portanto, que irá se
preocupar com este corpus teórico ao buscar explicar as causas do
fenômenos sociais.
Enquanto a corrente pragmática é criticada por transformar a
psicologia social em uma microsociologia ao considerar os pequenos
grupos como homólogos miniaturizados da sociedade, a corrente teórica
dirige-se aos fenômenos extensivos, mesmo se as praticas daí originadas
tenham retornado ao grupo.

Perspectiva Freudiana:

A psicologia social se inicia com trabalhos onde o social é


entendido como fenômeno de massa, onde a multidão serve de modelo e
chave para se compreender a sociedade.
G.Tarde, em 1890, o inventor da psicologia social, estuda “as leis
da imitação” proclamando que a sociedade é “uma imitação, uma espécie
de sonambulismo”. Neste mesmo sentido, G.Le Bon, estudará a
“psicologia das multidões”, “descobrindo aí, em atividade, o contágio
mental, a sugestibilidade comparável à de um hipnotizado, que ocasiona
uniformidade, perda de controle, violência das emoções: a multidão ´quer
ser dominada, subjulgada e temer seu chefe’”.(p.31)´
Será esta psicologia social que Freud desenvolverá, retomando a
noção de multidão de G.Le Bon.
Noção de multidão freudiana:
Freud refletirá sobre as “multidões psicológicas” que associam
tanto as multidões passageiras e homogenias quanto as permanentes e
“institucionalizadas”. Considera estas multidões psicológicas fenômenos
emocionais globais e acaba por negligenciar o que caracteriza as
organizações e define o social: a estrutura e a regra que coordena uma
diversificação interna. Estende suas análises a vastos fenômenos sociais
que pertencem ao domínio das mentalidades de massa como a religião, a
cultura, a guerra.
Seus trabalhos superam a exterioridade das análises anteriores: ao
contagio e à regressão, Freud dá uma explicação construída sobre duas
hipóteses que se recortam e que se reconduziram a psicologia social à
psicologia individual.
Primeira Hipótese:
Explorada em Totem e Tabu (1912), esta hipótese seria a de uma
“multidão originaria, a horda primitiva, que teria dado origem a toda uma
produção social e que, no estado de mito, continuaria a fomentar toda
dinâmica social”(p.33), a horda primitiva seria, pois, um mito.
Neste mito, o assassinato do pai violento desempenharia o papel
fundador do interdito, onde a culpabilidade pelo assassinato e a introjeçao
da imagem temida e admirada do pai, recriarão o interdito e suscitarão as
figuras de autoridade, de direito, de moral, sob as diversas formas que o
totem, o chefe ou uma idéia mobilizadora podem assumir.
Segunda Hipótese:
Esta hipótese é uma verdadeira análise das relações coletivas
reconduzidas, como já dito, ao modelo da multidão.
Explorada em Psicologia de Grupo e a Análise do Ego (1921), esta
hipótese está na recondução de toda a relação à figura do pai, fazendo do
chefe, do mestre, o indispensável pivô do social. “A multidão é uma
horda após o assassinato, em que a identificação, o temor e a
culpabilidade solidarizam os indivíduos e os subordinam ao pai-chefe que
pretende amar a todos igualmente.”(p.34)

Elaborando esta análise de dependência do meio coletivo, teme-se


que o social aqui não seja mais que o individual multiplicado. E “se o
social é reduzido a essa uniformização sob a influência do chefe e à
transformação das pulsões individuais dai decorrentes, torna-se difícil
explicar, para além do conformismo social, a coesão e a criatividade
social.”(p.34) Porém, sabe-se que o fato dos processos inconscientes
serem comuns não os torna estruturantes, a dependência é, pois,
raramente dinâmica.
Na teoria, o social acaba escamoteado em proveito da psicologia
individual tão pregnante. Ao lugar de elaborar uma psicologia social
distinta obrigando-se a repensar o social, Freud elabora duas psicologias
individuais: a do chefe e a de cada um que compõe a massa.

Conseqüências das análises freudianas e a recondução da psicologia


social à psicologia individual:
Esta análise freudiana, “permitiu compreender os investimentos
psicológicos do social e que o inconsciente se expande no campo social e
se apropria das diferentes situações para ai reapresentar as cenas que o
assombram”(p36). Esta análise abrirá caminho tanto para a análise de
grupo como para a prática institucional que tenta manejar as perturbações
do inconsciente através das estruturas que o social lhe propõe.
Ao considerar que “o social nunca está imune às projeções
inconscientes dos indivíduos, que nele disseminam afetos e
representações infantis edipianas ou mesmo pré-edipianas e
arcaicas”(p36) e que os atores sociais como pessoas transpõem suas
relações sociais nos termos relacionais pai/filhos, pensamos se esta
repetição do vivido infantil no meio social seria suficiente para definir a
psicologia social.

Perspectiva Marxista:

A corrente teórica anterior à Freud seria a marxista mesmo tendo


este nunca se preocupado em elaborar uma psicologia social, no entanto,
suas análises sociais fundadas numa idéia do homem, interessa a
psicologia social: é a primeira abordagem não filosófica, mas analítica, do
social.
Para Freud, o homem destinado a viver em sociedade continua
sendo vitima de pulsões agressivas que o levam a atacar seu semelhante,
apenas as variações de temor o conduzirão à identificação pacificadora.
Já para Marx, (Manuscrito de 1844) “o ser do homem é social”, seriam as
relações de produção que engendrariam os conflitos, conflitos que são de
classes e que não pertencem à natureza humana. Com o desaparecimento
da propriedade privada, o homem retornaria à sua “existência humana,
isto é, social”: essa natureza social se afirmará em gozo e realização de si
através da produção.
Com Marx, o social predomina sobre a psicologia, ele é psicologia
humana; a psicologia não é mais que um reflexo, uma transcrição do
social. “ O social é a condição histórica e determinante da existência
humana, ao mesmo tempo que a natureza positiva do homem”.(p.38)

Freudo marxistas:

A tentativa de conciliação das duas teorias, a partir da fecundidade


da psicanálise e do materialismo histórico, não acabou por fundar uma
psicologia social, porém, veio a alimentar a clínica. A articulação entre
Marx e Freud fora operada na sociopsicanálise de Mendel, na
psicoterapia institucional e no movimento institucionalista.
Reich e Marcuse são exemplos desta tentativa que acabou por trair
Freud uma vez amputado da pulsão de morte e do recalque e Marx, por
sua vez, amputado da produção, cujo lugar é tomado pelo sexo:
resultando uma teoria do bom selvagem desviado pela opressão a
sociedade.

A relação transferencial nas ciências humanas:

Psicanálise de grupo a psicologia social:

A psicanálise é uma prática em que se analisam os processos


inconscientes recolocados em jogo pelo do dispositivo do tratamento: e
os analistas transformaram a prática de grupo, iniciadas na corrente
pragmática, para analisar os processos inconscientes aí sediados.
Descobriu-se então que “o inconsciente, enquanto grupal, revela-se sob
novos traços que se caracterizam por organizações horizontais entre
participantes”, no entanto, para se tratar do social não bastava analisar os
fenômenos inconscientes causados pelo grupo.(p.40)

Noção de transferência e o conhecimento das ciências humanas:

A noção de transferência específica no tratamento e essencial no


processo de análise fora expandida para campos mais amplos das ciências
humanas, levando ao pensar sobre a importância decisiva do sistema de
referência e do lugar do observador para o conhecimento do objeto de
observação.
Equivalente à noção de relatividade das ciências físicas, o
fenômeno de transferência leva ao reconhecimento de que uma
observação ou intervenção sobre seres humanos não estariam isentas de
uma relação e que um induziria movimentos no outro, comprometendo
qualquer objetividade: o conhecimento que se obtém seria sempre o fruto
da relação.
Como conseqüência o pesquisador percebe-se tendo que incluir-se
no espaço científico, levando em conta sua própria implicação, controlá-
la e avaliar o risco de induzir reações no observado, sabendo que este só
se mostra sob os tipos de reação que o observador suscita.
No entanto, na psicanálise, Freud elabora um dispositivo de
tratamento de distancia obrigatória do analista que visa neutralizar a
realidade da relação em análise e poe em perspectiva a transferência.
Resta saber qual seria a forma específica deste dispositivo nas ciências
sociais.
MOVIMENTO INSTITUCIONALISTA

Os movimentos institucionalistas irão retomar dados provenientes


das correntes pragmáticas teóricas e clínicas. Estão próximos ao que se
propõe como psicologia social clínica, porém os defensores destas
correntes institucionalistas não invocam a psicologia social nem se
consideram psicossociólogos. Valem-se, no entanto, de teoria e prática da
psicologia social assim como de referências à psicanálise, com esta
fornecendo a grade de leitura para os fenômenos.

Sociopsicanálise:

G.Mendel, em 1972, fundador da sociopsicanálise, tentará


conciliar as referências a Freud e Marx.
Sua atuação em instituições responde ao apelo de uma classe
institucional definida pelo lugar que ocupa no aparelho de produção da
instituição, respondendo à hipótese de que a luta de classes, ligada às
relações de produção como afirma Marx, se transpõe para a instituição. Já
a análise ou a interpretação, recorre à hipótese sobre o modo de
investimento do ego dos membros de uma classe institucional que
poderia se dar em três estágios:
Eu-tudo: o mais regressivo, experiência institucional vivida por
meio de uma fantasia narcísica dereística, que deixa os membros da
instituição no mais alto grau de dependência, apesar dos sentimentos de
onipotência partilhados.
Eu-ato: pseudo-familiar, faz com que a experiência institucional
seja vivida conforme esquema de relação pai/filho, subordinando os
membros de uma instituição a uma autoridade investida de maneira
infantil.
Eu-Político: O ator social vive sua experiência na consciência da
luta de classes e da realidade das relações de exploração. Eis o nível que a
sociopsicanálise permitirá aceder.
Alcançar este estágio seria renunciar as facilidades regressivas do
eu-tudo e eu-ato e abrir a possibilidade á prática de uma dinâmica de
conflito para questionar e distribuir o poder.
G. Mendel atribui grande importância ao social, do qual faz uma
leitura marxista transposta para a instituição. Segundo a teoria do poder
de Mendel, o social se insere na dinâmica conflitante do poder e não,
como comumente na psicologia, como um ambiente coletivo não
caracterizado.
Ao mesmo tempo, Mendel “recorre à psicanálise e prolonga uma
teoria do ego que permite compreender as representações e os efeitos
ligados ao social”: com o eu-político nem familiar nem edipiano, ele
admite um nível de apreensão e de investimento político que atua sobre as
relações de poder. (p.45)
Quanto à dimensão clínica de sua teoria, encontra-se uma
metodologia de intervenção que respeita o interlocutor social: a classe
institucional, em nome da qual se conduz a análise.
Psicoterapia Institucional:

A psicoterapia institucional não é uma intervenção nem se dirige à


instituições: a instituição é o instrumento de uma terapia que se dirige aos
psicóticos.
A prática elaborada por La Borde, Oury, Guattari, em 1972, fora
baseada na crítica marxista da instituição: as estruturas esclerosadas da
instituição reproduzem as relações de alienação e são responsáveis por
sua retranscrição na patologia mental”, daí a necessidade de estruturas
destinadas a apoiar o espaço às relações, à expressão, à negociação, à
circulação, e às trocas dentro da instituição.(p.46)
A partir desta concepção, transformam-se as clínicas para
psicóticos: fazendo desta um instrumento de análise, uma estrutura de
transferência, com espaço para que os revezes do inconsciente, que
culminaram nos impasses da loucura, possam ser rencenados e
manejados.
O instituído fechado e repetitivo condenaria a loucura a si mesma.
Já a instituição tornando-se uma estrutura de exploração e de expressão,
pronta para qualquer articulação, libera o significante forcluído: “ o mais
obscuro e o mais condenado do inconsciente pode reaparecer através das
múltiplas combinações possibilitadas pela assunção de papeis, pelas
experiências de atividades e as oportunidades de fala” (p.47).
Esta é uma “leitura analítica da psicose que supõe a transferência
institucional e uma teoria da instituição estrutural e lingüística.” (p.47)
Portanto, aqui não estamos tão longe da psicologia social pois a
psicologia patológica è retomada e entendida numa inscrição social.
Quanto à dimensão clínica de sua teoria, se dá no momento em que
a montagem da relação terapêutica é construída a partir das relações
institucionais.

Socioanálise:

A socioanálise, ou seja, a prática da análise institucional concebida


por Lapassade e Lourau, em 1970, pertence è sociologia.
A teoria, apoiando-se em Marx, tem a instituição como objeto para
aí ver em atividade as forças contraditórias das quais se pode fazer uma
análise dialética: o instituído, o instituinte e o institucionalizado, opondo
a rigidez conservadora do poder à energia rebelde contra o que o
instituído tenta unir. (p.48)
Os socioanalistas teriam a função de liberar as forças retidas na
instituição, provocá-la em suas construções opressivas e, graças à crise,
permitir a redistribuição da palavra e do poder aos atores sociais.(p.48)
O modelo metodológico é psicanalítico, mas invertido, pois o
advento do sujeito em questão é o dos sociopsicanalistas, bem mais que o
dos clientes. A intervenção se dá por meio de transgressões e movimentos
provocados entre os atores sociais, como que para liberar recalques
causados pela instituição. Muitas vezes, a intervenção pode ultrapassar a
instituição e questionar as relações de poder no ambiente social.
A orientação é sociológica pois visa promover uma mudança nas
relações sociais, o objetivo é social ( com o social definido através da
instituição), mas encontramos ecos da psicanálise na metodologia e em
algumas concepções, como a do recalque.
Quanto à dimensão clínica desta teoria, percebemos que é
desviada, “ mas não passa despercebida e é em sua problemática que atua
a intervenção e se constrói o dispositivo”.(p.50)

PARA LER:

Manuscrito de 1844 de Marx.


Totem e Tabu, Freud.
G. Le Bon. Noção de multidões para freud
G.Mendel. conciliação entre freud e marx.