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Estado

Em todas as sociedades humanas, a convivência pacífica só é possível graças à


existência de um poder político instituído acima dos interesses e vontades individuais.
O estado, organização que monopoliza esse poder nas civilizações desenvolvidas, tem
alcançado o bem comum ao longo da história pelo emprego de formas diferentes de
governo.

Conceito Geral

Estado é a organização política de um país, ou seja, a estrutura de poder instituída


sobre determinado território ou população. Poder, território e povo (ou nação) são,
conseqüentemente, os elementos componentes do conceito de estado, que com eles
deve estar identificado.
Poder é a capacidade que o aparelho institucional tem para impor à sociedade o
cumprimento e a aceitação das decisões do governo ou órgão executivo do estado. O
território, espaço físico em que se exerce o poder, está claramente delimitado com
relação ao de outros estados e coincide com os limites da soberania. A nação ou povo
sobre o qual atua o estado é uma comunidade humana que possui elementos
culturais, vínculos econômicos, tradições e histórias comuns. Isso configura um espírito
solidário que geralmente é anterior à formação da organização política. Dessa forma, o
estado e a nação nem sempre coincidem: há estados plurinacionais (com várias
nacionalidades) - como a Espanha, a Suíça e o Canadá - e nações repartidas entre
vários estados - como no caso do povo árabe.
O aparelho de estado é composto de três elementos básicos de organização: a
administração, as forças armadas e a fazenda. A administração é a organização
encarregada de tomar as decisões políticas e de fazer com que elas sejam cumpridas
por intermédio de uma série de órgãos ou departamentos (governo, ministérios,
governos territoriais ou regionais, polícia, previdência social etc.). A função das forças
armadas é defender o estado. A manutenção de todo o aparelho estatal exige a
arrecadação de fundos mediante a contribuição dos membros da sociedade, função
que corresponde à fazenda.
Nenhum poder político pode manter-se durante muito tempo pelo uso exclusivo da
força. O que legitima o poder do estado é o direito, ordem jurídica que regula o
funcionamento das instituições e o cumprimento das leis pelas quais deve reger-se a
coletividade. Ao mesmo tempo em que legitima o estado, o direito limita sua ação,
pois os valores que orientam o corpo jurídico emanam, direta ou indiretamente, do
conjunto da sociedade. As normas consuetudinárias, os códigos de leis e,
modernamente, as constituições definem os direitos e deveres dos cidadãos, além das
funções e limites do estado. Nos estados liberais e democráticos, as leis são elaboradas
e aprovadas pelos corpos legislativos, cujos membros, eleitos pelos cidadãos,
representam a soberania nacional. A lei está acima de todos os indivíduos, grupos e
instituições. Esse é o significado da expressão "império da lei".
O julgamento sobre o cumprimento ou não-cumprimento das leis e o estabelecimento
das penas previstas para punir os criminosos compete ao poder judiciário, exercido
nos tribunais.
Política

O choque de interesses entre indivíduos e grupos na sociedade provoca a luta pelo


poder e seu exercício em diferentes configurações institucionais. Ao longo de séculos,
grandes pensadores tentaram estabelecer os elementos universais de uma ordem
justa nos negócios humanos, o que deu origem a teorias políticas numerosas e,
freqüentemente, contraditórias.
Política, em sentido estrito, é a arte de governar a polis, ou cidade-estado, e deriva do
adjetivo politikós, que significa tudo o que se relaciona à cidade, isto é, tudo o que é
urbano, público, civil e social. Em acepção ampla, política é o estudo do fenômeno do
poder, entendido como a capacidade que um indivíduo ou grupo organizado tem de
exercer controle imperativo sobre a população de um território, mesmo quando é
necessário o uso da força.

O conceito de política é estreitamente vinculado ao de poder em três esferas básicas:

(1) a luta pelo poder;


(2) o conjunto de instituições por meio das quais esse poder se exerce;
(3) e a reflexão teórica sobre a origem, estrutura e razão de ser do poder.
O poder político se caracteriza pela exclusividade do direito do uso da força em relação
ao conjunto da sociedade, que lhe confere a legitimidade desse uso. O exercício do
poder se justifica como a solução para regular e equilibrar a ordem e a justiça na
sociedade; e o uso da força, inerente a todo poder político, indica a presença de
interesses antagônicos e conflitos no corpo social que devem ser controlados para
preservar a ordem social ou buscar o bem comum.

Ciência Política

Disciplina recente, a ciência política surgiu da necessidade de formar gestores públicos


e oferecer uma estrutura de reflexão sobre as questões públicas. Seu objetivo é
estudar o poder político, suas formas concretas de manifestação e tendências
evolutivas. Cabe assim à ciência política explicar os motivos das relações que existem
entre os poderes políticos e a sociedade, as diversas formas de organização do estado
e sua dominação por classes ou grupos, a formação da vontade política do povo e as
diferentes teorias relativas à prática política.
A ciência política utiliza métodos de ciências empíricas, como a física e a biologia, e
metodologias e especificidades de outros ramos do conhecimento, como filosofia,
história, direito, sociologia e economia, e sua finalidade é descrever aquilo que é e não
o que deveria ser. Nesse sentido, distingue-se da filosofia política, área normativa
voltada para conceitos como direito e justiça; da antropologia política, que estuda o
fenômeno político como uma constante em todas as sociedades humanas ao longo de
sua história; e da sociologia política, que estuda os fenômenos sociais a partir de uma
visão política.

Luta pelo poder


A história humana é basicamente uma história da política, isto é, das lutas travadas por
indivíduos, grupos ou nações para conquistar, manter ou ampliar o poder político.
Essas lutas podem ser violentas, na forma de assassínio de dirigentes, guerras,
revoluções e golpes de estado, ou pacíficas, por meio de eleições e plebiscitos.
A luta violenta é uma das formas mais primitivas de conquista e manutenção do poder,
embora ainda seja adotada em algumas nações modernas. São numerosos os
exemplos, ao longo da história das nações, de assassínios de dirigentes por uma
pessoa ou um grupo de pessoas para a tomada do poder; e de insurreições e
revoluções populares, uma forma de luta política violenta que visa não só conquistar o
poder mas transformar de modo radical as condições sociais ou a organização do
estado. Nesses casos, a violência se manifesta também na defesa daqueles que detêm
o poder e querem manter a situação social tradicional. As revoluções francesa e russa
mudaram a história do mundo moderno.
A mudança de um regime político pode se dar ainda pelo golpe de estado, forma de
ação política violenta comum na história das nações da América Latina. As guerras são
o modo mais extremo e violento da luta política, já que o objetivo é destruir o
adversário, e podem ser externas, entre duas ou mais nações, ou internas ou civis,
entre facções de uma nação.
Os meios pacíficos de luta pelo poder indicam estado avançado de civilização e a
racionalidade das concepções políticas. As formas básicas de luta pacífica, própria dos
sistemas democráticos, são as eleições e plebiscitos. Nas democracias, reconhece-se
que a soberania popular é o princípio de legitimação do poder e portanto a direção do
estado cabe à facção ou partido que obtiver a maioria dos votos livremente expressos
pelo povo. Trata-se de um procedimento racional, que pressupõe a igualdade dos
cidadãos perante a lei e que tende a harmonizar os conflitos de interesse, embora eles
continuem a existir e muitas vezes se manifestem de forma violenta.

Instituições políticas

Órgãos permanentes por meio dos quais se exerce o poder político, as instituições
políticas evoluíram de acordo com o grau de racionalidade alcançado pelos homens.
Nas antigas civilizações orientais, em Roma e na Europa medieval, os sistemas políticos
tinham como característica comum a personalização do poder, justificada por
instâncias mágicas, religiosas ou carismáticas. Faraó egípcio, imperador romano ou rei
cristão, o detentor do poder se confundia com o próprio poder. Sua justificativa era a
força, traduzida pelo poder militar, poder de curar ou poder sobre as forças da
natureza. Constantemente desafiado por aqueles que se julgavam possuidores das
mesmas credenciais, o poder personalizado gerou a instabilidade política e o uso da
violência como forma de solução de conflitos.
No final da Idade Média, mudanças políticas, econômicas e sociais determinaram o
surgimento de novas concepções sobre o estado. O progresso da burguesia e da
economia favoreceu a centralização do poder nas monarquias absolutas. O estado
tornou-se racional e suas estruturas se institucionalizaram, de acordo com as novas
necessidades sociais. A vitória da burguesia sobre a sociedade feudal, na revolução
francesa, desmistificou o poder por direito divino e consagrou o princípio da soberania
popular. O povo, única fonte de poder, podia transferir seu exercício a representantes
por ele eleitos.
Os sistemas liberais, cuja representatividade era inicialmente restrita, aperfeiçoaram
os mecanismos democráticos e, ao incorporarem o sufrágio universal, reconheceram
de forma plena a igualdade de todos os cidadãos perante a lei. A institucionalização do
poder exigiu a adoção de constituições que, como expressão da vontade popular,
devem reger a ação do estado. Nos sistemas democráticos, a legitimidade do poder
deriva de sua origem na vontade popular e de seu exercício de acordo com a lei.
A doutrina da clássica divisão do poder político, elaborada por Montesquieu, é comum
a quase todos os sistemas políticos dos estados modernos. O poder legislativo,
formado por parlamentares eleitos pelo povo, elabora as leis e controla os atos do
poder executivo; o executivo, também eleito pelo povo, executa a lei e administra o
estado; o judiciário interpreta e aplica as leis e atua como juiz nos conflitos entre os
outros poderes. A divisão de poderes ajuda a evitar o abuso de poder por meio do
controle recíproco dos vários órgãos do estado.
Nas modernas sociedades democráticas, além dos poderes institucionalizados existem
organizações que participam do poder ou nele influem: partidos políticos, sindicatos
de classe, grupos de interesse, associações profissionais, imprensa, freqüentemente
chamada de quarto poder, e outras. Nos regimes totalitários, a existência de um
partido único no poder diminui as chances de participação da sociedade nos assuntos
políticos nacionais.

Capitalismo

O Capitalismo é um sistema em que predomina a propriedade privada e a busca


constante pelo lucro e pela acumulação de capital, que se manifesta na forma de bens
e dinheiro. Apesar de ser considerado um sistema econômico, o capitalismo estende-
se aos campos políticos, sociais, culturais, éticos e muitos outros, compondo quase que
a totalidade do espaço geográfico.
A base para formação, consolidação e continuidade do sistema capitalista é a divisão
da sociedade em classes. De um lado, encontram-se aqueles que são os proprietários
dos meios de produção, a burguesia; de outro, encontram-se aqueles que vivem de
sua força de trabalho, através do recebimento de salários: os proletários. No caso do
meio agrário, essa relação também se faz presente, pois os donos das terras,
geralmente latifundiários, ganham lucros sobre os trabalhos dos camponeses.
Com a era da Globalização, o sistema capitalista tornou-se predominante em
praticamente todo o mundo. Porém, as suas fases e etapas de desenvolvimento não
ocorrem de forma igualitária na totalidade do espaço mundial, isso porque a sua lógica
de produção e reprodução é puramente desigual. Assim, algumas nações apresentam
estágios mais avançados de capitalismo e outras apresentam os seus aspectos ainda
iniciais. Para conhecer essas fases e aspectos, torna-se importante conhecer o
surgimento e a história do capitalismo.

Surgimento e desenvolvimento do sistema capitalista

O processo de surgimento do capitalismo foi lento e gradual, iniciando-se na chamada


Baixa Idade Média (do século XIII ao XV), com a formação de pequenas cidades
comerciais, denominadas burgos. Essas cidades desafiavam a ordem então vigente na
época, a do feudalismo, em que a Europa era repartida em vários feudos, cada um
comandado exclusivamente pelo seu Senhor Feudal. A usura era condenada pela Igreja
Católica, a instituição mais poderosa na Idade Média, o que dificultava, ainda mais, o
nascimento do novo sistema que se encontrava em emergência.
Com o passar do tempo, o poder da classe que comercializava nos burgos, a burguesia,
foi se expandido e o acúmulo de capital difundiu-se. Tal fator, associado ao
crescimento dessas cidades e ao consequente processo de relativa urbanização da
Europa, além de fatores históricos (como as Cruzadas), provocou uma gradativa
derrocada do sistema feudal e o surgimento do capitalismo. O principal evento que
marcou a formação desse novo modelo econômico de sociedade foi a realização das
Grandes Navegações no final do século XV e início do século XVI.
Com a sua formação, o novo sistema passou por três principais fases de
desenvolvimento, a saber: o capitalismo comercial, o industrial e o financeiro.

Capitalismo Comercial

Em seu período de surgimento e consolidação, o capitalismo ainda não conhecia a


industrialização e, tampouco, a formação de grandes adensamentos urbanos. Sendo
assim, a economia nesse período era essencialmente centrada nas trocas comerciais e
a riqueza
das nações era medida pelo acúmulo de matérias-primas e especiarias ou a capacidade
de se ter acesso a elas. Por isso, o período que vai do século XVI a meados do século
XVIII é chamado de Capitalismo Comercial.
O modelo econômico praticado nesse período foi chamado de Mercantilismo e
caracterizava-se pelo fortalecimento dos Estados Nacionais e sua forte intervenção na
economia. Seu papel era assegurar a máxima acumulação de lucros por parte da
burguesia e da aristocracia, bem como disputar os mercados internacionais e o melhor
acesso a matérias-primas. As premissas básicas do mercantilismo eram: a) busca por
matérias-primas a baixo custo; b) produção de mercadorias manufaturadas; c)
metalismo (acúmulo máximo de metais preciosos) e d) a busca pela balança comercial
sempre favorável, ou seja, exportar e vender mais do que importar e comprar.

Capitalismo Industrial

Os dois fatores históricos que ocasionaram a transição do capitalismo comercial para o


capitalismo industrial foram a Revolução Industrial (1760-1820) e a Revolução
Francesa (1789-1799). Tais acontecimentos permitiram a estabilização do poder nas
mãos da burguesia, centrando a economia na principal atividade desenvolvida e
administrada por essa classe: a industrialização.
Nesse período, a Europa, principalmente a Inglaterra, exerceu um grande poder sobre
o mundo, sob a ótica do colonialismo e do imperialismo, ao importar as matérias-
primas das periferias e colônias do planeta e, depois, exportar os seus produtos
industrializados. Esse continente também passou por intensivos processos de
industrialização, formando grandes cidades que, de início, não dispunham de grandes
condições estruturais, apresentando uma grande quantidade de miseráveis e moradias
precárias.
O modelo econômico predominante nesse período foi o liberalismo econômico,
elaborado por Adam Smith e que preconizava a mínima intervenção do Estado nas
práticas econômicas. Tal posição consolidou o máximo poder da burguesia, uma vez
que seria ela – na figura do Mercado – quem controlaria o andamento da economia.

Capitalismo Financeiro ou Monopolista

A transição do capitalismo para a sua fase financeira ocorreu através do processo de


investimento do capital bancário sobre o capital industrial. Tal fator propiciou o
surgimento de grandes empresas, que passaram a se dividir em ações que eram
negociadas como mercadorias, sendo mais valorizadas à medida que os lucros das
empresas se ampliassem.
Com isso, a economia não estava mais centrada nas práticas industriais, mas nas
práticas especulativas e financeiras. A busca pela acumulação de capital intensificou-se
e alcançou patamares jamais vistos na história da humanidade.
Com a crise de 1929, o modelo econômico foi alterado e o sistema keynesiano passou
a ser hegemônico. Esse sistema foi elaborado pelo economista inglês John Maynard
Keynes, que preconizava o retorno ao chamado “Estado Forte”, isto é, com a sua
máxima intervenção na economia. Esse modelo era também chamado de Welfare
State (Estado do bem-estar social) e visava ao máximo consumo a fim de abastecer as
indústrias e gerar mais empregos.
Nesse período também surgiram e se expandiram as Transnacionais, também
chamadas de Multinacionais ou Empresas Globais, que rapidamente se instalaram em
vários países, principalmente os subdesenvolvidos, em busca de matéria-prima, mão
de obra barata e ampliação do mercado consumidor. Essas empresas, cada vez mais,
dominam o mercado internacional, monopolizando-o.
A partir dos anos 1980, o keynesianismo entrou em derrocada em benefício do
neoliberalismo, que retomava o ideal da mínima participação do Estado na Economia,
que deveria apenas atuar para assegurar a reprodução do sistema e salvar o mercado
de eventuais crises econômicas.
Atualmente, apesar de alguns livros e autores apontarem o surgimento de um
capitalismo informacional, a maioria dos economistas defende que ainda nos
encontramos na fase financeira do sistema capitalista. O chamado meio-técnico-
científico-informacional é visto como um potente instrumento de mundialização do
capitalismo e de sustentação de suas atuais características.

Socialismo

O socialismo é um sistema político e econômico baseado na igualdade.


Por isso, ele propõe a distribuição igualitária de renda, extinção da propriedade
privada, socialização dos meios de produção, economia planificada e, além disso, a
tomada do poder por parte do proletariado.
O socialismo visa uma sociedade sem classes, onde bens e propriedades passam a ser
de todos. O objetivo é acabar com as grandes diferenças econômicas entre os
indivíduos, ou seja, a divisão entre pobres e ricos.
Socialismo Utópico

O socialismo utópico, desenvolvido no século XIX, é fundamentado na mudança da


consciência dos indivíduos das classes dominantes. Isto acontece por meio de um
modelo idealizador e, por isso leva o nome de “utópico”.
Um dos grandes estudiosos desta corrente foi o filósofo e economista francês Claude-
Henri de Rouvroy, mais conhecido por Conde de Saint-Simon (1760-1825).
Outros que junto com ele levaram a cabo os estudos sobre este modelo são: Charles
Fourier (1772-1837), Pierre Leroux (1798-1871), Louis Blanc (1811-1882) e Robert
Owen (1771-1858).
Karl Marx criticava esse tipo de modelo. Para ele, o socialismo utópico apresentava os
ideais de uma sociedade mais justa e igualitária mas não explorava as ferramentas
nem o método para que os objetivos fossem atingidos.

Socialismo Científico

O socialismo científico ou socialismo marxista foi um sistema no qual o método estava


pautado na análise crítica e científica do capitalismo.
Diferentemente do Socialismo Utópico, essa corrente teórica não buscava uma
sociedade ideal. Seus teóricos se baseavam numa análise histórica e filosófica da
sociedade, daí o termo "científico".
O socialismo científico foi criado por Karl Marx (1818 - 1883) e Friedrich Engels (1820 –
1895) no século XIX.
Para os marxistas, o capitalismo era baseado em duas classes: explorados e os
exploradores. Por isso, a proposta desta corrente esteve fundamentada na luta de
classes, na revolução da classe proletária, no materialismo dialético e o materialismo
histórico e na doutrina da mais-valia.
O importante não era extinguir o capitalismo, mas sim compreender suas leis. Os
marxistas acreditavam que dificilmente o capitalismo seria substituído por outro
modelo político econômico.
Entenda o conceito de Economia Planificada, sistema econômico proposto pelo
Socialismo.

História do Socialismo

O socialismo surgiu no século XVIII como forma de repensar o sistema vigente, neste
caso, o capitalismo.
Para tanto, o primeiro estudioso a utilizar o termo socialismo foi Henri de Saint Simon
(1760-1825), filósofo e economista francês.
Ele propôs a criação de um novo regime político-econômico, no qual os homens
repartissem os mesmos interesses e recebessem adequadamente pelo seu trabalho.
Tudo isso, pautado no progresso industrial e científico.
Karl Marx (1818-1883) e Friedrich Engels (1820-1895) publicaram o “Manifesto
Comunista” em 1848. O texto apresenta:
•princípios do socialismo científico
•pensamento comunista
•conceito de luta de classes
•crítica ao modo de produção capitalista
•crítica aos três tipos de socialismo (utópico, reacionário, conservador)
•materialismo dialético e histórico
•o conceito de mais-valia
•a revolução socialista
•Por isso o socialismo científico, muitas vezes é conhecido pelo nome de Marxismo,
•por estar associado ao Karl Marx.