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A FORÇA DA COMUNHÃO NA CEIA

Todos nós amamos o salmo 133 que diz: “Oh! Como é bom e agradável viverem
unidos os irmãos! 2 - É como o óleo precioso sobre a cabeça, o qual desce para a
barba, a barba de Arão, e desce para a gola de suas vestes. 3 - É como o orvalho do
Hermom, que desce sobre os montes de Sião. Ali, ordena o SENHOR a sua bênção e a
vida para sempre.” (Sl 133.1-3). Esse é o espírito da ceia do Senhor, comunhão com
Deus e entre os irmãos. Paulo revela isso de forma muito interessante um pouco
mais atrás ao dizer: “Porventura, o cálice da bênção que abençoamos não é a
comunhão do sangue de Cristo? O pão que partimos não é a comunhão do corpo de
Cristo? 17 - Porque nós, embora muitos, somos unicamente um pão, um só corpo;
porque todos participamos do único pão”. (1Co 10.16-17).
Vejamos as palavras que Paulo pra expressar a ideia da comunhão na ceia do
Senhor: “a comunhão do sangue de Cristo”, “a comunhão do corpo de Cristo”, “somos
unicamente um pão, um só corpo; porque todos participamos do único pão”. Na
percepção de Paulo, comunhão é a força da ceia. Porém os Coríntios estavam
perdendo esse foco, porque os mesmos não estavam observando esse elemento tão
importante, não somente no momento da ceia, mas no seu dia a dia. Paulo aponta
para alguns pontos que revelam essa falta de comunhão entre eles, o que
consequentemente refletia a falta de comunhão com Deus. Os pontos são os
seguintes: a) brigas e partidarismos na igreja (1Co 11.18); b) Exclusivismo, ou seja,
privilégios para os mais ricos (1Co 11.21); b) glutonaria e embriagues (1Co 11.21); c)
preconceito dos mais ricos em relação aos mais pobres (1Co 11.21-22); d) egoísmo,
inveja, rancores, magoas (1Co 11.22); e) falta de misericórdia (1Co 11.21);
As atitudes carnais eram as mais diversas, de modo, que Paulo lhes diz: “Nisto,
porém, que vos prescrevo, não vos louvo, porquanto vos ajuntais não para melhor, e
sim para pior”. (1Co 11.17). O que Paulo está querendo dizer é o seguinte: - Vocês estão
piorando em vez de melhorar espiritualmente. Em vez de saírem da ceia para edificar
uns aos outros espiritualmente, saem para incentivar as obras da carne uns dos
outros. Daí Paulo a dizer: “Quando, pois, vos reunis no mesmo lugar, não é a ceia do
Senhor que comeis”. (1Co 11.20)
O que Paulo estava dizendo era que a ceia não tinha mais a cara do Senhor. Era
tudo menos uma ceia do Senhor. “Como resultado, a participação na ceia, que deveria
trazer benção, estava trazendo maldição, juízo e castigo”1. É o que Paulo deixa claro
ao dizer: “Por isso, aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor,
indignamente, será réu do corpo e do sangue do Senhor. 2 - Pois quem come e bebe
sem discernir o corpo, come e bebe juízo para si”. (1Co 11.27,29).

Precisamos pensar nas implicações dessa mensagem para nossa vida.

i – É preciso, em relação a nós, que estejamos presentes na ceia conscientes do que


estamos fazendo, e o que estamos fazendo? Participando da ceia do Senhor (1Co
11.20);

ii – É preciso, em relação a nós, que estejamos presentes na ceia conscientes de que


estamos bem com o nosso irmão. Mas mesmo que se isso não for assim, vamos

1
LOPES, Augustus N. O CULTO ESPIRITUAL, Pg. 79.
decidir nos arrepender e então, pegar no pão e no vinho com fé, recebermos forças
do Senhor e assim buscarmos reatar a comunhão com ele (1Co 11.18-19,21);

iii – É preciso em relação a nós, que estejamos presentes na ceia conscientes de que
não adianta de nada simular uma espiritualidade não vivida, pois diante de Deus todos
nós estamos descobertos (Jr 17.9);

Jerônimo Leão