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A ARTE EGÍPCIA

Uma arquitectura original e grandiosa


A arte egípcia destinava-se, sobretudo, a glorificar os deuses e o faraó. Para isso, inúmeros artistas, ao
longo de milhares de anos, construiram magníficos templos e grandiosos túmulos, esculpiram estátuas e
baixos-relevos, decoraram paredes com cenas religiosas ou da vida quotidiana, fabricaram belas jóias e
peças de cerâmica.

Ainda hoje nos maravilhamos com a diversidade e a vitalidade da arte egípcia. Ela possui, além disso, uma
notável originalidade, distinguindo-se facilmente da arte de outros povos.
O gosto pelo grandioso, o duradouro, o eterno, levou os arquitectos egípcios à construção de majestosos
templos de pedra que desafiam os séculos. Um dos elementos mais originais dos templos egípcios é o
sistema de suporte dos tectos, através de colunas de pedra. Estas colunas, cuja criação pertence aos
egípcios, inspiram-se na natureza. Lembram palmeiras, papiros, flores de lótus.
Para além dos templos, os arquitectos egípcios construiram também numerosos monumentos funerários.
Na verdade, a crença na imortalidade exigia a construção de túmulos para preservar os corpos. Durante o
3º milénio a.C., construiam-se mastabas, pirâmides em degraus e pirâmides de faces lisas.

As mastabas foram os primeiros túmulos construídos pelos


Egípcios. Tinham a forma de um tronco de pirâmide ( como
se cortássemos a parte superior de uma pirâmide). No centro
situava-se um poço que comunicava com a câmara funerária.
Depois de se descer o sarcófago com o morto, a câmara era
selada e o poço de acesso bloqueado.

As maiores pirâmides foram construídas no planalto de Gizé,


no Baixo Egipto.
A maior delas, que serviu de túmulo ao faraó Quéops foi
construída cerca de 2600 anos a.C., tendo-se utilizado dois
milhões e quinhentos mil metros cúbicos de pedra. Os enormes blocos foram arrastados sobre trenós,
através de rampas de terra, à custa do esforço humano. O historiador grego Heródoto, que esteve no
Egipto em 450 a.C., diz que na construção da grande pirâmide trabalharam cem mil homens, durante
vinte anos.
Pirâmide de Quéops

Para dificultar as violações e os roubos do recheio dos túmulos, os faraós do 2º milénio a.C., começaram a
mandar fazer sepulturas subterrâneas em lugares escondidos. Estes novos túmulos, escavados na própria
rocha, são chamados hipogeus.

Hipogeu é uma palavra grega e significa "debaixo da terra". Era, portanto um túmulo subterrâneo. A
maior parte destes túmulos foram descobertos e saqueados, sobretudo em épocas de invasões estrangeiras
ou de confusão interna.
Um único hipogeu que chegou quase intacto aos nossos tempos - o de Tutankhamon, foi descoberto em
1922 pelo arqueólogo inglês Howard Carter.

No interior do túmulo foram encontradas mais de cinco mil


peças preciosas, material de escrita, instrumentos musicais,
roupas, etc.

A múmia estava encerrada, sucessivamente em vários


sarcófagos, uns dentro dos outros. O último era de ouro
maciço, pesando cerca de 200 quilos.

Finalmente, sobre o rosto de Tutankhamon, uma lindíssima


máscara funerária de ouro e lápis-lazuli.