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6/4/2010 Resumo dos Modelos Atômicos

A Evolução dos Modelos Atômicos


(Resumo)

Leucipo (450 a. C.)


(pensamento filosófico)

Leucipo viveu por volta de 450 a. C. (à 2.450 de anos atrás) e dizia que a matéria podia ser dividida em
partículas cada vez menores, até chegar-se a um limite.

Demócrito
(pensamento filosófico)

Demócrito, discípulo de Leucipo, viveu por volta de 470 a 380 a. C. e afirmava que a matéria era
descontínua, isto é, a matéria era formada por minúsculas partículas indivisíveis, as quais foram denominadas
de átomo (que em grego significa "indivisível"). Demócrito postulou que todos os tipos de matéria era
formada a partir da combinação de átomos de 4 elementos: água, ar , terra e fogo. O modelo da matéria
descontínua foi rejeitada por um dos grandes filósofos da época, Aristóteles, o qual afirmava que a matéria
era contínua, isto é, a matéria vista como um "todo inteiro" (contrastando com a idéia de que a matéria era
constituída por minúsculas partículas indivisíveis).

Dalton (1.808)
(métodos experimentais)

O químico inglês John Dalton, que viveu entre 1.766 a 1.825, afirmava que o átomo era a partícula
elementar, a menor partícula que constituía a matéria. Em 1.808, Dalton apresentou seu modelo atômico: o
átomo como uma minúscula esfera maciça, indivisível, impenetrável e indestrutível. Para ele, todos os átomos
de um mesmo elemento químico são iguais, até mesmo as suas massas. Hoje, nota-se um equívoco pelo fato
da existência dos isótopos, os quais são átomos de um mesmo elemento químico que possuem entre si
massas diferentes. Seu modelo atômico também é conhecido como "modelo da bola de bilhar".

Modelo Atômico de Dalton: "bola de bilhar".


O átomo seria uma esfera (partícula) maciça e indivisível.

Thomson (1.897)
(métodos experimentais)

Pesquisando os raios catódicos, o físico inglês J. J. Thomson demonstrou que os mesmos podiam ser
interpretados como sendo um feixe de partículas carregadas de energia elétrica negativa, as quais foram
chamadas de elétrons. Utilizando campos magnéticos e elétricos, Thomson conseguiu determinar a relação
entre a carga e a massa do elétron. Ele conclui que os elétrons (raios catódicos) deveriam ser constituintes de
todo tipo de matéria pois observou que a relação carga/massa do elétron era a mesma para qualquer gás que
fosse colocado na Ampola de Crookes (tubo de vidro rarefeito no qual se faz descargas elétricas em campos
elétricos e magnéticos). Com base em suas conclusões, Thomson colocou por terra o modelo do átomo
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indivisível e apresentou seu modelo, conhecido também como o "modelo de pudim com passas":

Modelo de Thomsom: "pudim com passas".

O pudim é toda a esfera positiva (em azul) e as passas são os elétrons (em amarelo), de carga negativa.

Rutherford (1911)
(métodos experimentais)

O modelo atômico de Rutherford é baseado nos resultados da experiência que Rutherford e seus
colaboradores realizaram: bombardeamento de uma lâmina muito fina (delgada) de ouro (Au) com partículas
alfa (que eram positivas). Para ver e entender melhor a referida experiência, clique na figura abaixo:

Rutherford e seus colaboradores verificaram que, para aproximadamente cada 10.000 partículas alfa que
incidiam na lâmina de ouro, apenas uma (1) era desviada ou refletida. Com isso, concluíram que o raio do
átomo era 10.000 vezes maior que o raio do núcleo. Comparando, se o núcleo de um átomo tivesse o
tamanho de uma azeitona, o átomo teria o tamanho do estádio do Morumbi. Surgiu então em 1.911, o
modelo do átomo nucleado, conhecido como o modelo planetário do átomo: o átomo é constituído por um
núcleo central positivo, muito pequeno em relação ao tamanho total do átomo porém com grande massa e ao
seu redor, localizam-se os elétrons com carga negativa (compondo a "enorme" eletrosfera) e com pequena
massa, que neutraliza o átomo.

Modelo atômico de Rutherford: modelo planetário do átomo.


O átomo é formado por um núcleo muito pequeno em relação ao átomo, com carga positiva, no qual se
concentra praticamente toda a massa do átomo. Ao redor do núcleo localizam-se os elétrons neutralizando a
carga positiva.
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Bohr (1.913)
(métodos experimentais)

Nota-se no modelo de Rutherford dois equívocos:

uma carga negativa, colocada em movimento ao redor de uma carga positiva estacionária, adquire
movimento espiralado em direção à carga positiva acabando por colidir com ela;

uma carga negativa em movimento irradia (perde) energia constantemente, emitindo radiação. Porém,
sabe-se que o átomo em seu estado normal não emite radiação.

O físico dinamarquês Niels Bohr conseguiu "solucionar" os equívocos cometidos por Rutherford baseando-se
na seguinte idéia:

· um elétron num átomo adquire apenas certas energias, e


cada energia é representada por uma órbita definida,
particular. Se o elétron recebe energia ele pula para uma outra
órbita mais afastada do núcleo. Pode ocorrer no elétron a
perda de energia por irradiação, e sendo assim, o elétron cai
para uma órbita mais próxima do núcleo. Todavia o elétron
não pode ficar entre duas órbitas definidas, específicas, pois essa não seria uma órbita estável ( órbita não
específica ).
Conclui-se então que: quanto maior a energia do elétron, mais afastado ele está do núcleo.
Em outras palavras: um elétron só pode estar em movimento ao redor do núcleo se estiver em órbitas
específicas, definidas, e não se encontra em movimento ao redor do núcleo em quaisquer órbitas.

As órbitas permitidas constituem os níveis de energia do átomo ( camadas K L M N ... ).

Sommerfeld (1.916)
(postulou)

Após o modelo de Bohr postular a existência de órbitas circulares específicas, definidas, em 1.916
Sommerfeld postulou a existência de órbitas não só circulares, mas elípticas também. Para Sommerfeld, num
nível de energia n, havia uma órbita circular e (n-1) órbitas elípticas de diferentes excentricidades.
Por exemplo, no nivel de energia n = 4 (camada N), havia uma órbita circular e três órbitas elípticas. Cada
uma das órbitas elípticas constitui um subnível, cada um com sua energia.

Qualquer dúvida, sugestão ou crítica:


gustavomosca@bol.com.br
Gustavo Mosquetti da Silva

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