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GLOSSÁRIO TEATRAL

ACESSÓRIO - Complemento de figurino de determinado personagem. O mesmo


que adereço. O acessório não deve ser confundido com objeto de cena, que o ator
utiliza, mas não traz consigo, e é de responsabilidade do contra-regra.
ADEREÇO - Objeto de uso pessoal do ator enquanto personagem, tais como
leques, jóias, óculos, etc.
AFINAÇÃO - Verificação final nos aparelhos de iluminação, visando à precisão
nos efeitos.
AFINAR (o cenário) - Ajustar a perspectiva, nivelar o cenário com o assoalho do
palco e, quando pendente urdimento, posicionar rigorosamente cada um dos seus
elementos.
ALÇAPÃO - Tampa quadrada, embutida na quartelada, que se usa para
aparições e desaparições súbitas de personagens.
AMARRAR - Fixar, em lugar determinado, cortina ou peça cenográfica, atar a
manobra ou malagueta, de modo a impedir sua movimentação.
AMBIENTAÇÃO - Clima que resulta do conjunto da cenografia, figurinos, efeitos
sonoros e luminosos, de maneira a transmitir ao espectador a dramaticidade
desejada.
APLIQUE - Detalhe removível do cenário. Serve para modificar, no todo ou em
parte, a cenografia original.
ARARA - Estrutura dotada de barra horizontal onde são dependurados os trajes
de um figurino.
BACK-LIGHT - Efeito de luz produzido por refletores colocados no fundo do palco
e voltados para a platéia, de maneira a dar impressão de profundidade. Também é
chamado contraluz.
BAMBOLINA - Uma das vestimentas suspensas sobre toda a extensão do palco,
que evita o vazamento do urdimento e define a altura do palco, em tecido de
pouca altura e comprida. A bambolina mestra é uma peça em tecido, estruturada
ou não, suspensa sobre a frente do palco e imediatamente atrás do quadro do
proscênio, regulando a altura da boca de cena.
BANDEIRA - Conjunto de pequenas placas metálicas reguláveis fixadas diante
dos refletores, de forma a permitir regulagem na abertura ou fechamento do foco
luminoso.
BIFE - Gíria teatral que significa um trecho mais ou menos longo de texto a ser
enunciado por um único ator. Usa no sentido de boa oportunidade para o ator
donde a expressão "ter um bom bife" significar ter uma boa chance.
BLACK-OUT (BO) - Completo escurecimento da cena.
BOCA DE CENA - Vão aberto na caixa cênica que define a máxima abertura do
palco, que pode ser reduzida em altura e largura pela bambolina mestra e pelos
reguladores.
CABO - Fio de grosso calibre, blindado.
CACO – Colocar alguma palavra que não está no texto.
CAIXA - "Caixa" formada pelo palco e seus componentes.
CAIXILHO - Dispositivo dos refletores onde são fixadas bandeiras e gelatinas.
CALHA - Dispositivo para troca de cenários utilizados na Europa até fins do
século XIX. Consistia numa ranhura no chão do palco, por onde corriam os trainéis
sobre rodas.
CAMARIM - Lugar do teatro destinado à troca de trajes dos atores e ao descanso.
CANHÃO - Refletor de grande potência e dependente do operador. Em inglês,
FOLLOWSPOT.
CANHÃO SEGUIDOR - Refletor de grande potência com movimento manual
utilizadopara acompanhar atores, bailarinos, etc.
CARDAS - Pequenos pregos de cabeça grande, utilizados num cenário.
CARRINHO - Parte do refletor com Fresnel que permite a aproximação ou
distanciamento do bulbo, provocando abertura ou fechamento do foco luminoso.
CENA ABERTA - Cenário que representa dimensões indeterminadas.
CENA FIXA (ou firme) - Espetáculo em que o cenário não se altera durante toda
arepresentação.
CENA FECHADA - Cenário em que é reproduzido um ambiente delimitado por
paredes.Também é chamado de gabinete.
CENOGRAFIA - Arte e técnica de projetar e dirigir a execução de cenários para
espetáculos.
CHICOTE - Trança de fios condutores de eletricidade.
CICLORAMA - Grande tela com armação em forma de "U" aberto e que é
colocada aofundo do palco. Pode ser nas cores branco, pérola, cinza ou azul
claro.
COREU - Cântico acompanhado de danças dramáticas e de músicas de flautas e
crótalos.
CORTINA CORTA FOGO - Cortina de metal que separa a caixa cênica da platéia
emcaso de incêndio.
COTURNOS - Calçado de solado alto, com aproximadamente 30 cm de altura,
supostamente usado pelos atores trágicos na antiga Grécia.
COXIA - Espaços de serviço e circulação não visíveis ao público, localizados nos
extremos laterais e de fundo do palco, determinando o movimento de cenografia e
acesso de atores.
CRÓTALO - Antigo instrumento musical semelhante a castanholas, usado em
especial pelos sacerdotes e sacerdotisas de Cíbele.
DEIXA – Duas ou três últimas palavras de quem está contracenando com você.
Pode ser também algum gesto específico colocado pelo Diretor.
DIMMER - O mesmo que reostato de resistência.
DITIRAMBO - Nas origens do teatro grego, canto coral de caráter apaixonado
(alegre ou sombrio), constituído de uma parte narrativa, recitada pelo cantor
principal, ou corifeu, e de outra propriamente coral, executada por personagens
vestidos de faunos e sátiros, considerados companheiros do deus Dioniso, em
honra do qual se prestava essa homenagem ritualística.
ENSAIO TÉCNICO - Ensaio de movimentação de cenários, colocação e retirada
de móveis e objetos de cena, etc.
ESCORA - Nome genérico para todo o tipo de sustentação de peças do cenário.
São escoras: o esquadro, a cantoneira e a mão francesa.
ESTROFE - A primeira parte da antiga ode grega.
FIGURINO - Conjunto de trajes criados para determinado espetáculo. O mesmo
que guarda-roupa.
FONTE - Circuito elétrico capaz de fornecer energia suficiente.
FOSSO DE ORQUESTRA - Espaço que abriga conjuntos de músicos, não
interferindo com o visual de público por estar no plano inferior ao nível do palco.
Pode ser executado através de elevadores hidráulicos ou pisos removíveis
(quartelada).
FRALDÃO - Cada uma das partes que compõem uma rotunda, conjunto de peças
de tecido que, pendentes do urdimento, no fundo e nas laterais do palco, oculta o
palco à visão dos espectadores.
FRESNEL - Lente com sulcos concêntricos utilizada em refletores.
FUNDINHO - Tela que, nos cenários, se coloca por trás das aberturas de grandes,
balaustradas, portas etc. Às vezes, são decoradas com horizontes e paisagens.
GABINETE - Cenário fechado, em geral representando sala ou outro ambiente
interior.
GAMBIARRA - Renque de luzes enfileiradas numa calha situada na parte inferior
do urdimento, sobre a ribalta ou sobre a platéia.
GRADE - Armação de um trainel. Também chamada de caixilho ou chassis.
GRELHA - Espécie de sub-urdimento removível. Pouco usado no Brasil, mas
comum em palcos europeus.
GROSSURA - Se diz da falsa aparência que simula paredes, arcos de portas, etc.
HOLOFOTE - O mesmo que projetor ou spot-light. Termo em desuso.
ILUMINAÇÃO - Arte e técnica de iluminar espetáculos, visando não apenas à boa
visualização, mas também a valorizar e "dar clima" à cena.
LEOTARD - Vestimenta de malha justa, usada para ensaios e exercícios. Seu
nome deriva de seu inventor Jules Leotard, acrobata francês que viveu no século
XIX.
LEVADIÇO - Que, ou o que, se levanta facilmente na caixa do teatro, através de
manobras.
LEVANTAR - Içar, através de manobras, parte do cenário ou qualquer acessório
de iluminação.
LINÓLEO - Tapete formado por várias lâminas ou passadeiras, usado
especialmente para dança.
LUZ ALTA - Iluminação proveniente de refletores instalados sobre a cena. Em
inglês, TOP-LIGHT.
LUZ A PINO - O mesmo que luz zenital.
LUZ ATENUANTE - Luz auxiliar, destinada a reduzir as sombras produzidas pela
luz chave.
LUZ BÁSICA - Luz difusa e uniforme, ajustada de maneira a não produzir
sombras.
LUZ CHAVE - Feixe de luz que incide diretamente sobre pessoa ou objeto,
produzindo sombra que denuncia a real posição do defletor ou dos refletores.
LUZ CRUZADA - Efeito produzido por feixes de luz colocados em diagonal e à
frente do objeto ou pessoa. Também chamada de CROSS-LIGHT.
LUZ DE CHÃO - Resultante de defletores posicionados a pequena altura nas
laterais do palco. Muito usado em espetáculos de dança.
LUZ DE REALCE - Feixe de luz intensa, originada por refletor de alta potência ou
canhão.
LUZ ESTROBOSCÓPICA - Efeito produzido por lâmpada especial que acende e
apaga em vibração constante.
LUZ GERAL - Iluminação difusa de toda a cena.
LUZ INCIDENTE - Luz intensa ou feixe de luzes sobre determinado objeto ou
pessoa.
LUZ LATERAL - Luz proveniente das coxias.
LUZ NEGRA - Efeito luminoso produzido por lâmpadas especiais de raios
ultravioletas, ressaltando objetos e roupas previamente pintadas com tinta
fosforescente.
LUZ PRINCIPAL - O mesmo que luz chave.
LUZ SIMPLES - Sem efeitos.
LUZ ZENITAL - Luz resultante de refletores posicionados no alto do palco,
iluminando do alto para baixo. Também chamada TOP-LIGHT.
MAILLOT - Malha utilizada pelos bailarinos. Recebe o nome de seu criador, Dr.
Maillot (século XIX).
MALAGUETA - Cada uma das pequenas hastes dispostas em série, nas quais
são amarradas as manobras que sustentam cenários do urdimento.
MALHA - Nome dados às roupas justas que cobrem o corpo dos bailarinos,
geralmente da cintura para baixo e, às vezes, o corpo inteiro. São feitas de lã,
algodão, seda, nylon ou lycra.
MANOBRA - Conjunto de cordas que, pendentes do urdimento, sustentam as
varas onde são fixadas peças do cenário ou equipamentos de iluminação. O
controle das manobras é realizado na varanda, onde permanecem amarradas nas
malaguetas.
MAQUETE - Modelo em miniatura do ambiente cênico, com todos os detalhes.
MAQUINARIA - Conjunto de máquinas e equipamentos para efeitos cênicos de
um teatro.
MÁSCARA - O mais simbólico de todos os objetos da linguagem cênica. Peça do
vestuário que cobre parcial ou totalmente o rosto do ator. Utilizada em toda a
história do espetáculo.
MESA DE CONTROLE - Conjunto centralizado dos controles que permitem
realizar os efeitos luminosos previstos para o espetáculo.
MUDANÇA - Troca parcial ou total de cenários.
MUTAÇÃO - Mudança de cenários.
PALCO - Nome genérico dado ao local onde acontece a representação teatral,
espaço visual para o público ou área de cena.
PALCO GIRATÓRIO - Dispositivo que permite a rápida troca de cenários e
diversos efeitos de cena.
PANELÃO - Grande rebatedor de luz, provido de lâmpadas, geralmente instalado
por trás dos bastidores. Também chamado tangão. Em inglês, SCOOP.
PANO DE BOCA - Telão principal que cobre toda a boca de cena. Pode ser
ornamentado, pintado ou simples.
PANO DE FUNDO - Grande e última tela situada no fundo do palco. Funciona
como complementação do tema cenográfico dos rompimentos.
PANORAMA - Grande tela semicircular, com elementos cenográficos pintados ou
dispostos em perspectiva. Pode servir de suporte à projeção de imagens fixas
(slides) ou em movimento (filmes).
PARAMENTAR - Ato ou efeito de, solenemente, vestir determinado personagem
em cena aberta.
PARAMENTOS - Nome aplicado às vestes litúrgicas e também às vestes
geralmente ricas, com as quais determinados personagens são vestidos em cena.
PANTOMIMA - Ação ou arte de exprimir por meio de gestos, é o teatro de mímica
que pede qualquer tipo de sonoplastia. Pede-se também muita expressão corporal
e facial. A Maquiagem em preto e branco é para chamar atenção. Alguns grupos
já utilizam maquiagem em cores.
PERNA - Faixa de pano colocada verticalmente em ambos os lados do palco,
pendentes do urdimento. Tecido sem armação. Delimita o espaço cênico e regula
a abertura da boca de cena. O conjunto de pernas e bambolinas é parte da
câmara negra.
PESO - Qualquer objeto pesado, usado na fixação de cenários. Também é
utilizado na contra pesagem de manobras.
PISO DE PALCO - O plano de piso no palco, executado sobre uma caixa de
ressonância com um espaço interno livre que permita uma boa emissão sonora,
aberturas e elevações do mesmo. Com altura máxima de 1,10m com relação ao
piso da platéia.
PLATÉIA - Parte do teatro destinada ao público. A platéia corresponde, hoje, ao
espaço da orquestra do antigo teatro grego. No teatro romano abrigava a classe
dominante; no teatro elisabetano, assim como no Século de Ouro Espanhol, era o
lugar dos economicamente inferiores, mas servia também aos solteiros ou
desacompanhados. Originalmente, após o Renascimento, os espectadores
permaneciam em pé durante toda a representação. Só no século XVIII é que a
platéia começou a contar com bancos e cadeiras, sendo adotada pela burguesia
ascendente. Se o termo platéia significa espaço reservado ao público, por
extensão passou a designar o próprio público.
POÇO - No edifício teatral, o espaço localizado na frente e embaixo do proscênio,
entre o palco e a platéia, destinado a acomodar os músicos de uma orquestra em
espetáculos musicais como a ópera. O poço teria sido criado pelo compositor
Richard Wagner (1813-1883), juntamente com o arquiteto Gottfried Semper (1803-
1879), com a finalidade de evitar que os músicos tirassem a atenção da platéia da
cena. O primeiro teatro a ter a inovação foi o Bayreuth, em 1876. Também é
conhecido como fosso da orquestra ou vão wagneriano.
POLÉ - Esquadria de madeira para apoio de praticáveis.
PORÃO - A parte inferior do palco, em geral utilizada para guarda de cenários.
PRANCHADA - Segmento de assoalho que, assentado sobre polés ou cavaletes,
permite a construção de praticáveis.
PRATICÁVEL - Armação de metal ou madeira usada na composição de níveis de
cenários.
PROSCÊNIO - Espaço situado entre a boca de cena e a platéia; prolongamento
no mesmo nível do palco projetado até o público que se adapta a diversas formas
e dimensões. Também é chamado de ante-cena ou avant-scène.
PROVA - Teste para verificar se os trajes confeccionados se ajustam ao corpo do
ator e correspondem ao que estava previsto. O primeiro ensaio com o figurino
chama-se ensaio de prova.
QUARTELADA - Denominação do conjunto de pranchas que formam o chão do
palco. Essas pranchas podem ser facilmente removidas e, em palcos melhor
dotados, ser movimentadas para cima ou para baixo, mecanicamente, permitindo
criar desníveis.
REFLETOR - Equipamento de luz que consiste em uma caixa de metal com lente
numa das extremidades, através da qual se projeta a luminosidade de uma
lâmpada de 500 a 2000 watts. Produz feixes de luz concentrada e de bordos
precisos. Também SPOTLIGHT.
RÉGUA - Em Portugal, o mesmo que vara ou sarrafo.
RÉGUA DE LUZ - Vara portadora de refletores.
REGULADORES - Bastidores (armação forrada em tecido) ou painéis que se
localizam à direita e à esquerda da boca de cena, definindo a sua abertura e
evitando o vazamento (de luz e cenário) e também limitando o proscênio.
REOSTATO - Dispositivo provido de resistência e usado para controlar a
intensidade luminosa. Também DIMMER, resistência e SHUNT.
REPREGO - Armação de madeira sobre a qual são fixados segmentos de cenário.
RIBALTA - Equipamento de iluminação que consiste num renque de lâmpadas
instaladas no chão do proscênio. Por extensão, o palco, o teatro.
ROMPIMENTO - Elemento cênico formado pela junção de dois bastidores ou
pernas e uma bambolina. Um palco necessita de vários rompimentos sucessivos.
ROTEIRO DO ELETRICISTA - Relação de todo o material elétrico utilizado num
espetáculo, especificando o local em que deve ser instalado.
ROTEIRO DO GUARDA-ROUPA - Relação completa e detalhada de todas as
indumentárias que são usadas em determinados espetáculos, contendo inclusive
os momentos e as condições das trocas.
ROTUNDA - Pano de flanela, merinó ou veludo, em geral preto ou azul, claro que
cobre todo o fundo do palco. Conjugado a três ou quatro rompimentos do mesmo
tecido, delimita um espaço cênico neutro. Que é montada sempre à frente do
ciclorama.
ROUPA DE CENA - Roupa usada durante as representações.
SPOT-LIGHT - O mesmo que refletor.
TAFIFE - Fita de madeira que, pela sua flexibilidade, é usada para reforçar e dar
acabamento a um contorno de cenário.
TAPADEIRA - Painel rígido, em cor neutra, para composições de cenografia. É
utilizado para impedir que os espectadores devassem o interior do palco.
TELÃO - Grande tela suspensa do urdimento, onde se encontram pintados
elementos relativos ao projeto cenográfico.
TRAINEL - Nome genérico aplicado a qualquer peça de cenário montada sobre
estrutura de sarrafos.
TRAMBOLHO - Denominação que se aplica a qualquer peso atado à ponta de
uma manobra que não está em uso, de maneira a permitir a sua rápida descida.
TRAQUITANA - Artimanhas utilizadas por aderecistas e cenógrafos em seus
ofícios a fim de obterem os efeitos desejados.
TRAVAMENTO - Ato ou efeito de se ajustarem as diversas partes de um cenário
para que fique firme e seguro.
TRAVESSÃO - Trave horizontal, de madeira ou ferro, em que nas varandas, são
amarradas as manobras.
URDIMENTO - Espaço onde se desenvolve o movimento dos tiros e das varas,
com as peças cenográficas planas ou volumétricas dependuradas, que ao
descerem até a zona visível do espectador, criam o envoltório do palco. Tem como
limite superior a grelha (estrutura de madeira ou metal) com a sofita (cordas e
cabos de aço) e como limite inferior à linha das bambolinas, varas de luzes e a
parte superior da cenografia.
VARA DE CENÁRIO OU DE LUZ - Barra de metal ou madeira, utilizada para se
dependurar elementos cenográficos, equipamentos de luz e vestimentas de palco.
VARANDA - Balcão em toda a extensão do urdimento.
VARANDA DE MANOBRA - Lugar onde se encontram os freios, a barra de
malaguetas e a barra de afinação e trabalham os maquinistas.
VARANDA DE CARGA - Lugar onde se localiza a contra-pesagem das varas de
luz e de cenário.
VESTIMENTAS DE PALCO - Conjunto de elementos da cenografia e da
cenotécnica que cria o envoltório do espaço cênico e determina sua concretude na
caixa cênica.
VÉU - Telão de tecido semi-transparente, liso ou com impressões cenográficas,
que transmite ao espectador a sensação do vago, do imaginoso. Utilizado em
peças de caráter expressionista.