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PLANO DE AVALIAÇÃO 
Acção de Formação: Práticas e Modelos na Auto‐avaliação 
da Biblioteca Escolar 
Formadoras: Fernanda Freitas e Regina Campos 
Formanda: Márcia Morgado  
Turma: DREN T1 

Novembro | 2010 
PLANO DE AVALIAÇÃO Novembro de 2010 
 

1. Introdução  

O trabalho desta sessão solicitava um “Plano de Avaliação específico e o mais concretizado possível”, por isso procurei elaborar um plano objectivo e 
pragmático para, brevemente, colocar  em prática no meu contexto de  trabalho. Como o “modelo de  auto‐avaliação das bibliotecas escolares deve estar 
perfeitamente contextualizado e ancorado na escola e no diálogo que a biblioteca tem de estabelecer com ela e com a comunidade, afastando‐se de uma 
concepção mais fechada” 1 , começo por reunir com os intervenientes no processo para definir vários passos a dar. De facto, este momento pode ser fulcral 
para  motivar  os  intervenientes  no  processo  e  estabelecer  um  compromisso,  para  facilitar  a  aplicação  do  MAABE.  Por  outro  lado,  este  passo  também 
facilitará, mais tarde, a aceitação dos resultados e a elaboração de um plano de melhoria. 

Dado  este  passo,  apresenta‐se  a  proposta  em  Conselho  Pedagógico,  para  se  implementar  o  Modelo  de  Auto‐avaliação  das  Bibliotecas  Escolares.  Os 
tópicos seguintes deste trabalho apresentam os passos a seguir para a implementação do MAABE. 

   

                                                            
1
 In texto da sessão, pág. 3 

Práticas e Modelos na Auto-Avaliação da BE – Márcia Morgado – DREN T1 2 


 
PLANO DE AVALIAÇÃO Novembro de 2010 
 

2. Apresentação e Planeamento da Avaliação 

2.1. Apresentação do MAABE aos seguintes elementos: Órgão de Gestão, Professores Bibliotecários, Coordenadores das Escolas do 1.º Ciclo com 
Biblioteca Escolar (BE) e Professores da(s) Escola(s) seleccionada(s).  

Tópicos de discussão  Dados a definir Calendarização 


Seleccionar a escola  EB1/JI Oliveira de Azeméis n.º 1 
No ano lectivo transacto, o fundo documental da BE sujeita a avaliação esteve ausente da BE para 
ser catalogado pela BM. Este foi um dos motivos que levou à redução do uso da BE e da requisição 
domiciliária, como comprovaram as estatísticas obtidas.   
Tendo  em  conta  que  a  ausência  de  hábitos  de  leitura  e  as  dificuldades  no  acesso,  selecção  e 
 Do Diagnóstico ao Problema 
processamento  da  informação  são  dificuldades  da  maioria  dos  alunos,  e  para  recuperar  os 
resultados menos bons do ano anterior, foi seleccionado o domínio B, pois a leitura e as literacias 
Dezembro 
são  competências  chave,  que  se  relacionam  e  interligam  com  muitas  outras  competências  na 
constituição do saber. 
Objecto de Avaliação  Domínio B ‐ Leitura e literacia 
B.1 Trabalho da BE ao serviço da promoção da leitura. 
B.2 Integração da BE nas estratégias e programas de leitura. 
Indicadores 
B.3 Impacto do trabalho da BE nas atitudes e competências dos alunos, no âmbito da leitura e da 
Literacia. 

Práticas e Modelos na Auto-Avaliação da BE – Márcia Morgado – DREN T1 3 


 
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• Documentos:  grelhas  com  horário  da  BE  (por  turma);  tabela  requisição  de  livros  PNL; 
sumários das actividades da BE; entre outros a definir. 
• Docentes constituintes da equipa: coordenadora da escola, coordenadora do 1.º ciclo, 
outros a definir. 
• Alunos: turmas do 3.º e 4.º anos (respondem aos questionários). 

• Actividades: requisição domiciliária; actividades promotoras do livro e da leitura; E‐Book; 
encontro com escritor/ilustrador; workshops; entre outras. 
• Amostras:  deve  abranger  a  diversidade  de  alunos  (origens/nacionalidades;  ambos  os 
Aspectos envolvidos no  sexos;  alunos  com  NEE;  outros).  Em  relação  aos  docentes,  devem  ser  contemplados 
processo 2  antigos e recém‐chegados, no mínimo cerca de 30% do total. Na prática: 
 

Professores Alunos Enc. Educação


Todos (15) 85 10%

                                                            
2
 “Esta ponderação é importante porque permite antecipar necessidades e preparar atempadamente medidas a tomar, por exemplo: promover o diálogo ou encontros com 
os departamentos e docentes envolvidos, preparar a recolha de documentos; escolher as actividades que vão ser observadas; identificar momentos mais propícios para a 
aplicação dos instrumentos de recolha de informação.” pág. 56. 

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• Análise documental: projectos, actas/ registos de reuniões; planificações 
• Plano de actividades; relatórios 
• Questionários 
• Grelhas de observações 
• Análise estatística 
• Artigos jornal 
• Blogue 
Evidências – selecção dos 
• Comentários   Dezembro a 
Instrumentos de Recolha de 
• Inquéritos Avaliação das actividades  Maio 
Evidências a aplicar 
• Fotografias, vídeos 
• Guiões 
• Estatística  
• Grelha análise de trabalhos de alunos/Portefólio 
• Informal feedback 
• Documentos para formação 
• Newsletter 
1.º  Momento:  Aplicação  do  questionário  aos  alunos 3   (QA2),  aos  docentes  (QD2)  e  aos  pais  e 
Janeiro 
encarregados de educação (QEE1) 
Timing 
2.º  Momento:  Aplicação  do  questionário  aos  alunos  (QA2),  aos  docentes  (QD2)  e  aos  pais  e 
Maio 
encarregados de educação (QEE1) 

                                                            
3
 Os inquéritos e grelhas, que serão adequadas ao contexto, aplicam‐se apenas a alunos a partir do 3.º ano. 

Práticas e Modelos na Auto-Avaliação da BE – Márcia Morgado – DREN T1 5 


 
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Plataforma(s) de apoio e  Blogue e Moodle do Agrupamento  Ao longo do 


marketing  processo 
 

2.2 Após  este  trabalho  colaborativo  que  pretende,  num  primeiro  momento,  envolver  todos  os  participantes  neste  processo,  a  Coordenadora  da  BE 
levará esta proposta ao Conselho Pedagógico, a fim de ser aprovada. 

   

Práticas e Modelos na Auto-Avaliação da BE – Márcia Morgado – DREN T1 6 


 
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3. Recolher Evidências 

3.1. Identificar as evidências mais importantes para o domínio escolhido (seleccionadas anteriormente na reunião). 

3.2. Organizar e criar instrumentos (registos 4 ). Alguns deles já existem, outros serão melhorados. Se necessário serão criados novos documentos. 

Instrumentos de Recolha de 
Indicadores  Factores críticos de sucesso  Actividade  Turma Data 
Evidências 
• A  BE  disponibiliza  uma  colecção  variada  e  adequada  aos  Estatísticas  da  requisição,  grelha com  o Formação de Utilizadores. Todas  Set./Out. 
gostos, interesses e necessidades dos utilizadores. 
número de documentos adquiridos, número  Livros  sobre  rodas  (Ensino     
 
•  A  BE  identifica  interesses  e  necessidades  e  direcciona  de  sessões  de  formação  de  utilizadores;  Pré‐escolar e 1.º Ciclo)  Todas  Ao longo 
acções/  programas  promotores  da  leitura  e  das  literacias  a  do ano 
número de actividades realizadas na BE/sala    as 
ela  associadas,  visando  os  diferentes  públicos,  do  Jardim  de 
Infância (Livros sobre rodas) ao 1.º ciclo.  de aula  Hora do conto   escolas   
B.1  Trabalho 
Estatísticas  da  requisição  dos  livros  que  se    do 1.º   
da  BE  ao 
encontram  nas  malas  itinerantes  (Livros    Ciclo   
serviço  da 
sobre Rodas)    sem BE   
promoção  da 
Caixa de sugestões  Saber+  (actividades  e JI  1.ª 
leitura.  • A  BE  identifica  novos  públicos  e  adequa  a  colecção  e  as 
práticas às necessidades desses públicos (Cursos de Educação  Documento  com  sugestão  de  títulos  dirigidas  aos  cursos  EFA  –    Sessão: 
  e  Formação  (CEF),  Cursos  de  Educação  e  Formação  de 
adequados aos EFA  1.º Ciclo)    17 Nov. 
Adultos (EFA, CNO, outros).  
      Todas  (outras a 
 
Observação  directa  e  Informal  feedback  da    as  agendar) 
• A BE identifica problemáticas e dificuldades neste domínio e 
delineia  acções  e  programas  que  melhorem  as  situações  actividade realizada  Actividades  de  promoção  turmas   
identificadas.     do livro e da leitura   
 
• A  BE  promove  acções  formativas  que  ajudem  a  desenvolver 

                                                            
4
 Por exemplo: grelha de requisição dos livros do PNL que se encontram na BE da escola sede( antes era uma grelha geral que abrangia todas as escolas, agora já foi 
adaptada e individualizada para cada escola), questionários para alunos, docentes e Enc. Educação, entre outros. 

Práticas e Modelos na Auto-Avaliação da BE – Márcia Morgado – DREN T1 7 


 
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as competências na área da leitura.   
 
Cronograma do horário da BE para todas as  Apoio  à  requisição    Ao longo 
•  A BE incentiva o empréstimo domiciliário.  
  turmas  domiciliária    do ano 
• A  BE  desenvolve  estratégias  de  partilha  e  envolvimento  dos  Planificações  de  actividades  de  promoção  Actividades  de  promoção     
pais/ encarregados de educação nos objectivos, estratégias e     
da leitura  do livro e da leitura 
actividades  relacionadas  com  a  leitura  (na  educação  pré‐
escolar e ensino básico)   Estatística do número de participantes  Entrega  do  1.º  Livro    Set. 
    (presença dos pais)     
    Festa  de  encerramento  do  1.º Ano   
 
•  A BE está informada relativamente às linhas de orientação e  Estatística e  tabela  com  os  títulos  de todos  1.º  período  (baseia‐se  nas    Dez. 
actividades  propostas  pelo  PNL  e  desenvolve  as  acções  os  documentos  do  PNL  (para  facilitar  a  actividades  desenvolvidas  a  partir     
implicadas na sua implementação. 
do livro do escritor que veio a esta 
  requisição)     
escola) 
•  A  BE  incentiva  a  leitura  informativa,  articulando  com  os    Todas  Março 
departamentos  curriculares  no  desenvolvimento  de  Palestra  subordinada  ao 
actividades  de  ensino  e  aprendizagem  ou  em  projectos  e  Estatística do recurso “Revista Visão Júnior”     
tema “Leitura em família” 
acções que incentivem a leitura.       Dez. 
Feira do Livro 
• A  BE  desenvolve  actividades  no  âmbito  da  promoção  da  Inquéritos  para  Avaliação  das  actividades     
Requisição de livros do PNL 
leitura: sessões e clubes de leitura, fóruns, blogues ou outras  (docentes e discentes)  Todas   
actividades que associem formas de leitura, de escrita ou de  Aquisição  Revista  Visão 
comunicação em diferentes ambientes e suportes.        
Júnior 
      25 Nov. 
  Encontro  com 
•  A  BE  promove  encontros  com  escritores  ou  outros  eventos  Cartazes/Blogue da BE     
escritor/ilustrador  Pedro 
culturais  que  aproximem  os  alunos  dos  livros  ou  de  outros  Questionários aos alunos, docente     
materiais/ ambientes e incentivem o gosto pela leitura.   Seromenho 
  Estatística do número de actividades      
 
• A BE incentiva a leitura em ambientes digitais explorando as    Todas  Ao longo 
possibilidades  facultadas  pela  Web,  como  o  hipertexto,  Actividades  de  motivação 
    do ano 
correio  electrónico,  blogues,  wikis,  slideshare,  youtube,  para a leitura 
outros.  Materiais de apoio produzidos (Guiões)     
 
     
• A  BE  organiza  e  difunde  recursos  documentais  que, 

Práticas e Modelos na Auto-Avaliação da BE – Márcia Morgado – DREN T1 8 


 
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associando‐se a diferentes temáticas ou projectos, suportam  Produção  de  conteúdos  e   


a  acção  educativa  e  garantem  a  transversalidade  e  o  Tabelas  com  as  novas  aquisições  de 
sua dinamização     
desenvolvimento de competências associadas à leitura. material livro e não livro 
    Todas   
• A  BE  apoia  os  alunos  nas  suas  escolhas  e  conhece  as 
Divulgação  das  novas     
novidades literárias e de divulgação que melhor se adequam 
aos seus gostos.   aquisições  através  de   
cartazes e no Blogue da BE   
 

• A  leitura  e  a  literacia  constam  como  meta  no  projecto  Projecto Educativo Workshop: elaboração de  Turmas  Ao longo 
educativo e curricular, em articulação com a BE.  
  um trabalho escrito    do ano 
 
• A BE favorece a existência de ambientes de leitura de ricos e      4.º ano   
diversificados, fornecendo diferentes recursos às salas de aula 
Inquéritos  para  Avaliação  (docentes  e  Workshop: referências   
ou outros.   
  discentes)  bibliográficas   
   
• A  BE  promove  a  discussão  conjunta  sobre  a  importância  da       
B.2  leitura na formação pessoal e no sucesso educativo   
Registos e actas de reuniões  Workshop: produção de   
Integração     
• A  BE  promove  a  articulação  da  leitura  com  os  diferentes    uma apresentação gráfica  Todas as 
da  BE  nas  domínios curriculares, com departamentos e docentes, com a   
 Informal feedback – ao longo do ano lectivo    turmas 
estratégias  e  Biblioteca Municipal (BM) ou outras instituições.   Março 
    Semana da leitura (em   
programas  • A  BE  articula  actividades  com  os  docentes/  sala  de  aula  no   
Documento  com  a  proposta  de  muitos  dos  articulação com a BM e a   
de leitura.  âmbito do PNL.  
livros a dinamizar este ano lectivo  RBOA   
• A BE envolve a família em projectos ou actividades na área da   
  leitura.       
 
• A  BE  difunde  informação  sobre  livros  e  autores,  organiza 
guiões  de  leitura,  bibliografias  e  outros  materiais  de  apoio         
relacionados com matérias de interesse.         
 
         
• A BE colabora activamente com os docentes na construção de         
estratégias e em actividades que melhorem as competências 

Práticas e Modelos na Auto-Avaliação da BE – Márcia Morgado – DREN T1 9 


 
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dos alunos ao nível da leitura e da literacia.  
 
       
•  A  BE  promove  e  participa  na  criação  de  instrumentos  de 
apoio a actividades de leitura e de escrita, e na produção de         
informação  em  diferentes  ambientes:  jornais,  blogues, 
Planificação da actividade E‐Book       
newsletter, Webquests, wikis, outros. 
      Todas as  Out. 
•  A BE incentiva a criação de redes de trabalho a nível externo,  Inquérito de avaliação da actividade  Workshop para os  escolas e   
com  outras  instituições/  parceiros,  através  do  Ao longo 
  docentes   JI do 
desenvolvimento de projectos neste domínio.  do ano 
Livro dos sumários das mesas E‐Blocks  Produção de um E‐Book  Agrupa  
 
Horário da utilização  (trabalho colaborativo)   mento 
Ao longo 
   
do ano 
Mesas Educaticas E‐ Todas as   
Blocks 5  no  Turmas   
desenvolvimento das   
literacias   
B.3 Impacto  • Os alunos usam o livro e a BE para lerem de forma recreativa,  Estatísticas da requisição domiciliária
para se informarem ou para realizarem trabalhos escolares.  
do trabalho    Actividades 
 
da BE nas  • Os  alunos,  de  acordo  com  o  seu  ano/  nível  de  escolaridade,  Estatísticas de uso da BE para actividades de  impulsionadoras da leitura 
manifestam  progressos  nas  competências  de  leitura,  lendo 
atitudes e  leitura    Todas as  Ao longo 
mais e com maior profundidade.  
competência       turmas  do ano 
• Os  alunos  desenvolvem,  de  acordo  com  o  seu  ano/  nível  de  Observação directa   
s dos alunos, 
escolaridade, trabalhos em que interagem com equipamentos 
no âmbito da  e  ambientes  informacionais  variados,  manifestando     
progressos  nas  suas  competências no  âmbito  da  leitura e  da     
leitura e da 
literacia.  

                                                            
5
 Actividade resultante do Projecto que a BE submeteu ao prémio escolar Montepio. Duas das escolas com BE têm ao seu serviço este equipamento com  apoio às 
aprendizagens de Português, Matemática e Inglês. 

Práticas e Modelos na Auto-Avaliação da BE – Márcia Morgado – DREN T1 10 


 
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Literacia. 
  • Os  alunos  participam  activamente  em  diferentes  actividades  Trabalhos  realizados  pelos  alunos  (textos,  Fichas de leitura 
associadas à promoção da leitura. 
desenhos, exposições, etc)  Ilustrações 
 
 
Questionários aos pais e Enc. de Educação 
 

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4. Analisar os dados 

  Intervenientes  Calendarização 
4.1. Fazer apreciações e retirar conclusões 
 
PBs 
4.2. Confrontar os dados com os factores críticos de sucesso para verificar em que nível se  Junho 
Equipa Responsável 
encontra  a  BE,  isto  é,  a  caracterização  do  tipo  de  desempenho  da  BE  em  cada 
domínio/subdomínio. 
 

Perfis de Desempenho da BE 

Nível  Descrição 

4  A BE é bastante forte neste domínio. O trabalho desenvolvido é de grande qualidade e com um impacto bastante positivo. 

3  A BE desenvolve um trabalho de qualidade neste domínio mas ainda é possível melhorar alguns aspectos. 

A BE começou a desenvolver trabalho neste domínio, sendo necessário melhorar o desempenho para que o seu impacto seja mais 

efectivo. 

1  A BE desenvolve pouco ou nenhum trabalho neste domínio, o seu impacto é bastante reduzido, sendo necessário intervir com urgência. 

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5. Redigir o relatório final (pontos fortes e os que necessitam de ser desenvolvidos) 

  5.1. Preencher o Modelo de Relatório (quadro síntese com os resultados obtidos para os diferentes domínios e o conjunto de acções de melhoria): 

  •Elementos relativos ao domínio avaliado ‐
Secção A
Domínio B ‐ Leitura e literacia
 

 
•Elementos relativos aos outros domínios 
Secção B
(A, C e D).
 

 
•Síntese referente à avaliação nos 4 
  Secção C
domínios. (A, B, C e D).

Nível do Perfil de Desempenho da BE  Domínio  Acções para a melhoria/exemplos 


  A   
  B   
  C   
  D   
   

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PLANO DE AVALIAÇÃO Novembro de 2010 
 

6. Comunicar os resultados 

  Intervenientes  Calendarização 
5.1. Dar a conhecer os resultados ao Conselho Pedagógico e, posteriormente, ao  PBs 
Agrupamento, através do Blogue e Sítio da Escola.  Conselho Pedagógico 
Órgãos de Gestão 
Julho 
5.2. Incluir o resumo dos resultados no relatório da auto‐avaliação da Escola e referenciado  Docentes da escola sujeita a 
na entrevista com a Inspecção Geral de Educação.  avaliação 
 
 

   

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PLANO DE AVALIAÇÃO Novembro de 2010 
 

7. Preparar e implementar um plano de acção 

  Intervenientes  Calendarização 
7.1. Identificar objectivos e metas a alcançar 
PBs 
7.2. Planificar e incrementar as acções para a melhoria (ver MAABE)  Julho/Setembro 
Equipa Responsável 
7.3. Monitorizar o processo de implementação das acções para a melhoria 

Esta etapa é fundamental para elaborar uma planificação objectiva e pragmática no próximo ano lectivo.  

   

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PLANO DE AVALIAÇÃO Novembro de 2010 
 

8. Limitações   

A equipa da BE do meu Agrupamento é constituída por 3 PBs que trabalham, em equipa, para a BE da escola sede, para 4 escolas com BE, para as outras 9 
escolas sem Be, e, pontualmente, dinamizam actividades para os jardins de Infância do Agrupamento. Este ano lectivo, solicitaram ainda à equipa dos PBs 
para dinamizarem, esporadicamente, actividaddes para os EFA (1.º ciclo). Na escola sede, temos alguns professores que colaboram pontualmente para o 
1.º Ciclo, contudo não temos uma equipa de professores que colaborem no trabalho da BE. 

Alguma resistência da comunidade educativa.

Desconhecimento do actual papel da BE pela comunidade educativa.

Ausência de assistentes operacionais na BE, logo a Be apenas se encontra aberta com a presença de um PB ou de um professor.

Pouca abertura em implementar o trabalho colaborativo.

Dificuldade na medição de impactos da BE na aprendizagem dos alunos.

O espaço limitado desta BE limita bastante as actividades a levar a cabo.

Outros.

Práticas e Modelos na Auto-Avaliação da BE – Márcia Morgado – DREN T1 16 


 
PLANO DE AVALIAÇÃO Novembro de 2010 
 

9. Levantamento de necessidades  

Equipa Professores

Recursos Humanos

Assistentes 
Operacionais

Verba para aquisição 
Financeiros de fundo documental/ 
e outros recursos
Necessidades

Computadores

Mobiliário

Materiais 

Quadro Interactivo

Etiqueteiros e porta‐
títulos
 

Práticas e Modelos na Auto-Avaliação da BE – Márcia Morgado – DREN T1 17 


 
PLANO DE AVALIAÇÃO Novembro de 2010 
 

10. Bibliografia 

Modelo de Auto‐Avaliação da Biblioteca Escolar. Consultado no dia 16 de Novembro em  http://www.rbe.min‐edu.pt/np4/file/745/MAABE.pdf 

Texto da sessão. Consultado no dia 9 de Novembro em http://forumbibliotecas.rbe.min‐edu.pt/mod/resource/view.php?id=15506 

Práticas e Modelos na Auto-Avaliação da BE – Márcia Morgado – DREN T1 18