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ESCOLA DE ENGENHARIA DE PIRACICABA

Fundação Municipal de Ensino de Piracicaba


Curso de Engenharia Mecânica
Turma 1 – Noturno

Ensaio de Tração

Piracicaba, 14/05/2010.

1
Sumário

Introdução.........................................................................................................2
1.0 Fundamentos teóricos................................................................................2
1.1 Tensão ......................................................................................................................2
2.0 Material.......................................................................................................5
3.0 Procedimentos experimentais...................................................................6
4.0 Resultados...................................................................................................6
5.0 Conclusão..................................................................................................10
6.0 Referências Bibliográficas.......................................................................11

Introdução

Este experimento tem como objetivo realizar o ensaio de tração em aços,


pois dessa forma poderemos analisar as deformações do material conforme o
aumento da carga.

1.0 Fundamentos teóricos


1.1 Tensão

Tensão é a distribuição da força P por unidade de área S, como o próprio


nome diz, ela é expressa algebricamente pela seguinte fórmula:

2
Eq. 01

Sendo σ a tensão normal de tração ou compressão em determinado eixo,


viga etc. Essa fórmula tem valor apenas para carregamentos orientados ao longo
do eixo longitudinal da peça, ou seja, ao longo do eixo que passa pelo centro de
gravidade da peça.

1.2 Deformação

Deformação é a mudança nas dimensões de um determinado corpo devido


à ação de um carregamento. Para o nosso ensaio, será utilizada a deformação do
comprimento do eixo, sua área inicial e final.

1.3 Lei de Hooke

Essa tão importante Lei, estudada pelo cientista inglês Robert Hooke
relaciona a linearidade entre tensão normal que age na peça e sua deformação
dentro do regime elástico, gerando um valor chamado de módulo de elasticidade
transversal.

Eq.
02
Sendo:
E = módulo de elasticidade transversal;
σ = tensão normal;
ε = deformação de tração.

1.4 Diagrama Tensão x Deformação

3
O diagrama tensão deformação mostra a proporcionalidade entre a tensão
e a deformação, portanto ilustra a Lei de Hooke. Ele é linear no regime elástico e
polinomial no regime plástico. O diagrama é ilustrado na figura abaixo:

Fig. 01
Sendo:
σe = tensão de escoamento;
σR = tensão de ruptura;
σu = tensão última (máxima tensão atingida);
εR = deformação de ruptura.

1.5 Ensaio de Tração

O ensaio de tração consiste em aplicar um carregamento P dirigido do


centro do corpo de prova para fora, passando pelo seu eixo longitudinal. Esse
carregamento é aumentado até levar a ruptura do material.
Como foi dito acima, o corpo de prova chega à ruptura conforme a carga P
aumenta, ou seja, ela deforma o material até a tensão de ruptura. Essa
deformação é expressa na forma percentual pela seguinte expressão:

4
Eq. 03

Sendo:
ε = deformação de tração percentual;
ΔL = variação do comprimento;
L0 = comprimento inicial.

Além da mudança no comprimento, também ocorre a variação da área,


chamada de Estricção, com o aumento da carregamento, ela vai diminuindo, a
Estricção percentual é dada pela seguinte expressão:

Eq. 04

2.0 Material

• 1 corpo de prova de aço 1020;


• 1 corpo de prova de aço 1045
• 1 paquimetro;
• 1 máquina para ensaio de tração.

5
3.0 Procedimentos experimentais

Inicialmente deve-se medir o corpo de prova para se obter o diâmetro que


será usado no cálculo da área. Essa medição deve ser feita em no mínimo dois
pontos do cilindro (corpo de prova), para que possamos ter um diâmetro médio.
Além do diâmetro, devemos medir o comprimento inicial do cilindro, pois o
utilizaremos no cálculo da deformação.
Após a realização de todas as medidas, deve-se levar o corpo de prova a
máquina de tração. A mesma aplicará um esforço longitudinal no corpo de prova
até a ruptura do mesmo.
Ao longo do experimento devem-se ser feitas leituras da deformação
conforme o aumento da carga. Essa leitura é feita em um relógio comparador
fixado junto a máquina.
Ao término do experimento é feita a medição do comprimento final e do
diâmetro final, com esses dados somos capazes de calcular a deformação, a
estricção e esboçar o diagrama tensão x deformação.

4.0 Resultados

Os resultados obtidos no experimento estão sintetizados nas tabelas


abaixo:

Tabela 1: Dados dos corpos de prova.

Dados dos Corpos de Prova (mm)

6
Diâmetro Área
Diâmetro Compriment Compriment Deformação Área
Inicial Inicial
Aço Final (Df) o Inicial (L0) o Final (Lf) Total (ΔLf) Final (Sf)
(D0) (S0)
1020
10 6,8 55 62 7 78,534 36,367
Diâmetro Área
Aço Diâmetro Compriment Compriment Deformação Área
Inicial Inicial
1045 Final (Df) o Inicial (L0) o Final (Lf) Total (ΔLf) Final (Sf)
(D0) (S0)
10 6,4 57 65,8 8,8 78,54 32,17

Tabela 2: Dados obtidos no ensaio do aço 1020.

Dados do Experimento para Aço 1020


Deformação Carga Carga Tensão Tensão
(mm) (Kgf) (N) (Kgf/mm²) (MPa)
0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
0,10 3000,00 29411,76 38,20 374,48
0,20 3400,00 33333,33 43,29 424,41
0,40 3600,00 35294,12 45,84 449,38
0,60 3900,00 38235,29 49,66 486,83
0,80 4100,00 40196,08 52,20 511,79
1,00 4400,00 43137,25 56,02 549,24
1,20 4600,00 45098,04 58,57 574,20
1,40 4800,00 47058,82 61,12 599,17
1,60 4800,00 47058,82 61,12 599,17
1,80 4900,00 48039,22 62,39 611,65
2,00 4900,00 48039,22 62,39 611,65
2,20 4900,00 48039,22 62,39 611,65
2,40 4900,00 48039,22 62,39 611,65
2,60 4900,00 48039,22 62,39 611,65
2,80 4900,00 48039,22 62,39 611,65
3,00 4900,00 48039,22 62,39 611,65
3,20 4900,00 48039,22 62,39 611,65
3,40 4800,00 47058,82 61,12 599,17
3,60 4800,00 47058,82 61,12 599,17
3,80 4800,00 47058,82 61,12 599,17
4,00 4800,00 47058,82 61,12 599,17
4,20 4800,00 47058,82 61,12 599,17
4,40 4700,00 46078,43 59,84 586,69
4,60 4700,00 46078,43 59,84 586,69
4,80 4700,00 46078,43 59,84 586,69

7
5,00 4600,00 45098,04 58,57 574,20
5,20 4600,00 45098,04 58,57 574,20
5,40 4600,00 45098,04 58,57 574,20
5,60 4500,00 44117,65 57,30 561,72
5,80 4400,00 43137,25 56,02 549,24
6,00 4300,00 42156,86 54,75 536,76
6,20 4200,00 41176,47 53,48 524,27
6,40 4100,00 40196,08 52,20 511,79
6,60 4000,00 39215,69 50,93 499,31

Tabela 3: Dados obtidos no ensaio do aço 1045

Dados do Experimento para Aço 1045


Deformação Carga Carga Tensão Tensão
(mm) (Kgf) (N) (Kgf/mm²) (MPa)
0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
0,00 2200,00 21568,63 28,01 274,62
0,20 2200,00 21568,63 28,01 274,62
0,40 2800,00 27450,98 35,65 349,52
0,60 3600,00 35294,12 45,84 449,38
0,80 3900,00 38235,29 49,66 486,83
1,00 4300,00 42156,86 54,75 536,76
1,20 4500,00 44117,65 57,30 561,72
1,40 4700,00 46078,43 59,84 586,69
1,60 4900,00 48039,22 62,39 611,65
1,80 5000,00 49019,61 63,66 624,14
2,00 5000,00 49019,61 63,66 624,14
2,20 5100,00 50000,00 64,94 636,62
2,40 5100,00 50000,00 64,94 636,62
2,60 5100,00 50000,00 64,94 636,62
2,80 5100,00 50000,00 64,94 636,62
3,00 5100,00 50000,00 64,94 636,62
3,20 5100,00 50000,00 64,94 636,62
3,40 5100,00 50000,00 64,94 636,62
3,60 5200,00 50980,39 66,21 649,10
3,80 5200,00 50980,39 66,21 649,10
4,00 5200,00 50980,39 66,21 649,10
4,20 5200,00 50980,39 66,21 649,10
4,40 5200,00 50980,39 66,21 649,10
4,60 5200,00 50980,39 66,21 649,10
4,80 5200,00 50980,39 66,21 649,10
5,00 5100,00 50000,00 64,94 636,62

8
5,20 5100,00 50000,00 64,94 636,62
5,40 5100,00 50000,00 64,94 636,62
5,60 5100,00 50000,00 64,94 636,62
5,80 5100,00 50000,00 64,94 636,62
6,00 5100,00 50000,00 64,94 636,62
6,20 5000,00 49019,61 63,66 624,14
6,40 5000,00 49019,61 63,66 624,14
6,60 5000,00 49019,61 63,66 624,14
6,80 4900,00 48039,22 62,39 611,65
7,00 4800,00 47058,82 61,12 599,17
7,20 4800,00 47058,82 61,12 599,17
7,40 4700,00 46078,43 59,84 586,69
7,60 4600,00 45098,04 58,57 574,21
7,80 4500,00 44117,65 57,30 561,72
8,00 4400,00 43137,25 56,02 549,24
8,20 4300,00 42156,86 54,75 536,76
8,40 4200,00 41176,47 53,48 524,28
8,60 4100,00 40196,08 52,20 511,79
8,80 4000,00 39215,69 50,93 499,31

Graf. 01: Diagrama tensão x deformação do aço 1020.

9
Graf. 02: Diagrama tensão x deformação do aço 1045.

5.0 Conclusão

10
Deve-se analisar que os alunos deveriam ter preparado os corpos de prova
e executado a medição, tanto no durômetro quanto no microscópio para fixar
melhor os procedimentos de execução e os métodos de medição.
Analisando, os resultados obtidos conclui-se que obtivemos valores que são
coerentes com as propriedades mecânicas dos materiais analisados.
Com o ensaio foi possível compreender a teoria envolvida no experimento,
os cálculos utilizados e as principais características da dureza Brinell.

6.0 Referências Bibliográficas

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