Anda di halaman 1dari 24

29/10/2010

Fungos

 São eucarióticos

 São heterotróficos (saprofitas ou parasitas)

 São filamentosos

 A maioria reproduz por meio de esporos (existe ainda a

gemulação ou fissão binária).

Fungos
 Classificação dos fungos

1
29/10/2010

Fungos
 Podem ser divididos, basicamente, em bolores e leveduras,
diferindo na sua morfologia.
◦ Rhizopus
◦ Aspergillus
◦ Penicillium
◦ Candida
◦ Saccharomyces

Bolores
 Os bolores são organismos multicelulares;

 O corpo de um fungo filamentoso consiste em um micélio e esporos latentes;

 Cada micélio é formado por uma massa filamentosa chamada hifa;

 Cada hifa tem de 5 a 10 µm de largura e é formada pela reunião de muitas


células;

 As paredes rígidas das hifas são formadas 80-90% de glicanas. Quitina é o mais
comum.

 As hifas podem ser classificadas como cenocíticas ou septadas;

 Cada hifa cenocítica é essencialmente uma célula longa contendo muitos


núcleos;

 As hifas septadas têm septos que dividem os filamentos em células distintas


contendo núcleos.

2
29/10/2010

Leveduras

 As leveduras são unicelulares e geralmente são maiores do que a

maioria das bactérias;

 São normalmente ovais, mas algumas vezes são alongadas ou

esféricas;

 Sobre um meio com ágar, elas formam colônias lisas e brilhantes

que lembram colônias bacterianas;

 Essas colônias são diferentes das colônias de bolores que são

espalhadas, aveludadas ou filamentosas.

Bolores, observação de uma colônia


de fungo filamentoso.

3
29/10/2010

Penicillium sp.
sp.

 (1560 x)

 Imagem de MEV –cores adicionadas


 •micélio fúngico com as hifas (verde),
 •esporângio (laranja) ,
 •esporos (azul).

Colônias da levedura Saccharomyces cerevisiae.

Gemulaçãooubrotamen
to:produzcélulafilhasma
durasem30’

4
29/10/2010

Cogumelos

 Os cogumelos são fungos macroscópicos:

◦ Podem ser venenosos;

◦ Podem produzir substâncias alucinógenas:


ergotamina(baseLSD).

◦ Podem ser comestíveis.

Fungos - Reprodução
 Assexuada ou Sexuada
 Os esporos são a forma mais comum de reprodução e
disseminação.

conidioforos
macronídios
esporangios
artroconídios

5
29/10/2010

Fungos

 Fungos e Biotecnologia

◦ Indústria Alimentícia

 Produção de cerveja, vinho, pão, queijos roquefort, gorgonzola,


camembert.

 Saccharomyces cerevisiae

◦ Indústria Farmacêutica

 Produção de antibióticos: penicilina

 Penicilium chrysogenum

◦ Indústria Agrícola

 Controle de pragas

Algas

 Palavra derivada do latim que significa “planta marinha”: organismos

aquáticos.

 As algas variam em dimensões, menores que uma bactéria, até as algas

marinhas que podem ter metros de comprimento.

 Podem ser uni (maioria) ou multicelulares.

 Podem ser eucarióticas ou procarióticas(algas azuis)

 Assemelham-se às plantas, pois possuem celulose na parede celular,

cloroplastos e são autotróficas fotossintetizantes.

 Absorvem sais minerais.

6
29/10/2010

Algas

 Ocorrência

◦ Oceanos/Mares

◦ Lagos de água salgada

◦ Lagos de água doce

◦ Açudes

◦ Tanques de água

Algas
 Ocorrência

◦ Podem crescer ainda:

 Gelo

 Fontes termais (até 90ºC)

 Solos úmidos

 Casca de árvores

 Superfície de rochas

◦ Nas águas tropicais, mais claras e quentes, onde a luz solar é mais
direta e o dia mais longo, esses organismos podem ser encontrados em
até 180 metros abaixo da superfície.

7
29/10/2010

Algas

 Apresentam-se bem diversificadas;

 São classificadas segundo suas características em relação:

◦ Pigmentos

◦ Substância de reserva

◦ Componentes da parede celular

Algas
 São eucarióticas ou procarióticas.

 Muitas espécies deste último tipo assemelham-se às bactérias, tanto em


forma como em disposição.

 Substâncias de Reserva: amidos, óleos, laminarina.

 Parede celular: fina e rígida na maioria das espécies(celulose).

 Nas diatomáceas, são impregnadas com sílica.

 As algas verde-azuis contem peptoglicano, como nas bactérias.

 Outras possuem celulose com ágar ou algina.

 Pigmentos algáceos.

◦ 3 tipos de pigmentos fotossíntéticos: clorofilas, carotenóides e


biliproteínas.

8
29/10/2010

Classificação

Algas

MACROALGAS MICROALGAS

Espuma esverdeada
Alface do mar na superfície de
lagos e córregos

9
29/10/2010

Algas
 Morfologia variável
◦ Esféricas
◦ Bastão
◦ Ovais
◦ Colônias multicelulares
◦ Cadeias lineares ramificadas ou não ramificadas

Algas - Morfologia

10
29/10/2010

Algas - Morfologia
UNICELULARES

PLURICELULARES

Algas

 Classificação

◦ Clorofíceas(algas verde-azuis)

 Podem ser uni ou multicelulares;

 Possuem clorofila como pigmento predominante em suas células → são

verdes. Mas apresentam também carotenos e xantofilas;

 O Amido é a principal fonte de reserva;

 A parede celular apresenta basicamente celulose;

 Este grupo compreende muitas espécies, que são predominantemente

aquáticas, podendo viver em água salgada e em água doce.

11
29/10/2010

Algas

 Classificação

◦ Feofíceas (algas pardas ou marrons)

 São todas multicelulares;

 Possuem bastante fucoxantina → são marrons.

 Apresentam óleos e laminarina como substâncias de reserva;

 Apresentam celulose e Algina na parede celular;

 São geralmente macroscópicas e marinhas.

 Algumas espécies podem medir mais de 50 metros de comprimento

Algas

 Classificação

◦ Rodofíceas (algas vermelhas)

 A maioria é multicelular;

 Possuem mais ficocianina e ficoeritrina que clorofila →são vermelhas.

 O amido é a substância de reserva.

 Possuem celulose, e os polissacarídeos ágar e carragenina.

 São algas geralmente macroscópicas e marinhas, mas existem formas

que vivem na água doce.

12
29/10/2010

Reprodução
 Assexuada: unicelulares
 Sexuada: unicelulares e multicelulares.

Algas

 Importância econômica

◦ Algas e o solo

 As algas verdes fixam o nitrogênio atmosférico.

 As feofíceas, é um exemplo de alga que, depois de ressecada

e moída, fornece um adubo muito rico em sais minerais

diversos. Misturadas ao solo, essas algas o enriquecem com as

substâncias necessárias à vida das plantas.

13
29/10/2010

Algas

 Importância econômica

◦ Algas como alimentos

 Algumas algas vermelhas são comestíveis.

 Ágar extraído de algumas algas vermelhas são usados no

alimento como agente de clarificação.

 Alginato extraído de algas marrons também são usados como

agente de clarificação, de consistencia ao sorvete e na

fabricação de cosméticos, como sabonetes e pastas de dente.

Algas

 Importância econômica

◦ Algas e meio ambiente

 São responsáveis por mais de 70% do gás oxigênio liberado

diariamente na Terra, principalmente as unicelulares

flutuantes, que fazem parte do chamado fitoplâncton.

 Algas submersas que não realizam fotossíntese são

decompostas, liberando substancias tóxicas e mal cheirosas:

eutrofização.

14
29/10/2010

Vírus

 Não são considerados seres vivos por não apresentarem uma

estrutura celular definida.

 Infectam outros organismos biológicos e reproduzem-se pela

invasão e possessão do controle da maquinaria de auto-reprodução

celular: parasitas intracelulares.

 Carregam uma pequena quantidade de ácido nucléico (DNAouRNA)

circundada por uma cápsula protetora consistente de proteína

(capsídeo) e/ou proteína e lipídio (envelope).

Vírus

 Causam infecções em insetos, peixes, microrganismos, plantas,

homens e outros animais.

 Apresentam tamanhos variados.

 Podem ser tão pequenos, que passam através de filtros, cujos

poros não permitem passagem de bactérias.

 O maior vírus tem menos do que a quarta parte das dimensões de

uma salmonela e milhares dos de menor tamanho poderiam ser

colocados dentro da parede celular vazia de um estafilococo.

15
29/10/2010

Formas e Tamanhos Virais

Estrutura do Vírus
 Capsídio e Envelope
◦ O capsídio é uma capa protéica que circunda o ácido
nucléico, e é composto de subunidades de proteína, os
capsômeros, que são responsáveis pela especificidade viral.
Todos os vírions possuem uma simetria de estrutura, podendo
ou não apresentar um envoltório (envelope) contendo
lipídeos ou lipoproteínas. Assim, os vírions com envelope são
sensíveis aos solventes de lipídeos, tais como o éter, o
clorofórmio e agentes emulsificantes (sais biliares e
detergentes).
 Ácidos Nucleicos
◦ Os vírus podem ter DNA ou RNA, mas nunca são encontrados
os dois juntos no mesmo vírion. A estrutura dos ácidos
nucleicos nos vírions pode ser linear ou circular.

16
29/10/2010

Estrutura do Vírus
 Capsídeo

Estrutura do Vírus
 Envelope

17
29/10/2010

Estrutura do Vírus

Formas Virais

 Icosaédricos
◦ Poliedro regular com 20 faces triangulares e 12 ângulos; esta
forma é determinada pelo capsídio. O poliovírus e os
adenovírus são alguns exemplos.

 Helicoidais
◦ Lembrando longos bastonetes, seus capsídios são cilindros
ocos, com estrutura helicoidal . O vírus do mosaico do tabaco
é um exemplo.

18
29/10/2010

Formas Virais
 Vírus envelopados
◦ O nucleocapsídio interno desse vírus, que pode ser icosaédrico
ou helicoidal, é circundado por uma membrana envoltória. Tais
vírions são pleomórficos (têm formas variadas), já que os
envoltórios não são rígidos. O vírus do herpes é um vírion
icosaédrico envelopado.

 Vírus complexos
◦ Alguns vírions têm uma estrutura muito complicada; o vírus da
vacínia (grupo poxvirus), por exemplo, não possui capsídio
claramente identificado, mas apresenta várias camadas em torno
do ácido nucleico.

Formas Virais

Morfologia de alguns vírus bem conhecidos. Simetria icosaédrica: [A] pólio,


verruga, adeno, rota; [B] herpes. Simetria helicoidal: [C] mosaico do tabaco; [D]
influenza; [E] sarampo, caxumba, parainfluenza; [F] raiva. Simetria incerta ou
complexa: [G] poxvírus; [H] fagos T-pares (fonte: Pelczar et al., 1996).

19
29/10/2010

Formas Virais

Replicação do Vírus
 O vírus deve ligar-se a um receptor específico na membrana celular,
provavelmente uma glicoproteína, antes da ocorrência da infecção da
célula.

 Muitos vírus podem ter um envelope rico em lipídeo envolvendo o capsídio.


Do envelope de muitos vírus projetam-se "pontas" que podem conter
glicoproteínas e lipídeos. As propriedades das moléculas que constituem o
envelope estão relacionadas com a adesão do vírus à vários substratos. Se
o envelope não está presente, as propriedades do capsídio determinam as
características adesivas do vírus.

 A multiplicação dos vírus se faz por replicação, no qual as porções protéica


e nucléica aumentam no interior das células hospedeiras sensíveis.

20
29/10/2010

Replicação do Vírus

 Principais etapas

◦ Adsorção

◦ Penetração e desnudamento

◦ Replicação bioquímica

◦ Acoplamento ou maturação

◦ Liberação

Replicação do Vírus
 Principais etapas
◦ Adsorção
 envolve a participação de receptores específicos na superfície
da célula hospedeira e das macromoléculas do vírion
◦ Penetração e desnudamento
 os vírus com envelope unem-se às células hospedeiras,
levando à fusão do envoltório lipoproteico dos vírus com a
membrana citoplasmática da célula, que resulta na liberação
do material nucleocapsídico no citoplasma celular. Os vírus nús
(sem envelope) parecem penetrar pelo mecanismo de
fagocitose.

21
29/10/2010

Replicação do Vírus

 Principais etapas

◦ Replicação bioquímica

 A replicação ativa do ácido nucleico e a síntese de proteínas

virais começam após a dissociação do capsídio e do genoma.

 Além do ATP celular, os vírus requerem o uso dos ribossomas

da célula, do RNA de transferência, de enzimas e de certos

processos biossintéticos para sua replicação.

Replicação do Vírus

 Principais etapas

◦ Acoplamento ou maturação

 Os vírus são capazes de dirigir a síntese dos componentes

essenciais para sua progênie e de acoplar estes materiais

sob a forma de vírions maduros, no núcleo e/ou no

citoplasma da célula infectada.

22
29/10/2010

Replicação do Vírus

 Principais etapas

◦ Liberação

 Este processo varia com o agente viral. Em alguns casos, a

lise celular resulta na liberação concomitante das partículas

virais. Em outros, a maturação e a liberação são

relativamente lentas e os vírions são liberados sem a

destruição da célula hospedeira.

Replicação viral

23
29/10/2010

Vírus

 Isolamento e identificação do vírus

◦ Identificação laboratorial  coleta e manutenção adequadas dos

espécimes, até que se possam inocular animais sensíveis, culturas de

tecidos, ovos embrionados ou outro tipo adequado de meio.

◦ Esta fase inclui a eliminação de bactérias dos produtos em exame,

através da filtração, da centrifugação diferencial ou do uso de drogas

antimicrobianas. Havendo a presença de vírus, podem ser produzidos e

pesquisados anticorpos específicos.

Vírus

HIV Bacteriofágo

Influenza

24