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AMBEV DIVULGA RESULTADO DO PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2009

São Paulo, 7 de maio de 2009 – Companhia de Bebidas das Américas – AmBev [BOVESPA: AMBV4, AMBV3; e
NYSE: ABV, ABVc], anuncia hoje os seus resultados do primeiro trimestre de 2009 (1T09). As informações financeiras
e operacionais a seguir, exceto quando indicado o contrário, são apresentadas em reais nominais, de acordo com os
critérios do padrão contábil internacional (IFRS) e devem ser lidas em conjunto com o relatório trimestral (ITR) do
exercício findo em 31 de março de 2009 arquivado na CVM e apresentado à SEC. Segregamos neste relatório o
impacto do resultado orgânico das mudanças de escopo e diferenças de câmbio. As mudanças de escopo
representam o impacto de aquisições ou vendas de ativos, assim como o início ou término de atividades.
Comparações, exceto quando especificado o contrário, referem-se ao primeiro trimestre de 2008 (1T08). As variações
acumuladas em reais foram recalculadas para refletir adequadamente o crescimento orgânico excluindo efeitos de
mudança de câmbio. Os somatórios podem não conferir devido a arredondamentos.

DESTAQUES OPERACIONAIS E FINANCEIROS


Crescimento das Receitas Líquidas (ROL): Nossa ROL cresceu 10,7% devido ao aumento de volume e aos
aumentos de preços em nossas operações. Nossos volumes cresceram organicamente 5,1% durante o 1T09 em
decorrência do crescimento de Cerveja Brasil (+7,6%) e RefrigeNanc Brasil (+12,6%), que foram parcialmente
impactados por volumes estáveis na Quinsa e queda de volume no Canadá e Hila-Ex.
Custo dos produtos vendidos (CPV) e despesas com vendas, gerais e administrativas (SG&A): O CPV por
hectolitro aumentou 1,5% no trimestre devido a ganhos nos hedges de moeda, menores preços das commodities
(principalmente PET e milho), e uma melhor base de comparação com o 1T08, que compensaram a inflação do
período. O SG&A (excluindo depreciação e amortização) cresceu organicamente 5,9% durante o 1T09 devido ao
aumento dos investimentos na distribuição direta, a um volume maior no período e à inflação.
EBITDA Normalizado e Margem EBITDA Normalizado: Nosso EBITDA Normalizado alcançou R$2.582,9 milhões
durante o 1T09 com um crescimento orgânico de 16,3%. Nossa margem de EBITDA Nomalizado no 1T09 aumentou
240 pontos-base atingindo 45,7%.
Lucro líquido e geração de caixa operacional: O lucro líquido foi de R$1.612,6 milhões no 1T09 (aumento de
32,2% vs. 3M08). O lucro por ação (LPA) aumentou 13,5% durante o 1T09. Nossa geração de caixa operacional foi
de R$1.568,9 milhões no 1T09, um aumento de 84,9% em relação ao 1T08.
Retorno aos acionistas e disciplina financeira: Durante o 1T09 pagamos juros sobre o capital próprio (JCP) no
montante de R$230 milhões e declaramos JCP adicionais no valor de R$257 milhões que serão pagos a partir de 29
de maio. Não efetuamos recompras de ações durante o período.
Destaques Financeiros - Consolidado % % % %
1T08 1T09 Reportado Orgânico 3M08 3M09 Reportado Orgânico
Total volumes 35.784,8 37.268,2 4,1% 5,1% 35.784,8 37.268,2 4,1% 5,1%
Cerveja 25.557,7 26.314,9 3,0% 4,1% 25.557,7 26.314,9 3,0% 4,1%
RefrigeNanc 10.227,1 10.953,3 7,1% 7,4% 10.227,1 10.953,3 7,1% 7,4%

Receita Líquida 4.833,4 5.655,7 17,0% 10,7% 4.833,4 5.655,7 17,0% 10,7%
Lucro Bruto 3.164,1 3.758,5 18,8% 12,8% 3.164,1 3.758,5 18,8% 12,8%
Margem bruta 65,5% 66,5% 100 bps 140 bps 65,5% 66,5% 100 bps 140 bps
EBITDA 2.102,8 2.800,3 33,2% 27,0% 2.102,8 2.800,3 33,2% 27,0%
Margem EBITDA 43,5% 49,5% 600 bps 660 bps 43,5% 49,5% 600 bps 660 bps
EBITDA Normalizado 2.107,4 2.582,9 22,6% 16,3% 2.107,4 2.582,9 22,6% 16,3%
Margem EBITDA Normalizado 43,6% 45,7% 210 bps 240 bps 43,6% 45,7% 210 bps 240 bps
Lucro Líquido 1.219,8 1.612,6 32,2% 1.219,8 1.612,6 32,2%
Lucro Líquido Normalizado 1.224,5 1.395,2 13,9% 1.224,5 1.395,2 13,9%
No. de ações em circulação (milhões) 611,6 613,9 611,6 613,9
LPA (R$/ação) 1,99 2,63 31,7% 1,99 2,63 31,7%
LPA Normalizado 2,00 2,27 13,5% 2,00 2,27 13,5%
Nota: O cálculo por ação é baseado nas ações em circulação (total de ações existentes, menos ações em tesouraria).
Resultado do primeiro trimestre de 2009
7 de maio de 2009
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Comentários da Administração da AmBev


O primeiro trimestre de 2009 foi um começo positivo e importante para um ano que acreditamos que pode se tornar
bastante desafiador. Apesar de a indústria no Brasil ter sido impactada positivamente tanto pelos resultados
macroeconômicos quanto por um clima mais favorável, temos observado uma tendência de desaceleração nos
volumes da indústria na maioria dos mercados nos quais operamos, como resultado da atual situação econômica
mundial.

Nosso EBITDA Normalizado Consolidado totalizou R$ 2.582,7 milhões no 1T09, uma aumento orgânico de 16,3%,
com margens crescendo 240 pontos base. Os volumes consolidados foram 5,1% superiores no 1T09.

Os volumes de Cerveja (+7,6%) e Refrigenanc (+12,6%) no Brasil no 1T09 apontaram um forte crescimento contra o
ano anterior como resultado de: (i) aumento da renda disponível ao consumidor pela primeira vez em seis trimestres,
decorrente do aumento de 12% (em termos nominais) do salário mínimo e da desaceleração da inflação de
alimentos; (ii) clima mais favorável no período; e (iii) um calendário também favorável do Carnaval. Nosso EBITDA
Normalizado de Cerveja aumentou organicamente 18,0% com margens crescendo 370 pontos base, enquanto nosso
EBITDA Normalizado de Refrigenanc cresceu 13,5% com margens contraindo 60 pontos base no 1T09 devido à
antecipação de investimentos em relação ao 1T08. “Começamos 2009 com um forte desempenho, aproveitando o
fato de o Carnaval ter ocorrido mais tarde neste ano, aliado a um clima e um ambiente econômico mais favoráveis.
Apesar da incerteza do cenário econômico no Brasil para 2009, ficamos muito satisfeitos com o desempenho das
nossas inovações de 2008 tanto em cerveja quanto em RefrigeNanc, com as iniciativas certas dando suporte para
nosso crescimento durante o ano”, diz João Castro Neves, Diretor Geral da AmBev.

Nossas operações no norte da América Latina apresentaram EBITDA negativo de R$38,9 milhões. João Castro Neves
comenta: “Mesmo com a desaceleração na maioria dos mercados onde operamos na região, continuamos procurando
oportunidades para recuperar a nossa performance na Venezuela, dando assim um passo importante para atingir
nosso objetivo de curto prazo de entregar EBITDA neutro para a região”.

Nossas operações no cone sul da América Latina entregaram um trimestre de fortes resultados, a despeito da recente
desaceleração da indústria, e atingiram um EBITDA Normalizado de R$585,2 milhões (+22,8%) no período. O bom
gerenciamento das receitas e o estrito controle dos custos tanto no COGS quanto no SG&A, compensaram o
crescimento dos volumes de 0,4%, aumentando a rentabilidade no 1T09. “Entregamos um forte resultado no 1T09,
mesmo com desaceleração nos volumes da indústria. Apesar do cenário econômico desafiador e do impacto na
indústria, estamos confiantes nas nossas marcas, na nossa gente e nos nossos planos para dar suporte às nossas
iniciativas de crescimento do top line e nossa política de gerenciamento de custos fixos, de modo a continuarmos
crescendo a rentabilidade em 2009”, diz Bernardo Paiva, Presidente da Quinsa.

Nossa operação na América do Norte apresentou um EBITDA Normalizado de R$255,4 milhões, crescimento orgânico
de 3,5% com expansão de 80 pontos-base em margem no trimestre. O bom desempenho da receita foi resultado de
aumentos de preço e um melhor mix de produtos, parcialmente afetados pela queda de volume (2,7%) no período,
enquanto o aumento das commodities foi compensado por ganhos de produtividade e economias de custos fixos.
“Labatt apresentou um resultado sólido no 1T09 apesar da queda do volume da indústria e de uma base de
comparação mais difícil com o 1T08, graças ao bom cenário de preços e ao foco contínuo em produtividade e na
economia de custos fixos”, diz Márcio Froes, Presidente da Labatt.

Durante o 1T09, licenciamos a título perpétuo e exclusivo para a KPS Capital Partners, L.P. (KPS) os direitos para
venda das cervejas da família Labatt para consumo nos Estados Unidos da América. Além disso, adquirimos o
controle da engarrafadora da Pepsi na Bolívia e incluímos a marca Budweiser no nosso portfólio no Paraguai. João
Castro Neves, CEO da AmBev, comenta: “Estou bastante confiante que estes passos vão acrescentar valor ao nosso
negócio em decorrência da consolidação de receitas e das sinergias de custo”.

O crescimento do EBITDA Normalizado e a geração de caixa operacional serão nossas duas prioridades para 2009. Os
resultados do primeiro trimestre foram positivos, com o EBITDA Normalizado crescendo 16,3% e nossa geração de
caixa operacional aumentando R$720,4 milhões. Como resultado, liberamos caixa suficiente para dar suporte ao
Resultado do primeiro trimestre de 2009
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crescimento de nossas marcas, ao mesmo tempo em que liquidamos parcela importante de nossa dívida, com
vencimento nos primeiros quatro meses do ano, evitando a sua desnecessária renovação a taxas de juros maiores.

O 1T09 foi de resultados positivos para nosso negócio em geral e particularmente para o Brasil, mas ainda
acreditamos que as incertezas decorrentes do desafiador cenário econômico global poderão impactar os volumes da
indústria, especialmente no Brasil que tem se apresentado como o mercado mais resiliente durante o ano.
Acreditamos ter as iniciativas certas para melhorar a rentabilidade do nosso negócio, além dos recursos necessários
para implementá-las. Continuaremos focados no que temos sob controle, como execução militar das nossas
inovações e projetos de produtividade. Dessa forma seguiremos na nossa trajetória de entrega de rentabilidade em
2009 e no futuro.
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AmBev – Consolidado

Resultado Consolidado Conversão % %


R$ milhões 1T08 Escopo Moeda Orgânico 1T09 Reportado Orgânico
Receita Líquida 4.833,4 (20,4) 328,5 514,2 5.655,7 17,0% 10,7%
Custo Produto Vendido (1.669,2) 12,5 (130,7) (109,7) (1.897,1) 13,7% 6,6%
Lucro Bruto 3.164,1 (7,9) 197,8 404,5 3.758,5 30,7% 17,3%
SG&A Total (1.424,7) 7,7 (92,4) (107,8) (1.617,3) 13,5% 7,6%
Outras Desp/Rec Operacionais 85,4 (0,1) 2,8 (3,2) 84,9 -0,6% -3,8%

Lucro operacional (EBIT normalizado) 1.824,9 (0,4) 108,1 293,5 2.226,2 43,6% 21,2%
Itens não recorrentes depois do EBIT (4,6) - (2,1) 224,2 217,4 ns ns
Resultado Financeiro (277,2) (324,8) 17,2%
Participação nos resultados de coligadas 0,1 0,0 -32,8%
Imposto de Renda (323,3) (506,2) 56,6%
Lucro Líquido 1.219,8 1.612,6 32,2%
Atribuido para Ambev 1.228,6 1.588,7 29,3%
Atribuido para minoritários (8,8) 24,0 -373,9%

EBITDA Normalizado 2.107,4 (0,4) 132,7 343,2 2.582,9 22,6% 16,3%

As tabelas a seguir apresentam o resultado consolidado da AmBev para o 1T09.


O EBITDA Normalizado da AmBev foi de R$2.582,9 milhões no trimestre, com expansão de margem de 240 pontos-
base. A receita líquida continua superando o crescimento do volume, o que, juntamente com o gerenciamento de
custos fixos e com a antecipação de investimentos, contribuiu para a alavancagem operacional. Cerveja Brasil e Brasil
RefrigeNanc entregaram fortes desempenhos, enquanto Quinsa e Canadá contribuíram de forma significativa para a
performance consolidada.

AmBev Consolidado Conversão de % %


R$ milhões 1T08 Escopo Moeda Orgânico 1T09 Reportado Orgânico
Volume ('000 hl) 35.784,8 (317,0) - 1.800,3 37.268,2 4,1% 5,1%
Receita Líquida 4.833,4 (20,4) 328,5 514,2 5.655,7 17,0% 10,7%
ROL/hl 135,1 0,6 8,8 7,2 151,8 12,4% 5,4%
CPV (1.669,2) 12,5 (130,7) (109,7) (1.897,1) 13,7% 6,6%
CPV/hl (46,6) (0,1) (3,5) (0,7) (50,9) 9,1% 1,5%
Lucro Bruto 3.164,1 (7,9) 197,8 404,5 3.758,5 18,8% 12,8%
Margem Bruta 65,5% 66,5% 100 bps 140 bps
SG&A excl. deprec.&amort. (1.302,5) 7,7 (84,5) (75,9) (1.455,3) 11,7% 5,9%
SG&A deprec.&amort. (122,1) - (8,0) (31,9) (162,0) 32,6% 26,1%
SG&A Total (1.424,7) 7,7 (92,4) (107,8) (1.617,3) 13,5% 7,6%
Outras Desp/Rec Operacionais 85,4 (0,1) 2,8 (3,2) 84,9 -0,6% -3,8%
EBIT Normalizado 1.824,9 (0,4) 108,1 293,5 2.226,2 22,0% 16,1%
Margem EBIT normalizado 37,8% 39,4% 160 bps 200 bps
EBITDA Normalizado 2.107,4 (0,4) 132,7 343,2 2.582,9 22,6% 16,3%
Margem EBITDA Normalizado 43,6% 45,7% 210 bps 240 bps
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AMBEV – RESULTADOS CONSOLIDADOS


A combinação dos resultados no Brasil, Quinsa, HILA-Ex e Labatt, após a eliminação de operações entre empresas do
grupo, compreendem o nosso resultado consolidado. Os números mostrados abaixo refletem o resultado da forma
como foi reportado.

Volume (milhões de hectolitros)

45
40 37,3
34,8 35,8
33,0
35
30
25
20
15
1T06 1T07 1T08 1T09

Receita Líquida por HL (R$) CPV por HL (R$)


155 151,8 52 50,9
150 50
145 48 46,6
140 133,0 135,1
133,6 46 44,4 44,5
135
130 44
125 42
120 40
1T06 1T07 1T08 1T09 1T06 1T07 1T08 1T09

EBITDA Normalizado (R$ MM) Margem EBITDA Normalizado (%)

3.000 46% 45,7%


2.582,9
2.500 2.042,6 2.107,4 45%
2.000 1.709,1 43,9%
44% 43,6%
43,1%
1.500
43%
1.000
500 42%
0 41%
1T06 1T07 1T08 1T09 1T06 1T07 1T08 1T09

(*) Os dados do 1T 2006 e do 1T 2007 correspondem a números em BR GAAP, sendo apresentados apenas para fins
de referência.
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América Latina Norte (LAN)


Nossa região de LAN é integrada por Cerveja Brasil, Brasil RefrigeNanc e as operações da Hila-Ex.
LAN Consolidado Conversão % %
R$ milhões 1T08 Escopo Moeda Orgânico 1T09 Reportado Orgânico
Volume ('000 hl) 24.374,0 (317,0) - 1.824,4 25.881,4 6,2% 7,6%
Receita Líquida 3.294,9 (20,4) 39,8 340,3 3.654,6 10,9% 10,4%
ROL/hl 135,2 0,9 - 5,1 141,2 4,5% 3,8%
CPV (1.105,2) 12,5 (26,1) (35,4) (1.154,2) 4,4% 3,2%
CPV/hl (45,3) (0,1) - 0,8 (44,6) -1,6% -1,8%
Lucro Bruto 2.189,7 (7,9) 13,7 304,9 2.500,4 14,2% 14,0%
Margem Bruta 66,5% 68,4% 200 bps 230 bps
SG&A excl. deprec.&amort. (858,2) 7,7 (26,3) (71,5) (948,3) 10,5% 8,4%
SG&A deprec.&amort. (96,1) - (3,3) (28,8) (128,2) 33,4% 30,0%
SG&A Total (954,3) 7,7 (29,6) (100,3) (1.076,5) 12,8% 10,6%
Outras Desp/Rec Operacionais 78,8 (0,1) (0,1) 15,5 94,1 19,5% 19,7%
EBIT Normalizado 1.314,2 (0,4) (15,9) 220,1 1.518,1 15,5% 16,7%
Margem EBIT Normalizado 39,9% 41,5% 170 bps 260 bps
EBITDA Normalizado 1.503,1 (0,4) (10,1) 249,7 1.742,3 15,9% 16,6%
Margem EBITDA Normalizado 45,6% - 0,0% 47,7% 210 bps 290 bps

Brasil – Consolidado
As operações da AmBev no Brasil alcançaram um EBITDA Normalizado de R$1.781,2 milhões no trimestre,
representando um crescimento orgânico de 17,3% e uma expansão de 290 pontos-base na margem de EBITDA
Normalizado, que atingiu 51,2%.
Brasil Consolidado Conversão % %
R$ milhões 1T08 Escopo Moeda Orgânico 1T09 Reportado Orgânico
Volume ('000 hl) 22.730,3 (317,0) - 1.983,6 24.396,9 7,3% 8,9%
Receita Líquida 3.149,5 (20,4) - 351,8 3.480,9 10,5% 11,2%
ROL/hl 138,6 1,1 - 3,1 142,7 3,0% 2,2%
CPV (1.015,9) 12,5 - (37,1) (1.040,6) 2,4% 3,7%
CPV/hl (44,7) (0,1) - 2,1 (42,7) -4,6% -4,7%
Lucro Bruto 2.133,6 (7,9) - 314,6 2.440,3 14,4% 14,8%
Margem Bruta 67,7% - 0,0% 0,0% 70,1% 240 bps 240 bps
SG&A excl. deprec.&amort. (776,2) 7,7 - (70,6) (839,2) 8,1% 9,2%
SG&A deprec.&amort. (87,8) - - (26,2) (114,0) 29,8% 29,8%
SG&A Total (864,0) 7,7 - (96,7) (953,1) 10,3% 11,3%
Outras Desp/Rec Operacionais 79,0 (0,1) - 15,5 94,4 19,4% 19,6%
EBIT Normalizado 1.348,6 (0,4) - 233,4 1.581,6 17,3% 17,3%
Margem EBIT normalizado 42,8% - 0,0% 0,0% 45,4% 260 bps 260 bps
EBITDA Normalizado 1.519,4 (0,4) - 262,2 1.781,2 17,2% 17,3%
Margem EBITDA Normalizado 48,2% - 0,0% 0,0% 51,2% 290 bps 290 bps
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Brasil – Cerveja
Brasil - Cerveja Conversão % %
R$ milhões 1T08 Escopo Moeda Orgânico 1T09 Reportado Orgânico
Volume ('000 hl) 16.908,9 (289,2) - 1.255,9 17.875,6 5,7% 7,6%
Receita Líquida 2.615,5 (18,3) - 268,9 2.866,1 9,6% 10,4%
ROL/hl 154,7 1,6 - 4,1 160,3 3,7% 2,7%
CPV (787,5) 10,8 - (10,0) (786,7) -0,1% 1,3%
CPV/hl (46,6) (0,2) - 2,7 (44,0) -5,5% -5,9%
Lucro Bruto 1.828,0 (7,6) - 258,9 2.079,3 13,8% 14,2%
Margem Bruta 69,9% - 0,0% 0,0% 72,5% 270 bps 270 bps
SG&A excl. deprec.&amort. (692,1) 7,0 - (37,6) (722,7) 4,4% 5,5%
SG&A deprec.&amort. (74,1) - - (13,1) (87,1) 17,6% 17,6%
SG&A Total (766,1) 7,0 - (50,7) (809,8) 5,7% 6,7%
Outras Desp/Rec Operacionais 64,5 (0,1) - 8,6 72,9 13,1% 13,3%
EBIT Normalizado 1.126,3 (0,7) - 216,8 1.342,4 19,2% 19,2%
Margem EBIT normalizado 43,1% - 0,0% 0,0% 46,8% 380 bps 380 bps
EBITDA Normalizado 1.269,6 (0,7) - 228,4 1.497,4 17,9% 18,0%
Margem EBITDA Normalizado 48,5% - 0,0% 0,0% 52,2% 370 bps 370 bps

O volume de cerveja no Brasil cresceu 7,6% no trimestre na medida em que o aumento do salário mínimo e a
desaceleração da inflação de alimentos contribuíram positivamente sobre a renda disponível ao consumidor pela
primeira vez em seis trimestres; enquanto o clima favorável no 1T09 e o fato de o Carnaval ter ocorrido mais tarde
contribuíram para a boa performance da indústria. Nossa participação média de mercado no 1T09 alcançou 67,0%,
70 pontos-base a menos que no mesmo período do ano anterior, em decorrência dos nossos aumentos de preço
implementados no começo do verão.
O crescimento da ROL por hectolitro foi de 2,7% no trimestre, apesar de uma base de comparação mais difícil em
relação ao 1T08, resultado dos aumentos de preços implementados no início do ano. Maiores impostos, nosso mix de
embalagens e menores vendas de sub-produtos, reduziram parcialmente o impacto de tais aumentos de preço.
O CPV por hectolitro caiu 5,9% no trimestre devido aos nossos hedges de moeda, a menores custos de commodities
(principalmente milho) e a uma melhor base de comparação em relação ao 1T08.
O SG&A (excluindo depreciação e amortização) cresceu 5,5% organicamente no trimestre devido à inflação geral e ao
aumento da participação da nossa distribuição direta, o que foi parcialmente compensado por maior eficiência na
nossa rede de distribuição e por ganhos nos custos fixos.
O EBITDA Normalizado de Cerveja Brasil aumentou 18,0%, atingindo R$1.497,4 milhões no trimestre.
Resultado do primeiro trimestre de 2009
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Brasil – RefrigeNanc
Brasil - Refrigenanc Conversão % %
R$ milhões 1T08 Escopo Moeda Orgânico 1T09 Reportado Orgânico
Volume ('000 hl) 5.821,3 (27,8) - 727,7 6.521,2 12,0% 12,6%
Receita Líquida 534,0 (2,0) - 82,8 614,9 15,1% 15,6%
ROL/hl 91,7 0,1 - 2,5 94,3 2,8% 2,7%
CPV (228,4) 1,7 - (27,1) (253,8) 11,1% 12,0%
CPV/hl (39,2) 0,1 - 0,2 (38,9) -0,8% -0,5%
Lucro Bruto 305,6 (0,3) - 55,7 361,0 18,1% 18,3%
Margem Bruta 57,2% - 0,0% 0,0% 58,7% 150 bps 150 bps
SG&A excl. deprec.&amort. (84,2) 0,7 - (33,0) (116,5) 38,4% 39,5%
SG&A deprec.&amort. (13,7) - - (13,1) (26,8) 95,4% 95,4%
SG&A Total (97,9) 0,7 - (46,1) (143,3) 46,4% 47,4%
Outras Desp/Rec Operacionais 14,6 (0,0) - 6,9 21,5 47,4% 47,5%
EBIT Normalizado 222,3 0,3 - 16,6 239,2 7,6% 7,5%
Margem EBIT normalizado 41,6% - 0,0% 0,0% 38,9% -270 bps -280 bps
EBITDA Normalizado 249,7 0,3 - 33,7 283,8 13,6% 13,5%
Margem EBITDA Normalizado 46,8% - 0,0% 0,0% 46,2% -60 bps -60 bps

A operação de RefrigeNanc Brasil apresentou um crescimento orgânico de volume de 12,6% no trimestre devido ao
crescimento da renda disponível para o consumidor, somado ao clima e ao calendário do Carnaval mais favoráveis,
que beneficiaram a indústria. Além disso, nosso market share aumentou 40 pontos-base no trimestre, atingindo
17,4%.
A ROL por hectolitro cresceu 2,7% organicamente a despeito de uma base de comparação mais difícil com o 1T08, na
medida em que continuamos a nos beneficiar de aumentos de preço seletivos em certas regiões.
O CPV por hectolitro caiu 0,5% organicamente, também a despeito de uma base de comparação desafiadora em
relação ao 1T08, uma vez que continuamos a nos beneficiar dos ganhos dos hedges de moeda e de menores preços
de embalagens (basicamente PET), o que, por sua vez, foi parcialmente afetado pelos hedges de açúcar e pela
inflação no trimestre.
O SG&A (excluindo depreciação e amortização) cresceu 39,5% como resultado do volume maior, dos investimentos
em marketing para suportar nossas inovações e de uma maior provisão de bônus no período. Além disso, o
calendário diferenciado de alguns investimentos em relação ao mesmo período do ano anterior contribuíram para este
aumento.
O EBITDA Normalizado de RefrigeNanc Brasil cresceu 13,5%, atingindo R$283,8 milhões no trimestre.
Resultado do primeiro trimestre de 2009
7 de maio de 2009
Pág. 9

Hila-ex - Consolidado

HILA Consolidado Conversão % %


R$ milhões 1T08 Escopo Moeda Orgânico 1T09 Reportado Orgânico
Volume ('000 hl) - Total 1.643,8 - - (159,3) 1.484,5 -9,7% -9,7%
Volume ('000 hl) Cerveja 735,8 - - (188,1) 547,7 -25,6% -25,6%
Volume ('000 hl) Refrigenanc 907,9 - - 28,9 936,8 3,2% 3,2%
Receita Líquida 145,3 - 39,8 (11,5) 173,7 19,5% -7,9%
ROL/hl 88,4 - 26,8 1,8 117,0 32,3% 2,0%
CPV (89,3) - (26,1) 1,7 (113,6) 27,3% -1,9%
CPV/hl (54,3) - (17,6) (4,7) (76,6) 41,0% 8,6%
Lucro Bruto 56,1 - 13,7 (9,8) 60,0 7,1% -17,4%
Margem Bruta 38,6% 0,0% 0,0% 0,0% 34,6% ns ns
SG&A excl. deprec.&amort. (81,9) - (26,3) (0,9) (109,1) 33,2% 1,1%
SG&A deprec.&amort. (8,3) - (3,3) (2,7) (14,3) 71,2% 31,9%
SG&A Total (90,2) - (29,6) (3,6) (123,4) 36,7% 3,9%
Outras Desp/Rec Operacionais (0,2) - (0,1) 0,0 (0,2) 7,9% -17,0%
EBIT Normalizado (34,4) - (15,9) (13,3) (63,6) 84,8% 38,6%
Margem EBIT normalizado -23,7% 0,0% 0,0% 0,0% -36,6% -1290 bps -1190 bps
EBITDA Normalizado (16,3) - (10,1) (12,5) (38,9) ns 76,9%
Margem EBITDA Normalizado -11,2% 0,0% 0,0% 0,0% -22,4% ns ns A

As operações na Hila-Ex apresentaram uma diminuição de volume de 9,7% como resultado da queda na performance
da indústria na maioria dos países nos quais operamos em comparação com o 1T08.
A ROL por hectolitro aumentou 2,0%, o que pode ser explicado pelos aumentos de preço no período, os quais foram
parcialmente impactados pelo mix de países e de produtos. O CPV por hectolitro aumentou 8,6% organicamente
devido ao aumento da inflação.
O SG&A excluindo depreciação e amortização cresceu 1,1% organicamente no trimestre devido à inflação geral,
tendo sido parcialmente compensado com ganhos em custos fixos.
As operações na Hila-ex apresentaram um EBITDA Normalizado negativo de R$38,9 milhões no trimestre, o que
representa uma queda orgânica de R$12,5 milhões no 1T09.
Resultado do primeiro trimestre de 2009
7 de maio de 2009
Pág. 10

América Latina Sul (LAS) – QUINSA Consolidado


O crescimento orgânico do volume de Quinsa foi de 0,4% no 1T09 com todos os países apresentando uma
desaceleração significativa nos volumes da indústria no período. Quinsa gerou R$585,2 milhões em EBITDA
Normalizado no trimestre, o que representa um expressivo crescimento orgânico de 22,8% e uma expansão de
margem de 60 pontos-base de forma orgânica para 49,1%. O resultado foi atingido devido ao eficiente
gerenciamento de receita e a contínuos ganhos nos custos fixos no período, que ajudaram a compensar parcialmente
o tímido aumento de volumes e a pressão dos custos com mão-de-obra.

Quinsa Consolidado Conversão % %


R$ milhões 1T08 Escopo Moeda Orgânico 1T09 Reportado Orgânico
Volume ('000 hl) 9.178,1 - - 36,5 9.214,6 0,4% 0,4%
Receita Líquida 795,0 - 228,7 167,9 1.191,6 49,9% 21,1%
ROL/hl 86,6 - 24,8 17,9 129,3 49,3% 20,6%
CPV (318,1) - (83,3) (54,2) (455,6) 43,2% 17,0%
CPV/hl (34,7) - (9,0) (5,7) (49,4) 42,7% 16,6%
Lucro Bruto 476,8 - 145,4 113,7 736,0 54,3% 23,9%
Margem Bruta 60,0% - 0,0% 0,0% 61,8% 180 bps 140 bps
SG&A excl. deprec.&amort. (150,6) - (35,5) (14,0) (200,1) 32,8% 9,3%
SG&A deprec.&amort. (14,9) - (3,7) (1,8) (20,5) 37,2% 12,3%
SG&A Total (165,6) - (39,2) (15,8) (220,5) 33,2% 9,5%
Outras Desp/Rec Operacionais 10,9 - 2,7 (25,6) (12,0) -210,3% -234,7%
EBIT Normalizado 322,2 - 108,9 72,3 503,4 56,2% 22,4%
Margem EBIT normalizado 40,5% - 0,0% 0,0% 42,2% 170 bps 40 bps
EBITDA Normalizado 375,7 - 123,9 85,5 585,2 55,8% 22,8%
Margem EBITDA Normalizado 47,3% - 0,0% 0,0% 49,1% 180 bps 60 bps
Resultado do primeiro trimestre de 2009
7 de maio de 2009
Pág. 11

Quinsa – Cerveja
Quinsa - Cerveja Conversão % %
R$ milhões 1T08 Escopo Moeda Orgânico 1T09 Reportado Orgânico
Volume ('000 hl) 5.680,2 - - 39,1 5.719,3 0,7% 0,7%
Receita Líquida 569,3 - 172,8 129,3 871,4 53,1% 22,7%
ROL/hl 100,2 - 30,2 21,9 152,4 52,0% 21,9%
CPV (178,5) - (49,2) (32,7) (260,4) 45,9% 18,3%
CPV/hl (31,4) - (8,6) (5,5) (45,5) 44,9% 17,5%
Lucro Bruto 390,8 - 123,6 96,6 611,0 56,3% 24,7%
Margem Bruta 68,6% - 0,0% 0,0% 70,1% 150 bps 110 bps
SG&A excl. deprec.&amort. (110,7) - (25,4) (6,2) (142,2) 28,5% 5,6%
SG&A deprec.&amort. (7,3) - (2,0) (1,2) (10,5) 43,6% 16,7%
SG&A Total (118,0) - (27,3) (7,4) (152,7) 29,4% 6,3%
Outras Desp/Rec Operacionais 10,6 - 3,2 (23,0) (9,3) -187,3% -217,0%
EBIT Normalizado 283,5 - 99,4 66,2 449,0 58,4% 23,3%
Margem EBIT normalizado 49,8% - 0,0% 0,0% 51,5% 170 bps 30 bps
EBITDA Normalizado 323,2 - 111,0 76,8 511,0 58,1% 23,8%
Margem EBITDA Normalizado 56,8% - 0,0% 0,0% 58,6% 190 bps 50 bps

O crescimento orgânico do volume de cerveja de 0,7% reflete a desaceleração de volumes em todos os mercados de
Quinsa como resultado do cenário econômico desafiador para a indústria. Conseguimos mitigar a desaceleração na
indústria e reportamos ganhos de market share na região como consequência de importantes iniciativas de marketing
e da consolidação das nossas inovações.
A ROL por hectolitro cresceu 21,9% organicamente como resultado de aumentos de preço em linha com a inflação,
de eficientes iniciativas de gerenciamento de receita em toda a região e da boa performance de inovações
introduzidas no último ano, além de fortes resultados de nossas marcas premium, especialmente na Argentina e na
Bolívia.
O CPV por hectolitro cresceu 17,5% no trimestre devido à inflação e ao impacto de custos com mão-de-obra, que
foram parcialmente compensados com maior produtividade nas nossas fábricas.
O SG&A excluindo depreciação e amortização cresceu 5,6% em relação ao mesmo período do ano passado devido ao
aumento da inflação geral e a maiores custos com mão-de-obra, os quais foram parcialmente compensado por
economias de OBZ.
A operação de Quinsa Cerveja apresentou um aumento de EBITDA Normalizado de 23,8% no período, atingindo
R$511,0 milhões.
Resultado do primeiro trimestre de 2009
7 de maio de 2009
Pág. 12

Quinsa – RefrigeNanc

Quinsa - Refrigenanc Conversão % %


R$ milhões 1T08 Escopo Moeda Orgânico 1T09 Reportado Orgânico
Volume ('000 hl) 3.497,9 - - (2,6) 3.495,3 -0,1% -0,1%
Receita Líquida 225,7 - 55,9 38,6 320,2 41,9% 17,1%
ROL/hl 64,5 - 16,0 11,1 91,6 42,0% 17,2%
CPV (139,6) - (34,1) (21,5) (195,2) 39,8% 15,4%
CPV/hl (39,9) - (9,8) (6,2) (55,9) 39,9% 15,5%
Lucro Bruto 86,0 - 21,8 17,1 125,0 45,3% 19,9%
Margem Bruta 38,1% - 0,0% 0,0% 39,0% 90 bps 90 bps
SG&A excl. deprec.&amort. (40,0) - (10,1) (7,8) (57,8) 44,7% 19,4%
SG&A deprec.&amort. (7,6) - (1,7) (0,6) (10,0) 31,0% 8,1%
SG&A Total (47,6) - (11,8) (8,4) (67,8) 42,5% 17,6%
Outras Desp/Rec Operacionais 0,3 - (0,5) (2,6) (2,8) -995,5% -839,9%
EBIT Normalizado 38,7 - 9,5 6,1 54,4 40,4% 15,9%
Margem EBIT normalizado 17,2% - 0,0% 0,0% 17,0% -20 bps -20 bps
EBITDA Normalizado 52,5 - 13,0 8,7 74,2 41,3% 16,6%
Margem EBITDA Normalizado 23,3% - 0,0% 0,0% 23,2% -10 bps -10 bps

As operações de RefrigeNanc em Quinsa apresentaram resultados estáveis no trimestre devido à desaceleração dos
volumes da indústria na Argentina, o que foi compensado por um forte crescimento de volume no Uruguai. Quinsa
conseguiu aumentar seu market share na Argentina, parcialmente compensando o impacto da forte contração do
mercado.
O crescimento orgânico da ROL por hectolitro de 17,2% deveu-se aos aumentos de preços implementados em linha
com a inflação durante 2009, além de iniciativas de gerenciamento da receita.
O CPV por hectolitro aumentou 15,5% organicamente, principalmente devido a impactos negativos da inflação e ao
aumento nos preços de açúcar e de mão-de-obra, que foram parcialmente compensados por uma queda nos preços
de PET e ganhos nos custos de materiais de embalagem.
O SG&A excluindo depreciação e amortização aumentou 19,4% em relação ao mesmo período do ano passado,
devido à maiores volumes e ao aumento da inflação, parcialmente compensado por economias no OBZ.
O EBITDA Normalizado de RefrigeNanc em Quinsa, aumentou 16,6% no ano, atingindo R$74,2 milhões.
Resultado do primeiro trimestre de 2009
7 de maio de 2009
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Canadá - Labatt
Labatt Conversão % %
R$ milhões 1T08 Escopo Moeda Orgânico 1Q09 Reportado Orgânico
Volume ('000 hl) 2.232,8 - - (60,6) 2.172,2 -2,7% -2,7%
Receita Líquida 743,5 - 60,0 6,0 809,5 8,9% 0,8%
ROL/hl 333,0 - 27,6 12,0 372,7 11,9% 3,6%
CPV (245,9) - (21,3) (20,1) (287,3) 16,8% 8,2%
CPV/hl (110,1) - (9,8) (12,3) (132,3) 20,1% 11,2%
Lucro Bruto 497,6 - 38,7 (14,1) 522,2 4,9% -2,8%
Margem Bruta 66,9% 0,0% 0,0% 0,0% 64,5% -240 bps -240 bps
SG&A excl. deprec.&amort. (293,7) - (22,7) 9,5 (307,0) 4,5% -3,2%
SG&A deprec.&amort. (11,1) - (1,0) (1,2) (13,3) 20,0% 11,1%
SG&A Total (304,8) - (23,7) 8,3 (320,3) 5,1% -2,7%
Outras Desp/Rec Operacionais (4,3) - 0,2 6,9 2,8 -164,1% -159,3%
EBIT Normalizado 188,5 - 15,2 1,1 204,7 8,6% 0,6%
Margem EBIT normalizado 25,4% 0,0% 0,0% 0,0% 25,3% -10 bps -10 bps
EBITDA Normalizado 228,6 - 18,9 8,0 255,4 11,8% 3,5%
Margem EBITDA Normalizado 30,7% 0,0% 0,0% 0,0% 31,6% 80 bps 80 bps

O volume total apresentou uma queda de 2,7% em relação ao 1T08, tendo o volume doméstico apresentado queda
de 2,4% como resultado da desaceleração do volume na indústria de aproximadamente 1,4%, além da perda de
market share de 10 pontos-base. O volume de exportações caiu 5,9% como resultado do cenário econômico negativo
nos Estados Unidos no período.
A ROL por hectolitro cresceu 3,6% graças a aumentos de preço em relação ao ano anterior acima da inflação e a um
mix favorável de produtos.
O CPV por hectolitro aumentou 11,2% em bases orgânicas devido à inflação geral, a maiores preços nas commodities
e a uma fraca base de comparação com o 1T08, o que foi parcialmente compensado por ganhos de produtividade e
economias de OBZ no período.
O SG&A excluindo depreciação e amortização caiu 3,2% organicamente no período apesar da inflação geral e de uma
melhor base comparativa com o 1T08. Isso se deveu a contínuos ganhos de eficiências em nossos programas
comerciais e a ganhos nos custos fixos, o que nos permitiu incrementar os investimentos em nossas marcas sem
afetar nossa rentabilidade.
A operação da Labatt apresentou um crescimento orgânico de EBITDA Normalizado de 3,5% e uma expansão de
margem de 80 pontos-base no período.
Resultado do primeiro trimestre de 2009
7 de maio de 2009
Pág. 14

Outras Receitas (Despesas) Operacionais, líquidas


Outras despesas operacionais, líquidas totalizaram receita de R$84,9 milhões no 1T09, comparada a uma despesa de
R$85,4 milhões no 1T08.
Os ganhos referentes a vendas de ativo fixo além de outras receitas operacionais, compensaram menores subvenções
por parte do governo e a reversão da provisão do bônus contabilizada no 1T08.
Outras Operacionais 3M09 3M08

Em milhares de R$

Subvenção para investimentos 55,1 62,0


Adições/Reversões de provisões (4,0) (3,3)

Ganho na alienção de imobilizado 4,9 (4,0)

Reversão Bônus 15,9


Outras receitas operacionais 29,0 14,8

84,9 85,4

Itens não recorrentes


Os itens não recorrentes totalizaram ganho líquido de R$217,4 milhões no 1T09, em comparação com perda de R$4,6
milhões no 1T08, basicamente como resultado de ganhos com o licenciamento perpétuo das marcas Labatt nos EUA
(ver “Eventos Recentes” na página 16).
Itens não recorrentes 1T09 1T08
R$ milhões

Reestruturação (19,8) (4,6)


Licenciamento perpétuo das
marcas Labatt nos EUA 237,2 -

217,4 (4,6)

Resultado Financeiro Líquido


O Resultado Financeiro líquido no trimestre foi uma despesa líquida de R$324,8 milhões, comparada a uma despesa
líquida de R$277,2 milhões no 1T08, como resultado de despesas com juros, assim como com nossos instrumentos
derivativos.
1T09 4T08
Detalhamento da Dívida Circulante Não Circulante Total Circulante Não Circulante Total

Moeda Local 2.566,3 1.505,3 4.071,6 2.883,2 1.579,7 4.462,9


Moeda Estrangeira 711,0 5.853,0 6.564,0 705,0 5.489,9 6.194,9
Dívida Consolidada 3.277,3 7.358,3 10.635,6 3.588,2 7.069,6 10.657,8
Caixa e Equivalentes 4.265,5 3.298,9
Aplicações Financeiras - 0,1
Dívida Líquida 6.370,0 7.358,9

A dívida líquida total da Companhia diminuiu de R$7.358,9 milhões no 4T08 para R$6.370,0 milhões no 1T09. Nossa
posição de caixa e equivalentes a caixa aumentou R$966,6 milhões, enquanto nossa dívida total cresceu R$22,3
milhões. Em 13 de abril, a AmBev quitou as notas promissórias que havia emitido em favor do Banco do Brasil, pelo
Resultado do primeiro trimestre de 2009
7 de maio de 2009
Pág. 15

valor total de cerca de R$1.7 bilhões. Tal pagamento foi efetuado na data de vencimento das notas, as quais foram
emitidas com a taxa de 102% da CDI.

Provisão para Imposto de Renda e Contribuição Social


A alíquota efetiva do periodo foi de 32,2%, em linha com a taxa de 33,5% do 1T08. A taxa efetiva no 1T09 foi de
23,9%, o que está em linha com a taxa de 21,0% verificada no ano anterior.
A tabela abaixo mostra a reconciliação para provisão de imposto de renda e contribuição social:

Imposto de Renda 1T09 1T08


R$ milhões

Lucro antes dos impostos 2.118,9 1.543,1

Ajustes nas bases de cálculo


Receita financeira líquida e outras não tributáveis (326,5) (119,9)
Dividendos não tributáveis - investimentos (0,3) (0,0)
Subvenção para Investimentos (55,1) (37,9)
Despesas não dedutíveis para fins de imposto 236,5 29,2
1.973,5 1.414,5
Média ponderada da alíquota nominal 32,2% 33,5%
Imposto - taxa nominal (636,4) (473,7)

Ajustes nas despesas tributárias


Reconhecimento de ativos diferido nos anos anteriores 31,9 27,7
(Insuficiência)/excesso em anos anteriores 87,3 89,5
Créditos fiscais 38,0 36,4
Alteração de taxas de impostos - 2,8
Imposto retido sobre dividendos (6,4) (6,6)
Outros ajustes de taxas (20,6) 0,6
Despesa com imposto de renda e contribuição social (506,2) (323,3)
Taxa efetiva -23,9% -21,0%

Participação Minoritária
Nosso resultado de participação minoritária foi uma despesa de R$24,0 milhões no 1T09 comparada a uma despesa
de R$8,8 milhões no 1T08, resultado de maiores ganhos reportados pela Quinsa.

Lucro Líquido
A AmBev apresentou um lucro líquido de R$1.612,6 milhões no período, comparado a R$1.219,8 milhões no ano
passado. O principal motivo foi o aumento da nossa performance operacional na maioria dos países onde operamos,
além de ganhos não recorrentes no período (Ver pág. 14 “Itens não recorrentes”), parcialmente impactados por
maiores taxas de impostos.
Resultado do primeiro trimestre de 2009
7 de maio de 2009
Pág. 16

Reconciliação entre EBITDA Normalizado e Lucro Líquido

O EBITDA Normalizado e o EBIT são medidas utilizadas pela Administração da Companhia para medir seu
desempenho.

O EBITDA Normalizado é calculado excluindo-se do lucro líquido do exercício os seguintes efeitos: (i) Provisão para
IR/Contribuição Social, (ii) Provisão para Participação de Empregados e Administradores, (iii) Resultado das
participações minoritárias, (iv) Receitas (despesas) não operacionais, (v) Resultado financeiro líquido, (vi) Resultado
da equivalência patrimonial, (vii) Outras Receitas (despesas) Operacionais, (viii) Provisões líquidas, e (ix) Despesas
com depreciações e amortizações. O EBIT é o EBITDA Normalizado subtraído das depreciações e amortizações.

O EBITDA Normalizado e o EBIT não são medidas contábeis utilizadas nas práticas contábeis adotadas no Brasil ou
nos princípios contábeis geralmente aceitos nos Estados Unidos da América (US GAAP), e não não devem ser
considerados como uma alternativa ao lucro líquido na qualidade de indicador do desempenho operacional ou como
uma alternativa ao fluxo de caixa na condição de indicador de liquidez. Nossa definição de EBITDA Normalizado e
EBIT pode não ser comparável ao EBITDA Normalizado e ao EBIT ou ao EBITDA Normalizado ajustado conforme
definido por outras empresas.

Reconciliação Lucro Líquido - EBITDA 1T09 1T08


Lucro Líquido 1.612,6 1.219,8
Despesa com imposto de renda 506,2 323,3
Lucro Antes de Impostos 2.118,9 1.543,1
Equivalência Patrimonial (0,0) (0,1)
Resultado financeiro líquido 324,8 277,2
Itens não recorrentes 217,4 (4,6)
EBIT Normalizado 2.226,2 1.824,9
Depreciação & Amortização 356,8 282,5
EBITDA Normalizado 2.582,9 2.107,4

Eventos Recentes

No 1T09 concluímos com sucesso o licenciamento exclusivo e perpétuo à KPS dos direitos para venda e distribuição
das cervejas da marca Labatt para consumo nos Estados Unidos da América. Nos termos da negociação, a Labatt
garantiu à KPS a licença perpétua e exclusiva para: (i) produzir as cervejas da família Labatt nos EUA ou no Canadá,
exclusivamente para venda para consumo nos EUA; e (ii) utilizar as marcas e a propriedade intelectual necessárias
para tal atividade. Além disso, a Labatt e a KPS firmaram acordo por meio do qual a Labatt continuará a produzir e
fornecer as cervejas da família Labatt para a KPS, para consumo nos EUA, por um período de até três anos.

Também no 1T09 a AmBev adquiriu 100% da participação anteriormente detida pela SAB Miller plc na Bebidas y
Aguas Gaseosas Occidente S.R.L., que é a engarrafadora exclusiva da Pepsi na Bolívia. Com essa importante
aquisição fortalecemos nossa posição estratégica em um de nossos mercados mais importantes na América do Sul.
Resultado do primeiro trimestre de 2009
7 de maio de 2009
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Composição Acionária
A tabela abaixo mostra o detalhamento da composição acionária da AmBev em 31 de março de 2009.
Composição Acionária AmBev
ON %Circ PN %Circ Total %Circ
InBev 255.505.878 74,0% 123.663.655 46,0% 379.169.533 61,8%
FAHZ 57.347.878 16,6% 0 0,0% 57.347.878 9,3%
Mercado 32.528.622 9,4% 144.834.074 53,9% 177.362.696 28,9%
Em Circulação 345.382.378 100,0% 268.497.729 100,0% 613.880.107 100,0%
Tesouraria 125.769 930.457 1.056.226
TOTAL 345.508.147 269.428.186 614.936.333
Ações em Negociação bovespa 31.132.299 9,0% 100.516.820 37,4% 131.649.119 21,4%
Ações em Negociação NYSE 1.396.323 0,4% 44.317.254 16,5% 45.713.577 7,4%

Taxas de Câmbio
A AmBev converte os resultados de suas operações no exterior de sua moeda funcional para reais utilizando a taxa
média mensal de câmbio. Apenas a título de referência somente, as taxas médias de câmbio no período foram:
Taxas médias de câmbio média
(para Reais) Moeda 1T09 1T08 3M09 3M08

USD:BRL Dolar Americano 2,3482 1,7289 2,3482 1,7289


CAD:BRL Dolar Canadense 1,8934 1,7532 1,8934 1,7532
ARS:BRL Peso Argentino 0,6685 0,5515 0,6685 0,5515
PYG:BRL Guarani Paraguaio 0,0005 0,0004 0,0005 0,0004
PEN:BRL Novo Sol Peruano 0,7354 0,5872 0,7354 0,5872
DOP:BRL Peso Dominicano 0,0663 0,0518 0,0663 0,0518
UYU:BRL Peso Uruguaio 0,0991 0,0822 0,0991 0,0822
BOB:BRL Boliviano Boliviano 0,3337 0,2281 0,3337 0,2281
CLP:BRL Peso Chileno 0,0038 0,0037 0,0038 0,0037
GTQ:BRL Quetzal Guatemalteco 0,2977 0,2261 0,2977 0,2261
VEF:BRL Bolívar Forte Venezuelano 1,1014 0,8068 1,1014 0,8068
Resultado do primeiro trimestre de 2009
7 de maio de 2009
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TELECONFERÊNCIA DE RESULTADOS DO 1T09

Palestrantes João Castro Neves


Diretor Geral da AmBev

Nelson Jamel
Diretor Financeiro e de Relações com Investidores

Idioma Inglês

Data 8 de maio de 2009 (sexta-feira)

Horário 11:00 (horário de Brasília)


10:00 (horário do leste dos EUA)

Telefones Participantes dos EUA/ Internacionais +1 (973) 935-8893

Código 96706790

Solicitamos ligar com 15 minutos de antecedência à teleconferência, a qual também será transmitida ao vivo
pela Internet no site www.ambev-ir.com.
O replay da teleconferência estará disponível no site da AmBev cerca de duas horas após o término. Para acessar o replay
da teleconferência pelo telefone, favor ligar para +1 (706) 645-9291 – código 83875467.

Para obter informações adicionais, favor contatar o Departamento de Relações com Investidores:

Michael Findlay Myriam Bado


(5511) 2122-1415 (5511) 2122-1414
ri@ambev.com.br acmbsp@ambev.com.br

WWW.AMBEV-IR.COM

Informações contidas neste documento podem incluir considerações futuras e refletem a percepção atual e perspectivas da
diretoria sobre a evolução do ambiente macro-econômico, condições da indústria, desempenho da Companhia e resultados
financeiros. Quaisquer declarações, expectativas, capacidades, planos e conjecturas contidos neste documento,que não descrevam
fatos históricos, tais como informações a respeito da declaração de pagamento de dividendos, a direção futura das operações, a
implementação de estratégias operacionais e financeiras relevantes, o programa de investimento, os fatores ou tendências que
afetem a condição financeira, liquidez ou resultados das operações, e a implementação das medidas previstas no compromisso de
desempenho da AmBev firmado com o CADE, são considerações futuras de significado previsto no “U.S. Private Securities
Litigation Reform Act” de 1995 e contemplam diversos riscos e incertezas. Não há garantias de que tais resultados venham a
ocorrer. As declarações são baseadas em diversos fatores e expectativas, incluindo condições econômicas e mercadológicas,
competitividade da indústria e fatores operacionais. Quaisquer mudanças em tais expectativas e fatores podem implicar que o
resultado real seja materialmente diferente das expectativas correntes.
Resultado do primeiro trimestre de 2009
7 de maio de 2009

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AmBev - Informação Financeira Segmentada


Variação Orgânica
AmBev Brasil Hila América do Norte AmBev
Cerveja Brasil RefrigeNanc Total AmBev Brasil Quinsa Hila-ex Consolidado
1T09 1T08 % 1T09 1T08 % 1T09 1T08 % 1T09 1T08 % 1T09 1T08 % 1T09 1T08 % 1T09 1T08 %
Volumes (000 hl) 17.876 16.909 7,6% 6.521 5.821 12,6% 24.397 22.730 8,9% 9.215 9.178 0,4% 1.484 1.644 -9,7% 2.172 2.233 -2,7% 37.268 35.785 5,1%

R$ milhões
Receita Líquida 2.866,1 2.615,5 10,4% 614,9 534,0 15,6% 3.480,9 3.149,5 11,2% 1.191,6 795,0 21,1% 173,7 145,3 -7,9% 809,5 743,5 0,8% 5.655,7 4.833,4 10,7%
% Total 50,7% 54,1% 10,9% 11,0% 61,5% 65,2% 21,1% 16,4% 3,1% 3,0% 14,3% 15,4% 100,0% 100,0%
CPV (786,7) (787,5) 1,3% (253,8) (228,4) 12,0% (1.040,6) (1.015,9) 3,7% (455,6) (318,1) 17,0% (113,6) (89,3) -1,9% (287,3) (245,9) 8,2% (1.897,1) (1.669,2) 6,6%
% Total 41,5% 47,2% 13,4% 13,7% 54,9% 60,9% 24,0% 19,1% 6,0% 5,3% 15,1% 14,7% 100,0% 100,0%
Lucro Bruto 2.079,3 1.828,0 14,2% 361,0 305,6 18,3% 2.440,3 2.133,6 14,8% 736,0 476,8 23,9% 60,0 56,1 -17,4% 522,2 497,6 -2,8% 3.758,5 3.164,1 12,8%
% Total 55,3% 57,8% 9,6% 9,7% 64,9% 67,4% 19,6% 15,1% 1,6% 1,8% 13,9% 15,7% 100,0% 100,0%
SG&A (809,8) (766,1) 6,7% (143,3) (97,9) 47,4% (953,1) (864,0) 11,3% (220,5) (165,6) 9,5% (123,4) (90,2) 3,9% (320,3) (304,8) -2,7% (1.617,3) (1.424,7) 7,6%
% Total 50,1% 53,8% 8,9% 6,9% 58,9% 60,6% 13,6% 11,6% 7,6% 6,3% 19,8% 21,4% 100,0% 100,0%
Outras Desp/Rec Operacionais 72,9 64,5 13,3% 21,5 14,6 94,4 79,0 (12,0) 10,9 (0,2) (0,2) 2,8 (4,3) 84,9 85,4
% Total 85,9% 75,5% 25,3% 17,1% 111,2% 92,6% -14,2% 12,8% -0,3% -0,3% 3,3% -5,1% 100,0% 100,0%
EBIT Normalizado 1.342,4 1.126,3 19,2% 239,2 222,3 7,5% 1.581,6 1.348,6 17,3% 503,4 322,2 22,4% (63,6) (34,4) 38,6% 204,7 188,5 0,6% 2.226,2 1.824,9 16,1%
% Total 60,3% 61,7% 10,7% 12,2% 71,0% 73,9% 22,6% 17,7% -2,9% -1,9% 9,2% 10,3% 100,0% 100,0%
EBITDA Normalizado 1.497,4 1.269,6 18,0% 283,8 249,7 13,5% 1.781,2 1.519,4 17,3% 585,2 375,7 22,8% (38,9) (16,3) 76,9% 255,4 228,6 3,5% 2.582,9 2.107,4 16,3%
% Total 58,0% 60,2% 11,0% 11,9% 69,0% 72,1% 22,7% 17,8% -1,5% -0,8% 9,9% 10,8% 100,0% 100,0%

% Receita Líquida
Receita Líquida 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0%
CPV -27,5% -30,1% -41,3% -42,8% -29,9% -32,3% -38,2% -40,0% -65,4% -61,4% -35,5% -33,1% -33,5% -34,5%
Lucro Bruto 72,5% 69,9% 58,7% 57,2% 70,1% 67,7% 61,8% 60,0% 34,6% 38,6% 64,5% 66,9% 66,5% 65,5%
SG&A -28,3% -29,3% -23,3% -18,3% -27,4% -27,4% -18,5% -20,8% -71,0% -62,1% -39,6% -41,0% -28,6% -29,5%
Outras Desp/Rec Operacionais 98,8% 99,4% 0,0% 0,0% 95,8% 93,1% 64,7% 70,7% 248,4% 210,7% 138,4% 139,1% 100,0% 100,0%
EBIT Normalizado 46,8% 43,1% 38,9% 41,6% 45,4% 42,8% 42,2% 40,5% -36,6% -23,7% 25,3% 25,4% 39,4% 37,8%
EBITDA Normalizado 52,2% 48,5% 46,2% 46,8% 51,2% 48,2% 49,1% 47,3% -22,4% -11,2% 31,6% 30,7% 45,7% 43,6%

Por Hectolitro - Reportado (R$/hl)


Receita Líquida 160,3 154,7 3,7% 94,3 91,7 2,8% 142,7 138,6 3,0% 129,3 86,6 49,3% 117,0 88,4 32,3% 372,7 333,0 11,9% 151,8 135,1 12,4%
CPV (44,0) (46,6) -5,5% (38,9) (39,2) -0,8% (42,7) (44,7) -4,6% (49,4) (34,7) 42,7% (76,6) (54,3) 41,0% (132,3) (110,1) 20,1% (50,9) (46,6) 9,1%
Lucro Bruto 116,3 108,1 7,6% 55,4 52,5 5,4% 100,0 93,9 6,6% 79,9 52,0 53,7% 40,4 34,1 18,5% 240,4 222,9 7,9% 100,9 88,4 14,1%
SG&A (45,3) (45,3) 0,0% (22,0) (16,8) 30,7% (39,1) (38,0) 2,8% (23,9) (18,0) 32,7% (83,1) (54,9) 51,4% (147,4) (136,5) 8,0% (43,4) (39,8) 9,0%
Outras Desp/Rec Operacionais 0,0 0,0 -11,9% 0,0 0,0 15,1% 0,0 0,0 -9,5% 0,0 0,0 16,9% 0,1 0,0 33,3% 0,1 0,1 -4,9% 0,0 0,0 -4,0%
EBIT Normalizado 75,1 66,6 12,7% 36,7 38,2 -3,9% 64,8 59,3 9,3% 54,6 35,1 55,6% (42,8) (20,9) 104,7% 94,2 84,4 11,6% 59,7 51,0 17,1%
EBITDA Normalizado 83,8 75,1 11,6% 43,5 42,9 1,4% 73,0 66,8 9,2% 63,5 40,9 55,1% (26,2) (9,9) 164,9% 117,6 102,4 14,9% 69,3 58,9 17,7%
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BALANÇO PATRIMONIAL CONSOLIDADO


R$ milhões 1T09 4T08
Ativo
Ativo não corrente
Imobilizado 6.976,5 7.304,6
Ágio 17.804,1 17.912,4
Ativos Intangíveis 2.353,4 2.492,9
Investimentos 30,0 30,4
Aplicações financeiras 377,9 317,4
Ativos fiscais diferidos 1.740,9 1.817,8
Benefícios a empregados 19,9 19,9
Recebíveis 2.525,6 2.624,2
Total Ativo não corrente 31.828,2 32.519,6

Ativo corrente
Aplicações financeiras 3,0 0,1
Estoques 1.968,9 2.018,1
Impostos a recuperar 276,4 479,7
Recebíveis 3.261,9 3.428,7
Caixa e equivalentes a caixa 4.265,5 3.298,9
Ativos disponíveis para venda 66,5 67,9
9.842,3 9.293,3

Total Ativo 41.670,6 41.813,0

Passivo e Patrimônio Líquido


Patrimônio Líquido
Capital social 6.602,0 6.602,0
Reservas 88,5 321,5
Lucros acumulados 15.145,7 13.864,0
Patrimônio Líquido - Controlador 21.836,2 20.787,5
Participação de acionistas minoritários 241,6 224,1

Passivo não corrente


Empréstimos e financiamentos 7.358,3 7.069,6
Benefícios a empregados 756,3 784,3
Passivo fiscal diferido 741,9 821,2
Contas a pagar 662,5 626,4
Provisões 980,6 962,9
10.499,6 10.264,3

Passivo corrente
Conta garantida 10,1 18,8
Empréstimos e financiamentos 3.277,3 3.588,2
Impostos a pagar 625,8 680,8
Contas a pagar 5.096,6 6.147,5
Provisões 83,2 101,8
9.093,1 10.537,1

Total do Passivo e Patrimônio Líquido 41.670,6 41.813,0


Resultado do primeiro trimestre de 2009
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DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADO
1T09 1T08
R$ milhões

Receitas 5.655,7 4.833,4


Custo dos produtos vendidos (1.897,1) (1.669,2)
Lucro bruto 3.758,5 3.164,1

Despesas comerciais (1.304,2) (1.169,7)


Despesas administrativas (313,1) (255,0)
Outras receitas(despesas) operacionais 84,9 85,4

Lucro operacional normalizado 2.226,2 1.824,9

Itens não-recorrentes 217,4 (4,6)

Lucro operacional 2.443,6 1.820,2

Resultado financeiro líquido (324,8) (277,2)


Equivalência Patrimonial 0,0 0,1

Resultado antes do Imposto de renda e contribuição social 2.118,9 1.543,1


Despesa com imposto de renda e contribuição social (506,2) (323,3)

Lucro líquido 1.612,6 1.219,8


Atribuido para: - 4,2
Controlador 1.588,7 1.228,6
Participação dos minoritários 24,0 (8,8)

nº de ações em circulação - básico 556,6 556,9


nº de ações em circulação - diluído 595,0 670,2

Resultado por ação – básico 3,04 2,30


Resultado por ação – básico 2,76 2,09
Resultado por ação – diluído 2,84 1,90
Resultado por ação – diluído 2,58 1,73
Resultado do primeiro trimestre de 2009
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FLUXO DE CAIXA CONSOLIDADO


1T09 1T08
R$ milhões
Atividades Operacionais
Lucro líquido do exercício 1.612,6 1.219,8
Ajustes para reconciliar o lucro líquido do exercício
ao caixa gerado pelas atividades operacionais
Despesas (receitas) que não afetam o caixa e equivalentes
Depreciação, amortização e impairment 360,8 284,5
Perda por impairment com ativos correntes e não correntes 16,1 16,7
Aumento/(redução) nas provisões e benefícios a funcionários 38,3 41,9
Financeiras, líquidas 324,8 277,2
Outros itens não-monetários incluídos no lucro 58,8 9,3
Perda/(ganho) na venda de imobilizado e intangíveis (4,4) 4,0
Perda/(ganho) na venda de ativos disponíveis para venda (0,5) -
Despesa com pagamentos baseados em ações 20,1 12,4
Despesa com imposto de renda 506,2 323,3
Resultado com equivalência patrimonial (0,0) (0,1)
Fluxo de caixa das atividades operacionais antes do capital de
2.932,9 2.188,9
giro e provisões
Diminuição/(aumento) nos recebíveis 233,0 422,1
Diminuição/(aumento) nos estoques (140,8) (127,9)
Aumento/(redução) nas provisões e outros contas a pagar (1.108,9) (939,7)
Geração de caixa das atividades operacionais 1.916,2 1.543,5
Juros pagos (182,3) (286,9)
Juros recebidos 17,5 24,9
Inposto de renda pago (182,5) (433,0)
Fluxo de caixa das atividades operacionais 1.568,9 848,5
Proventos da venda de imobilizado 14,4 30,9
Proventos da venda de intangível 0,8 (0,5)
Recebimento de empréstimos concedidos 0,2 1,2
Aquisição de participações minoritárias (0,7) (700,4)
Aquisição de imobilizado (154,0) (200,3)
Aquisição de intangíveis (0,1) (54,3)
Aquisição de outros ativos (63,5) 191,4
Pagamento de empréstimo concedido (0,9) -
Fluxo de caixa das atividades de investimento (203,8) (731,9)
Proventos de empréstimos e financiamentos 425,4 2.561,0
Pagamento de empréstimos e financiamentos (594,3) (2.148,1)
Proventos/ recompra de ações em tesouraria 11,0 (507,3)
Caixa líquido de custos financeiros, exceto juros 20,0 (276,8)
Pagamento de passivos de arrendamento financeiro (0,7) (1,7)
Dividendos pagos (229,6) (1,8)
Fluxo de caixa de atividades financeiras (368,1) (374,6)
Aumento/(redução) líquido no caixa 996,9 (258,1)

3.280,0 2.240,9
Saldo inicial de caixa (líquido da conta garantida)
Efeito de conversão no caixa (21,5) (12,5)

Saldo final de caixa (líquido da conta garantida) 4.255,4 1.970,4