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AGO 2001 NBR 13281


Argamassa para assentamento e
revestimento de paredes e tetos -
ABNT – Associação Requisitos
Brasileira de
Normas Técnicas

Sede:
Rio de Janeiro
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CEP 20003-900 – Caixa Postal 1680
Rio de Janeiro – RJ
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Fax: (021) 220-1762/220-6436 Origem: Projeto NBR 13281:2001
Endereço eletrônico:
www.abnt.org.br ABNT/CB-18 - Comitê Brasileiro de Cimento, Concreto e Agregados
CE-18:406.03 - Comissão de Estudo de Métodos de Ensaio para Argamassas
para Assentamento e Revestimentos
NBR 13281 - Mortars - Requirements
Descriptors: Mortar. Wall convering
Esta Norma substitui a NBR 13281:1995
Copyright © 2001,
ABNT–Associação Brasileira
Válida a partir de 30.09.2001
de Normas Técnicas
Printed in Brazil/
Impresso no Brasil Palavras-chave: Argamassa. Revestimento. Parede. Teto 3 páginas
Todos os direitos reservados

Sumário
Prefácio
1 Objetivo
2 Referências normativas
3 Definição
4 Requisitos mecânicos e reológicos
5 Inspeção
6 Aceitação e rejeição
7 Condições complementares para argamassa industrializada

Prefácio
A ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas - é o Fórum Nacional de Normalização. As Normas Brasileiras, cujo
conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (ABNT/CB) e dos Organismos de Normalização Setorial
(ABNT/ONS), são elaboradas por Comissões de Estudo (CE), formadas por representantes dos setores envolvidos, delas
fazendo parte: produtores, consumidores e neutros (universidades, laboratórios e outros).
Os Projetos de Norma Brasileira, elaborados no âmbito dos ABNT/CB e ABNT/ONS, circulam para Consulta Pública entre
os associados da ABNT e demais interessados.
1 Objetivo
Esta Norma especifica os requisitos para argamassa utilizada em assentamento e revestimento de paredes e tetos.
2 Referências normativas
As normas relacionadas a seguir contêm disposições que, ao serem citadas neste texto, constituem prescrições para esta
Norma. As edições indicadas estavam em vigor no momento desta publicação. Como toda norma está sujeita a revisão,
recomenda-se àqueles que realizam acordos com base nesta que verifiquem a conveniência de se usarem as edições
mais recentes das normas citadas a seguir. A ABNT possui a informação das normas em vigor em um dado momento.
NBR 13276:1995 - Argamassa para assentamento de paredes e revestimento de paredes e tetos - Determinação do
teor de água para obtenção do índice de consistência-padrão - Método de ensaio
NBR 13277:1995 - Argamassa para assentamento de paredes e revestimento de paredes e tetos - Determinação da
retenção de água - Método de ensaio
NBR 13278:1995 - Argamassa para assentamento de paredes e revestimento de paredes e tetos - Determinação da
densidade de massa e do teor de ar incorporado - Método de ensaio
NBR 13279:1995 - Argamassa para assentamento de paredes e revestimento de paredes e tetos - Determinação da
resistência à compressão - Método de ensaio
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2 NBR 13281:2001

3 Definição
Para os efeitos desta Norma, aplica-se a seguinte definição:

3.1 argamassa: Mistura homogênea de agregado(s) miúdo(s), aglomerante(s) inorgânico(s) e água, contendo ou não
aditivos ou adições, com propriedades de aderência e endurecimento, podendo ser dosada em obra ou em instalação
própria (argamassa industrializada).

4 Requisitos mecânicos e reológicos


As argamassas devem estar em conformidade com as exigências indicadas na tabela 1.

Tabela 1 - Exigências mecânicas e reológicas para argamassas

1)
Características Identificação Limites Método

I ≥ 0,1 e < 4,0 NBR 13279


Resistência à compressão aos
28 dias (MPa)
II ≥ 4,0 e ≤ 8,0
III > 8,0

Capacidade de retenção Normal ≥ 80 e ≤ 90 NBR 13277


de água (%) Alta > 90
a <8 NBR 13278
Teor de ar incorporado (%) b ≥ 8 e ≤ 18
c > 18
1)
Exemplo de identificação de argamassa: I-Normal-a.

5 Inspeção
Todas as facilidades para uma cuidadosa inspeção e amostragem da argamassa empregada devem ser garantidas.

5.1 Amostragem

Deve ser coletado de cada lote o seguinte: dois sacos para argamassa ensacada; 50 kg para argamassa a granel; para
argamassa dosada em obra, um saco de cimento, um saco de cal ou outra adição, 50 kg de agregado e uma embalagem
de aditivo, quando for o caso.

Para a definição de um lote, a quantidade máxima deve ser de 200 t, para cada tipo e fabricante de argamassa indus-
trializada a ser utilizada e para a soma dos materiais em cada tipo de argamassa dosada em obra.

5.2 As exigências da tabela 1 devem ser verificadas em argamassas com índices de consistência obtidos conforme a
NBR 13276 e ensaiadas de acordo com os seguintes métodos:

a) retenção de água: NBR 13277;

b) teor de ar incorporado: NBR 13278;

c) resistência à compressão: NBR 13279.

Os ensaios devem ser iniciados no laboratório em no máximo 30 dias após a coleta do material.

6 Aceitação e rejeição

A argamassa deve ser aceita sempre que os resultados dos ensaios atenderem às exigências da tabela 1 e o material
estiver em conformidade com as demais recomendações desta Norma.

7 Condições complementares para argamassa industrializada

Esta seção se aplica unicamente à argamassa industrializada.

7.1 Embalagem, marcação e entrega

7.1.1 A argamassa industrializada deve ser fornecida em sacos, a granel ou em contêiner, desde que se mantenha o
atendimento às demais condições desta Norma.

7.1.2 Deve ser garantida a integridade do produto, até a data de validade mencionada.
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7.1.3 Os sacos utilizados como embalagem de argamassas industrializadas devem ter impresso, de forma visível, o
seguinte:

a) nome do fabricante e marca do produto;

b) denominação normalizada do produto. Esta identificação deve ser impressa nas extremidades dos sacos;

c) massa líquida de produto contida na embalagem;

d) campo de aplicação do produto (por exemplo: revestimento como camada única, assentamento de tijolos ou blocos
cerâmicos, assentamento de unidades sílico-calcárias, concreto celular, etc.);

e) composição qualitativa;

f) data de fabricação e validade do produto;

g) quantidade recomendada de água a ser incorporada ao produto, expressa em quilogramas ou litros;

h) processo e tempo ideal da mistura.

7.1.4 Quando a argamassa industrializada for fornecida a granel ou em contêiner, esta deve vir acompanhada de docu-
mentação que contenha as exigências descritas em 7.1.3.

7.2 Armazenamento

7.2.1 A argamassa industrializada deve ser armazenada sobre estrados, em locais secos, arejados e protegidos, de forma
que possa haver fácil acesso à inspeção e identificação do produto.

7.2.2 No caso de argamassa industrializada e embalada em sacos, o armazenamento pode ser feito em pilhas de no
máximo 15 sacos, independentemente da massa da embalagem.

7.3 Inspeção

Deve-se verificar a quantidade do produto fornecido e o acondicionamento deste, correspondente ao estipulado nesta
seção.

7.4 Aceitação e rejeição

Devem ser rejeitadas, independentemente de ensaios, as embalagens avariadas ou aquelas cujo conteúdo tenha sido
alterado ou contaminado.

Argamassas industrializadas fornecidas em sacos com variações na massa superiores a 2% em relação à massa indicada
devem ser rejeitadas. Se a massa média de sacos de mesma capacidade em qualquer embarque, obtida pela pesagem de
30 unidades tomadas ao acaso, for menor do que a massa indicada em cada embalagem, todo o embarque deve ser
rejeitado.

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