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UM MODELO DE APOIO ÀS DECISÕES DE LOGÍSTICA

Mauro Roberto Schlüter, M.Sc


GELOG/ULBRA
e-mail: maurologis @aol com

Luiz Afonso dos Santos Senna, Ph.D.


LASTRAN/UFRGS
lsenna@vortex.ufrgs.br

ABSTRATC:
The process of modelling logistics operation is widely used for decision making. However,
most models are focused on parts of the logistic systems. A literature review shows that
logistics costs and its trade-offs are not fully comprehended. The objctive of this work is to
present a model to support decisionmaking in logistics, focusing the framework for
identifying logistic costs of a logistic process. The definition of the different costs which
are part of the costs function are provided. The relationship between the relevant variables
are discussed and the proposed model is presented.

KEY WORDS: Logistic Process, Logistics Support Decision Model, Logístics Total Costs.

1 - INTRODUÇÃO

O termo “logística” surgiu do francês “loger”, cujo significado é o suprimento,


deslocamento e acantonamento de tropas (Uelze, 1974), e o seu objetivo é o de manter e
conquistar territórios ao menor custo possível de vidas humanas. A Logística Empresarial
surgiu como uma adaptação dos conceitos de logística militar. A adaptação destes
conceitos para o meio empresarial é conseqüência da competitividade que as empresas
necessitam atualmente para sobreviver em um ambiente de mercado globalizado, onde os
melhores padrões mundiais de eficiência e eficácia precisam ser alcançados para garantir
esta sobrevivência.
Segundo o Council of Logistics Management, o conceito de Logística Empresarial é
“o processo de planejamento, implementação e controle do fluxo e armazenagem
eficientes e de baixo custo de matérias primas, estoque em processo, produto acabado e
informações relacionadas, desde o ponto de origem até o ponto de consumo, com o
objetivo de atender os requisitos do cliente”.
A logística empresarial abrange as áreas que tratam diretamente com o fluxo de
beneficiamento das matérias primas em produtos acabados, tanto no aspecto interno de
uma organização empresarial quanto no aspecto externo, envolvendo todos os fornecedores
de matérias primas e partes que compõem um produto, até o ponto de ocorrência da
demanda deste produto pelo consumidor final (Christopher, 1999).
No aspecto interno de uma organização empresarial, as áreas que tratam deste fluxo
são as áreas de suprimento, produção e distribuição, isto é, abrangem a cadeia de processos
por onde as matérias primas fluem, pois elas são adquiridas, transformadas em produtos
acabados e disponibilizadas ao próximo integrante da cadeia produtiva.
No aspecto externo à organização, a cadeia de processos de um produto abrange
todos as empresas que de uma forma ou de outra transformam as matérias primas, partes e
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subconjuntos em um produto acabado para o consumidor final. O objetivo da logística


empresarial é à busca da minimização dos custos que fazem parte da sua abrangência, tanto
no aspecto interno das empresas, quanto no seu aspecto externo, bem como a melhoria dos
níveis de serviço ao cliente.

2 - CARACTERIZAÇÃO DO PROBLEMA

Apesar da logística empresarial ser amplamente difundida e utilizada pelas


empresas, as formas encontradas para avaliação das economias geradas pela aplicação dos
conceitos de logística são pontuais, abrangendo somente uma parte do sistema logístico.
Este fato pode gerar distorções no objetivo de minimização de custos logísticos totais
gerado no sistema, uma vez que a economia adquirida em um determinado processo ou
subsistema poderá acarretar em aumento de custos em outro componente do sistema.
A inexistência de modelos de custos logísticos, que retratam a informação sobre os
dispêndios efetivamente realizados e que abranjam todos os processos logísticos de um
sistema, poderá prejudicar o desempenho do sistema operacional da empresa e de todos os
integrantes da cadeia de suprimentos e por conseqüência comprometer a sobrevivência das
empresas integrantes desta cadeia. A definição de um modelo de custos logísticos poderá
ser de grande utilidade na análise e mensuração de desempenho de sistemas logísticos e
cadeias de suprimentos.
Esta importância é salientada por Fleury (2000), mencionando a necessidade de
mensuração do desempenho em um ambiente logístico empresarial, que sejam ágeis,
abrangentes e consistentes. Diversos estudos foram realizados no sentido de criar
ferramentas que apontem uma solução para o problema de mensuração de desempenho,
cuja ênfase é baseada no sistema de custeio (Pizzolato e Zanquetto, 2000).
Este trabalho limita-se a modelar os custos logísticos dentro do fluxo que ele
percorre fisicamente dentro de uma empresa e de uma cadeia de suprimentos, cuja
apropriação é direta, não abrangendo os custos indiretos dos processos logísticos. Dessa
forma não serão abordados também os sistemas de custeio e sua aplicabilidade neste
estudo, embora alguns estudos de uso de sistemas de custeio ABC em subsitemas logísticos
tenham sido realizados (Novaes, 1999).

3 – MODELOS DE CUSTOS LOGÍSTICOS

A bibliografia existente sobre modelos de custos logísticos é pouca e segmentada.


Os modelos de custos logísticos apresentados pelos autores quantificam os custos somente
nos subsistemas, não contemplando os custos dos processos, sistema e cadeia de
suprimentos. A concepção dos modelos existentes até hoje não possuem uma ótica baseada
em processo logístico e que proporcione uma visão sistêmica. Alguns autores consideram
estes modelos como modelos de custos logísticos, outros apenas fazem referência a formas
de determinação de custos operacionais em partes do sistema logístico, porém nenhum
autor pesquisado até o momento contempla os custos a partir da identificação e
conceituação do processo logístico e que possa ser utilizado em todo o sistema logístico.
Um dos exemplos de modelo de custos logísticos é dado por Uelze (1974), afirmando que
o custo logístico é resultado da soma dos custos de transporte, mais o custo de
armazenagem, mais o custo de manuseio, mais o custo de obsolescência durante o tempo
em que o produto estiver em armazenagem e no transporte, mais o custo do dinheiro
durante o tempo em que o produto estiver em armazenagem e no transporte. Kotler (1998),
diz que a logística do varejo é a composição dos custos de transporte desde as industrias
até o armazém ou depósito do varejista, mais os custos fixos de armazenagem do produto,
mais os custos variáveis do produto mantido em estoque, mais os custos das vendas
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perdidas por indisponibilidade do produto no ponto de demanda quando esta ocorre.


Outros exemplos de modelagem de custos, porém de forma pontual são os de Baumol e
Vinod (1970), Daganzo (1991), Dias (1996), Miller (1993), Liberatore e Miller (1995),
Tyworth (1991), Oral, Salvador, Reisman e Dean (1972), Silver e Peterson (1985), Brown
(1996). A bibliografia existente demonstra que não existe um modelo que quantifique os
ganhos ou as perdas sobre as decisões logísticas em nível de processo, subsistema, sistema
e na cadeia de suprimentos. Isto se deve ao fato de não existir conceituações básicas sobre
processo logístico e os custos que compreendem estes processos.

4 – O CONCEITO DE PROCESSO LOGÍSTICO

Um modelo que possa quantificar os custos logísticos de forma sistêmica ou de um


determinado cenário, deve obrigatoriamente apoiar-se no conceito, abrangência e objetivo
da logística, a partir do processo logístico. Definir o que é um processo logístico dentro da
abrangência sistêmica da logística é fundamental para estruturação do modelo.

4.1 – Os Fluxos da Logística

O ambiente de abrangência da logística é formado pela área operacional de uma


organização empresarial. Um exame detalhado sobre este ambiente mostra que ele é
formado por três níveis de fluxos. O primeiro nível de fluxo é formado pelas informações
que retroalimentam o sistema logístico; o segundo nível é formado pelo fluxo das decisões
em um sistema logístico; e o terceiro nível é formado pelo fluxo dos produtos que
percorrem o sistema logístico. O caminho percorrido pela logística pode ser descrito como
sendo as informações de demanda que são tratados e (re)alimentam o sistema, servindo de
base para tomadas de decisões, que por sua vez repercutem nos custos do fluxo dos
produtos. A figura 4.1 descreve esquematicamente o funcionamento e sentido dos fluxos
logísticos. SENTIDO DA INFORMAÇÃO

INFORMAÇÃO
SENTIDO DA DECISÃO

D E C I S Ã O (sistêmica)

SUPRIMENTO PRODUÇÃO DISTRIBUIÇÃO

SENTIDO DO PRODUTO

Figura 4.1 – Diagrama de fluxos logísticos.

Os fluxos que fazem parte de um ambiente logístico também compartilham a


formação de custos, porém o fluxo de maior significância em termos de custos e de nível
de serviço ao cliente é o fluxo do produto.
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4.2 – Estruturação Conceitual de Processo Logístico

A forma encontrada para descrever um processo logístico baseada no conceito da


logística e seus objetivos, utiliza por analogia a ótica de fornecedor e cliente internos
descrita nos conceitos de qualidade total (Campos, 1999). Segundo Campos (1999), todos
os processos internos de uma organização possuem clientes e fornecedores.
Ao visualizar-se um ambiente logístico em toda a sua abrangência pode se verificar
que o produto possui um padrão de fluxo do tipo “stop and go”. Existem algumas
exceções a este padrão, que é encontrado em empresas com processos de produção
contínuos, que é o caso da industria do setor químico, ou de empresas com processos de
produção onde o operador executa as tarefas acompanhando o deslocamento do produto.
Mesmo estas exceções podem ser simplificadas por ocasião da descrição de um processo
logístico, assumindo-se que todo e qualquer beneficiamento exercido nos processos
logísticos do sub-sistema de produção deste tipo de industria seja definido como um
procedimento do tipo “stop”. Com relação ao deslocamento do produto entre duas paradas
não existem exceções conhecidas.
Um processo logístico é composto portanto de um procedimento estático (stop), e
um procedimento dinâmico (go). Com base nessas premissas, é possível conceituar o
processo logístico como sendo a conjunção de um procedimento estático e um
procedimento dinâmico, que buscam a minimização dos custos e melhoria dos níveis de
serviço, utilizando as informações da demanda para apoiar as decisões que interferem no
processo do fluxo do produto.
O procedimento estático pode ser definido como uma parada que o produto sofre
para execução de natureza de beneficiamento ou de disponibilidade do produto para
demanda futura. O procedimento dinâmico pode ser definido como o deslocamento do
produto entre dois procedimentos estáticos.
Um processo logístico pode ser representado de forma análoga à representação de
um processo de rede, conforme pode ser visto na figura 4.2.

Procedimento estático Procedimento dinâmico

Figura 4.2 – Representação do processo logístico.

Percebe-se que o processo logístico é o componente básico para descrever qualquer


cadeia de suprimento, mas que também pode ser visto em vários níveis de agregação, como
por exemplo um conjunto de empresas de uma cadeia de suprimentos, que pode ser vista
como um diagrama de redes logísticas contendo vários macroprocessos logísticos (sistemas
logísticos).

5 – CUSTOS EMPRESARIAIS

Os custos dos processos de uma estrutura empresarial qualquer compreendem um


custo hipoteticamente puro de um processo ou conjunto de processos, acrescidos de uma
perda (Kliemann, 1995). Esta ótica de custo pode ser expressa matematicamente da
seguinte forma:

Cefe = Cnom + P
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onde:
Cefe é o custo efetivamente despendido;
Cnom é o custo hipoteticamente puro, com pleno aproveitamento dos fatores;
P é a perda associada ao custo efetivo.

A perda é o não aproveitamento das oportunidades de se capitalizar uma empresa


com qualquer tipo de bem economicamente mensurável, isto é, o resultado do investimento
realizado em uma estrutura empresarial não está sendo aproveitado na sua plenitude.
No âmbito da Logística, as perdas de um processo logístico podem ser classificadas
em perdas concretas e abstratas. As perdas concretas são divididas em sobras e avarias. As
perdas abstratas por sua vez, são divididas em dois grupos, perdas visíveis (estoques e
ociosidades), e invisíveis (perdas ainda não identificadas).
A perda é um fator de modificação das decisões gerenciais logísticas, pois
fornecem trade-off’s entre as variáveis dos custos que compõem um processo. Muitas
vezes uma perda pode ser tolerada desde que forneça um custo logístico total menor.
Presume-se que o custo efetivo nunca será igual ao custo nominal, pois sempre
haverá uma perda associada, concreta ou abstrata, visível ou não, identificada ou não.

5.1 - Os custos de um processo logístico

Um processo logístico descrito através do diagrama demonstrado no item 4.1 possui


custos nominais e perdas. As variáveis de custos que fazem parte de um processo logístico,
segundo a ótica descrita no item anterior, devem possuir características que os integrem
como partes do sistema logístico. Estes custos são:

O custo de Input
O custo de Input é o custo de entrada do produto no processo logístico, sendo o
custo logístico do processo anterior. Este custo é cumulativo nos processos de uma rede
logística. O conceito de custo de Input pode ser descrito através de uma expressão
matemática:

KI p = ƒ(L) p-1
Onde:
KI p é o custo de entrada de um produto em um processo “p”;
ƒ(L) p-1 é o custo logístico total dos processos anteriores.

O custo de um procedimento dinâmico


O custo de um procedimento dinâmico é o custo de deslocamento do produto entre
os procedimentos estáticos. O custo do procedimento dinâmico deve ser considerado
como se fosse um custo hipoteticamente puro, isto é considerando que o conjunto
composto pelo equipamento e pelo operador trabalhe a plena capacidade.

Custo de um procedimento estático


O custo do procedimento estático é determinado pela ausência de deslocamento do
produto na rede logística, mas que onera a função logística por intermédio de custos de
manuseio, com a utilização de máquinas, equipamentos ou simplesmente espaço físico
para acondicionamento ou exposição do produto. O custo do procedimento estático possui
duas naturezas de ocorrência diferentes, uma de beneficiamento e outra de estocagem. Da
mesma forma que o procedimento dinâmico, este custo deve ser considerado como se
operasse a plena capacidade do conjunto equipamento/operador.
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Custo financeiro
É dado pelo custo do capital de giro da empresa investido no ciclo operacional do
produto em cada processo logístico, em função do custo de Input, durante o tempo em que
o produto estiver disponível neste processo, tanto no seu procedimento dinâmico quanto no
seu procedimento estático.

Custo de obsolescência
O custo de obsolescência do produto é dado pela perda de potencial de demanda
aos níveis de valor por ocasião de sua entrada no processo, durante o tempo em que o
produto permanecer no processo (tempo de procedimento estático e tempo de
procedimento dinâmico). Esta perda pode ocorrer em função da proximidade do prazo de
validade do produto ou em razão da entrada de produtos com novas tecnologias. O custo de
obsolescência é dado por uma função matemática que descreve a trajetória da perda
monetária do bem a partir do momento em que o consumidor considerar o fator de
obsolescência, durante o tempo restante em que o produto estiver disponível no processo
e/ou sistema.

Custo de oportunidade
O custo da perda de oportunidade é dado em função da demanda do produto e do
processo não utilizada na sua plenitude. A demanda do processo não aproveitada
totalmente pode ser explicitada através das ociosidades nos postos produtivos de cada
procedimento (estático e dinâmico), que compõem um processo logístico. A demanda do
produto não aproveitada totalmente no processo pode ser explicitada através das sobras e
avarias das matérias primas dos processos logísticos.

Custo Reversão
O custo do canal reverso de distribuição é representado pelo dispêndio que cada
processo logístico possui para executar o tratamento das sobras e avarias das matérias
primas e insumos utilizados, para reinserção em novas cadeias de suprimento ou ao meio
ambiente. Os valores para este custo poderão ser negativos, caso haja possibilidade de
reaproveitamento das sobras por outros processo, subsistema ou sistema logístico, através
da comercialização.

6 - A ESTRUTURA BÁSICA DO MODELO

A estruturação do modelo ocorre em convergência com os conceitos e objetivos da


logística e pode ser descrito através de uma expressão matemática, representadas pelos
custos que a compõem e que possam influir no seu objetivo, em um processo logístico,
podendo ser descrita como:

ƒ(L) = min [ Ki + Kd + Ke + Kfin + Kob + Kop + Krev ]

onde:
min é o objetivo da logística, minimizar os custos;
Ki é o custo de input;
Kd é o custo do procedimento dinâmico;
Ke é o custo do procedimento estático;
Kfin é o custo financeiro;
Kob é o custo de obsolescência;
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Kop é o custo de oportunidade;


Krev é o custo de tratamento ambiental.

Este modelo significa que o objetivo da logística é uma função da minimização dos
custos de Input, Dinâmico, Estático, Financeiro, Obsolescência, Oportunidade e Reverso.
O aspecto mais importante do modelo é a possibilidade de quantificação monetária de cada
processo, subsistema e sistema logístico, inclusive em função do tempo e oportunidade.
Além disso, ele permite a minimização dos custos através da análise dos trade-off’s que
ocorrem no processo, entre os processos de uma rede e comparativamente a outras opções
de incorporação de processos.
Os custos da “função logística” possuem três características que os definem como
integrantes de um sistema, são comuns, cumulativos e compensatórios. Os custos da
função logística são comuns porque podem ocorrer em todos os processo logísticos; são
cumulativos porque o custo de input de um processo é resultado da função logística do
processo anterior; e são compensatórios porque a elevação de um custo poderá acarretar na
diminuição de outro custo, diminuindo os custos logísticos totais.
As variáveis do modelo fornecem cobertura ao conceito de logística, aos seus
objetivos e à equação básica de custos empresariais sob a ótica de logística, descrita no
item 5, validando a sua teoria.

7 – CONCLUSÃO

O objetivo da logística empresarial é o de minimizar os custos que envolvam a sua


abrangência (suprimento-produção-distribuição), tanto no aspecto interno à organização,
quanto no aspecto externo, desde as fontes de matéria-prima até o produto acessar o
consumidor final. É necessário que as empresas possuam formas de mensurar o
desempenho das operações logísticas das suas empresas de forma quantitativa, assim o
esforço de minimização dos custos das operações logísticas podem ser avaliadas e
analisadas de forma isolada, e posteriormente agregados aos custos de cada empresa
integrante da cadeia de suprimentos, desde as que são fontes extrativistas, até as empresas
que proporcionam o acesso do produto às mãos do consumidor final.
A elaboração do modelo parte da definição de processo logístico e posteriormente
da identificação dos custos que fazem parte do processo. Foi considerado na definição de
custos logísticos, que as perdas são fatores de trade-off’s.
Este modelo pode auxiliar na medição de desempenhos, através da quantificação
dos custos dos processos logísticos, dos sub-sistemas e sistemas logísticos e de todas as
empresas do supply chain.

8 - BILBIOGRAFIA

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