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USO DE EDA´S NOS HOSPITAIS 9 de fevereiro de 2011

Existe uma notada carência apresentada por grandes instituições de saúde em


conseguir manter o controle de seus fluxos de informação internos.

A partir do momento em que um paciente ingressa em uma unidade hospitalar são


iniciados diversos processos que irão resultar em uma grande quantidade de
documentos de diferentes naturezas, como prescrições médicas, observações
clínicas, exames e laudos. O volume de documentos associado à ficha do paciente
cresce em progressão geométrica em função do número de setores que ele
percorre e o tempo esse paciente é mantido nas instalações do Hospital.

Geralmente dentro das unidades hospitalares existem pequenas ferramentas que


tentam de uma forma ou outra, auxiliar os trabalhos de gerenciamento e
automatização das informações dos pacientes. Contudo, ainda se vêem médicos
preenchendo fichas de acompanhamento, solicitando exames e a aplicação de
medicamentos de forma tradicional, ou seja, escrevendo em fichas arcaicas.

Para resolver o problema da demanda de trabalho, o excessivo volume de papéis e


as possíveis perdas de informações, decorrentes desse volume, fazem-se
necessário o emprego de tecnologias, ferramentas e equipamentos que possam,
além de possibilitar uma distribuição dinâmica de tarefas entre os profissionais da
equipe do hospital, automatizar o atendimento aos pacientes, com acesso
atualizado aos dados entre outros diversos setores envolvidos, os prontuários, a
farmácia, o almoxarifado, etc.

Computadores de mão, confeccionados de forma a oferecer resistência aos diversos


processos de assepsia exigida em ambiente hospitalar, podem fornecer suporte às
atividades diárias do corpo clínico de um hospital, facilitando o trabalho
colaborativo em grupo e o acesso sem fio a dados da ficha de acompanhamento do
paciente.

Seria imprescindível implantar, no Hospital, uma rede wireless segura, interligada à


sua CPD e esta ter servidores de banco de dados capazes de maneira eficaz e
segura a atender as diversas demanda. E funcionaria da seguinte forma:

Cada Médico passaria a trabalhar diariamente com um “Palm”, que através da rede,
estaria fazendo inclusão de dados, online, nas fichas dos pacientes, tais como
prescrição de remédios, avaliação e solicitação de exames, poderia acessar a
relatórios de consultas anteriores a que o paciente se encontrava,facilitando com
isso o diagnóstico da enfermidade, etc.

Para os demais setores do hospital, tais como farmácia, enfermagem, manutenção


e etc. também fariam uso dos “Palm” em suas atividades tais como:

No caso da Farmácia, no momento em que o medico digitasse a prescrição do


medicamento, seria feita uma consulta ao banco de dados da Farmácia e o
medicamento seria reservado para o paciente. Já a enfermaria, receberia a
prescrição e já disponibilizaria um funcionário para ministrar o medicamento e ele,
ao termino dessa atividade, usaria o “Palm” para concluir a citada atividade.

Ana Márcia Telles Bonfim Lago


USO DE EDA´S NOS HOSPITAIS 9 de fevereiro de 2011

A implantação da centralização das informações em um único banco de dados que


integrasse de forma eficaz e segura todas as informações pertinentes aos pacientes
iria otimizar o atendimento, preveniria erros de interpretação (para os casos em
que se faz necessário que o paciente receba doses especificas de um determinado
medicamento) e proporcionaria um gerenciamento efetivo sobre todo o período em
que o paciente esteve sob os cuidados do Hospital.

Bibliografia:

1. http://www.cyclops.ufsc.br/

2. http://www.chaowen.med.br/

3. http://www.motorola.com/web/Business/Products/Mobile
%20Computers/Handheld%20Computers/MC70/_Documents/Static
%20Files/mc70_bp_datasheet_01_06_New.pdf?localeId=33

4. http://en.wikipedia.org/wiki/Enterprise_digital_assistant

5. http://www.itechnews.net/

Ana Márcia Telles Bonfim Lago