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Circuito elétrico:

Um circuito elétrico é a ligação de elementos elétricos, tais como


resistores, indutores, capacitores, diodos, linhas de transmissão, fontes de
tensão, fontes de corrente e interruptores, de modo que formem pelo menos
um caminho fechado para a corrente elétrica.

Definições
• Nó - Ponto do circuito ao qual estão ligados dois ou mais elementos.
• Nó essencial - Ponto do circuito ao qual estão ligados três ou mais
elementos.
• Caminho - Seqüência de elementos ligados entre si na qual nenhum
elemento é incluído mais de uma vez.
• Ramo - Caminho que liga dois nós.
• Ramo essencial - Caminho que liga dois nós essenciais, sem passar
por outro nó essencial.
• Malha - Caminho cujo último nó coincide com o primeiro.
• Malha essencial - Malha que não inclui nenhuma outra malha.
• Circuito planar - Circuito que pode ser desenhado em um plano
sem que os ramos se cruzem.

Leis elétricas
Uma série de leis se aplica a circuitos elétricos. Entre elas:

• Leis de Kirchhoff
o Lei das Correntes ou Lei dos Nós: A soma de todas as
correntes que entram num nó é igual à soma de todas as
correntes que saem do nó.
o Lei das Tensões ou Lei das Malhas: A soma de todas as
tensões geradas menos a soma de todas as tensões consumidas
numa malha é igual a zero.
• Lei de Ohm: A tensão entre as duas pontas de um resistor é igual ao
produto da resistência e a corrente que flui através do mesmo.
• Teorema de Thévenin: Qualquer circuito elétrico formado por fontes
de tensão, fontes de correntes e resistores com dois terminais possui
um circuito equivalente formado por uma fonte de tensão em série
com um resistor.
• Teorema de Norton: Qualquer circuito elétrico formado por fontes de
tensão, fontes de correntes e resistores com dois terminais possui um
circuito equivalente formado por uma fonte de corrente em paralelo
com um resistor.

Existe também um circuito simples, é composto de três elementos, um


condutor ou rota (fio elétrico), uma fonte de energia (bateria), e um resistor
elétrico (lâmpada), que é qualquer objeto que precise de eletricidade para
funcionar.

A intensidade da corrente elétrica em um condutor metálico em função do


tempo é fornecida pelo gráfico da figura. Sendo a carga elementar e = 1,6.
10-19C determine:

a) a carga elétrica que atravessa uma secção do condutor em 8s;

b) o número de elétrons que atravessa uma secção do condutor durante esse


mesmo tempo.

Solução:

a) A área S da figura representa a quantidade de carga que percorre o


condutor em 8s, logo:

Q = i. t Q = 4.8 Q = 32C

b) Q = n.e 32 = n. 1,6. 10-19 n = 2.10 20elétrons

ELEMENTOS DE UM CIRCUITO ELÉTRICO

De uma maneira geral, denomina-se circuito elétrico o conjunto de


caminhos que permitem a passagem da corrente elétrica, no qual aparecem
outros dispositivos elétricos ligados a um gerador.
RESISTÊNCIA ELÉTRICA – LEIS DE OHM

A resistência elétrica é uma grandeza característica do resistor e mede a


dificuldade que os átomos oferecem à passagem da corrente elétrica.

Considere o resistor representado no trecho do circuito, onde se aplica uma


ddp U e se estabelece uma corrente de intensidade i.

Define-se como resistência elétrica R do resistor, o quociente da ddp U


aplicada pela corrente i que o atravessa.

De outro site:
A corrente elétrica é formada por elétrons livres em movimento
organizado. A energia elétrica transportada pela corrente nada mais é do
que a energia cinética dos elétrons. Assim, nos circuitos elétricos, a energia
cinética dos elétrons livres pode transformar-se em energia luminosa ou em
energia cinética dos motores, por exemplo.
Ao percorrer o circuito, do pólo negativo da pilha até o pólo positivo, os
elétrons livres perdem totalmente a energia que transportavam. E sem a
reposição dessa energia não seria possível a permanência de uma corrente
elétrica.

A função de uma pilha é, portanto, fornecer a energia necessária aos


elétrons livres do fio, para que eles permaneçam em movimento.

Dentro da pilha, os elétrons adquirem energia ao serem levados do pólo


positivo ao negativo. Ao chegarem ao pólo negativo, movimentam-se
novamente pela parte externa do circuito até alcançarem o pólo positivo, e
assim sucessivamente.

Ao levar um certo número de elétrons do pólo positivo para o negativo, a


pilha cede a eles uma certa quantidade de energia. O valor da energia que
esses elétrons recebem, dividido pela quantidade de carga que eles têm, é a
tensão elétrica existente entre os pólos da pilha. Nas pilhas comuns, esse
valor é 1,5 volt.

Em geral, um circuito elétrico é constituído por um conjunto de


componentes ligados uns aos outros e conectados aos pólos de um gerador.
Uma bateria de carro ou uma pilha, pode funcionar como gerador

Fonte: geocities.yahoo.com.br

CIRCUITOS ELÉTRICOS

Circuito de uma lanterna de mão

Você alguma vez já desmontou complemente uma lanterna de mão para


analisar como ela funciona?
Veja na ilustração abaixo como são dispostas as várias partes de uma típica
lanterna de mão:

Estrutura de uma lanterna elétrica

Ö Por que o projetista escolheu essa particular combinação de materiais?

As partes metálicas da lanterna são postas para conduzir a corrente elétrica


quando a lanterna é posta para funcionar e, além disso, foram escolhidas
para resistirem aos esforços físicos aos quais são submetidas.

A mola metálica, por exemplo, não só permite caminho elétrico para a


corrente como também mantém no lugar, sob pressão, as pilhas em seu
interior. As partes metálicas do interruptor têm que garantir bom contato
elétrico e não ficarem danificadas pelo uso contínuo.

Uma lanterna também tem partes feitas com material não condutor de
corrente elétrica, tais como plásticos e borrachas. A cobertura de plástico
dessa lanterna é um isolante elétrico. Sua forma é importante para que se
tenha um manuseio cômodo. Sua cor a tornará mais ou menos atraente aos
olhos do usuário.

Como você verá, os circuitos elétricos conterão sempre partes que


conduzem e partes que não conduzem correntes elétricas. O segredo todo,
nos circuitos elétricos, é delimitar um caminho pré planejado para a
corrente.

A lâmpada incandescente e o refletor compõem o sistema óptica da


lanterna. A posição da lâmpada dentro do refletor deve ser tal que permita a
obtenção de um feixe estreito de luz.

Uma lanterna é um produto elétrico simples, mas muita gente já perdeu


noites de sono em seus projetos para que você tenha um dispositivo que
trabalhe bem.
Ö Você pode pensar em alguma outra coisa que o projetista deva levar em
consideração na produção em massa de lanternas?

Um modo "mais científico" para descrever uma lanterna implica no uso de


um diagrama de circuito. Nele, as partes relevantes da lanterna serão
representadas através de símbolos:

Diagrama de circuito de uma lanterna elétrica

Nesse circuito foram representadas simbolicamente, duas células voltaicas


(pilhas) ¾ formando uma bateria ¾, um interruptor e uma lâmpada
incandescente. As linhas no diagrama representam condutores metálicos
(fios) que conectam as partes entre si formando o circuito completo.

Um circuito elétrico é necessariamente um percurso fechado. Na lanterna, o


fechamento do interruptor completa o circuito, permitindo a passagem da
corrente elétrica.

Lanternas às vezes falham! Isso acontece quando as partes metálicas do


interruptor ou da lâmpada não entram efetivamente em contato (devido à
sujeiras ou ferrugens), quando a lâmpada "queima" (interrupção em seu
filamento) ou quando as pilhas "pifam" (esgotam suas energias químicas
armazenadas, popularmente, ficam 'descarregadas'). Em qualquer um
desses casos, o circuito estará incompleto.

Corrente elétrica

Uma corrente elétrica é um fluxo ordenado de partículas carregadas


(partículas dotadas de carga elétrica). Em um fio de cobre, a corrente
elétrica é formada por minúsculas partículas dotadas de carga elétrica
negativa, denominadas elétrons -- eles são os portadores da carga elétrica.
No fio de cobre (ou de qualquer outro metal) os elétrons naturalmente lá
existentes vagueiam desordenadamente (têm sentidos de movimentos
aleatórios) até que, por alguma ordem externa, alguns deles passam a
caminhar ordenadamente (todos no mesmo sentido) constituindo a corrente
elétrica. A intensidade dessa corrente elétrica vai depender de quantos
desses portadores, em movimento bem organizado passam, por segundo,
por um região desse fio.

A corrente elétrica, num circuito, é representada pela letra I e sua


intensidade poderá ser expressa em ampères (símbolo A), em miliampères
(símbolo mA) ou outros submúltiplos tal qual o microampères (símbolo
mA).

Um ampère (1 A) é uma intensidade de corrente elétrica que indica a


passagem de 6,2x1018 elétrons, a cada segundo, em qualquer seção do fio.
Esses 6,2x1018 elétrons (uma quantidade que escapa ao nosso pensamento)
transportam uma carga elétrica total cujo valor é de um coulomb (1 C).
'coulomb'(símbolo C) é a unidade com que se medem as quantidades de
cargas elétricas.

Se indicarmos a quantidade total de carga elétrica que passa pela seção de


um fio por Q (medida em coulombs) e o intervalo de tempo que ela leva
para passar por essa seção por Dt (medido em segundos), a intensidade de
corrente elétrica I (medida em ampères) será calculada por:

I = Q : Dt

CONVERSÕES

1 A = 1 000 mA = 1 000 000 mA Þ 1 A = 103 mA = 106 mA

1 mA = 1/1 000 A = 1 000 mA Þ 1 mA = 10-3 A = 103 mA

1 mA = 1/1 000 000 A = 1/1000 mA Þ 1 mA = 10-6 A = 10-3 mA

Fonte: www.feiradeciencias.com.br

CIRCUITOS ELÉTRICOS

Teoria de Circuitos

Desenvolvida a partir de medidas experimentais dos fenômenos elétricos.

Atualmente, pode ser vista como uma simplificação da Teoria


Eletromagnética (Leis de Maxwell).
É apresentada como concebida por Kirchhoff.

Conceitos fundamentais: corrente e tensão elétricas.

Bipolo

Dispositivo contendo 2 terminais condutores

Bipolo

A cada bipolo estão associadas uma corrente (que o atravessa) e uma


tensão (entre seus terminais).

Fontes de tensão dependentes

Bipolo cuja tensão entre os terminais não depende da corrente que o


atravessa, mas sim da tensão ou corrente em um outro bipolo.

Fontes de corrente dependentes

Bipolo cuja corrente que o atravessa não depende da tensão entre seus
terminais, mas sim da tensão ou corrente em um outro bipolo.

Exemplo: Modelo de transistor com emissor comum


LEI DAS CORRENTES

Um ponto de ligação entre 2 ou mais bipolos.

Lei das Correntes ou 1 Lei de Kirchhoff

A soma algébrica das correntes que saem de um nó é nula.

Para um circuito com n nós, pode-se escrever n-1 equações de corrente


independentes.

(redundante)

CIRCUITOS ELÉTRICOS

Circuitos Lineares de 1a. Ordem

Um circuito sem fontes independentes é chamado autônomo.

Considere o circuito abaixo, com a tensão inicial no capacitor


A condição inicial no capacitor corresponde a uma carga armazenada
e a uma energia armazenada .

A tensão v é uma variável de estado neste circuito. Com a condição inicial


conhecida, todas as tensões e correntes no circuito podem ser obtidas,
para t>0, a partir de (solução da equação diferencial).

A equação diferencial e sua condição inicial determinam univocamente


a forma de onda (ou ``trajetória'') .

Circuitos Lineares de 2a. Ordem Autônomo

Um circuito de 2a. ordem é descrito por uma equação diferencial linear


ordinária de segunda ordem, homogênea, com coeficientes constantes.

Exemplo: Considere o circuito autônomo de segunda ordem (dois


armazenadores de energia) com L=1 H, , ,Ãe Ã.
Determine e , t>0.
Equacionando

Portanto

Circuitos de 2a. Ordem Autônomos

As tensões nos capacitores e as correntes nos indutores de um circuito são


denominadas variáveis de estado.

As equações de um circuito podem ser escritas apenas em função de suas


variáveis de estado.

Escrevendo as equações diretamente em v e i:


O uso do operador simbólico p facilita a obtenção de uma equação
diferencial envolvendo apenas uma das variáveis.

Fonte: www.dt.fee.unicamp.br

CIRCUITOS ELÉTRICOS

Circuito de uma lanterna de mão

Você alguma vez já desmontou complemente uma lanterna de mão para


analisar como ela funciona?
Veja na ilustração abaixo como são dispostas as várias partes de uma típica
lanterna de mão:

Estrutura de uma lanterna elétrica

Ö Por que o projetista escolheu essa particular combinação de materiais?

As partes metálicas da lanterna são postas para conduzir a corrente elétrica


quando a lanterna é posta para funcionar e, além disso, foram escolhidas
para resistirem aos esforços físicos aos quais são submetidas.

A mola metálica, por exemplo, não só permite caminho elétrico para a


corrente como também mantém no lugar, sob pressão, as pilhas em seu
interior. As partes metálicas do interruptor têm que garantir bom contato
elétrico e não ficarem danificadas pelo uso contínuo.
Uma lanterna também tem partes feitas com material não condutor de
corrente elétrica, tais como plásticos e borrachas. A cobertura de plástico
dessa lanterna é um isolante elétrico. Sua forma é importante para que se
tenha um manuseio cômodo. Sua cor a tornará mais ou menos atraente aos
olhos do usuário.

Como você verá, os circuitos elétricos conterão sempre partes que


conduzem e partes que não conduzem correntes elétricas. O segredo todo,
nos circuitos elétricos, é delimitar um caminho pré planejado para a
corrente.

A lâmpada incandescente e o refletor compõem o sistema óptica da


lanterna. A posição da lâmpada dentro do refletor deve ser tal que permita a
obtenção de um feixe estreito de luz.

Uma lanterna é um produto elétrico simples, mas muita gente já perdeu


noites de sono em seus projetos para que você tenha um dispositivo que
trabalhe bem.

Ö Você pode pensar em alguma outra coisa que o projetista deva levar em
consideração na produção em massa de lanternas?

Um modo "mais científico" para descrever uma lanterna implica no uso de


um diagrama de circuito. Nele, as partes relevantes da lanterna serão
representadas através de símbolos:

Diagrama de circuito de uma lanterna elétrica

Nesse circuito foram representadas simbolicamente, duas células voltaicas


(pilhas) ¾ formando uma bateria ¾, um interruptor e uma lâmpada
incandescente. As linhas no diagrama representam condutores metálicos
(fios) que conectam as partes entre si formando o circuito completo.
Um circuito elétrico é necessariamente um percurso fechado. Na lanterna, o
fechamento do interruptor completa o circuito, permitindo a passagem da
corrente elétrica.

Lanternas às vezes falham! Isso acontece quando as partes metálicas do


interruptor ou da lâmpada não entram efetivamente em contato (devido à
sujeiras ou ferrugens), quando a lâmpada "queima" (interrupção em seu
filamento) ou quando as pilhas "pifam" (esgotam suas energias químicas
armazenadas, popularmente, ficam 'descarregadas'). Em qualquer um
desses casos, o circuito estará incompleto.

Corrente elétrica

Uma corrente elétrica é um fluxo ordenado de partículas carregadas


(partículas dotadas de carga elétrica). Em um fio de cobre, a corrente
elétrica é formada por minúsculas partículas dotadas de carga elétrica
negativa, denominadas elétrons -- eles são os portadores da carga elétrica.

No fio de cobre (ou de qualquer outro metal) os elétrons naturalmente lá


existentes vagueiam desordenadamente (têm sentidos de movimentos
aleatórios) até que, por alguma ordem externa, alguns deles passam a
caminhar ordenadamente (todos no mesmo sentido) constituindo a corrente
elétrica. A intensidade dessa corrente elétrica vai depender de quantos
desses portadores, em movimento bem organizado passam, por segundo,
por um região desse fio.

A corrente elétrica, num circuito, é representada pela letra I e sua


intensidade poderá ser expressa em ampères (símbolo A), em miliampères
(símbolo mA) ou outros submúltiplos tal qual o microampères (símbolo
mA).

Um ampère (1 A) é uma intensidade de corrente elétrica que indica a


passagem de 6,2x1018 elétrons, a cada segundo, em qualquer seção do fio.
Esses 6,2x1018 elétrons (uma quantidade que escapa ao nosso pensamento)
transportam uma carga elétrica total cujo valor é de um coulomb (1 C).
'coulomb'(símbolo C) é a unidade com que se medem as quantidades de
cargas elétricas.

Se indicarmos a quantidade total de carga elétrica que passa pela seção de


um fio por Q (medida em coulombs) e o intervalo de tempo que ela leva
para passar por essa seção por Dt (medido em segundos), a intensidade de
corrente elétrica I (medida em ampères) será calculada por:

I = Q : Dt
CONVERSÕES

1 A = 1 000 mA = 1 000 000 mA Þ 1 A = 103 mA = 106 mA

1 mA = 1/1 000 A = 1 000 mA Þ 1 mA = 10-3 A = 103 mA

1 mA = 1/1 000 000 A = 1/1000 mA Þ 1 mA = 10-6 A = 10-3 mA