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CONDOMÍNIO CLUBE
PARADISE GARDENS

INSTRUMENTO DE CONVENÇÃO

NATAL/RN, 06 DE DEZEMBRO DE 2010


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SUMÁRIO
CAPÍTULO 1 – DO HISTÓRICO DA CONSTRUÇÃO

CAPÍTULO 2 – DA DESCRIÇÃO DO EMPREENDIMENTO

CAPÍTULO 3 – DAS FRAÇÕES IDEAIS DO TERRENO

CAPÍTULO 4 – DAS PARTES COMUNS E AUTÔNOMAS


Art. 4.1 - PROPRIEDADE COMUM DOS CONDÔMINOS
Art. 4.2 – CASA DE BOMBAS E MÁQUINAS, LIXO, GERADOR,
RESERVATÓRIOS E GÁS
Art. 4.3 – GARAGENS
Art. 4.4 – COBERTURA
Art. 4.5 – DEMAIS CONSTRUÇÕES E EQUIPAMENTOS DO
CONDOMÍNIO

CAPÍTULO 5 - DO DESTINO DAS DIFERENTES PARTES

CAPÍTULO 6 – DA ADMINISTRAÇÃO DO CONDOMÍNIO, DO SÍNDICO, DO


CONSELHO FISCAL, DAS ASSEMBLEIAS, DO FUNDO DE
RESERVA E DAS DESPESAS

CAPÍTULO 7 - DO SEGURO, DO INCÊNDIO, DA DEMOLIÇÃO, DA


RECONSTRUÇÃO, DOS DANOS E DAS OBRAS

CAPÍTULO 8 – DO REGIMENTO INTERNO


Art. 8.1 a 8.4 – DIVERSAS DISCRIMINAÇÕES DO REGIMENTO
INTERNO
Art. 8.5 – HORÁRIOS A SEREM OBEDECIDOS DENTRO DA
EDIFICAÇÃO
Art. 8.6 - USO DAS ÁREAS COMUNS
Art. 8.6.1 – GERAL
Art. 8.7 - ENTRADA SOCIAL
Art. 8.8 - ELEVADORES
Art. 8.9 - GARAGEM E ESTACIONAMENTO PARA VISITANTES
Art. 8.10 – NORMAS PARA OBRAS NOS APARTAMENTOS
Art. 8.11 – NORMAS PARA MUDANÇAS
Art. 8.12 – NORMAS PARA CARRINHO DE COMPRAS
Art. 8.13 – NORMAS PARA ENTRADA DOS ENTREGADORES
Art. 8.14 - NORMAS DE COLETA ADEQUADA DO LIXO
Art. 8.15 - REGULAMENTAÇÃO UTILIZAÇÃO PISCINA
Art. 8.16 – REGULAMENTAÇÃO UTILIZAÇÃO DO SALÃO
JOGOS
Art. 8.17 – REGULAMENTO DA UTILIZAÇÃO DO HOME
THEATER
Art. 8.18 - REGULAMENTAÇÃO DO SALÃO DE FESTAS
Art. 8.19 - REGULAMENTAÇÃO DAS QUADRAS
POLIESPORTIVAS, DE AREIA E DE SQUASH
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Art. 8.20 - REGULAMENTAÇÃO DAS CHURRASQUEIRAS


Art. 8.21 - REGULAMENTO DA ACADEMIA DE GINÁSTICA
Art. 8.22 – REGULAMENTAÇÃO DO PLAYGROUND E ÁREAS
DE JARDINS
Art. 8.23 – REGULAMENTO DO KIDS CLUB
Art. 8.24 - REGULAMENTO DA UTILIZAÇÃO DO SPA COM
HIDROMASSAGEM
Art. 8.25 - REGULAMENTAÇÃO DA UTILIZAÇÃO DO ESPAÇO
GOURMET
Art. 8.26 – SEGURANÇA
Art. 8.27 - AS PENALIDADES E INDENIZAÇÕES POR DANOS
CAUSADOS
Art. 8.28 - DAS DISPOSIÇÕES ESPECIAIS
Art. 8.28.1 - DOS CONVIDADOS
Art. 8.28.2 - ANIMAIS DOMÉSTICOS
Art. 8.29 - DIREITOS E DEVERES DOS CONDÔMINOS
Art. 8.29.1- DOS DIREITOS DE CADA CONDÔMINO
Art. 8.29.2 - É DEVER DE CADA CONDÔMINO,
OCUPANTES, SUAS FAMÍLIAS E SEUS
SERVIÇAIS:
Art. 8.30 - DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
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ESCRITURA DE CONVENÇÃO DO CONDOMÍNIO CLUBE PARADISE GARDENS

Pelo presente instrumento particular e na melhor forma de direito, os proprietários


do Condomínio Clube Paradise Gardens, construído na Rua Antonio Madruga, nº 1982, no
Bairro Capim Macio, nesta cidade de Natal, Estado do Rio Grande do Norte, signatários da
Presente Convenção do Condomínio e únicos titulares das unidades residenciais que o
formam, bem assim das respectivas frações ideais do terreno correspondente a essas unidades,
vem estabelecer as normas convencionais tangentes ao uso e disposição do empreendimento
em causa, que será regulado no geral pelas disposições do Código Civil, em especial no
tocante do que dispões sobre condomínios edilícios, pelos textos não alterados através do
Novo Código Civil da Lei nº 4.591, de 16 de dezembro de 1964 e legislações posteriores.

CAPÍTULO 1 – DO HISTÓRICO DA CONSTRUÇÃO

1.1 – O terreno onde foi construído o empreendimento ”CONDOMÍNIO CLUBE PARADISE


GARDENS”, com área total de 11.260m² (onze mil, duzentos e sessenta metros
quadrados), resultando da escritura pública de compra e venda lavrada no livro 271 às
fls. 86v/90 do Quarto Ofício de Notas de Natal/RN, registrada no Sexto Ofício de Notas
de Natal/RN, sob nºs R.2.23.356 a R2.23.365, em data de 18 de julho de 1986 e
permutado através de Escritura de Compra e Venda com Permuta por Área Construída
como Forma de Pagamento com Destinação Edificação de Empreendimento, em data de
05 de setembro de 2002, Livro nº 93, fls. 01/04v e seu devido registro, ambos no Sétimo
Ofício de Notas de Natal/RN, sob nºs R-2.21.039 a R-2.21.048 e ainda Registro de
Incorporação na CRI da 3ª Zona sob nº R.2-21.049.

1.2 – Pelo Alvará nº 423/2002 foi aprovado na Prefeitura Municipal de Natal, o projeto para
construção do empreendimento, com caráter exclusivamente residencial, cuja descrição
se faz no capítulo 2 deste instrumento.

1.3 – O memorial de incorporação foi registrado no sétimo Ofício de Notas da 3ª Zona da


Comarca de Natal/RN, conforme atestam os lançamentos feitos no livro “2” – Registro
Geral nº R-2, às margens da matrícula nº 21.049, em 31/07/2006.

CAPÍTULO 2 – DA DESCRIÇÃO DO EMPREENDIMENTO

2.1 – O empreendimento foi erguido na conformidade com o projeto arquitetônico de autoria


do arquiteto Carlos Ribeiro Dantas – registro CREA 1.236-D/RN, aprovado através do
alvará nº 423/2002, Licença Ambiental nº 182/2002, expedidos pela Secretaria Especial
de Meio Ambiente e Urbanismo – SEMURB, da Prefeitura Municipal de Natal/RN,
Relatório de Impacto sobre Tráfego Urbano – RITUR nº 01.1214/2002 da Secretaria
Municipal de Transporte e Trânsito Urbano – STTU, da Prefeitura Municipal de
Natal/RN e Processo nº 255/2002 do Corpo de Bombeiros Militar – Secretaria de Estado
de Defesa Social do Governo do Estado do Rio Grande do Norte.

2.2 – O condomínio CONDOMÍNIO CLUBE PARADISE GARDENS compõe-se de duas


torres designadas na planta do Município de Natal como ALA NORTE e ALA SUL,
contendo, cada uma das torres, pavimento térreo, 21 (vinte e um) pavimentos com dois
apartamentos por pavimento e 42 (quarenta e dois) apartamentos por torre, totalizando
84 apartamentos nas duas torres, interligadas por uma passarela de resgate, mais os
pilotis, coberturas e casas de máquinas.
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2.3 - Os apartamentos têm varanda, sala de estar e jantar em dois ambientes, uma suíte máster
com vestir, duas semi-suites, lavabo, quarto reversível ou dependência de empregada
completa, circulação, copa cozinha, serviço e WC de serviço, com área privativa de
96,44m² e vaga para duas garagens por apartamento, perfazendo 168 vagas cobertas. As
torres são servidas por quatro elevadores, sendo dois por torre (um elevador social e um
de serviços).

CAPÍTULO 3 – DAS FRAÇÕES IDEAIS DO TERRENO

3.1 - Constituem partes de propriedade exclusiva de cada condômino do Condomínio os 84


apartamentos com as respectivas áreas úteis, a saber:
TORRE SUL – com 42 apartamentos, numerados de 101 e 102 no primeiro andar, 201 e
202, no segundo andar e assim sucessivamente, até o vigésimo primeiro andar,
numerados de 2101 e 2102, respectivamente.
TORRE NORTE - com 42 apartamentos, numerados de 103 e 104 no primeiro andar,
203 e 204, no segundo andar e assim sucessivamente, até o vigésimo primeiro andar,
numerados de 2103 e 2104, respectivamente.

3.2 - Contém cada um dos apartamentos área real privativa de 96,44m², área real comum de
85,85m², com fração ideal de 13404,762/112600avos.

CAPÍTULO 4 – DAS PARTES COMUNS E AUTÔNOMAS

4.1 – Constituem propriedade comum dos condôminos, havidas como inalienáveis e


indivisíveis, além das citadas no artigo 3º da Lei nº 4.591/64, aquelas que, por sua
natureza ou função sejam de uso comum, a saber, o terreno, as fundações, as áreas
internas ou de ventilação, os locais de medidores de luz, força, gás, água e telefone, fios
e seus respectivos encanamentos – troncos, os ramais destinados às dependências de
propriedade e uso comum, os elevadores, suas máquinas e peças, as vigas e colunas, os
pisos de concreto armado, as partes externas das paredes perimetrais de cada unidade e
dos edifícios, os ornamentos de fachadas, as calhas, as partes externas das janelas, os
corredores, as escadas, passagens sociais e de serviço, registros e bombas com os
respectivos pertences, halls, caixas d´água, calçadas, passarelas de acesso Às vias e
logradouros públicos e tudo mais que se destine ao uso comum dos condôminos, bem
como as seguintes:

a) pavimento térreo único para todo o empreendimento, que contém:

a.1) na parte externa dos edifícios: compreende terraços e jardins, hall de entrada, hall social e
quatro elevadores, sendo dois elevadores por ala, hall e circulação de serviço, sala de
administração do condomínio com WC e depósito, vestiário e WC de funcionários, sala
de medidores e escadas em cada ala, com 228,09m² por pavimento térreo de cada ala,
mais 77,07m² de área de circulação e parada provisória de veículos (porte choucherrie)
interligando as alas, totalizando as duas alas mais a parada provisória de veículos uma
área de 533,25m² por pavimento;

a.2) na parte interna de cada uma das duas torres: são aquelas descritas no Memorial de
Incorporação e no Memorial Descritivo.
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4.2 – CASA DE BOMBAS E MÁQUINAS, LIXO, GERADOR, RESERVATÓRIOS E


GÁS – São duas unidades, uma para cada ala, que servirá para casa de máquinas,
depósito de lixo, gerador, central de GLP e reservatórios inferiores. Às bombas e
reservatórios só terão acesso, o síndico, os seus prepostos e serviçais, ou pessoas a seu
serviço igualmente determinadas para os que, por sua natureza, assim o exijam.

4.3 – GARAGENS – Ainda no térreo, nas proximidades dos edifícios, situam-se 168 (cento
e sessenta e oito) vagas de garagens cobertas destinadas a estacionamento, sendo duas
vagas por apartamento, pavimentações, caminhos de acesso e mais o depósito de lixo
geral.

4.4 – COBERTURA – Destina-se à plataforma de resgate, com área de 183,65m² por ala,
passarela aérea de interligação com área de 18,08m², casa de máquinas, escadaria e
circulação com área de 70,90m² e reservatórios superiores, totalizando nas duas alas
uma área de 527,18m².

4.5 - DEMAIS CONSTRUÇÕES E EQUIPAMENTOS DO CONDOMÍNIO –


Localizados no nível térreo, situam-se também o portal de entrada, a guarita com WC, a
capela, o coreto, a sala de jogos adulto e infantil, com WC e sala de home teather, os
banheiros masculino e feminino, o salão de atividades e/ou festas, o espaço gourmet e
área de churrasqueira, o bar e banheiros da piscina e a quadra de squash, academia de
ginástica, sala de primeiros socorros e apoio, totalizando os equipamentos acima
descritos uma área de 675,90m².

CAPÍTULO 5 - DO DESTINO DAS DIFERENTES PARTES

5.1 – Os edifícios são de caráter exclusivamente residencial, sendo vedado o uso, a convenção
ou adaptação de seus apartamentos para quaisquer outros fins.

§ 1º - O direito ao uso das vagas de carro nas áreas para tanto destinadas, foi tratado como
objeto de propriedade exclusiva só podendo ser transferido a outros condôminos,
vedado, conseqüentemente sua transferência a pessoas estranhas ao condomínio,
consoante o instituído no art. 5º, § 1º e 2º da Lei 4.864/65.

§ 3º - A cada titular do direito a uso das vagas, competirão proporcionar meios para a
facilidade de manobras de veículos nas dependências dos prédios e, para isso, deverá
sujeitar-se, a qualquer hora, a atender com presteza aos chamados de empregados do
condomínio para a remoção do seu carro do local onde se encontra, a não ser que prefira
fornecer-lhe duplicatas das chaves dos veículos. Neste caso, os prejuízos que daí
advirem para si ou para terceiros, nenhuma responsabilidade poderá ser imputada ao
síndico nem ao condomínio, cabendo-lhe ainda, os ônus dos danos que nas coisas dos
prédios forem causadas por veículo, embora dirigido por outrem.

CAPÍTULO 6 – DA ADMINISTRAÇÃO DO CONDOMÍNIO, DO SÍNDICO, DO


CONSELHO FISCAL, DAS ASSEMBLEIAS, DO FUNDO DE RESERVA E DAS
DESPESAS

Art. 6.1 – O Condomínio será administrado e representado por um síndico, pessoa física ou
jurídica, eleito em Assembleia Geral Ordinária, pelo prazo de um ano,
imediatamente empossado, o qual poderá ser reeleito, sendo assistido por um
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Conselho Fiscal constituído de três condôminos residentes no prédio, com mandatos


iguais ao seu e eleito pela mesma assembleia que o eleger.

Art. 6.2 – Serão eleitos juntamente, pela mesma forma e com igual prazo de mandato do
síndico, dois subsíndicos que exercerão, dentro do âmbito do edifício e sempre
subordinado ao síndico, as atribuições administrativas que lhes fixar.

§ Único – Compete ao síndico:

a) representar, ativa e passivamente, o condomínio, em juízo ou fora dele, e


praticar todos os atos de defesa dos interesses comuns para o que lhes são
outorgados os mais amplos, gerais e ilimitados poderes em direito permitidos,
inclusive adjudica, além das atribuições conferidas pela Lei nº 10.406, de
10/01/2002;

b) fixar as atribuições do subsíndico, exercer a administração interna do


condomínio no que respeita a sua vigência, funcionamento, moralidade e
segurança, bem como de serviços que interessem a todos os moradores,
podendo admitir e demitir empregados, baixando as instruções e detalhes de
seus serviços, inclusive quando solicitado, por escrito, pela maioria absoluta
dos condôminos, fixando-lhes ordenados dentro da verba estabelecida no
orçamento do ano;

c) cobrar, inclusive judicialmente, se necessário for, quotas de despesas de todos


os condôminos e multas estabelecidas na Convenção, na Lei e no Regulamento
interno;

d) cumprir e fazer cumprir a Convenção e o regimento Interno e as deliberações


das Assembleias Gerais;

e) prestar contas à assembleia, anualmente e quando solicitado pelos condôminos,


com exibição de documentos comprobatórios;

f) apresentar o orçamento do exercício, que poderá se iniciar no segundo trimestre


de cada ano, findando no primeiro trimestre do ano seguinte;

g) fazer demonstração mensal das despesas efetuadas, apresentando aos


condôminos, quando solicitado, a documentação existente em arquivo das
despesas feitas nos meses anteriores;

h) fazer concorrência ou tomada de preços para serviços do condomínio, podendo


ordenar qualquer reparo ou adquirir o que for necessário ao prédio, submetendo
previamente as despesas extra-orçamentárias à aprovação do Conselho Fiscal,
podendo, também, mandar executar quaisquer consertos ou reparos de vulto, de
caráter urgente, nas instalações, eventual e acidentalmente danificadas,
independentemente de consulta aos condôminos e o Conselho Fiscal, desde que
as peculiaridades das medidas tomas não possibilitem tal consulta prévia;

i) entender-se com as repartições públicas e empresas concessionárias de serviços


públicos sobre assuntos que disserem respeito ao condomínio em suas partes
comuns;
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j) advertir, verbalmente ou por escrito, o condômino infrator de qualquer


disposição da presente Convenção e do Regimento Interno;

k) receber e dar quitação em nome do condomínio, movimentar em conjunto contas


bancárias deste, conforme aprovado em Assembleia, emitindo e endossando
cheques, depositando as importâncias recebidas em pagamento, etc.;

l) efetuar o seguro do prédio, previsto nesta Convenção, devendo fazer constar das
respectiva apólice a previsão de reconstrução do edifício, no caso de destruição
total ou parcial;

m) convocar as assembleias e resolver os casos que, porventura, não tiverem


solução prevista expressamente na Lei ou nesta Convenção;

n) dispor dos seguintes elementos para a administração, que deverão ser


obrigatoriamente transferidos a seus sucessores, tudo devendo constar de uma
relação na ata da eleição de cada novo síndico. Livros de moradores do prédio,
livro de queixas, ocorrências e sugestões, livro de atas, livro de presença nas
Assembleias, fichário de empregados, livro de protocolo, livro de documentação
de despesas, registro de moradores e outros que a prática aconselhar, além do
arquivo de documentos e propriedade do condomínio, como escritura, plantas do
prédio, etc.; sendo que os livros acima deverão ser numerados, abertos,
rubricados e encerrados por quem a Assembleia geral designar;

o) manter guardada durante o prazo de cinco anos, para eventuais necessidades de


verificação contábil, toda a documentação relativa ao condomínio;

p) dar imediato conhecimento à assembleia da existência de procedimento judicial


ou administrativo, de interesse do condomínio.

Art. 6.3 – As funções administrativas poderão ser delegadas pelo síndico à pessoa física ou
jurídica de sua confiança, mediante aprovação da Assembleia Geral de condôminos,
cuja decisão será tomada na forma prevista no art. 6.13, sendo que, no impedimento
ocasional do síndico, as suas funções serão exercidas pelo Presidente do Conselho
Consultivo sobre a inteira responsabilidade deste.

Art. 6.4 – das decisões do síndico caberá recurso para Assembleia Geral convocada pelo
interessado.

Art. 6.5 – O síndico poderá ser destituído por maioria absoluta de votos do condomínio, em
Assembleia Geral Extraordinária especialmente convocada para esse fim.

Art. 6.6 – Pelos trabalhos prestados em suas funções, o síndico receberá, por mês, do
condomínio, quantia igual a uma taxa condominial.

Art. 6.7 – No caso de morte, renúncia ou destituição do síndico assumirá a sindicância o


presidente do Conselho Fiscal, o qual, até vinte dias após assumir as funções do
síndico, convocará Assembleia Geral Extraordinária - AGE, para proceder a eleição
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do novo síndico, que exercerá o mandato até a realização da próxima Assembleia


Geral Ordinária – AGO.

Art. 6.8 – O Conselho Fiscal será presidido pelo mais idoso de seus membros eleitos e terá as
seguintes atribuições:

a) assessorar o síndico e fiscalizar a sua ação nas soluções dos problemas que dizem
respeito ao condomínio;

b) emitir parecer sobre as contas do síndico, conferindo-as, aprovando-as ou


contestando-as;

c) elaborar um regulamento e as alterações que forem necessárias para o uso das


partes recreativas do condomínio, se houver, sem disposições contrárias aos
preceitos desta Convenção, o qual obrigará todos os condôminos.

Art. 6.9 – Será realizada anualmente uma Assembleia Geral Ordinária, no primeiro trimestre,
convocada pelo síndico, sendo ela soberana para deliberação e aprovação dos
seguintes assuntos:

a) previsão orçamentária para o exercício;

b) eleição o síndico, subsíndicos e o Conselho Fiscal;

c) aprovação das prestações de contas do exercício anterior e resoluções do síndico e


do Conselho Fiscal;

Art. 6.10 – As reuniões ordinárias e extraordinárias dos co-proprietários serão realizadas


mediante convocação por circular assinada pelo síndico e colocada em local
visível por todos e enviada por carta registrada ou sob protocolo, a cada
condômino, e com antecedência mínima de oito dias da data fixada para sua
realização e só tratará de assunto mencionado no edital de convocação, o qual
indicará o dia, hora e local da reunião.

Art. 6.11 – As Assembleias Extraordinárias serão realizadas sempre que forem convocadas
pelo síndico ou co-proprietários, representando pelo menos 1/4 dos votos.

Art. 6.12 – As reuniões serão dirigidas por uma mesa presidida pelo co-proprietário que for
escolhido pela maioria dos presentes e secretariada por pessoa de livre escolha do
presidente eleito.

Art. 6.13 – As decisões, ressalvados os casos de quorum especial, serão tomadas por maioria
simples de votos presentes (metade mais um) e com presença mínima em primeira
convocação de 2/3 dos co-proprietários, quites em relação às taxas, multas e outras
despesas do condomínio, e em segunda convocação, com qualquer número.

Art. 6.14 – Ficarão obrigados também a respeitar as deliberações os que não comparecerem à
reunião, ainda que ausentes do domicílio.
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Art. 6.15 – As decisões referentes às modificações da presente Escritura de Convenção


somente poderão ser tomadas pelo quorum que represente, pelo menos, 2/3 dos
votos totais, inclusive os não quites com o condomínio.

Art. 6.16 – As decisões das Assembleias dos co-proprietários serão registradas em Livro
Atas, lavradas e assinadas pelo secretário e ainda pelo presidente, devendo o
síndico remeter nos oito dias subseqüente cópias para conhecimentos de todos os
condôminos, mediante carta registrada ou protocolo interno da administração.

Art. 6.17 - Os co-proprietários poderão fazer-se representar, nas reuniões, por procuradores
com poderes gerais e bastante para legalmente praticar os atos necessários e
contrair obrigações, devendo o instrumento de procuração ser depositado em mãos
do presidente, antes de iniciada a reunião. Cada condômino poderá representar
apenas três co-proprietários, sendo vedado ao síndico, subsíndico e conselheiros o
uso de procuração nos assuntos que se refiram a eleição do síndico e aprovação de
contas, orçamento e obras. As procurações deverão ter assinaturas reconhecidas
em Cartório, conforme parágrafo segundo do artigo 654 do Novo Código Civil.

Art. 6.18 - A cada unidade corresponderá um voto, sendo que os co-proprietários em atraso
no pagamento das quotas que lhes couberem nas despesas de condomínio das
multas que lhes tenham sido impostas, não poderão tomar parte nas deliberações e
se, não obstante a proibição deste item, votar nas assembleias, os seus votos serão
nulos, salvo a hipótese prevista no art. 6.15.

Art. 6.19 - Se a unidade pertencer a mais de uma pessoa, deverá ser designada, dentre elas,
uma, mediante mandado especial, para representá-la perante o condomínio, sob
pena de suspensão temporária do exercício dos direitos e vantagens assegurados
pela presente Convenção.

Art. 6.20 - Se a assembleia não se reunir para exercer qualquer dos poderes que lhe
competem, quinze dias após o pedido de convocação, o juízo competente decidirá
a respeito, mediante requerimento dos interessados.

Art. 6.21 - Cada condômino concorrerá para as despesas de condomínio, de acordo com o
orçamento fixado para o exercício, recolhendo as respectivas quotas até o dia dez
do mês a que corresponda, suportando, também, as quotas que lhe couberem no
rateio das despesas extraordinárias, recolhendo-se até o vencimento indicado nos
boletos expedidos e remetidos por carta registrada ou sob protocolo interno da
administração, salvo se o vulto das despesas aconselhar que seja feito o
recolhimento em prestações, com a autorização do Conselho Fiscal, caso em que
deverão ser fixados pelo síndico os seus respectivos vencimentos.

Art. 6.21.1 – Os boletos deverão ser emitidos com protesto a partir de 20 dias corridos da data
de vencimento da taxa condominial.

Art. 6.22 - São consideradas despesas de responsabilidade de todos os condôminos: tributos,


folha de pagamento dos empregados do condomínio e respectivos encargos,
prêmios de seguro, consertos de qualquer natureza, conservação, desinfecção,
dedetização e asseio das partes comuns, taxas de esgoto, consumo de água, luz,
força, gás e telefone, funcionamento, manutenção, renovação ou substituição de
elevadores, bombas de elevação de água e demais equipamentos e tudo mais de
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interesse ou que tenha relação com as partes comuns ou que os condôminos


deliberem fazer como de interesse coletivo.

Art. 6.23 - O custeio da manutenção e do consumo corrente dos equipamentos, máquinas e


motores de propriedade do condomínio, ainda que temporária ou permanentemente
a serviço apenas de alguns condôminos, será levado a débito das despesas normais
do condomínio.

Art. 6.24 - As despesas extraordinárias deverão ser submetidas à aprovação do Conselho


Fiscal, salvo o disposto na letra “h” -art. 6.2 marcando o síndico o prazo para
resposta e avocando a decisão, caso o Conselho não se manifeste no prazo
concedido.

Art. 6.25 - O limite para os gastos extraordinários fica desde já fixado em cinco quotas de
condomínio, referentes ao rateio das despesas ordinárias.

Art. 6.26 - As obras que interessem à estrutura integral do prédio serão feitas com o concurso
pecuniário de todos os co-proprietários, mediante orçamento prévio obtido em
concorrência ou tomada de preços em assembleia geral, cuja decisão será tomada
na forma do art. 15, ficando o síndico encarregado de mandar executá-las.
Deverá ser adotado o seguinte critério para a realização de obras no condomínio:

a) voluptuárias - mero deleite o recreio, que não aumentam o uso habitual do bem,
ainda que o tornem mais agradável. Sua realização depende do voto de 2/3 dos
condôminos;

b) úteis - que aumentam ou facilitam o uso do bem. Sua realização depende do


voto da maioria dos condôminos;

c) necessárias - têm por finalidade a conservação do bem ou evitar que ele se


deteriore. As obras ou reparações necessárias, que não ultrapassem o orçamento
aprovado em assembleia, poderão ser realizadas, independentemente de
autorização, pelo síndico, ou em caso de omissão ou impedimento deste, por
qualquer condômino;

d) necessárias, urgentes e com valores elevados – se as obras ou reparos


necessários forem urgentes e se seu valor ultrapassar o orçamento aprovado em
assembleia, sendo necessário um rateio extra ou saque do Fundo de Reserva, ou de
qualquer outro fundo, determinada sua realização, o síndico ou condômino que
tomou a iniciativa deverá convocar imediatamente uma assembleia a fim de que os
moradores tenham ciência do ocorrido e do valor da obra. Caso tenha se optado
pelo saque do Fundo, os moradores deliberarão se o valor será reposto com um
rateio extra ou mensalmente incluído no boleto de taxa condominial;

e) necessárias, não urgentes e com valores elevados – não sendo urgentes, se as


obras ou reparos necessários importarem em despesas excessivas, somente
poderão ser efetuadas após autorização da assembleia especialmente convocada
pelo síndico, ou, em caso de omissão ou impedimento deste, por qualquer dos
condôminos.
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Art. 6.27 - A renúncia de qualquer condômino de seus direitos em hipótese alguma valerá
como escuso para exonerá-lo do cumprimento de seus deveres e, principalmente,
do pagamento dos encargos a que ficar obrigado.

Art. 6.28 - As despesas com a remoção de coisas e de objetos depositados em partes comuns
serão cobradas do proprietário da unidade que estiver em causa, podendo, ainda, o
síndico cobrar armazenamento e impor multa estabelecida no art. 8.27.

Art. 6.29 - Quando se verificar estrago nas partes comuns e este não for causado por nenhum
co-proprietário, inquilino, ocupante, visitante ou empregado, ou não sendo
possível determinar o seu causador, os reparos serão mandados executar pelo
síndico, obedecido ao disposto no art. 6.24 e as despesas necessárias correrão por
conta de todos os condôminos.

Art. 6.30 - Fica criado pela presente Convenção o Fundo de Reserva do Condomínio,
cobrável juntamente com as contribuições para as despesas comuns, o qual será
constituído das seguintes parcelas:

a) os juros moratórios e as multas previstas nesta Convenção e que venham a ser


cobrados dos condôminos; e

b) 10% (dez por cento) das despesas de custeio s/contribuição mensal dos co-
proprietários;

Art. 6.31 - Todas as contribuições, juros, multas, etc., serão depositados em conta aberta em
estabelecimento bancário escolhido pelos condôminos e serão movimentadas em
conjunto (mínimo de duas assinaturas) pelo síndico, e subsíndico, ou, ainda, nas
hipóteses dos art. 6.3 e 6.7, pelo Presidente do Conselho Fiscal.

Art. 6.32 - As parcelas referentes ao Fundo de Reserva, bem como as provisões s/folha de
pagamento, serão aplicadas mensalmente em contas de Caderneta de Poupança
específicas para cada tipo de contribuição, que serão mantidas em custódia no
mesmo estabelecimento bancário em que foram depositadas as contribuições
condominiais.

CAPÍTULO 7 - DO SEGURO, DO INCÊNDIO, DA DEMOLIÇÃO, DA


RECONSTRUÇÃO, DOS DANOS E DAS OBRAS

Art. 7.1 - O Condomínio é obrigado a proceder ao seguro do prédio no prazo de Lei e assim
mantê-lo, sob penas da Lei, contra os riscos de incêndio e outro sinistro que cause
destruição no todo ou em parte, computando-se o prêmio nas despesas ordinárias
do condomínio discriminando-se, uma a uma, as unidades autônomas e totais das
partes comuns, com os respectivos valores. Poderá cada condômino aumentar, por
conta exclusiva, o valor do seguro de sua unidade para cobrir o valor das
benfeitorias, úteis ou voluptuárias, que, porventura, realize na sua unidade e, neste
caso, pagará diretamente à companhia seguradora o prêmio correspondente ao
aumento feito.

Art. 7.2 - Ficam fazendo parte integrante do presente contrato, como se cláusula deste
fossem, os artigos 14 e 18, do Capítulo IV, do Título I*, da Lei nº 4.591, de
13

16/12/1964, cujos termos os condôminos se obrigam a respeitar quando da


ocorrência das hipóteses neles previstas.

Art. 7.3 - É vedado aos condôminos, ocupantes, suas famílias e empregados causar danos às
partes comuns do condomínio e, aqueles por ventura causados, deverão ser
indenizados por quem os causar, ficando também ao cargo de cada condômino a
reparação, por sua conta, de todos os danos às partes comuns ou qualquer das
demais unidades do prédio que forem causados por defeitos de má conservação e
utilização das instalações na sua propriedade, cabendo aos demais condôminos o
direito de exigir daquele que se descuidar do conserto de seu apartamento, o
ressarcimento do custeio da reparação geral dos danos daí derivados.

Art. 7.4 - Os condôminos são responsáveis pelos danos e estragos praticados nas partes
comuns do condomínio ou nas unidades de outros condôminos, pelos locatários ou
ocupantes de seu apartamento.

Art. 7.5 - As modificações a serem feitas nas coisas de propriedade exclusiva de cada
condômino deverão ser previamente comunicadas aos demais condôminos, por
intermédio do síndico, sendo por este autorizada, desde que não afetem a solidez
do prédio, nem contrariem as disposições legais e as da presente Convenção, caso
em que qualquer dos condôminos poderá se opor à sua realização.

Art. 7.6 - O condômino em cujo apartamento forem realizadas obras será responsável pela
perfeita limpeza dos elevadores, áreas, corredores e outros locais por onde
transitarem materiais de construção ou entulhos, os quais não poderão ser
depositados sem anuência do síndico, em qualquer espaço de uso comum,
correndo por sua exclusiva conta e risco de ônus e prejuízos que resultarem nas
partes comuns em razão do transporte dos mencionados materiais de construção e
entulhos ou das obras propriamente ditas.

Art. 7.7 - As obras de acréscimo do número de pavimentos, construção de novas


dependências de uso comum e transformação ou modificação das partes comuns
ou que interessem à harmonia das fachadas externas, ou laterais, bem como
quaisquer outras não previstas nesta Convenção, necessitarão de consenso
unânime dos condôminos a ser manifestado em assembleia.

CAPÍTULO 8 – DO REGIMENTO INTERNO

Art. 8.1 - Todas as pessoas, condôminos e ocupantes, a qualquer título, que residem no
condomínio, suas famílias e empregados são obrigados a cumprir, respeitar e
fiscalizar a observância das disposições da Convenção e regulamento Interno, que
só poderá ser alterado, no todo ou em parte, desde que assim fique resolvido a
qualquer tempo, por decisão da assembleia dos condôminos.

Art. 8.2 - O Edifício é constituído de apartamentos, destinados exclusivamente ao uso


residencial.

Art. 8.3 - Constitui direito dos condôminos, seus inquilinos e respectivos familiares
(entendidos como tais os que com ele habitarem) usar, gozar e dispor da respectiva
unidade autônoma e das partes comuns do condomínio como melhor lhes
aprouver, desde que respeitadas as determinações legais que abrangem as relações
14

condominiais, particularmente a Lei 4.591 de 16/12/64 e o DL n°. 112, do


12/08/69 (Lei do Silêncio). A Convenção do condomínio, o Regulamento Interno,
bem como todos os Regulamentos específicos do condomínio que vierem a ser
expedidos para regular a vida condominial, de modo a não prejudicar igual direito
dos outros condôminos, inquilinos e respectivos familiares, nem comprometerem
as condições residenciais dos edifícios, e especialmente a boa ordem, a moral, a
segurança, a higiene e a tranqüilidade.

Art. 8.4 - Os condôminos serão responsáveis pelos danos e prejuízos que pessoalmente, ou
seus dependentes, visitantes e prepostos, venham causar em qualquer área comum
do Prédio, ficando obrigado a indenizar o condomínio, pelo valor do dano causado,
a ser apurado pela administração e exigido do condômino responsável, cujo
pagamento deverá ser efetuado no prazo máximo de 30 (trinta) dias a contar da
apuração do seu valor, sob pena de cobrança judicial, tudo acrescido dos ônus
legais em decorrência de sua inadimplência.

Art. 8.5 - HORÁRIOS A SEREM OBEDECIDOS DENTRO DA EDIFICAÇÃO

Ar.t. 8.5.1 - A portaria do prédio funcionará 24 (vinte e quatro) horas, observado o horário de
entrada e saída de grandes volumes e mudanças que serão feitos no período entre
08:00h. e 17:00h., de segunda a sábado excluindo-se os feriados, salvo autorização
prévia do Síndico.

Art. 8.5.2 - De acordo com a Convenção do Condomínio, fica estabelecido que o período
compreendido entre as 22:00 horas de um dia, até às 07:00 horas do dia seguinte, é
de silêncio absoluto, devendo os condôminos absterem-se de praticar quaisquer
atos ruidosos que incomodem ou perturbem os demais condôminos, (DL n°. 112,
de 12/08/69 - Lei do Silêncio).

Art. 8.5.3 - Durante as 24 horas do dia, o uso de aparelhos que produzem som (aparelhos
radiofônicos, auto-falantes, televisão, instrumento de sopro, de percussão, de corda
ou outros) deve ser feito de forma moderada, de modo a não perturbar o descanso,
o sossego e a tranqüilidade dos demais condôminos, observadas as disposições
legais vigentes.

Art. 8.5.4 - As atividades sociais, tais como festas, reuniões e aniversários, não pode vir a
ultrapassar às 24:00 horas, devendo ser sempre solicitadas e/ou comunicadas ao
Síndico, com antecedência mínima de 72 horas.

Art. 8.5.5 – Os horários das áreas de atividade de recreação serão estipulados de acordo com
cada atividade.

Art. 8.6 - USO DAS ÁREAS COMUNS

Art. 8.6.1 – GERAL

Art. 8.6.1.1 - Os moradores poderão usar e gozar das partes comuns do Condomínio até onde
não impeçam idêntico uso ou gozo por parte dos demais moradores, observadas as
regras da Convenção e deste Regulamento.
15

Art. 8.6.1.2 - É vedado, a qualquer título, ceder ou alugar as partes comuns dos edifícios, no
todo ou em parte, para grupos, agremiações ou entidades de qualquer natureza,
com ou sem fins lucrativos.

Art. 8.6.1.3 – É vedada a circulação, pelas áreas comuns, em trajes de banho ou similar
(biquíni, maiô ou sem camisa) por qualquer pessoa, morador ou não, exceto na
área da piscina.

Art. 8.7 - ENTRADA SOCIAL

Art. 8.7.1 - Toda a circulação dos fornecedores, materiais, mercadorias, compras e objetos de
grande volume serão feitos pelo elevador de serviços.

Art. 8.7.2 - São proibidas atividades nos halls, escadas e nas áreas de acesso aos blocos, que
perturbem a ordem nos prédios bem como a circulação entre as áreas comuns.

Art. 8.7.3 - Não é permitida a entrada no prédio de pessoas estranhas, exceto quando
autorizadas por algum morador que o acompanhar, ou depois de acionado pela
portaria do Condomínio do prédio o apartamento ao qual irá o mesmo se dirigir.
Todas as entradas de pessoas no prédio deverão ser registradas no livro de
ocorrências existente no portão de entrada, visando o controle e apuração de fatos
eventualmente ocorridos nesse período. Nesse caso, o ingresso e a permanência
dessas pessoas ficarão sob total responsabilidade do respectivo condômino que o
autorizou e será ainda exigida a apresentação de carteira de identidade, para ser
anotada pelo funcionário da portaria no livro próprio.

Art. 8.7.4- É proibida a entrada de propagandista, vendedores, ambulantes, pedintes, etc.., e,


quando chamados por um morador, este deverá recebê-los na entrada do prédio;.

Art. 8.7.5- É proibido guardar ou depositar em qualquer parte do edifício substâncias


explosivas ou inflamáveis, bem como agentes biológicos, químicos ou emissores
de radiações ionizantes e/ou susceptíveis de afetar a saúde, segurança ou
tranqüilidade dos moradores, bem como provocar o aumento da taxa de seguro.

Art. 8.7.6 - São proibidos os jogos ou qualquer prática esportiva fora dos locais destinados
para tal fim.

Art. 8.7.7 - É proibido atirar fósforos, pontas de cigarro, detritos ou quaisquer objetos pelas
portas, janelas e varandas, bem como, nas demais partes comuns do prédio.

Art. 8.7.8 - Cabe a Administração, entender-se, quando necessário, com os condôminos a fim
de que sejam dirimidas dúvidas, bem como, no sentido de que sejam tomadas
providências visando à segurança do prédio e/ou moradores.

Art. 8.7.9 - As portas de circulação interna, lixeiras e corta-fogo permanecerão sempre


fechadas, cabendo aos moradores zelar para essa manutenção.

Art. 8.7.10 - Não é permitida a permanência de volumes de qualquer espécie nos halls, área
de acesso ou demais partes comuns, exceto quando em trânsito dos apartamentos.
16

Art. 8.7.11 - Na hipótese de ocorrência de danos em outras partes comuns do condomínio,


durante a mudança, fica o condômino ou inquilino, proprietário dos objetos
transportados responsável perante o condomínio pelo custeio dos reparos
necessários.

Art. 8.7.12 – São proibições especiais relativas à portaria:

a) a passagem ou permanência de qualquer pessoa, morador ou não em trajes de


banho ou similares;

b) permanência de bagagem, mesmo quando se tratar de mudanças;

c) permanência de compras de supermercado, de feira, etc, bem como a permanência


de domesticas, motoristas ou qualquer outra pessoa que distraia a atenção da
portaria.

Art. 8.8 - ELEVADORES

Art. 8.8.1 – É proibido:

a) exceder a lotação prevista, em ambos os elevadores;

b) usar o elevador social em trajes de banho;

c) fumar em quaisquer dos elevadores;

d) conduzir no elevador social: animais, bagagens, carga, materiais de construção,


resíduos de obras, compra de feira, mercado e supermercado, salvo se o elevador
de serviço estiver fora de operação;

e) mudanças sem acerto prévio com a administração, que estipulará os horários e dias
apropriados, as inconveniências e impropriedades que devem ser evitadas;

f) utilização dos elevadores quando em manutenção e/ou programar ou efetuar


carregamento de bagagens e outras cargas, quando em recolhimento de lixo e
limpeza;

g) forçar as portas dos elevadores para abrir ou para fechar sem respeito ao mecanismo
do equipamento;

h) tentar apressar os movimentos de operação dos elevadores, pressionando


indiscriminadamente os botões de controle;

i) permitir que crianças ou adolescentes, a título de brincadeira, acionem


desnecessariamente os botões de parada nos andares; sendo os seus pais
responsabilizados;

j) é proibido o uso de elevadores por crianças menores de 10 (dez) desacompanhados;


e,
17

k) é expressamente proibida manter aberta a porta do elevador, além do tempo


necessário para entrada e saída de pessoas, salvo nos casos de manutenção e
limpeza, por parte de pessoas credenciadas;

Art. 8.9 - GARAGEM E ESTACIONAMENTO PARA VISITANTES

Art. 8.9.1- O estacionamento do Condomínio destina-se exclusivamente à guarda dos


veículos pertencentes aos moradores, ficando os visitantes obrigados a utilizarem
o estacionamento localizado a direita da Portaria (ESTACIONAMENTO DOS
VISITANTES).

Art. 8.9.2 - Cada condômino terá direito a usar duas vagas de garagem, salvo as disposições
específicas neste regimento interno, não devendo, portanto, sobre hipótese alguma,
utilizar-se das vagas destinadas a “visitantes”.

Art. 8.9.3 - O estacionamento do condomínio destina-se exclusivamente à guarda de


automóveis ou motos pertencentes aos moradores e/ou locatários, devidamente
identificados, conforme decisão da assembleia.

Art. 8.9.4 – As bicicletas de propriedade dos condôminos e seus dependentes deverão ser
guardadas em locais apropriados, determinados pela assembleia;.

Art. 8.9.5– É Proibido limitar, fechar ou usar de qualquer meio de delimitação de vaga ou
vagas, seja com muretas, paredes correntes,tubos, etc..

Art. 8.9.6 - É proibida a guarda, dentro do estacionamento, de carros com altura superior a 02
(dois) metros ou que, por seu tamanho ou dimensões, prejudiquem a circulação no
interior do mesmo.

Art. 8.9.7 - Fica proibido a guarda de animais, entulhos, volumes, acessórios, móveis,
utensílios, motores, pneus, ferramentas ou qualquer tipo de material nas garagens.

Art. 8.9.8 - Não é permitida velocidade superior a 20 Km/h, nem o uso de buzinas, em toda a
área do Condomínio.

Art. 8.9.9 - Qualquer dano causado por um veículo a outro, será de inteira responsabilidade
do proprietário do veículo causador do dano, devendo o mesmo ressarcir os
prejuízos que deu causa, em entendimento direto com o prejudicado.

Art. 8.9.10 - É proibido o uso da garagem para a execução de qualquer serviço (montagem de
móveis, pintura, troca de peças de automóveis, lanternagem, regulagem e teste de
motores e buzinas), excetuando-se a troca de pneus quando absolutamente
necessária e o socorro mecânico, visando a retirada do veículo danificado do
interior das garagens.

Art. 8.9.11 - Os condôminos e usuários dos locais de estacionamento ficam inteiramente


cientes de que nenhuma responsabilidade poderá ser imputada ao Condomínio ou
qualquer pessoa a ele vinculado, em decorrência de prejuízos de qualquer natureza
provenientes de furto, roubo ou incêndio de veículos, ou outras avarias que por
ventura vier a sofrer no interior do Edifício, objetos eventualmente deixados no
18

interior dos mesmos, pertencentes aos condôminos ou usuários, que assumirão


inteira responsabilidade por tais eventos, provocados pela má utilização da
garagem ou da área de estacionamento para visitantes.

Art. 8.9.12 - Na ocorrência de qualquer alteração de dados cadastras o condômino deverá


comunicar a administração do condomínio.

Art. 8.9.13 - Não se admitirá no interior do estacionamento, veículos que apresentem


anormalidades tais como: vazamento de óleo do motor ou vazamento de
combustível.

Art. 8.9.14 - Poderá ser cedido ou alugado o direito de uso das vagas vinculadas às unidades
autônomas, mas somente para pessoas condôminos residentes no prédio, devendo
estas serem comunicadas ao síndico por escrito.

Art. 8.9.15 – É proibido usar as garagens e coucherrie como área de lazer.

Art. 8.9.16 - A lavagem de carros e motos no interior do estacionamento, só poderá ser


executada pelos moradores, no espaço reservado para o Box de lavagem de
veículo. Os transgressores, se condôminos e/ou residentes, serão apenados com as
sanções previstas neste Regimento Interno.

Art. 8.9.17 - O estacionamento de veículos de visitantes da edificação, somente poderá ser


admitido com a autorização do proprietário/morador. Fica o proprietário/Morador
responsável por todos os danos e transtornos causados por seu autorizado.

Art. 8.9.18 - Ao entrar no edifício, o visitante deverá ser identificado, anotado o horário de
entrada e a placa do veículo, se for o caso. Quando da saída deverá ser anotado o
horário de saída.

Art. 8.9.19 - Não será permitido o estacionamento de veículos de moradores ou visitantes fora
das vagas demarcadas sob nenhum pretexto.

Art. 8.9.20 - É terminantemente proibido o estacionamento de veículos, por um período


superior a 10 minutos, no espaço “cocherrie”.

Art. 8.9.21 - Fica vedada a possibilidade de reserva antecipada de vagas de estacionamento


cativo nas vagas para visitantes.

Art. 8.9.22 - Uma vez ocupadas todas as vagas reservadas aos visitantes, não será permitido o
ingresso de veículos de visitantes no interior do Condomínio, sob nenhuma
alegação.

Art. 8.9.23 - É proibido o estacionamento de veículos de visitantes no interior das garagens


do Condomínio, as quais são reservadas exclusivamente ao uso dos condôminos.

Art. 8.9.24 – O Estacionamento dos visitantes é de uso exclusivo dos mesmos, sendo vedada
a sua utilização por qualquer proprietário ou locatário de unidades autônomas.
19

Art. 8.10 – NORMAS PARA OBRAS NOS APARTAMENTOS

Art. 8.10.1- Os serviços de obras nos apartamentos serão liberadas nos seguintes horários: das
08:00 às 12:00 h, das 14:00 às 18:00h. (de segunda à sexta, exceto feriados) e aos
sábados de 09:00 às 12:00h. Nos demais dias e horários só serão permitidos a
execução de obras que não causem perturbação sonora para os moradores (ex.
pintura, etc.), mediante relação completa dos operários autorizados para a
realização dos mesmos.

Art. 9.10.1.1 – A administração deverá ser avisada das obras com uma antecedência mínima
de uma semana. Nessa comunicação, por escrito, deverá constar: objeto das obras,
data de início e final dos serviços.

Art. 9.10.1.2 – O Condômino assinará um Termo de Responsabilidade junto à administração,


se comprometendo a manter limpas as áreas comuns, bem como os elevadores,
sempre que houver recebimento de materiais e retirada de entulhos,
responsabilizando-se por qualquer dano causado ao Condomínio, em função das
obras.

Art. 8.10.2 – Só é permitido o transporte de operários e materiais no elevador de serviço.

Art. 8.10.3 – Deve-se respeitar o limite de peso a ser transportado no elevador.

Art. 8.10.3 – Deve-se suspender temporariamente as obras nos apartamentos quando


estiverem prejudicando vizinhos acometidos de doenças graves, pelo período que
for necessário.

Art. 8.10.4 – Todo material de obra deve ser levado imediatamente para o apartamento,
devido e apropriadamente acondicionado.

Art. 8.10.5 – Os restos das obras deve ser devidamente acondicionados e retirados do
edifício, diariamente, pelo condômino.

Art. 8.10.6 – Manter as áreas condominiais dos andares sempre limpas, evitando ao máximo
incomodar o vizinho.

Art. 8.10.7 – Observar os locais das tubulações hidráulicas para evitar que as mesmas sejam
atingidas, provocando vazamento. Solicitar o auxiliar dos encarregados pela obra
para a indicação dos locais das tubulações e do engenheiro responsável quando se
tratar de serviços que possam, comprometer a estrutura do prédio.

Art. 8.10.8 – Será liberada a entrada de operários particulares aos apartamentos, somente
mediante identificação na portaria e a autorização do condômino em questão.

Art. 8.10.9 – Nenhum condômino poderá utilizar energia elétrica e água das áreas
condominiais para serviços particulares, bem como utilizar estas áreas para
depósito de materiais, confecção de armários ou outros quaisquer serviços.

Art. 8.10.10 – Os operários, para circularem nas áreas condominiais, deverão estar
decentemente trajados.
20

Art. 8.10.11 – As obras a serem realizadas, deverão ser comunicadas à administração do


Condomínio com uma antecedência de mínima de 8 dias, contendo data inicial e
previsão de término.

Art. 8.11 – NORMAS PARA MUDANÇAS

Art. 8.11.1 – As mudanças deverão ter programação antecipada de 24 h com o zelador do


prédio.

Art. 8.11.2 – Somente deverão ser realizadas nos seguintes horários: segunda a sábado das
08:00 ás 17:00h, exceto nos feriados.

Art. 8.11.3 – As mudanças só poderão ser feitas pelo elevador de serviços.

Art. 8.11.4– As pessoas contratadas pelo condômino para a realização de mudança, deverão
ser identificadas na portaria, e terem autorização prévia do proprietário do
apartamento.

Art. 8.11.5 – A administração somente permitirá o acesso ao condomínio para a execução de


mudanças para as unidades autônimas pertencentes a condôminos que estiveram
em dia com os pagamentos das contas condominiais.

Art. 8.11.6 – No caso de pane no elevador social, fica vetado o uso do elevador de serviços
para a realização de mudanças, que poderão ser feitas através das escadas.

Art. 8.11.7 – O Transporte e carga que possam danificar o funcionamento dos elevadores em
virtude do excesso de peso ou volume, terão de ser previamente autorizado pela
administração do condomínio que, em caso de dúvida, deverá consultar a empresa
encarregada da manutenção dos elevadores.

Art. 8.11.8 – O condômino, morador ou inquilino que estiver realizando sua mudança é o
único responsável por todo e qualquer dano ao edifício e as áreas comuns
provocado por ele ou por terceiros nos serviços da mudança, tais como, quebra ou
arranhadura nos elevadores, paredes, soleiras, batentes, portas, etc., ficando desde
já autorizado ao sindico a restaurar de imediato o dano e promover o reembolso ao
condomínio, adicionando o valor dos custos da restauração à contribuição mensal
subseqüente à ocorrência, do condômino proprietário da unidade autônoma que
promoveu a mudança.

Art. 8.12 – NORMAS PARA CARRINHO DE COMPRAS

Art. 8.12.1 – O Uso do carrinho de compras só será permitido no elevador de serviço, exceto
na hipótese do mesmo encontrar-se quebrado ou em manutenção, sendo, nesse
caso, permitido o seu uso pelo elevador social.

Art. 8.12.2 – Após utilizar o carrinho de compras o condômino deverá deixar no local
apropriado.
21

Art. 8.13 – NORMAS PARA ENTRADA DOS ENTREGADORES

Art. 8.13.1 A permissão de entrada, ou não, de entregadores será definida em Assembleia


Geral.

Art. 8.14 - NORMAS DE COLETA ADEQUADA DO LIXO

Art. 8.14.1 – o Lixo deve ser acondicionado em sacos plásticos devidamente fechados para
que não haja vazamentos e colocado em local apropriado, de acordo com ás
normas do regimento interno.

Art. 8.14.2 – O Lixo deverá ser colocado dentro dos recipientes localizado atrás da porta que
dá acesso ás escadas, que serão recolhidos pelos ASGs do Condomínio, ás 10
horas, de segunda a domingo.

Art. 8.14.3 - É proibido sacudir tapetes, toalhas, panos, sacos de aspirador de pó e outros, na
varanda das unidades.

Art. 8.14.4 - É proibido lançar quaisquer materiais, objetos, resíduos, restos ou detritos nas
partes comuns, áreas ou pátios internos do prédio, ou sobre a via pública adjacente
ao Condomínio, ficando responsáveis pelas conseqüências dessa infração os que
assim procederem.

Art. 8.14.5 - Entulhos provenientes de reformas deverão ser imediatamente removidas em


recipientes apropriados e deixado em locais apropriados.

Art. 8.14.6 – O lixo que contenha vidro deverá ser acondicionado em embalagens apropriadas
(material que dificulte rompimentos).

Art. 8.14.7 - Os lixos de fácil decomposição (crustáceos, vísceras de aves, etc.) para que não
venha incomodar os demais moradores, não deverão ser despejados nas lixeiras
situadas nas escadas e, sim, diretamente na lixeira geral situada no portão dos
fundos das garagens.

Art. 8.15 - REGULAMENTAÇÃO UTILIZAÇÃO PISCINA (REGIDA PELA LEI N°.


5.499 de 09/09/72)

Art. 8.15.1 - O uso da piscina assim como do seu bar, incluindo o freezer, é privativo dos
moradores e seus convidados, e sua utilização obedecerá ao disposto no Decreto-
Lei 448/81, parte I, e a este Regimento Interno.

Art. 8.15.2 - Os moradores terão direito a trazer convidados, no máximo 08 pessoas, por
condômino, os quais somente poderão usar as piscinas quando acompanhados do
morador por eles responsável.

Art. 8.15.3 - O convidado terá seu acesso permitido através de um termo de responsabilidade
que será assinado pelo morador, onde assumirá todo e qualquer risco proveniente
de uma utilização indevida.
22

Art. 8.15.4- O acesso às piscinas é proibido, se o usuário estiver com ferimentos, sofrendo de
afecção da pele ou inflamação do aparelho visual, auditivo, respiratório ou
qualquer outra doença infecto-contagiosa, mesmo estando com atestado médico
em vigência.

Art. 8.15.5 - Só será permitido o uso das piscinas pelo banhista, após a passagem pelo
chuveiro existente no local e em traje de banho.

Art. 8.15.6 – A Administração do condomínio solicitará que se retire (em) da mesma o (s)
usuário (s) que não estiver (em) convenientemente trajado (s) ou em atitude
atentatória à moral e aos bons costumes.

Art. 8.15.7- É expressamente proibido a qualquer título e em qualquer horário o uso de copos
e garrafas de vidro dentro da área das piscinas, assim como a utilização de óleos
bronzeadores em geral.

Art. 8.15.8- Os aparelhos sonoros deverão ser de uso individual (com fone de ouvido), de
modo a não prejudicar o sossego e o bem-estar dos demais usuários das piscinas,
devendo a utilização do som do bar, ser do agrado geral.

Art. 8.15.9- É expressamente proibido o consumo de bebida alcoólica por menores de


18(dezoito) anos. Aos adultos (acima de 18 anos) só será permitido em copos e
garrafas inquebráveis (plástico), desde que observadas as normas de segurança e
limpeza das piscinas.

Art. 8.15.10 - É proibida a utilização das piscinas para a promoção de festas de qualquer
natureza, salvo quando promovidas pela Administração do Condomínio.

Art. 8.15.11 - É proibida a prática de jogos esportivos nas piscinas, tais como: frescobol,
peteca, bola ou qualquer outro que possa interferir na segurança, sossego ou bem-
estar dos demais usuários. É também proibido o uso de pranchas e bóias que
apresentem perigo aos demais usuários, aparelhos de mergulho e/ou acessórios,
como nadadeiras, etc..

Art. 8.15.12 - É proibida a freqüência ou permanência no recinto das piscinas, de menores de


10 (dez) anos, quando desacompanhados de seus pais ou responsáveis.

Art. 8.15.13 - As piscinas funcionarão de terça-feira a Domingo, das 06:00 h. às 24:00 h.


Toda segunda-feira estará interditada para manutenção, exceto se for feriado,
quando então a interdição se dará no próximo dia útil.

Art. 8.15.14. - A Administração, por necessidade de serviços de reparação, poderá modificar


dias e horários de funcionamento das piscinas, devendo afixar no quadro de avisos
as alterações necessárias.

Art. 8.15.15 - Os móveis e utensílios das piscinas (cadeiras, mesas, etc.) não poderão ser
retirados, nem utilizados para fins diversos daqueles a que se destinam de suas
imediações.
23

Art. 8.15.16 - Não é permitido ao banhista, tanto nas bordas, como no interior da piscina,
fumar, beber ou alimentar-se, sendo permitido, porém, nas mesas próximas a
piscina.

Art. 8.15.17 – É expressamente proibido o uso do balcão do bar como assento, ou outro fim a
que não se destine.

Art. 8.15.18 – É expressamente proibido a utilização das espreguiçadeiras para fins diversos
daqueles a que se destinam.

Art. 8.16–REGULAMENTAÇÃO UTILIZAÇÃO DO SALÃO JOGOS

Art. 8.16.1 – 0 salão de Jogos funcionará diariamente, das 8 h. às 22h, não podendo ser
reservado para uso exclusivo.

Art. 8.16.2 - A solicitação de qualquer material para jogos deverá ser feita na portaria,
devendo o morador, no ato da requisição, registrar no livro próprio o número do
apartamento, ficando responsável pela devolução do material requisitado.

Art. 8.16.3 - Desde que acompanhados pelo morador, convidados poderão fazer uso do salão
de jogos.

Art. 8.16.4- A não observância deste Regulamento de uso do salão de jogos, implica ao
requisitante as seguintes sanções a critério do Síndico, Subsíndico e
Administrador, nesta ordem:

a) advertência;

b) suspensão do direito de uso por 03 (três) a 12(doze) meses;

c) multa por uso indevido e danos materiais, se não retificados num prazo de 07
(sete) dias úteis, no valor correspondente a 01 (uma) taxa condominial, vigente
na época da infração.

§ Único: Ao morador inadimplente não poderá ser cedido o material de jogos.

Art. 8.17 – REGULAMENTAÇÃO DA UTILIZAÇÃO DO HOME THEATER

Art. 8.17.1 - O Home Theater funcionará de segunda a domingo, das 08:00 h. às 23:00 h.

Art. 8.17.2 - Os condôminos e usuários do Home Theater ficam inteiramente cientes de que
nenhuma responsabilidade poderá ser imputada ao Condomínio ou qualquer
pessoa a ele vinculado, em decorrência de extravio ou danificação de DVDs
locadas.

Art. 8.17.3 - Desde que acompanhados pelo morador, convidados poderão fazer uso do Home
Theater.

Art. 8.17.4 - A cessão do Home Theater está condicionada à prévia assinatura, por parte do
requisitante, de um termo de responsabilidade, onde ficará expressamente
24

consignado que o mesmo recebeu as referidas dependências em perfeitas


condições, assumindo integralmente o ônus de quaisquer danos que venham a
registrar desde a entrega do home theater, inclusive, os causados por familiares e
convidados. Os equipamentos deverão ser devolvidos em perfeitas condições e a
sala devidamente limpa, imediatamente após o encerramento das atividades. O
mobiliário deverá ser arrumado de acordo com a disposição originalmente
encontrada.

Art. 8.17.5 – Para a utilização do home theater poderá ser cobrada uma taxa que tem por
finalidade cobrir as despesas de luz, conservação dos móveis e demais instalações.
O valor da taxa de utilização do home theater será estipulado pela Assembleia
Geral, cobrado pelo sindico no ato da reserva.

Art. 8.17.6 - Ao término da utilização, o morador, em conjunto com um funcionário do


Condomínio, para tal designado, efetuará uma conferência dos equipamentos,
desligando todos os equipamentos.

Art. 8.17.7- A não observância deste Regulamento de uso do home theater, implica ao
requisitante as seguintes sanções a critério do Síndico, Subsíndico e
Administrador, nesta ordem:

a) advertência;

b) suspensão do direito de uso por 03 (três) a 12(doze) meses;

c) multa por uso indevido e danos materiais, se não retificados num prazo de 07
(sete) dias úteis, no valor correspondente a 01 (uma) taxa condominial, vigente
na época da infração.

§ Único: Ao morador inadimplente não poderá ser cedido o home theater.

Art. 8.18 - REGULAMENTO DO SALÃO DE FESTAS

Art. 8.18.1 - O Condomínio possui um salão de uso exclusivo dos moradores, destinado para
promoção de pequenas atividades sociais, festas, recepções e aniversários, sendo
vedada a cessão do salão para atividades político-partidárias, religiosas (exceto
casamento), mercantis e jogos considerados de "azar" pela legislação pertinente.
Os demais atos e cerimônias ficam sujeitos à aprovação em Assembleia, mediante
solicitação prévia do condômino.

Art. 8.18.2 – Para a utilização do salão de festas poderá ser cobrada uma taxa que tem por
finalidade cobrir as despesas de luz, conservação dos móveis e demais instalações.
O valor da taxa de utilização do salão de festas será estipulado pela Assembleia
Geral, cobrado pelo sindico no ato da reserva.

Art. 8.18.3 - A utilização do salão ficará condicionada e deverá ser feita por escrito ao
Síndico com antecedência mínima de 15 (quinze) dias e máxima de 90 (noventa)
dias. Havendo mais de uma solicitação de reserva para o mesmo dia, a preferência
será para o primeiro solicitante. Não poderá haver exclusividade para um
25

determinado morador. A reserva será efetivada somente na presença do morador,


quando assinará a autorização de débito e o termo de responsabilidade.

Art. 8.18.4 – O uso do salão é limitado até as 24h., quando as festividades deverão se
encerrar, impreterivelmente. O uso de aparelhos sonoros será limitado até às 22h.,
devendo ainda ser utilizados com moderação nesse período, em observância ao
disposto nesse Regulamento e na Lei do Silêncio. Será permitido o uso de
instrumentos musicais tais como: violão, teclado, percussão, dentre outros, sendo
terminantemente proibido o uso de bandas, bateria musical, caixas de som que não
sejam as do próprio condomínio e/ou componentes eletrônicos,

Art. 8.18.4.1 – Para as festas de iniciativa do próprio Condomínio, não haverá limite de
horário.
Art. 8.18.5 - É vedada a cessão do salão para comemorações particulares dos moradores, nas
seguintes datas:

a) aos domingos;

b) véspera e dia de Natal;

c) véspera e dia de Ano Novo;

d) dias de Carnaval;

e) dias das mães;

f) dia de São João;

g) dia dos pais; e

h) dia das Crianças.

Art. 8.18.6 - A cessão do salão está condicionada à prévia assinatura, por parte do
requisitante, de um termo de responsabilidade, onde ficará expressamente
consignado haver recebido as referidas dependências limpa e em perfeitas
condições, assumindo integralmente o ônus de quaisquer danos que venham a
registrar desde a entrega do salão, inclusive os causados por familiares,
convidados, prepostos, pessoal contratado e empregados.

Art. 8.18.7 - O condômino usuário do salão deverá orientar seus convidados no sentido de
que não utilizem outras áreas comuns do Condomínio, que evidentemente não
fazem parte do salão, salvo se esta área também foi reservada pelo condômino.

Art. 8.18.8 - O requisitante assumirá, para todos os efeitos legais, a responsabilidade pela
manutenção do respeito e das boas normas de conduta e convivência social no
decorrer das atividades, comprometendo-se, na medida do possível, a reprimir
abusos e excessos e afastar pessoas cuja presença seja considerada inconveniente.

Art. 8.18.9 - Ao término da festa, o morador, deverá entregar o ambiente limpo; um


funcionário do Condomínio, para tal designado e em conjunto com o condômino,
fará uma conferência das peças decorativas, vistoria das áreas utilizadas e
26

adjacentes, como play, piscinas, etc., anotando no “Livro de Ocorrências” qualquer


avaria ou dano causado pelo morador à área utilizada.

Art. 8.18.10 - A avaliação dos prejuízos eventualmente causados no Condomínio, para efeito
de ressarcimento por parte do requisitante, será feita através de coleta de preços
entre as firmas habilitadas à execução dos serviços de reparo ou reposição das
instalações danificadas, cabendo recurso à Assembleia Geral do Condomínio.

Art. 8.18.11 - A recusa no pagamento, ou sua demora por mais de quinze dias, a partir da
ciência da notificação, para ressarcimento das despesas havidas com a reparação
dos danos causados, acarretará o acréscimo de 20% (vinte por cento) no montante
dos danos apurados e a cobrança judicial do débito, com pagamento de custas e
honorários advocatícios, bem como a perda do direito de requisição do salão até o
cumprimento efetivo das obrigações.

Art. 8.18.12 - A capacidade máxima para festas privativas dos moradores, no Salão de Festas,
é de 120 (cento e vinte) convidados.

Art. 8.18.13- As mesas, cadeiras e demais móveis e utensílios não poderão ser retirados do
Salão de Festas, nem utilizados para fins diversos aos que se destinam.

Art. 8.18.14 – Fica ciente o requisitante do salão de festas que quando da reserva, o tempo de
utilização do salão deverá contemplar o período anterior ao início do evento,
necessário à sua organização, bem como o tempo previsto para a limpeza do salão,
após o seu término.

Art. 8.18.15 - Os responsáveis pelos eventos deverão obrigatoriamente fornecer à


Administração uma lista com o nome dos convidados, com, no mínimo, 02 (duas)
horas de antecedência, para fins de controle de entrada na portaria.

Art. 8.18.16 - Recomenda-se não fumar no interior do salão de festas.

Art. 8.18.17- É expressamente proibida o consumo de bebida alcoólica por menores de


18(dezoito) anos.

Art. 8.18.18- O Condomínio não se responsabiliza por danos ocorridos sem respeitar a
voltagem das instalações elétricas existentes na dependência do salão de festas,
sendo terminantemente proibido a realização de gambiarras ou novas instalações
elétricas por parte dos usuários.

Art. 8.18.19- As festas privativas restringir-se-ão ao ambiente interno do salão de festas,


sendo proibida a montagem de barracas, carrinhos, churrasqueiras, fogões, fornos,
ou utensílios similares, inclusive mesas e cadeiras nas áreas externas de uso
comum.

Art. 8.18.20 – Para que um determinado condômino possa efetuar uma outra reserva, deverá,
obrigatoriamente, ter utilizado a anterior.
27

Art. 8.18.21- A não observância deste Regulamento de uso do salão de festas, implica ao
requisitante as seguintes sanções a critério do Síndico, Subsíndico e
Administrador, nesta ordem:

a) advertência;

b) suspensão do direito de uso por 03 (três) a 12(doze) meses;

c) multa por uso indevido e danos materiais, se não retificados num prazo de 07
(sete) dias úteis, no valor correspondente a 01 (uma) taxa condominial, vigente
na época da infração.

§ Único: Ao morador inadimplente não poderá ser cedido o salão de festas;

Art. 8.19 – REGULAMENTAÇÃO DAS QUADRAS POLIESPORTIVAS, DE AREIA E


DE SQUASH

Art. 8.19.1 – O horário de funcionamento das quadras do condomínio será das 08:00 h. às
22:00 h sendo privativo dos moradores.

Art. 8.19.2 - Desde que acompanhados pelo morador, convidados poderão fazer uso das
Quadras, limitando-se em até cinco convidados para as Quadras de areia e a
poliesportivas, e um convidado para a de squash.

Art. 8.19.3 - A cessão da quadra de squash poderá ser reservada, individualmente, das 8 às
17h, condicionada à prévia assinatura, por parte do requisitante, de um termo de
responsabilidade, onde ficará expressamente consignada que o mesmo recebeu a
referida dependência em perfeitas condições, assumindo integralmente o ônus de
quaisquer danos que venham a registrar desde a entrega da quadra, inclusive, os
causados por familiares e convidados. Após as 17h a quadra de squash ficará livre
para todos os condôminos que se organizarão entre si, formando os grupos.

Art. 8.19.4 – Qualquer dano causado às quadras, luminárias e equipamento esportivos. será
responsabilizado o(s) condômino(s) requisitante ou presentes no ato, conforme o
caso.

Art. 8.19.5 – É proibido o uso de copos e garrafas de vidros e qualquer produto alimentício
nas quadra do condomínio.

Art. 8.19.6- A não observância deste Regulamento de uso das quadras poliesportivas, de areia
e de squash, implica ao requisitante as seguintes sanções a critério do Síndico,
Subsíndico e Administrador, nesta ordem:

a) advertência;

b) suspensão do direito de uso por 03 (três) a 12(doze) meses;

c) multa por uso indevido e danos materiais, se não retificados num prazo de 07
(sete) dias úteis, no valor correspondente a 01 (uma) taxa condominial, vigente
na época da infração.
28

Art. 8.20 - REGULAMENTO DAS CHURRASQUEIRAS

Art. 8.20.1 - As churrasqueiras (fixa e móveis) são para uso exclusivo dos moradores e seus
convidados, destinadas para a promoção de pequenas atividades sociais: festas,
recepções ou aniversários, sendo vedada sua cessão para atividades político-
partidárias, religiosas, mercantis e jogos considerados de "azar" pela legislação
pertinente.

Art. 8.20.1.1 - Não será permitida a utilização de equipamentos com resistência elétrica
(churrasqueiras, gril’s elétricos, etc.);

Art. 8.20.2 - A cessão das churrasqueiras será das 09:00 h. às 22:00 h., quando as festividades
deverão se encerrar.

Art. 8.20.3 - Aparelhos sonoros ou instrumentos musicais deverão ser usados de forma a não
causar transtornos ou desconforto aos demais moradores. Excessos como
algazarras, gritarias, etc., serão passíveis de multa conforme determina o
Regulamento Interno.

Art. 8.20.4 - A cessão das churrasqueiras está condicionada à prévia assinatura, por parte do
requisitante, de um termo de responsabilidade, onde ficará expressamente
consignada que o mesmo recebeu as referidas dependência em perfeitas condições,
assumindo integralmente o ônus de quaisquer danos que venham a registrar desde
a entrega da churrasqueira, inclusive, os causados por familiares, convidados,
prepostos, pessoal contratado e empregados. Quando de sua reserva, serão
utilizadas as mesas e cadeiras que fazem parte do acervo do local, bem como os
banheiros próximos. Os utensílios deverão ser devolvidos em perfeitas condições,
imediatamente após o encerramento das atividades. As mesas e cadeiras deverão
ser arrumadas de acordo com a disposição originalmente encontrada.

Art. 8.20.5 - O condômino usuário da churrasqueira deverá orientar seus convidados no


sentido de que não utilizem outras áreas comuns do Condomínio, que
evidentemente não fazem parte das churrasqueiras.

Art. 8.20.6 - E vedada a cessão das churrasqueiras para comemorações particulares dos
moradores, nas seguintes datas:

a) aos domingos;

b) véspera e dia de Natal;

c) véspera e dia de Ano Novo;

d) dias de Carnaval;

e) dias das mães;


29

f) dia de São João;

g) dia dos pais; e

h) dia das Crianças.

Art. 8.20.7 - O requisitante assumirá, para todos os efeitos legais, a responsabilidade pela
manutenção do respeito e das boas normas de conduta e convivência social no
decorrer das atividades, comprometendo-se a reprimir abusos e excessos e afastar
pessoas cuja presença seja considerada inconveniente.

Art. 8.20.8 - Ao término da festa, o morador, deverá entregar o ambiente limpo. Um


funcionário do Condomínio, para tal designado e em conjunto com o condômino,
fará uma conferência dos móveis, equipamentos, etc., anotando no “Livro de
Ocorrências” qualquer avaria ou dano causado pelo morador à área utilizada.

Art. 8.20..9 - A avaliação dos prejuízos eventualmente causados no Condomínio, para efeito
de ressarcimento por parte do requisitante, será feita através de coleta de preços
entre as firmas habilitadas à execução dos serviços de reparos ou reposição das
instalações danificadas, cabendo recurso à Assembleia Geral do Condomínio.

Art. 8.20.10 - A recusa do pagamento, ou demora por mais de quinze dias, a partir da ciência
da notificação, para ressarcimento das despesas havidas com a reparação dos
danos causados, acarretará o acréscimo de 20% (vinte por cento) no montante dos
danos apurados e a cobrança judicial do débito, com pagamento de custas e
honorários advocatícios, bem como a perda do direito de requisitar as
churrasqueiras até o cumprimento efetivo das obrigações.

Art. 8.20.11 - A capacidade máxima da churrasqueira é de 20 (vinte) pessoas.

Art. 8.20.12 - Os responsáveis pelos eventos deverão obrigatoriamente fornecer à


Administração, uma lista com o nome dos convidados com, no mínimo, 02 horas
de antecedência, para que a mesma auxilie no controle de entrada na portaria.

Art. 8.20.13 – O Condômino deverá providenciar a limpeza dos apetrechos e da área da


churrasqueira imediatamente após o seu uso.

Art. 8.20.14 – Para que um determinado condômino possa efetuar uma outra reserva, deverá,
obrigatoriamente, ter utilizado a anterior.

Art. 8.20.15- A não observância deste Regulamento de uso das churrasqueiras, implica ao
requisitante as seguintes sanções a critério do Síndico, Subsíndico e
Administrador, nesta ordem:

a) advertência;

b) suspensão do direito de uso por 03 (três) a 12(doze) meses;

c) multa por uso indevido e danos materiais, se não retificados num prazo de 07
(sete) dias úteis, no valor correspondente a 01 (uma) taxa condominial, vigente
na época da infração.
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§ Único: Ao morador inadimplente não poderá ser cedida a churrasqueira.

Art. 8.21 - REGULAMENTO DA ACADEMIA DE GINÁSTICA

Art. 8.21.1 - As dependências existentes para a prática de ginástica e musculação são de uso
exclusivo dos moradores.

Art. 8.21.2 - Os menores de 18 (dezoito) anos só poderão praticar exercícios na sala de


ginástica mediante autorização expressa, por escrito, dos pais ou responsáveis
legais. Por questões de segurança e riscos proeminentes do uso indevido de
aparelhos, fica proibida a permanência de menores de 14 (quatorze) anos, sendo o
Condomínio isento de qualquer responsabilidade quando a sala de ginástica for
indevidamente usada, cabendo aos responsáveis, orientar os menores, sobre a
inconveniência e perigo do uso desses equipamentos.

Art. 8.21.3 - Sendo a sala de ginástica um local de acesso livre, cabe a cada usuário o
discernimento quanto ao risco da prática da ginástica sem uma prévia avaliação
médica, não cabendo ao Condomínio qualquer responsabilidade quanto às
conseqüências que possam advir da inobservância de tais precauções.

Art. 8.21.4 - Os equipamentos presentes não poderão ser removidos de seus lugares e nem
utilizados para fins diversos aos quais se destinam.

Art. 8.21.5 - È proibido fumar no interior da sala de ginástica.

Art. 8.21.6 - Pessoas que apresentam problemas cardíacos, só devem utilizar a sala de
ginástica, mediante atestado médico.

Art. 8.21.7 - É vedado a qualquer título ceder ou alugar toda ou parte da sala de ginástica,
para pessoas, grupos, agremiações ou entidades de qualquer natureza, com ou sem
fins lucrativos.

Art. 8.21.8 – Não será permitido o uso de aparelho em manutenção.

Art. 8.21.9 – É proibido o uso de copos e garrafas de vidros e qualquer produto alimentício
na academia de ginástica.

Art. 8.21.10 – Será exigido o uso obrigatório de tênis, toalha para enxugar o suor e roupas
apropriadas.

Art. 8.21.11 - O horário de funcionamento da sala de ginástica será das 06:00 h. às 23:00 h.

Art. 8.21.12 – É de inteira responsabilidade do condômino os danos causados nos aparelhos e


nas dependências da sala de ginástica, por imprudência, negligência e imperícia na
sua utilização.

Art. 8.21.13- A não observância deste Regulamento de uso academia de ginástica, implica ao
requisitante as seguintes sanções a critério do Síndico, Subsíndico e
Administrador, nesta ordem:
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a) advertência;

b) suspensão do direito de uso por 03 (três) a 12(doze) meses;

c) multa por uso indevido e danos materiais, se não retificados num prazo de 07
(sete) dias úteis, no valor correspondente a 01 (uma) taxa condominial, vigente
na época da infração.

§ Único: O morador inadimplente não poderá fazer uso da academia de ginástica.

Art. 8.22 - REGULAMENTO DO PLAYGROUND E ÁREAS DE JARDINS

Art. 8.22.1 - O playground é de uso exclusivo dos moradores e seus visitantes. A idade
máxima é de 12 (doze) anos, as crianças menores de 06 (seis) anos, deverão estar
acompanhadas de seus respectivos responsáveis.

Art. 8.22.2 - O playground será composto de brinquedos para uso infantil, se possível, para
atender às várias faixas etárias.

Art. 8.22.3 - O horário de funcionamento do playground será das 08:00 h. às 22:00 h..

Art. 8.22.4 - É proibido o uso do playground de modo que possa perturbar ou interferir no
direito de outras pessoas de desfrutarem do mesmo, ou quando a sua utilização
causar barulho nocivo ao sossego e o repouso dos demais moradores do
Condomínio.

Art. 8.22.5 - O condômino que causar dano às dependências do playground, fica obrigado a
repará-los, de acordo com o valor que for apurado pela Administração do
Condomínio, sob pena de cobrança judicial e multa prevista na Convenção, no
caso de recusa.

Art. 8.22.6- As áreas ajardinadas do prédio compõem o visual arquitetônico e sua


conservação deverá ser uma preocupação de todos os moradores, ficando proibida
a colocação de mesas, cadeiras, poltronas e outros objetos que possam agredir nos
espaços gramados.

Art. 8.22.6.1 – Bem como já definido no art. 8.7.6, são proibidos os jogos ou qualquer prática
esportiva nos espaços gramados.

Art. 8.23 - REGULAMENTO DO KIDS CLUB

Art. 8.23.1 - O Kids Club funcionará de segunda a domingo, das 08:00 h. às 22:00.

Art. 8.23.2 - Desde que acompanhados pelo morador, convidados poderão fazer uso do Kids
Club.

Art. 8.23.3 – Só é permitido a utilização por crianças maiores de 10 anos, acompanhadas por
um adulto.
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Art. 8.23.4 - A cessão do Kids Club está condicionada à prévia assinatura, por parte do
requisitante, de um termo de responsabilidade, onde ficará expressamente
consignado que o mesmo recebeu as referidas dependências em perfeitas
condições, assumindo integralmente o ônus de quaisquer danos que venham a
registrar desde a entrega do Kids Club, inclusive, os causados por familiares e
convidados. Os equipamentos deverão ser devolvidos em perfeitas condições,
imediatamente após o encerramento das atividades.

Art. 8.24 – REGULAMENTO DA UTILIZAÇÃO DO SPA COM HIDROMASSAGEM

Art. 8.24.1 –O uso da hidromassagem é privativo dos moradores, sendo obrigatório o exame
médico periódico para freqüentá-la.

Art. 8.24.2 –Só será permitido o uso da hidromassagem após a passagem pelo chuveiro, e os
freqüentadores devem estar em traje de banho (maiô, biquíni de nylon ou sunga).

Art. 8.24.3 –– A SPA com Hidromassagem funcionará de Terça-feira a Domingo, das 06:00h
às 23:00h. Toda segunda-feira ficará interditada para manutenção, exceto se for
feriado, quando então essa interdição se dará no próximo dia útil.

Art. 8.24.4 – É proibido o uso de copos e garrafas de vidros e qualquer produto alimentício
na área da hidromassagem, assim como óleos bronzeadores em geral.

Art. 8.24.5 - É proibida a prática de jogos esportivos na hidromassagem, tais como: frescobol,
peteca, bola ou qualquer outro que possa interferir na segurança, sossego ou bem-
estar dos demais usuários.

Art. 8.24.6- A não observância deste Regulamento de uso da piscina de hidromassagem,


implica ao requisitante as seguintes sanções a critério do Síndico, Subsíndico e
Administrador, nesta ordem:

a) advertência;

b) suspensão do direito de uso por 03 (três) a 12(doze) meses;

c) multa por uso indevido e danos materiais, se não retificados num prazo de 07
(sete) dias úteis, no valor correspondente a 01 (uma) taxa condominial, vigente
na época da infração.

§ Único: O morador inadimplente não poderá fazer uso da piscina de


hidromassagem.

Art. 8.25 - REGULAMENTO DA UTILIZAÇÃO DO ESPAÇO GOURMET

Art. 8.25.1 - O Condomínio possui um Espaço Gourmet de uso exclusivo dos moradores,
destinado para promoção de pequenas atividades sociais, festas, recepções e
aniversários, sendo vedada a cessão do espaço para atividades político-partidárias,
religiosas, mercantis e jogos considerados de "azar" pela legislação pertinente.
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Art. 8.25.2 - A utilização do Espaço ficará condicionada e deverá ser feita por escrito ao
Síndico com antecedência mínima de 08 (oito) dias e máxima de 90 (sessenta)
dias. Havendo mais de uma solicitação de reserva para o mesmo dia, a preferência
será para o primeiro solicitante. Não poderá haver exclusividade para um
determinado morador. A reserva será efetivada somente na presença do morador,
quando assinará a autorização de débito e o termo de responsabilidade.

Art. 8.25.3 - O uso do Espaço é limitado até às 24 h., quando as festividades deverão se
encerrar, impreterivelmente. O uso de aparelhos sonoros será limitado até às 22:00
h., devendo ainda ser utilizados com moderação nesse período, em observância ao
disposto nesse Regulamento e na Lei do Silêncio.

Art. 8.25.4 - É vedada a cessão do Espaço para comemorações particulares dos moradores,
nas seguintes datas:

a) aos domingos;

b) véspera e dia de Natal;

c) véspera e dia de Ano Novo;

d) dias de Carnaval;

e) dias das mães;

f) dia de São João;

g) dia dos pais; e

h) dia das Crianças.

Art. 8.25.5 - A cessão do espaço está condicionada à prévia assinatura, por parte do
requisitante, de um termo de responsabilidade, onde ficará expressamente
consignado haver recebido as referidas dependências em perfeitas condições,
assumindo integralmente o ônus de quaisquer danos que venham a registrar desde
a entrega do Espaço, inclusive os causados por familiares, convidados, prepostos,
pessoal contratado e empregados.

Art. 8.25.6 - Ao término da festa, o morador, deverá entregar o ambiente limpo. Um


funcionário do Condomínio, para tal designado e em conjunto com o condômino,
fará uma conferência dos móveis, equipamentos, etc., anotando no “Livro de
Ocorrências” qualquer avaria ou dano causado pelo morador à área utilizada.

Art. 8.25.7 - A avaliação dos prejuízos eventualmente causados no Condomínio, para efeito
de ressarcimento por parte do requisitante, será feita através de coleta de preços
entre as firmas habilitadas à execução dos serviços de reparo ou reposição das
instalações danificadas, cabendo recurso à Assembleia Geral do Condomínio.
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Art. 8.25.8 - A recusa no pagamento, ou sua demora por mais de quinze dias, a partir da
ciência da notificação, para ressarcimento das despesas havidas com a reparação
dos danos causados, acarretará o acréscimo de 20% (vinte por cento) no montante
dos danos apurados e a cobrança judicial do débito, com pagamento de custas e
honorários advocatícios, bem como a perda do direito de requisição do Espaço até
o cumprimento efetivo das obrigações.

Art. 8.25.9- As mesas, cadeiras e demais móveis e utensílios não poderão ser retirados do
Espaço Gourmet , nem utilizados para fins diversos aos que se destinam.

Art. 8.25.10- A não observância deste Regulamento de uso do espaço gourmet, implica ao
requisitante as seguintes sanções a critério do Síndico, Subsíndico e
Administrador, nesta ordem:

a) advertência;

b) suspensão do direito de uso por 03 (três) a 12(doze) meses;

c) multa por uso indevido e danos materiais, se não retificados num prazo de 07
(sete) dias úteis, no valor correspondente a 01 (uma) taxa condominial, vigente
na época da infração.

§ Único: Ao morador inadimplente não poderá ser cedido o Espaço Gourmet.

Art. 8.26 – SEGURANÇA

Art. 8.26.1 - Os moradores deverão manter fechadas as portas de seus apartamentos e, em


nenhuma hipótese, o Condomínio será responsabilizado por furtos ou roubos que
ocorram nos apartamentos.

Art. 8.26.2 - É obrigatória a comunicação imediata ao zelador do prédio, e a autoridade


competente, a existência de qualquer moléstia infecto-contagiosa em morador do
Condomínio.

Art. 8.26.3 - Por motivo de segurança estrutural, qualquer obra que altere ou modifique a
distribuição interna do espaço de um apartamento, só poderá ser executada após
prévia autorização por escrito, do Síndico mediante um laudo de empresa
especializada para justificar a autorização, sendo que as despesas para a
contratação da empresa que emitirá o laudo, deverão ser suportadas pelo
condômino solicitante.

Art. 8.26.4 - Por motivo de segurança das instalações e do próprio edifício como um todo,
fica expressamente vedada a execução nos apartamentos de qualquer instalação
que resulte em sobrecarga mecânica e/ou elétrica para o prédio, sem prévia
autorização por escrito do Síndico, que deverá ter laudo de empresa especializada
no assunto emitindo parecer favorável. As despesas com o parecer antes referido
também deverão ser suportadas pelo condômino solicitante.

Art. 8.26.5 - É proibido aos moradores e visitantes entrar nas dependências reservadas aos
equipamentos e instalações do Condomínio tais como: casas de máquinas, de
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bombas, de incêndio, exaustores, bombas d'água, equipamentos de piscinas,


medidores de luz e gás, hidrômetro, sala de computação, telefonia, telhado, sala de
gerador e estação de esgoto (ETE ).

Art. 8.26.6 – Os moradores ao se ausentarem, indicarão o endereço onde o sindico disporá


das chaves para atender aos apartamentos em situação de urgência devidamente
comprovada, caso contrário o estado de emergência justificará o procedimento de
ingresso no apartamento, autorizado pela administração.

Art. 8.27 - AS PENALIDADES E INDENIZAÇÕES POR DANOS CAUSADOS

Art. 8.27.1 - A falta de cumprimento ou inobservância de qualquer das estipulações desta


Convenção e do regimento Interno tornará o condômino infrator passível de
advertência escrita pelo síndico que, se não atendida no prazo de três dias, será
convertida em multa equivalente a no mínimo 50% da quota de condomínio do
mês da inobservância; pela 3ª advertência, será cobrada nova multa de 100% da
quota de condomínio do mês da inobservância e, por último, impetrada uma ação
judicial.

Art. 8.27.2 - Fica, desde já, eleito pelos condôminos o rito sumário para a cobrança de
quaisquer contribuições das multas e juros, além das importâncias relativas aos
honorários de advogado e custas do processo que forem despendidos, na hipótese
da necessidade de qualquer procedimento judicial.

Art. 8.27.3 – O condômino que não pagar a sua contribuição até a data marcada para o seu
vencimento, fica sujeito à multa de 2% (dois por cento) sobre o total do débito,
acrescidos de juros de 1% (um por cento) ao mês, correção monetária e honorários
advocatícios.

Art. 8.27.4 - O condômino ou possuidor que realizar obras que comprometam a segurança das
edificações, alterar a forma e a cor da fachada, das partes e esquadrias externas,
utilizá-las de maneira prejudicial ao sossego, salubridade e segurança dos
possuidores, ou aos bons costumes ou alterar a destinação do apartamento, pagará
a multa de até cinco vezes o valor do condomínio.

Art. 8.27.5 - O condômino ou possuidor que não cumprir reiteradamente (três vezes advertido
por escrito) com os seus deveres perante o condomínio poderá, por deliberação de
3/4 (três quartos) dos condôminos restantes, ser constrangido a pagar multa
correspondente a até cinco vezes o valor do condomínio, independentemente das
perdas e danos que se apurem.

Art. 8.27.6 – O condômino ou possuidor que, por seu reiterado comportamento anti-social,
gerar incompatibilidade de convivência com os demais condôminos o possuidores,
poderá ser constrangido a pagar multa correspondente a até dez vezes o valor do
condomínio, por deliberação de 3/4 (três quartos) dos condôminos restantes.

Art. 8.27.7 - Além das sanções já anteriormente previstas, o condômino que estiver
infringindo o Regimento e a Convenção, incorrerá nas seguintes penas:
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a) Perda do direito de representação de voto nas Assembleias Gerais e de ser eleito


para integrar, a qualquer título, a Administração do Condomínio, pelo tempo em
que se encontrar em débito para com o Condomínio, exceto nas hipóteses neste
Regimento especialmente ressalvadas;

b) As multas previstas neste Regimento Interno, Regulamentos ou na Convenção,


deverão ser aplicadas e depois comunicadas por escrito ao infrator.

Art. 8.27.8 – Os Valores das multas arrecadadas se reverterão para o fundo de reservas.

Art. 8.28 - DAS DISPOSIÇÕES ESPECIAIS

Art. 8.28.1 - DOS CONVIDADOS

a) cada condômino tem o direito de receber tantos convidados quanto deseje em


sua unidade, respeitada a segurança, bem-estar e tranqüilidade dos demais
condôminos;

b) a entrada de convidados no edifício, somente ocorrerá após o respectivo


condômino ter sido consultado pelo interfone a respeito ou quando previamente
autorizado pelo mesmo, através de comunicação à segurança do Condomínio, na
entrada do prédio, devendo o porteiro anotar em ficha de controle de entrada de
visitantes ou prestadores de serviços próprio, o nome do visitante, o nome do
visitado, a pessoa que autorizou o ingresso do convidado no Condomínio e o
horário de entrada e saída do ( s) mesmo (s ).

c) Será permitido o acesso de no máximo oito convidados por Apartamento nas áreas
de lazer, desde que acompanhados do morador por eles responsável, excetuando-
se a quantidade determinada para cada área específica.

Art. 8.28.2 - ANIMAIS DOMÉSTICOS

Art. 8.28.2.1 - A presença de animais de pequeno porte será tolerada no Condomínio, contudo
fica impedida a manutenção de animais ruidosos ou perigosos que não sejam do
grupo de companhia que possam tirar a segurança e tranqüilidade dos demais
moradores do Condomínio, fica impedido a circulação ou manutenção, nas
dependências comuns de qualquer tipo de animal, devendo o proprietário do
animal atentar para o que segue:

a) os animais acima especificados só poderão transitar nos elevadores de serviço;

b) o proprietário de animais deverá proceder o cadastro do mesmo junto à


administração do Condomínio;

c) os proprietários de animais deverão apresentar, ao síndico, carteira de vacinação


exigida pela Secretaria de Saúde do Estado ou de entidade privada respeitando as
devidas datas de validade;
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d) é proibido possuir e manter no condomínio animais domésticos que possam


agredir moradores e visitantes bem como sujar as áreas comuns do condomínio,
ficando sob responsabilidade do proprietário a reparação de danos e/ou limpeza
das áreas atingidas; e

e) os animais existentes no condomínio que venham comprovadamente a perturbar


o sossego, colocar em risco a integridade dos moradores ou tentar contra higiene e
sanidade, deverão ser retiradas do condomínio.

Art. 8.29 - DIREITOS E DEVERES DOS CONDÔMINOS

Art. 8.29.1- DOS DIREITOS DE CADA CONDÔMINO

Art. 8.29.1.2- Usar e dispor da parte de sua propriedade exclusiva, como melhor lhe aprouver,
desde que fiquem respeitadas as disposições desta Convenção e Regulamento, de
forma, também, a não prejudicar igual direito dos demais condôminos e a não
comprometer a segurança, higiene e o bom nome do condomínio.

Art. 8.29.1.3 - Usar da coisa comum, conforme o seu destino e sobre ela exercer todos os
direitos que lhe confere a presente Convenção e este Regulamento.

Art. 8.29.1.4 - Reivindicar sua unidade de terceiros que a ocupem, vendê-la, alugá-la, agravá-
la, transferindo a sua propriedade e posse, independentemente da anuência dos
demais condôminos.

Art. 8.29.2 - É DEVER DE CADA CONDÔMINO, OCUPANTES, SUAS FAMÍLIAS E


EMPREGADOS:

Art. 8.29.2.1 - Cumprir, fazer respeitar e fiscalizar a observância do disposto nesta


Convenção e neste Regulamento.

Art. 8.29.2.2 - Concorrer, na proporção fixada para sua unidade, para as despesas necessárias
à conservação, ao funcionamento, à limpeza e segurança do condomínio, inclusive
para o seguro deste, qualquer que seja a sua natureza, aprovadas em assembleia, na
forma prevista no art. 6.13.

Art. 8.29.2.3 -Suportar, na mesma proporção, os ônus a que estiver ou ficar sujeito no
condomínio, em seu conjunto.

Art. 8.29.2.4 -Exigir do síndico, subsíndico, ou administrador as providências que forem


necessárias ao cumprimento fiel da presente Convenção.

Art. 8.29.2.5 -Comunicar ao síndico qualquer caso de moléstia epidêmica para fins de
providências junto à saúde pública.

Art. 8.29.2.6 - Facilitar ao síndico e seus prepostos o acesso às unidades de sua propriedade.
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Art. 8.29.3 - É VEDADO AOS CONDÔMINOS, OCUPANTES, SUAS FAMÍLIAS E


EMPREGADOS:

Art. 8.29.3.1 Alterar a forma externa da fachada, salvo as modificações permitidas nesta
Convenção e desde que seja autorizada pela Assembleia Geral dos condôminos,
convocada para esse fim, na qual a decisão será tomada na forma estipulada no
Art. 15º.

Art. 8.29.3.2 - Decorar as paredes e esquadrias externas com tonalidade ou cores diversas das
empregadas no conjunto da edificação.

Art. 8.29.3.3 - Destinar à unidade de sua propriedade ou que ocupe, utilização diversa da
finalidade estabelecida neste instrumento ou usá-la de forma nociva ou perigosa ao
sossego, à salubridade, à higiene e segurança dos demais condôminos; instalar em
qualquer dependência do condomínio ou seus apartamentos hospedarias, oficinas
de qualquer natureza, clubes carnavalescos, agremiações ou partidos políticos,
cursos ou escolar, entidades ou agremiações estudantis, laboratórios de análises
químicas, enfermarias, ateliês de corte, costura e chapéus, salões de beleza,
cabeleireiros, manicures, instituições destinadas à prática de cultos religiosos, bem
como para quaisquer destinações não residenciais, isto é, comerciais, culturais ou
recreativas, etc.; usar, ceder ou alugar os apartamentos para fins incompatíveis
com a decência e o sossego do condomínio ou permitir a sua utilização por pessoas
de vida ou de maus costumes, passíveis de repreensão penal ou policial, ou que, de
qualquer forma ou modo possam prejudicar a boa ordem ou afetar a reputação do
prédio.

Art. 8.29.3.4 - Remover pó de tapetes e cortinas e outros pertences nas janelas, promovendo a
limpeza de sua unidade de forma a não prejudicar o asseio das partes comuns.

Art. 8.29.3.5 - Estender ou secar roupas, tapetes, toalhas e outros pertences em locais visíveis
do prédio.

Art. 8.29.3.6 - Colocar em peitoris, janelas terraço, áreas de serviços, varandas e amuradas
vasos, enfeites e plantas e quaisquer outros objetos que possam a qualquer
momento cair nas áreas externas e internas, tornando perigosa a passagem por elas.

Art. 8.29.3.7 – violar de qualquer forma a lei do silêncio, usar aparelhos radiofônicos, alto-
falantes, televisão, eletrolas, hi-fi e similares, buzinas, instrumentos de sopro,
corda, percussão e quaisquer outros em elevado som, de modo que perturbe o
sossego dos condôminos vizinhos.

Art. 8.29.3.8– Promover sem o conhecimento e anuência prévia do síndico, em suas unidades
ou partes comuns, festas, reuniões e ensaios com orquestras e conjuntos musicais,
quaisquer que sejam os gêneros de música.

Art. 8.29.3.9–Usar rádios transmissores e receptores que causem interferência nos demais
aparelhos elétricos existentes no condomínio e de propriedade dos demais
condôminos.

Art. 8.29.3.10– Utilizar, dentro dos apartamentos, aparelhos como fogões, aquecedores e
similares, do tipo que não seja à gás e à elétrica.
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Art. 8.29.3.11– Construir novas dependências de uso particular que afetem ou prejudiquem a
solidez do prédio e as disposições legais pertinentes às construções.

Art. 8.29.3.12– Cuspir, lançar papéis, cinzas, pontas de cigarros, líquidos, lixos e quaisquer
outros objetos e detritos pelas janelas.

Art. 8.29.3.13– Usar toldos externos nas janelas, varandas, terraços, áreas de serviços ou
amuradas.

Art. 8.29.3.14– Usar nos WW.CC. outro tipo de papel que não seja o higiênico.

Art. 8.29.3.15– Gritar, conversar, discutir em voz elevada e ainda pronunciar palavras de
baixo calão, quer seja dentro e ou fora de sua unidade, comprometendo a boa regra
de convivência do condomínio, com a violação das normas elementares da boa
educação.

Art. 8.29.3.16– Utilizar-se dos empregados do condomínio para seus serviços particulares, no
horário de trabalho deles.

Art. 8.29.3.17– Guardar explosivos e inflamáveis nos apartamentos e dependências, queimar


fogos de artifícios de qualquer natureza nas janelas, varandas, terraços, áreas de
serviço e amuradas, ter ou usar instalações ou materiais suscetíveis que, de
qualquer forma, possam afetar a saúde e a segurança dos demais moradores do
edifício, ou de que possa resultar em aumento do prêmio de seguro.

Art. 8.29.3.18– Instalar nas paredes dos edifícios, fios ou condutores de qualquer espécie,
colocar placas, avisos, letreiros, cartazes, anúncios ou reclames na parte externa
dos prédios, nas janelas, terraços, varandas e amuradas, área e corredores do
prédio, prejudicando a sua estética e, ainda, usar máquinas e aparelhos ou
instalações que provoquem trepidações e ruídos excessivos.

Art. 8.29.3.19–Obstruir o passeio, entradas, áreas comuns, vestíbulos, corredores, halls,


escadas, terraços, elevadores, ainda que em caráter provisório, ou utilizar alguma
dessas dependências para qualquer fim que não o de trânsito, sendo proibido nelas
o estacionamento de criados ou visitantes, quer isoladamente, quer em grupos.

Art. 8.29.3.20– Transportar cargas e bagagens nos elevadores sociais, salvo por motivo de
força maior, a juízo do síndico ou de seus prepostos.

Art. 8.29.3.21– Abandonar torneiras de água e bicos de gás abertos ou deixar de consertá-los,
quando estejam dando, respectivamente, escoamento de água das caixas dos
prédios e escapamento de gás, com perigo à segurança do condomínio ou do
ocupante infrator e a de seus vizinhos.

Art. 8.29.3.22– Praticar jogos esportivos com bolas, petecas e outras modalidades nos halls
de entrada, corredores, terraços e demais dependências comuns dos prédios, bem
como no interior dos apartamentos, neste caso perturbando o sossego dos demais
moradores, sendo essa prática permitida somente nas áreas destinadas para tais
práticas.
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Art. 8.30 - DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

Art. 8.30.1 - Constitui dever dos condôminos, hóspedes e usuários do prédio, cumprir o
presente Regulamento Interno, levando ao conhecimento da Administração
qualquer transgressão de que tenha conhecimento.

Art. 8.30.2 - Aos condôminos cabe a obrigação de, nos contratos de locação, alienação ou
cessão de uso de suas unidades a terceiros, fazer incluir cláusula que obrigue ao
fiel cumprimento das normas do presente Regulamento, sob pena de responderem
pessoalmente pela omissão no contrato de locação, pelo valor das multas aplicadas
ao inquilino que transgredir as normas da Convenção e deste Regulamento Interno
do prédio.

Art. 8.30.3 - É obrigatório o preenchimento correto da ficha de registro de moradores, a fim


de que o Condomínio possa manter sempre atualizadas as fichas de cadastro.

Art. 8.30.4 - Quaisquer sugestões e/ou reclamações deverão ser dirigidas à Administração do
prédio, por escrito, as quais serão registradas em livro próprio.

Art. 8.30.5 - Fica o Síndico e/ou Administração autorizados, obedecidas a Convenção do


Condomínio e este Regulamento, a baixar todas as instruções complementares que
entenderem necessárias a aplicação das normas do presente.

Art. 8.30.6 – Os objetos (achados e perdidos) esquecidos e/ou abandonados nas áreas comuns
e não procurados dentro do prazo de 15 (quinze) dias, serão doados pela
administração.

Art. 8.30.7 - Todos os casos omissos neste Regulamento serão resolvidos pelo Síndico e/ou
Administração, ressalvadas os de competência do Conselho Consultivo e da
Assembleia Geral do Condomínio e o direito de recurso dos condôminos à
Assembleia Geral.······.