Anda di halaman 1dari 8

Escola Politécnica - USP

PSI 2327 Laboratório de Eletrônica III


Exp 6: Circuito Disparador de Schmitt
Equipe:-

Turma:

Profs: -
-
Data de Realização do Experimento: Nota:

Bancada:

2005
PEE - 327 Laboratório de Eletrônica III

1. Introdução

Esta experiência tem por objetivos gerais:


〈 Estudo do funcionamento de um circuito de Schmitt;
〈 Comparação dos valores de projeto com os medidos experimentalmente e os simulados com o
PSPICE.

2. Projeto

2.1 Projete um “Circuito de Schmitt” utilizando os seguintes dados:


V 1 = 4V P = 5KΩ
∆V = 3V Transistores BC547A (hFEmín =125, ICmáx =200mA).
Vcc = 10V V b1mín = 2V
Histerese = 1V V b1máx = 5V

Adote (RC1+R1)//R2 = hFEmín .RE /10 e IC2 de condução como sendo 0,1.ICmáx .
Despreze a corrente IB1 para ambos os casos (potenciômetro no mínimo e máximo). Assim a
expressão 21 (da apostila teórica) não será mais necessária. Verifique a validade desta
aproximação, após a determinação de RA e RB .

Obs: Utilize resistores e capacitores da série E12 (10; 12; 15; 18; 22; 27; 33; 39; 47; 56; 68; 82)

Componente Calculado Nominal


Cin 1µF
R1
R2
RA
RB
RC1
RC2
RE

Tabela 1: Valores de componentes

Figura 1 - Circuito Disparador de Schmitt

Experiência 6 – Circuito de Schmitt 2


PEE - 327 Laboratório de Eletrônica III

2.2 Recalcule V 1, V 2, ∆V e histerese para os valores nominais utilizados e verifique se


ocorreram alterações significativas nos valores de projeto:

Tensão Projeto Nominal


V1 4V
V2 3V
∆V 3V
Histerese 1V

Figura 2: Histerese

2.3 Para os valores nominais dos componentes, calcule e preencha a tabela de tensões
abaixo:

V B1 VE V C1 V C2 V B2
T1 conduzindo V1+
T2 cortado
T1 cortado V1–
T2 conduzindo
T1 conduzindo V2+
T2 cortado
T1 cortado V2–
T2 conduzindo

2.4 Calcular os valores de RE1 e RE2 que reduzam a hiserese a 0,2V:

Componente Calculado Nominal


RE1 47Ω
RE2 68Ω

Experiência 6 – Circuito de Schmitt 3


PEE - 327 Laboratório de Eletrônica III

3. Simulação (a ser realizada antes da aula experimental)

Para o circuito disparador de Schmitt:


〈 Utilize o circuito sem o capacitor de entrada, sem o capacitor de comutação e sem os
resistores RE1 e RE2 ;
〈 Utilize os valores nominais dos componentes;
〈 Para a tensão de entrada, utilize um gerador que forneça uma onda triangular de 0 a 10V e
perído 2s. Para alimentação do circuito, 10V.

Para a simulação:
〈 Utilize o modelo para o transistor BC547A (análise e transiente). Caso necessite entrar
diretamente com o modelo para o transistor BC547A, digite como segue:
.MODEL BC547A NPN (IS=3.5E-14, VAF=75, BF=240, IKF=80mA, NE=1.82, +ISE=80, RE=0.10,
BR=1.1, RC=0.50, RB=5.0, NC=2, ISC=80, IKR=10Ma, +CJC=7.6E-12, VJC=0.75, MJC=0.33,
CJE=20.5E-12, VJE=0.55, MJE=0.33, +XTF=2, ITF=20E-2, VTF=50, TF=100E-10, XTB=1.47)
〈 Utilize análise transiente com resolução de pelo menos 0.1s
〈 Caso ocorram problemas de convergência na análise transitória, modifique os parâmetros
RELTOL e ITL4.

3.1 Obtenha a característica de transferência VS x V E e as formas de onda em cada terminal


dos transistores.

3.2 Determine o valor da histerese a partir dos gráficos anteriores.

4. Procedimento Experimental

4.1 Para as posições mínima e máxima do potenciômetro, levante a característica estática do


circuito (tensão de saída com função da tensão de entrada Vs=f(Ve) ). Utilize o número de
pontos que achar conveniente.

Experiência 6 – Circuito de Schmitt 4


PEE - 327 Laboratório de Eletrônica III

4.2 Desenhe as curvas características obtidas a seguir (em papel milimetrado).

Experiência 6 – Circuito de Schmitt 5


PEE - 327 Laboratório de Eletrônica III

4.3 Aplicando um sinal de entrada triangular de 1 KHz e 2 Vpp, ajuste o potenciômetro de modo a
obter na saída uma onda quadrada. Imprima (através do programa PEE54600B) as formas de
onda nos teminais dos transistores sincronizadas no tempo. Anote nas folhas impressas os
valores de tensão mais importantes. (Não esqueça de indicar claramente os nomes das formas
de onda).

4.4 Baseado em suas medidas anteriores, preencha a tabela abaixo:

V B1 VE V C1 V C2 V B2
T1 conduzindo V1+
T2 cortado
T1 cortado V1-
T2 conduzindo
T1 conduzindo V2+
T2 cortado
T1 cortado V2-
T2 conduzindo

4.5 Meça os tempos de subida e descida do sinal no coletor de T2. Em seguida, instale a caixa de
capacitâncias em paralelo com R1 (como o capacitor de comutação) e meça novamente os
tempos de subida e descida. Imprima a forma de onda VC2 com o capacitor instalado:

Transição Sem capacitor Com capacitor


Subida
Descida

4.6 Imprima a curva característica de transferência (Vs × Ve) para o disparador com o capacitor
de comutação:

4.7 Aumente a amplitude do sinal de entrada e verifique distorções no sinal de saída. Explique os
resultados.

Experiência 6 – Circuito de Schmitt 6


PEE - 327 Laboratório de Eletrônica III

4.8 Visualize novamente a função de transferência do circuito. Instale uma caixa de resistências
no lugar de R E1 e varie o valor de resistência até que o valor da histerese seja igual a 0,2V.
Repita a operação para RE2 . Compare os valores experimentais com os projetados e explique
eventuais discrepâncias.

RE1 RE2
Calculado
Experimental
Discrepância (%)

5. Análise de Dados

5.1 Compare os valores calculados, simulados e obtidos experimentalmente para a histerese.


Comente possíveis causas entre as diferenças (aproximações adotadas no projeto, imprecisão
dos componentes utilizados, dispersão dos parâmetros dos transistores, etc.)

Histerese
Projetado 1V
Simulado
Verificado

Experiência 6 – Circuito de Schmitt 7


PEE - 327 Laboratório de Eletrônica III

5.2 Compare os valores calculados para as tensões VE1 , V C1, V C2 e V B2 com os simulados e com
os obtidos experimentalmente, explicando as eventuais discrepâncias entre os resultados.

V E1 V C1 V C2 V B2
Calculado
Experimental
Discrepância (%)

6.Conclusões

7. Bibliografia

J. Millman, H. Taub, “Pulse, Digital and Switching Waveforms”, McGraw Hill, 1965.

J. Millman, C. C. Hakias, “Integrated Electronics”, McGraw Hill, 1972.

Experiência 6 – Circuito de Schmitt 8