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http://www.infoescola.

com/administracao_/tipos-de-fluxogramas/

http://www.eq.ufrj.br/graduacao/aulas/eqe112_eduardomach/trab2002_1.pdf

celestecb[arroba]onda.com.br

O fluxograma é uma das ferramentas mais usadas por quem deseja analisar e
redesenhar um processo de trabalho, porque traz vantagens que facilitam o
desenvolvimento.
Além dos benefícios práticos do hábito de criar fluxogramas, existe um outro oculto,
que só os que colocam a ferramenta em uso podem perceber. Eles ajudam até em áreas
como motivação de equipes, pois informam de uma só vez exatamente quais tarefas
devem ser desempenhadas.
Os fluxogramas mostram como as coisas são feitas, e não como o chefe diz aos
funcionários que a façam; não a maneira segundo o qual o chefe pensa que são feitas,
mas a forma pela qual o manual de normas e procedimentos manda que sejam feitas.
Eles são, portanto, uma fotografia real de uma situação estudada.” OLIVEIRA
(2001). Prof. Fernando Lócio
Através dos fluxogramas é possível visualizar coisas como:
• Quais operações são realizadas
• Onde e quem realiza as operações
• Quais as entradas e saídas
• Como fluem as informações
• Quais os recursos gastos no processo
• Qual o volume de trabalho
• Qual o tempo de execução, parcial ou total
• Permite visão ampla de todo o processo
Eles também são capazes de evitar:
• Dupla interpretação, pelo padrão dos símbolos
• Falhas de funcionamento e gargalos
• Duplicidade de procedimentos
• Complexidades desnecessárias
Os tipos de fluxogramas disponíveis
Existem, basicamente, dois tipos de fluxogramas: o fluxograma vertical e o
fluxograma horizontal com suas variações (horizontal descritivo mais apropriado ao
levantamento de informações e o fluxograma horizontal de colunas, mais usado na etapa
de análise das informações)
Hoje, disponibilizo para seu deleite, um modelo de fluxograma vertical explicado
detalhadamente. Produzi este modelo no excel para meu próprio uso na empresa, com a
ajuda do livro OSM de Luiz Carlos M. D’Ascenção.
» Trata-se de um modelo para ser impresso e usado como um formulário para o
levantamento de dados em processos administrativos.
Não é preciso ser empresa grande para começar a se enrolar com as tarefas internas. Até
nossas residências funcionam dentro de um fluxo de trabalho e quanto mais gente, mais
difícil encaixar tudo.

» Onde cada um faz o que acha certo, por conta própria, ocorre:

• Retrabalho por desordenação


• Saltar tarefas de um passo a passo
• Dificuldade de identificar pontos importantes
• Dificuldade de identificar falhas e gargalos
• Esquecimento de como fazer uma tarefa
Fazer um fluxograma para cada uma das tarefas do seu local de trabalho evita todos
estes problemas e ainda lhe confere uma ótima sensação de controle sobre toda a
situação.

Com essa ferramenta de qualidade é possível visualizar facilmente onde começa e


termina cada tarefa, assim como identificar pontos críticos de cada processo.

O efeito colateral de fazer fluxogramas

Existe também uma característica dos fluxogramas da qual pouco se fala. Ao longo do
tempo criando e documentando as tarefas da empresa fica muito fácil criar um
manual.

Isso mesmo, um manual da empresa. Quem tem esse manual sabe como todas as tarefas
se encaixam e como transformam a empresa em um organismo vivo.

Resumindo. Aumento de produtividade e redução de custos sem fluxogramas, é quase


impossível.

Onde podemos usar fluxogramas em uma empresa?

• Em todos os processos de fabricação ou comercialização de um produto


• Na prestação de um serviço
• Em uma estratégia de marketing para divulgar um produto

Por que usar fluxogramas?

Os fluxogramas representam todas as etapas que compõem um processo completo e


estão baseados no raciocínio lógico de execução de determinado processo de fabricação,
procedimento operacional ou estratégias e ações que devem ser implementadas por um
conjunto de pessoas.

Com a aplicação de um fluxograma em uma tarefa específica é possível visualizar todas


as tarefas que não podem deixar de ser praticadas, bem como, em qual ordem correta
devem ser praticadas

Quando se desenha um fluxograma, é fácil identificar quais são as tarefas que não
precisariam estar sendo executadas no processo estudado e fica simples identificar
tarefas repetidas e que podem ser simplificadas.

Quais são os símbolos utilizados?

Com um conjunto pequeno de símbolos já é possível fazer um fluxograma totalmente


funcional. Veja o modelo de fluxograma no final do artigo para ter uma idéia.

• O símbolo oval, significa o início ou o fim de um processo de fluxograma


• O retângulo, significa uma ação
• O losango significa onde uma decisão precisa ser tomada
• O círculo geralmente significa o final de uma página ou coluna e mostra que a
continuação do fluxograma está em outra página ou coluna.
• Triângulo de cabeça para baixo significa arquivamento temporário.
• Triângulo normal arquivamento definitivo.

Como fazer um fluxograma?

Ao contrário do que se possa pensar, fazer um fluxograma é muito simples. Depois que
você começar vai ficar viciado. Há cinco passos a seguir na elaboração de um
fluxograma.

• Escolher um processo específico que se queira documentar


• Escolher os pontos lógicos de início e fim do processo
• Definir quem irá documentar o processo
• Documentar os passos reais do processo
• Validar a exatidão do seu fluxograma com a ajuda dos especialistas nas tarefas

Armadilhas de um fluxograma

• Eliminar passos sem considerar o impacto em outros processos


• Se você não identificar claramente seus limites, no início da elaboração do
fluxograma, corre o risco de ficar documentando o processo para sempre.
• Deixar de incluir os especialistas nas tarefas, no processo de elaboração do
fluxograma
Modelo de fluxograma
Fluxograma de processo produtivo
Na cadeia produtiva da indústria de revestimento cerâmico, identificam-se três grupos
de matériasprimas. As argilas constituem a base do material cerâmico, enquanto que os
demais minerais (caulins, quartzitos, feldspatos, filitos, talcos, calcários e outros) são
utilizados na composição dos produtos com objetivos de atingir as características de
cada produto.
As argilas são obtidas, na maioria dos casos, em minas de propriedade da própria
indústria cerâmica. Os demais são adquiridos de empresas de mineração. Estas
matérias-primas, em geral, são beneficiadas nas próprias indústrias cerâmicas.
O terceiro grupo de matérias-primas é constituído pelos corantes e vidrados, utilizados
na decoração e acabamento do produto. A figura abaixo ilustra a composição genérica
desta cadeia produtiva.

Figura 2 – Cadeia Produtiva Genérica.


Fonte: Pesquisa Direta, 2000.

Processo produtivo da empresa em estudo


As empresas produtoras de revestimentos cerâmicos podem utilizar dois processos
básicos: o processo de preparação por via seca e o processo por via úmida. A empresa
objeto deste estudo utiliza o processo por via úmida, justificado pelo fato de que este
processo oferece uma melhor qualidade ao produto final, devido à melhor
homogeneização dos componentes da mistura.
Constatou-se ainda que a empresa dedica uma atenção especial à etapa de identificação
e exploração de jazidas, pois existe, internamente, um setor de pesquisa de matéria-
prima, que tem por objetivo localizar e caracterizar jazidas para atender sua demanda de
produção, para evitar possíveis gargalos, em decorrência da falta da matéria-prima
principal do processo produtivo de revestimento cerâmico.
A seguir, apresenta-se o fluxograma de produção utilizado pela empresa em estudo,
onde são consideradas as principais etapas realizadas no processo de fabricação dos
produtos cerâmicos.

Figura 3 – Fluxograma do Processo Produtivo Fonte: Pesquisa direta, 2000

O Planejamento e Controle da Produção


Ficou constatado, na pesquisa realizada, que a empresa não tem um setor específico de
Planejamento e Controle de Produção - PCP, sendo considerado pelos administradores
como algo muito complexo e desnecessário. Logo, as atividades de planejamento e
controle da produção não obedecem às características de um PCP formal, ou seja, não é
realizado de acordo com a abordagem convencional anteriormente descrita. A empresa
trabalha com uma programação de curto prazo, evitando a formação de estoques e
atingindo um maior nível de flexibilidade para atender às necessidades do mercado.
O estudo possibilitou a identificação das seguintes fases do PCP:
Programação da Produção
A programação da produção é realizada com base na carteira de pedidos e
eventualmente leva-se em consideração o histórico de vendas, produzindo para estoque
de curto prazo. Para atender a demanda dos produtos, a empresa estabelece um
programa de produção por lotes divididos por: dimensões, cores e designer.
Na empresa esta fase é auxiliada por um sistema, desenvolvido internamente, que emite
o relatório de programação da produção, contendo as quantidades e produtos a serem
produzidos.
Roteiro
Dentre as fases do PCP, esta foi a mais claramente percebida, durante as observações. O
roteiro de produção da empresa está inteiramente vinculado ao sistema de certificação
do CCB (Centro Cerâmico do Brasil), onde estão contidos e padronizados todas as
etapas e procedimentos necessários à produção de revestimento cerâmico, entendendo-
se como padronização a uniformização de métodos e instruções de trabalho para
facilitar a fabricação de uma série.
As atividades de produção desenvolvidas pela empresa têm ainda, obrigatoriamente,
que seguir às exigências das normas da ABNT, que são basicamente três:
- NBR 13816 – Terminologia Técnica (Define o conjunto de termos usados para uma
técnica);
- NBR 13817 – Classificação (Norma que classifica produtos ou materiais de acordo
com propriedades características);
- NBR 13818 – Especificação e métodos de ensaios (A especificação fixa das condições
que o material deve satisfazer e métodos de ensaios é a maneira de comparar os
resultados dos ensaios e em seguida fixar um método.
Desta forma, observa-se que a função destas normas pode ser traduzida como o roteiro,
uma vez que o roteiro da produção tem a função de determinar o melhor método de
produção dos produtos.

Os fluxogramas são usados para descrever diversas situações, processos ou fluxos de


material ou pessoas. Para garantir esta flexibilidade de objetivos são usados inúmeros
modelos diferentes e símbolos que terão sua aplicabilidade determinada pelo que se
quer representar e por qual motivo. Até mesmo o significado dos símbolos pode mudar
dependendo da terminologia a que se recorre, por isso, sempre que possível, é bom usar
legendas.
Quando se quer representar junto ao fluxograma, de quem e a responsabilidade pela
execução da tarefa pode-se usar dois recursos:
- A inserção do nome/cargo/setor responsável pela ação acima ou junto do texto;

- Ou podem ser utilizadas colunas;


Podemos ainda, ter fluxogramas com diversos formatos e que usam simbologias
diferentes. Assim, o fluxograma pode ser classificado de acordo com sua forma de
apresentação em: 1 – fluxograma (ou diagrama) de bloco, que pode ser horizontal ou
vertical; 2 – fluxograma padrão (conforme o que vimos acima); 3 – fluxograma
funcional; 4 – fluxograma cronograma; e 5 – fluxograma geográfico (superposto ao
layout físico da organização/região).

Horizontal

Vertical

Funcional
Setores envolvidos Tipos de atividades
Gerente
Setor Financeiro

Cronograma

Geográfico
Outros símbolos estão disponíveis nos programas editores de texto para a criação de
fluxogramas. Quais devem ou não ser usados vai depender da aplicação e do objetivo do
fluxograma. Veja a seguir alguns exemplos (dentro deles está escrito para quê servem
ou o quê representam):
EQW-111: Introdução aos Processos Químicos
Trabalho Computacional: 2002/1

A produção de um produto C é realizada através de um processo químico baseado na


seguinte transformação:
A+2B→ C+D
O subproduto D não possui valor comercial, devendo ser enviado para a estação de
tratamento de efluentes do processo.
O fluxograma do processo está apresentado na figura abaixo (os aquecedores e
resfriadores presentes na planta não estão representados, pois não são importantes para
o balanço material):
Dados do processo:
As correntes de matéria-prima são a corrente (1) contendo A puro e a corrente (2) com
B puro. A
Vazão da corrente (1) é de 100 kmol/h.
Um sistema de controle automático garante que a vazão da corrente (2) seja tal que na
carga de alimentação do reator (3), o componente B esteja 10 % em excesso em relação
ao componente A.
A conversão verificada no reator R-101 é de 80 %. A corrente efluente do reator (4) é
alimentada no vaso de “flash” D-101. Este vaso promove a separação da mistura
resultante na corrente (5) contendo todos os produtos formados na reação e na corrente
(9) contendo os reagentes que não reagiram.
A corrente (5) é alimentada no vaso D-103. A corrente (6) que sai deste tanque
alimenta a coluna de destilação T-101.

A coluna de destilação T-101 efetua a separação da mistura. A recuperação do produto


C na corrente de fundo da coluna (7) é de 97 %, enquanto a recuperação do componente
D na corrente de topo da coluna (8) é de 99 %.
Observação: Definimos a recuperação de um componente em uma certa corrente como a
razão entre a quantidade do componente que sai nesta corrente pela quantidade de
componente que entra no equipamento.
A corrente (9) alimenta o reator R-102 para tentar aproveitar a matéria-prima que não
reagiu.
Neste reator verifica-se uma conversão de 50 %.
A corrente efluente deste reator (10) é alimentada no vaso de “flash” D-102. Este vaso
separa os produtos da reação na corrente (12) que é enviada para o tanque D-103 e os
reagentes remanescentes saem na corrente (11).
Objetivando uma análise do desempenho do processo e buscando realizar alterações
operacionais para a otimização da sua operação, seu gerente na fábrica solicitou o
desenvolvimento da primeira versão de um programa simplificado para a simulação do
processo. Este programa deverá permitir ao grupo de engenheiros da planta industrial
propor diferentes valores para os parâmetros atuais de processo e verificar o resultado
obtido nestas alterações.
Tarefas:
a) Apresentar as equações que descrevem os balanços materiais no processo.
b) Desenvolver o programa que receba do usuário as seguintes informações:
- Valor da corrente de entrada do processo (kmol/h);
- Excesso do componente B na carga do reator (%);
- Conversão no reator R-101 (%);
- Recuperação do produto C na corrente de fundo (%);
- Recuperação do componente D na corrente de topo (%);
- Conversão no reator R-102 (%);
Como resultado, o programa deve fornecer as seguintes informações para todas as
correntes do
processo:
- Valor da vazão total (kmol/h);
- Valores das vazões de cada componente (kmol/h);
- Percentagens molares relativas à composição da corrente (%);
c) Aplicar o programa desenvolvido em relação aos dados do processo indicados no
texto.
Material a ser entregue para a correção do trabalho:
- Apresentação de todos os balanços materiais indicados no item a em uma folha;
- Disquete contendo todos os programas do Matlab desenvolvidos (.m);
- Impressão das listagens dos programas;
- Impressão dos resultados gerados pelo programa no item c;