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Esta pesquisa foi desenvolvida buscando aprofundar o conhecimento sobre o


mercado de mel de abelhas in natura e compostos de méis em Feira de Santana. O
estudo apresenta os resultados de uma pesquisa teórica do comportamento do
consumidor frente ao restrito mercado de produção de méis da região.

Este mapeamento do ambiente competitivo servirá de base para se traçar a


estratégia para uma suposta empresa que desejasse entrar neste mercado.

A conclusão é de que a empresa deve .....................

 
 

Em meio ao turbulento mundo consumista da atualidade observamos que o


mercado está sempre em transformação, em uma busca incessante por conquistar uma
parcela cada vez maior de mercado consumidor. Grande parte das empresas apícolas no
Brasil tem encontrado na inserção de novos produtos a chave para um crescimento
significativo no mercado. Uma forte tendência é o lançamento de produtos que, além da
alta qualidade nutricional, apresentem benefícios associados à saúde. O mel é
consumido in natura e ou conjugado com outros produtos da colméia (conhecidos como
compostos) como a própolis, pólen, geléia real, ou mesmo, sobre a forma de méis
compostos com outros ingredientes como eucalipto, guaco, bromelina, hortelã, copaíba,
menta, guaraná, ginseng, entre outros, e têm sido sugeridos como importantes
complementos para prevenção do risco de diversas doenças e enfermidades
inflamatórias.

CONTEXTO ESTUDADO

1.0p± IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO


O produto é designado, simplesmente por "mel" ou "mel de abelha".

1.1p± DEFINIÇÃO DO PRODUTO

Mel é o produto natural elaborado por abelhas a partir de néctar de flores e ou


exsudatos sacarínicos de plantas.p O mel para consumo humano é definido como "o
produto alimentício produzido pelas abelhas melíferas, a partir do néctar das flores ou
das secreções procedentes de partes vivas das plantas ou de excreções de insetos
sugadores de plantas que ficam sobre partes vivas de plantas, que as abelhas recolhem,
transformam, combinam com substâncias específicas próprias, armazenam e deixam
madurar nos favos da colméia". Ainda de acordo com este regimento, o mel pode ser
classificado de acordo com sua origem, procedimento de obtenção do favo ou pela sua
apresentação e ou processamento. Não deve ser adicionado de aditivos e os
contaminantes presentes não podem estar em valores superiores aos limites
estabelecidos pelo Regulamento Técnico do MERCOSUL.

O mel é retirado das colméias pelos apicultores depois dos períodos de grandes
florações, o que definirá suas principais características físicas: cor, aroma, densidade e
sabor. Sendo beneficiado com processos de centrifugação, decantação, assim, pronto
para o devido acondicionamento. Aos méis compostos são adicionados soluções ou
extratos de outros produtos, como agrião, própolis, alho, catuaba, geléia real e pólen,
sendo devidamente manipulados para a venda.

1.2p± USOS DO PRODUTO


O mel de abelhas in natura apresenta-se pronto para o consumo, podendo
também ser utilizado em diversas áreas como na fabricação de alimentos, de cosméticos
e remédios.
As misturas de mel são utilizadas como complemento no tratamento de diversas
doenças e enfermidades inflamatórias.

1.3p± ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

1.3.1p Classificação de acordo com o processo de obtenção:


* mel virgem - produto que flui espontaneamente dos favos, quando
desoperculados;
*mel centrifugado - obtido por processo de centrifugação;
*mel prensado - obtido por compressão a frio;
*mel em favos - mantido dentro dos próprios favos.

1.3.2p Classificação de acordo com as suas características físicas e químicas:


*mel de mesa;
*mel industrial.

1.4p± COMPONENTES DO PRODUTO

O mel é constituído de diferentes açúcares, predominando os monossacarídeos


glicose e frutose. Apresentam também teores de proteínas, aminoácidos, enzimas,
ácidos orgânicos, substâncias minerais, pólen e outras substâncias, sacarose, maltose,
malesitose e outros oligossacarídeos (incluindo dextrinas). Além de pequenas
concentrações de fungos, algas, leveduras e outras partículas sólidas resultantes do
processo de obtenção do mel.

1.4.1.p CARACTERÍSTICAS FÍSICAS E QUÍMICAS


Mel de mesa
Umidade a 105ºC: 21% p/p
Acidez em mililitro de solução normal: máximo 2% v/p
Sacarose: máximo 10% p/p
Açúcar invertido: mínimo 70% p/p
Dextrina: máximo 5,0% p/p
Resíduo mineral fixo: máximo 0,2% p/p
Insolúveis em água: máximo 1,0% p/p
Reação de Fiehe: negativa
Reação de Lund: máximo 3,0 ml mínimo 0,6 ml
Reação de Lugol: negativa

II) Mel industrial:


Unidade a 105ºC: máximo 25% p/p
Acidez em mililitro de solução normal: máximo 4% v/p
Sacarose: máximo 15% p/p
Açúcar invertido: mínimo 64% p/p
Dextrina: máximo 10% p/p
Resíduo mineral fixo: máximo 0,75% p/p
Insolúveis em água: máximo 2% p/p
Reação de Fiche: negativa
O mel é considerado industrial quando apresentar uma ou mais características fora dos
limites fixados para o mel de mesa, mas dentro daqueles fixados para o tipo industrial.

1.4.2p CARACTERÍSTICAS MICROSCÓPICAS

Ausência de sujidades, parasitos e larvas. Presença de grãos de pólen, de forma


variável, redondos, triangulares, ovóides, cúbicos, alongados, poliédricos e outros. O
grão de pólen é limitado, externamente, por uma membrana diferenciada em duas
camadas: a externa, cutinizada e a interna, incolor e constituída por matéria péctica. O
tamanho do grão de pólen varia de vinte a duzentos micra. Poderá conter cristais de
glicose com a forma de lâminas largas, irregulares ou alongadas. O mel não purificado
poderá apresentar partículas de cera.

1.5p± FORMAS DE APRESENTAÇÃO DO PRODUTO

O rótulo deverá trazer a denominação "Mel" seguida da classificação. Deverá


trazer ainda a classificação do mel segundo o seu uso. Ex: "Mel de mesa" ou "Mel
industrial". Será optativa a declaração de sua qualificação de acordo com o processo de
obtenção. O mel proveniente de abelhas indígenas deverá trazer no rótulo indicação
clara de sua procedência.
Na região analisada os produtos são acondicionados em pelo menos quatro tipos
diferentes de embalagens, identificadas como segue:
öp Mel de abelhas in natura ± embalagens pet, com capacidade para 1400 g, 700
g e 280 g, e em caixas de papelão para 12 e 24 garrafas.
öp Mel de abelhas com favos ± embalagens vidro, com capacidade para 800 g e
em caixas com 24 unidades.
öp Misturas de mel de abelhas ± embalagens pet, com capacidade para 280 g, e
em caixas de papelão para 12 e 24 garrafas.
öp Mel em sachê ± mangueiras com capacidade para 5 gramas, embalados em
pacotes de 100 gramas.

2.0p± ANÁLISE DA RELAÇÃO ENTRE EMPRESA E CONSUMIDOR

2.1p ± ÁREA GEOGRÁFICA ALVO


Podemos encontrar esse tipo de produto de supermercados até mini-mercados e
padarias, delicatessen, farmácias, casas e restaurantes de produtos naturais sendo os
principais canais de acesso ao consumidor final.
No grande varejo representado por redes de supermercados, com compras em
grandes quantidades, com grande poder de negociação exigindo um menor esforço de
venda com preços competitivos e abrangendo um maior público.
Para os distribuidores e atacadistas que adquirem o produto em grande escala
para revenda ao comércio varejista, mercadinhos, mercearias, delicatessen, hotelaria e
farmácias, podem ser utilizados para alcançar a indústria alimentícia, farmacêutica, de
cosméticos, pois possuem uma rede de distribuição própria, com vendedores e
representantes e com logística de entrega, o que permite a inclusão fácil do mel nos
pedidos, e abrange o comércio regional e nacional.
Podendo também atingir o mercado internacional, através do mercado de
commodities, absorvendo um grande volume do produto, considerado um mercado de
risco, não podendo ser a única fonte de saída da produção. Tendo seu mercado
localizado principalmente nos EUA, União Européia. Até agosto de 2010, a exportação
brasileira aumentou 30% em relação ao mesmo período do ano passado. Já são cerca de
1, 6 milhões de quilos, com um preço médio de US$ 2,89/kg. O Nordeste foi
responsável por 51,9% das exportações com 877,30 toneladas e uma receita de US$
2,52 milhões.
Um mercado promissor são as compras governamentais, com oportunidades no
âmbito municipal, estadual e federal, com o público alvo: alunos de escolas públicas,
creche, orfanatos, asilos, hospitais, etc.
Como se pode observar há diversos caminhos para comercializar a produção,
alguns mais complexos, outros mais simples. As características, localização,
necessidades, exigências e forma de compra sofrem variações, de acordo com o
mercado e o canal de comercialização utilizado.

2.2p± CONSUMO
A maneira que se consegue estimar o consumo de mel no Brasil é através do
conceito de consumo aparente: soma da produção interna, mais as importações, menos
as exportações. No consumo aparente do mel de abelha, no Brasil, observa-se que no
período de 1996 a 2003 houve uma mudança significativa, pois se saiu de um patamar
em que a produção não era suficiente para atender o consumo interno, para em menos
de dez anos, corresponder a apenas 36% da produção. O que se pode atribuir às
exportações brasileiras de mel, que implicou numa expressiva redução do mercado
interno, mas que trouxe conseqüências favoráveis com medidas governamentais, em
razão das barreiras técnicas impostas pelos importadores e obrigou o setor empresarial
brasileiro a melhorar a produção.
Seu consumo no Brasil está estimado em 200g /pessoa/ano, que é considerado
muito baixo se comparado a alguns países da Europa, como Alemanha e Suíça, onde se
calcula um consumo de 2.400 g /pessoa/ano.

2.3p± PERFIL DO CONSUMIDOR


*É muito exigente e pertencente às classes A e B (quanto maior a classe social, maior a
freqüência do consumo).
*Nas outras classes consome o produto principalmente como medicamento.
*Não se preocupa com marcas comerciais e prefere adquirir diretamente do produtor.
*Utiliza os supermercados e farmácias como principal local de compra.
*Grande parte adquire os produtos em estabelecimentos que exigem certificação (SIF
ou SIE), rótulos e demais exigências.
*Utiliza como maior fator de decisão de compra o aspecto, cor e densidade.
*Considera que o mel como medicamento não é caro, mas o mel como alimento sim.

Fonte: SEBRAE Bahia (2004)

2.4p± COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR

Um sério problema enfrentado é a adulteração do mel, em geral feita por


empresas clandestinas e por vendedores ambulantes. Devido a isso, os consumidores
sentem-se receosos com relação à qualidade do mel, procurando adotar algum critério
para constatar a qualidade do produto. Quanto aos critérios mais comuns adotados na
compra do mel, os consumidores observam primeiramente o "aspecto" do mel quanto à
aparência, cor e densidade do produto, dando importância à marca e ao selo de
inspeção, municipal, estadual ou federal, bem como de informações sobre a origem do
produto.

2.5p± DISTRIBUIÇÃO
A distribuição dos produtos é realizada através da própria empresa, mas também
no grande varejo representado por redes de supermercados, para os distribuidores e
atacadistas que adquirem o produto em grande escala para revenda ao comércio
varejista.

3.0p± ANÁLISE DA CONCORRÊNCIA


Foram analisadas as três principais empresas existentes no mercado feirense:
Apiário Favo de Ouro, Apiário São José e Mel Colméia. O tipo de pesquisa usado para
coletar dados sobre as concorrentes, permitindo uma análise comparativa com o
objetivo de propor ações de melhoria para o negócio, onde um pesquisador se fez
passar por um cliente e analisaram diversos fatores, como atendimento, disposição dos
produtos nas lojas, preços e formas de pagamento, serviços oferecidos, entre outros
aspectos. Em visita ao Apiário Favo de Ouro e Mel Colméia percebe-se que apesar da
denominação de apiários, agem como entrepostos de mel, ou seja, não trabalham com
a produção de mel, e sim com a revenda do produto, onde com a aquisição do produto,
partem para a embalagem e venda, também destinando para a produção das misturas
que são produzidas por estas. No Apiário São José foi constatado a produção própria,
com todo o equipamento necessário para a produção.
Na visita as três empresas observou-se que as duas primeiras tomaram decisões
visando o desempenho da empresa a longo prazo, onde foi percebido que com
mudanças que estavam ocorrendo no meio ambiente não seria possível satisfazer a
demanda do produto somente com a produção e passaram também a compra do produto
e produção, e após certo período, ficando somente com a compra do produto in natura.
Na terceira empresa foi observado que a falta de decisões estratégicas levou a empresa a
ter problemas em termos econômicos, pela escassez do produto.

3.1p± NÍVEL DE OFERTA DOS CONCORRENTES

Não existe no mercado brasileiro uma empresa possuidora de uma marca forte,
resultando em um mercado bastante distribuído e com diversas marcas concorrentes
entre si. Com base nisso, verifica-se que há espaço para criar e fortalecer uma marca
para atender a demanda dos consumidores por produtos de alta qualidade com preços
competitivos.

3.2p± TECNOLOGIA DOS CONCORRENTES

A produtividade brasileira ainda se encontra baixa quando comparada


internacionalmente, justificadas pela baixa produtividade dos apiários brasileiros devido
a pouca utilização tecnológica. Sendo percebido o uso de equipamentos adequados para
o beneficiamento dos produtos, com todas as máquinas em aço inoxidável, mesas,
centrífugas, decantadores e máquinas de sachê, mas ao mesmo tempo tecnologias
rudimentares para alguns processos da atividade como, por exemplo, para o processo de
descristalização do mel e para a filtragem do produto.
Apesar disso, o mercado brasileiro possui capacidade para no mínimo triplicar o
consumo. Abaixo segue comparativo de produtividade:
Comparativo de Produtividade de Mel
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Kg/colméia/ano 15 32 31 30 a 35 50 a 100
Fonte: Embrapa Pantanal e Banco do Nordeste

3.3p± RECURSOS HUMANOS


Não há investimentos nesse espaço, quando contratados, os funcionários
recebem orientação básica e a partir do exercício da atividade vão adquirindo a
capacitação profissional na área, o que mostra ser necessária a ampliação do nível de
profissionalização, em todas as etapas da cadeia de produção e de comercialização.

4.0p± ESTRUTURA DE MERCADO

4.1p± PARTICIPAÇÃO DOS CONCORRENTES


Tendo o mercado uma empresa líder que acaba ditando as regras de preços e
prazos no mercado, apesar das diferenças de comportamento na produção dessas, as
seguidoras se enquadram nas regras da líder, por receio de perda de mercado.

4.2p - PREÇOS PRATICADOS

Tendo em vista que o objetivo deste estudo é a análise do comércio de mel em


Feira de Santana, evidentemente, os preços de comercialização do mel são baseados no
produto exposto no ponto de venda, considerando-se os tipos de embalagens mais
utilizados na região, basicamente em vidro e plástico.

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PDV Produto Apresentação Tamanho Valor Marca Valor Preço
(R$) Kg Médio
G Barbosa Mel Plástico
Bom Preço Mel Plástico
J. Santos Mel Plástico
F. Silva Mel Plástico
F. Santana Mel Plástico
F. do Caroá Mel Plástico
Casa do Mel Mel Plástico

ü 
 
PDV Produto Apresentação Tamanho Valor Marca Valor Preço
(R$) Kg Médio
G Barbosa Mel c/ Plástico 280 g 5,30 Favo de
própolis Ouro
Bom Preço Plástico
J. Santos Plástico
F. Silva Plástico
F. Santana Plástico
F. do Caroá Plástico
Casa do Mel Plástico

5.0p± OUTRAS INFORMAÇÕES

5.1p± ELASTICIDADE
Dentre os produtos da colméia não foram identificados bens substitutos dos
mesmos, ressaltando-se o fato de que a utilização do mel na nutrição se dá não só
devido à sua característica adoçante, funcionando como excelente substituto do açúcar,
mas principalmente por ser um alimento de alta qualidade, rico em energia e inúmeras
outras substâncias benéficas ao equilíbrio dos processos biológicos do corpo humano.
Apesar de o mel concorrer com produtos como a geléia para quem o utiliza
como alimento, porém quem opta pelo mel normalmente o faz pelas características de
um alimento saudável, ao invés de um alimento que contenha açúcar.
Desta forma, a comparação dos produtos com seus substitutos se limitam a suas
propriedades, nutrientes e demais características, o que demandará um estudo mais
elaborado e aprofundado do tema.

5.2p - FORNECEDORES

5.3p± GOVERNO
O Ministério da Agricultura planeja ações que minimizem futuros problemas,
adotando ações como a busca de outros mercados para as exportações do mel brasileiro,
a solicitação dos requisitos sanitários desses novos mercados, a implementação de
promoções do mel nacional, o estímulo à certificação do produto, como orgânico, o
apoio aos produtores de mel, através de suas associações e a implantação de programas
de educação sanitária. Todas estas ações, além de evitar problemas futuros, poderão
estimular a produção e o aumento das exportações do produto brasileiro.

CONCLUSÕES FINAIS

Para fazer um negócio sobreviver, crescer e se perpetuar, é preciso que ele dê

resultado econômico sufciente para cobrir todos os gastos ocorridos, remunere

o empreendedor e gere lucro sufciente para reinvestimentos na atividade, bem

como, na sua adaptação às mudanças no ambiente dos negócios, seja na


economia,

na legislação, no mercado etc.


O nordeste brasileiro possui um dos maiores potenciais apícolas do mundo,
sendo que alguns estados também vocacionados para a produção de geléia real,
própolis, pólen, cera e apitoxina, produtos que podem atingir preços superiores ao do
próprio mel. A região também é uma das poucas do mundo com possibilidade de
produzir o mel orgânico em grande quantidade, devido a grande diversidade florística e
de microclimas, aliados às vastas extensões ainda inexploradas e isentas de atividade
agropecuária tecnificada, à existência de extensas áreas onde não se utilizam
agrotóxicos nas lavouras, fazem dessa região a de maior potencial para a produção de
mel orgânico em todo o mundo, produto este bastante procurado e valorizado no
mercado internacional.

Segundo dados do IBGE (2007), a Bahia é o 8º produtor de mel do Brasil e o 3º


do Nordeste, com uma produção anual de duas mil toneladas de mel, correspondendo a
6,3% da produção nacional. A produção de mel está presente em todo o Estado da
Bahia, que detém um grande potencial apícola, desde a região litorânea e agreste, até a
região semi-árida. Devido à elevada diversidade de plantas produtoras de néctar, de
pólen e às condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento e reprodução das
abelhas.

 Quanto às necessidades financeiras para o desenvolvimento do setor, devem-se


buscar linhas de crédito, com base no fato de que a apicultura gera um baixo impacto
ambiental, contribuindo para a conservação do meio ambiente e das comunidades
tradicionais, indígenas e pecuaristas.

REFERÊNCIAS

  , Eva. Livro do Mel. São Paulo: Nobel, 1983.

x. Relatório Completo: Informações de Mercado sobre o mel e derivados da


Colméia. Série Mercado, Sebrae, 2006

Magalhães, E. O. ± Apicultura para Iniciantes, Bahia ± 1999. 50 p.

Anais do I Congresso Baiano de Apicultura , Bahia, Ilhéus 4 a 7 de julho de


2000 ± Ilhéus : Editus, 2001. 112 p.