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OFICINA BRASIL
sexta-feira, 12 de setembro de 2008 Texto: Humberto José Manavella
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Técnica Parte 12  Alternador Automotivo
A presente matéria, elaborada com informações retiradas do livro "Eletro-Eletrônica Auto
motiva", tem por objetivo complementar o tema abordado na edição anterior, apresenta
ndo outras características do alternador automotivo.
Freqüência O alternador automotivo é do tipo trifásico fornecendo, portanto, 3 ondas AC.
Para cada fase, a freqüência da onda de tensão de saída depende:
- Da velocidade de rotação do rotor que, no caso do alternador automotivo, é o campo m
agnético. A uma maior velocidade corresponde uma maior freqüência. - Do número de pólos do
rotor. A um maior número de pólos corresponde uma maior freqüência para uma mesma veloc
idade de rotação.
Tensão de Saída O alternador trifásico automotivo tem as funções de: - Fornecer a energia
que alimenta todos os consumidores elétricos. - Manter a bateria carregada com o o
bjetivo de alimentar o motor de partida e fornecer a energia elétrica necessária qua
ndo o motor está parado. Para a manutenção da carga, a bateria deve receber tensão contínu
a de valor 10% a 15% maior que a tensão nominal que fornece. Assim, uma bateria de
12V (valor nominal = 12,6V) deve receber una tensão contínua entre 13,7V e 14,7V, a
proximadamente. Portanto, entre a saída do alternador e a bateria deve-se interpor
um dispositivo eletrônico denominado "retificador", constituído por diodos e instal
ado internamente, o qual tem a função de converter as saídas de tensão alternada das 3 f
ases em uma tensão contínua de valor similar ao especificado acima. Por sua vez, par
a manter os valores de tensão contínua, dentro da faixa especificada, deve incluir-s
e ainda, um outro dispositivo eletrônico denominado "regulador", o qual pode estar
instalado interna ou externamente. Desta forma, o alternador fornece uma tensão c
ontínua com valor médio igual à tensão de regulagem. Na realidade, a onda de saída não é um
ensão absolutamente contínua. Apresenta variações (ondulações) resultantes do processo de r
tificação. Essa ondulação tem uma amplitude Vr. Em condições normais não deve passar de 500
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A figura 1 mostra um sinal "ideal" de saída do alternador. Um sinal real poderá apre
sentar oscilações e pequenas deformações com relação ao ideal.
A figura 2 corresponde a um sinal com defeito, mostrando de forma esquemática, com
o se deforma a onda para os casos de diodo com alta resistência e diodo aberto. De
ve ser salientado que o alternador automotivo é projetado para "manter" a carga, m
as não, na maior parte dos casos, para "carregar" uma bateria descarregada ou sulf
atada.
Balanço do Fluxo de Energia Uma consideração importante é analisar como se processa o fl
uxo de energia em função da tensão do sistema.
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- A figura 3 apresenta como se distribuem as correntes de saída do alternador (Is)
e de bateria (Ib) para o caso em que a tensão no sistema é 11,5V. Sendo que uma bat
eria carregada deveria ter uma tensão de 12,6V, muito possivelmente, a mesma está fo
rnecendo corrente e, portanto, se descarregando.
- No caso da figura 4, a tensão de saída do alternador é suficiente para alimentar o s
istema e, também, manter a carga da bateria.
A situação apresentada na figura 3 é resultado, geralmente, de um alternador com defei
to ou não adequado para a aplicação, ou bateria com placas em curto. Assim, pode apres
entar-se a situação em que o alternador consegue repor a carga consumida durante a p
artida. No entanto, ao serem ativados outros consumidores, como A/C e luzes alta
s, pode acontecer que o alternador não consiga alimentar as referidas cargas e man
ter, simultaneamente, a carga da bateria. Portanto, deve ser verificada a tensão c
orreta de carga e também a corrente máxima que fornece o alternador.
Regulagem da Tensão DC de Saída Na maioria das aplicações, a tensão gerada pelo alternador
deverá ser controlada dentro de certos limites. No caso do alternador automotivo
atual, por exemplo, a tensão deverá estar aproximadamente entre 13V e 14.8V, para su
prir o sistema de carga convenientemente. Como foi visto, a tensão induzida nos bo
binados da armadura depende principalmente, de três fatores:
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- Número de espiras das bobinas de armadura - Velocidade de rotação do rotor - Intensi
dade do campo magnético
Qualquer um desses parâmetros pode ser utilizado para controlar a tensão de saída, no
entanto, o número de espiras é fixo e a velocidade de rotação depende da rotação do motor.
ortanto, o único método prático para regulagem da tensão de saída é controlar a intensidade
do campo magnético, variando a intensidade da corrente que circula pela bobina de
excitação.
Conceito As figuras apresentam possíveis configurações de conexão do regulador. Este é um
dispositivo eletrônico, em série com a bobina de excitação, e que, através de um sinal de
ciclo de trabalho variável (PWM) modifica o valor médio da corrente que alimenta a b
obina. Em operação, tudo ocorre como se o regulador fosse um "resistor variável", em sér
ie com a bobina de campo, e cuja variação modifica o valor médio da corrente de excitação:
- Com o aumento da resistência diminui a corrente de excitação e com esta, a intensida
de do campo magnético. Como resultado, também diminui a tensão induzida nas bobinas da
armadura. - Com a diminuição da resistência se produz o efeito inverso: aumenta a ten
são induzida. Atualmente, os reguladores mecânicos foram totalmente substituídos por d
ispositivos semicondutores de estado sólido, que podem estar instalados interna ou
externamente ao alternador. Na realidade, o regulador é projetado para manter a t
ensão de saída num valor de regulagem que depende do estado de carga da bateria e da
temperatura ambiente, geralmente, entre 13,5V e 14,5V.
Configurações As figuras mostram duas configurações entre as possíveis existentes no merca
do:
- Na configuração da figura 5 (controle por negativo), o regulador controla o valor
médio da corrente de excitação através da conexão à massa da bobina, aplicando um sinal de
iclo de trabalho variável (PWM).
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- Na configuração da figura 6 (controle por positivo) o regulador controla o valor méd
io da corrente através do positivo, aplicando um sinal de ciclo de trabalho variável
(PWM).
A tensão de alimentação da bobina de excitação pode ser: - A tensão de bateria. (figura 5)
Uma tensão contínua (figura 6) gerada a partir da "retificação" das tensões de fase, atra
vés de 3 diodos de excitação.
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