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Proje to de U rban is mo I: c u r s o d e

arquitetura
urbanismo
&
EXERCÍCIO - ELEMENTOS DE MORFOLOGIA URBANA
Profs. Éder - Flávia

Levantamento do Conhecimento das atividades que ocorrem no


uso do solo espaço urbano.

Os levantamentos devem ser realizados em campo lote a lote, identificando


o uso do solo - comércio, prestação de serviços, Institucional, residencial,
industrial, áreas verdes etc.
Deverá ser elaborado 01 único mapa da área sorteada com os
levantamentos de todos os membros da equipe, da seguinte forma:

Representação Gráfica:
USO DO SOLO

comercial (vermelho) residencial (amarelo) industrial (roxo)


serviços (laranja) institucional (azul) vazios (branco)
em construção (cinza) sem uso (ocre)
Obs¹ - .: Pintar todo o lote

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Ocupação do solo É a forma de expressar a intensidade de ocupação


ou de utilização do solo

LAMAS, José M. Ressano


Garcia. Morfologia Relações entre o espaço livre e as edificações
Urbana e Desenho da
Cidade. Lisboa, Fundação Os levantamentos devem ser realizados em campo lote a lote, identificando
Calouste Gulbenkian, a ocupação das edificações no lote.
1993.
Deverão ser elaborados 02 mapas, sendo 01 de Figura e Fundo e 01 de
Gabarito com os levantamentos de todos os membros da equipe, da
seguinte forma:
OCUPAÇÃO DO SOLO - FIGURA E FUNDO - expressão bidimensional

Obs² - Pintar de preto somente a área edificada -

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OCUPAÇÃO DO SOLO - GABARITO - Expressão Tridimensional


Deverá ser levantado o número de pavimentos das edificações utilizando a
seguinte legenda:
01a 02 pavimentos
03 a 05 pavimentos
acima de 5 pavimentos

Obs³ - Pintar somente a Edificação

análise morfológica  estudo da cidade a partir do significado dos


elementos
morfológicos elementos que a compõem, assim como na gramática.
“Um estudo de morfologia urbana ocupa-se da divisão do meio urbano em
LAMAS, José M. Ressano partes (elementos morfológicos) e da articulação destes entre si e com o
Garcia. Morfologia
Urbana e Desenho da conjunto que definem - os lugares que constituem o espaço urbano.” (38)
Cidade. Lisboa, Fundação
Calouste Gulbenkian,
1993.

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SOLO - “O solo-pavimento é um elemento de grande importância no
solo espaço urbano, mas elemento também de grande fragilidade e sujeito a
o pavimento
contínuas mudanças.” (80)

• a topografia e modelação do terreno


• os revestimentos e pavimentos
• os degraus e passeios
• as faixas asfaltadas, os trilhos, etc.

edifício EDIFÍCIO -“É através dos edifícios que se constitui o espaço urbano e se
o elemento mínimo organizam os diferentes espaços identificáveis e com “forma própria”: a
rua, a praça, o beco, a avenida ou outros espaços mais complexos e
historicamente determinados (...)”(84)
A função e a forma do edifício estabelecem as tipologias construtivas, que
interagem com a cidade, definindo as formas urbanas.
“A tipologia edificada determina a forma urbana, e a forma urbana é
condicionadora da tipologia edificada, numa relação dialética. (...)
“Esta interdependência é um dos campos mais sólidos em que se colocam
as relações entre cidade e arquitetura.” (86)

lote LOTE - • resultado do processo de parcelamento do solo; de uma nova


a parcela fundiária divisão cadastral
• é a relação entre o solo e o edifício, permite a ocupação do espaço.
(...) “Construir uma cidade foi também separar o domínio público do
domínio privado.
“A forma do lote é condicionante da forma do edifício e,
conseqüentemente, da forma da cidade.”(86)

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O TRAÇADO/ A RUA - “O traçado é um dos elementos mais claramente
Traçado
identificáveis tanto na forma de uma cidade como no gesto de a projetar.
Assenta num suporte geográfico preexistente, regula a disposição dos
edifícios e quarteirões, liga os vários espaços e partes da cidade, e
confunde-se com o gesto criador.” (98/100)
“O traçado estabelece a relação mais direta de assentamento entre a
cidade e o território. Na análise de M. Poètre, a rua ou o traçado relaciona-
se diretamente com a formação e crescimento da cidade de modo
hierarquizado, em função da importância funcional da deslocação, do
percurso e da mobilidade de bens, pessoas e idéias.

É o traçado que define o plano - intervindo na organização da forma urbana


a diferentes dimensões. É também de importância vital na orientação em
uma qualquer cidade.
“Para finalizar, diria que o traçado, a rua, existem como elementos
morfológicos nos vários níveis ou escalas da forma urbana. Desde a rua de
peões à travessa, à avenida, ou à via rápida, encontra-se uma
correspondência entre a hierarquia dos traçados e a hierarquia das escalas
da forma urbana.” (100)

A ÁRVORE E A VEGETAÇÃO -“Do canteiro à árvore, ao jardim de barro


Árvore e vegetação
ou ao grande parque urbano, as estruturas verdes constituem também
elementos identificáveis na estrutura urbana. Caracterizam a imagem da
cidade, têm individualidade própria; desempenham funções precisas: são
elementos de composição e do desenho urbano; servem para organizar,
definir e conter espaços.’ (106)
“Trata-se de um mesmo problema de desenho arquitetônico em que a
árvore, as plantações, se encontram na mesma escala de valores que a
parede, a fachada ou outro elemento construtivo.“Um traçado pode ser
definido por um alinhamento de árvores como por um alinhamento de
edifícios. Uma praça também.” (106)

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O MOBILIÁRIO URBANO -“O mobiliário urbano situa-se na dimensão
Mobiliário Urbano
setorial, na escala da rua, não podendo ser considerado de ordem
secundária, dadas as suas implicações na forma e equipamento da cidade.
É também de grande importância para o desenho da cidade e a sua
organização, para a qualidade do espaço e comodidade.” (108)
“Também se poderia referir esse conjunto de elementos “parasitários” que
nas sociedades de consumo invadem e se colam às estruturas edificadas,
como elementos postiços e móveis: anúncios, montras, sinais, reclamas,
luzes, iluminações, etc.” (108)

O MONUMENTO -“O monumento é um fato urbano singular, elemento


Monumento morfológico individualizado pela sua presença, configuração e
posicionamento na cidade e pelo seu significado. Para Poète, é um dos
elementos que fundamentaram o princípio das permanências - um dos
fatos urbanos que melhor persistem no tecido urbano e resistem a
transformações. A sua presença é determinante na imagem da cidade.”
(102-104). “O estudo os monumentos permite também questionar as
teorias funcionalistas sobre a cidade. A existência do monumento situa-se
muito para lá do desempenho de uma função e assume significados
culturais, históricos e estéticos bem precisos, mesmo quando a sua função
primitiva já não existeO monumento desempenha um papel essencial no
desenho urbano, caracteriza a área ou bairro e torna-se polo estruturante
da cidade.” (104)
“A ampliação do conceito de monumento desenvolvida nas últimas décadas
partiu do elemento singular arquitetônico ou escultórico para abranger
conjuntos urbanos, centros históricos ou as próprias cidades. A evolução
destes conceitos é um novo olhar sobre a cidade do passado como “cidade
do presente” alteraram a “maneira de pensar o urbanismo”, recolocando o
patrimônio edificado na vida da sociedade.” (104)

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A PRAÇA -“A praça é um elemento morfológico das cidades ocidentais e


Praça
distingue-se de outros espaços, que são resultados acidental de
alargamento o confluência de traçados - pela organização espacial e
intencionalidade de desenho. Essa intencionalidade repousa na situação da
praça na estrutura urbana no seu desenho e nos elementos morfológicos
(edifícios) que a caracterizam. A praça pressupõe a vontade e o desenho de
uma forma e de um programa. Se a rua, o traçado, são lugares de
circulação, a praça é o lugar intencional do encontro, da permanência, dos
acontecimentos, de práticas sociais, de manifestação de vida urbana e
comunitária e de prestígio, e, conseqüentemente, de funções estruturantes
e arquiteturas significativas.” (102)

Fachada A FACHADA - O PLANO MARGINAL -“A importância da fachada decorre


da posição hierarquizada que o lote ocupa no quarteirão. E a situação
descrita é a situação corrente das tipologias habitacionais, com exceções
evidentes quando o edifício se situa no meio de um quarteirão ou do lote
mais vasto que ocupa. (94)
“São as fachadas que vão exprimir as características distributivas
(programas, funções, organização), o tipo edificado, as características e
linguagem arquitetônica (o estilo, a expressão estética, a época), em suma,
um conjunto de elementos que irão moldar a imagem da cidade. É através
das fachadas dos edifícios (e dos seus volumes) que se definem os espaços
urbanos. A fachada é o invólucro visível da massa construída, e é também o
cenário que define o espaço urbano.”(94-96). “Por via das regras
modernas, a importância da fachada é eliminada pela diferente posição do
edifício na estrutura urbana e o volume e a massa edificada vão absorver o
esforço de comunicação estética entre o edifício e o espaço urbano,
substituindo a métrica, ritmos e a estética das fachadas.” (96)

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QUADRA - É o espaço delimitado pelo cruzamento de três ou mais vias e
a quadra
subdivisível em parcelas de cadastro (lotes) para construção de edifícios;
um modelo de distribuição da terra (mercado imobiliário); o modo de
agrupar edifícios no espaço definido pela malha viária.
É a primeira unidade através da qual se inicia o processo de constituição da
cidade (e suas funções)
“É simultaneamente o resultado de regras geométricas de divisão fundiária
do solo e de ordenamento do espaço urbano, e um instrumento operativo
de produção da cidade tradicional. Esta dualidade confere-lhe um lugar
determinante na cidade tradicional como elemento morfológico autônomo
ou elemento físico, mínimo à escala do bairro.” (88-94). Agrega e organiza:
o lote e o edifício, o traçado e a rua, e as relações que estabelecem com os
espaços públicos, semipúblicos e privados – A forma do edifício é
condicionada pela forma do lote, que é condicionada pela forma da quadra.

ELABORAÇÃO DA APRESENTAÇÃO

Cada Grupo deverá fazer a análise do todos os elementos de morfologia da ÁREA DE


ESTUDO.
O trabalho deve ser elaborado em formato A3, contendo: DESENHOS DE OBSERVAÇÃO
e/ou ESQUEMAS EXPLICATIVOS; FOTOS ou IMAGENS, MAPAS e TEXTOS
EXPLICATIVOS.
O material deve ser organizado e ordenado para que possa comunicar as informações
sem a apresentação verbal. Deve equilibrar a quantidade de informações gráficas com as
informações em texto.
Iniciar o trabalho com uma prancha de introdução.
O número de pranchas para cada elemento é livre.

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MOBILIÁRIO URBANO
Deverá ser feita uma análise do Mobiliário Urbano de uma forma geral em toda a área
de estudo, identificando a quantidade/qualidade e conflitos.
Cada membro do grupo deverá quantificar e qualificar em mapa uma quadra.

MONUMENTO
Todos os grupos devem identificar 02 monumentos para estudo e elaboração das
pranchas.

PRAÇA
Nas áreas em que não tem praça o grupo pode escolher para fazer o
levantamento em uma das praças abaixo:
Praça XV e Carlos Gomes
Praça das Bandeiras (catedral)
Praça Luís Camões - Recreativa
Praça Aureliano de Gusmão - 7 de setembro.