Formar com simplicidade sem renunciar à ciência e aplicar a técnica sem extinguir a unção. ☺☺☺☺☺☺☺☺
2
FORMAÇÃO DE PREGADORES E FORMADORES
ORATÓRIA SACRA
VERBALIZAÇÃO
– O CARISMA DA PREGAÇÃO –
CAPA:
Wildson Lopes de Avelar
ÍNDICE
|
TEMAS |
PÁGINAS |
|
|
FUNDAMENTOS DA ORATÓRIA SACRA (primeira parte) |
03 |
|
|
FUNDAMENTOS DA ORATÓRIA SACRA (segunda parte) |
05 |
|
|
A |
ELOQÜÊNCIA DO CORPO |
08 |
|
O |
MÉTODO DA PREGAÇÃO |
10 |
|
APLICAÇÃO DA ORATÓRIA SACRA |
12 |
|
"Quando Demóstenes fala, as pessoas dizem: "Co- mo ele fala bem!", mas quando Péricles fala, as pessoas exclamam: "Marchemos!"
recursos extralingüísticos, como gestos, expressões faciais, entonação, postu- ra, que facilitarão a transmissão de idéias, emoções e possibilitarão o refazi- mento da mensagem, caso esta não seja assimilada ou bem interpretada.
☺☺☺☺☺☺☺☺ A técnica atinge a perfeição quando é submissa à unção do Espírito Santo.
Formar com simplicidade sem renunciar à ciência e aplicar a técnica sem extinguir a unção. ☺☺☺☺☺☺☺☺
3
PRIMEIRO TEMA (primeira parte)
FUNDAMENTOS DA ORATÓRIA SACRA
I – INTRODUÇÃO
(Pedir oração)
|
1. |
APRESENTAÇÃO DO FORMADOR |
|
- |
(nome), casado, Secretaria Pedro. |
|
2. |
MOTIVAÇÃO |
Um dono de um pequeno comércio, amigo do grande poeta Olavo Bilac, abordou-lhe na rua:
– Senhor Bilac, estou precisando vender meu sítio, que o senhor tão bem conhece. Po- deria redigir um anúncio para mim?
Olavo Bilac apanhou um papel e escreveu:
– Vende-se encantadora propriedade, onde cantam os pássaros ao amanhecer no ex-
tenso arvoredo, cortada por cristalinas e marejantes águas de um ribeirão. A casa, ba-
nhada pelo sol nascente, oferece a sombra tranqüila das tardes na varanda.
Meses depois, topa o poeta com o homem e pergunta-lhe se havia vendido o sítio, mas, surpreendentemente, o homem respondeu:
– Nem pense mais nisso! – Disse o homem – Quando li o anúncio é que percebi a ma- ravilha que eu tinha.
|
– |
"Não basta ter o espírito bom, o principal é aplicá-lo bem" 1 |
|
3. |
APRESENTAÇÃO DO ENSINO |
|
a) |
TEMA: FUNDAMENTOS DA ORATÓRIA SACRA (primeira parte) |
|
b) |
Itens: |
b.1) CONCEITO DE ORATÓRIA b.2) PARTES DA ORATÓRIA b.3) ELOQÜÊNCIA b.4) ORATÓRIA: MÉTODO DA PREGAÇÃO b.5) DECÁLOGO DO ORADOR SACRO
II – DESENVOLVIMENTO
1. CONCEITO DE ORATÓRIA
- Oratória: arte de falar em público.
- É uma parte da retórica
= Retórica: em estudo de linguagem significa o estudo do uso persuasivo da linguagem, em especial para o treinamento de oradores.
= Tratado que encerra essas regras.
- Oratória Sacra
= Oratória Sacra é um método de pregação que, com docilidade ao Espírito
Santo e dependendo dele de sua unção, anuncia o Evangelho de nosso S e-
1 René DESCARTES, Discurso do Método, p. 37. ☺☺☺☺☺☺☺☺ A técnica atinge a perfeição quando é submissa à unção do Espírito Santo.
4
nhor Jesus Cristo empregando as técnicas e os recursos de comunicação en- sinados pela retórica e utilizados pela oratória.
= Sua raiz remota são as homilias feitas pelos primeiros cristãos
= Nasceu quando os pregadores cristãos perceberam que podiam usar a ret ó- rica grega ou a oratória romana
= Seu objetivo é veicular uma mensagem religiosa
Formar com simplicidade sem renunciar à ciência e aplicar a técnica sem extinguir a unção. ☺☺☺☺☺☺☺☺
|
2. |
PARTES DA ORATÓRIA |
|
|
a) |
Antiga |
|
|
- |
Inventio (invenção): descoberta de argumentos |
|
|
- |
Dispositio (disposição): arranjo das idéias |
|
|
- |
Elocutio: descoberta da melhor forma para expor as idéias |
|
|
= |
Emprego de figuras e tropos |
|
|
- |
Memória: memorização |
|
|
- |
Pronuntiatio (pronunciação): apresentação oral |
|
|
b) |
Moderna |
|
|
- |
Invenção: planejamento estratégic (busca de idéias, provas, argumentos). |
|
|
= |
Acolhimento da revelação para a pregação e para o ensino. |
|
|
- |
Disposição: organização da forma mais didática possível |
|
|
- |
Elocução: exposição das idéias de forma estética e convincente |
|
|
3. |
ELOQÜÊNCIA |
|
|
- |
"A eloqüência tem forças e belezas incomparáveis." 2 |
|
|
- |
Habilidade de falar e exprimir-se com facilidade. É a arte e o talento de persuadir, convencer, deleitar ou comover por meio da palavra. |
|
|
- |
Em estudos da linguagem é a arte de falar bem. |
|
|
4. |
ORATÓRIA: MÉTODO DA PREGAÇÃO |
|
|
- |
Método é um processo ou técnica de ensino |
|
|
- |
A oratória é a técnica natural para o pregador evangelizar, pelos seguintes motivos: |
|
|
Uma das funções da oratória é apresentar uma tese, sustentá-la e deixar os ouvin- tes em condições de decidir por ela. = |
||
|
= |
Cada tema de pregação assemelha-se a uma tese |
|
|
5. |
DECÁLOGO DO ORADOR SACRO |
|
|
- |
Docilidade ao Espírito Santo |
|
|
- |
Orar diariamente |
|
|
- |
Zelar pela própria santidade |
|
|
- |
Amar as pessoas |
|
|
- |
Aprender com os bons pregadores |
|
|
- |
Pregar o que se vive |
|
|
- |
Simplicidade na exposição e profundidade nas idéias |
|
|
- |
Escolher cuidadosamente o tema e as idéias principais para compor o roteiro |
|
|
- |
Treinar exaustivamente |
|
|
- |
Começar a pregação com serenidade (os arroubos são para depois) |
|
III – CONCLUSÃO
2 René DESCARTES, Discurso do Método, p. 41nn. ☺☺☺☺☺☺☺☺ A técnica atinge a perfeição quando é submissa à unção do Espírito Santo.
Formar com simplicidade sem renunciar à ciência e aplicar a técnica sem extinguir a unção. ☺☺☺☺☺☺☺☺
5
|
1. |
RESUMO |
|
a) |
Recapitulação (retomar itens) |
|
b) |
Avaliação (indagações, sanar dúvidas, complementar). |
|
c) |
Fecho |
|
2. |
CONVITE À AÇÃO |
|
3. |
ORAÇÃO FINAL (sobre a pregação proclamada). |
Amém! Deus os abençoe!
☺☺☺☺☺☺☺☺ A técnica atinge a perfeição quando é submissa à unção do Espírito Santo.
Formar com simplicidade sem renunciar à ciência e aplicar a técnica sem extinguir a unção. ☺☺☺☺☺☺☺☺
6
PRIMEIRO TEMA (segunda parte)
FUNDAMENTOS DA ORATÓRIA SACRA
I – INTRODUÇÃO
(Pedir oração)
|
1. |
APRESENTAÇÃO DO FORMADOR |
|
- |
(nome), casado, Secretaria Pedro. |
|
2. |
MOTIVAÇÃO |
|
3. |
APRESENTAÇÃO DO ENSINO |
|
a) |
TEMA: FUNDAMENTOS DA ORATÓRIA SACRA (segunda parte) |
|
b) |
Itens: |
b.1) RUÍDOS DA COMUNICAÇÃO b.2) QUALIDADES DA ORATÓRIA SACRA b.3) VITÓRIA SOBRE O MEDO b.4) UTILIZAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS COM SABEDORIA
II – DESENVOLVIMENTO
1. RUÍDOS DA COMUNICAÇÃO
- Ruídos da comunicação são todas as coisas que dispersam a atenção das pessoas
- Espécies de ruídos mais comuns:
= Má articulação
= Ambigüidade
= Desconhecimento da norma gramatical
= Inadequação vocabular
= Inibição
= Nervosismo
= Insegurança
= Desconhecimento das leis da comunicação verbal coletiva
= Emprego inadequado da concisão (falta ou excesso de concisão)
= Prolixidade
= Exagero de expressões desconhecidas e de palavras “difíceis”
= Discurso decorado de forma mecanizada
= Usar a imaginação em desfavor de si mesmo
= Velocidade vocal inadequada
= Mau uso do aparelho fonador (má colocação da voz, exagero de articulação não natural).
= Exagero de citações comentadas (bíblicas, doutrinárias)
= Exagero de citações sem comentários
= Exagero de ilustrações e exemplos
= Imitação inconsciente de outro pregador
= Excessos de cortesias (delicadezas artificiais, maneirismo)
= Exagero no uso das figuras de linguagem
= Excesso de movimento
= Imobilidade
= Expressão de abatimento e de inferioridade (cansaço, depressão)
☺☺☺☺☺☺☺☺ A técnica atinge a perfeição quando é submissa à unção do Espírito Santo.
7
= Expressão de superioridade (narcisismo, excesso de altivez, presunção, excesso de autoconfiança).
= Repetição constante de um mesmo gesto
= Citar fontes sem variedade retórica
= Levar os ouvintes para trechos e não para a idéia principal
= Olhos voltados para dentro da pregação e não para dentro da realidade do ouvinte
= Inobservância de simples combinações de vestuário
= Falar de forma monótona
= Mau uso da aparelhagem de som (microfone, amplificador, etc.)
= Vulgaridade
= Negatividade
= Falsa humildade
Formar com simplicidade sem renunciar à ciência e aplicar a técnica sem extinguir a unção. ☺☺☺☺☺☺☺☺
|
= |
Belicosidade |
|
= |
Prepotência |
|
= |
Vaidade |
|
= |
Competição |
|
= |
Descrença |
|
= |
Preconceito |
|
= |
Visão limitada. |
|
2. |
QUALIDADES DA ORATÓRIA SACRA |
|
- |
Unção |
|
- |
Eloqüência |
|
- |
Clareza |
|
- |
Linguagem direta e atual (equilibrada na balança cujos pratos são cultura e linguagem coloquial) |
|
- |
Mensagem coerente, bem fundamentada, concatenada, concisa, convincente, confiá- vel, coloquial, comovente. |
|
- |
Empatia (desenvolve empatia com os ouvintes) |
|
- |
Tem um piloto: você (orador sacro, pregador). |
|
- |
Circunstancial. |
|
- |
Congratulação (ambiente de fraternidade). |
|
- |
Sinal de contradição |
|
- |
Comunicativa |
|
- |
Adequada aos ouvintes |
|
- |
Frutífera |
|
- |
Conceitual (Cale ou fale, mas se falar, diga uma palavra que valha o silêncio). |
|
- |
Criativa |
|
- |
Conveniente |
|
- |
Geradora de ação |
|
- |
Bilateral |
|
- |
Liberal |
|
- |
Lógica |
|
- |
Amorosa. |
|
3. |
VITÓRIA SOBRE O MEDO |
|
- |
Reconhecer que todos os seres humanos normais têm medo |
|
- |
Momentos do medo: |
= Antes da pregação
= No início da pregação
☺☺☺☺☺☺☺☺ A técnica atinge a perfeição quando é submissa à unção do Espírito Santo.
Formar com simplicidade sem renunciar à ciência e aplicar a técnica sem extinguir a unção. ☺☺☺☺☺☺☺☺
8
= durante a pregação (não é normal, precisa de tratamento).
|
- |
Batalhas contra o medo: |
|
Falar na sua língua (temos duas línguas: transmitida, pela família; adquirida, na es- cola). = |
|
|
= Conhecer as regras, porém sem se escravizar. |
|
|
= À medida que repetir a mesma pregação, buscar em Jesus coisas novas para ela. |
|
|
= Preparar a pregação para você e preparar-se para ela. |
|
|
= Começar a pregação de maneira serena |
|
|
= Confessar o medo, criativa e sabiamente, no início da pregação. |
|
|
= Conhecer suas qualidades e limitações. |
|
|
= Vencer a inibição (inibição sim, silêncio jamais: o pregador é aquele que fala). |
|
|
= Não cair na tentação de combater os defeitos de comunicação enquanto prega |
|
|
= Manter o bom humor |
|
|
= Vencer o olhar da assembléia |
|
|
= Deixar-se avaliar |
|
|
= Pregar sob unção |
|
|
= Entregar o medo a Jesus. |
|
|
4. |
UTILIZAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS COM SABEDORIA |
|
- |
Aparelhagem de som (o som deve ser claro, inteligível e, principalmente, agradável ao ouvinte) |
|
- |
Microfone (como utilizá-lo). |
|
- |
Documentos escritos (Sagrada Escritura (CV II, 192, Dei Verbum); documentos da Igreja |
= Livros espirituais; apostilas; roteiros
III – CONCLUSÃO
|
1. |
RESUMO |
|
a) |
Recapitulação (retomar itens) |
|
b) |
Avaliação (indagações, sanar dúvidas, complementar). |
|
c) |
Fecho |
|
2. |
CONVITE À AÇÃO |
|
3. |
ORAÇÃO FINAL (sobre a pregação proclamada). |
Amém! Deus os abençoe!
☺☺☺☺☺☺☺☺ A técnica atinge a perfeição quando é submissa à unção do Espírito Santo.
Formar com simplicidade sem renunciar à ciência e aplicar a técnica sem extinguir a unção. ☺☺☺☺☺☺☺☺
9
SEGUNDO TEMA
A ELOQÜÊNCIA DO CORPO
I – INTRODUÇÃO
(Pedir oração)
|
1. |
APRESENTAÇÃO DO FORMADOR |
|
- |
(nome), casado, Secretaria Pedro. |
|
2. |
MOTIVAÇÃO |
|
3. |
APRESENTAÇÃO DO ENSINO |
|
a) |
TEMA: A ELOQÜÊNCIA DO CORPO |
|
b) |
Itens: |
b.1) A LINGUAGEM DO CORPO b.2) PARTES DO CORPO IMPORTANTES NA ORATÓRIA SACRA b.3) A LINGUAGEM DO CORPO CONVENCE
II – DESENVOLVIMENTO
|
1. |
A LINGUAGEM DO CORPO |
|
a) |
O corpo fala |
|
- |
Várias partes do corpo expressam as emoções, pensamentos, intenções. |
|
2. |
PARTES DO CORPO IMPORTANTES NA ORATÓRIA SACRA |
|
a) |
Corpo |
|
- |
Postura (cabeça, queixo, corpo). |
|
b) |
Rosto |
|
- |
Expressa os pensamentos, as emoções e os sentimentos. |
|
c) |
Olhos |
|
- |
Aproveitar o olhar para se comunicar (expressão dos olhos) |
|
- |
Lc 22,61-62 |
|
d) |
Mãos |
|
- |
Gestos (seu significado, como e quando fazê-los, a emoção dirige os gestos do ora- dor, a unção dirige os gestos do pregador; mãos no bolso: o que fazer quando se surpreender com este gesto). |
|
- |
Jo 13,24 |
|
- |
At 21,40 |
|
e) |
Pés |
|
- |
Abertura |
|
- |
Jo 20,3-8 |
|
f) |
Vestuário e adereços |
|
- |
Roupas (calçados, roupas, enfeites masculinos – barba; e femininos) |
|
3. |
A LINGUAGEM DO CORPO CONVENCE |
☺☺☺☺☺☺☺☺ A técnica atinge a perfeição quando é submissa à unção do Espírito Santo.
Formar com simplicidade sem renunciar à ciência e aplicar a técnica sem extinguir a unção. ☺☺☺☺☺☺☺☺
– A sinceridade do corpo
– O corpo desmascara a mentira dos lábios
10
= Para não ser desmentido pela sinceridade do corpo, é bom pregar o que se vive.
III – CONCLUSÃO
1. RESUMO
a) Recapitulação (retomar itens)
b) Avaliação (indagações, sanar dúvidas, complementar).
c) Fecho
– A eloqüência do corpo nos lembra a necessidade de praticarmos a Palavra de Deus,
com vistas à conversão do coração, isto é, objetivando a mudança da mentalidade que se dá por meio da substituição da mentalidade mundana pela proposta de Nosso Senhor Jesus Cristo. Para abreviar a conversão, podemos orar constantemente, estudar a Santa Palavra e praticar a oração de cura interior, a fim de cultivarmos a pureza de coração que nos ajudará a sermos mais santos e mais sinceros. Assim, quando pregarmos, não correremos o risco de proclamar uma idéia com palavras e desmenti-la com o corpo. Sendo puros e sinceros nosso corpo será nosso aliado na evangelização, pois confirma- rá com sinais visíveis cada palavra que anunciarmos.
2. CONVITE À AÇÃO
3. ORAÇÃO FINAL (sobre a pregação proclamada).
Amém! Deus os abençoe!
☺☺☺☺☺☺☺☺ A técnica atinge a perfeição quando é submissa à unção do Espírito Santo.
Formar com simplicidade sem renunciar à ciência e aplicar a técnica sem extinguir a unção. ☺☺☺☺☺☺☺☺
11
TERCEIRO TEMA
O MÉTODO DA PREGAÇÃO
I - INTRODUÇÃO
(Pedir oração)
|
1. |
APRESENTAÇÃO DO FORMADOR |
|
- |
(nome), casado, Secretaria Pedro. |
|
2. |
MOTIVAÇÃO |
|
3. |
APRESENTAÇÃO DO ENSINO |
|
a) |
TEMA: O MÉTODO DA PREGAÇÃO |
|
b) |
Itens: |
b.1) CONCEITO b.2) COMPOSIÇÃO DO MÉTODO b.3) EMPREGO DE ROTEIROS b.4) EMPREGO DA VOZ b.5) EMPREGO DA DRAMATIZAÇÃO COMO RECURSO DE COMUNICAÇÃO b.6) LINGUAGEM, VOZ, CONHECIMENTO E UNÇÃO: PARCERIA DA VITÓRIA
II - DESENVOLVIMENTO
1. CONCEITO
-
2.
-
Método ou técnica de ensino. Modo jeito de realizar algum trabalho.
COMPOSIÇÃO DO MÉTODO
Oração, pesquisa, planejamento, organização do pensamento, treinamento, roteiriza- ção, didática, emprego adequado da voz, emprego correto da linguagem.
EMPREGO DE ROTEIROS
É fundamental
Composição
Introdução (saudação, atenção para uma frase marcante).
Desenvolvimento.
Peroração (novamente uma frase forte e agradecimento). = Explicitar, demonstrando, uma peroração.
EMPREGO DA VOZ
Tom
Volume
Dicção
Respiração
IMPOSTAÇÃO de voz é a sua
modificação deliberada com a finalidade de torná-la mais agradável, mais audível e melhor entendida).
Impostação (colocação e projeção da voz – NDALP -
3.
a)
b)
-
-
-
4.
-
-
-
-
-
-
-
5.
-
Entonação: modulação na voz de quem fala. Variação de tom. Entoação. Ênfase (em palavras, em frases).
Treinamentos (observar bons modelos).
EMPREGO DA DRAMATIZAÇÃO COMO RECURSO DE COMUNICAÇÃO
A oratória é uma arte
☺☺☺☺☺☺☺☺ A técnica atinge a perfeição quando é submissa à unção do Espírito Santo.
Formar com simplicidade sem renunciar à ciência e aplicar a técnica sem extinguir a unção. ☺☺☺☺☺☺☺☺
12
- Interpretação (melhora a estética, atrai a atenção, melhora a comunicação, aumenta
a eficácia da pregação).
(atenção: Góis, Maurício. Curso Prático de Comunicação Verbal, p. 302. Bolsa Nacional
do Livro. Curitiba-PR: 1989.)
6. LINGUAGEM, VOZ, CONHECIMENTO E UNÇÃO, PARCERIA DA VITÓRIA
- Linguagem (comunicação - linguagem: simples, direta, precisa, concisa e clara; evitar vícios, gagueira, pronúncias truncadas etc).
= Ritmo da fala (Do grego rhytmós: movimento regrado e medido. Nas artes, na litera-
tura, no cinema, etc., a disposição ou o desenvolvimento harmonioso, no espaço e/ou no tempo, de elementos expressivos e estéticos, com alternância de valores de dife- rente intensidade).
= Cadência (compasso e harmonia na disposição da palavra).
= Velocidade da fala.
= Como obter uma boa linguagem?
- Voz
= Cartão de visitas do pregador
= Cuidados terapêuticos e sanitários
= Treinamentos para melhora-la (fisioterapias).
- Conhecimento.
- Unção.
III – CONCLUSÃO
1. RESUMO
a) Recapitulação (retomar itens)
b) Avaliação (indagações, sanar dúvidas, complementar).
c) Fecho
– A Oratória Sacra é um ser composto de corpo, alma e espírito. O corpo é a voz, a alma é o conhecimento e o espírito é a unção.
2. CONVITE À AÇÃO
3. ORAÇÃO FINAL (sobre a pregação proclamada).
Amém! Deus os abençoe!
☺☺☺☺☺☺☺☺ A técnica atinge a perfeição quando é submissa à unção do Espírito Santo.
Formar com simplicidade sem renunciar à ciência e aplicar a técnica sem extinguir a unção. ☺☺☺☺☺☺☺☺
13
QUARTO TEMA
APLICAÇÃO DA ORATÓRIA SACRA
I - INTRODUÇÃO
(Pedir oração)
|
1. |
APRESENTAÇÃO DO FORMADOR |
|
- |
(nome), casado, Secretaria Pedro. |
|
2. |
MOTIVAÇÃO |
|
3. |
APRESENTAÇÃO DO ENSINO |
|
a) |
TEMA: APLICAÇÃO DA ORATÓRIA SACRA |
|
b) |
Itens: |
b.1) APLICAÇÃO DA ORATÓRIA SACRA b.2) ESPÉCIES DE ELOCUÇÃO b.3) REQUISITOS PARA A BOA APLICAÇÃO DA ORATÓRIA SACRA b.4) RECURSOS PARA POTENCIALIZAR A ORATÓRIA SACRA
II - DESENVOLVIMENTO
|
1. |
APLICAÇÃO DA ORATÓRIA SACRA (Finalidades da pregação - CV II, 534, 535 e 1.148; CL 33 e 51). |
|
a) |
Finalidades da Oratória Sacra |
|
- |
Imediata: EVANGELIZAÇÃO (Experiência de Deus). Encurtar o caminho entre o ho- mem e Deus |
|
- |
Mediata: conversão (entrega de si a Jesus Cristo) ensino/instrução, cura, libertação. |
|
b) |
Aplicação |
|
– |
Nos ensinos |
|
– |
Nas pregações, PRINCIPALMENTE. |
|
2. |
ESPÉCIES DE ELOCUÇÃO |
|
- |
Conferência |
|
- |
Discurso político |
|
- |
Discurso acadêmico |
|
- |
Discurso forense |
|
- |
Palestra |
|
- |
Ensino (pregação + palestra: 2) |
|
- |
Pregação (proclamação feita por arautos - grito). |
|
3. |
REQUISITOS PARA A BOA APLICAÇÃO DA ORATÓRIA SACRA |
|
- |
Amor (etapas do amor – CNBB, DOC. 54, 271). |
|
- |
Oração. |
|
- |
Ter a mente imbuída do assunto. |
|
- |
Fidelidade ao tema. |
|
- |
Praticar e treinar. |
|
- |
Dar vida à pregação sabedoria no emprego da técnica |
|
- |
Obediência ao tempo. |
|
- |
Dependência (depender) do Espírito Santo e ser conduzido por Ele. |
☺☺☺☺☺☺☺☺ A técnica atinge a perfeição quando é submissa à unção do Espírito Santo.
Formar com simplicidade sem renunciar à ciência e aplicar a técnica sem extinguir a unção. ☺☺☺☺☺☺☺☺
14
|
Características do pregador conduzido pelo Espírito Santo: durante o planejamento e durante a pregação propriamente dita, realiza suas atividades crendo em Deus, amando-o, adorando-o, glorificando-o, evangelizando os irmãos e intercedendo por eles - Catec. 2.145. = |
|
|
4. |
RECURSOS PARA POTENCIALIZAR A ORATÓRIA SACRA |
|
a) |
Escolha do melhor recurso |
|
- |
Para escolher os recursos, observar os seguintes fatoresÇ |
|
= Tema da pregação |
|
|
= Espécie de elocução (ensino, pregação) |
|
|
= Natureza (querigma, catequese) |
|
|
= Local (País, Estado, cidade, local aberto, local fechado, grande, pequeno). |
|
|
= Espécie de encontro (aberto, retiro) |
|
|
= Público (iniciantes, veteranos, quantidade). |
|
|
= Instrumentos disponíveis (aparelhagem de som, objetos). |
|
|
b) |
Espécies de recursos |
|
- |
Oração (pessoal, diária e vida de oração). |
|
- |
Zelar pela santidade pessoal. |
|
- |
Testemunho (Puebla, 964ss; EN; SD; CV II: |
|
= Testemunho de vida; |
|
|
= Testemunho como técnica de evangelização. |
|
|
- |
Parábolas (Sagrada Escritura) (O afilhado rico). |
|
- |
Eloqüência. |
|
- |
Dramatização (Mt 17,23-26). |
|
- |
Repetição (Mr 4,26-32 => Reino de Deus). |
|
- |
Indagação (Mr 4,21; Mat 6.25-31). |
|
- |
Não dar todas as respostas (Jo 3.1-15). |
|
- |
Aguçar a curiosidade (suspense, anúncios escatológicos feitos por Jesus, anúncios sobre sua morte). |
|
- |
Descrição (Mt 14,24; Jo 13,4-12). |
|
- |
Narração |
|
- |
Dissertação |
|
- |
Movimentação do pregador. |
|
- |
Anedotas (departamento de propaganda). |
|
- |
Histórias (Lc 16,19-31 - os dois irmãos). |
|
- |
Sinais e prodígios. |
|
- |
Emprego dos dons carismáticos. |
|
- |
Emprego de Figuras de linguagem (Figura de linguagem, no estudo de linguagem, significa forma de expressão que foge à norma, apresentando alterações fonéticas, morfológicas ou sintáticas. Cada uma das formas de elocução suscitadas pela imagi- nação e pelos afetos, e que emprestam ao pensamento mais energia, mais vivacida- de, e/ou conferem à frase mais beleza e graça. Exemplo: hipérboles: “o camelo no fundo da agulha”). |
|
- |
Emprego de tropos (Ex. metáfora) |
|
- |
Quebra brusca do pensamento (deixando um mistério) |
III – CONCLUSÃO
1. RESUMO
a) Recapitulação (retomar itens)
b) Avaliação (indagações, sanar dúvidas, complementar).
☺☺☺☺☺☺☺☺ A técnica atinge a perfeição quando é submissa à unção do Espírito Santo.
Formar com simplicidade sem renunciar à ciência e aplicar a técnica sem extinguir a unção. ☺☺☺☺☺☺☺☺
15
c) Fecho
2. CONVITE À AÇÃO
3. ORAÇÃO FINAL (sobre a pregação proclamada).
Amém! Deus os abençoe!
☺☺☺☺☺☺☺☺ A técnica atinge a perfeição quando é submissa à unção do Espírito Santo.
Formar com simplicidade sem renunciar à ciência e aplicar a técnica sem extinguir a unção. ☺☺☺☺☺☺☺☺
REFEÊNCIAS
16
DESCARTES, René. Discurso do Método. Porto Alegre, L&PM Pocket,
2005.
☺☺☺☺☺☺☺☺ A técnica atinge a perfeição quando é submissa à unção do Espírito Santo.
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