Anda di halaman 1dari 16

Casulo

Renilton Brito Dos Santos

Um novo dia,
Casulo.

Essa estória tem de começar assim, para ter uma ideia geral de como sou
precoce. Namorei e casei todo processo duraram dois meses. Eu era um
cara muito careta e casei para transar, é eu queria comer a Amanda ela
era virgem, na verdade nos dois queríamos muito transar: nossos amigos
achava o fim da picada, casar para transar era só dar uma como todo
mundo, mas fomos crescendo essa estória e achávamos que nos
amávamos.

Todo mundo da minha rua, todos meus amigos já tinham transado, o meu
irmão transava direto em nossa casa, nos puteiros, com minhas primas,
com a vizinha e eu só na punheta:

Mas era nossa vida então eu e Amanda resolvemos nos casar minha mãe
até achou que tínhamos feito algo errado, mas na real nada tinha
acontecido fora da ordem natural como eu dizia e me orgulhava de falar
por que eu era um burro e perfeito idiota , cheio de moral .

_ mais na real eu estava apaixonado e depois veio o amor de verdade,


mas não era pra sempre, nada é para sempre, para tanto não era amor,
durou apenas o tempo de nos enjoarmos daquela vida segmentada,
metódica e de certa forma correta demais.

“Nove anos de casamento e agora a estória estava assim.”

Amanda ficou feia, chata, feia não é exatamente horrorosa ela esta se
fazendo feia, tipo,,, não se arrumava, tomava banho e só, todo homem
gosta e querem mulheres cheirosas insinuante como aquelas dos filmes.

Mais não tinha graça chegar do serviço todo dia e ver aquela mulher
desleixada, sempre com um problema para ser resolvido ou comentado,
ou uma nova fofoca da vida de algum amigo, parente, sei lá.

Amanda só pensava na mobília, no condomínio e nas contas, nos


remédios de Pedro, nosso filho, quem ela insiste em trata-lo como débil
mental, ela faz tudo pelo moleque, e nosso amor virou costume e depois
virou nada, tinha relações sexuais uma vez no mês, ela não gostava de
foder, da para acreditar.

Cheguei a achar que ela não curtia transar comigo, que ela teria um
amante, mais nada ela era frigida, não curtia sexo, eu até forcava, ela não
queria eu enfiava, eu tentava outros buracos, sexo oral, ela me rejeitava,
ela não queria fazer mais sexo, se é que isso é possível, eu não entendo
isso.

Falando assim parece fácil, mas viver sem sexo não é fácil, não dá.

Depois que casei só penso em sexo, penso sem parar em bucetas, as


pequenas, a grandes, vermelhas de novinhas, eu virei um consumidor de
filmes eróticos, vídeos e etc. hum até as velhas eu olho não escolho mais
olho e olho todas, no meu serviço eu não tenho sossego passo o dia
pensando em buceta, pois quando chego a casa tem Amanda e seu
relatório diário, de segunda a sexta a mesma rotina. Fico na seca, vinte,
trinta dias.

Fui fiel ali, fiel total por três anos, mas batia tanta punheta que meu pau
vivia ardendo, tinha de passar pomada de bebe, as vezes, o que me
deixava com cheiro de bebe.

O meu irmão me achava neurótico de tão racional e perfeccionista que eu


era. Minha mulher era neurótica e obcecada segundo ele, ela só falava em
contas para pagar e em dinheiro para faculdade do nosso filho, imagina o
menino tinha sete anos, e na poupança para nossa velhice, ele tinha razão.
Moral da minha estória eu era um baita de um banana um homem preso
em um CASULO!

Eu não bebia e nem fumava, e agora nem foder eu fodia eu não falava
palavrão, só falava palavrinhas no diminuitivo e baixinho e com o
máximo de certeza do seu significado , eu era um cagão , servidor da
moral e me martirizava por não saber ser livre como meu irmão o era , eu
invejava a liberdade da fala do Flavio, como ele era desligado do
julgamento de outrem.
Mas sentia, é eu sabia que meu castelo estava de certa forma para
desmoronar, aquilo não podia durar, era certinho demais, e aos poucos
sentia se aproximara de mim a vida real.

Eu masturbava em todo lugar, no inicio masturbava só no pensamento


olhando, fritando todas as mulheres.

No banco onde eu trabalhava - nossa, aqueles trazeirões das advogadas,


estagiarias, das recepcionistas e da minha secretaria, dentro do carro
vendo comercial na televisão em todo lugar masturbava, masturbava toda
hora ! Porra a Amanda depois que teve Lucas ficou frigida se eu colocasse
a mão na xoxota dela ela gozava e pronto já era. Ele virava para o lado e
dizia me deixa dormir. _ mulher do caralho.

Mais eu não concebia traições e nem separação, ela não queria ceder,
tentar um médico sei lá, pensei que o problema era comigo, ela não
queria saber de se tratar.

Eu cheguei ser inoportuno com ela tentei todas as formas para resolver
aquele problema que para mim era gigante.

Fui falar com meu sogro, pois a porra estava dominando meu corpo, ele
era minha única saída, ai a surpresa.

Ele vivia bêbado, sempre de porre, porque, porque, NÃO FUDIA.

Há quinze anos dona Isaura minha sogra aquele Dragão de Comodo não
dava também, A VELHA NÃO DAVA, puta que pariu era mal familiar, e eu
casei para foder, sempre fui sexual, me continha , mas eu sempre soube
que sexo é bom, era genético, ai entendi tudo e ele ainda me disse que
era assim com a sogra dele também, ai fodeu mesmo.
Meu irmão

Fiquei tentando achar uma saída, pensei , pensei, mais o que fazer?

Bom meu irmão tem sempre uma ideia resolvi falar com Flavio ele zuó
demais, mas me disse que sempre desconfiou, esse era meu medo sabia
que ele ia me encher o saco, vivia me dizendo para eu sair daquele casulo,
ele sempre disse que me respeitava mas não entendia, como que eu
sendo filho de pais tão liberais poderia ser tão retrógado e conservador,
mas nossa conversa foi libertadora, pelo menos vi uma luz, uma saída ,
ele me disse.

_seu viado, filho da puta, (meu irmão é um boca suja de mão cheia a cada
duas palavras que ele fala uma é palavrão o que ele chama de livre
expressão) tem três saídas possíveis, pode acabar tudo e arrumar outra,
pode arrumar outra e não terminar nada ou pode ficar na seca e ficar
louco.

Mais eu não contei que meu irmão é louco, pois é. Mesmo tendo uma
mulher que fode todo dia se ele quiser; mesmo assim ele fode todas que
querem ter relações sexuais com ele.

Ele é oposto, desde criança, ele é muito esperto sempre foi ele responde
para o patrão na mesma altura e ainda tem dois empregos e trabalha
menos que eu e ganha mais .

Meus pais sempre estão do lado dele, se ele faz algo errado é entendido e
perdoado imediatamente:

_sei lá o cara tem todo mundo aos seus pês e estão sempre ao seu lado.
às vezes fico inveja, uma puta inveja. É o tipo de cara que provoca a inveja
dos retraídos. Se ele comete um erro todo mundo sabe o que ele fez, de
sua própria boca, não tem medo de assumir seus erros, mais parecidos
com nossos pais que eu. Sinceros e muito mais verdadeiros que eu, menos
politico, enquanto que eu sempre me escondi até ser pego no erro.

Ele quis sempre que eu fosse mais solto, que tivesse mais personalidade,
que eu fosse mais macho, homem é o que eu sou.
Sempre me acharam magro demais, limpinho demais para ser homem,
macho.

Não que eu fosse afeminado, desmoecado ou fale mole ou coisa assim,


mas pela minha educação excessiva, culpa de nossa avó por parte de pai,
vó Tereza com quem morei em minas por três anos, ela me educou
demais, eu era o que pode se chamar de refinado.

Casei-me com vinte e dois anos e um ano depois de terminar a faculdade.


Que erro, não vivi, não aprendi nada da vida, eu fui viver uma vida adulta
demais com responsabilidades que precisaria de mais preparação, mais
maturidade, assumi papel de pai, virei um senhor, aos vinte e três anos, já
era pai. Um péssimo pai.

E o mesmo acho que aconteceu com Amanda, caramba ela não tem culpa
dessa situação, sei que fui filho da puta com ela, mas ela esta me tirando o
sono, eu quero transar, na verdade eu quero uma vida de verdade, estou
sentindo falta da liberdade da casa dos meus pais lá eu era muito mais
feliz essa é a verdade.
Arrependimento.

Fui levando, empurrando a situação com a barriga, até que um dia Flavio
me liga para ir a uma festa do serviço dele, gente da área de informática, (
pessoas modernas , liberal e loca ) e lá conheci ela, o que eu já conhecia
mais nunca tinha tocado, nesse dia experimentei e gostei, passeia a usa-
la,sempre que possível .

E foi dela que veio o toque, veio a letra eu vi um cara, eu acho que vi deus
na minha brisa, ele me disse o seguinte, ele me deu a letra, era o seguinte,
eu deveria ter uma amante, ou varias, devia sai do CASULO, fui meu deus
que disse, estava tudo justificado na minha bíblia particular.

Não fui para casa aquele dia, nem no outro fiquei na casa de meus pais,
onde eu exercia total liberdade, nada eram proibidos, meus pais gostam
desse tipo de atitude o que eles chamam de ser você, enfim passei três
dias pela rua fumando e bebendo só com os malucos que eu encontrava
e por ai, pelas ruas do centro velho de São Paulo.

Melhor lugar do mundo para se perder e para se achar, andei nas ruas do
meu velho bairro, Pacaembu, São Paulo, onde nasci e vivi até me casar e
virar um completo idiocrata categorias dos homens certo demais para
serem felizes, conservadores, o que eu já era mais o casamento me tornou
um negação como ser humano, como todos no bairro me conhecia, vez ou
outra alguém me apontava, me reconhecia, _ e ai,,,,,ei meu velho,,,,,e eu
fixo em minha missão, vencer a mim mesmo, então achava um lugar mais
loco do que outro entrava bebia, fumava e não pensava, essa era a logica
, queria ficar loco, para resolver tudo em uma só cagada, mas agente
quando experimenta um doce e gosta vicia rapidinho.
Mas não podia ser assim, eu dizia para eu mesmo e logo voltei ao meu
estado real de consciência, minha consciência era sou pai, marido e dono
de casa.

Voltei para casa onde Amanda me esperava, ela não disse nada eu esta
daquele jeito ela não disse nada PORRA pensei que íamos sair na pancada
passei três dias fora de casa, só voltei porque acabou o final de semana
prolongado por um feriado, mas esta ok.

Tudo voltou ao normal, àquela noite ela quis dar uma, mas acho que ficou
com vergonha de se insinuar e eu nem ai para ela, só pensava em sair
para rua e sumir um pouco mais.

Sentia cheiro da rua, dos bares da Rua Augusta, Rua Paim, Consolação.

Mas eu era um profissional funcionário da área financeira de um grande


banco uma carreira construída a duras penas, fiquei loco, mais não idiota
a ponto de jogar meu serviço para o alto afinal ele paga minhas contas ,
agua , luz, carro, filho, esposa e etc. e agora iria pagar meus bagulhos.

Eu me controlei até o próximo feriado, eu já nem queria mais sexo de


casa pensava na mil coxas, das vadias da rua ou pensava nas coxas das
revistas play boy que meu pai colecionava.
Eu loco.

FINAL DE MÊS... Convidei Amanda para ir a um teatro e ela me disse que


tinha um batizado, BATIZADO porra eu queria leva-la a um lugar legal,
onde nunca tínhamos ido, ia fazer uma surpresa devia isso a ela para
recompensar minha fugida, estava me sentindo meio culpado, mas ela
disse não, de certa forma GOSTEI. Se foder vaca do caralho quer ser velha
aos vinte e sete anos vai só.

Arrumei-me, liguei para meu irmão e fomos à noite os três eu Flavio e


Neide a esposa dele em uma festa na casa de uma aluna da Neide, e lá
cacete todo mundo se tocava se comia, e bebia e cheirava.

Loucura;

Loucura, loucura, e eu ?

Eu tentei me segurar, mais meu irmão logo arrumou um jeito de me


inserir na roda e então me fui deixando levar, lógico era tudo muito bom ,
então no final, ou no meio sei lá, ao certo, conheci um cara bem legal.

Leo um Tenente da Aeronáutica, conversamos muito, o cara era gente


fina e ele me apresentou sua mulher, Luiza.

Luiza! Que peito, e pernas e boca e o rosto!

Em fim que mulher.

Eu comi a Luiza a noite toda, em pensamento claro, (e na semana


sequente todo dia).

Ela me olhava também, se insinuava levemente e com certo cuidado,


nada vulgar, balançava os cabelos, piscava os olhos, mas logo para mim o
cara mais sem graça da sala.

Mas de acordo com Flavio, ele nem sabia que eu a tinha conhecido e logo
saiu com essa _ vai lá, está te dando mole,

Vá ao banheiro que ela vai atrás.

Flavio tem dessas, ele foi ao banheiro essa noite umas dez vezes.
Era um filho da puta, mas essa minha concepção de filho da puta caiu por
terra quando abri a porta de um quarto e vi Neide, mulher de Flavio
acariciando, beijando, alisando o traseiro maravilhoso de uma gostosinha.

Então fiquei mais tranquilo, entendi muitas atitudes do meu irmão.

Eis o por que ele era tão feliz no casamento deve ser o que ele sempre
fala, onde come um come dois, ou duas, ou duas e mais um,,,,,ele diz isso
até para meu pai.

O velho só diz _ seu tempo é outro meu filho.

_se fosse comigo seria assim também.

Minha mãe fala _ cuidado com o tempo hein seu Laercio. È uma
advertência, eu acho.

Minha mãe é psicóloga sabe até quantas respirações meu pai da por
segundos, mais ela é muito mais moderna que Amanda e nem se
compara, sabe levar a vida com simplicidade e sem muitas exigências de
perfeição.

Certo dia, estou no trabalho e bate uma vontade da porra de dar um


tapinha então inventei uma desculpa qualquer e sai mais cedo e passei
por um boteco onde os amigos do Flavio se encontravam, la dentro esta o
Leo, que me convida para um shop, e eu lhe digo – APENAS UM ,, OK.. E
conversamos muito, sobre mim e sobre ele , sua profissão sua musica.

Ele me fala sobre sua segunda atividade, musico, sua paixão.

Em meio a tanto papo bom ele me convida para ver uma apresentação de
sua banda, eles fazem musica instrumental.

Terminamos nossa noite e logo vem outra noite no mesmo bar, e diversas
conversas, nos tornamos bons amigos ele é cheio de esquemas os quais
prefiro não contar.

Conversar com Leo se torna um ritual, bom e saudável.


Passo encontrar meu irmão e outros amigos no bar, onde tomamos umas
cervejas damos um tapinha às vezes, comemos algo e assim tocamos a
vida.

Adquiri o abito do PAULISTA comum, e noto que estou inserido no


mundo dos descolados, mais eu precisava ser iniciado.

Iniciação tardia.

Convenci a Amanda a sair comigo, levei na apresentação de Leo e seu


grupo, quase que amarrada pelo braço.

O pior, mais era de se esperar ela não saia da casa para um programa
legal no mínimo uns cinco anos, tive de voltar com ela antes de terminar
o show.

Tive certeza de que nossos mundos eram diferentes, a partir daquele dia.

TUDO mudou, não tão lentamente. Ela sabia onde e com quem eu estava
e não gostava mais eu não ligava, ela não me falava mais das dividas e da
vida das primas que fugiram de casa, ou ficou gravida, ou se a vizinha
estava tendo um caso com um homem qualquer, parece que perdeu o
interesse em me inserir na sua vida sem sal.

Ela notou que eu vivia uma vida um pouco mais excitante que a dela e ela
mesma fez o favor de se afastar, eu acho. ou seja estávamos finalizando
nossa intima relação , eu agora iria viver minha vida transviada, nossa que
palavra horrível, e ela viveria vida de mulher santificada pelo papa.

Eu gostava daquela situação, estava confortável sendo um macho fora de


casa e um nada dentro, de acordo com ela, ACHO. eu sei, notava no olhar
dela essa desaprovação! Mas ela nunca me disse uma palavra sobre o
assunto.

Arrumei uma amante.

Duas palavras diferentes para mim, arrumar, e amante, nunca imaginei


dizer essa frase se referindo a mim.
Tenho uma amante, soa estranho. Tudo seria normal, mas como cheguei
até a amante é que é estranho, o Leo e eu ficamos bons amigos tínhamos
ideias parecida sobre a vida, eu frequentava a casa de Leo e as vezes
dormia por lá, ele sabia da minha estória da minha condição, bom tudo
estava indo bem até o dia que fui apresentado a Valeria – NOSSA a cara de
Luiza, pois é,,,, era filha de Luiza, eles tinha tido uma filha ainda muito
jovens, vi em Valeria sua mãe , todos os traços ,,,,, o que me atraiu no
passado quando a vi pela primeira vez, o rosto com a pele perfeita , até o
jeito de se sentar. Não resisti em dar muitas olhadas, todas insinuantes
para aquela deliciosa garota. Agora eu tinha mais motivos para sair de
casa às sextas feiras e retornar na segunda depois do trabalho.

Armei vários esquemas fiz diversos projetos que me favorecessem estar


sempre na casa de Leo e ele que me incentivava a recomeçar uma vida
nova, sempre me apoiava, me ajudava a vencer minha covardia, não podia
imaginar o que estava por vir, eu que achava que estava fazendo um cerco
para pegar Valeria na verdade estava cercado por ela.

Mais ou menos,,,,, mas não estiver me justificando.

Não quero me justificar, preciso assumir todos os erros e acertos, preciso


ter o controle de minha vida.

Bom estava no bar com uns amigos, e chega Valeria a procura de sua mãe
Luiza quem havia acabado de sair com outros amigos para um passeio em
algum lugar, acha que foram ao parque da Agua Branca, ela gostava de
andar em parques e ler na sobra das arvores, seu programa favorito,
gostava de natureza, no meio dos prédios bem concretados e com
trombadinha por todo lado, era uma mulher urbana.

Convidei a menina para ficar por ali comigo, deveria ser um bom amigo,
mas logo me vi envolvido em seus braços, beijos ( envolvido é porque ela
adorava Adoniran Barbosa, o bar estava com uma temporada de
apresentação do mesmo) mais aquela dança propiciou um papo ao pé do
ouvido, embora eu não fosse nenhum gala, eu era irmão de Flavio, rei do
xaveco, me esforcei, e lancei com força e coragem toda a saliva de um
conquistador, eu já estava mais ou menos bêbado, acho que a bebida
ajudou, pois o papo colou, a menina caiu.
Ela também dizia coisas inesperadas, me dizia tudo o que eu queria ouvir
de uma mulher, embora não concordasse, pois sempre me achei magro
demais, pequeno demais e sem graça.

Mais ela que viveu na França onde estudara arte. Dizia que tudo que
precisava era de um homem que não lhe desse muito trabalho. ela queria
mesmo era viver com um ser que cuidasse de si e às vezes cuidasse dela.

Mais que a deixasse sair a vontade por ai, com homens às vezes, e outras
vezes com mulheres, certa hora ela disse quero dá para você, aqui e
agora, porra que tara?

E que bom que era comigo.

Fomos ao banheiro e transamos ali, mesmo. Ela quis ir a outro lugar.


Fomos ao carro, fizemos coisas inacreditáveis, ela tinha tara por homens
como eu,,

De acordo com ela,,, então fomos a muitos lugares estranhos Sempre,


fazíamos muito sexo e sexo de todas as formas.

_ eu sabia que ela que ela era gay, mais tarde soube que era bissexual,
Leo me contou certa vez, que ela tinha namoradas esporádicas, o que
aumentava minha excitação, o que para ele estava de boa, não fazia
objeções.

Era um cara notável, não oferecia resistência apenas compreensão,

_ eu achei moderno demais o que Valeria me falou mais aceitei todas as


suas condições,,,,,,_ poderia não aceitar?

Meu problema agora era como contar isso para Leo.

Como o cara iria entender, não entenderia por muitos motivos, ele era
bem moderno e se fosse outro cara acho que ele entenderia, mas sendo
eu, isso dificultaria tudo. E para Amanda, como contar? Porra eu estou
muito feliz para elaborar qualquer plano que seja, deixei rolar. Notei certo
distanciamento de Leo, e sua amizade contava muito para mim, pois de
certa forma eu me sentia culpado por comer sua filha poxa vida.

Conversei com Valeria, ela me dizia.


_ sei lá pode contar mais quero continuar sendo amante, para meu pai
pode contar, mais para sua mulher não, quero ser a outra, eu gostava da
ideia, de ter uma namorada, ou amante sei lá e ainda com nove anos
menos que eu.

Quando contei ao Flavio, ela disse FILHO DA PUTA, eu sabia seu viado,
você ai posando de santo homem é um tremendo de comedor,,,,eu não
me sentia assim para mim era tudo sorte do destino, bom eu cavei esse
destino, mais lhe pedi conselho se contava ou não ao Leo , bom esse tipo
de conselho não deveria ser pedido, pois ele me disse que não contaria, ai
eu ouvi o que ele me disse.

Deixei de lado a ideia de contar ao Leo e lavei minha consciência nos


peitos molhadinhos de Valeria safadinha, ela gostava de sacanagem, todo
tipo de sacanagem, eu lhe satisfazia com prazer.

Vaquinha safada.

Certo assim dia do nada, notando nossa intimidade muito aflorada, Leo
desconfiado, me chama de canto em uma reuniãozinha que fizemos na
casa de uma amiga de Neide e me pergunta assim na lata, com um tom
grave e seco.

_ você esta comendo minha filha.

Eu engasguei, e olhei para o teto para o chão, tentei fugir da pergunta e


ele refez a mesma com mesma força na entonação, só com bastante raiva
ele perguntava novamente.

_ vai fala ai, esta ou não.

Eu pauso no silencio............... A resposta estava no silencio e ele


entendeu, não tive coragem de justificar, notei o ódio no olho
dele,,,permaneci silenciosamente até terminarmos aquela reunião, tentei
aproximar-me de Leo , ele mudava de lugar, saia do ambiente que eu
ocupasse e então sumiu para sempre.

Poxa achei a atitude de não me ouvir, ou dialogar, um pouco exagerada ou


poderia ter me dado um monte de porrada, ele era forte, eu iria apanhar
muito logico, afinal ele me dera prova de ser um cara muito mente aberta
e compreensiva, Flavio em sua imensa sabedoria já havia me dito que
achava Leo, meio gay, o que era compreensivo, agora com aquela atitude
e sua raiva, mas eu não achava isso afinal ele nunca tinha dado nenhum
sinal claro, era puras confabulações de meu irmão.

O que eu sei de Leo e não contei para Flavio é que Leo come Neide, Neide
come a Luiza, mais preferia o silencio, acho complicação demais para uma
estória só.

Leo é gay, mais preferia não ser, não exercia, era uma castração, e não era
segredo para Luiza.

Mais foi isso e nada mais, o pio nada mais, perdi meu amigo, procurei por
ele muitas vezes, ele às vezes respondia.

_ o que quer cara?

Eu pó vamos conversar Leo, ele respondia.

_ não.

Procurei Luiza, ela foi mais laborativa.

_ seu filho da puta nos confiava em você, essa sua estorinha de homem
reprimido, que vive uma vida sem sentido, poxa chega aqui e pega minha
filha.

Tento me justificar, o melhor dizer qualquer coisa, que convença a termos


uma vida normal, mais Luiza me deixa sem razão, então noto que para o
bem de todos inclusive de Amanda que eu não fale mais nada.

Ela vem em casa vez ou outra sabe que eu estou saindo com alguém, isso
não escondi, ela disse que quer o divorcio, eu disse ok.

A Valeria será minha mulher as escondida até quando ela quiser, meu filho
vive comigo e somos muito mais felizes do que antes, só tenho de pagar
uma faxineira uma vez por semana, mas já se passaram quatro anos e
nada de Leo me perdoar, caralho o cara foge de mim da filha, mais ela não
quer nem sabe.
Eu insisto para termos uma conversa mais hoje neste depoimento aqui
deixo claro para todos. Vá se foder todo mundo a VALERIA diz me amar,
eu estou nem ai, se quiser aceitar esse tremendo filho da puta aqui que
aceite e se não quiser VÁ TOMAR NO MEIO DOS SEUS CÚ eu vou é viver a
minha vida para ver se é bom, sei de uma coisa para aquele casulo não
volto nunca mais.

E é isso.