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CONVERSANDO SOBRE A “PRELEÇÃO EVANGÉLICA” NOS TRABALHOS DE ASSISTENCIA

ESPIRITUAL

COLABORAÇÃO DO MÓDULO DE CAPACITAÇÃO DE DIRIGENTES DE CURSOS DE


EXPOSITORES DA ALIANÇA ESPÍRITA EVANGÉLICA – RGA 2005

O objetivo da Assistência Espiritual: Promover o equilíbrio dos assistidos (encarnados e


desencarnados) e servir de campo de testemunho evangélico aos SERVIDORES E DISCÍPULOS de
Jesus.

• Portanto: Quem é o preletor?

A Direção: Um Dirigente Geral e um para cada Sala de Passe. Dentre os demais colaboradores
(recepcionistas, entrevistadores, etc.) encontram-se os PRELETORES.

Participantes: É aberta ao público, SEM QUALQUER RESTRIÇÃO de ordem religiosa, social, etc.

• Portanto: Os Assistidos são Espíritas?

Preparação dos trabalhadores: Entram no Centro espírita, recebem o Passe de Limpeza e reúnem-
se para a preparação de abertura dos trabalhos.

• O Preletor participa da preparação inicial?

Preleção Evangélica: Tem como objetivo predispor os assistidos para a recepção e bom
aproveitamento dos efeitos benéficos do passe.
1. Avisos e Convites para Cursos e Palestras.
2. Prece inicial com roteiro de elevação simplificada.
3. Desenvolvimento da Preleção, cujo tema deve seguir uma programação prévia.
4. Vibrações com roteiro simplificado
5. Explicações sobre Passes ou Evangelho no Lar

Posturas inadequadas antes da Preleção:

• Chegar em cima da hora.


• Conversas nos corredores.
• Circulação intensa nos setores da casa.
• Abraços e beijos acima do aceitável.
• Bate-Papo na Secretaria, Câmaras, Livraria, etc.
• Utilizar a presença para colocar assuntos pendentes em dia.
• ingerir líquidos momentos antes da Preleção.

Posturas adequadas antes da Preleção:

• Chegar cedo, participar da preparação inicial


• Manter-se em leitura edificante na câmara, pode-se revisar o assunto em pauta
• Calar-se nos corredores, não dispersar os pensamentos.
• Manter estreita ligação com o Plano maior.
• Sentar-se no salão de Preleções e “medir” a vibração do local.
• Checar com o Dirigente os recados que deverão ser passados antes da Preleção.

O Salão está “inquieto” ou agitado, que fazer?


• A recepção está orientando corretamente os Assistidos?
• Quem está no Passe de Limpeza? Está em tratamento? Está equilibrado?
• Há conversas ou circulação intensa nos corredores?
• O Ambiente Místico da casa está adequado?
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• A equipe fez a Preparação Inicial dos Trabalhos?
• Quem é o encaminhador? Tem domínio de trato com o público? Sabe o que está fazendo?
• O Ambiente Místico do salão está adequado? (Música suave, iluminação fraca)
• Há algo para os Assistidos lerem no momento de espera?
• Os Entrevistadores orientam os Assistidos da importância do silencio e prece?
• Há avisos de silêncio na casa?

Está tudo “OK” e mesmo assim o Salão está inquieto, que fazer?

• Verificar se o Grupo em sustentação na Câmara está em prece ou leituras edificantes,


verificar se não estão dispersando para assuntos não relacionados ao trabalho do dia.
• Respeitosamente o Encaminhador deve conversar com a Assistência sobre a necessidade
do silêncio e da prece.
• O Encaminhador não tem “jeito” para este recado, quem pode dar? O Dirigente.
• O Dirigente está ocupado, quem pode dar? O Preletor.
• Solicitar ao Grupo em sustentação que entre em vibrações pela Assistência.

O Preletor não chega...

• A Diretoria de Estudos planejou a Escala Semestral ou Anual?


• Os Dirigentes conhecem os Preletores da Casa?
• Os Preletores conhecem os Dirigentes da Casa?
• Há uma relação com os nomes e telefones de todos os trabalhadores na casa?
• A escala está agendada e visivelmente afixada em algum lugar de uso dos trabalhadores?
• O dirigente ligou alguns dias antes para confirmar a preleção com o Preletor?
• Está chovendo? Caíram barreiras? O trânsito está congestionado?
• O Dirigente tem o celular do Preletor?

O Preletor não vai chegar...

• O Dirigente estudou o assunto previamente?


• O Preletor providenciou um substituto para ele?
• O Preletor ou substituto contatou o Dirigente?
• CALMA!!! Face o Dirigente estar com o assunto previamente estudado é coerente que ele
transmita a mensagem do dia.

Depois da Preleção:
• Não ficar conversando nos corredores
• Nada de cumprimentos do tipo: “A Preleção foi ótima, você é o máximo!!!”
• Nada de críticas do tipo: “A Preleção foi uma porcaria, você precisa de conteúdo!!!”
• Nada de ficar no Centro “caçando” pessoas para conversar ou abraçar.

O Dirigente e o Curso:

Curso de Expositores: Pode ser necessário expor, importante domínio de técnicas.

A PRELEÇÃO: (Não deve ser confundida com pregação.)

1) Comunicação de recados:

• Dirigente deve saber orientar o Preletor sobre os Cursos, EI, etc.


• NUNCA, JAMAIS, oferecer rifas, bingos, eventos beneficentes, etc.
• Recados dados por pessoas não expositoras, ou seja, que não tem hábito de falar em
público geralmente não são muito claros.

2) Preparação:

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• Simplificada, vide VER (Anjos Guardiões, Jesus e Deus)
• Não falar sobre HIGIENIZAÇÃO DE PESSOAS OU AMBIENTES.
• Não citar expressões como:
 “Ajoelhados nos ligamos a..”
 “Ligados aos amigos da Direita e da Esquerda...”
 “Todos de mãos dadas espiritualmente...”
 “Pretos Velhos, Índios, Brogotá, Itaporã...”
 “Maria santíssima...”
 “Anjos, Arcanjos, Querubins...”
 “Oferecemos a prece a Deus...” (parece troca), é uma prece de ligação.
 “Nosso Mestre, Rabi da Galiléia, Dirigente Planetário”
• Duração aproximada: 3 minutos.

3) O Desenvolvimento do tema:

• Simples, objetiva e amistosa.


• Buscar sempre o fundo moral.
• Confortar e esclarecer sem polemizar.
• Assistido precisa de ajuda e nem sempre quer conhecer a Doutrina Espírita.
• Renovar as esperanças.
• Não ler a mensagem, pode ler a introdução (passagem bíblica, mas só).
• Não permitir perguntas durante a preleção, caso aconteça explicar que após a Preleção
estará disponível para esclarecer (é momento de reflexão).

Técnicas:
 Nunca citar “Nós espíritas...”, quem é espírita?
 Não usar “vocês”, incluir-se como receptor da mensagem.
 Não usar exemplos pessoais se colocando em posição superior ou inferior.
 Evitar contar histórias “sangrentas” ou “trágicas”, cuidado com a emanação mental.
 Dar preferências a histórias evangélicas com profundo teor moral.
 Jamais dizer: Espiritismo é Doutrina de sofrimento...
 Preleção não é reforma íntima, deve despertar para a disposição de melhora.
 Ser motivador da melhora, estimular e apoiar com palavras de otimismo e esperança.
 Não fazer comparações ou citações políticas, religiosas, etc.
 Não colocar opiniões pessoais sobre o assunto em pauta.
 Cuidado com a movimentação.
 Utilizar o olhar e as expressões.
 Usar o sentimento; localizar-se no salão.
• Duração aproximada: 15 minutos.

4) Encerramento:

 Convidar a todos às Vibrações.


 O Assistido sabe o que é Vibrar?
 Explicar superficialmente que é doar amor, bons pensamentos, boas energias a alguém.
 Vibrações simplificadas (Vide VER)
 Convidar a todos permanecerem em leituras ou preces (alguns estão chegando pela primeira
vez e não sabem o que devem fazer ao término da preleção).
 Explanar sobre o Passe (não entrar em conceitos profundos) ou Evangelho no Lar.
 Duração aproximada: 3 minutos.

Esclarecimentos Gerais:

 Normalmente a última informação que recebemos é a que fica mais fortemente gravada no
campo mental, estender-se em explicações ao término das vibrações proporciona dispersão e
desconcentração.

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 Os esclarecimentos sobre: Evangelho no Lar, caixinha de Vibrações, Passes, Freqüência,
horários, etc, sevem ser passados preferencialmente pelo Plantonista.

Preparação e desenvolvimento do tema (aspectos técnicos)

 Seja você mesmo (naturalidade)


 Estudar o assunto previamente e coloca-lo “de molho”, agregando as informações do Plano
espiritual enviadas por intuição.
 Refletir sobre o tema e articular com a sua própria vida.
 Ler assuntos correlatos, ter material de “reserva”
 Ler e VIVENCIAR o capítulo do Evangelho, semanas antes de abordá-lo.
 Ensaiar, ensaiar, ensaiar.
 Acreditar e envolver-se, criar empatia com os assistidos.
 Falar com o coração, transmitir emoção e despertar sentimentos elevados.
 Falar com boa intensidade, velocidade e ritmo.
 Cuidar do vocabulário, gramática e pronúncia.
 Controlar o tempo.
 Ter início, meio e fim.
 Distribui o peso sobre as duas pernas.

NEUROLINGÜÍSTICA

Viver e respirar as pressuposições da NL, doravante designada apenas PNL:

1. Todo comportamento tem uma intenção positiva.


2. Se algo é possível para alguém no mundo, também é possível de ser aprendido.
3. Qualquer coisa pode ser aprendida se for abordada da maneira adequada.
4. Não existe fracasso, existem apenas resultados.
5. Nós escolhemos o melhor comportamento que conhecemos, com base nas escolhas que
temos em nosso modelo de mundo.
6. Mais escolhas é melhor do que escolhas limitadas.
7. A maneira como experimentamos o mundo é apenas um modelo de percepção.

Estabelecer e usar âncoras de recursos:


 Espacial: Lugar, gesto, postura
 Levar o assistido ao estado e estabelecer a âncora, contar história interessante com voz suave
e um local distante do salão. Reforçar a voz e ligar com a âncora. Sempre que utilizar a âncora
a Assistência “deslocará” seu foco para o objeto focado.

Usar níveis lógicos de experiência:


 Avaliação da Assistência: Nivelar a linguagem e as informações para entendimento de todos.
 Oferecer “feedback” às reações, ter flexibilidade para alterar ritmo, assunto ou postura.

Usar a Aprendizagem emocional:


 A capacidade de lidar com as emoções é mais importante para o sucesso na vida do que o QI.
 Trazer a Preleção da inteligência emocional à Aprendizagem emocional
 Usar a imaginação ativa (Jung), deslocar o Assistido do raciocínio para a reflexão do conteúdo
pela emoção.