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ORIENTAÇÕES PARA

ELABORAÇÃO DE TRABALHOS
MONOGRÁFICOS E PROJETOS
EXPERIMENTAIS
COMUNICAÇÃO SOCIAL -
PUBLICIDADE E PROPAGANDA

Goiânia, Agosto de 2009.


Sumário

ELEMENTOS ESTRUTURAIS DO TRABALHO CIENTÍFICO 3

REGRAS GERAIS PARA APRESENTAÇÃO DE REFERÊNCIAS E OBRAS


CONSULTADAS 25

REGRAS GERAIS PARA APRESENTAÇÃO DE CITAÇÕES 46

ORIENTAÇÕES GERAIS PARA ELABORAÇÃO DO PRÉ- PROJETO 58

2
PRIMEIRA PARTE
ELEMENTOS ESTRUTURAIS DO TRABALHO CIENTÍFICO

Apresentaremos orientações segundo as Normas da Associação Brasileira de


Normas Técnicas e da Instituição para apresentação dos trabalhos acadêmicos,
pretendemos com esse estudo:

• Orientar a realização escrita e o padrão formal técnico para apresentação de


trabalhos acadêmicos por parte de alunos da graduação.
• Apresentar a estrutura formal dos trabalhos científicos.

Sobre os ELEMENTOS ESTRUTURAIS DO TRABALHO


CIENTÍFICO, fundamentamos na ABNT – 14724/2005 e da Instituição.

1. CONTEÚDO
É comum quando elaboram trabalhos acadêmicos e mesmo alguns alunos que estão
elaborando o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) se preocupar somente com a
pesquisa e o conteúdo que estão dissertando.
Porém, quando recebem a apreciação do professor ou do orientador, pensam que
foram avaliados com muito rigor; pois tiveram um grande empenho na pesquisa e
dissertação. Alguns chegam até a questionar: ―mas porque essa nota? Eu escrevi
tudo sobre o assunto!‖

O processo de produção do conhecimento científico apresenta basicamente duas


etapas:
• A primeira é o trabalho realizado pelo pesquisador na investigação para a
resolução de um problema de pesquisa;
• A segunda, tão importante quanto a primeira, consiste na divulgação dos
resultados da investigação e ou na produção de um projeto experimental.

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Essa segunda fase inicia com a expressão escrita na elaboração do trabalho
científico. Assim como a pesquisa científica deve seguir normas, regras e
procedimentos definidos, não deixando de lado a reflexão e a criatividade para o
desenvolvimento do conhecimento. A produção escrita do trabalho deve merecer um
cuidado especial em sua apresentação e isso reclama por parte do pesquisador a
consulta à ABNT.

A padronização na apresentação gráfica exige o estabelecimento de diretrizes para


a redação de um trabalho científico.
As instituições de ensino, normalmente, indicam as diretrizes apresentadas pelas
normas da ABNT, mas isso não impede também de traçarem algumas específicas
para a própria instituição e curso.

Por isso, estejam atentos, pois a boa apreciação dos trabalhos acadêmicos e pré-
projeto de vocês, bem como do TCC, irá depender da observância às normas aqui
apresentadas. Vamos iniciar com a apresentação dos elementos estruturais do
trabalho acadêmico.

Vale ressaltar que a disposição aqui apresentada para trabalhos acadêmicos, refere-
se aos trabalhos realizados fora da sala de aula.

1.2 Elementos componentes do trabalho acadêmico


ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS

• Capa – elemento obrigatório. Proteção externa do trabalho, contendo os dados


essenciais que identificam a obra, como instituição, curso, título do trabalho, nome
do autor, local da instituição e data.

• Lombada – opcional; utilizada, de maneira geral, somente nas dissertações de


mestrado e teses de doutorado, quando as encadernações são em capa dura.

4
Quando existir, a lombada deverá trazer impresso longitudinalmente do alto para o
pé, o
nome do autor, o título do trabalho e, se for o caso, os elementos alfanuméricos de
identificação, por exemplo: v. 2
• Folha de rosto e ficha catalográfica – elemento obrigatório. Deve conter os
elementos essenciais que identificam a obra na seguinte ordem: nome do autor,
título do trabalho, nota de apresentação, nome do orientador, local da instituição e
data.
A ficha catalográfica é elaborada pela bibliotecária e deve vir no verso da folha de
rosto.
• Errata – opcional e se extremamente necessário; pode ser apresentada em papel
avulso, e entregue no início da banca aos professores, ou encartada no trabalho já
impresso, logo após a folha de rosto.
• Folha de aprovação – necessária apenas, e de forma obrigatória, para
monografias de conclusão de curso e graduação ou especialização, dissertação de
mestrado e
teses de doutorado. Deve conter as informações essenciais à aprovação do
trabalho, na seguinte ordem: Autor do trabalho, título do trabalho. Subtítulo, se
houver, nota de apresentação, composição da banca examinadora, local da
instituição e data.
• Dedicatória – opcional – é o oferecimento do trabalho a determinada pessoa ou
pessoas equivale a uma homenagem. Deve ser digitado em letras normais, tamanho
12, justificadas, sem negrito e com entrelinhamento de 1,5, no canto direito inferior
da página, com recuo esquerdo de 8 cm.
• Agradecimento – opcional. Agradecimento a pessoas e ou instituições que
efetivamente contribuíram para a realização do trabalho. O título agradecimento em
letras maiúsculas, tamanho 12, centralizadas, negritadas e com entrelinhas 1,5, sem
indicador numérico, deve estar na parte superior da folha, separado da margem
superior por 2 linha em branco de tamanho 12 e entrelinhamento 1,5 de
espaçamento. O texto, sem recuo de parágrafo, é digitado na parte inferior da

5
página em letras normais, tamanho 12, justificadas, sem negrito e com
entrelinhamento 1,5.
• Epígrafe – opcional. Pensamento e/ou idéias que estejam relacionados com a
temática do trabalho, podem ser retirados de um livro, uma música, um poema etc.,
seguidos da indicação de autoria. Se as epígrafes não ocuparam toda a página, os
espaços livres da parte superior devem ser aproximadamente o mesmo da parte
inferior. A epígrafe pode vir também nas folhas de abertura das seções primárias.
Nesse caso, deve localizar-se entre o título e o início do texto do capítulo,
distanciando-se de ambos 2 linhas em branco de tamanho 12 e entrelinhamento 1,5.

ELEMENTOS TEXTUAIS

• Resumo e palavras-chave em português; os resumos são necessários, apenas,


e de forma obrigatória, para monografias de conclusão de curso de graduação ou
especialização, dissertação de mestrado, teses de doutorado e artigos científicos. O
resumo não é uma simples enumeração de tópicos, mas sim um texto breve.
Indicam como limite máximo de 500 palavras para relatórios técnicos-científicos,
dissertações e teses, 250 palavras para artigos de periódicos e trabalhos de
conclusão de curso e 100 palavras para notas e comunicações. O resumo deve ser
um indicativo da idéia, das linhas principais e das conclusões da obra em questão,
de linguagem clara, concisa e direta. Tem a função de orientar os possíveis futuros
leitores na decisão sobre a utilidade da leitura daquele trabalho. É redigido em
parágrafo único. Ao final do resumo deve vir as palavras-chave, no respectivo
idioma, separado do resumo por uma linha em branco de espaçamento e
antecedidas pelo título PALAVRAS-CHAVE
nos respectivos idiomas, cada palavra começa com letra maiúscula e termina com
ponto final. Atenção! As páginas dos resumos não recebem número, mas são
contadas.
• Listas – de Ilustrações, de Tabelas, de Abreviatura e Siglas, de Símbolos –
elementos opcionais. Se utilizados, devem obedecer a uma ordenação, sempre em
folhas distintas.

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• Sumário – elemento obrigatório. No sumário consta a enumeração dos capítulos,
seções e partes que compõem o trabalho, seguidos de sua localização no texto. Não
constam do sumário as partes que o antecedem, mas sim as partes que o sucedem.
Dos elementos que se devem incluir no sumário, não recebem indicativos
numéricos: introdução e conclusão do texto, referências bibliográficas, glossário,
apêndice, anexo e índice. As características gráficas e os padrões numéricos
adotados no sumário devem ser reproduzidos na digitação desses itens ao longo do
texto.
• Corpo do texto – é o trabalho propriamente dito; a parte mais importante,
dispondo-se em introdução, desenvolvimento e conclusão. A introdução é o
elemento explicativo do autor para o leitor, em que constam a delimitação do
assunto tratado e os objetivos da pesquisa, sem maiores detalhes. Tem a função de
antecipar, em linhas gerais, o conteúdo do trabalho, preparar o terreno e despertar a
atenção. É uma rápida explanação do que se vai encontrar a seguir. É por esse
motivo que a introdução é a última parte do trabalho a ser redigida. Desenvolvimento
visa a expor o assunto e a
esboçar as principais idéias. É, em essência, a fundamentação lógica do trabalho. A
redação técnico-científica deve buscar a objetividade, coerência, clareza, precisão,
imparcialidade e uniformidade.
Conclusão é a recapitulação sintética dos resultados e ou discussão da pesquisa.
Devendo estar claramente ligada aos seus objetivos ou hipóteses. É o relato do que
o autor conseguiu demonstrar no desenvolvimento do trabalho. Pode ressaltar o
alcance e as conseqüências das contribuições e indicar problemas dignos de novos
estudos. Deve ser breve.
• Referências bibliográficas e fontes consultadas – elemento obrigatório. É o
conjunto de informações que identificam as fontes consultadas e/ou citadas no texto.
Vale ressaltar que trabalhos que não possuem referências não são considerados de
cunho científico; sem o embasamento teórico, são tratados como obra de ficção.
Estudaremos em seção própria a forma de apresentação. A ABNT indica o termo
referências como título dessa parte do trabalho e não mais bibliografia, no sentido de
abarcar as demais fontes de pesquisa não relacionadas necessariamente ao livro.

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Depara-se aqui com um problema: o termo referências tecnicamente abrange
somente as fontes efetivamente citadas no texto do trabalho. Como elencar as
fontes simplesmente consultadas, porém sem uma citação direta no texto? Algumas
instituições sugerem que as fontes sejam elencadas em dois blocos distintos: as
referências em primeiro lugar e a seguir, em folha distinta, as fontes consultadas.
Sugerimos que, nas referências sejam relacionadas tantas as fontes efetivamente
consultadas como as citadas no texto do trabalho. Daí ser mais adequada a
indicação deste elemento como referências e fontes consultadas. Esclarecendo que
no item REFERÊNCIAS devem constar apenas as obras consultadas e que
efetivamente foram citadas no corpo do texto.

ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS

• Glossário, Apêndice, Anexo, Índice – Elementos opcionais. Se utilizados, devem


obedecer a uma ordenação, sempre em folhas distintas. Glossário é definido pela
Associação Brasileira de Normas Técnicas (2002c) como uma relação de palavras
ou expressões técnicas utilizadas no texto, de uso restrito ou de sentido obscuro
seguidas das respectivas definições. Apêndice é um texto ou documento elaborado
pelo próprio autor, a fim de complementar sua argumentação, sem prejuízo da
unidade nuclear do trabalho. Anexo diferentemente do apêndice é um texto ou
documento não elaborado pelo autor, que serve de fundamentação, comprovação e
ilustração, por isso deve ser mantidas suas formatações originais. Índice é uma lista
de palavras ou frases, ordenadas segundo determinado critério, que localiza e
remete para as informações contidas no texto.
• Capa final -É a folha em branco, quando não recebe número nem é contada, é
elemento obrigatório.

1.3 Formato de apresentação do trabalho acadêmico

a) O trabalho monográfico deve ser digitado na cor preta, com fonte


Arial e recuo de parágrafo (1ª linha) de 1,25 cm. Para a impressão

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deve-se usar papel sulfite branco tamanho A4 (210 x 297 mm), usa-se
apenas um lado da folha (exceto a folha de rosto, que poderá trazer em
seu verso a ficha catalográfica).

b) O tamanho da fonte para a digitação do trabalho deve ser 12, exceto


nas citações de mais de três linhas, nas notas de rodapé, epígrafe, na
paginação e nas legendas das ilustrações e tabelas que terão tamanho
10.

c) O entrelinhas (distância entre linhas) deve ser 1,5, exceto nas


citações de mais de três linhas, nas notas de rodapé, nas referências
(ou fontes consultadas) as referências bibliográficas ao final do
trabalho, por terem entrelinhamento simples na mesma obra, devem
ser separadas uma da outra por uma linha em branco de tamanho 12 e
entrelinhamento 1,5 de espaçamento, nas legendas das ilustrações e
tabelas, na ficha catalográfica e nas notas de apresentação da folha de
rosto e da folha de aprovação, e epígrafe que terão entrelinhamento
simples.

d) O alinhamento da parte textual do trabalho (introdução,


desenvolvimento e conclusão) deve ser justificado. Esse recurso
possibilita a uniformização o lugar onde se situam as últimas letras de
cada linha digitada. As exceções ficam por conta dos títulos das seções
primárias que não recebem indicativos numéricos (introdução e
conclusão), que devem ser centralizados.

e) As partes pré-textuais (capa até o sumário) e pós-textuais (das


referências bibliográficas até o final) têm formatação diferenciada com
relação ao alinhamento (alinhado à esquerda, centralizado ou
justificado). (ATENÇÃO! CONSULTAR MODELOS DE CADA UMA
DESSAS PARTES).

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f) A paginação deve aparecer no trabalho a partir da introdução
(primeira página textual) até a última folha digitada, inclusive glossário,
apêndice, anexo e índice, constantes na monografia; porém, devem ser
também contadas sem que apareçam os números das páginas
anteriores à introdução, desde a folha de rosto até o sumário. Os
números das páginas são em algarismos arábicos, tamanho 10, sem
traços, pontos ou parênteses dentro da margem direita superior.

g) As margens superior e esquerda devem ser formatadas com 3 cm,


enquanto a inferior e a direita, com 2 cm.

h) Os títulos dos capítulos (seções primárias), fonte tamanho 14, por


serem as principais divisões de um texto, devem sempre iniciar em
uma nova folha ( essa regra não é observada quando se tratar de
artigos) a cinco (05) centímetros da margem superior, digitados em
letras maiúsculas, negritadas, reproduzindo a formatação gráfica
adotada no sumário.

i) Quando houver subtítulos (subseções), fonte tamanho 12 e


entrelinhamento 1,5, devem distanciar-se tanto do texto anterior quanto
do posterior, o equivalente a 2 linhas em branco de espaçamento. Se,
após sua digitação, não for possível acrescentar pelo menos as 2
linhas em branco de espaçamento e mais três linhas de texto, eles
deverão ser transportados para o início da página seguinte. Nesse
caso, na nova página, não serão antecedidos pelas 2 linhas em branco
de espaçamento, permanecendo, no entanto, as 2 linhas em branco de
espaçamento posteriores.

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j) Recebem indicativos numéricos para as seções deve obedecer a
seguinte ordem: 1, 2, 3, -para as seções primárias, ou 1.1, 1.2, 1,3 para
as seções secundárias, ou 1.1.1, 1.1.2, 1.1.3 para as seções terciárias.

k) Não recebem indicativos numéricos as seções cujos títulos sejam:


errata, agradecimentos, epígrafe, resumo, listas de ilustrações, listas
de abreviaturas, siglas, referências bibliográficas, glossário, anexo,
apêndice, índice.

l) Os elementos sem título e, conseqüentemente, sem indicativo


numérico são: a folha de aprovação, a dedicatória e a epígrafe.

m) As notas de rodapé podem conter considerações, esclarecimentos,


explicações ou indicações que não são incluídos no texto, para não
sobrecarregá-lo nem interromper a seqüência lógica da leitura. Essas
notas podem ser de referência (indicam fontes consultadas ou remetem
a outras obras onde o assunto em questão foi abordado de forma mais
aprofundada) ou explicativas (comentários, esclarecimentos ou
explanações, que não possam ser incluídos no texto em existindo, não
devem ser muito longos, ao menos nos trabalhos acadêmicos, para
que se abrevie o tempo de interrupção da leitura do texto principal).
Devem ser colocadas em seqüência numérica na parte principal.
Devem ser colocadas em seqüência numérica na parte inferior das
páginas em que foram inseridas, separadas do texto por um espaço de
4 cm (os editores de texto atuais já fazem essa divisão
automaticamente). Digitadas com entrelinhamento simples,
alinhamento justificado e com caracteres menores do que o usado no
texto. As notas devem ser separadas entre si por um pequeno
espaçamento.

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MODELO DE CAPA

3cm

Uni-ANHANGÜERA CENTRO UNIVESITÁRIO DE GOIÁS


CURSO DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA.
(Fonte Arial 14 centralizado e negritado)

TÍTULO DO TRABALHO
(Fonte Arial 14 centralizado e negritado)

Nome do(s) autor(es).


(Fonte Arial 12, centralizado e sem negrito,
grupos em ordem alfabética)

Goiânia, mês e Ano.

(2 cm)

12
MODELO DE FOLHA DE ROSTO
(3 cm)

NOME DO(S) AUTOR(ES)


(Fonte Arial, 14, caixa alta, com negrito, em ordem alfabética)

(3cm) (2cm)

TÍTULO DO TRABALHO
(Fonte Arial, 14, caixa alta, com negrito)

(9cm)
((
Monografia ou Projeto Experimental
apresentado ao professor [...] do Curso de
Comunicação Social – Publicidade e
Propaganda, como trabalho de conclusão de
curso, requisito parcial para obtenção do
título de Bacharel em Comunicação Social.

Orientador : Prof. Dr./ Ms [...]

Goiânia, mês de Ano

(2cm)

13
ERRATA

(3cm)

(3cm)
(2cm)

ERRATA.

Página Linha Onde se lê Leia-se

(2cm)

14
FOLHA DE APROVAÇÃO (Será fornecida pelo Coordenador do Curso)

(3cm)

(6cm)
(2cm)

Monografia (escrever o título) apresentada ao


professor [...] do Curso de [...] do Uni-
ANHANGÜERA Centro Universitário de Goiás,
pelo Bacharelando (escrever o nome) como
trabalho de conclusão de Curso, requisito
parcial para obtenção do Título de Bacharel em
Comunicação – Habilitação em Publicidade e
Propaganda.
Aprovada pela banca examinadora formada
pelos professores.

Orientador
Prof. Dr. /Ms. (escrever o nome em caixa alta)
Assinatura: ___________________________

Co-Orientador
Prof. Dr. /Ms. (escrever o nome em caixa alta)
Assinatura: ___________________________

Examinador:
Prof. Dr. /Ms. (escrever o nome em caixa alta)
Assinatura: ___________________________

Goiânia, mês e 200?


(2cm)

15
DEDICATÓRIA

Este trabalho é dedicado aos familiares,


amigos e mestre, que contribuíram
significativamente para o meu crescimento
intelectual e pessoal.

(2cm)

16
AGRADECIMENTOS

Aos meus pais pelo dom da vida.


Aos meus Mestres, por terem me mostrado o
caminho do saber.
Um agradecimento especial ao meu Orientador,
sempre firme e paciente
A todos os colegas de Turma, companheiros de
jornada na busca do conhecimento.

17
EPÍGRAFE.

Eu, etiqueta

(...) são mensagens, letras falantes, gritos visuais, ordens de uso, abuso,
reincidência, costume, hábito, premência, indispensabilidade, e fazem de mim homem
— anúncio itinerante, escravo da matéria anunciada.
Estou, estou na moda. É doce estar na moda, ainda que a moda seja negar minha
identidade, trocá-la por mil, açambarcando todas as marcas registradas, todos os
logotipos do mercado. Com que inocência demito-me de ser eu que antes era e me
sabia tão diverso dos outros, tão mim mesmo, ser pensante, e solidário com outros
seres diversos e conscientes Da sua humana, invencível condição.
Agora sou anúncio, Ora vulgar ora bizarro, em língua nacional ou em qualquer
língua (qualquer, principalmente). E nisto me comprazo, tiro glória de minha anulação.
Não sou — vê lá — anúncio contratado. Eu é que mimosamente pago para anunciar,
para vender em bares festas praias pérgulas piscinas, e bem à vista exibo esta
etiqueta global no corpo que desiste de ser veste e sandália de uma essência tão viva,
independente,que moda ou suborno algum a compromete. (...) Hoje sou costurado,
sou tecido, sou gravado de forma universal, saio da estamparia, não de casa, da
vitrina me tiram, recolocam, objeto pulsante mas objeto que se oferece como signo de
outros objetos estáticos, tarifados (...)

Carlos Drumond de Andrade (1984)

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RESUMO.

AUTOR(ES). Sobrenome, Nome. Título do trabalho. Monografia, 200? 100 f. – Curso


de Comunicação Publicidade e Propaganda da Uni- ANHANGUERA Centro
Universitário de Goiás. Goiânia, 200? (Máximo 200 palavras – não sendo
computado a acentuação e pontuação gráficas)

O presente trabalho monográfico / experimental desenvolvido na empresa (...) /


sobre o tema (...) tem como principal objetivo a (...). A elaboração deste trabalho
teve como principais etapas a (...). Teve também como estrutura metodológica a
(falar das etapas da pesquisa envolvida na monografia / projeto experimental)
resultando portando, na construção de uma campanha publicitária, cujas principais
ferramentas são (...) / resultando na construção teórica do tema, cujas principais
conclusões são (...)

Palavras-chave: (No máximo 5 palavras as mais relevantes ao trabalho)

19
LISTAS

LISTA DE ILUSTRAÇÕES
Capa dos trabalhos acadêmicos XX
Folha de rosto XX
Errata XX
Folha de aprovação XX

Tabela I – Mortalidade infantil: década de 80 e 90

LISTA DE TABELAS
Mortalidade infantil XX
Uso de drogas: crianças e adolescente década de 80 e 90 XX
Crianças encaminhadas ao conselho tutelar XX

LISTA DE ABREVIATURAS

Out. – Outubro
Jan. – Janeiro

LISTA DE SIGLAS

ONGS – Organização não Governamental


LMP – Lei Maria da Penha

20
SUMÁRIO
(5CM)

SUMÁRIO
(caixa alta, 14, negrito, centralizado)

INTRODUÇÃO (sem numeração, sem negrito e caixa alta) xx


1. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA xx
1.1. [...] xx
1. 2. [...] xx
1. 2. 1. [...] xx
1. 2. 2. [...] xx
1. 3. [...] xx

2. DESCRIÇÃO DA METODOLOGIA E APRESENTAÇÃO DOS DADOS


COLETADOS. xx

3. DISCUSSÃO, ANÁLISE E AVALIAÇÃO DOS DADOS. xx

CONSIDEÇÕES FINAIS. xx
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. xx
APÊNDICE – Modelo do questionário aplicado xx
ANEXOS xx

21
GLOSSÁRIO

APUD – Citado por


Entrelinhamento – Espaço entre linhas

APÊNDICE – Questionário – formulário elaborado pelo pesquisador.

ANEXO – Informações complementares – não produzidas pelo autor.

22
SEGUNDA PARTE

REGRAS GERAIS PARA APRESENTAÇÃO DE REFERÊNCIAS E OBRAS


CONSULTADAS

1. INTRODUÇÃO

As referências são elementos obrigatórios da estrutura de trabalhos


acadêmicos. Por isso, a não apresentação das mesmas pode levar o seu trabalho
acadêmico a uma avaliação que te contrariará inobstante, o esforço empreendido
para a pesquisa e a dissertação do tema, vale lembrar que:

ATENÇÃO! Trabalhos que não possuem referências não são considerados de


cunho científico; sem o embasamento teórico, são tratados como obra de ficção.

O título REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS devem ser digitados em letras


maiúsculas, tamanho 12, centralizadas, negritadas e com entrelinhamento 1,5, sem
indicativo numérico, devem distanciar-se o equivalente a 2 linhas em branco de
tamanho 12 e entrelinhamento de 1,5 de espaçamento tanto da margem superior
quando do início dos itens.

As referências devem ser alinhadas justificadas e em tamanho 12, sem


deslocamento a partir da 2ª linha, com entrelinhamento simples na mesma obra e
com uma linha em branco de tamanho 12 e entrelinhamento 1,5 de espaçamento
entre uma obra e outra.

A ordenação das referências e fontes consultadas na lista das fontes


utilizadas pode se dar por dois sistemas: alfabético ou numérico. Orientamos que no
Uni -Anhangüera, com objetivo de padronizar a apresentação formal dos trabalhos

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acadêmicos, utilize-se o sistema numérico onde devemos utilizar o (1 para a primeira
nota de rodapé e assim sucessivamente 1. Conforme exemplo no rodapé da página).
As referências, nesse caso, devem ter ordenação alfabética pela primeira letra do
sobrenome do autor. No texto, as citações de autores serão feitas indicando-se o
ano da obra em questão – sistema autor-data de citações.
Feitas essas considerações, passemos as regras gerais apresentadas na
ABNT 6023 para a apresentação das referências e fontes consultadas. Embora as
apresentemos aqui, queremos considerar que não deve se sentir liberado de
consultar a ABNT.

2. AUTORIA

2.1 Autoria pessoal: é a pessoa física responsável pela criação intelectual ou


artística de um documento. Quando houver somente um autor, deve ser apresentado
da seguinte forma:

SANTA‘ANNA, Armando. Propaganda, teoria, técnica e prática. 7 ed, São Paulo:


Pioneira Thomson Learning, 2005.

ATENÇÃO! As referências e fontes consultadas devem ser apresentadas sempre em


ordem alfabéticas pelo sobrenome do autor. Obs.: No exemplo acima apresentamos:
O sobrenome do autor, nome, título do livro, nº da edição, local da publicação,
editora e ano de publicação. Esses são os elementos essenciais apresentados pela
ABNT 6023, de agosto de 2002.
2.2 Autoria pessoal de dois ou três autores: Nesse caso, todos os autores devem ser
informados, separados entre si por ponto e vírgula. O nome é digitado em letras
normais e separado do sobrenome por vírgula. Com relação à abreviação do nome,

1
Evite utilizar notas de rodapé. Elas devem ser avaliadas e se adequadas devem ser introduzidas no
corpo do texto, utilizando as regras metodológicas de citações diretas e indiretas.

24
a própria ABNT, em seus exemplos, utiliza esse expediente, sugerindo tal
possibilidade.

Importante
1- A ordenação alfabética poderá ser feita, após selecionar-se todo o texto das
referências, por intermédio da: TABELA/CLASSIFICAR. Não utilizar essa sugestão
quando existirem nomes de autores substituídos por traço contínuo.

No entanto, recomenda-se, para a padronização das listas das fontes: ou todos os


nomes são digitados por extenso, ou todos abreviados.

WOWEN, John C.; MINOR, Michael S. Comportamento do consumidor. São


Paulo: Prentice Hall, 2003.

2.3 Autoria pessoal mais de três autores. Informa-se apenas o primeiro autor e
acrescenta-se a expressão et al. que, por ser abreviação de et alii, vem sempre
seguida de ponto. Segundo Houais (2001), essa expressão, ―na citação bibliográfica,
é a indicação de que a obra a que se faz referência tem mais de um autor e se
menciona, por concisão, apenas o primeiro, omitindo-se os demais‖.

RIBEIRO, Julio. et al. Tudo o que você queria saber sobre propaganda e
ninguém teve paciência de explicar. São Paulo: Atlas, 1989.

2.4 Autoria pessoal -responsabilidade pela obra. Quando se trata de organizador,


deve ser inserida logo após o nome a expressão (Org.) que esclarece a
responsabilidade intelectual pela organização do livro; mesmo quando existir mais
de um organizador permanece a mesma expressão no singular. Outros tipos de
responsabilidade intelectual são: (Coord.): coordenador, (Ed.): editor, (Comp.):
compilador etc. Podem existir ainda outros tipos de responsabilidade como:
tradução, revisão, ilustração etc.,

25
São elementos complementares e, quando utilizados, devem ser inseridos após o
título da obra na seguinte forma: Tradução: nome do tradutor.

OLIVEIRA, Carlos Augusto (Org.)


VASCONCELOS, Sérgio (Comp.)
REIS, Rogers (Ed.)
SCHÖN,Donald A. Educando o profissional reflexivo: um novo desing para o
ensino e a aprendizagem. Tradução de Roberto Cataldo Costa.
2.5 Autoria de entidade: São órgãos governamentais, as empresas, as associações,
os congressos, os seminários etc. De modo geral, as referências são iniciadas pelo
seu próprio nome, por extenso e em letras maiúsculas.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10520: Informação e


documentação - citações em documentos - apresentação. Rio de Janeiro, 2002.
CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO,
10.,1979, Curitiba. Anais...Curitiba: Associação Bibliotecária do Paraná, 1979. 3v.

2.6 Autor com duas ou mais obras: Se, numa mesma página, forem referenciadas
duas ou mais obras diferentes de um mesmo autor, podendo ser tanto autoria
pessoal como entidade, a partir da segunda obra, o nome do autor é substituído, na
lista das fontes, por seis caracteres de traço sublinear, seguidos de ponto, no
sentido de se evitar repetição desnecessária. Sendo de anos diferentes, elas devem
ser ordenadas de forma cronológica decrescente aparecendo assim, a mais recente.
Se as obras do mesmo autor forem também do mesmo ano, devem ser ordenadas
alfabeticamente pela primeira letra do título, colocando-se letras minúsculas, sem
espacejamento, após as datas ex: 2007a / 2007b etc.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10520: informações e


documentação: citações em documentos: apresentação. Rio de Janeiro, 2002 a .

26
______. NBR 6023: informações e documentação: referências-elaboração. Rio de
Janeiro, 2002 b.

b. Quando são referenciadas edições diferentes da mesma obra de um autor, tanto


seu nome quanto o título, a partir da 2ª referência, são substituídos por seis
caracteres de traço sublinear, seguidos de ponto como nos modelos acima.

Quando o organizador (ou coord., comp., ed. etc.) de uma obra é também o autor de
um dos capítulos que a compõem, a segunda aparição do nome do autor também é
substituída por seis caracteres de traço sublinear, nessa hipótese o traço não é
sucedido por ponto, por causa da existência, a seguir, da expressão (Org.),
FIORI, J.L. Estados, moedas e desenvolvimento. In:______ (Org.). Estados e
moedas no desenvolvimento das nações. Petrópolis: Vozes, 1999, p. 49.

Nesse exemplo, FIORI é o organizador do livro e também o autor de um dos


capítulos, não necessitando, repetir seu nome na segunda entrada.

2.7 Autoria desconhecida – Quando a autoria, pessoal ou de entidade, é


desconhecida, deve-se iniciar a referência pelo título. Nunca utilizar o termo anônimo
em substituição ao autor desconhecido.
DIAGNÓSTICO do setor editorial brasileiro. São Paulo: Câmara Brasileira do Livro,
1993. 64 p.

3 TÍTULO E SUBTÍTULO

A ABNT admite que, nas diversas obras, o elemento título seja destacado em
negrito, itálico ou sublinhado. Porém, qualquer que seja o recurso tipográfico
escolhido, deve ser utilizado de forma padronizada, isto é, em todas as referências a

27
que se aplica. Após o título em negrito, separado dele por dois pontos sem negrito,
aparece o subtítulo também sem negrito.
LAVILLE, Christian; DIONNE, Jean. A construção do saber: manual de
metodologia da pesquisa em ciências humanas. Porto Alegre: Artmed; Belo
Horizonte: UFMG, 1999.

4 EDIÇÃO

A edição deve ser informada somente a partir da 2ª edição da obra referenciada, ou


seja, se a obra está ainda na primeira edição, não precisa ser informada. Deve-se
informar a edição efetivamente utilizada pelo autor do trabalho acadêmico. Mesmo
que a obra já esteja em edição mais atualizada.
Deve-se apresentar a edição sempre após o título ou subtítulo, se houver, devendo
constar, por exemplo, sempre 2. e não 2ª, 3. e não 3ª. Isso se explica pelo fato de
que, sempre que se lança uma nova edição, o texto nela contido está modificado no
todo, ou em alguma de suas partes, com relação à edição anterior. É isso, inclusive,
que caracteriza e justifica uma nova edição. Quando simplesmente se imprime um
novo lote de livros, sem que seu conteúdo tenha sido alterado, o que houve foi
apenas uma reimpressão e não uma nova edição.

Outro aspecto que quero chamar a sua atenção é que se a obra consultada for em
língua estrangeira, deve-se transcrever a edição, se for o caso, assim como os
demais elementos, no idioma original.

4.1 Edição simples: Quando não aparece nenhum acréscimo como, por exemplo:
GARCIA, José Cláudio C. Gestão da Informação. 5.ed. São Paulo: Érica, 2003.

4.2 Edição com acréscimos: Quando a obra sofreu revisão (ver.), aumento (aum.),
reimpressão (reimp.), atualização (atual.), etc. deve-se informar logo após o relato da
edição como no exemplo a seguir:

28
KOLB,D.A. Como as organizações aprendem: relatos de sucesso das grandes
empresas. 20. ed. rev. e aum. Rio de Janeiro: Campus,1988.

5 LOCAL DE PUBLICAÇÃO

Algumas regras gerais podem ser destacadas quando se trata do local (cidade) da
publicação, da mesma forma como se apresenta no documento, seguido de dois
pontos.
DINIZ, Maria Helena. Conflito de normas. 3.ed. São Paulo: Saraiva, 156p.

Se o local apresenta homônimo de cidades, (cidades com o mesmo nome) deve-se


considerar logo após o local o Estado separado por uma vírgula;
Itajubá, MG Itajubá, SC

Se a obra não apresenta identificação do local, porém ele é conhecido por quem
está referenciando, coloca-se entre colchetes o local, apensar de não informado na
obra.
GOMES, Cássia de Oliveira. A dimensão do conhecimento. [Goiânia]: Kelps,
2003. 112 p.
Se o local não é conhecido, deve-se colocar entre colchetes a expressão Sine loco
(sem local) abreviada (S.I.)
DEMO, Pedro. Pesquisa: princípios científicos e educativos. [S.I.]: Cortez, 2002.120
p.

6 EDITORA

É a pessoa ou instituição responsável pela produção editorial. Conforme o suporte


documental, outras denominações são utilizadas como, por exemplo: produtora –

29
para imagens em movimento, gravadora para registros sonoros, entre outras. As
regras gerais para apresentação da editora são:

Não é necessário colocar a palavra editora antecedendo ou após o nome; além


disso, podem-se abreviar os prenomes, quando for o caso.
DALLARI, Dalmo de Abreu. O futuro do Estado. São Paulo: Saraiva, 2002.

Se existirem duas editoras, ambas devem ser informadas, separadas por ponto-e-
vírgula; no caso de três ou mais editoras, indica-se apenas a primeira ou a que
estiver mais destacada.
MORUS, Thomas. A utopia. Rio de Janeiro: Ediouro; São Paulo: Saraiva, 2004.

• Se a editora não puder ser identificada, deve-se indicar a expressão sine nomine
(sem nome) abreviada, em letras minúsculas e entre colchetes; se o local e a
editora, em uma mesma obra não puderem ser identificados, as duas expressões
abreviadas, identificadoras dos fatos, devem aparecer entre colchetes [S. I. : s. n.].

MAGALHÃES, Pedro Oliveira. O homem e a estátua. Goiânia: [s.n.], 2003.

• Se a editora é responsável pela autoria não deve ser indicada novamente se já


tiver sido mencionada.
UNI-ANHANGUERA Centro Universitário de Goiás. Grade curricular dos cursos
de graduação. Goiânia, 2007.

7 DATA DE PUBLICAÇÃO

A data, em algarismos arábicos, deve sempre ser informada; se não for identificada
a de publicação, poderá ser a de distribuição, copirraite (direito autoral), impressão,
apresentação (depósito) de um trabalho acadêmico etc. Na hipótese de copirraite,
deve-se colocar antes a letra ―c‖ antes da data como no exemplo que segue:

30
GONZAGA, Luis Marcelo. Técnica de leitura. São Paulo: Edilux, c 1999.

Quando não é possível identificar na obra, uma data é colocada entre colchetes da
seguinte forma:

a.[1993] – data certa, conhecida pelo pesquisador, porem não indicada na obra.
b.[1962 ou 1963] – um ano ou outro.
c.[1977?] – data provável.
d.[entre 1998 e 2004] – algum ano dentro do período indicado; não usar intervalo
maiores de 20 anos.
e.[ca. 1949] – data aproximada.
f. [197-] – década certa.
g.[197-?] – década provável.
h.[18--] – século certo.
i. [18--?] – século provável.
• Quando uma coleção já encerrada é referenciada no seu todo, devem ser incluídas
as datas, separadas por hífen, correspondentes aos anos do 1º e último volumes
publicados.
BENECIANO, Artur. História da civilização antiga. Goiânia: E. Chaves, 1950 –
1970. 2v.

• Quando uma coleção ainda em curso é referenciada no seu todo, indica-se apenas
a data iniciada seguida de hífen e um espaço.
BENECIANO, Artur. História da civilização antiga. Goiânia: E. Chaves, 2006 –
Mensal.

• Quando a data for referendada em meses, todos os meses devem ser abreviados
com três letras seguidas do ponto (jan. / fev. etc.). A exceção fica por conta do mês
de maio, que deve ser transcrito sem abreviação, por ser também o único com
menos de cinco letras; se a periodicidade for semestral, essa informação aparece de

31
forma abreviada (2. Sem. 1996). Outra possibilidade é informar o 1º e o último mês
do período (maio/dez.1996). algumas publicações trazem, ainda, no lugar dos
meses, as estações do ano (primavera 1998). De qualquer forma, a referência deve
apenas reproduzir a informação encontrada na publicação pesquisada.

8 MODELOS DE REFERÊNCIAS E FONTES CONSULTADAS

Ao apresentar as referências temos elementos essenciais e complementares


sugeridos pela ABNT 6023. Os elementos essências devem obrigatoriamente
constar, observando a ordem estabelecida. Os elementos complementares podem
ser incluídos, nos casos em que se aplicam, nas referências de obras monográficas.
São informações que, acrescentadas aos elementos essenciais, permitem melhor
caracterizar os documentos.

Apresentamos, a seguir, alguns exemplos; não pretendemos esgotar as


possibilidades das fontes existentes. Os exemplos são apenas indicativos, por isso
mais uma vez queremos ressaltar a importância de consulta a ABNT 6023.

DOCUMENTOS ELETRÔNICOS (ABNT/NB-6023-02)

São documentos existentes em formato eletrônico, acessíveis por computador.


Podem enquadrar-se nesta categoria: bancos de dados, programas de computador,
monografias, publicações seriadas, mensagens eletrônicas pessoais, documentos da
WWW, arquivos variados de texto, som, imagem, arquivo FTP, documentos Gopher e
outros.

Suportes dos documentos eletrônicos: online (quando acessados diretamente


das redes): CD-ROM, disquetes, tapes, fitas magnéticas, etc.

Monografias Eletrônicas Consideradas no Todo

32
Exemplo de Monografia Online
BASTOS, Antonio Vergílio Bittencourt. A escolha e o comprometimento com a
carreira. São Paulo, 1997. Disponível em: <http://www.usp.br>.Acesso em: 8
mar.1998.

Exemplo de Monografia em CD-Rom


VIDA e obra de Luís de Camões. Porto: Porto Editora Multimedia, 1998. 1CD-Rom.
Produzida por Multimidia. 34

Parte de Monografias Eletrônicas

Exemplo de Parte de Monografia Online


KIRK-OTHMER, E. T. Chemistry of silver. In: AMERICAN SOCIETY OF
CHEMISTRY. Encyclopedia of chemical technology. 3th. ed. New York: John
Wiley, 1984. Disponível em: <http.//www.Dialog.com>. Acesso em: 15 abr. 1996.

Exemplo de Parte de Monografia em CD-Rom


MCCONNELL, W. W. Constitutional history. In: MCWELL, M. Canadian encyclopedia.
Toronto: McClelland & Stewart, 1993. 2 CD-Rom. Macintoch version 1.1, c1992.

Periódicos Eletrônicos no Todo

Exemplo de Periódico no Todo Online


JOURNAL OF BUSINESS STRATEGIES. Houston: San Houston State University,
1989-. Semi-anual. Disponível em: <http://www.coba.shu.ed> . Acesso em: 15 mar.
1995.

Exemplo de Períódico no Todo em CD-Rom


REVISTA JURÍDICA. Porto Alegre: Síntese, 1994- 5 CD-Rom. IBM PC 8 MB RAM, 4
MB de disco disponível, DOS 6.22 e Windows 3.11 ou superior.

33
Artigos de Periódicos Eletrônicos

Exemplo de Artigo de Periódico Online


BITENCOURT, Claudia. A liderança no contexto de uma organização de
aprendizagem. Revista Eletrônica de Administração, v. 5, n. 3, nov. 1999.
Disponível em:< http.//www.read.adm.ufrgs.br> Acesso em: 12 fev. 2000.

Exemplo de Artigo de Periódico em CD-Rom


CLARK, J. K. Complications in academia: sexual harassment and the law. Siecus
Report, v. 21, n. 6, p. 6-10, 1994. 1 CD-Rom. SIRS/SIRS 1993, n.05678.

Artigos de Jornais Eletrônicos


Exemplo de Artigo de Jornal Online
PITTA se irrita ao ser questionado sobre agenda entregue por Nicéia. Folha de São
Paulo, São Paulo, ano 30, n. 39, jun. 2000. Disponível em:
<http.//nonono.uol.com.br>. Acesso em: 17 maio 2000. 35
Exemplo de artigo de Jornal em CD-Rom
HOWELL, V. ; CARLTON, B. Growing up tough: new generation fights for its life.
Birmingham News, v. 4, p. 29, 1993. 1 CD-Rom, SIRS.SIRS 1993, n. 7654.

Eventos Eletrônicos no Todo


Exemplo de Evento no Todo Online
CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe, 4., 1996, Recife. Anais
eletrônicos... Recife: UFPe, 1996. Disponível em:
<http://www.propesq.ufpe.br/anais/anais.htm>. Acesso em : 21 jan. 1997.

Exemplo de Evento no Todo em CD-Rom


CONGRESSO BRASILEIRO DE ADMINISTRAÇÃO, 4., 1998, Rio de Janeiro.
Anais... Fortaleza: Tec Treina, 1999. 1 CD.Rom.

Trabalhos Publicados em Eventos Eletrônicos

34
Exemplo de Trabalhos Publicados em Eventos Online
SILVA, R. N.; OLIVEIRA, R. Os limites pedagógicos do paradígma da qualidade total
na educação. In: CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe, 4., 1996,
Recife. Anais eletrônicos... Recife: FPe, 1996. Disponível em: <
http;//www.propesq.ufpe.br/anais/edc/ce04/htm>. Acesso em : 21 jan. 1997.

Exemplo de Trabalhos Publicados em Eventos em CD-Rom


GUNCHO, M. R. A educação em administração à distância. In: SEMINÁRIO DE
ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS, 10., 1998. Natal. Anais... Natal: Súmula, 1999.
2 CD-Rom. Promoção Multimidia Videolar.

Documento Jurídico em Meio Eletrônico


Exemplo de Legislação Online
BRASIL. Lei no. 9.887, de 7 de dezembro de 1999. Altera a legislação tributária
federal. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Brasília, DF, 8 dez.
1999. Disponível em: <http: www. in. gov. br/mp.leis/leis.texto.asp?id=LEI%209887>.
Acesso em: 22 dez. 1999.36

Documentos de Acesso Exclusivo em Meio Eletrônico

Exemplo de E-mail
LIMA JÚNIOR, José Geraldo. Influência da cultura organizacional em processos
de mudança. Mensagem recebida por: <malurigo@usp.br> em 31 abr. 2000.

Exemplo de Lista de Discussão


BIOLINE Discussion List. List maintained by the Bases de Dados Tropical, BDT in
Brasil. Disponível em: <lisserv@bdt.org.br> . Acesso em: 25 nov.1998.

Exemplo de Arquivo de Disquete:

35
CENTRO UNIVERSITÁRIO FIEO. Normas.doc.: normas para apresentação de
trabalhos monográficos. Osasco, 1 set. 2000. 5 disquetes; 3 ½ pol. Word for
Windows 7.0.

8.1 MONOGRAFIAS

Entende-se por monografia, segundo a Associação Brasileira de Normas Técnicas,


como item não seriado, ou seja, completo, constituído de uma só parte, ou que se
pretende completar em um número pré-estabelecido de partes separadas. Assim
deve ser compreendido: livros, enciclopédias, dicionários, manuais, guias, catálogos,
teses de doutorado, dissertações de mestrado etc.

Para apresentação das referências de monografia, os elementos essenciais são:


Autor, título e subtítulo, se houver; edição, cidade, editora e ano.
GAMA, Ricardo Rodrigues. Monografia Jurídica. Campinas: Bookseller, 2001.

8.1.1 Livros considerados no todo:


Essa expressão quer significar que a obra em questão foi utilizada por inteiro, de
uma maneira geral. Por isso, ela é referendada na sua totalidade.

• Em papel impresso:
ZACARIAS, Rachel. Consumo de lixo e educação ambiental: uma abordagem
crítica. Juiz de Fora: Feme, 2000.

Online – A expressão online refere-se à pesquisa na internet. Ao utiliza-la, deve-se


anotar o endereço eletrônico e a data da consulta para a posterior inclusão na lista
das fontes.
Segundo a Associação Brasileira de Normas Técnicas (2002a), não é recomendável
referenciar material eletrônico de curta duração nas redes.

36
ALVES, CASTRO. Navio negreiro. [S.I.]: Virtual Books, 2000. Disponível em:
<http:www.terra.com.Br/virtualbooks/freebook/port/lport2navionegreiro.htm>. Acesso
em: 10 jan. 2002, 16:30:30.

Online sem autoria identificada:


ENTENDENDO o meio ambiente. São Paulo, 1999. v.1. Disponível em: <http://
www.bdt.org.br/entendendo/atual.htm>. Acesso em: 8 mar. 1999.

8.1.2 Parte de livros


A expressão ―parte‖ quer dizer que a obra em questão não foi utilizada na sua
totalidade, mas, sim em uma de suas partes, inclui, assim, segundo a Associação
Brasileira de Normas Técnicas, capítulo, volume, fragmento e outras partes de uma
obra, com autor(ES) e/ou título próprios.

Em papel impresso:

• Os elementos essenciais são: autor(es), título da parte, seguidos da expressão ―In‖,


e da referência completa da monografia no todo. No final da referência, deve-se
informar a paginação ou outra forma de individualizar a parte referenciada.
ROMANO, Giovanni. Imagens da Juventude na era moderna. In: LEVI, G.;
SCHMIDT, J. (Org.) História dos jovens. 2. São Paulo: Companhia das letras,
1996, p. 7-16.

• Quando o autor do capítulo referenciado for também o organizador do livro, basta


substituir o nome do organizador por seis caracteres de traço sublinear, mantendo-
se, logo a seguir, a expressão ―(Org.)‖.

37
SANTOS, Francisco Roriz. A colonização da terra do Tucujús. In: ______(Org)
História do Amapá. 2. ed. Macapá: Valcan, 1994. Cap. 3, p. 15-24.

Online:
Na descrição observa-se aos padrões indicados para partes de monografia,
acrescidas das informações relativas à descrição física do meio eletrônico (disquete,
CD-ROM, online etc.), o endereço, e a data do acesso.
MORFOLOGIA dos artrópodes. In: ENCICLOPÉDIA multimídia dos seres vivos.
[S.I.] Planeta DeAgostini, c 1998. CD-ROM 9.

SÃO PAULO (Estado). Secretaria do Meio Ambiente. Tratados e organizações


ambientais em matéria de meio ambiente. In:______. Entendendo o meio
ambiente. São Paulo, 1999. v.1. Disponível em:
<http//www.bdt.org.Br/sma/entendendo/atual.htm>. Acesso em: 8 mar. 1999.

8.2 PUBLICAÇÕES PERIÓDICAS


Segundo a Associação Brasileira de Normas Técnicas, inclui: a coleção como um
todo, fascículo ou número de revista, número de jornal, caderno etc. na integra, e a
matéria existente em um número, volume ou fascículo de periódico (artigos
científicos de revistas, editoriais, matérias jornalísticas, reportagens etc.).

8.2.1 Publicações periódicas como um todo:


De modo geral, as revistas referenciadas no seu todo são as denominadas
temáticas, ou seja, aquelas que, em todos os seus artigos, matérias, reportagens
etc., tratam do mesmo tema. Números temáticos ou especiais são mais comuns nas
revistas científicas que nas informativas quando referenciam revistas no todo, o
título, em letras maiúsculas, deve ser sempre o primeiro elemento da referência.

Os elementos essenciais são: título, local de publicação, editora, datas de início e de


encerramento da publicação se houver.

38
Em papel impresso

BOLETIM GEOGRÁFICO. Rio de Janeiro: IBGE, 1943-1978.

SÃO PAULO MEDICAL JORNAL. São Paulo: Associação Paulista de Medicina,


1941 – Bimestral. ISSN 0035-0362.

Online
REVER. São Paulo, n. 4, 2001. Disponível em: <http://www.pussp.br/rever>. Acesso
em 22 fev. 2002.

8.2.2 Partes de revista, boletim etc.


Inclui, volume, fascículo, número especiais e suplementos, entre outros, sem título
próprio.

Os elementos essenciais são: título da publicação, local de publicação, editora,


numeração do ano e/ou volume, numeração do fascículo, informações de períodos e
datas de sua publicação.

Em papel impresso

DINHEIRO: revista semanal de negócios. São Paulo: ed. Três, n. 148, 28 jun. 2000.
98 p.

Online
SILVA, J.M. da. A Identidade no mundo das religiões. Rever, São Paulo, n. 4,
2001. Disponível em: <http//www.pucsp.br/rever>. Acesso em 22 fev. 2002.

39
8.2.3 Informativas em papel impresso: matéria com autoria.
CARELLI, Gabriela. O Brasil imperialista. Veja. São Paulo, ano 36, n. 7, p.7477,19
fev. 2003.

8.2.4 Informativas online: matéria com autoria


MARTINS, Expedito; CAMAROTTI, Gerson. O governo está em alta. Época, São
Paulo, n. 256, 14 abr. 2003. Disponível em http: <www. epoca.com.br>. Acesso em:
17 abr. 2003.

8.2.5 Informativas em papel impresso: matéria sem autoria


BARRIGA eleitoral. Veja. São Paulo, ano 36, n.7, p. 56, 19 fev. 2003.

8.2.6 Informativas online: matéria sem autoria


O RATO que ruge. Veja, São Paulo, ano 36, n. 7, 19 fev. 2003. Disponível em:
<http://www.veja.com.br>. Acesso em: 25 fev. 2003.

Jornais considerados no todo em papel impresso

Quando se referenciam jornais no todo, o título, em letras maiúsculas, deve ser


sempre o primeiro elemento da referência.
O POPULAR. Goiânia. Jaime Câmara, ano 69, n. 19.481, 5 maio de 2007.

Online
FOLHA DE SÃO PAULO. São Paulo, ANO 83, n. 27043, 18 abr. 2003. Disponível
em: <http://www.folha.com.br>. Acesso em: 18 abr.2003.

Partes de jornais em papel impresso: matéria com autoria


SARAMANGO, J. O Fato Deus.Folha de São Paulo, São Paulo, 19 set. 2001.
Guerra na América, Especial, p. 8.

40
Online: matéria com autoria
SARAMANGO, J. O fator Deus.. Folha de São Paulo, São Paulo, 19 set. 2001.
Disponível em: <http://www.folha.com.br>. Acesso em: 19 set. 2001.

Em papel impresso: matéria sem autoria


UNESCO cria fundo para Iraque. Folha de São Paulo, São Paulo, p. A 10, 18 abr.
2003.

8.2.7 Publicações online

Monografias consideradas no todo (Online)

AUTOR. Título. Local (cidade): editora, data. Disponível em: < endereço>. Acesso
em: data.

ESTADO DE SÃO PAULO. Manual de redação e estilo. São Paulo, 1997.


Disponível em: <http://www1.estado.com.br/redac/manual.html>. Acesso em: 19
maio 1998.

Publicações Periódicas consideradas no todo (Online)

TÍTULO DA PUBLICAÇÃO. LOCAL (cidade): Editora, volume, número, mês, ano.


Disponível em: <endereço>. Acesso em: data.

CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO, Brasília, v. 26. n.3, 1997. Disponível em :


<http://www.ibict.br/cionline>. Acesso em: 19 maio 1998.

41
Partes de Publicações Periódicas (Online)

Artigos de Periódicos (Online)

AUTOR. Título do artigo. Título da publicação seriada, local, volume, número, mês
ano. Paginação ou indicação de tamanho. Disponível em: <Endereço.>. Acesso em:
data.

MALOFF, Joel. A internet e o valor da "internetização". Ciência da Informação,


Brasília, v. 26, n. 3, 1997. Disponível em: <http://www.ibict.br/cionline/>. Acesso em:
18 maio 1998.

Artigos de Jornais (Online)

AUTOR. Título do artigo. Título do jornal, local, data de publicação, seção, caderno
ou parte do jornal e a paginação correspondente. Disponível em: <Endereço>.
Acesso em: data.

TAVES, Rodrigo França. Ministério corta pagamento de 46,5 mil professores. Globo,
Rio de Janeiro, 19 maio 1998. Disponível em:<http://www.oglobo.com.br/>. Acesso
em: 19 maio 1998. UFSC não entrega lista ao MEC. Universidade Aberta: online.
Disponível em: < http://www.unaberta.ufsc.br/novaua/index.html>. Acesso em:19
maio 1998.
UNESCO cria fundo cultural para Iraque. Folha de São Paulo, São Paulo, 18 abr.
2003. Disponível em: <http://www.folhacom.br>. Acesso em: 18 abr. 2003.

8.3 EVENTOS
Inclui, segundo a Associação Brasileira de Normas Técnicas: atas, anais, resultados,
procedings, entre outras denominações.

42
Os elementos essenciais são: nome do evento, numeração (se houver), ano e local
(cidade) de realização, título do documento: anais, atas, tópico temático etc,
seguindo dos dados de local de publicação, editora e data da publicação.

Impresso
ENCONTRO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA ALFA, 1., 2006,Goiânia. Anais...Goiânia:
Faculdade Alves Faria, 2006.

Online
CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFP e, 4., 1996, Recife. Anais
eletrônicos... Recife: UFPe, 1996. Disponível em: http:www.
Propesq.ufpe.br/anais/anais.htm. Acesso em: 21 jan 1997.

Em CD-ROM

CONGRESSO DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE HISTÓRIA DAS RELIGIÕES, 2,


2001, Recife. Anais... Recife: ABHR, 2001. 1 CD-ROM.

8.4 DOCUMENTOS JURÍDICOS

São considerados documentos jurídicos:

a) Legislação: Constituição, emendas constitucionais e os textos legais


infraconstitucionais (lei complementar e ordinária, medida provisória, decreto em
todas as suas formas, resolução do Senado Federal) e normas emanadas das
entidades públicas e privadas (ato normativo, portaria, resolução, ordem de serviço,
instrução normativa, comunicado, aviso, circular, decisão administrativa, entre
outros).

43
b) Jurisprudência: súmulas, enunciados, acórdãos, sentenças e demais decisões
judiciais;

c) Doutrina (interpretação dos textos legais): inclui discussão técnica sobre questões
legais: monografias, artigos de periódicos, papers etc;

Os elementos essenciais são: jurisdição (ou cabeçalho da entidade, no caso de se


tratar de normas), título, numeração, data e dados da publicação. No caso de
Constituição e suas emendas, entre o nome da jurisdição e o título, acrescenta-se a
palavra Constituição, seguida do ano de promulgação, entre parênteses.

Constituição em papel impresso


BRASIL, Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil.
Brasília, DF: Senado, 1988.

Código em papel impresso

BRASIL. Código civil. 46. ed.São Paulo: Saraiva, 1995.

Decreto estadual em papel impresso

SÃO PAULO (Estado). Decreto nº 42.822, de 20 de janeiro de 1998. Lex: coletânea


de legislação e jurisprudência, São Paulo, v.62, n. 3,p. 217-220, 1998.

Decreto federal em papel impresso

BRASIL. Decreto-lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943. Lex: coletânea de legislação:


edição federal, São Paulo, v.7, 1943.

Emenda constitucional em papel impresso

44
BRASIL. Constituição (1988). Emenda constitucional nº 9, de 9 de novembro de
1995. Lex: legislação e marginalia, São Paulo, v.59, p.1966, out/dez. 1995.

Medida provisória em papel impresso

BRSIL. Medida provisória nº 1569-9, de 11 de dezembro de 1997. Diário Oficiaal [da]


República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 14 dez. 1997. Seção
1, p. 29514.

Súmulas em papel impresso


BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula nº 14. In: _______. Súmulas. São
Paulo: Associação dos Advogados do Brasil, 1994. p.16.

Súmulas online

BRASIL. Supremo TRIBUNAL Federal. Súmula nº 14. Não é admissível, por ato
administrativo, restringir, em razão de idade, inscrição para concurso em cargo
público. Disponível em: <http://www.truentm.com.br/jurisnet/sumusSTF.html>.
Acesso em: 29 de nov. 1998.

8.5 IMAGEM EM MOVIMENTO

Expõe a Associação Brasileira de Normas compreende: filmes, videocassetes, DVD,


entre outros.
Os elementos essenciais são: título, diretor, produtor, local, produtora, data e
especificação do suporte em unidades físicas.

45
8.5 FILMES E VÍDEOS

TÍTULO. Autor e indicação de responsabilidade relevantes (diretor, produtor,


realizador, roteirista e outros). Coordenação (se houver). Local: Produtora e
distribuidora, data. Descrição física com detalhes de número de unidades, duração
em minutos, sonoro ou mudo, legendas ou de gravação. Série, se houver. Notas
especiais.

NOME da rosa. Produção de Jean-Jaques Annaud. São Paulo: Tw Vídeo


distribuidora, 1986. 1 Videocassete (130 min.): VHS, Ntsc, son., color. Legendado.
Port.

PEDESTRIANT reconstruction. Produção de Jerry J. Eubanks, Tucson: Lawuers &


Judges Publishing. 1994. 1 videocassete (40min.): VHS. NTSC, son., color. Sem
narrativa. Didático.

Entrevistas:

A entrada para entrevista é dada pelo nome do entrevistado. Quando o entrevistador


tem maior destaque, entrar por este. Para referenciar entrevistas gravadas, faz-se
descrição física de acordo com o suporte adotado. Para entrevistas publicadas em
periódicos, proceder como em documentos considerados em parte.

NOME DO ENTREVISTADO. Título. Referência da publicação. Nota de entrevista

MELLO, Evaldo Cabral de. O passado no presente. Veja, São Paulo, n. 1528, p 9-
11, 4 set. 1998. Entrevista concedida a João Gabriel de Lima.

Fitas Gravadas

AUTOR (compositor, Intérprete). Título. Local: Gravadora, ano. Número e tipo de


fitas (duração): tipo de gravação Título de série, quando existir.

46
PANTANAL. São Paulo: Polygran, 1990. 1 cassete son. (90 min.): estéreo.

Documentário em videocassete
OS PERIGOS do uso de tóxicos. Produção: Jorge Ramos de Andrade. São Paulo:
CERAVI, 1983. 1 videocassete.

Filmes em cinema

CENTRAL do Brasil. Direção: Walter Salles Júnior. Produção: Martire de Clermont –


Tonnerre e Arthur Cohn [S.I.]: Lê Studio Canal; Riofilme; MACT P roductions, 1998.
1 bobina cinematográfica.
.

8.6 DOCUMENTOS ICONOGRÁFICOS

Incluem pinturas, gravuras, ilustrações, fotografias, desenhos técnicos, diapositivos


(slides, por exemplo), diafilmes (imagens fixas), materiais estereográficos,
transparências, cartazes etc.

8.7 FOTOGRAFIAS

AUTOR (Fotógrafo ou nome do estúdio) Título. Ano. Número de unidades físicas:


indicação de cor; dimensões.

A fotografia de obras de arte tem entrada pelo nome do autor do original, seguido do
título e da indicação do nome do fotógrafo, precedido da abreviatura fot. Tratando-se
de um conjunto de fotografias com suporte físico próprio como, por exemplo, um
álbum. Esta informação deve preceder o número de fotos.
KELLO, Foto & Vídeo. Escola Técnica Federal de Santa Catarina. 1997. 1 álbum
(28 fot.): color.; 17,5 x 13 cm.

47
Fotografias em papel
KOBAYASHI, K. Doença dos Xavantes. 1980. 1 fotografia, color., 16cm x 56 cm.

Fotografias em CD_ROM
RODRIGUES, Rafael Augusto. Exposição de orquídeas de Piracanjuba. Piracanjuba:
Prefeitura do Município de Piracanjuba, 2007. 1 fotografia, 16 cm x 56 cm.
1fotografia, CD-ROM.

8.8 DOCUMENTO CARTOGRÁFICO

Incluem: Atlas, globo, fotografia aérea entre outros.

Os elementos essenciais são: autor (es), título, local, editora, data de publicação,
designação especifica e escala.
INSTITUTO GEOGRÁFICO E CARTOGRÁFICO (São Paulo, SP). Regiões de
governo do Estado de São Paulo. São Paulo, 1994. Atlas. Escala 1:2.000.

8.9 DOCUMENTO SONORO


Inclui disco, CD (compact disc), cassete, rolo, entre outros.

Devem ser referenciados com os seguintes elementos essenciais: compositor (es)


ou intérprete(s), título, local, gravadora (ou equivalente), data e especificação do
suporte.
ALCIONE. Ouro e cobre. São Paulo: RCA Victor, p. 1988. 1 disco.

8.10 DOCUMENTOS DIGITAIS

48
E-mail

AUTOR DA MENSAGEM. Assunto da mensagem. [mensagem pessoal].


Mensagem recebida por < e-mail do destinatário> data de recebimento, dia mês e
ano.

As informações devem ser retiradas, sempre que possível, do cabeçalho da


mensagem recebida. Quando o e-mail for cópia, poderá ser acrescentado os demais
destinatários após o primeiro, separados por ponto e vírgula.

MARINO, Anne Marie. TOEFL brienfieng number [mensagem pessoal]. Mensagem


recebida por <educatorinfo@gets.org> em 12 maio 1998.

Mensagem recebida

AUTOR da mensagem. Título (Assunto). Nome da lista (se houver). Mensagem


disponível em: <endereço da lista> data de acesso.

BRAGA, Hudson. Deus não se agradou dele e de sua oferta. Disponível em:
<Evangelicos-l@summer.com.br.> em: 22 maio 1998.

Caso trate-se de resposta de terceiros, a entrada dar-se-á pelo nome da mensagem


original ou do autor da mensagem.Quando tratar de mensagem - reposta, Re (
Replay) deve preceder o título.

Homepage

49
AUTOR. Título. Informações complementares (Coordenação, desenvolvida por,
apresenta..., quando houver etc...). Disponível em:. <Endereço>. Acesso em: data.

ETSnet. Toefl on line: Test of english as a foreign language. Disponível em:


<http://www.toefl.org>. Acesso em: 19 maio 1998.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA. Biblioteca Universitária. Serviço


de Referência. Catálogos de Universidades. Apresenta endereços de Universidades
nacionais e estrangeiras. Disponível em: <http://www.bu.ufsc.br>. Acesso em: 19
maio 1998.

50
TERCEIRA PARTE
REGRAS GERAIS PARA APRESENTAÇÃO DE CITAÇÕES

1 INTRODUÇÃO

Apresentamos as regras gerais para citações em trabalhos acadêmicos. Assim,


queremos nessa terceira parte:

• Entender o que é citação em trabalhos acadêmicos.


• Entender o que é citação direta, citação indireta e citação de citação.
• Conhecer como se faz citação no rodapé da página.
• Conhecer como se faz citação no texto.
• Apresentar modelos de cada uma das formas de apresentação de citação.

Vale ressaltar que a fundamentação dessas regras estão na ABNT 10520/2002.

2 O QUE É CITAÇÃO?

Quando se está lendo para apresentar uma dissertação sobre determinado tema,
necessariamente, nos inspiramos em obra(s) de determinado(s) autor(es) para
dissertar. Ao dissertar, pode nos parecer muito ilustrativo apresentar de forma literal
as informações do autor que estamos consultando, no contexto da nossa
dissertação. Quando ocorre isso, apresentamos uma citação.

Assim, podemos conceituar citação como ―a menção de uma informação extraída de


outra fonte‖ com objetivo de esclarecer, ilustrar ou sustentar o assunto dissertado.

Como recomendação, consideramos que deve-se evita citar assuntos amplamente


divulgados, rotineiros ou de domínio público, bem como aqueles provenientes de

51
publicações de natureza didática, que reproduzem de forma resumida os
documentos originais, tais como apostilas e anotações de aula.

3 COMO E QUANDO CITAR?

É importante saber em que medida se deve fazer citações. Dois extremos devem ser
evitados: citar exageradamente ou não citar. Isso porque, no primeiro caso, os
leitores do seu trabalho acadêmico concluirão que o seu texto tem pouco a oferecer,
e que você praticamente ―copiou‖ as idéias de outros autores. No segundo caso,
notarão que os argumentos utilizados carecem de sustentação ou que não têm
relação com outras pesquisas e livros.
Dessa forma, recomendamos:

• O tamanho da citação deve ser o menor possível;


• Nunca construa o trabalho remendando citações, uma após outra;
• No trabalho escrito, devem-se apresentar os próprios argumentos; as citações são
apenas um meio auxiliar.

Quando a citação aparece no rodapé da página recebe a denominação de notas de


referência e indicam fontes consultadas ou remetem a outras obras onde o assunto
em questão foi abordado de forma mais aprofundada. São utilizadas mais como
complementação de informações acerca do assunto e/ou idéia tratados em uma
página específica. Atenção! Notas de rodapé podem ser também explicativas, ou
seja, notas com comentários, esclarecimentos ou explanações, ou mesmo
jurisprudência relacionada ao tema que se está dissertando. são utilizadas, quando
se percebe que apresentá-las no texto, poderia sobrecarregá-lo.

IMPORTANTE! Mesmo apresentando indicação da fonte consultada no rodapé não


se está dispensado de apresentá-las no final conforme considerado em Regras
Gerais para Apresentação de Referências e Obras Consultadas ou Referências
Bibliográficas

52
Sempre que apresentarmos uma citação, devemos indicar a fonte da mesma, a
omissão dessa indicação, pode caracterizar plágio.

A Associação Brasileira de Normas Técnicas, apresenta duas formas (sistema) para


indicação da fonte de obras citadas: autor-data ou numérico.
O sistema escolhido deve ser seguido do início ao final do trabalho, mantendo-se a
uniformidade e consistência do mesmo.

3.2 SISTEMA AUTOR-DATA:


A indicação da fonte de onde foi extraída a citação é apresentada da seguinte forma:

a. Pelo sobrenome de cada autor ou pelo nome de cada entidade responsável até o
primeiro sinal de pontuação, seguido(s) da data de publicação do documento e da(s)
página(s) da citação;
b. A referência completa do documento deve figurar em lista, no final do trabalho,
organizada alfabeticamente.
c. Quando a menção do autor está inserida na frase, deverá também ser pelo
sobrenome escrito em minúsculo, apresentando entre parêntese a data da
publicação e a página de onde extraiu;
d. Quando não houver menção do autor na frase, ao final da citação, entre
parênteses, escrito com letra maiúscula, seguido do ano e página deve-se
apresentar a fonte;

Citação de um autor
―É comum exigir-se no mestrado a apresentação de uma dissertação, para que o
candidato à carreira de estudioso e pesquisador se habitue e se ambiente ao mundo
da investigação científica.‖ (LEITE, 2004, p. 31).

53
Segundo Leite (2004, p. 23) ―o autor de uma monografia ou de uma tese deve ter
sempre presente a preocupação primeira de qualquer autor: escrever para os outros,
[...]‖.

• Citação de dois ou três autores incluídos na sentença separados por ponto e


vírgula antes da indicação da data.

―Não poderá, na vizinhança de coisa tombada, fazer construção que impeça ou


reduza a visibilidade [...]‖. (ALBERTO; MALUF; SANTOS, 2004, p. 136)

Segundo Alberto; Maluf; Santos (2004, p. 136) ―Não poderá, na vizinhança de coisa
tombada, fazer construção que impeça ou reduza a visibilidade [...]‖.

• Citação de mais de três autores: depois da indicação do primeiro sobrenome,


emprega-se a expressão et al que significa: e outros, seguidos do ano e página de
onde extraiu.
Segundo Alberto et al, (2004, p. 15) ―Não poderá, na vizinhança de coisa
tombada, fazer construção que impeça ou reduza a visibilidade [...]‖.

(ALBERTO et al. , 2004, p. 15).

• Na citação de autor entidade, apresenta-se o nome da entidade escrito por


extenso, com letras maiúsculas se for entre parênteses, com somente as iniciais
maiúsculas se for incluído na sentença.

―A numeração das notas de referências é feita por algarismos arábicos, devendo ter
numeração única e consecutiva para cada capítulo ou parte.‖
(ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS 10520, 2002, p. 5).

54
Segundo a Associação Brasileira de Normas Técnicas 10520 (2002, p. 5) ―a
numeração das notas de referências é feita por algarismos arábicos, devendo ter
numeração única e consecutiva para cada capítulo ou parte.‖

3.3 SISTEMA NUMÉRICO

Pelo sistema numérico, também chamado de citação-nota, a indicação da fonte de


onde se extraiu a citação é feita por uma numeração única e consecutiva em
algarismo arábico, apresentada em nota de rodapé, no final do artigo ou do capítulo.

A utilização desse sistema não dispensa a apresentação de lista de referência ao


final do trabalho, a qual deve ser numerada e organizada de acordo com o
aparecimento da nota no texto.
O sistema numérico não deve ser utilizado quando há notas de rodapé.

Normatiza a Associação Brasileira de Normas Técnicas 10520 (2002, p. 4), que: ―A


indicação da numeração pode ser feita entre parênteses, alinhada ao texto, ou
situada pouco acima da linha do texto em expoente à linha do mesmo, após a
pontuação que fecha a citação.‖

Quando a indicação da fonte for apresentada pela primeira vez, no rodapé, deve
trazer todos os elementos essenciais. Nas referências subseqüentes da mesma
obra, podem ser usadas expressões latinas relacionadas à citação:

• Id. (idem) – significa: mesmo autor – deve vir na mesma página e imediatamente
após a referência à qual remete.
• Ibid. (ibidem) – significa: na mesma obra – na mesma página e imediatamente
após a referência à qual remente.
• Op. cit. – (opus citatum, opere citato) – significa: obra citada – deve vir na mesma
página da referência à qual remete, mas não imediatamente após.

55
• Cf. – quer significar: confira, confronte – deve vir na mesma página da referência à
qual remete, mas não imediatamente após.
• Passim – significa: aqui e ali, em diversas passagens.
• Loc. Cit. (loco citato) – significa: no lugar citado.
• Et seq. (sequentia) – significa: seguinte ou que se segue.

ATENÇÃO! ESSAS ABREVIATURAS LATINAS APRESENTADAS NO TRABALHO


NÃO DEVEM SER DIGITADAS EM ITÁLICO AS DEMAIS PALAVRAS OU
EXPRESSÕES EM LÍNGUA ESTRANGEIRA INSERIDAS NO TEXTO DO
TRABALHO SIM.

4 CITAÇÃO DIRETA

É aquela que traz a transcrição literal de um texto ou parte dele, conservando a


grafia, pontuação, o uso de maiúsculo e até mesmo o idioma original.

Veja algumas regras gerais para apresentação de citações diretas:

• É obrigatória a menção à página onde se encontra o texto citado.


• Partes do texto citado (início, meio ou fim de uma frase) podem, sem que se
prejudique sua compreensão, ser suprimidas. Em seu lugar, colocam-se reticências
entre colchetes: [...].
―[...] como parte principal e mais extensa do artigo, visa a expor as principais idéias.‖
(UNIVERSIDADE FEDERA DO PARANÁ, 2002, p. 27)

Globaliza-se em ―ondas de transformação social [...]‖ (GIDDENS apud HALL, 2002,


p. 15).

• Acréscimos ou comentários ao texto citado, por outro lado, devem vir entre
colchetes.

56
De olho no desfecho da guerra no Iraque, ―o segredo do regime comunista norte-
americano para acossar a superpotência americana [...] chama-se chantagem
nuclear.‖ (O RATO..., 2003, p. 54).

• Ênfase ou destaques em trechos da citação devem ser feitos por intermédio de


grifo, negrito ou itálico, indicando-se essa alteração com a expressão ―grifo nosso‖,
ou minha ênfase, entre parênteses, finalizando a chamada da citação.

No rol dos elementos pré-textuais dos trabalhos acadêmicos temos o resumo,


considerado como ―apresentação concisa, objetiva, (grifo nosso) do texto,
destacando seus aspectos de maior relevância‖. (UNIVERSIDADE FEDERA DO
PARANÁ, 2002, p. 23)

• Se no texto citado já se encontra um trecho destacado, a expressão utilizada deve


ser grifo do autor.

Citação direta pode ser definida como a ―transcrição textual de parte da obra do
autor consultado.‖ (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 2002b, p.
2, grifo do autor).

• Se o texto citado já se encontrar uma palavra ou um trecho com aspas, essas, ao


serem transcritas, transformam-se em aspas simples. De uma questão o debate
atual não pode fugir: ―As identidades nacionais estão sendo ‗homogeneizadas‘?‖
(HALL, 2002, p. 77).

ATENÇÃO!

Não fazer citações em outros idiomas. Deve-se traduzir o texto e colocar ao seu
final, entre parênteses, finalizando-se a chamada, a expressão tradução nossa.

57
O ponto final nas citações diretas obedece à seguinte regra geral: se o texto citado
terminar com ponto final, as aspas vêm depois do ponto; se não, as aspas vêm
antes dele.

Quando a citação contiver pontuação encerrando a frase, as aspas devem ser


colocadas após o ponto; caso contrário, as aspas vêm apresentadas primeiro que o
ponto. Vejam exemplos:

―O projeto de pesquisa é uma das etapas componentes do processo de elaboração,


execução e apresentação da pesquisa, que necessita ser planejada com extremo
rigor.‖ (MARCONI, 2000, p. 38)

―Leitura significa a arte de ler. Por meio dela, pode-se conhecer, interpretar e decifrar
um texto. Grande parte dos conhecimentos são adquiridos com a leitura, que permite
não só a ampliação, como também o aprofundamento do saber‖. (MARCONI, 2000,
p. 29)

Citações com até três linhas, ou citação curta, é transcrita entre aspas dupla, no
próprio parágrafo, com a mesma letra e fonte. Se houver aspas em palavras ou
frases da citação estas devem ser representadas por aspas simples.

De uma questão o debate atual não pode fugir: ―As identidades nacionais estão
sendo ‗homogeneizadas‘?‖ (HALL, 2002, p. 77)

Quando a citação contiver mais de três linhas, também denominadas citações


longas, deve ser transcrita em parágrafo distinto, recuado a 4 cm da margem
esquerda, sem recuo na primeira linha, em letra menor, sem outros destaques como,
por exemplo: negrito, itálico, sublinhado etc. e com entrelinhamento simples. Deve-
se deixar uma linha em branco de espaçamento antes e depois desse parágrafo.

ATENÇÃO!

58
Sugerimos a fonte 10 para apresentação dessas citações.

O método consiste em uma série de regras com a finalidade de resolver determinado


problema ou explicar um fato por meio de hipóteses ou teorias que devem ser
testadas experimentalmente e que podem ser comprovadas ou refutadas. Se a
hipótese for aprovada nos testes, será considerada uma justificativa adequada dos
fatos e aceita ou adotada para fins práticos. (MARCONI, 2000, p. 15)

• Quando se tratar de dados obtidos por informação verbal como, por exemplo:
palestras, debates, comunicações etc. indica-se entre parênteses a expressão –
informação verbal – mencionando-se os dados disponíveis, em nota de rodapé.

No texto:

A reunião dos coordenadores de redes de pesquisa concorrentes na ETAPA I do


Edital da FAPEG será no dia 18/05/2007 às 14 horas.

No rodapé:
Noticia fornecida por Juliana M. S, na sede da FAPEG, em 16 de maio de 2007.

5 .CITAÇÃO INDIRETA

Citação indireta é quando o texto é escrito pelo pesquisador com reprodução das
idéias, sem que haja uma transcrição das palavras do autor em que esta
pesquisando. Podem ser apresentadas de duas formas: a) síntese ou condensação:
quando o pesquisador condensa as idéias do autor. b) paráfrase: quando mantém a
expressão da idéia de outro, mantendo-se aproximadamente o mesmo tamanho do
texto original e, quando fiel à fonte, é geralmente preferível a uma longa citação
direta.

59
Veja algumas regras gerais para apresentação de citações indiretas:

• Transcrições sem destaques (aspas, itálico etc.), pois somente as idéias foram
citadas e não as palavras do autor.

• É facultativa a menção à pagina da obra de onde a idéia foi extraída. Caso se opte
pela menção, ela deve vir logo após a data, precedida por vírgula.
• Diferentes obras de um mesmo autor, publicadas em anos diferentes e citadas
simultaneamente, têm as suas datas separadas por vírgula:
Lakatos (1987, 2002, 2007) ou (LAKATOS, 1987, 2002, 2007).
• Diferentes páginas de uma mesma obra são separadas por vírgula:
Lakatos (1987, p. 15, 23) ou (LAKATOS, 1987, p. 15, 43).

5.1 Citação indireta de autor pessoal

Autor pessoal incluído na sentença

Como ensina Rodrigues (2006), a união estável é caracterizada pelos requisitos da


continuidade, publicidade, durabilidade e intenção de constituir família.

5.2Citação indireta de autor institucional

Autor institucional

Segundo a Associação Brasileira de Normas Técnicas (2002b), citação indireta é um


texto que se baseia na obra do autor consultado.

A citação indireta é um texto que se baseia na obra do autor consultado


(ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 2002b).

60
6. CITAÇÃO DE CITAÇÃO
É a citação direta ou indireta de um texto, a cuja obra original não se teve acesso.
Ao consultar determinado autor este cita outro, e esta citação é apresenta no
trabalho.

Citação indireta

Afirma mesmo Savigny (apud MONTEIRO, 1967, p. 48) que os códigos são
fossilizações do direito [...].

Silva (apud NUNES, 2003, p. 169), afirma que na medida em que áreas diferentes
do globo são postas em interconexão umas com as outras, ondas de transformação
social atingem virtualmente toda a superfície da terra.

Citação direta

Molina (apud MEDEIROS, 2003, p. 90) aponta que: ―A melhor forma de despertar o
prazer pela leitura e consolidar o hábito de ler é oferecer textos interessantes, não
obstante difíceis, que levem o leitor a aceitar o desafio neles implícito como meio de
alcançar uma recompensa maior.‖

Globaliza-se em ―ondas de transformação social [...]‖ (BARBOSA apud SOUZA,


2002, p. 11).

Autor instituição

Segundo a Associação Brasileira de Normas Técnicas (apud SILVA; SILVEIRA,


2002, p. 103), na citação indireta se reproduzem somente as idéias.

Segundo a Associação Brasileira de Normas Técnicas (apud SILVA; SILVEIRA,


2002, p. 103), a citação direta é a ―transcrição literal de textos de outros autores‖.

61
Citação direta é a ―transcrição literal de textos de outros autores.‖
(ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS apud SILVA; SILVEIRA,
2002, p. 60).

62
QUARTA PARTE
ORIENTAÇÕES GERAIS PARA ELABORAÇÃO DO PRÉ- PROJETO.

1. INTRODUÇÃO:
O pré- projeto é uma das etapas componentes do processo de elaboração,
execução e apresentação do TCC, que necessita ser planejada com extremo rigor.
Por isso antes de redigi-lo, alguns passos devem ser dados, como:

a) Primeiramente, realizar estudos que permitirão certificar se o assunto em questão


já foi desenvolvido sob o aspecto teórico ou prático, se há outros estudos ou
pesquisas realizados sobre o mesmo tema e se o assunto está adequadamente
integrado à teoria escolhida.
Vale ressaltar que o Pré-projeto começa com uma pesquisa prévia, é impossível
dissociar, na atividade prática, a construção do projeto com o processo de pesquisa.

b) Escolher e organizar o tempo de trabalho;

c) Procurar pessoas (profissionais, professores) que tenham conhecimentos na área


a ser pesquisada, para que possam ajudar na discussão do assunto, na sugestão de
hipóteses, na lista das fontes.

d) Selecionar autores, artigos, livros e documentos relevantes para a investigação do


assunto e do problema.

e) Elaborar um pré-projeto provisório, objetivando à integração dos diferentes


elementos em quadros teóricos e aspectos metodológicos adequados.

63
f) Por fim, elaborar o definitivo, mais detalhado, apresentando rigor e precisão
metodológicos.

Silva Silveira (2007, p. 170) apresenta as seguintes condições essenciais para


elaboração de um projeto:

• Identificação e delimitação de um tema, demarcando-se as fronteiras da pesquisa.


É impossível abarcarem-se todos os problemas que emergem de um assunto. Dessa
forma, algumas dimensões acerca da pesquisa serão analisadas: abrangência do
tema, fontes disponíveis, local a ser pesquisado, população etc.;
• Organização e análise do material selecionado, usando-se as técnicas de
fichamento, resumo etc.;
• Fazerem-se esboços escritos do pré-projeto, pois, a partir da reescrita constante
desse primeiro rascunho, vai-se chegando a um acabamento acadêmico, objetivo e
claro, tanto do pré- projeto quanto, posteriormente, do TCC. Ter-se em mente que
escrever esse rascunho é imprescindível.
• Recorrer-se a um referencial teórico, para limitar a abrangência do tema que, por
si, sempre remete a um campo mais amplo e complexo do conhecimento humano.
Referencial teórico é entendido como o conjunto de conceitos, teorias e
metodologias que definem uma área do conhecimento (História, Antropologia,
História da Cultura, Direito etc.) à qual o projeto de trabalho está ligado; esse
referencial é imprescindível e pressupõe, por parte do aluno, conhecimento e leitura
prévia sobre os diversos tipos de teorias da área a qual está vinculado.
• Tornar acessível a qualquer leitor o texto do projeto de trabalho escrevendo-o de
modo claro e objetivo.

64
2 ESTRUTURA DO PRÉ- PROJETO

Apresentamos os seguintes:

a. Capa
b. Folha de rosto
c. Sumário
d. Introdução
e. Objetivos: geral e específicos
f. Justificativa
g. Problema e hipóteses
h. Metodologia
i. Referencial teórico
j. Cronograma
l. Considerações finais
m. Cronograma
n. Referências Bibliográficas.

A seguir considerarem sobre cada um desses elementos estruturais do pré-projeto.

2.1 Capa
É um elemento obrigatório, para proteção externa do trabalho, sobre o qual se
imprimem as informações indispensáveis Indica os elementos essenciais á
compreensão do estudo a ser realizado. Assim deve constar:
• Indicação da instituição;
• Curso do pesquisador;
• Tema delimitado da pesquisa
• Nome do pesquisador;
• Local da instituição e mês da entrega.

65
2.2 Folha de rosto
É elemento obrigatório, contada como primeira folha, mas não leva numeração. Nela
são organizados os elementos necessários para identificação do documento, ou
seja: nome completo do autor; título do trabalho e subtítulo quando houver, separado
do título por dois pontos (quando for explicativo) ou ponto e vírgula (quando se tratar
de subtítulo complementar); Identificação do tipo de trabalho (pré-projeto ou TCC);
nome do curso; nome da instituição que promove o curso; nome do orientador; local
e data.

2.3 Sumário

No sumário conhecemos as partes as principais divisões do trabalho como partes,


capítulos e seções na ordem de sua localização no texto. Alguns elementos do
trabalho devem constar no sumário mas não recebem indicativos numéricos como:
introdução, referencial teórico, considerações finais...entre outros.

2.4 Introdução

È apresentada de forma descritiva, embora sucinta os seguintes aspectos:

• Tema e sua delimitação;


• Objetivos: geral e específicos,
• O problema, devendo ser formulado em forma de perguntas, podendo conter uma
ou várias perguntas.
• Referência a livros, ou autores, que vão balizar o trabalho;
• Metodologia a ser usada.
Obs.: embora seja a primeira a aparecer na estrutura do projeto, logo após a capa, a
introdução dever a ser última parte a ser escrita, quando já se tem claro todos os
requisitos que ela deve conter.

66
Fizemos referência à delimitação, esse é um passo importante na tentativa de
escrever o pré-projeto, deve anteceder a todo e qualquer outra etapa do mesmo, o
pesquisador deve ter a clareza de que temas genéricos, não permitirão um
tratamento aprofundado. Nesse sentido ensina Silva; Silveira (2007, p. 172) que a
delimitação é um processo pelo qual:

1 O assunto sofre um ―afunilamento‖, eliminando-se elementos que não pertence a


problemática central;

2 Conduz à relação entre o assunto principal e os assuntos secundários.

2.5 Objetivos

É o que se pretende atingir. Esta subdividido em objetivos geral e especial. O


objetivo geral é o fio condutor da pesquisa, enquanto o específico é o
desdobramento do geral. Podendo ser vistos como as ações do conhecimento
indispensáveis para se atingir o objetivo geral. Os objetivos específicos podem ser
transformados em futuros capítulos da monografia, dissertação ou tese.
Recomenda-se que na sua redação inicie com o verbo no infinito como por exemplo:
a) Conhecer: apontar, citar, conhecer, definir, relatar.
b) Compreender: conduzir, deduzir, iluminar, diferenciar, discutir, interpretar.
c) Aplicar: desenvolver, empregar, organizar, praticar, traçar.
d) Analisar: comparar, criticar, debater, diferenciar, examinar.
e) Realizar síntese: compor, construir, especificar, formular, reunir.
f) Avaliar: avaliar, contrastar, escolher, medir.

2.6 Justificativa
Essa fase do projeto de pesquisa deve levar o pesquisador a repensar a escolha do
assunto e a razão de sua escolha. A justificativa destaca a importância do tema
abordado, a contribuição que se pretende proporcionar ao pesquisar o problema
abordado, deixado assim, claro os motivos para a execução da pesquisa.

67
Ela envolve aspectos de ordem pessoal, quando engloba o interesse e a finalidade
da pesquisa e, aspectos de ordem teórica, quando faz uma reflexão crítica, alguns
autores, admitem a colocação de citações para se sustentar a justificativa do projeto,
porém cuidar para não apresentar um amontoado de citações e referências
desarticuladas, citar apenas aqueles indispensáveis à área de investigação.

2.7 Problemas e Hipóteses


O problema objeto da pesquisa é uma questão cuja resposta se desconhece e se
necessita conhecer. Assim problematizar é levantar perguntas e questões a partir da
literatura existente sobre o assunto, de experiências pessoais, profissionais etc.

Ensina Fachin (2005, p. 109) que:

Um problema surge da descoberta de que algo não está em ordem como o nosso
suposto conhecimento. Ou ainda, a partir de uma observação lógica, surge da
descoberta de uma contradição entre nosso suposto conhecimento e os fatos. Para
ser resolvido, o problema requer um tratamento específico. Um bom trabalho
científico é aquele cujos resultados apresentam soluções ou possíveis soluções para
o problema. Portanto, o enfoque central para a pesquisa é o problema que,
posteriormente, trará uma contribuição científica e pessoal [...] O problema aparece
no início da pesquisa, e seu estudo deve ser aprofundado de modo que todo o
desenvolvimento das etapas metodológicas da pesquisa implique o aprofundamento
do estudo, desde o inicio até o final, com as conclusões. Em geral, o problema é
uma idéia nova, pode-se até dizer que é criatividade pura; ou seja, precisamos
entender e utilizar de forma mais efetiva os processos que nos permitem chegar a
ele.

O enunciado do problema pode ser formulado de maneira afirmativa ou de maneira


interrogativa. Para pesquisadores iniciantes é recomendável a forma interrogativa,
mas clara e perceptível aos leitores.

68
Na elaboração do problema deve-se evitar:

• Questões de ordem prática não constituem problemas de pesquisa, por exemplo:


Como despoluir as praia do nosso país?
• Problemas relacionados a crenças e valores como: Existe vida após a morte? Ou
ainda, ―de que forma a globalização influencia a cultura local?
O ponto básico do tema, especificado na formulação do problema, como é uma
dificuldade sentida, compreendida e definida, necessita de resposta ―provável,
suposta e provisória‖, isto é, uma hipótese. A hipótese é, portanto, provável resposta
às questões, ás interrogações apresentadas no problema. Marconi (2000, p. 42)
leciona que:

A principal resposta é denominada básica, que pode ser complementada por outras,
que recebem a denominação de secundárias. Há diferentes formas de hipóteses,
como:

• As que afirmam, em dada situação, a presença ou ausência de certos fenômenos;


• As que se referem à natureza ou características de certos fenômenos em uma
situação específica;
• As que dizem respeito à natureza de determinadas relações entre fenômenos;
• As que provêem criação concomitante, direta ou inversa, entre certos fenômenos;
Exemplo: Em pesquisa sobre a realidade da família brasileira na década de noventa,
poderia apresentar como hipótese: Pais com melhor situação econômica financeira
podem estabilizar a família.

As hipóteses secundárias são afirmações complementares da hipótese básica, que


também no ensinamento de Marconi (2000, p. 42) podem:

a. Abranger em detalhes o que a hipótese básica afirma em geral;


b. Englobar aspectos não especificados na básica;

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c. Indicar relações deduzidas da primeira;
d. Decompor em pormenores a afirmação geral;
e. Apontar outras relações que possam ser encontradas.
Exemplo: A desunião dos pais, prejudica a formação dos filhos. O desemprego é
causa de instabilidade familiar.

Toda hipótese é o enunciado geral de relações entre, pelo menos, duas variáveis.
Por sua vez, variável é um conceito que contém ou apresenta valores como:
quantidades, qualidades, características, magnitudes, traços; o conceito pode ser um
objeto, um processo, um agente, um fenômeno, ou mesmo um problema. Exemplo:
A educação informal e formal são importantes na família.

No decorrer da pesquisa, as hipóteses podem ser totalmente confirmadas, não


confirmadas ou parcialmente confirmadas. Nos dois últimos casos, é preciso explicar
o porquê da não-confirmação e o que falta, reformulando-se a hipótese. O
pesquisador precisa estar aberto a essa possibilidade.

2.8 Metodologia

É a descrição, por extenso, do conjunto das atividades e instrumentos a serem


desenvolvidos para a aquisição dos dados (teóricos ou de campo) com os quais se
desenvolverá a questão proposta pela pesquisa. A especificação da metodologia da
pesquisa visa responder a um só tempo: Como? Com que? Onde? Quanto?
Quando?

A metodologia abrange os seguintes componentes:

2.8.1 Métodos de abordagem


Os métodos de abordagem englobam:

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a) Método indutivo: cuja aproximação dos fenômenos caminha geralmente para
planos cada vez mais abrangentes, indo das constatações mais particulares às leis e
teorias.

b) Método dedutivo: partindo das teorias e leis, prediz a ocorrência dos fenômenos
particulares.

c) Método hipotético-dedutivo: inicia-se pela percepção de uma lacuna nos


conhecimentos, acerca da qual formula hipóteses e, pelo processo de inferência
dedutiva, testa a predição da ocorrência de fenômenos abrangidos pela hipótese.

d) Método dialético: que penetra o mundo dos fenômenos por meio de sua ação
recíproca, da contradição inerente ao fenômeno e da mudança dialética que ocorre
na natureza e na sociedade.

2.8.2 Métodos de procedimento


Os métodos de procedimentos abrangem:

a) Método histórico: investiga eventos do passado, a fim de compreender os modos


de vida do presente, que só podem ser explicados a partir da reconstrução da
cultura e da observação das mudanças ocorridas ao longo do tempo;

b) Método comparativo: permite verificar diferenças e semelhanças apresentadas


pelo material coletado. Comparam padrões, costumes, estilos de vida, culturas.
Verifica diferenças e semelhanças a fim de obter melhor compreensão dos grupos
sociais pesquisados.

c) Método empírico: parte da experiência, da observação e tratamento experimental


dos fatos.

71
d) Método estatístico: no campo biológico, verifica as variabilidades das populações;
no campo cultura, levanta diversificações dos aspectos culturais. Os dados, depois
de coletados, são reduzidos a termos quantitativos, demonstrados em tabelas,
gráficos, quadros etc.

e) Método monográfico: estuda em profundidade, determinado caso ou grupo


humano, sob todos os seus aspectos. Permite a análise de instituições, de
processos culturais e de todos os setores da cultura.

f) Método estruturalista: parte da investigação de um fenômeno concreto para, a


seguir, elevá-lo ao nível abstrato, vendo a realidade do ponto de vista interno.

g) Método genealógico: estudo do parentesco com todas as suas implicações


sociais: estrutura familiar, relacionamento de marido e mulher, pais e filhos e demais
parentes; apresenta informações sobre o cotidiano, a vida cerimonial (nascimento,
casamento, morte).

É importante diferenciar método de técnica, o primeiro é como se fosse o caminho a


percorrer, enquanto que a técnica representa a forma como percorrer. Assim a
técnica é considerada como processo de que se serve a ciência para obtenção de
seus propósitos. Corresponde à parte prática da coleta de dados.

A técnica apresenta duas divisões:

• Documentação indireta: abrange a pesquisa documental e a


bibliográfica;
• Documentação direta: subdivide-se em:
Observação direta extensiva, com as técnicas de observação e entrevistas;
Observação direta extensiva, apresentando várias técnicas, como questionários,
formulários, testes, medidas de opinião e de atitudes, análise de conteúdo etc.

72
Vale ressaltar que em uma pesquisa pode-se utilizar vários métodos e mesmo
técnicas para obtenção dos resultados almejados.

2.9. Referencial teórico


Importante principalmente para TCC. O pesquisador já na elaboração do pré-projeto
apresenta uma possível estrutura do trabalho, direcionando assim, idéias a serem
desenvolvidas na monografia ou no projeto experimental. Deve ser construído
juntamente com o professor orientador que irá auxiliar na escolha dos aspectos
relevantes do tema a ser pesquisado e dissertado.

2.10 Considerações Finais


É a parte final do trabalho onde se apresenta a recapitulação sintética dos
resultados. Deve ser breve e estar claramente ligada aos objetivos ou hipóteses
propostos para o trabalho.

2.11Cronograma
É a distribuição, ao longo de uma linha temporal, das fases/atividades da pesquisa.
Deve contemplar desde a escolha do tema até a defesa do TCC. Diz respeito ao
futuro. Essa previsão ajudará a desenvolver cada fase da pesquisa dentro de certo
lapso de tempo evitando, assim, improvisações de última hora.

2.12 Referências bibliográficas.


É a relação das obras citadas no projeto ou mesmo consultadas para elaboração do
projeto de pesquisa, inclusive a ABNT. A forma de apresentação segue orientações
contidas na ABNT 6023.

73
REFERENCIAL PARA ESTRUTURAÇÃO DO TCC
PROJETO EXPERIMENTAL – (Máximo 4 componentes)

I. Capa
II. Folha de Rosto
III. Dedicatória – opcional
IV. Agradecimento – opcional
V. Epígrafe – opcional
VI. Resumo – Uma página onde é apresentado o projeto como um todo;

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VII. Palavras chave – principais palavras que diferenciam o seu projeto dos
demais;
VIII. Sumário – relação de capítulos, itens e subitens do seu projeto.

Introdução
1 Briefing
2 Diagnóstico
3 Planejamento de Campanha
4 Plano de Mídia
5 Planejamento Promocional
5.1 Promoção de vendas e merchandising
5.2 Patrocínio comercial / cultural / esportivo
5.3 Projeto social / ambiental
6 Peças
7 Orçamento
8 Considerações Finais
9 Referências Bibliográficas
10 Anexos

REFERENCIAL PARA ESTRUTURAÇÃO DO TCC


MONOGRAFIA - INDIVIDUAL

I. Capa
II Folha de rosto
III Dedicatória – opcional
IV Agradecimento – opcional
V Epígrafe – opcional
VI Resumo – Uma página onde é apresentado o projeto como um todo.

75
VII Palavras chave – principais palavras que diferenciam o seu projeto dos
demais
VIII Sumário – relação de capítulos, itens e subitens do seu projeto. Conforme
roteiro a seguir:

Introdução (apresentação geral do tema pesquisado e dos capítulos – forma de


texto único: justificativa – objetivos – problema)
Cap 1 – Fundamentação Teórica ( mínimo 3 autores para cada tema abordado)
Cap 2 – Objeto de estudo (o quê, quando, onde e como)
Abordagem detalhada da amostra da pesquisa.
Cap 3 – Resultado da pesquisa (tabulação e diagnóstico)
Cap 4 – Propostas ou sugestão (prognóstico)
Considerações finais
Referências bibliográficas
Apêndice (questionário – formulário elaborado pelo pesquisador)
Anexos.(informações complementares –não produzidas pelo autor)

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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS E OBRAS CONSULTADAS

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: Informações e


documentação: referências: elaboração. Rio Janeiro. 2002.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10520: Informações e


documentação: citação em documentos: apresentação. Rio Janeiro. 2002.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: Informações e


documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio Janeiro. 2002.

DIEZ, Carmen Lúcia Fornari; HORN, Geraldo Balduino. Orientações para elaboração
de projetos e monografias. Petropolis: Vozes, 2005.

FACHIN, Odília. Fundamentos de metodologia. 4. ed., São Paulo: Saraiva, 2005.

GOYA, Ricardo Rodrigues. Monografia jurídica. Campinas: Bookseller, 2001.

HENRIQUES, Antonio; MEDEIROS, João Bosco. Monografia no curso de direito.


Ribeirão Preto: Atlas, 2001.

LEITE, Eduardo Oliveira. A monografia jurídica. 6. ed, São Paulo: Revista dos
Tribunais, 2003, v. 1.

MARCONI, Marina de Andrade Marconi. Metodologia científica: para o curso de


direito. São Paulo: Atlas, 2000.

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de metodologia


científica. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2003.

77
MICHALISZYN, Mário Sérgio. Pesquisa: orientação e normas para elaboração de
projetos, monografias e artigos científicos. Petrópolis: Vozes, 2006.

NUNES, Luiz Antonio Rizzato. Manual da monografia jurídica: como se faz: uma
monografia; uma dissertação; uma tese. 3. ed., São Paulo: Saraiva, 2001.

OLIVEIRA, Maria Marly. Como fazer pesquisa qualitativa. Petrópolis: Vozes, 2007.

SILVA, José Maria da; SILVEIRA, Emerson Sena da. Apresentação de trabalhos
acadêmicos: normas e técnicas. Petrópolis: Vozes, 2007.

UNI-ANHANGÜERA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE GOIÁS. Manual de elaboração


e apresentação de trabalhos de iniciação científica. (elaboração Prof. Ms. Antônio
Manoel Rezende de Carvalho), Goiânia, 2004.

UNI-ANHANGUERA-CENTRO UNIVERSITÁRIO DE GOIÁS. Orientação para


trabalhos monográficos e acadêmicos.(elaboração Profª Drª Isivone Pereira Chaves)
Goiânia, 2007.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Normas: para apresentação de


documentos científicos. Curitiba: Editora UFPR, 2002.

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