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Pela sua natureza, o desenvolvimento da engenharia genética convive com problemas legais e éticos.

Um dos
principais fatores que exigem um controle rígido pela sociedade organizada, e tem gerado polêmicas ético-
morais, é a manipulação do genoma de seres vivos com fins eugênicos, ou seja, a de depuração da espécie.
Outro caso é a retirada de células-tronco de embriões humanos, principalmente contrariada por religiões, que
consideram o ato uma agressão à vida.

Uma introdução simples à engenharia genética.


Sobre os genes
Os genes estão no cerne da vida. Juntos constituem o mapa de um organismo. Na
linguagem computacional eles são o programa mestre da vida. Decidem todas
as propriedades e todas as potencialidades de um organismo.
Em termos biológicos este programa mestre é a essência da hereditariedade, o
cromossoma. É constituído por cadeias das chamadas moléculas de ADN que
carregam "as palavras código" ou instruções do programa mestre.
Há um jogo idêntico deste programa mestre em cada célula. Por exemplo, uma
planta de milho tem aproximadamente um bilhão de células, cada uma com um
jogo deste programa mestre. Em partes diferentes das plantas, partes diferentes
do programa estão ativas, criando estruturas diferentes como as folhas, sementes
e a raiz. A célula é como uma enorme rede de computador, muito maior do que
qualquer criação humana. A ciência tem uma compreensão muito incompleta
como estes bilhões dos programas mestres podem cooperar numa maneira muito
harmoniosa e eficazmente coordenada.
Engenharia genética
Engenharia genética significa a manipulação deste programa mestre. Os genes,
geralmente de espécies totalmente diferentes, são introduzidos "no programa
mestre " uns dos outros. Os genes, por exemplo, de peixes, escorpiões, bactérias
e s vírus foram introduzidos em plantas alimentícias pelos projetos da engenharia
genética.
O método da engenharia genética é tão primitivo que é impossível se decidir de
antemão onde os genes introduzidos se situarão no programa mestre. O efeito de
um gene é extremamente dependente das propriedades de seus genes vizinhos.
Esta é uma das muitas razões porque o resultado da inserção artificial do gene
(engenharia genética) é impredizível. É um fato científico estabelecido que tal
manipulação pode, no pior dos casos, conduzir à criação de substâncias
prejudiciais, assim como outros distúrbios inesperados.

Conclusão
É um fato inegável que a ciência sabe pouco sobre os efeitos da engenharia
genética para poder predizer e dominar as conseqüências. Logo, a engenharia
genética tem que ser confinada aos laboratórios fechados até que a ciência saiba
o que está fazendo. Usando-a para alimentos, neste estágio, significa um risco
inevitável para efeitos inesperados e potencial prejudicial para a saúde humana e
o meio-ambiente.