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Texto que expõe uma opinião fundamentada ʹ favorável ou desfavorável ʹ a propósito de um
determinado objecto. Por exemplo, faz-se a crítica de um livro, de um filme, de um jogo, de uma peça de
teatro, de um anúncio, de um desfile de moda, de um quadro, de um jornal, de um programa. É uma
modalidade de texto expositivo-argumentativo.
A opinião pessoal deve ser formulada de modo claro e impressivo e justificada com argumentos
objectivos, decorrente da análise do objecto criticado, considerando-o nas suas várias componentes. Por
exemplo, se se tratar de um filme, deve atender-se ao enredo, às personagens, à qualidade de
representação, da imagem, da realização͙seleccionando, porém, de entre os aspectos observados, aqueles
que sejam significativos e pertinentes para a defesa da opinião expressa.
Os pontos que se enumeram a seguir apresentam, em síntese, os aspectos mais importantes a ter
em conta num texto de apreciação crítica:

 que deve ser sugestivo.


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Ñc c  referência ao tema que origina o texto, isto é, uma breve apresentação do ͞objecto͟ de
apresentação. Deve ser breve e de modo a suscitar o interesse do leitor, colocando, por exemplo, questões
pertinentes, sem lhes responder.͙͙͙͙͙͙͙͙͙͙͙͙͙͙͙͙͙͙͙͙͙͙͙͙͙͙͙͙͙͙͙͙͙͙͙͙͙͙͙͙͙.
c
c c  a apreciação crítica do texto é elaborada através da síntese de opiniões pessoais,
com recurso à argumentação e com citações do texto-fonte.

cc!c menção das ideias consideradas relevantes e fundamentais de ambos os textos (texto-fonte
e texto de apreciação crítica); deve ser breve, clara, sintetizando, de forma expressiva e original, os
argumentos mais importantes; deve ser articulada com a introdução, respondendo, por exemplo, às
questões nela colocadas;

"#c$#c%##c&##c'&c&(
- penso que... creio que... parece-me... considero que... na minha opinião... quanto a mim... diria que... do
meu ponto de vista... a meu ver... quanto a mim...

&cc$#c#c%##
- declarativo e exclamativo.

)# deve prestar-se particular atenção: à coerência do que é afirmado e argumentado; à coesão,
nomeadamente a nível da organização textual e da adequação dos conectores utilizados; às eventuais
necessidades de reforço da expressividade; à pontuação, ortografia e apresentação gráfica.

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momo irá ser a vida no século XXII? Irá a nossa sociedade evoluir de tal forma que as barreiras da
tecnologia serão ultrapassadas? Irão as árvores ser desnecessárias para o processo de transformação do
dióxido de carbono em oxigénio? Quem sabe... Há alguns séculos atrás, não tínhamos nem metade do que
temos hoje em dia, falando de tecnologia e, no entanto, hoje não sobreviveríamos sem ela... Mas então e
em termos ecológicos? Estamos ainda no início do século XXI e já nos debatemos com problemas
particularmente preocupantes, como o buraco da camada do ozono ou o excesso de poluição no ar.

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monseguiremos chegar ao ponto em que as máquinas façam o trabalho dos seres vivos? Ou iremos acabar
como no desenho de Luís Afonso?

Nos dias de hoje, basta ligarmos a televisão por uns breves instantes para nos apercebermos dos
problemas que a humanidade causou ao meio envolvente: espécies extintas, esgotamento dos recursos,
desertificação do interior, climas alterados, ilhas submersas, etc, etc, etc... Mas porquê preocuparmo-nos?
Não bastarão já os nossos problemas pessoais para perturbarem a nossa maneira de ser e agir? Por que é
que há pessoas que se preocupam com a extinção de espécies como os golfinhos? É certo que são
engraçados, mas para que servem? Só sabem comer peixe (que, por acaso, nós também comemos!),
estragar redes de pesca (que custam dinheiro!) e multiplicarem-se até mais não! Pois... mas nem tudo o
que parece é. Ao extinguirem-se espécies, altera-se todo o ciclo ecológico que, infelizmente, já não é o
mesmo de há dois anos atrás, por exemplo. Se continuarmos a este ritmo a utilizar os recursos naturais que
temos, não me resta outra hipótese senão dizer que estamos condenados. Estarei a ser demasiado
pessimista? Não me parece... Já ouviram falar do deserto do Saara? Já? Pois aqui há uns bons séculos atrás
não teriam... Parvoíce? Não... o agora deserto do Saara já foi outrora uma floresta. Sim, uma floresta... e
não estou a brincar... A ambição do Homem costuma sobrepor-se à sua inteligência, muitas vezes. Sabemos
perfeitamente o mal que fazemos ao ambiente e, mesmo assim, não fazemos nada. Aliás, um bom exemplo
disso mesmo são os excelentíssimos senhores doutores, podres de ricos, que constroem as suas casas de
férias em parques naturais, sem licença, é claro, mas bem à vista de toda a gente... Mas será que não
tinham mais nenhum local onde construir? E por que é que os governos fingem que não sabem de nada? Lá
estão os interesses económicos a sobrepor-se ao cérebro...

Vamos imaginar uma floresta. A Amazónia, por exemplo. O Homem destrói mais ou menos 20
hectares desta por minuto, sendo que, num total aproximado, a Amazónia ocupa 5,5 milhões de km2.
Fazendo as contas, vemos que, por dia, são destruídos cerca de 288 km2; por ano, 105 mil km2; por década,
mais de um milhão de km2. Se continuar a este ritmo, daqui a aproximadamente 52 anos o pulmão da Terra
deixará de existir, dando lugar a um deserto inóspito. Isto sem falar do agravamento de outros problemas
como a fome, o aquecimento global, as pandemias, a subida do nível médio da água, entre muitos, muitos
outros...

O desenho de Luís Afonso ilustra bem as consequências do nosso modo de vida. Se não alterarmos
a nossa maneira de viver, no século XXII Portugal será um deserto, no meio de tantos outros. Sem querer
ser pessimista, na minha opinião a fome e novas epidemias irão reduzir drasticamente a população, pelo
que esta irá mudar, aos poucos e poucos, a sua maneira de sobreviver. Não, não me enganei... sobreviver.
As condições de vida serão tão más que apenas as espécies mais fortes conseguirão subsistir. O planeta irá,
muito lentamente, transformar-se num gigantesco deserto, onde a vida fará parte do passado.

Talvez não cheguemos ao ponto referido na ilustração de Luís Afonso, se agirmos já. Não podemos
simplesmente esperar que os avanços tecnológicos revolvam todos os nossos problemas porque, como se
costuma dizer, ͞mais vale prevenir do que remediar͟. É pouco provável que, em apenas um século,
consigamos obter respostas a todas as nossas necessidades. Afinal de contas, só para©  o fogo o
Homem demorou cerca de 3 milhões de anos... quanto tempo irá demorar para  
 uma maneira de
sobreviver sem precisar dos outros seres vivos? Uma pergunta para a qual ninguém sabe a resposta...
Parece que só nos resta esperar... mas não de braços cruzados!