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 Considere o seguinte texto:

"Se o homem no estado de natureza é tão livre como se tem dito, se ele é
senhor absoluto da sua própria pessoa e bens, igual ao maior, e sujeito de
ninguém, por que razão abandonará ele a sua liberdade, o seu império,
sujeitando-se ao domínio e controlo de outro poder? Ao que muito facilmente
se responde que, não obstante ter no estado de natureza um tal direito, o
seu usufruto é todavia muito incerto, estando exposto constantemente à
invasão de outros; porque, sendo todos tão soberanos como ele, sendo
todos os homens seus iguais, a maior parte deles não observa estritamente
(«) a justiça, de modo que o usufruto da propriedade que ele possui nesse
estado encontra-se ameaçado e muito exposto. Isto convida-o a deixar esta
condição, a qual, não obstante a sua liberdade, está cheia de medos e
perigos constantes. E não é sem razão que ele procura e deseja unir-se em
sociedade com outros que já estão unidos, ou que tencionam unir-se, a fim
de conservarem mutuamente («) liberdades e bens, a que dou o nome
genérico de propriedade.
Portanto, o grande e principal fim de os homens se unirem em comunidades
políticas, e de se colocarem sob um governo, é a conservação da sua
propriedade; para cujo fim se exigem muitas coisas que faltam no estado de
natureza".
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 Compare o modo como Locke e Hobbes entendem o ³estado de natureza´.

 Esclareça, na perspectiva de Locke, a noção de contrato social.

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