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Cia Brasileira de Trens Urbanos

PDTU – RMR
Plano Diretor de Transportes Urbanos da

Região Metropolitana do Recife

O Novo PDTU / RMR - 2008


Junho / 2009

Consórcio
O QUE É O NOVO PDTU/RMR 2008

O PDTU/RMR é um documento que expressa a


Política, Objetivos e Diretrizes de Transportes,
previstos para a região nos próximos 12 anos.

Nele estão contidos as medidas e os investimentos


requeridos pelo Sistema de Transportes, em
ordem de prioridade, para serem implementadas
nesse período (2009-2020).
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HISTÓRICO

1) PDTU 1982 (Geipot) elaborado a partir do Plano de


Organização Territorial (Fidem)

2) Novo PDTU / RMR 2008


9 Modernização dos modelos utilizados para o Planejamento do
Sistema;
9 Maior participação dos órgãos envolvidos e de toda sociedade;
9 Visão da cidade que se deseja;
9 Consideração das interfaces existentes entre o desenvolvimento
urbano, transporte público e circulação;
9 Defesa do Patrimônio Histórico e Arquitetônico das Cidades;
9 Contempla todos os modos de transportes, que se complementam.
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FORMA DE DESENVOLVIMENTO
Processo Participativo

9 Coordenação Técnica Deliberativa


¾ Órgãos governamentais (federal, estadual, municipais)

9 Coordenação Técnica Executiva


¾ Assessores dos órgãos governamentais (fed. / est. / mun.)

9 Fórum Técnico (45 membros, em equipes diversas)


¾ Equipes técnicas (órgãos locais, universidades, consultores)

9 Fórum Consultivo (~ 120 membros)


¾ Sociedade civil organizada (entidades de classe, ONGs,
associações comunitárias)
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FORMA DE DESENVOLVIMENTO
Etapas do Novo PDTU/RMR
1. Consolidação do plano de trabalho
2. Caracterização dos sistemas de transporte e de uso/ocupação
do solo existentes
3. Definição da visão prospectiva da RMR
4. Definição dos objetivos e diretrizes da política de transportes
5. Diagnóstico do sistema de transporte
6. Elaboração de cenários futuros
7. Elaboração de estratégias alternativas
8. Avaliação das estratégias simuladas
9. Detalhamento tático operacional
10.Plano de ação estratégico
11.Elaboração de sistema de acompanhamento
12.Edição do relatório final
13.Divulgação de documento “SÍNTESE do PDTU/RMR 2008”
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DETALHAMENTO DO TRABALHO
ETAPA 1-
1- Mobilização/Treinamento Equipe

Mobilização da Equipe e Consolidação


do Plano de Trabalho

Escolha e Instalação dos Softwares de Apoio

Planejamento Estratégico – Planejamento Tático


TRANUS EMME

Treinamento das Equipes


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RELAÇÕES ENTRE OS MODELOS
Uso do Solo (TRANUS) e Transportes (EMME/2)

TRANUS EMME/2

Fluxos por Fluxos por


setor categoria de
econômico transporte

Atividades + transporte
INTERFACE
Modelo de
Atividades Modelo de
Transporte

Custos e Custos e
desutilidades desutilidades
por setor por categoria
econômico de transporte
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DETALHAMENTO DO TRABALHO
ETAPA 2 – Caracterização dos Sistemas de Transporte e de
Uso do Solo Existentes – SITUAÇÃO ATUAL (2007)

Levantamento Levantamento
de Estudos de Dados
Existentes Existentes
Organização das Informações:
• Dados Sócio-Econômicos
• Oferta de Transportes
• Uso do Solo
• Mercado Imobiliário
• Aspectos Institucionais
• Aspectos Ambientais

Caracterização da Situação Atual


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DETALHAMENTO DO TRABALHO
Informações Coletadas: MOBILIDADE

PESQUISA ORIGEM E DESTINO – OD/97


9 Locais de pesquisa
9 Banco de dados de viagens
9 Distribuição das viagens
9 Motivo das Viagens
9 Distribuição da população
9 Pesquisa da linha de contorno (cordon-line)
9 Elaboração das matrizes de viagem
9 Modos da viagem + transferências
9 Produção de viagens (p/ zona)
9 Taxa de mobilidade (p/ renda)
9 Linhas de desejo (entre zonas)
9 Tempo de viagem, por modalidade, por renda etc
9 249 zonas internas
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DETALHAMENTO DO TRABALHO
Informações Coletadas: USO DO SOLO
9 USO DO SOLO >>> Informações sobre as Áreas
¾ Disponibilidade / Uso e Valor das REGIÕES URBANAS
¾ Zonas de Análise: OD/97 Æ Área Global (m2)
¾ Áreas a serem DESCONSIDERADAS (m2)
Represas / Rios / Riachos / Canais
Várzeas / Mangues
APAs (Proibição de uso / uso controlado)
Aeroportos/Parques/Centros de Exposição/Cemitérios
Sistema Viário (vias, praças, terminais, estações)

9 OCUPAÇÃO
¾ Mapeamento de Referência (UNIBASE)
¾ Cadastros Municipais (IPTU)
¾ Valor do Solo (ITBI)

9 PLANOS DIRETORES de Desenvolvimento Urbano –


PDDUs dos Municípios da RMR
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DETALHAMENTO DO TRABALHO
Informações de Uso do Solo: ex. de tratamento
Consórcio

Área Total Área Urbanizável

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DETALHAMENTO DO TRABALHO
ETAPA 3 – Visão Prospectiva da RMR
9 Visões da Metrópole
¾ Metrópole Planejada
¾ Metrópole Saudável e de Qualidade Ambiental
¾ Metrópole Agradável
¾ Metrópole Economicamente Sustentável
¾ Metrópole Justa
¾ Metrópole que Caminha

9 Objeto de Seminário Específico !


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DETALHAMENTO DO TRABALHO
ETAPA 4 – Diretrizes e Objetivos da Política de Transportes

A partir da VISÃO PROSPECTIVA da RMR

PRINCÍPIOS OBJETIVOS DIRETRIZES CRITÉRIOS DE


AVALIAÇÃO
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DETALHAMENTO DO TRABALHO
ETAPA 4 – Diretrizes e Objetivos da Política de Transportes

Visão Princípios Objetivos Diretrizes Critérios de


avaliação
II. Eqüidade na distribuição do tempo e III. Ampliar o Sistema Estrutural Integrado - SEI e II. Gestão integrada dos sistemas de transporte, Indicadores
do espaço de circulação aumentar a confiabilidade, a velocidade e a viário e de trânsito, com vistas à melhoria da Quantitativos
regularidade do sistema qualidade dos serviços prestados Índice de Mobilidade
III.Universalidade, generalidade e − Total dos
impessoalidade no acesso ao sistema de IV. Ampliar a intermodalidade do sistema, III. Integração das políticas de mobilidade,
deslocamentos
circulação, com garantia de contemplando as transferências entre bicic letas, planejamento territorial e demais políticas públicas,
− Viagens
acessibilidade das pessoas portadoras automóveis, “vans”, micro e mini ônibus, ônibus, buscando a mobilidade e o desenvolvimento
Motorizadas
de necessidades especiais ao espaço de metrô, trem suburbano e marcha a pé sustentável
circulação Cobertura médi a das
V. Promover a otimização da Infra - estrutura IV. Priorização no uso do sistema viário para a
Metrópole que Caminha

viagens
IV. Compatibilidade entre mobilidade e instalada, para requalificar o espaço urbano e circulação dos transportes coletivos e não − transporte
estrutura urbana como forma de reduzir a desenvolver as potencialidades locais motorizados em relação ao transporte indiv idual coletivo
necessidade de deslocamentos VI. Oferecer condições de segurança , conforto, motorizado − transporte
motori zados e os conflitos da mobilidade regularidade, continuidade e desobstrução do V. Implantação de Transporte Público de qualidade motorizado
VI. Convivência harmônica e solidária espaço viário de circulação do pedestre e de medidas para circulação segura e confortável individual
entre os usuários dos sistemas de VII. Promover a melhoria da qualidade de vida, de bicicletas, como forma de atrair novos usuários Velocidade média
circulação quanto às condições de conforto, da segurança e e desestimular o uso do automóvel particular nos das viagens em hora
VIII. Modicidade tarifária, racionalidade, da rapidez dos deslocamentos, com redução do deslocamentos cotidianos pico
eficácia do sistema de transporte coletivo risco de ocorrência de acidentes VI. Implantaçã o de medidas de incentivo aos − de transporte
público e do não motorizado, como meio modos não motorizados oferecendo condições de coletivo
VIII. Ampliar as condições de mobilidade e
de democratiz ar o acesso à mobilidade segurança, regularidade, continuidade e − motorizada
acessibilidade da pessoa portadora de
IX. Rede de transporte coletivo público necessidades especiais, nos sistemas de desobstrução do espaço viário destinado à individual
integrada circulação e de transporte circulação do pedestre e do ciclista, com integração Velocidade média
ao sistema de transporte público nos links viários
X. Complementaridade, continuidade, IX. Reduzir as deseconomias causadas pelos estratégicos (no pico
racionalidade e eficiência da rede viária e congestionamentos, pela irracionalidade da rede de VII. Implant ação de programas de inclusão da
pessoa portadora de necessidades especiais no da manhã)
de transportes transporte coletivo público e pelas necessidades de Índices de integração
grandes deslocamentos decorrentes da sistema de transporte coletivo público e na infra -
XI. Indissociabilidade entre planejamento estrutura viária intermodal
e gestão da estrutura urbana, do uso do especialização do uso e ocupação do solo Í ndice de
solo e dos sistemas viário e de X. Melhorar a interligação entre os municípios da VIII. Complementação do sistema de Transporte racionalidade do
transportes RMR e desta com todo o Estado de Pernambuco, Público de Passageiros da RMR com infra - sistema
com o país e com o exterior estrutura de qualidade, sistema de informações ao
XII. Gestão e implementação articuladas usuário e bilhetagem eletrônica
e integradas dos sistemas de transporte XI. Otimizar e racionalizar a distribuição de bens e Indicadores
público e viário, tanto municipais como serviços, o abastecimento e o escoamento da X. Utilização de sistemas de Informações como
instrumento de planejamento e gestão do Quantitativos não
metropolitanos, inclusive para os modos produção na RMR e reduzir seus impactos sobre a mensuráveis no modelo
não motorizados circulação de pessoas e o meio ambiente transporte, do trânsito e do uso e ocupação do solo
Índices de migração
XV. Arranjos institucionais Metropolita no XII. Equacionar os estacionamentos de bicicletas, XV. Adequação entre uso do solo e função da via,
modal
e Municipais adequados e devidamente veículos de passageiros e de carga nas áreas e com otimiza ção dos sistemas de transporte,
Índices de acidentes
articulados corredores comerciais e no entorno dos garantia do desempenho operacional e da
equipamentos de transporte público segurança dos usuários, inclusive na implantação
Indicadores Qualitativos
de pólos geradores de viagens
Índice de conforto
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DETALHAMENTO DO TRABALHO
Exemplo de Indicador para Avaliação
Acessibilidade Social do Transporte Coletivo

⎛ ⎞
⎜ A P⎟
⎛ n Ej ⎞ ⎜ ∑ SCi i ⎟
AsCi = ⎜∑ 2,45 ⎟ e ASc = ⎜ ⎟
⎜ j=1 C ⎟ ⎜ ⎛⎜ ⎞ ⎟
⎝ i, j ⎠
⎜⎜ ⎜∑ Pi ⎟⎟ ⎟⎟
⎝⎝ ⎠ ⎠
Onde:
AsCi = acessibilidade social do transporte coletivo da zona (i)
Ej = total de empregos da zona (j)
Ci,j = custo generalizado médio das viagens coletivas entre as
zonas (i) e (j) em pico
Pi = população residente na zona (i)
ASc = acessibilidade social do coletivo da RMR
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DETALHAMENTO DO TRABALHO
ETAPA 5 – Diagnóstico do Sistema de Transporte

9 A evolução urbana e dos transportes na RMR

9 O planejamento urbano e dos transportes na RMR


(histórico, planos e estudos mais relevantes, intervenções viárias)

9 Situação atual do sistema de transporte da RMR


(caracterização da RMR, distribuição da frota, estruturação e
funcionamento do sistema viário, caracterização do STPP e da
circulação)

9 O contexto institucional do sistema de transporte na RMR

9 Sistemas de informações a serem considerados no


PDTU-RMR
Consórcio

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DETALHAMENTO DO TRABALHO
ETAPA 6 – Elaboração de Cenários Futuros

Estimativa
Formulação Elaboração de Consolidação
do Cenário dos Cenários Variáveis dos Cenários
Base Futuros Básicas por Futuros
Cenários

Fórum
Técnico
Consórcio

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DETALHAMENTO DO TRABALHO
Localização dos Projetos
9 Urbanos 9 Sistema Viário 9 Transporte Público

11 Projetos 9 (2005) + 22 (2007)


54 (2005) + 46 (2007)
Consórcio

208 mil Habitantes


72 mil Empregos
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DETALHAMENTO DO TRABALHO
Localização dos Projetos: URBANOS
Consórcio

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DETALHAMENTO DO TRABALHO
Localização dos Projetos: SISTEMA VIÁRIO
Consórcio

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DETALHAMENTO DO TRABALHO
Localização dos Projetos: TRANSPORTE PÚBLICO
Consórcio

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DETALHAMENTO DO TRABALHO
ETAPA 6 – Elaboração dos Cenários Futuros

9 Probabilidade de Implantação
¾ “MÍNIMO”: projetos de realização considerada praticamente certa
¾ “OTIMISTA”: situação mais favorável possível – uma quantidade maior
de projetos importantes pode ser incluída
¾ “PROVÁVEL”: situação mais provável - uma quantidade menor de
projetos importantes pode ser realizada

9 Análise das ESTRATÉGIAS SIMULADAS


considerando os cenários futuros formulados com o Fórum Técnico
¾ BASE 2007
¾ NADA FAZER anos-meta 2012 e 2020
¾ MÍNIMO anos-meta 2012 e 2020
¾ OTIMISTA anos-meta 2012 e 2020
¾ PROVÁVEL anos-meta 2012 e 2020

9 Avaliação dos INDICADORES de desempenho das estratégias


Consórcio

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DETALHAMENTO DO TRABALHO
ETAPA 6 – Elaboração dos Cenários Futuros
9 Exemplo de Cenários Futuros (Seminário Específico)
CENÁRIO
PROJETOS
Mínimo Otimista Provável
URBANOS
101. Complexo Industrial Portuário de Suape
101.1. Pólo Petroquímico X X X
101.2. Pólo Alcoolquímico X X
101.3. Pólo Metal - Mecânico X X X
102. Projeto Recife / Olinda
102.1. 1ª Fase X X X
103. Metrópole Estratégica
103.1. Infra -Estrutura Urbana X
SISTEMA VIÁRIO
1 Via Mangue / Linha Verde / Via Costeira Sul
1.A. Via Mangue até Rua Antônio Falcão X X X
2.A. II Perimetral, trecho San Martin - Caxangá X
2 II Perimetral, trecho: Caxangá – CPOR - Casa Forte X X
TRANSPORTE PÚBLICO
I Implantação do Metrô na Linha Sul X X X
III Implantação do Transporte Empreendimento X
IV Complementação do corredor da Av. Conde da Boa Vista X X X
até o Centro do Recife
Consórcio

VI Duplicação do ramal ferroviário sul, de Cajueiro S eco até o


X X
Centro do Cabo

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Cenários futuros formulados nos Seminários
Projetos urbanísticos previstos
9 Projetos de impacto urbanístico
projetos cenário OTIMISTA
urbanos habitantes empregos

Plano Habitacional Metropolitano 142.000 -


Parque Atlântico (Bacardi) 5.920 1.800
Pólo Farmacoquímico - 1.020
Hospital Metropolitano Norte - 900
Conjunto Habitacional Ipojuca 2.200 -
Alphaville Recife 1.620 -
Cond. Villa Três Lagoas 1.020 -
Parque Boa Viagem (Paiol) 3.170 1.880
Compl. Industrial-Portuário Suape - 24.820
Projeto Recife-Olinda 37.436 30.651
Reserva do Paiva 15.050 11.090
TOTAL 208.416 72.161
Consórcio

GERAÇÃO DE VIAGENS
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Cenários futuros formulados nos Seminários
Avaliação da Rede de Transporte Coletivo - RTC
Consórcio

Infra-estrutura
para corredor Modelo operacional Carregamento
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DETALHAMENTO DO TRABALHO
ETAPA 7 - Elaboração e Avaliação das Estratégias Alternativas

A. Montagem e calibração do Modelo Estratégico


¾ Base e Nada Fazer
¾ Mínima, Otimista e Provável

B. Simulação das Estratégias para cada cenário

C. Cálculo dos indicadores de desempenho

D. Recombinação das estratégias

E. Seleção preliminar da melhor estratégia

F. Consolidação da Estratégia Selecionada


Consórcio

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ETAPA 7 – Modelo tático-operacional – EMME
Resultado das simulações – Estratégia “NADA A FAZER” - 2020
9 Aumento de mais de 200% em
quilometragem de vias congestionadas TRANSPORTE INDIVIDUAL
Diferença TI entre cenários NADA FAZER x BASE
9 Aumento de 96% no tempo de
operação em vias congestionadas

NADA FAZER BASE


Veículo x Km
14% 7%

15%
8%
44%

52% 9%
17%

17% 17%
V/C < 0.6 V/C < 0.6
0.6 <= V/C < 0.75 0.6 <= V/C < 0.75
0.75 <= V/C < 0.9 0.75 <= V/C < 0.9
0.9 <= V/C < 1.1 0.9 <= V/C < 1.1
V/C > 1.1 V/C > 1.1

Veículo
3%
x hora
4% 3%
3% 25% 24%
10%

13%
Consórcio

21% Carregamento V/C 2020 Carregamento V/C 2007


80% 17% NADA FAZER BASE
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ETAPA 7 – Modelo tático-operacional – EMME
Resultado das simulações – Estratégia OTIMISTA - 2020
TRANSPORTE COLETIVO
Carregamento TC - Estratégia OTIMISTA 2020 – HPM + tarifa A_B
9 carregamentos nos eixos
perimetrais em direção ao
Território Sul, atraídos pelos novos
empreendimentos no Complexo
Industrial Portuário de Suape e em
direção à Área Central da RMR
que exerce a força das atividades
metropolitanas;

9 corredores de TC na
IIª.Perimetral e na IIIª.Perimetral
são fundamentais para a
estrutura do SEI, por atender às
demandas de áreas altamente
adensadas e aumentar a
mobilidade das pessoas.
Consórcio

Carregamento TC 2020 Carregamento TC 2020


OTIMISTA NADA FAZER
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ETAPA 7 – Modelo tático-operacional – EMME
Resultado das simulações – Estratégia OTIMISTA - 2020
TRANSPORTE INDIVIDUAL Estratégia OTIMISTA 2020
Diferença entre Estratégia OTIMISTA e NADA FAZER

ENTRA

FIGURA 40001 Carregamento_V/C


- cenário OTIMISTA 2020 -
hpm

Carregamento V/C 2020


Consórcio

aumento de volume Carregamento V/C 2020


redução de volume OTIMISTA NADA FAZER

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ETAPA 7 – Modelo tático-operacional – EMME
Resultado das simulações – Estratégia OTIMISTA - 2020
GANHOS
TRANSPORTE INDIVIDUAL Estratégia OTIMISTA 2020
9 Redução de 54% em
quilometragem de vias Diferença entre Estratégia OTIMISTA 2020 e
NADA FAZER 2020
congestionadas
9 Redução de 37% no tempo de
operação em vias congestionadas
OTIMISTA NADA FAZER
Veículo x Km
14% 14%
31%
8%

21%
52% 9%

15%
19% 17%

V/C < 0.6


0.6 <= V/C < 0.75
0.75 <= V/C < 0.9
0.9 <= V/C < 1.1
V/C > 1.1

Veículo x hora
3%
4% 3%
18% 3%

33% 10%

10%

Carregamento V/C 2020


Consórcio

15% Carregamento V/C 2020


24% 80% OTIMISTA NADA FAZER

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Resultado das simulações
Benefícios – transporte público coletivo
Carregamento nos CORREDORES DO SEI ano-meta 2020

9 Importância da
implementação do corredor
na IIIa. Perimetral - atrai parte
da demanda da PE15 / Av.
Agamenon Magalhães
9 Aumento do volume na Av.
Norte com a implantação do
corredor do SEI
9 Potencial de atendimento das
linhas de metrô
9 Linha Sul do metrô Cajueiro
Seco/Centro do Recife –
equilibra o atendimento da
demanda da Av. Mascarenhas
de Morais e da Av. Domingos
Ferreira/Av. Conselheiro Aguiar
9 VTL Cabo/Cajueiro Seco atrai
parte da demanda da BR101
Sul

Carregamento TP 2020
Consórcio

Carregamento TP 2020
SELECIONADA
NADA FAZER

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Resultado das simulações
Benefícios – transporte público coletivo
Desembarques nos TERMINAIS DE INTEGRAÇÃO e PONTOS DE TROCA 2020

Desembarques TP 2020 ESTRATÉGIA SELECIONADA

9 maiores
desembarques
finais na
estação Recife
Centro e no
Centro
Expandido da
metrópole -
Derby
9 maiores
desembarques
por
transferência
nas estações
das linhas Sul e
Centro do
metrô e nos TIs
PE15, PE22 e
Macaxeira
Consórcio

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Resultados das simulações
Benefícios – sistema viário
Diferença entre estratégias SELECIONADA 2020 e NADA FAZER 2020

aumento de volume
Consórcio

redução de volume Carregamento V/C 2020 Carregamento V/C 2020


SELECIONADA NADA FAZER

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Resultados das simulações
Benefícios – sistema viário
Diferença entre estratégias SELECIONADA 2020 e NADA FAZER 2020

9 Redução de 52% em extensão de


vias congestionadas
Veículo x Km
4%
13% 14%

40% 8%

20% 52% 9%

17%
23%

SELECIONADA NADA FAZER


V/C < 0.6
0.6 <= V/C < 0.75
0.75 <= V/C < 0.9
0.9 <= V/C < 1.1
V/C > 1.1

9 Redução de 55% no tempo de


percurso em vias congestionadas
Veículo x hora
3%
3%
16%
4%
3%
30% V/C <0.6
10%
0.6 <=V/C < 0.75
19% 0.75 <=V/C < 0.9
0.9 <=V/C < 1.1
18% V/C >1.1
17%
Consórcio

80%
Carregamento V/C 2020 Carregamento V/C 2020
SELECIONADA NADA FAZER SELECIONADA NADA FAZER

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ETAPA 8 – AVALIAÇÃO DAS ESTRATÉGIAS
O Futuro do Transporte na RMR
9 O que acontecerá se nada for feito?
¾ Impactos sobre a velocidade média dos usuários em transporte público
e individual (em km/h)
¾ Tempo gasto em transporte público e individual
Velocidade Média em Transporte Público (km/h) Tempo Gasto em Transporte Público (min)
22 20,33 90 80,51
20 80 73,58
70
18 60
15,62 49,39
16 50
14,50
14 40
30
12 20
10 10
2007 2012 2020 2007 2012 2020

Velocidade Média em Transporte Individual (km/h) Tempo Gasto em Transporte Individual (min)
30 80 70,25
28,00
70
25 60 51,94
50
20 17,41 40
30 22,08
15 13,26
20
10
10 0
2007 2012 2020 2007 2012 2020
Consórcio

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ETAPA 8 – AVALIAÇÃO DAS ESTRATÉGIAS
O Futuro do Transporte na RMR

9 O que acontecerá se nada for feito?


¾ Necessidade de frota para atender à demanda crescente, com
menor velocidade.

Frota em Transporte Público


10.010
7.934
8.010 7.135
6.010 4.866
4.010
2.010
10
2007 2012 2020
Consórcio

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Comparação entre Estratégias

9 A Comparação entre Estratégias foi feita de acordo com 7


dimensões:
¾ Metrópole Planejada
¾ Saudável / Ambiental
¾ Metrópole Agradável
Peso Específico
¾ Metrópole que caminha Metrópole Planejada 24
¾ Metrópole Sustentável Saudável / Ambiental 7

¾ Metrópole Justa Metrópole Agradável 10


Metrópole que caminha 21
¾ Custo de Implementação Metrópole Sustentável 13

¾ A cada uma destas dimensões Metrópole Justa 13


foi atribuído um peso específico Custo de Implementação 12
Total 100
¾ Cada uma das dimensões foi
decomposta em diversos
indicadores
Consórcio

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Metrópole Planejada

Índice de Ponderação
Valor Peso da
Específico Dimensão
Acessibilidade Social do Transporte Motorizado
4,0
Individual

Acessibilidade Social Do Transporte Coletivo 4,4

Custo Monetário Médio Das Viagens Coletivas 3,0


Metrópole
24,0
Planejada
Custo Monetário Médio Das Viagens
2,7
Motorizadas Individuais

Acessibilidade Estrutural Aos Pólos (Transporte


5,2
Coletivo)

Acessibilidade Estrutural Aos Pólos(Transporte


4,7
Motorizado Individual)
Consórcio

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Comparação entre Indicadores

Estratégia Base Nada Fazer Mínimo Provável Otimista Selecionado


2012 2020 2012 2020 2012 2020 2012 2020 2012 2020
2007
(17723) (17703) (22226) (22006) (32226) (30006) (42226) (40006) (80037) (60037)
Acessibilidade Social do Transporte Motorizado
Individual 1,00 0,83 0,98 1,13 1,30 1,06 1,09 0,95 1,20 1,16 1,47

Acessibilidade Social Do Transporte Coletivo 1,00 0,85 1,02 1,32 1,60 1,46 1,67 1,40 1,82 1,49 1,92

Custo Monetário Médio Das Viagens Coletivas 1,00 0,94 0,96 1,17 1,17 1,31 1,35 1,35 1,41 1,34 1,33
Metrópole
Planejada
Custo Monetário Médio Das Viagens
Motorizadas Individuais 1,00 0,68 0,66 0,72 0,70 0,71 0,69 0,71 0,71 0,73 0,72
Acessibilidade Estrutural Aos Pólos (Transporte
Coletivo) 1,00 0,85 0,99 1,03 1,13 1,78 1,70 1,75 1,86 1,85 1,98
Acessibilidade Estrutural Aos Pólos (Transporte
Motorizado Individual) 1,00 0,64 0,62 1,12 1,06 1,05 0,80 0,85 0,89 1,17 1,25

Metrópole Planejada
24,00 19,18 21,15 26,37 28,48 30,70 30,24 28,99 32,72 32,27 36,44
Consórcio

O Novo PDTU / RMR - 2008 39


Síntese da Avaliação

Referência Nada Fazer Mínimo Provável Otimista Selecionado


Visão Prospectiva 2012 2020 2012 2020 2012 2020 2012 2020 2012 2020
%
(17723) (17703) (22226) (22006) (32226) (30006) (42226) (40006) (80037) (60037)
24 Metrópole Planejada 19,18 21,15 26,37 28,48 30,70 30,24 28,99 32,72 32,27 36,44

7 Saudável / Ambiental 4,13 3,68 7,54 6,67 7,75 5,74 6,17 5,88 6,36 6,15

10 Metrópole Agradável 9,47 9,96 9,87 9,97 9,50 9,66 9,23 9,79 9,33 9,80

21 Metrópole que caminha 21,82 21,33 23,21 22,80 22,86 24,14 24,06 24,73 25,04 25,30

13 Metrópole Sustentável -29,14 -46,31 39,18 56,71 33,20 47,96 17,29 41,40 46,58 59,24

13 Metrópole Justa 12,16 12,49 14,55 14,99 14,65 15,20 14,55 15,97 15,42 16,67

12 Custo de Implementação 12,00 12,00 9,04 8,73 7,76 7,45 5,62 4,16 8,16 6,69
100 Avaliação do Ano Meta 49,64 34,31 129,76 148,34 126,43 140,41 105,91 134,66 143,17 160,30
100 Resultado do Cenário 214,66 746,45 714,25 652,16 812,94
Consórcio

O Novo PDTU / RMR - 2008 40


Avaliação dos indicadores de desempenho
metrópole planejada
ACESSIBILIDADE POR TRANSPORTE INDIVIDUAL NA ESTRATÉGIA SELECIONADA 2020

9 Acessibilidade SOCIAL da Estratégia


Acessibilidade Social
Selecionada 2020 é:
por Transporte Individual
– 47% melhor em relação à 1.6

Estratégia Base 2007 1.4


1.2
1.0
0.8
0.6

Pela redução do custo generalizado 0.4


0.2
das viagens por automóvel 0.0
Base 2007 Nada Fazer 2020 Selecionada 2020

Acessibilidade Estrutural aos Pólos


9 Acessibilidade ESTRUTURAL da por Transporte Individual
Estratégia Selecionada 2020 é:
1.4
– 25% melhor em relação à 1.2
Estratégia Base 2007 1.0
0.8
0.6
0.4

Pela redução de tempo de viagem 0.2

por automóvel 0.0


Base 2007 Nada Fazer 2020 Selecionada 2020
Consórcio

O Novo PDTU / RMR - 2008 41


Avaliação dos indicadores de desempenho
metrópole planejada
ACESSIBILIDADE POR TRANSPORTE PÚBLICO COLETIVO NA ESTRATÉGIA SELECIONADA 2020

9 Acessibilidade SOCIAL da Estratégia


Selecionada 2020 é: Acessibilidade Social por
Transporte Público Coletivo
– 92% melhor em relação à Estratégia 2.00
1.80
Base 2007 1.60
1.40
1.20
1.00
0.80
0.60
Pela redução do custo generalizado 0.40
0.20
das viagens por transporte público 0.00

coletivo Base 2007 Nada Fazer 2020 Selecionada 2020

Acessibilidade Estrutural aos Pólos


9 Acessibilidade ESTRUTURAL da por Transporte Público Coletivo
Estratégia Selecionada 2020 é: 2.0
1.8
– 98% melhor em relação à Estratégia 1.6
1.4
Base 2007 1.2
1.0
0.8
0.6
0.4
0.2
Pela redução de tempo de viagem por 0.0
Base 2007 Nada Fazer 2020 Selecionada 2020
transporte público coletivo
Consórcio

O Novo PDTU / RMR - 2008 42


Avaliação dos indicadores de desempenho
metrópole sustentável
RETORNO ECONÔMICO NA ESTRATÉGIA SELECIONADA 2020
9 Estratégia Selecionada 2020 é:
– Melhor que a Estratégia Base 2007. O resultado econômico da
Estratégia Selecionada 2020 é superavitário, uma vez que
proporcionam ganhos relacionados com a diminuição do custo
generalizado
– Melhor que a Estratégia Nada Fazer 2020. O resultado econômico é
deficitário devido à ausência de investimentos que têm influência
direta na redução dos ganhos em custo generalizado

Retorno Econômico dos Investimentos - VPL

Base 2007 Nada Fazer 2020 Selecionada 2020


5,000
4,000
3,000
Retorno (mil x R$)

2,000
1,000
0
-1,000
-2,000
-3,000
Consórcio

-4,000

O Novo PDTU / RMR - 2008 43


DETALHAMENTO TÁTICO OPERACIONAL
ETAPA 9 – Análise dos Carregamentos das Redes
Consórcio

O Novo PDTU / RMR - 2008 44


ETAPA 10 – DETALHAMENTO DO TRABALHO
Elaboração do Plano de Ação Estratégico
A. Mobilidade e Acessibilidade das Pessoas

B. Transporte Não-Motorizado

C. Transporte Público Coletivo

D. Sistema Viário

E. Estimativa de Custos dos Investimento

F. Gestão e Acompanhamento do PDTU/RMR

G. Recomendações Gerais
Consórcio

O Novo PDTU / RMR - 2008 45


Estratégia SELECIONADA - 2020
Transporte não motorizado

TRANSPORTE A PÉ
9Rede Viária do Modo de Transporte a

TRANSPORTE POR BICICLETA


ROTAS CICLOVIÁRIAS
9Rede Viária para o Transporte por
Bicicletas
9Locais específicos para
estacionamento
9Locais de apoio
Consórcio

O Novo PDTU / RMR - 2008 46


ETAPA 10 – Plano de ação estratégico
Plano de obras – prioridades

9 TRANSPORTE PÚBLICO COLETIVO TERRITÓRIO NORTE


P0 Corredor Av. Pres. Kennedy
P0 Terminal PE 22
P0 Terminal Xambá
P0 Terminal Abreu e Lima
P7 Corredor Anel Norte
TERRITÓRIO CENTRO
P0 Terminal Santa Luzia
P0 Terminal de Barro
P0 Terminal Afogados
P1 Corredor PE 15 / Agamenon
P2 Terminal Macaxeira
P2 Corredor Avenida Norte
P3 Corredor III Perimetral-Av Recife/Anel Norte
P4 Corredor BR 101 CENTRO
P5 Corredor II Perimetral
P6 Corredor Domingos Ferreira
P9 Corredor III Perimetral-Anel Norte / PE 22
P10 Terminal Caxangá
TERRITÓRIO OESTE
P0 Terminal TIP
P8 Corredor PE 05 / Av. Caxangá
TERRITÓRIO SUL
P0 VLT – Linha Cabo / Cajueiro Seco
P0 Metrô linha sul
P0 Terminal Cabo
P0 Binário S. Sebastião / Hidrolândia
Consórcio

P0 Binário Metrô –Prazeres


P1 Ligação Metrô / Aeroporto - passarela
O Novo PDTU / RMR - 2008 47
ETAPA 10 – Plano de ação estratégico
Modelo operacional do sistema de transporte público coletivo
IGARASSU
9 O NOVO PDTU/RMR consolida o
Sistema de Transporte Público de
Passageiros da RMR - STPP/RMR,
composto por:
ABREU LIMA
• Sistema Estrutural Integrado - SEI
PE-22 • Sistema Complementar
PE-15

MACAXEIRA
XAMBÁ 9 PREMISSAS DO SEI
CAMARAGIBE • segmentação dos serviços segundo a
CAXANGÁ natureza e função do atendimento
RECIFE
• conectividade e complementaridade
TIP
J. BEZERRA
BARRO AFOGADOS
CAVALEIRO STA.
LUZIA
LARGO DA PAZ entre serviços e modais
JABOATÃO TANCREDO NEVES • estabelece corredores estruturais,
AEROPORTO radiais e perimetrais, do transporte
PRAZERES público coletivo de passageiros
CAJUEIRO SECO

• atendimento às demandas locais de


natureza dispersa
• adequação da tecnologia veicular
dos serviços
Consórcio

CABO

O Novo PDTU / RMR - 2008 48


Estratégia SELECIONADA - 2020
Modelo operacional do sistema de transporte público coletivo

IGARASSU Terminais com tarifa B


Terminais com tarifa A
“Pontos de troca”

Corredor de média e alta capacidade de


transporte público coletivo
Troncal Igarassu
ABREU LIMA
Troncal Abreu e Lima
PE-22 Troncal PE 22 / III Perimetral
Troncal PE 15 / Cruz Cabugá
PE-15
Troncal PE 15 / Agamenon /
XAMBÁ Domingos Ferreira
MACAXEIRA
Troncal Xambá
CAMARAGIBE
Troncal Macaxeira
CAXANGÁ
Troncal Camaragibe / Caxangá
TIP RECIFE
J. BEZERRA Metrô
BARRO AFOGADOS VLT
CAVALEIRO STA. LARGO DA PAZ
LUZIA Corredor de média e baixa capacidade de
JABOATÃO TANCREDO NEVES
transporte público coletivo
AEROPORTO
Troncal Abreu e Lima
PRAZERES Troncal PE 22 / III Perimetral
CAJUEIRO SECO
Troncal PE 15 / II Perimetral - Olinda
Troncal Xambá
Troncal Macaxeira
Troncal TIP
Trem diesel
Consórcio

CABO
TP - tráfego compartilhado
O Novo PDTU / RMR - 2008 49
Estratégia SELECIONADA - 2020
Pré--dimensionamento do sistema de transportes
Pré
IGARASSU

ABREU LIMA

PE-22

XAMBÁ PE-15
MACAXEIRA
Intervenção viária para corredor do SEI
CAMARAGIBE

CAXANGÁ
Linha de Metrô
TIP
RECIFE
AFOGADOS Linha do Metrô Sul
J. BEZERRA
Linha de VLT Cajueiro Seco / Cabo
BARRO STA. LGO.
LUZIA DA PAZ
JABOATÃO
Terminal de Integração Existente
TANCREDO NEVES
AEROPORTO Terminal de Integração a ser Ampliado
PRAZERES
CAJUEIRO Terminal de Integração a ser Construído
“Pontos de troca”

Estratégia Selecionada, ano-meta 2012

Estratégia Selecionada, ano-meta 2020


Consórcio

CABO

O Novo PDTU / RMR - 2008 50


Estratégia SELECIONADA - 2020
Infra--estrutura viária de interesse metropolitano
Infra
INFRA-ESTRUTURA VIÁRIA DE
INTERESSE METROPOLITANO
Intervenções viárias para corredores
do transporte público
Intervenções no sistema viário

Transposição em desnível

Estratégia Selecionada, ano-meta 2012

Estratégia Selecionada, ano-meta 2020

9IMPLEMENTAÇÃO NO SISTEMA VIÁRIO

210 km de novas vias


85 km de adequação de vias existentes,
Consórcio

O Novo PDTU / RMR - 2008 51


Estratégia SELECIONADA - 2020
Estimativa de custos para implantação

9CUSTO ESTIMADO - ANO-META 2020


TOTAL de R$ 3.687 milhões
3500
• 49% em sistema de TP Δ
51.1%
Sistema
• 51% em sistema viário Viário
3000

51%
• 73% ano-meta 2012
2500
• 27% ano-meta 2020 Sistema Sistema 48.9%
34%
Viário Viário
2000
9ESTIMATIVA TOTAL DE CUSTOS
ESTIMATIVA DE CUSTO Terminais 11.4% Terminais 11.4%
(milhões)/R$
TIPO DE INVESTIMEN
TOS 1500
ano-meta ano-meta 23.3%
TOTAL Metrô/VLT 23.8% Metrô/VLT
2012 2020
2.0%
Infra-estrutura do corredor
TP R$ 1.144 R$ 36 R$ 1.180 Δ Corredores
1000
Implantaçãode Metro e VLT R$ 421 - R$ 421 66% 49%

Implantaçãode Terminais do SEI R$ 202 R$ 5 R$ 207 Corredores 64.7% Corredores 65.3%


500
Subtotal TP R$ 1.767 R$ 41 R$ 1.808

Infra-estrutura viária R$ 923 R$ 956 R$ 1.879


0
Consórcio

TOTAL GERAL TP+SV R$ 2.690 R$ 997 R$ 3.687 2012 2020

O Novo PDTU / RMR - 2008 52


ETAPA 11 – Sistema de Acompanhamento

OBJETIVOS

9 Controlar, avaliar e acompanhar a execução do PDTU;

9 Manter o PDTU permanentemente atualizado;

9 Atualizar e aperfeiçoar a base de dados do PDTU;

9 Aperfeiçoar os métodos de desenvolvimento do PDTU;

9 Subsidiar, por meio de simulações, estudos e pesquisas, a


elaboração de novos programas e projetos viários, de transporte
público e de ocupação e uso do solo urbano na RMR.
Consórcio

O Novo PDTU / RMR - 2008 53


ETAPA 11 - Sistema de Gestão do PDTU
Esquema Geral de Funcionamento

Conselho Gestor do PDTU

Fluxo do Sistema Fluxo do Processo


de Informações Decisório

Órgãos Outros Órgãos


Metropolitanos Estaduais

Órgão de
Apoio Técnico

Prefeituras Outras fontes CBTU/


da RMR Metrorec
Consórcio

de informações

O Novo PDTU / RMR - 2008 54


ETAPA 11 - Principais Fluxos do
Sistema de Informações

NATUREZA DO FLUXO
ATOR Do Ator para o Órgão de Apoio Técnico Do Órgão de Apoio Técnico para o Ator

9 Informações de âmbito metropolitano e 9 Solicitações de informações de âmbito


GRANDE RECIFE municipal sobre sistemas atuais de transporte metropolitano e municipal sobre sistemas
Consórcio de público e de circulação e novos planos e atuais de transporte público e de circulação e
Transportes projetos de transporte público; novos planos e projetos de transporte
público;
9 Solicitações de simulações de impacto de
novos planos e projetos de âmbito 9 Resultados de simulações de impacto de
metropolitano e municipal de transporte novos planos e projetos de âmbito
público; metropolitano e municipal de transporte
público;
9 Solicitações de informações sobre o
desenvolvimento do PDTU. 9 Fornecimento de informações solicitadas
sobre o desenvolvimento do PDTU;

9 Divulgação sistemática de informações


sobre o desenvolvimento do PDTU.
Consórcio

O Novo PDTU / RMR - 2008 55


ETAPA 11 - Sistema de Gestão do PDTU
Esquema Geral de Funcionamento

Conselho Gestor do PDTU


COMPETÊNCIAS:
• Aprovar
Fluxo do Sistema os processos de formulação, acompanhamento e revisão do
Fluxo do Processo
dePDTU/RMR;
Informações Decisório

• Integrar e articular os níveis decisórios do Estado e Municípios da


RMR na elaboração, acompanhamento e revisão do PDTU/RMR;
Outros Órgãos
Órgãos
• Analisar e deliberar sobre as propostas do PDTU/RMR
Metropolitanos Estaduais em suas
diversas fases;
• Promover as ações de acompanhamento da execução do PDTU/RMR
Manter atualizado o PDTU/RMR;
• Acionar os diversos níveis de governo,
Órgão deentidades e atores
participantes do PDTU/RMR e nas ações
Apoio de acompanhamento,
Técnico
segundo suas funções, compromissos e responsabilidades para com a
execução do plano.

Prefeituras Outras fontes CBTU/


da RMR de informações Metrorec
Consórcio

O Novo PDTU / RMR - 2008 56


ETAPA 11 - Sistema de Gestão do PDTU
Esquema Geral de Funcionamento
ATRIBUIÇÕES:
• Administrar as bases de dados utilizadas pelo PDTU/RMR;
• Atender as demandas de dados e solicitar informações e dados para
permanente atualização das bases de dados para o PDTU/RMR;
•Prover todo o suporte técnico Conselho Gestor do PDTUde estudos e
e desenvolvimento
propostas requeridas para o elaboração, acompanhamento e revisão
do PDTU/RMR; Fluxo do Processo
Fluxo do Sistema
•deArticular
Informações
a rede técnica do PDTU/RMR, interagindo com as unidades Decisório
técnicas de planejamento dos diversos órgãos e entidades
participantes;
• Operar os instrumentos Outros Órgãos utilizados,
e ferramentas de planejamento
Órgãos
e outros e dar treinamentoEstaduais
tais como o Tranus Metropolitanos e suporte para uso dos
mesmos pela rede técnica;
• Manter as versões do PDTU/RMR disponíveis para disseminação.
Órgão de
Apoio Técnico

Prefeituras Outras fontes CBTU/


da RMR Metrorec
Consórcio

de informações

O Novo PDTU / RMR - 2008 57


DETALHAMENTO DO TRABALHO
Etapas Finais
9 Etapa 12: Elaboração do Relatório Final

9 Etapa 13: Elaboração do Sumário Executivo

9 Etapa 14: Divulgação


Consórcio

O Novo PDTU / RMR - 2008 58


Muito Obrigado
ENGENHARIA DE

Produção: TRÁFEGO E DE
TRANSPORTES LTDA.

ttc@ttc.com.br / www.ttc.com.br
Consórcio

O Novo PDTU / RMR - 2008 59