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Universidade Anhanguera – UNIDERP

Rede de Ensino Luiz Flávio Gomes – REDE LFG

Cursos de Pós-graduação Lato Sensu TeleVirtuais

Disciplina
Metodologia da Pesquisa Científica

Aula 2

LEITURA OBRIGATÓRIA

Daniela Maria Cartoni


Mestre em Política em Política Científica (UNICAMP)
Especialista em Gestão de Pessoas (FAV)
Bacharel em Ciências Sociais (UNICAMP)
Supervisora Acadêmica de Pós-Graduação – Área de Gestão Executiva – Anhanguera Educacional

NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS

Como citar este texto:

CARTONI, D. “Normatização de Trabalhos


Acadêmicos”. Material da 2ª Aula da Disciplina
“Metodologia da Pesquisa”, ministrada nos Cursos de
Pós Graduação Latu Sensu TeleVirtuais – Anhanguera –
UNIDERP | REDE LFG, 2010.
NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS

INTRODUÇÃO

A estruturação do trabalho científico passa pelo domínio e conhecimento do tema,


critérios para a escolha e uso do método, planejamento de suas etapas e normatização
necessária para padronizar os trabalhos acadêmicos.
Mesmo levando-se em conta os elementos subjetivos, ou seja, aqueles que se
referem ao pesquisador e às suas decisões, existem critérios objetivos de organização do
texto que devem ser respeitados e utilizados. Além da preocupação com a linguagem
científica, destacam-se a padronização e a obediências às normas de comunicação
científica. Elas são incorporadas ao trabalho como requisitos de avaliação da qualidade da
pesquisa.
A utilização de normas técnicas na elaboração de trabalhos acadêmicos é
fundamental para facilitar a comunicação e o intercâmbio da informação. No Brasil, existe a
ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) que é o fórum nacional de normalização.
Não há um modelo único para elaboração e apresentação de relatórios técnicos científicos,
mas sim procedimentos gerais que, em face das circunstâncias e das necessidades, podem
ser alterados ou adaptados.

1 TIPOS DE TRABALHOS ACADÊMICOS

Dentre os principais trabalhos acadêmicos, destacamos: monografia, dissertação,


tese e artigo científico. A monografia, na prática, é mais simples e menos especializada que
a dissertação e tese, normalmente exigida em conclusão de cursos de graduação,
aperfeiçoamento ou especialização lato sensu. A pesquisa não trata necessariamente de
tema inédito circunscreve-se sobre apenas um assunto, entretanto sem trazer impedimento
para que se aborde as inter-relações com outros que se vinculem a vários aspectos
associados (Diehl e Tatim, 2006).
Já a dissertação é apresentada em cursos de pós-graduação stricto sensu, em nível
de mestrado. O autor procura a visão ampliada sobre o tema, apresentando posicionamento
indispensável à compreensão do estado atual sobre o assunto. Como aprofundamento, a
criticidade é pontuada com apresentação de controvérsias, correlações entre eventos e
argumentos que embora não sejam inéditos obrigatoriamente, apresentam abordagem
original.
A tese esta baseada na defesa de certas proposições ou pontos de vista próprios do
autor, oriundos de um trabalho original de pesquisa, fornecendo elementos ao leitor para
3

julgar a validade das conclusões obtidas. O requisito é que o autor deva ir além da pesquisa
e, sendo possível, construa modelos teóricos-conceituais que proporcionem contribuição
significativa para a área do conhecimento.
O artigo científico, variando entre 15 a 25 páginas, como ser publicado em revistas
especializadas da área ou usado também como requisito de avaliação no término da
graduação ou da pós-graduação. O assunto eleito com objeto de pesquisa vem exposto de
tal forma a nos fornecer o panorama teórico no qual se insere. Muitas vezes o texto reflete o
resultado (definitivo ou provisório) de pesquisas mais extensas ou tem a funcionalidade de
uma “carta de intenções” do que se pretende pesquisar a partir de estudos preliminares já
cumpridos.

2 ESTRUTURA DOS TRABALHOS ACADÊMICOS

De modo geral, a estrutura recomendada pela NBR ABNT 14724/2002 aos trabalhos
acadêmicos contempla: elementos pré-textuais, textuais e pós-textuais.

a) Elementos pré-textuais: antecedem o texto e contêm informações que auxiliam tanto na


identificação do trabalho como na utilização do documento. No caso de monografias,
dissertações e teses são eles: capa, lombada, folha de rosto, folha de aprovação,
dedicatória, agradecimentos, epígrafe, resumo na língua vernácula, resumo em língua
estrangeira, lista de ilustrações, lista de tabelas, lista de abreviaturas e siglas, lista de
símbolos e sumário.

Quanto ao título, deve proporcionar ao leitor reconhecer o conteúdo essencial do


trabalho. Recomenda-se não ser demasiadamente extenso ou sobrecarregado com
abreviatura e termos em língua estrangeira (exceto quando universalmente conhecidas).
Evitam-se informações entre parênteses, fórmulas gráficas ou caracteres desconhecidos no
idioma utilizado.

b) Elementos textuais: é a parte onde o conteúdo é exposto, dividindo-se em capítulos


(monografias, dissertações e teses) ou seções e tópicos no caso de artigos. A organização,
determinada pela natureza do trabalho, de maneira geral, possui 3 partes fundamentais:
introdução, desenvolvimento e conclusão.

A introdução tem função de delimitar o assunto tratado e fornecer uma “visão


panorâmica” sobre o trabalho. Aqui, o pesquisador apresenta, em linhas gerais, o que o
leitor encontrará no corpo do texto. Expõe o problema, a hipótese, os objetivos e a
justificativa da pesquisa e do tema (itens que foram pensados quando da elaboração do
projeto de pesquisa). Coloca a metodologia utilizada e a divisão (capítulos, itens) do texto.
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No desenvolvimento consta uma revisão da literatura relevante existente na área e


que servirá de base ao trabalho, a descrição da metodologia (métodos, materiais e
procedimentos utilizados), bem como a apresentação e discussão dos resultados.

Na apresentação da fundamentação teórica, vale enfatizar a recomendação de Eco


(2006: p. 12):

Evitar a quantificação fetichizada por certas tendências científicas que


operam mecanicamente entre tabelas e números sem nada explicar
os fenômenos reais ou as fontes bibliográficas de segunda mão que
substituem a leitura interessada pela rapidez das informações obtidas
nas orelhas de livros, resenhas jornalísticas e, não raro, nas traduções
comerciais.

Como o trabalho acadêmico é escrito para outras pessoas, outro cuidado é elencar
as informações e conceitos para melhor compreender o assunto, sem estabelecer
obviamente uma “receita de bolo”, fórmulas prontas ou definições reducionistas que tornam
o conteúdo estático.

Neste sentido, outro problema é a chamada “bricolagem”. É quando o autor numa


tarefa de recortar e colar apenas transcreve de suas fichas e anotações o conteúdo, como
se a pesquisa fosse mera justaposição de citações e resumos de idéias de autores ou
dados. O processo reflexivo e o compromisso do autor devem ficar evidentes num trabalho
acadêmico.

Para a conclusão, seguem as recomendações:

• Não inclui citações, pois expressa o parecer pessoal do pesquisador, sua tomada de
posição e as soluções (ou não) dos problemas levantados;

• Apresenta conclusões tiradas do trabalho desenvolvido e sugestões de trabalhos


futuros e problemas ainda não resolvidos;

• Inicia com uma breve sentença introdutória “amarrando” a seção com o problema
declarado na introdução, se o problema inteiro foi ou não resolvido;

• Acrescenta uma ou duas sentença sobre tais limitações (se não resolvido por inteiro)
como, por exemplo, “pelo método usado” ou “pela amplitude do estudo”;

• Escritas de maneira a ser compreensível para alguém que não tenha lido o corpo do
trabalho;

• Conclusões específicas são apresentadas no tempo verbal passado;

• Como regra geral, não inclua argumentos na declaração de uma conclusão. Se


argumentos ou justificativas são necessárias, deveriam constar no texto precendente
ou em discussão que acompanhe a conclusão.
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Quadro 1: Elementos Pós-textuais


Introdução É o primeiro capítulo de um relatório de pesquisa, onde o pesquisador irá apresentar,
em linhas gerais, o que o leitor encontrará no corpo do texto. Por isso, apesar do nome
Introdução, é a última parte a ser finalizada pelo autor, pois apesar de aparecer nas
páginas iniciais do corpo da monografia, sugere-se que seja redigida quando findados
os capítulos e a conclusão, pois já se tem uma visão do conjunto do trabalho e a
distribuição dos capítulos.
A introdução tem a função de fornecer um panorama geral, por isso não há
desenvolvimento de assunto.
Desenvolvimento O corpo ou desenvolvimento deve retratar o conhecimento a respeito do tema
acumulado ao longo da revisão da literatura e todos os eventos observados durante a
pesquisa
A composição dos capítulos deve conter:
Discussão: revisão bibliográfica e referencial teórico utilizado como apoio para fazer
análise da empresa onde o estágio se realizou.
Métodos e técnicas: Trata de uma descrição das variáveis, conceitos ou da empresa,
do problema estudado, discussão dos dados coletados e conclusões.
Resultados: Continuação da análise sobre o problema ou a empresa. Pode ser uma
proposição de sugestões, melhorias, etc.
Conclusão É a parte final do trabalho onde o autor se coloca “ponto final” do conteúdo, resumindo
os resultados obtidos, propondo soluções e aplicações práticas. Na conclusão não há
desenvolvimento de tema, nem citação ou nota de rodapé.
Fonte: Elaborado pela autora.

c) Elementos pós-textuais: possuem relação com o texto, mas são colocados


posteriormente para não deixá-lo denso demais (como o caso do anexo ou apêndice).
Apresentam os diferentes tipos de materiais utilizados para confeccionar o trabalho, que são
as referências bibliográficas. Este item permite identifica, no todo ou em partes, os
documentos utilizados e referenciados de acordo com as normas da ABNT1.

Segundo a ABNT, referência é o conjunto padronizado de elementos descritivos,


retirados de um documento, que permite a sua identificação individual. (NBR 6023, 2002, p.
2). Após a elaboração de qualquer trabalho de pesquisa, deve-se indicar todas as fontes
efetivamente utilizadas. Relacionam-se as referências bibliográficas2 em lista própria,
numerada seqüencialmente, em ordem alfabética de sobrenome de autor e título.

Os “anexos” consistem em material de outros autores que contribui para melhor


esclarecer o texto do relatório de pesquisa. “Apêndices”, por sua vez, são textos elaborados
pelo próprio autor do trabalho que, por questões metodológicas, não foram apresentados no

1
Destaca-se que a nomenclatura “referências bibliográficas” refere-se aos documentos necessariamente citados
no trabalho, enquanto “bibliografia”, mais abrangente, caracteriza-se como relação de documentos e fontes sobre
determinado assunto, ou seja, todo o material que ajudou a compor a concepção do autor sobre o tema.
2
Quando o autor entender necessário, relacionam-se duas listas de referências: bibliografia consultada e
bibliografia recomendada.
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corpo do texto, mas são importantes para a compreensão do alcance da pesquisa. Seu uso
leva em consideração o bom senso, evitando excessos na tentativa de incluir um grande
número de material improfícuo apenas para aumentar a quantidade de páginas.

2.1 ESTRUTURA DA MONOGRAFIA

De acordo com Severino (2007, p. 200), “o termo monografia designa um tipo


especial de trabalho cientifico”. Com origem na palavra de origem grega que
etimologicamente mostra monos (único) + graphein (descrever), que significa fazer a
descrição de um assunto único, a monografia por ser restrita quanto ao tema, tem a
profundidade de análise como característica mais marcante.
Os trabalhos científicos serão monográficos na medida em que satisfazerem à
exigência da especificação, ou seja, na razão direta de um tratamento estruturado de um
único tema, devidamente especificado e delimitado. O trabalho monográfico caracteriza-se
mais pela unicidade e delimitação do tema e pela profundidade do tratamento do que por
sua eventual extensão, generalidade ou valor didático.
O quadro abaixo traz os principais elementos constituintes de uma monografia.

Quadro 2: Elementos Pré-textuais

Capa Elemento obrigatório. Serve para proteger o trabalho e dela deve constar o nome
do autor, o título do trabalho, o local e a instituição onde a pesquisa foi realizada, e
o ano.
As informações são transcritas na seguinte ordem:
a) nome da instituição (opcional);
b) nome do autor;
c) título;
d) subtítulo, se houver;
e) número de volumes (se houver mais de um, deve constar em cada capa e
especificação do respectivo volume);
f) local (cidade) da instituição onde deve ser apresentado;
g) ano de depósito (da entrega);

Lombada Elemento opcional. É a referência lateral que é colocada no texto que é


encadernado em capa dura.
Elemento opcional, onde as informações devem ser impressas, conforme a NBR
12225:
a) nome do autor, impresso longitudinalmente e legível do alto para o pé da
lombada. Esta forma possibilita a leitura
quando o trabalho está no sentido horizontal, com a face voltada para cima.
b) título do trabalho, impresso da mesma forma que o nome do autor;
c) elemento alfanuméricos de identificação, por exemplo: v.2.

Folha de Rosto Elemento obrigatório. É a folha seguinte à capa e deve conter as mesmas
informações contidas na Capa e as informações essenciais da origem do trabalho
(tipo de trabalho, finalidade de sua apresentação, orientador)

Anverso da folha de rosto


Os elementos devem figurar na seguinte ordem:
a) nome do autor: responsável intelectual do trabalho;
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b) título principal do trabalho: deve ser claro e preciso, identificando o seu


conteúdo e possibilitando a indexação e recuperação da informação;
c) subtítulo: se houver, evidenciara sua subordinação ao título principal, precedido
de dois-pontos;
d) número de volumes (se houver mais de um, deve constar em cada folha de
rosto a especificação do respectivo volume);
e) natureza (tese, dissertação, trabalho de conclusão de curso e outros) e objetivo
(aprovação em disciplina, grau pretendido e outros); nome da instituição a que é
submetido; área de concentração;
f) nome do orientador e, se houver, do co-orientador;
g) local (cidade) da instituição onde deve ser apresentado;
h) ano de depósito (da entrega)

Errata Elemento eventual. Folha à parte que é feita pelo autor quando este, após ter
entregue definitivamente seu trabalho, encontra algum erro que precisa ser
corrigido.
Elemento opcional que deve ser inserido logo após a folha de rosto, constituído
pela referência do trabalho e pelo texto da errata e disposto da seguinte maneira:

Exemplo: ERRATA
Folha Linha Onde se lê Leia-se
32 3 publiacao publicação

Folha de Elemento obrigatório. Folha que contem os elementos mínimos de apresentação


aprovação do trabalho (título, autor) acrescida da data e do nome do(s) avaliador (es) do
trabalho.
Elemento obrigatório, colocado logo após a folha de rosto, constituído pelo nome
do autor do trabalho, título do trabalho e subtítulo (se houver), natureza, objetivo,
nome da instituição a que é submetido, área de concentração, data de aprovação,
nome, titulação e assinatura dos componentes da banca examinadora e
instituições a que pertencem. A data de aprovação e assinaturas dos membros
componentes da banca examinadora são colocadas após a aprovação do
trabalho.

Dedicatória Elemento opcional. Abre o trabalho homenageando afetivamente algum indivíduo,


grupos de pessoas ou outras instâncias. Aconselha-se não dedicar o trabalho a
entes não-humanos.

Agradecimentos Elemento opcional. É a manifestação de gratidão do autor da pesquisa às pessoas


ou organismos de financiamento, etc. que contribuíram para que o seu trabalho se
concretizasse. Deve ser curto e objetivo. Aconselha-se não agradecer a animais
ou objetos inanimados.

Epígrafe Elemento opcional. Trata-se de uma frase, letra de música, poema, pensamento,
trecho de obra, etc., do próprio autor ou de terceiros, que esteja relacionada com o
tema da pesquisa.

Resumo em Elemento obrigatório. É o elemento de divulgação do trabalho científico. Deve


português conter uma síntese daquilo que foi realizado no trabalho. Assim, é elaborado
somente quando o trabalho já estiver concluído. O resumo deve ter em média 15
linhas.
É constituído de uma seqüência de frases concisas e objetivas e não de uma
simples enumeração de tópicos, não ultrapassando 500 palavras, seguido, logo
abaixo, das palavras representativas do conteúdo do trabalho, isto é, palavras-
chave e/ou descritores, conforme a NBR 6028.

Resumo em Elemento obrigatório. É a tradução para uma língua de divulgação internacional do


língua resumo elaborado em português. Com as mesmas características do resumo em
estrangeira língua vernácula, digitado ou datilografado em folha separada (em inglês Abstract,
em espanhol Resumem, em francês Résumé, por exemplo). Deve ser seguido das
palavras representativas do conteúdo do trabalho, isto é, palavras-chave e/ou
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descritores, na língua.

Listas Elemento opcional e eventual. São elaboradas quando estiverem presentes no


texto alguns dos elementos: ilustrações, tabelas, abreviaturas, siglas e/ou
símbolos.

Sumário Elemento obrigatório. Deve conter todas as divisões e subdivisões do texto. Tem a
função de fornecer ao leitor um panorama geral da estrutura do texto.

Fonte: Elaborado pela autora.

Além do desenvolvimento do trabalho na parte textual, que é composto pelos


capítulos e devida observância às exigências acadêmicas, os elementos pré-textuais devem
seguir os mesmos princípios.

Quadro 3: Elementos Pós-textuais

Referências Elemento obrigatório. É a lista de obras, sites, artigos, periódicos, etc.utilizados pelo
Bibliográficas autor em seu trabalho, permitindo que o leitor as identifique. Possui regras próprias de
elaboração e apresentação.
A lista deve ser elaborada em ordem alfabética a partir do sobrenome do autor, em
espaço simples para escrever os dados de uma mesma obra. Entre um autor e outro
deve ser utilizado espaço duplo.

Glossário Elemento opcional. Refere-se à uma lista de palavras de uso restrito ao trabalho de
pesquisa ou pouco conhecidas pelo leitor, acompanhadas de definição.

Apêndice Elemento eventual e opcional. Refere-se a textos elaborados pelo próprio autor do
trabalho que por questões metodológicas não foram apresentados no corpo do texto,
mas que são importantes para a compreensão do alcance da pesquisa (como
questionários, tabelas, cálculos, gráficos, etc)..
Seu conteúdo deve ser precedido por uma folha com a inscrição Apêndice, escrita no
meio da página, com a numeração seqüencial.

Anexo Elemento eventual e opcional. Consiste em material de outros autores e que contribui
para melhor esclarecer o texto do relatório de pesquisa. Inclui documentos
complementares ao trabalho e que não cabem no corpo do texto, mas que esclarecem
ou comprovam seu conteúdo (como exemplo: cópias de documentos, leis, decretos,
pareceres, etc.)
Quando são citados no texto, deve ser inserida no final da frase, entre parênteses:
(anexo A ou anexo 1), por exemplo. Seu conteúdo deve ser precedido por uma folha
com a inscrição Anexos, escrita no meio da página, com a numeração seqüencial.

Fonte: Elaborado pela autora.

A necessidade de se estruturar a pesquisa científica, através da elaboração de um


projeto e a obediência às normas de divulgação científica, mais do que exigências da
disciplina, são recursos de muita utilidade para aqueles que vivenciam a experiência de
produção de um trabalho acadêmico, contribuindo sobremaneira para sua área de atuação e
geração de conhecimento.
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Figura 1: Checklist da estrutura da monografia

As exigências científicas devem ser observadas e respeitadas, não devido a uma


mera formalidade, mas porque permitem ao pesquisador dar uma contribuição efetiva para a
ciência. Propõem, de fato, uma nova interpretação, um novo entendimento ou, apenas, um
novo olhar sobre um determinado objeto, na medida em que as idéias apresentadas são
frutos de pesquisa e de reflexão criteriosas.
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2.2 ESTRUTURA DO ARTIGO CIENTÍFICO

De acordo com a ABNT, NBR 6022, 2003, artigo científico é “parte de uma publicação com
autoria declarada, que apresenta e discute idéias, métodos, técnicas, processos e
resultados nas diversas áreas do conhecimento”.
Para Lakatos & Marconi (2001) distinguem-se dos diferentes tipos de trabalhos científicos
pela sua reduzida dimensão e conteúdo, sendo um trabalho de pesquisa – documental,
bibliográfico ou de campo – que permitem ao leitor, mediante a descrição da metodologia
empregada, do processamento utilizado e resultados obtidos, repetir a experiência ou testar
os resultados divulgados.

O conteúdo pode abranger os mais variados aspectos e, em geral, apresenta temas ou


abordagens novas e atuais, como exemplo:
• Versar sobre um estudo pessoal, uma descoberta ou um novo enfoque a questões
conhecidas
• Oferecer soluções para questões controvertidas;
• Levar ao conhecimento do público intelectual ou especializado no assunto, idéias
novas para sondagem de opiniões ou realização de novos estudos
• Abordar aspectos secundários, levantados em alguma pesquisa, mas que não
seriam utilizados na mesma.
• Divulgação de maneira lógica e sistemática, os resultados obtidos em pesquisas
mais detalhadas, como monografias, dissertações ou teses.

Dentre os tipos de artigos científicos, Lakatos & Marconi (2006) destacam três tipos: teórico,
de análise e classificatório.

• Artigo teórico: apresenta argumentos favoráveis ou contrários a uma opinião.


Inicialmente, enfoca-se um dado argumento e depois os fatos que possam prová-lo
ou refutá-lo por meio de um profundo e cuidadoso processo de pesquisa, a fim de
coletar dados válidos e suficientes. É composto por: exposição da teoria, fatos
apresentados, síntese dos fatos e conclusão.

• Artigo de análise: discute-se cada elemento constitutivo do assunto e sua relação


com o todo. O autor procura descobrir e provar a verdadeira natureza do assunto e
das relações entre suas partes. A análise engloba: descrição, classificação e
definição do assunto, tendo em vista a estrutura, aspectos principais e secundários,
análise das partes e relações existentes.
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• Artigo classificatório: O autor procura classificar os aspectos de um determinado


assunto e explicar suas partes. Primeiramente, faz-se a divisão do tema em forma
tabular, ou seja, em classes, com suas características principais. Depois apresenta:
definição, descrição objetiva e análise.

Estrutura do Artigo

O artigo científico tem a mesma estrutura orgânica exigida para trabalhos científicos, como
sugestão os elementos descritos no quadro a seguir:

Quadro 3: Estrutura do artigo científico

Título Indicar subtítulo, se houver.

Autor O autor do artigo deve é indicado do centro para a


margem direita. Caso haja mais de um autor, indicá-los em
ordem alfabética, ou se houver titulações diferentes
deverão seguir a ordem da maior para a menor titulação.
Parte pré- Os dados da titulação de cada um serão indicados em
textual nota de rodapé através de numeração ordinal.
Resumo e Abstract Texto onde se expõe o objetivo do artigo, a metodologia
utilizada para solucionar o problema e os resultados
alcançados. O Abstract é o resumo traduzido para o
inglês, sendo que alguns periódicos aceitam a tradução
em outra língua. Ambos são acompanhados das palavras-
chave, que caracterizam o tema e servem para indexar o
artigo.
Desenvolvimento: Introdução: Apresentação e contextualização do assunto,
descrição breve do objetivo, metodologia, limitações e
proposição.
É a parte principal e mais
extensa do trabalho deve Revisão da literatura Papel fundamental no artigo, pois
apresentar a situa o trabalho dentro da grande área de pesquisa,
fundamentação teórica, a reporta e avalia o conhecimento produzido em pesquisas
metodologia, os prévias, e destaca conceitos, procedimentos e resultados
Parte textual resultados e a discussão. relevantes para o trabalho.

Divide-se em seções, Material e métodos: é a descrição das técnicas, métodos,


subseções conforme a elementos da pesquisa, etc., com a maior clareza possível
NBR 6024 (ABNT, 2003), de forma que outros autores possam contextualizar e
que variam em função da replicá-los em suas pesquisas.
abordagem do tema e do
método, conforme Resultados e discussão: o autor deve apresentar e discutir
descrito na coluna ao resultados obtidos em sua pesquisa, trazendo
lado esclarecimentos e correlações entre os dados encontrados
na pesquisa experimental, podendo confrontá-los com os
autores citados no corpo do texto.

Considerações Finais: Deve apresentar dedução lógica,


baseada e fundamentada no texto, de forma resumida e
integrada ao desenvolvimento do trabalho.
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• Referências (obrigatório)
Parte pós- • Apêndices ou anexos (opcional)
textual • Agradecimentos (opcional)

Como regras gerais para apresentação do artigo, com base na NBR 14.724 (2005) para
a configuração geral do documento:
• Papel branco, formato A4 (21 cm x 29,7 cm)
• As margens devem ter as seguintes medidas: esquerda e superior = 3 cm; direita e
inferior = 2 cm.
• O tamanho da fonte indicada é o tamanho 12; utiliza-se de uma fonte menor nas
citações acima de 3 linhas e nas notas de rodapé.
• Todo o texto deve ser digitado com espaço 1,5 entrelinhas, excetuando-se as
citações de
• mais de três linhas, notas de rodapé e referências. Nestes casos usamos
espaçamento simples, entrelinhas.
• Os títulos das seções são destacados gradativamente, utilizando-se os recursos de
negrito,
• itálico, caixa alta, grifo etc. O título e o subtítulo devem estar separados por dois
pontos.
• Os títulos são acompanhados pelo indicador numérico. Não se utilizam ponto, hífen,
travessão ou qualquer sinal após o indicativo de seção ou de seu título (NBR 6024,
2003, p. 2).
• Os títulos sem indicativos numéricos devem ser centralizados. São eles, no nosso
caso, o resumo em língua estrangeira, as referências, o glossário, o apêndice e o
anexo.
• Em relação ao tamanho do artigo deve ter entre 15 e 25 páginas.

Convém que os artigos não sejam muito subdivididos, para que o leitor não perca a
seqüência. Quando necessário, a divisão deve obedecer a uma ordem lógica, em que cada
parte forme um todo e tenha um titulo adequado.

3 RECURSOS METODOLÓGICOS: CITAÇÕES, REFERÊNCIAS E NOTAS DE


RODAPÉ

Correspondem aos recursos utilizados para conferir caráter científico necessário ao


texto, também fornecendo ao leitor a possibilidade de comprovação da argumentação
sustentada. Toda pesquisa detém-se na análise de informações retiradas de diversas
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fontes, de divergentes opiniões sobre um tema, de uma pluralidade muito grande de


doutrinas específicas sobre o mesmo, e tudo isto precisa ser exposto, analisado e
diferenciado no texto. Para tanto, são utilizados alguns recursos metodológicos, dentre eles,
os mais importantes, citações, referências e notas de rodapé.

2.1 Citações

Como definem Traldi & Dias (2001), as citações são trechos de obras de outros
autores inseridos ao longo do texto que conferem maior confiabilidade ao trabalho,
esclarecendo ou complementando o que está sendo apresentado. Eco (2006), em sua
clássica obra Como se faz uma tese3, apresenta algumas regras orientadoras para
elaboração das citações aqui resumidas em:

1ª Regra: os textos de literatura crítica só são citados quando, com sua autoridade,
corroboram ou confirmam afirmação do autor.

2ª Regra: a citação pressupõe que a idéia do autor citado seja compartilhada pelo autor
da pesquisa. Se não for assim, o texto deve ser precedido ou seguido de expressões
críticas.

3ª Regra: em todas as citações devem estar claramente reconhecíveis o autor e a fonte


impressa ou manuscrita.

4ª Regra: a remissão ao autor e à obra deve ser clara.

5ª Regra: quando a citação não ultrapassa duas ou três linhas, pode-se inseri-la no
corpo do parágrafo entre aspas duplas. Se ultrapassar esse número deve ser destacada
do texto com formatação própria.

6 Regra: As citações devem ser fiéis.

7ª Regra: Citar é como testemunhar num processo.

A citação é um recurso utilizado quando se transcreve ou se refere o que outro autor


escreveu. As citações podem ser literais, quando ocorre a transcrição exata do que o outro
disse, ou não-literais, quando o autor parafraseia trechos ou idéias de outro autor.

a) Citações textuais ou citações diretas

3
Idem. p. 121-123.
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São transcrições literais da obra do autor citado e devem aparecer destacadas por aspas
e letra diferenciada no corpo do texto, se tiver até 3 linhas:

- Se verificadas incorreções ou falhas no texto, estas podem ser mantidas e


identificadas com a palavra sic entre parênteses (sic).

- Se for sublinha uma palavra do texto para lhe dar destaque – mas que não esteja na
original, deve-se esclarecer com (grifo nosso) ou (grifo do autor).

- Se forem citados apenas trechos da obra, indicar através do sinal de reticências no


início ou final do teto. Quando for suprimida parte do meio do texto, indicar as
reticências entre parênteses.

Exemplo:

... registraram queda no valor das ações da empresa (...) decorrentes de um uma “bolha de
especulação” verificada naquele ano ...

No caso de citações textuais que ultrapassem 3 linhas, deve-se destacar o texto


citado colocando-o em um parágrafo independente, destacado com um recuo de 4,0 cm da
margem esquerda, fonte menor que do texto e com espaço de digitação simples.

Exemplo:

O entendimento doutrinário converge, todavia, no sentido de


que a função social das empresas não se esgota apenas na
realização dos fins previstos nos seus respectivos atos
constitutivos, sobretudo, porque estes foram elaborados sob a
égide do antigo ordenamento jurídico.
De outro lado, devemos observar que o conteúdo do instituto
da função social da empresa é fluido e não admite uma
interpretação única, porque que as diferenças entre os
empresários devem ser observadas pelo operador do direito,
consoante o princípio da proporcionalidade (FREIRE, 200: p.
61).

Como se trata de cópia literal de parte do texto, deve conter a página de onde o
trecho foi retirado.

b) Citações livres ou citações indiretas

Também chamadas paráfrases, são aquelas que reproduzem a idéia do autor, mas
sem usar exatamente as mesmas palavras, ou seja, consiste na transcrição livre do texto do
autor consultado, caracterizando uma reconstrução da idéia original. As indicações do autor
de referência podem ser inseridas no contexto da frase ou feitas no final.
15

Um dos principais problemas verificados nos trabalhos acadêmicos é a questão do


plágio. Conforme afirma Eco (2006: p. 129), ao elaborar anotações e fichas de leitura, foram
resumidos vários pontos do autor que interessavam, isto é, foram realizadas paráfrases e
repetiu-se com as próprias palavras as idéias do autor. E também reproduziu trechos inteiros
iguais ao original entre aspas. “Ao passar para a tese, já não terá sob os olhos o texto e,
provavelmente, copiará longos trechos das fichas. Aqui é preciso certificar-se de que os
trechos que copiou são realmente paráfrases e não citações sem aspas. Do contrário, terá
cometido um plágio”.

Para evitar tal situação, o ideal é conseguir parafrasear o texto sem tê-lo diante dos
olhos, significando que não só o copiamos como o entendemos.

Cuidados com a violação de direitos autorais através de plágio na internet

Apesar da facilidade de alcance de informações com a popularização da internet e a


democratização ao acesso à informação, não se pode negar que seja essa uma importante
fonte de informações. Mas deve-se atentar para o chamado “recorta e cola”.

Os princípios de elaboração de um texto inovador e original não podem ser


esquecidos ou ceder ao plágio, que pode estar no texto de forma explícita ou dissimulado e
revestido de sutilezas. A consciência do pesquisador sério deve advir da certeza de que o
verdadeiro conhecimento precisa firmar-se – sempre – em bases éticas de produção do
conhecimento, nunca cedendo ao plágio, o qual, além de um ato ilícito civilmente, recobre-
se de reprovação moral.

Diz a lei sobre o plágio

• No Código Penal em vigor, no Título sobre Crimes Contra a Propriedade Intelectual, há a


previsão de crime de violação de direito autoral, diz o artigo Artigo 184: “Violar direito
autoral: Pena – detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, ou multa”.

• Na Constituição Federal, no Artigo 5º, XVII: “aos autores pertence o direito exclusivo de
utilização, publicação ou reprodução de suas obras, (...)”.

• Outra proteção legal em legislação ordinária é encontrada na Lei nº 9.610/98, em seus


artigos 7º, 22, 24, I, II e III, e 29, I.

c) Citação da citação
16

É a transcrição direta ou indireta de um texto original ao qual não se teve acesso. A


citação segue as mesmas regras das demais, porém o termo apud é usado para indicar uma
referência que não foi lida diretamente, sendo citada por outro autor.

O termo apud significa “citado por”. O recurso deve ser empregado com parcimônia.
Poucas citações por trabalho e apenas quando o acesso ao trabalho original for difícil, por
exemplo, publicação antiga, periódico raro ou idioma inacessível. O apud deve aparecer
apenas no corpo do texto, sendo citado nas referências o trabalho em que ele foi citado.
Exemplo: A Teoria Especial da Relatividade foi publicada no início do século (EISTEIN, 1905
apud BRODY, 1999).

Casos especiais em citações:

Quando o mesmo autor tem duas citações no mesmo ano deve-se acrescentar uma
letra após o ano. Exemplo:

Segundo Guimarães (1989a, 1989b), a desnutrição é uma das principais causas de mortalidade
infantil.

Quando dois autores têm o mesmo sobrenome e a citação é do mesmo ano deve-se
acrescentar as iniciais do primeiro nome. Exemplo:

Segundo Guimarães, J. (1989) e Guimarães, A. (1989), a desnutrição é uma das principais


causas de mortalidade infantil.

Quando se menciona uma citação de um autor que está contida em apenas uma
determinada página de um livro, isto é, não é o livro como um todo ou um de seus
capítulos, deve-se fazer a menção da página no corpo do texto e não nas
referências. Exemplo:

Segundo Guimarães (1989, p.546), a desnutrição é uma das principais causas de mortalidade
infantil.

2.2 Referências ou sistema de chamada

A fonte das citações deve ser indicada no texto por um “sistema de chamada”, que
pode ser tanto o numérico, em que a citação é relacionada com a referência em nota de
17

rodapé ou o sistema autor-data, o qual relaciona-se a citação com a lista de referências no


final do trabalho ou capítulo. Não há uma mais ou menos apropriado, mas qualquer que seja
escolhido deve ser seguido por todo o trabalho. Vejamos alguns exemplos:

a) Sistema autor-data

A indicação da fonte é realizada pelo sobrenome do autor ou nome da entidade


responsável pela obra, grafados em letras maiúsculas e minúsculas quando incluídos na
sentença e em letras maiúsculas quando estiver entre parênteses. Após a indicação do
autor, incluir a data de publicação do documento e, em citações literais, incluir o número da
página, separados por vírgula e entre parênteses.

Exemplos:

“Dada à importância crescente da Tecnologia da Informação nas empresas, torna-se cada vez mais
necessário se ter uma governança que garanta a criação de valor para o negócio. Não há gestão
eficaz do negócio sem informações em tempo real, sólidas e que tenham valor, para que o corpo
diretivo possa ter subsídios para a tomada de decisão” (LOPES, 2002, p. 52).

Ou:

Como salienta Lopes (2002, p. 52), “dada à importância crescente da Tecnologia da Informação nas
empresas, torna-se cada vez mais necessário se ter uma governança que garanta a criação de valor
para o negócio. Não há gestão eficaz do negócio sem informações em tempo real, sólidas e que
tenham valor, para que o corpo diretivo possa ter subsídios para a tomada de decisão”.

b) Sistema de notas de rodapé ou notas de referência

A indicação da fonte é feita por uma numeração única e consecutiva, em algarismos


arábicos. As notas devem ser alinhadas, sem espaço entre elas. A primeira citação de uma
obra, em nota de rodapé deve ter a referência completa e, caso existam subseqüentes
sobre este autor, indicar de forma abreviada, utilizando as expressões idem ou id. (mesmo
autor); ibidem ou Ibid (mesma obra) ou Opus Citatum (op. cit.) quando a nota de referência
estiver em outra página4

4 Recurso válido se foi somente usada uma obra do autor. Senão, é necessário citar de forma integral novamente.
18

Exemplo:

Para Chiavenato, “as empresas são organizações sociais que utilizam recursos para atingir
os objetivos”.1 Com relação aos recursos que perseguem, “existem as empresas lucrativas,
cujo objetivo final é o lucro,e as empresas não-lucrativas, que têm como propósito a
prestação de algum serviço público, independente do lucro”2.

____________
1 CHIAVENATO, I. Iniciação à Administração de Pessoal. 3 ed. São Paulo, Makron Books, 2000, p. 2.
2 Ibid, p. 3.

2.3 Uso das notas de rodapé

As notas de rodapé possuem uma formatação específica e minuciosa. É


imprescindível que as notas estejam de acordo com o texto principal, não sendo destoantes
em relação a ele, revelando a referência completa. De acordo com Eco (2006), as notas de
rodapé têm as seguintes funções:

Servem par indicar as fontes das citações;


Servem para acrescentar ao assunto discutido no texto outras indicações
bibliográficas de reforço;
Servem para remissões internas e externas;
Servem para introduzir uma citação de reforço;
Servem para ampliar as afirmações que se fez no texto;
Servem para corrigir as afirmações do texto;
Servem para fornecer a tradução de uma citação que era essencial fornecer em
língua estrangeira.

Lembrar que a nota de rodapé deve ser grafada com a mesma fonte do texto, mas em
tamanho menor, com alinhamento justificado, espaçamento simples entrelinhas e sem
recuo na primeira linha.
19

Sobre citações e referências, destaca-se de forma sintética:

Deve-se seguir as instruções estabelecidas pela instituição, com base na ABNT.


As referências devem estar atualizadas até a data da apresentação dos originais.
Deve-se mencionar trabalhos publicados e de acesso público.
Deve-se evitar referência a comunicações e documentos particulares de difusão
limitada (acesso limitado): entrevistas ou comunicações privadas.
Citação no texto pode consistir em sistema “nota de rodapé” ou sistema “autor/data”,
com o nome do autor (ou autores) e o ano de publicação.
Cada citação deverá corresponder a uma entrada na lista de referências
bibliográficas, que começará com o nome dado na citação.
Ordem preferencial das entradas na lista: ordem alfabética e cronológica quando se
refere a mais de uma obra do mesmo autor.
Cada entrada na lista de referência deve corresponder a pelo menos uma citação no
texto.
Evitar notas de rodapé exceto nos casos da primeira página e para reconhecer
marcas registradas.
Cite todas as fontes de citações literais (o contrário é plágio!).
Cite todas as fontes originais de fatos, idéias ou métodos particulares diretamente
atribuíveis a um indivíduo ou fontes específicas, se ou não eles estão apresentados
via citações literais (novamente, o contrário é plágio!).

2.4 Demais recursos metodológicos

Siglas e abreviações
Não devem aparecer de forma excessiva no texto e, ao ser citada a primeira vez,
exige que o autor faça menção por extenso quanto ao seu significado (primeiro a
identificação completa e depois a sigla entre parênteses). Exemplo: Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatísticas (IBGE).

Pontuação
- Usa-se ponto após o nome do autor/autores, após o título, edição e no final da referência;
- Os dois pontos são usados antes do subtítulo, antes da editora e depois do termo In;
- A vírgula é usada após o sobrenome dos autores, após a editora, entre o volume e o
número, páginas da revista e após o título da revista;
20

- O ponto e vírgula seguido de espaço é usado para separar os autores;


- O hífen é utilizado entre páginas (ex: 10-15) e, entre datas de fascículos seqüenciais (ex:
1998-1999);
- A barra transversal é usada entre números e datas de fascículos não seqüenciais (ex: 7/9,
1979/1981);
- O colchetes é usado para indicar os elementos de referência, que não aparecem na obra
referenciada, porém são conhecidos (ex: [1991]);
- O parêntese é usado para indicar série, grau (nas monografias de conclusão de curso e
especialização, teses e dissertações) e para o título que caracteriza a função e/ou
responsabilidade, de forma abreviada. (Coord., Org., Comp.). Ex: BOSI, Alfredo (Org.).

Emprego de letras maiúsculas


Recomenda-se que sejam empregadas para:
- Sobrenome do autor;
- Primeira palavra do título quando esta inicia a referência;
- Entidades coletivas (na entrada direta);
- Nomes geográficos (quando anteceder um órgão governamental da administração: Ex:
BRASIL. Ministério da Educação);
- Títulos de eventos (congressos, seminários etc.).

Indicativos de seção
O indicativo numérico de uma seção precede seu título, alinhado à esquerda,
separado por um espaço de caractere.

Títulos sem indicativo numérico


Os títulos, sem indicativo numérico – errata, agradecimentos, lista de ilustrações, lista
de abreviaturas e siglas, lista de símbolos, resumos, sumário, referências, glossário,
apêndice(s), anexo(s) e índice(s) – devem ser centralizados, conforme a NBR 6024.

Elementos sem título e sem indicativo numérico


Fazem parte desses elementos a folha de aprovação, a dedicatória e a epígrafe.

Numeração progressiva
Para evidenciar a sistematização do conteúdo do trabalho, deve-se adotar a
numeração progressiva para as seções do texto. Os títulos das seções primárias, por serem
as principais divisões de um texto, devem iniciar em folha distinta. Destacam-se
gradativamente os títulos das seções, utilizando-se os recursos de negrito, itálico ou grifo e
21

redondo, caixa alta ou versalete, e outro, conforme NBR 6024, no sumário e de forma
idêntica, no texto.

Siglas
Quando aparece pela primeira vez no texto, a forma completa do nome precede a
sigla, colocada entre parênteses. Exemplo: Associação Brasileira de Normas Técnicas
(ABNT).

Equações e fórmula
Aparecem destacadas no texto, de modo a facilitar sua leitura. Na seqüência normal
do texto, é permitido o uso de uma entrelinha maior que comporte seus elementos
(expoentes, índices e outros). Quando destacadas do parágrafo são centralizadas e, se
necessário, deve-se numerá-las. Quando fragmentadas em mais de uma linha, por falta de
espaço, devem ser interrompidas antes de igualdade ou depois dos sinais de adição,
subtração, multiplicação e divisão.

Exemplo:
x2 + y2 = z2 (1)
(x2 + y2)/5 = n (2)

Ilustrações
Qualquer que seja seu tipo (desenhos, esquemas, fluxogramas, fotografias, gráficos,
mapas, organogramas, plantas, quadros, retratos e outros) são figuras que devem ser
numeradas, atribuído um título ou texto explicativo e indicada a fonte ou autoria (ambos
grafados em fonte tamanho 10), que devem aparecer na parte inferior. A ilustração deve ser
inserida o mais próximo possível do trecho a que se refere.
As tabelas devem ser numeradas e intituladas na extremidade superior, com a
respectiva identificação abaixo, com fonte tamanho 10.
22

Apresentação gráfica

Seguem recomendações de formatação de trabalhos acadêmicos, supondo a utilização


do editor de textos Word da Microsoft ou outro software equivalente. Em geral, as indicações
que se seguem são amplamente aceitas, mas deve-se sempre verificar se não há
recomendações diferenciadas de revistas científicas ou bancas de avaliação de trabalhos
submetidos a congressos. Sugerem-se as seguintes orientações gráficas:

Papel Branco: Formato A4 (210mm X 297mm);


Impressão somente em um lado da folha (anverso);
Fonte 12 para o texto e tamanho menor para citações com mais de 3 linhas, notas de
rodapé e legendas (a NBR 14724/2001 sugere fonte 10);
A NBR 14724 sugere espaço duplo entre linhas, mas é amplamente aceito e
recomendado o espaçamento de 1,5 cm para tornar o trabalho menos volumoso e
graficamente mais bem apresentado;
Texto justificado à direita;
Fonte 12 - Times New Roman ou Arial;
Margens: a) Esquerda e Superior = 3,0 cm; b) Direita e Inferior = 2,0 cm;
Paginação no canto superior direito (lembrando que todas as folhas do trabalho são
contadas a partir da folha de rosto, mas numeradas somente na primeira folha de
elementos textuais, ou seja, introdução);
Recuo na primeira linha do parágrafo em 2,0 cm;
Citações textuais com mais de 3 linhas: recuo de 4,0 cm da margem esquerda,
justificado, espaço simples, letra 10;
Referências devem estar completas: AUTOR; Obra, Edição, Cidade, Editora e Ano. (A
ABNT trás todas as especificidades para cada tipo de texto);
As referências devem estar em ordem alfabética;
Escolher um único sistema para fazer as referências no corpo do texto: Sistema Autor-
data ou Notas de Rodapé de Referências;
Os títulos de capítulos devem estar em letras 14 maiúsculas, em negrito. Os subtítulos
devem estar em letras minúsculas (só a primeira em maiúscula), em negrito 12.
23

3. RECOMENDAÇÕES DA ABNT PARA REFERÊNCIAS


BIBLIOGRÁFICAS E DOCUMENTOS ELETRÔNICOS
Os documentos utilizados para o trabalho acadêmico são apresentados com os
elementos necessários à sua identificação, segundo as normas de comunicação científica
estabelecidas pela NBR 6023.
Devido às extensas possibilidades e variações de fontes, verificar no anexo deste
texto os exemplos sobre citação nas referências. Dado às particularidades dos documentos
eletrônicos, tanto pela sua quantidade e acessibilidade, é importante reconhecer a razão de
algumas informações típicas deste tipo de documento:

● Importância da data de acesso: o documento eletrônico pode ser atualizado ou modificado


a qualquer tempo e com uma grande rapidez quando comparado com o documento
impresso. Como há eliminação ou troca de endereço eletrônico do material, recomenda-se
citar a data que estava disponível.

● Indicação do endereço completo de localização do arquivo: frequentemente o documento


eletrônico não tem um título que identifique seu conteúdo e nem um autor perfeitamente
identificado.

● Avaliar o site que hospeda o material e sua credibilidade: o documento eletrônico não
possui uma forma tangível; é relativamente fácil para o autor publicar um texto integrando
uma homepage. Como não há um controle rígido de uma editora, a exemplo do que ocorre
nas documentações impressas, este cuidado deve ser redobrado.

● Quando o autor resolver atualizar ou acessar um documento, a nova versão irá substituir
inteiramente a anterior que virá a desaparecer. No documento impresso, uma nova edição
implica o desaparecimento de edição anterior. Por isso, no documento eletrônico a data da
última atualização é mais importante do que a data da primeira edição (isto é a data que foi
“publicada” na rede)

Na atual fase de mudanças no pensamento científico e interatividade, estas questões


são relevantes e não devemos desmerecer a qualidade do material disponibilizado
eletronicamente, mas obviamente exercer o papel crítico da seletividade.
24

4. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Discutir metodologia e técnicas de pesquisa é um exercício que vai alem das regras
formais, embora sejam estes requisitos imprescindíveis. Assim, o desafio reside na
compreensão do objeto estudado e no esforço de gerar conhecimento acadêmico e
intelectual.

O trabalho de investigação, portanto, é desenvolvido por etapas que devem ser muito
claras ao pesquisador, permitido mapear todo o processo e evitar imprevistos.

As observações metodológicas buscam demonstrar que o trabalho científico é a


exposição do resultado da pesquisa e, portanto, sua qualidade está diretamente relacionada
ao comprometimento e o busca de informações. A estruturação do trabalho científico é
importante, pois se bem organizado, este cumprirá com sua finalidade maior que é a de ser
instrumento de transmissão de conhecimento.

REFERÊNCIAS

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NB-6024: informação e


documentação: numeração progressiva das seções de um documento escrito:
apresentação. Rio de Janeiro, 2003. 3 p.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10520: informação e


documentação: citações em documentos: apresentação. Rio de Janeiro, 2002. 7 p.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: informação e


documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro, 2002. 7 p.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e


documentação – referências – elaboração. Rio de Janeiro, 2002. 24 p. Disponível
em:<http://www.unb.br/ciord/informacoes/defesa/abnt_nbr6023_2002_referencia.pdf>.
Acesso em: 22 jul. 2008.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6027: informação e


documentação: sumário: apresentação. Rio de Janeiro, 2003. 2 p.

BITTAR, Eduardo C. Metodologia da Pesquisa Jurídica. São Paulo: Saraiva, 2001.

CARRAHER, David. Senso Crítico. São Paulo: Pioneira, 1999.


25

CERVO, Arnaldo L. e BERVIAN, Pedro A. Metodologia cientifica. 4ª ed. São Paulo:


Makron Books, 2002.

DEMO, P. Metodologia científica em ciências sociais. 3.ed. São Paulo: Atlas, 1991.

______. Pesquisa Princípio Científico e Educativo. São Paulo: Cortez, 1990.

DIEHL, A. A.; TATIM, D. C. Pesquisa em ciências sociais aplicadas. Métodos e técnicas.


São Paulo: Pearson-Prentice Hall, 2004.

ECO, Umberto. Como se faz uma tese. Trad. Gilson Cezar de Souza. 19.ed. São Paulo:
Perspectiva, 2006.

GIL, A. C. Como elaborar Projetos de Pesquisa. São Paulo: Atlas, 1999.

______. Métodos e técnicas da pesquisa social. São Paulo: 1987.

KUHN, T. La Estrutura de las revolutiones cientificas. Trad. de Agustín Contín. Madrid:


Fundo de Cultura Económica, 1975.

LAKATOS, E.M., MARCONI, M. de A. Fundamentos de metodologia científica. 3.ed. São


Paulo: Atlas, 2001.

MEDEIROS, J. B. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas.


São Paulo: Atlas, 1991.

MEZZAROBA, O.; MONTEIRO, C. S. Manual de metodologia da pesquisa no Direito.


2ed. São Paulo: Saraiva, 2006.

MORIN, Edgar. Introdução ao Pensamento Complexo. Lisboa: Instituto Piaget, 1990.

POPPER, Karl. A Lógica da pesquisa científica. São Paulo: Cultrix, 1978.

SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do Trabalho Científico. São Paulo: Cortez, 2002.

TRALDI, Maria Cristina. Monografia passo a passo. Campinas: Alínea, 1998.

TRUJILLO, F. Alfonso. Metodologia da pesquisa científica. São Paulo: McGraw-Hill, 1982.


26

ANEXOS
27

EXEMPLOS DE REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS, A PARTIR DE DIFERENTES


FONTES DE INFORMAÇÃO5

AUTORIA

• Um Autor
SCHÜTZ, Edgar. Reengenharia mental: reeducação de hábitos e programação de
metas.Florianópolis: Insular, 1997.104 p.

• Dois Autores
SÓDERSTEN, Bo; GEOFREY, Reed. International economics. 3. ed. London: MacMillan,
1994. 714 p.

• Três Autores
NORTON, Peter; AITKEN, Peter; WILTON, Richard. Peter Norton: a bíblia do
programador.Tradução: Geraldo Costa Filho. Rio de Janeiro: Campos, 1994. 640 p.

• Mais de três Autores


BRITO, Edson Vianna, et al. Imposto de renda das pessoas físicas: livro prático de
consulta diária. 6. ed. atual. São Paulo: Frase Editora, 1996. 288 p.

Nota: Quando houver mais de três autores, indicar apenas o primeiro, acrescentando-se a
expressão et al. Em casos específicos tais como projetos de pesquisa científica nos quais a
menção dos nomes for indispensável para certificar autoria, é facultado indicar todos os
nomes
.
• Autor Desconhecido
Nota: Em caso de autoria desconhecida a entrada é feita pelo título. o termo anônimo não
deve ser usado em substituição ao nome do autor desconhecido.
PROCURA-SE um amigo. In: SILVA, Lenilson Naveira e. Gerência da vida: reflexões
filosóficas.3. ed. Rio de Janeiro: Record, 1990. 247. p. 212-213.

• Pseudônimo:
Nota: Quando o autor da obra adotar pseudônimo na obra a ser referenciada, este deve ser
considerado para entrada. Quando o verdadeiro nome for conhecido, deve-se indicá-lo entre
colchetes após o pseudônimo.
ATHAYDE, Tristão de [Alceu Amoroso Lima]. Debates pedagógicos. Rio de Janeiro:
Schmidt,1931.

• Organizadores, compiladores, editores, adaptadores etc.


Nota: Quando a responsabilidade intelectual de uma obra for atribuída a um organizador,
editor, coordenador etc., a entrada da obra é feita pelo sobrenome, seguido das abreviaturas
correspondentes entre parênteses. Quando houver mais de um organizador ou compilador,
deve-se adotar as mesmas regras para autoria (ítens: 5.1 a 5.5)

BOSI, Alfredo (Org.). O conto brasileiro contemporâneo. 3. ed. São Paulo: Cultrix, 1978.
293 p.

5
As informações a seguir são baseadas no trabalho “Como fazer referências – bibliográficas, eletrônicas e
demais formas de documentos”, elaborado por Maria Bernardete Martins Alves e Susana M. de Arruda, da
Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Disponível em: http://www.bu.ufsc.br/framerefer.html, acesso
em julho de 2010.
28

• Autor Entidade Coletiva (Associações, Empresas, Instituições).

Nota: Obras de cunho administrativo ou legal de entidades independentes, entrar


diretamente pelo nome da entidade, em caixa alta, por extenso, considerando a
subordinação hierárquica, quando houver.

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Instituto Astronômico e Geográfico. Anuário


astronômico. São Paulo, 1988. 279 p.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENFERMAGEM. Centro de Estudos em Enfermagem.


Informações pesquisas e pesquisadores em Enfernagem. São Paulo, 1916. 124 p.

Nota: Quando a entidade, vinculada a um órgão maior, tem uma denominação específica
que a identifica, a entrada é feita diretamente pelo seu nome. Nomes homônimos, usar a
área geográfica, local.

BIBLIOTECA NACIONAL (Brasil). Bibliografia do folclore brasileiro. Rio de Janeiro:


Divisão de Publicações, 1971.

Nota: Quando se tratar de órgãos governamentais da administração (Ministérios,


Secretarias e outros) entrar pelo nome geográfico em caixa alta (país, estado ou município),
considerando a subordinação hierárquica, quando houver.

BRASIL. Ministério do Trabalho. Secretaria de Formação e Desenvolvimento Profissional.


Educação profissional: um projeto para o desenvolvimento sustentado. Brasília: SEFOR,
1995.

• Outros tipos de responsabilidade: tradutor, prefaciador, ilustrador, etc.


Nota: Quando necessário, acrescenta-se informações referentes à outros tipos de
responsabilidade logo após o título, conforme aparece no documento.

SZPERKOWICZ, Jerzy. Nicolás Copérnico: 1473-1973. Tradução de Victor M. Ferreras


Tascón, Carlos H. de León Aragón. Varsóvia: Editorial Científica Polaca, 1972. 82 p.

MONOGRAFIAS CONSIDERADAS NO TODO

Nota: Monografia é um estudo minuncioso que se propõe a esgotar determinado tema


relativamente restrito. (cf. Novo dicionário da língua portuguesa, 1986)

• Livros
DINA, Antonio. A fábrica automática e a organização do trabalho. 2. ed. Petrópolis:
Vozes, 1987. 132 p.

• Dicionários
AULETE, Caldas. Dicionário contemporâneo da Língua Portuguesa. 3. ed. Rio de
Janeiro: Delta, 1980. 5 v.

AUTOR DA OBRA. Título da obra: subtítulo. Número da edição. Local de Publicação:


Editor, ano de publicação. Número de páginas ou volume. (Série). Notas.

• Atlas
MOURÃO, Ronaldo Rogério de Freitas. Atlas celeste. 5. ed. Petrópolis: Vozes, 1984. 175p.
29

• Bibliografias
INSTITUTO BRASILEIRO DE INFORMAÇÃO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA. Bibliografia
Brasileira de Ciência da Informação: 1984/1986. Brasília: IBICT, 1987

• Biografias
SZPERKOWICZ, Jerzy. Nicolás Copérnico: 1473-1973. Tradução de Victor M. Ferreras
Tascón, Carlos H. de León Aragón. Varsóvia: Editorial Científica Polaca, 1972. 82 p.

• Enciclopédias
THE NEW Encyclopaedia Britannica: micropaedia. Chicago: Encyclopaedia Britannica, 1986.
30 v.

• Normas Técnicas
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6028: resumos. Rio de
Janeiro, 1990.

• Patentes
ALFRED WERTLI AG. Bertrand Reymont. Dispositivo numa usina de fundição de
lingotes para o avanço do lingote fundido. Int CI3B22 D29/00.Den.PI 8002090. 2 abr.
1980, 25 nov. 1980. Revista da Propriedade Industrial, Rio de Janeiro, n. 527, p.17.

• Dissertações e Teses
RODRIGUES, M. V. Qualidade de vida no trabalho. 1989. 180 f.. Dissertação (Mestrado
em Administração) - Faculdade de Ciências Econômicas, Universidade Federal de Minas
Gerais, Belo Horizonte, 1989.

• Congressos, Conferências, Simpósios, Workshops e outros Eventos


Científicos
BÍBLIA. Língua. Título da obra. Tradução ou versão. Local: Editora, Data de publicação.
Total de páginas. Notas (se houver).

ORGÃO NORMALIZADOR. Título: subtítulo, número da Norma. Local, ano. volume ou


página (s).

NOME e endereço do depositante, do inventor e do titular. Título da invenção na língua


original.

Classificação internacional de patentes. Sigla do país e n. do depósito. Data do depósito,


data dapublicação do pedido de privilégio. Indicação da publicação onde foi publicada a
patente. Notas.

AUTOR. Título: subtítulo. Ano de apresentação. Número de folhas ou volumes. Categoria


(Grau e área de concentração) - Instituição, local.

Nota: Quando se tratar de mais de um evento, realizados simultaneamente, deve-se seguir


as mesmas regras aplicadas a autores pessoais.

• Jornadas
JORNADA INTERNA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA, 18., JORNADA INTERNA DE
INICIAÇÃO ARTÍSTICA E CULTURAL; 8., 1996, Rio de Janeiro. Livro de Resumos do
XVIII Jornada de Iniciação Científica e VIII Jornada de Iniciação Artística e Cultural.
Rio de Janeiro: UFRJ, 1996. 822 p.
30

• Reuniões
ANNUAL MEETING OF THE AMERICAN SOCIETY OF INTERNATIONAL LAW, 65., 1967,
Washington. Proceedings...Washington: ASIL, 1967. 227 p.

• Conferências
CONFERÊNCIA NACIONAL DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL, 11., 1986,
Belém. Anais…[S. l.]: OAB, [1986?]. 924 p.

• Workshop
WORKSHOP DE DISSERTAÇÕES EM ANDAMENTO, 1., 1995, São Paulo. Anais… São
Paulo: ICRS, USP, 1995. 39 p.

• Relatórios oficiais
COMISSÃO NACIONAL DE ENERGIA NUCLEAR. Departamento de Pesquisa Científica e
Tecnológica. Relatório. Rio de Janeiro, 1972. Relatório. Mimeografado.

• Relatórios técnico-científicos
SOUZA, Ubiraci Espinelli Lemes de; MELHADO, Silvio Burratino. Subsídios para a
avaliação do custo de mão-de-obra na construção civil. São Paulo: EPUSP, 1991. 38 p.
(Série Texto Técnico, TT/PCC/01).

REFERÊNCIAS LEGISLATIVAS

• Constituições
BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil:
promulgada em 5 de outubro de 1988. Organização do texto: Juarez de Oliveira. 4. ed. São
Paulo: Saraiva, 1990. 168 p. (Série Legislação Brasileira).

• Leis e Decretos
NOME DO CONGRESSO. número, ano, Cidade onde se realizou o Congresso. Título…
Local de publicação: Editora, data de publicação. Número de páginas ou volume.

PAÍS, ESTADO ou MUNICÍPIO. Constituição (data de promulgação). Título. Local: Editor,


Ano de publicação. Número de páginas ou volumes. Notas.

PAÍS, ESTADO ou MUNICÍPIO. Lei ou Decreto , número, data (dia, mês e ano). Ementa.
Dados da publicação que publicou a lei ou decreto.

BRASIL. Decreto n. 89.271, de 4 de janeiro de 1984. Dispõe sobre documentos e


procedimentos para despacho de aeronave em serviço internacional. Lex: Coletânea de
Legislação e Jurisprudência, São Paulo, v. 48, p. 3-4, jan./mar.,1. trim. 1984. Legislação
Federal e marginália.

• Pareceres
BRASIL. Secretaria da Receita Federal. Do parecer no tocante aos financiamentos gerados
por importações de mercadorias, cujo embarque tenha ocorrido antes da publicação do
Decreto-lei n. 1.994, de 29 de dezembro de 1982. Parecer normativo, n. 6, de 23 de março
de 1984. Relator: Ernani Garcia dos Santos. Lex: Coletânea de Legislação e Jurisprudência,
São Paulo, p. 521-522, jan./mar. 1. Trim., 1984. Legislação Federal e marginália.

Portarias, Resoluções e Deliberações


31

• Portarias
BRASIL. Secretaria da Receita Federal. Desliga a Empresa de Correios e Telégrafos – ECT
do sistema de arrecadação. Portaria n. 12, de 21 de março de 1996. Lex: Coletânea de
Legislação e Jurisprudência, São Paulo, p. 742-743, mar./abr., 2. Trim. 1996. Legislação
Federal e marginália.

• Resoluções
CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA. Aprova as instruções para escolha dos
delegadoseleitores, efetivo e suplente à Assembléia para eleição de membros do seu
Conselho Federal. Resolução n. 1.148, de 2 de março de 1984. Lex: Coletânea de
Legislação e Jurisprudência, São Paulo, p.425-426, jan./mar., 1. Trim. de 1984. Legislação
Federal e marginália.

• Acórdãos, Decisões, Deliberações e Sentenças das Cortes ou Tribunais


BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Ação Rescisória que ataca apenas um dos
fundamentos do julgado rescindendo, permanecendo subsistentes ou outros aspectos não
impugnados pelo autor. Ocorrência, ademais, de imprecisão na identificação e localização
do imóvel objeto da demanda. Coisa julgada. Inexistência. Ação de consignação em
pagamento não decidiu sobre domínio e não poderia fazê-lo, pois não é de sua índole
conferir a propriedade a alguém. Alegação de violação da lei e de coisa julgada repelida.
Ação rescisória julgada improcedente. Acórdão em ação rescisória n. 75-RJ. Manoel da
Silva Abreu e Estado do Rio de Janeiro. Relator: Ministro Barros Monteiro. DJ, 20 nov. 1989.
Lex: Coletânea de Legislação e Jurisprudência, São Paulo, v.2, n. 5, jan. 1990. p.7

AUTOR (Pessoa física ou Instituição responsável pelo documento). Ementa, tipo, número e
data (dia, mês e ano) do parecer. Dados da publicação que publicou o parecer.

AUTOR. (entidade coletiva responsável pelo documento). Ementa (quando houver). Tipo de
documento, número e data (dia, mês e ano). Dados da Publicação que publicou.

AUTOR (entidade coletiva responsável pelo documento). Nome da Corte ou Tribunal.


Ementa (quando houver). Tipo e número do recurso (apelação, embargo, habeas-corpus,
mandado de segurança, etc.).

Partes litigantes. Nome do relator precedido da palavra "Relator". Data, precedida da palavra
(acórdão ou decisão ou sentença) Dados da publicação que o publicou. Voto vencedor e
vencido, quando houver.

Partes de Monografias

• Capítulos de livros
NOGUEIRA, D. P. Fadiga no trabalho. In: FUNDACENTRO. Curso de médicos do
trabalho. São
Paulo, 1974. v.3, p. 807-813.

Trabalhos apresentados em Congressos, Conferências, Simpósios, Workshops,


Jornadas, Encontros e outros Eventos Científicos.

• Encontros
RODRIGUES, M. V. Uma investigação na qualidade de vida no trabalho. In: ENCONTRO
ANUAL DA ANPAD, 13., Belo Horizonte, 1989. Anais… Belo Horizonte: ANPAD, 1989. p.
455-468.
32

• Reuniões Anuais
FRALEIGH, Arnold. The Algerian of independence. In: ANNUAL MEETING OF THE
AMERICAN SOCIETY OF INTERNATIONAL LAW, 61., 1967, Washington. Proceedings…
Washington: Society of International Law, 1967. p. 6-12.

AUTOR da parte. Título da parte. Termo In: Autor da obra. Título da obra. Número da
edição. Local de Publicação: Editor , Ano de publicação. Número ou volume, se houver,
páginas inicial-final da parte, e/ou isoladas.

Título da parte. Língua. In: Título. Tradução ou versão. Local: Editora, data de publicação.
Páginas inicial e final da parte. Notas (se houver).

AUTOR. Título do trabalho. In: NOME DO CONGRESSO, número, ano, Cidade onde se
realizou o Congresso. Título (Anais ou Proceedings ou Resumos…). Local de publicação:
Editora, data de publicação. Volume, se houver. Páginas inicial e final do trabalho.

• Conferências
ORTIZ, Alceu Loureiro. Formas alternativas de estruturação do Poder Judiciário. In:
CONFERÊNCIA NACIONAL DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL, 11., 1986,
Belém. Anais… [S. l.]: OAB, [1986?]. p. 207-208.

• Workshop
PRADO, Afonso Henrique Miranda de Almeida. Interpolação de imagens médicas. In:
WORKSHOP DE DISSERTAÇÕES EM ANDAMENTO, 1., 1995, São Paulo. Anais…São
Paulo: IMCS, USP, 1995. p.2.

PUBLICAÇÕES PERIÓDICAS

Consideradas no todo

• Coleções
TRANSINFORMAÇÃO. Campinas: PUCCAMP. 1989-1997. Quadrimestral. ISSN: 0103-3786

• Fascículos
VEJA. São Paulo: Editora Abril, v. 31, n. 1, jan. 1998.

• Fascículos com título próprio


GAZETA MERCANTIL. Balanço anual 1997. São Paulo, n. 21, 1997. Suplemento.
EXAME. Melhores e maiores: as 500 maiores empresas do Brasil, São Paulo: Editora Abril.
jul. 1997. Suplemento.

PARTES DE PUBLICAÇÕES PERIÓDICAS

• Artigo de Revista
ESPOSITO, I. et al. Repercussões da fadiga psíquica no trabalho e na empresa. Revista
Brasileira de Saúde Ocupacional, São Paulo, v. 8, n. 32, p. 37-45, out./dez. 1979.

• Artigo de jornal
TITULO DO PERIÓDICO. Local de publicação (cidade): Editora, ano do primeiro e último
volume. Periodicidade. ISSN (Quando houver).
33

TÍTULO DO PERIÓDICO. Local de publicação (cidade): Editora, volume, número, mês e


ano.

TÍTULO DO PERIÓDICO. Titulo do fascículo. Local de publicação (cidade): Editora, volume,


número, mês e ano. Notas.

AUTOR DO ARTIGO. Título do artigo. Título da Revista, (abreviado ou não) Local de


Publicação, Número do Volume, Número do Fascículo, Páginas inicial-final, mês e ano.

Nota: Os meses devem ser abreviados de acordo com o idioma da publicação. Quando não
houver seção, caderno ou parte, a paginação do artigo precede a data.

OLIVEIRA, W. P. de. Judô: Educação física e moral. O Estado de Minas, Belo Horizonte,
17 mar. 1981. Caderno de esporte, p. 7.

SUA safra, seu dinheiro. Folha de S. Paulo, São Paulo, 17 ago. 1995. 2. cad. p. 9.

IMPRENTA (Local, Editora e Data)

• Local

Nota: nome do local (cidade), deve ser indicado tal como aparece na obra referenciada.
Quando houver homônimos, acrescenta-se o nome do estado ou país.
Viçosa, MG
Viçosa, RN
Nota: Quando o Local e a Editora não aparecem na publicação mas é conhecido, indicar
entre colchetes. [S. l. : s. n.]

• Editora
Nota: quando o editor é o mesmo autor, não mencioná-lo como editor. Quando houver mais
de uma editora, indica-se a que aparecer com maior destaque na folha de rosto, as demais
podem ser também registradas com os respectivos lugares.
Ex: São Paulo: Nobel
Rio de Janeiro: Makron; São Paulo: Nobel

• Data
Nota: A data de publicação deve ser indicada em algarismos arábicos. Por se tratar de
elemento essencial para a referência, sempre deve ser indicada uma data, seja da
publicação, da impressão, do copirraite ou outra. Quando a data não consta na obra,
registrar a data aproximada entre colchetes.
[ 1981 ou 1982] um ano ou outro
[1995?] data provável
[1995] data certa não indicada na obra
[ entre 1990 e 1998] use intervalos menores de 20 anos
[ca.1978] data aproximada
AUTOR DO ARTIGO. Título do artigo. Título do Jornal, Local de Publicação, dia, mês e
ano. Número
ou Título do Caderno, seção ou suplemento e, páginas inicial e final do artigo.
[199-] década certa
[199?] década provável
[19--] para século certo
[19--?] para século provável
34

• SÉRIES E COLEÇÕES

Nota :Ao final da referência indicam-se os títulos das Séries e Coleções e sua numeração
tal qual figuram no documento, entre parênteses.

PÁDUA, Marsílio. O defensor da paz. Tradução e notas de José Antônio Camargo.


Rodrigues de Souza, introdução de José Antônio Camargo Rodrigues de Souza; Gregório
Francisco Bertolloni. Petrópolis: Vozes, 1997. 701 p. (Clássicos do pensamento político).

• Dissertações e teses
AMBONI, Narcisa de Fátima. Estratégias organizacionais: um estudo de multicasos em
sistemas universitários federais das capitais da região sul do país. 1995. 143 f. Dissertação
(Mestrado em Administração) - Curso de Pós-graduação em Administração, Universidade
Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 1995.

LOPES, Heitor Silveira. Analogia e aprendizado evolucionário: aplicação em diagnóstico


clínico. 1996. 179 f. Tese (Doutorado em Engenharia Elétrica) - Curso de Pós-Graduação
em Engenharia Elétrica, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 1996.

• Ensaios
MÉLO, Veríssimo de. Ensaios de antropologia brasileira. Natal: Imprensa Universitária,
1973.172 p. Ensaio.

• Notas de aula
KNAPP, Ulrich. Separação de isótopos de urânio conforme o processo Nozzle: curso
introdutório, 5-30 de set. de 1977. 26 f. Notas de Aula. Mimeografado.

• Reimpressões
PUTNAN, Hilary. Mind, language and reality: philosophical papers. Cambridge: Cambridge
University, 1995. v. 2. Reimpressão.

• Resenhas
WITTER, Geraldina Porto (Org.). Produção científica. Transinformação, Campinas, SP, v.9,
n. 2, p.135-137, maio/ago. 1997. Resenha.

MATSUDA, C. T. Cometas: do mito à ciência. São Paulo: Ícone, 1986. Resenha de:
SANTOS, P. M. Cometa: divindade momentânea ou bola de gelo sujo? Ciência Hoje, São
Paulo, v. 5, n. 30, p. 20, abril. 1987.

• Trabalhos não publicados


ALVES, João Bosco da Mota; PEREIRA, Antônio Eduardo Costa. Linguagem Forth.
Uberlândia, 100 p. Trabalho não publicado.

• Tradução do original
AUDEN, W. H. A mão do artista. Tradução de José Roberto O’Shea. São Paulo: Siciliano,
1993. 399 p. Título original: The dyer’s hand.

• Entrevistas
Nota: A entrada para entrevista é feita pelo nome do entrevistado. Quando o entrevistador
tem maior destaque, entrar por este. Para referenciar entrevistas gravadas, faz-se descrição
física de acordo com o suporte adotado. Para entrevistas publicadas em periódicos,
proceder como em documentos considerados em parte.

MELLO, Evaldo Cabral de. O passado no presente. Veja, São Paulo, n. 1528, p 9-11, 4 set.
1998. Entrevista concedida a João Gabriel de Lima.
35

• Filmes e Vídeos

NOME da rosa. Produção de Jean-Jaques Annaud. São Paulo: Tw Vídeo distribuidora,


1986. 1 Videocassete (130 min.): VHS, Ntsc, son., color. Legendado. Port.

PEDESTRIANT reconstruction. Produção de Jerry J. Eubanks, Tucson: Lawuers & Judges


Publishing. 1994. 1 videocassete (40min.): VHS. NTSC, son., color. Sem narrativa.
Didático.

DOCUMENTOS ELETRÔNICOS

• Base de Dados em Cd-Rom: no todo


INSTITUTO BRASILEIRO DE INFORMAÇÃO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA - IBICT.
Bases de dados em Ciência e Tecnologia. Brasília, n. 1, 1996. CD-ROM.

• Base de Dados em Cd-Rom: partes de documentos


PEIXOTO, Maria de Fátima Vieira. Função citação como fator de recuperação de uma rede
de assunto. In: IBICT. Base de dados em Ciência e Tecnologia. Brasília: IBICT, n. 1, 1996.
CD-ROM.

• E-mail
Nota: As informações devem ser retiradas, sempre que possível, do cabeçalho da
mensagem recebida. Quando o e-mail for cópia, poderá ser acrescentado os demais
destinatários após o primeiro, separados por ponto e vírgula.
MARINO, Anne Marie. TOEFL brienfieng number [mensagem pessoal]. Mensagem
recebida por <educatorinfo@gets.org> em 12 maio 1998.

• Publicações Periódicas consideradas no todo (On-line)


CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO, Brasília, v. 26. n.3, 1997. Disponível em :
<http://www.ibict.br/cionline>. Acesso em: 19 maio 1998.

PARTES DE PUBLICAÇÕES PERIÓDICAS (ON-LINE)

• Artigos de Periódicos (On-line)


MALOFF, Joel. A internet e o valor da "internetização". Ciência da Informação, Brasília, v.
26, n. 3, 1997. Disponível em: <http://www.ibict.br/cionline/>. Acesso em: 18 maio 1998.

Artigos de Jornais (On-line)


TAVES, Rodrigo França. Ministério corta pagamento de 46,5 mil professores. Globo, Rio de
Janeiro, 19 maio 1998. Disponível em:<http://www.oglobo.com.br/>. Acesso em: 19 maio
1998.

UFSC não entrega lista ao MEC. Universidade Aberta: online. Disponível em:
<http://www.unaberta.ufsc.br/novaua/index.html>. Acesso em:19 maio 1998.

• Homepages

ETSnet. Toefl on line: Test of english as a foreign language. Disponível em:


<http://www.toefl.org>. Acesso em: 19 maio 1998.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA. Biblioteca Universitária. Catálogos de


Universidades. Disponível em: <http://www.bu.ufsc.br>. Acesso em: 19 maio 1998.