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Sistema Normativo Corporativo

MANUAL TÉCNICO DE DISTRIBUIÇÃO NOR-TDE-101


TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO DE DISTRIBUIÇÃO
PRIMÁRIA 13,8 kV
CÓDIGO VERSÃO APROVAÇÃO DATA DA
Nº ATA Nº DATA VIGÊNCIA

22/10/2001
TÍTULO CÓDIGO

MANUAL TÉCNICO DE DISTRIBUIÇÃO NOR-TDE-101


FORNECIMENTO DE TENSÃO PRIMÁRIA – VERSÃO VIGÊNCIA
NORMA 13,8KV 22/10/2001

ITEM ASSUNTO PÁGINA

01 FINALIDADE....................................................................................... 01

02 CONCEITOS BÁSICOS ...................................................................... 01

03 ROTEIRO DE CONSULTA A NORMA ................................................ 02

04 CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO ..................................... 03

05 ENTRADA DE SERVIÇO .................................................................... 07

06 ESCOLHA DA SUBESTAÇÃO APROPRIADA .................................... 12

07 MEDIÇÃO........................................................................................... 16

08 PROTEÇÃO ....................................................................................... 18

09 ATERRAMENTO ................................................................................ 21

10 EQUIPAMENTOS E ACESSÓRIOS.................................................... 23

11 DETERMINAÇÃO DO TIPO DE ENTRADA DE SERVIÇO ................. 26

12 CÁLCULO DE DEMANDA PROVÁVEL............................................... 27

13 PROJETO ELÉTRICO ........................................................................ 29

14 PEDIDO DE LIGAÇÃO ....................................................................... 31

15 SEGURANÇA ..................................................................................... 33

16 CASOS OMISSOS.............................................................................. 35

APROVAÇÃO
ATA Nº DATA POR
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1.0 FINALIDADE
Esta norma tem por finalidade estabelecer os critérios, condições gerais, e limites de
fornecimento de energia elétrica em tensão de distribuição primária –13,8 KV, na área
de concessão da ENERSUL, para as instalações consumidoras novas, bem como em
reformas e ampliações das unidades já existentes.

2.0 CONCEITOS BÁSICOS

2.1 CONSUMIDOR

É a pessoa física ou jurídica ou comunhão de fato ou de direito legalmente


representada, que ajustar com a ENERSUL o fornecimento de energia elétrica e
ficar responsável por todas as obrigações regulares e/ou contratuais.

2.2 UNIDADE CONSUMIDORA

Corresponde ao conjunto de cargas e respectivos sistemas elétricos associados,


de um único consumidor, para o qual é efetuada a medição individualizada de
energia, em um único ponto.

2.3 PONTO DE ENTREGA

É o ponto até o qual a ENERSUL se obriga a fornecer energia elétrica, com


participação nos investimentos necessários, bem como responsabilizando-se pela
execução dos serviços de operação e pela manutenção, não sendo
necessariamente o ponto de medição.

2.4 ENTRADA DE SERVIÇO

Conjunto de equipamentos, condutores e acessórios instalados entre o ponto de


derivação da rede de distribuição da ENERSUL e a proteção, medição ou
transformação, inclusive.

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2.5 RAMAL DE LIGAÇÃO

Conjunto de condutores, equipamentos e respectivos acessórios de conexão que


liga a rede de distribuição da ENERSUL ao ponto de entrega.

2.6 RAMAL DE ENTRADA

Conjunto de condutores, equipamentos e acessórios que interligam o ponto


de entrega ao ponto de proteção, medição ou transformação, inclusive

2.7 SUBESTAÇÃO

Instalação elétrica da unidade consumidora destinada a receber o fornecimento de


energia em tensão de distribuição primária, com uma ou mais das funções de
manobra, proteção, transformação ou medição.

2.8 POSTO DE TRANSFORMAÇÃO

Subestação montada em postes ou cabines.

2.9 CARGA INSTALADA

Soma das potências nominais dos equipamentos de uma unidade consumidora.

3.0 ROTEIRO DE CONSULTA A NORMA

Com a finalidade de orientar a consulta a esta Norma, apresentamos o seguinte


roteiro:

a) Conhecer as “Condições Gerais de Fornecimento” (item 4);


b) Verificar a subestação apropriada (item 6);
c) Verificar a necessidade de projeto elétrico (item 13);
d) Verificar as informações atinentes ao Pedido de Ligação (item 14);

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4.0 CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO

4.1 CAMPO DE APLICAÇÃO

A presente Norma é aplicável ao fornecimento de energia elétrica às unidades


consumidoras individuais, a serem atendidas na tensão de distribuição primária de
13,8 KV por rede aérea a 3 (três) condutores, na freqüência nominal de 60 Hz.

4.2 LIMITES DE FORNECIMENTO

A ENERSUL efetuará o fornecimento de energia, na tensão de distribuição


primária de 13,8 KV, nos locais onde essa tensão seja disponível, às unidades
consumidoras, cujas instalações se enquadrem em pelo menos uma das situações
a seguir:

a) Possua carga instalada superior a 75 KW, e a demanda contratada ou


estimada pela ENERSUL para o fornecimento seja igual ou inferior a 2.500
KW;

b) Possua um ou mais dos seguintes aparelhos:

- Motor monofásico da classe de 120 V, superior a 2 CV;

- Motor monofásico da classe de 220 V, superior a 6 CV;

- Motor trifásico da classe de 220 V, superior a 20 CV;

- Aparelho de raio X com potência superior a 20 kVA;

- Máquina de solda com transformador, 220 V, 2 fases superior a l5 kVA;

- Máquina de solda com transformador, 220 V, 3 fases superior a 20 kVA;

- Máquina de solda, grupo motor-gerador, superior a 20 CV.

c) Possua tensão de distribuição secundária diferente de 220/127V.

Nota: A ENERSUL poderá, a seu critério, fornecer energia na tensão de 13,8


kV fora dos limites acima, quando as condições técnicas e econômicas
do seu sistema o permitirem.
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4.3 REVENDA OU FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A TERCEIROS

É vedado ao consumidor, assenhorar-se dos direitos da ENERSUL, estendendo


redes que se interliguem com redes de outrem, para fornecimento de energia
elétrica, ainda que graciosamente.

4.4 FATOR DE POTÊNCIA

Todos os consumidores deverão manter o fator de potência indutivo médio de suas


instalações, o mais próximo possível da unidade.
Caso a ENERSUL verifique, através de medição apropriada em caráter transitório
ou permanente, de acordo com os critérios fixados na Resolução 456 da ANEEL,
fator de potência inferior à 0,92 %, será efetuado o ajuste de faturamento previsto
na legislação vigente.
A montagem de dispositivo para correção de fator de potência, no lado de tensão
primária, de instalações ligadas à rede de distribuição, deverá ser previamente
analisada pela ENERSUL.
A instalação dos equipamentos para correção do fator de potência deverá ser
efetuada preferencialmente de forma distribuída junto as cargas do cliente, de
modo a serem energizados simultaneamente com estas.

4.5 AUMENTO DE CARGA

Todo e qualquer aumento de carga pretendido, além do limite correspondente ao


seu tipo de fornecimento, deverá ser previamente solicitado pelo interessado e
autorizado pela ENERSUL, cabendo ainda a verificação quanto a necessidade da
apresentação de projeto elétrico em caso de alteração ou ampliação da
configuração existente.

4.6 PREPARAÇÃO DA ENTRADA DE SERVIÇO

A ENERSUL propiciará, através de seus órgão técnicos, toda a orientação


necessária à perfeita execução da entrada de serviço, cabendo ao consumidor
prepará-la, observando os requisitos mínimos aqui fixados, ficando ao encargo
desta concessionária a instalação e ligação dos equipamentos de medição.
Para os casos em que deverá ser apresentado o projeto elétrico, visando a análise
da ENERSUL, caso o cliente execute obras, antes do parecer da mesma, este
estará sujeito a efetuar as alterações que se fizerem necessárias, de forma que a
mesma fique de acordo com o projeto analisado. Nos casos que não se faz
necessária a apresentação do projeto, porém exista algum particularidade
especifica que difere do exposto na presente norma, a ENERSUL deverá ser
consultada.

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4.7 ACESSO À MEDIÇÃO

Os equipamentos de medição instalados na unidade consumidora e seu acesso


privativo, são de propriedade da ENERSUL, cabendo ao consumidor zelar pela sua
integridade e privacidade.
Os lacres dos medidores e caixas onde forem instalados os equipamentos de
medição e proteção, somente podem ser rompidos pela ENERSUL ou por empresa
contratada por esta, sempre com apresentação das credenciais dos funcionários,
sob pena de cobranças conforme artigo 36 da Resolução 456 de 29 de Novembro
de 2000 da ANEEL.

4.8 CARACTERÍSTICA INDESEJÁVEIS

Os equipamentos elétricos das unidades consumidoras, não deverão provocar


fenômenos elétricos indesejáveis ex: queda de tensão, flutuação de tensão na
rede, interferência, baixo fator de potência, etc, acima dos níveis de tolerância
aceitáveis ao bom desempenho de outras unidades consumidoras do sistema
elétrico, especificados por normas da ABNT ou da ENERSUL. Na eventualidade da
ocorrência de distúrbios acima dos níveis aceitáveis, as correções e eventuais
danos/ressarcimentos serão de responsabilidade do consumidor proprietário da
carga causadora das perturbações, conforme resolução 456 da ANEEL de
29/11/2000.

4.9 GERAÇÃO PRÓPRIA

Não é permitido o paralelismo (ligação) ao sistema elétrico da ENERSUL de


geradores cuja propriedade seja do consumidor ou terceiros por qualquer período
de tempo que seja. Para evitar qualquer possibilidade de paralelismo, os projetos
das instalações elétricas devem apresentar uma das seguintes soluções:

a) Instalação de uma chave reversível de acionamento manual ou elétrica, com


travamento mecânico, separando os circuitos alimentadores do Sistema
ENERSUL e do gerador particular, de modo a reverter o fornecimento;

b) Construção de um circuito de emergência, independente do circuito da


instalação normal, alimentado por gerador particular. Deve ser vedada, e
sinalizada a interligação do circuito de emergência com o circuito alimentado
pela Rede ENERSUL.

Em caso de alguma particularidade no projeto de geração própria do consumidor,


este poderá efetuar consulta a ENERSUL por escrito, encaminhando o mesmo em
anexo.

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4.10 REGULAMENTO

a) Serão ligados à rede de distribuição da ENERSUL, somente as instalações


cujas entradas de serviço forem executadas em conformidade com esta
Norma.

b) O consumidor é o responsável por manter em bom estado de conservação, os


componentes da entrada de serviço, a partir do ponto de entrega.

c) Caso seja constatada qualquer deficiência técnica ou de segurança, o


consumidor será notificado das irregularidades existentes, devendo
providenciar os reparos necessários dentro do prazo pré-fixado pela
ENERSUL.

d) O consumidor é responsável pelos eventuais danos causados aos materiais e


equipamentos de propriedade da ENERSUL, instalados dentro dos seus limites
de propriedade.

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5.0 ENTRADA DE SERVIÇO

5.1 RAMAIS DE LIGAÇÃO

5.1.1 CONDUTORES

a) Os condutores do ramal de ligação deverão ser de alumínio nu;

b) O dimensionamento dos condutores deverá obedecer a tabela n.º 1,


anexa.

5.1.2 INSTALAÇÃO

a) Não é permitida a existência de mais de um ramal de ligação para a


mesma unidade consumidora;

b) O ramal de ligação com comprimento menor de 5 m poderá adotar


estrutura N-2 no posto de transformação;

c) O primeiro ponto de fixação na propriedade do consumidor deverá estar


afastado, no máximo, 10 metros do limite da propriedade com a via
pública;

d) O ramal de ligação deve atender também às seguintes prescrições:

- Entrar de preferência pela frente do imóvel e sempre que possível, em


ângulo reto com o alinhamento da via pública;
- Não deverá passar por área construída;
- Não deverá passar sobre terrenos de terceiros;
- Não deverá ser acessível de janelas e sacadas, etc., devendo, os
condutores, manter os afastamento mínimos especificados no desenho
da página n.º 88;
- Respeitar as normas estabelecidas pelos Poderes Públicos,
principalmente nas travessias, quando deverão manter os afastamentos
mínimos na condição de flecha máxima, com solo de:
• Sobre trilhos de estrada de ferro não eletrificada – 9,0 m;
• Sobre rodovias – 7,0 m;
• Ruas e avenidas – 6,0 m;
• Caminhos exclusivamente para pedestres – 5,0 m.
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5.2. RAMAL DE ENTRADA

5.2.1 CONDUTORES

Os condutores do ramal de entrada deverão ter as seguintes características:

5.2.1.1 RAMAL DE ENTRADA AÉREO

Deverão ser de alumínio nu dimensionados de acordo com a tabela de


n.º 1.

5.2.1.2 BARRAMENTO EM AT

a) Material: fio de cobre nu, tubo de aço, barra retangular, ou vergalhão


de cobre. Não será permitido uso de cabo;
b) Seção: Dimensionado conforme tabela n.º 3.

5.2.1.3 CONDUTORES EM BT

a) Material: Cobre, próprio para instalação em eletroduto;


b) Isolamento: classe 750 V; 70 º C no mínimo;
c) Seção: Dimensionamento conforme tabela 6, desta Norma.

5.2.2 INSTALAÇÃO

5.2.2.1 BARRAMENTO EM AT

a) A instalação do barramento está detalhada nos desenhos anexos a


esta Norma;

b) Nas subestações, o barramento deverá ter a seqüência de fases


identificadas pela ENERSUL, devendo ser marcada com tinta
adequada, nas seguintes cores:

- Fase A – Azul
- Fase B – Vermelha
- Fase C – Branco

A ENERSUL identificará as fases A, B e C.

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c) Nas emendas e derivações deverão ser previstos conectores


apropriados, sem uso de solda.

d) Para saída aérea dos condutores em tensão de 13,8 kV, a altura


mínima, em relação ao solo deverá ser de 6,00 m.

5.2.2.2. CONDUTORES DE B.T.

a) Quando a medição for localizada no lado de baixa tensão 220/127 V


(potência instalada até 225 kVA, inclusive), os condutores deverão ser:

- Protegidos por eletrodutos rígidos de diâmetro adequado


dimensionados pela tabela n.º 6, desde os terminais secundário do
transformador, até a entrada na caixa dos equipamentos de
medição.

b) Quando os TC’s. empregados forem do tipo barra, as ligações dos


condutores aos mesmos, deverão ser efetuadas com terminais
apropriados.

c) Nos casos em que a saída dos condutores de baixa tensão, após a


medição, é aérea, deverá haver, com relação ao solo, uma altura igual
ou superior a:

- 5,50m, em locais acessíveis a veículos pesados;

- 4,0m, em entrada de garagens residenciais, estacionamentos e


outros locais não acessíveis a veículos pesados;

- 3,50m, em locais acessíveis apenas a pedestres;

- 4,50m, em áreas rurais (cultivadas ou não).

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5.3. RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO

5.3.1 CONDUTORES

a) Os cabos serão, isolados para 15 kV, unipolares, próprios para uso


subterrâneo;

5.3.2 INSTALAÇÃO

O ramal de entrada subterrâneo deverá obedecer as condições abaixo, além


das estabelecidas pelos Poderes Públicos tais como: Prefeituras Municipais,
DERSUL, DNER, etc.

a) As extremidades dos cabos deverão ser protegidas com muflas


terminais, classe 15 KV, de formas e dimensões adequadas;

b) As derivações subterrâneas de entrada em alta tensão, deverão obedecer


o desenho da página n.º 94 desta Norma;

c) Não serão permitidas emendas nos condutores;

d) A blindagem dos cabos subterrâneos e as muflas terminais, deverão ser


ligados ao sistema de aterramento, por meio de condutor de cobre nú de
bitola não inferior a 16 mm2;

e) Os cabos instalados ao longo das paredes, postes ou noutras superfícies,


deverão ser protegidos por meio de eletrodutos galvanizados.
Nas saídas verticais dos cabos, as alturas mínimas dos eletrodutos de
proteção, em relação ao piso, deverão ser:

- Em instalações interiores – 0,60m;


- Em instalações exteriores – 5,50m.

f) Os cabos subterrâneos poderão ser instalados dentro de dutos, canaletas


ou galerias, segundo o tipo de cabo empregado, e situados a uma
profundidade nunca inferior a 0,60m;

g) Os dutos deverão ser assentados e as canaletas construídas de forma a


resistirem aos esforços externos e os provenientes da instalação dos
cabos, considerando as condições próprias do solo;

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h) Tanto as canaletas como os dutos, deverão ser instalados com as


extremidades em desnível, de modo a permitir o escoamento de água
para as caixas contíguas;

i) As canaletas deverão ser fechadas com tampa de concreto, ou chapa de


ferro;

j) O eletroduto não poderá sofrer curvas superiores a 45 º, devendo nestas


condições ser previsto uma caixa de passagem;

l) A caixa de passagem deverá ser construída em alvenaria ou concreto,


com impermeabilização adequada, dispor de tampa de ferro ou concreto
armado, de acordo com os esforços a que poderá ser submetida e
possuir dimensões de 0,80 x 0,80m, com profundidade máxima de
0,80 m;

m)O fundo da caixa deverá situar-se a 0,20 metros abaixo da parte inferior
do duto de nível mais baixo, e possuir sistema de drenagem adequado;

n) O raio de curvatura do cabo não deverá ser inferior a 20 (vinte) vezes o


diâmetro do mesmo;

o) No ponto de entrega da entrada de serviço subterrânea, deverá ser


instalado um pára-raio por fase, conforme desenho da página 94;

p) O ramal de entrada subterrâneo não deverá passar em terreno de


terceiros;

q) A derivação subterrânea deverá ser instalada em frente, e ao mesmo lado


do consumidor, ainda que a rede aérea do tronco esteja localizada no
lado oposto da via pública. Neste último caso, a travessia da via pública
deverá ser aérea;

r) Para cabos unipolares, deverá ser previsto um cabo de reserva, provido


de muflas terminais;

s) Nos ramais maiores do que 30 metros, recomenda-se instalar caixa de


passagem de 30 em 30 metros.

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6.0 ESCOLHA DA SUBESTAÇÃO APROPRIADA


6.1. TIPOS

Em função da potência nominal do transformador de serviço, a subestação de


transformação deverá obedecer os desenhos anexos, conforme detalhado abaixo:

a) Subestação de transformação e medição em BT, (posto), potência até 30


kVA, inclusive, conforme o desenho da páginas n.º s 49 e 52.

b) Subestação de transformação e medição em BT, (posto), potência de 45 a


150 kVA, inclusive, conforme desenhos das páginas n.º s 55 e 58.

c) Subestação de transformação e medição em BT (posto) potência de 45 a


225 kVA, inclusive, conforme desenhos das páginas n.º s 61 e 64.

d) Subestação de transformação e medição em BT potência até 225 kVA,


inclusive, conforme desenhos das páginas n.º s 67 e 70.

e) Subestação de medição em AT, potência 225 kVA, inclusive conforme


desenho da página n.º 73.

f) Subestação de medição em AT e transformação, potência até 225 kVA,


inclusive conforme desenho da página n.º 76.

g) Subestação de medição em AT e proteção, potência a partir de 225 kVA,


inclusive , conforme desenho da página n.º 79.

h) Subestação de medição em AT, proteção e transformação, potência a partir


de 225 kVA, exclusive , conforme desenho da página n.º 82.

i) Para potência entre 225 kVA e 2.500 kVA, é permitido o uso de cubículo
blindado para proteção, medição e manobra, desde que, previamente
aprovado pela ENERSUL.

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6.2. CARACTERISTICAS CONSTRUTIVAS

A Subestação deverá ter:

a) Localização junto ao alinhamento da propriedade particular com a via pública,


salvo recuo estabelecido por orgãos governamentais.
Mediante acordo entre ENERSUL e o consumidor, poderá ser tolerado
localização diferente, nunca maior que 100 m, em zona urbana.
Diante de situações de características atípica, poderá ser efetuada consulta
prévia a ENERSUL;

b) Seus equipamentos dispostos de modo a oferecer condições adequadas de


operação, manutenção e segurança, conforme detalhado nos desenhos anexos;

c) Transformador de serviço, com tensões secundárias de 220/127V, onde a


medição for em BT.
Para tensões secundárias diferentes de 220/127 V, deverá ser consultada a
ENERSUL, com antecedência;

d) Características de construção definitiva, e em material incombustível;

e) Sua construção, preferencialmente em local isolado ou, em segunda opção,


fazer parte integrante da edificação local;

f) Cobertura acima da laje, orientada de modo a não permitir o escoamento da


água de chuva, sobre os condutores de alta tensão;

g) O piso em concreto armado, com inclinação de 1%, no sentido do sistema de


drenagem que deverá dispor de um ralo de 4” (102 mm) de diâmetro. Nos casos
em que se fizer necessário, instalar bomba de recalque;

h) O pé direito da construção com:

- 6 metros, quando o ramal de ligação ou de entrada for aéreo;

- 3 metros, quando o ramal de entrada for subterrâneo;

i) Portas de entrada, em material metálico, tipo veneziana, de dimensões 1,20 x


2,10 metros, no mínimo, devendo abrir para fora;

j) Uma placa, fixada pelo lado de fora do portão de acesso, com os seguintes
dizeres: “ PERIGO – ALTA TENSÃO “;

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k) Necessariamente um estudo de sondagem do terreno, quando a subestação for


subterrânea, e com as soluções devidas, se necessário, a fim de evitar que o
nível do lençol freático em qualquer época do ano, localize-se acima do piso,
com o conseqüente aparecimento de água no seu interior;

l) Condições para a saída de linhas de distribuição para dentro da propriedade,


destinadas à alimentação de transformadores situados próximos aos centros de
carga, sempre quando esta subestação for exclusiva para a medição for em A.T.

6.3. ILUMINAÇÃO E VENTILAÇÃO

a) Deverá possuir iluminação artificial, e natural sempre que possível, em todos os


cubículos. As janelas destinadas à iluminação natural, conforme detalhado nos
desenhos, deverão ser fixas e protegidas, externamente, por meio de telas
metálicas, com malha de 13 mm no máximo.

b) Deverão ser providas de abertura para ventilação natural, tipo veneziana, com
as seguintes características básicas:

− Dispostas convenientemente, de modo a promover a perfeita circulação de


ar por convecção;

− Ter 20 cm2 de área por kVA instalado, sendo que a área total mínima
admissível será 900 cm2. Não será necessário levar em conta o
transformador de reserva no cálculo;

− Localizar-se a uma altura mínima de 20 cm do piso da subestação;

− Os respiradouros de saída de ar deverão ficar no máximo 20 cm abaixo do


teto da subestação;

− Os demais detalhes constam nos desenhos anexos à esta Norma.

c) Quando não houver possibilidade de abertura para ventilação natural, deverá


ser previsto sistema para ventilação forçada, com a utilização de equipamentos
adequados.

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6.4 PROTEÇÃO E SEGURANÇA NA ÁREA

a) A área de circulação não poderá ser usada para depósito de qualquer material.

b) Todos os cubículos que compõem o setor de alta tensão de subestação, devem


ser protegidos por anteparos, suficientemente rígidos e incombustíveis com
intuito de evitar-se contatos acidentais.

Esses anteparos ou grades de proteção estão detalhados nos desenhos e


devem:

− Ser constituídos de tela metálicas resistentes, com malhas de 25 mm no


máximo;

− Ter fixadas, nos mesmos, placas de advertência com anotação “ PERIGO


ALTA TENSÃO “;

− O cubículo de medição em AT deverá possuir porta de tela metálica, com


dispositivos de lacre, conforme desenhos da página 91.

c) Deverá ser instalado extintor de incêndio (CO2 – 6 kg mínimo) como medida de


segurança, localizado na parte externa, e próximo da porta de entrada da
subestação.

d) Deverá existir, no lado da AT chave seccionadora tripolar de acionamento


simultâneo, nos seguintes casos:

- Antes dos equipamentos de medição, no caso de medição em AT. O


acionamento desta deverá ser externamente ao cubículo de medição,
neste caso específico, poderá ser suprimida a chave seccionadora do
disjuntor de proteção;

- Antes de cada transformador, quando na instalação houver dois ou mais


transformadores.

e) Deverá ser fixado junto às chaves seccionadoras placas de advertência com os


dizeres; “ ESTA CHAVE NÃO PODERÁ SER MANOBRADA COM CARGA “.

f) Os aparelhos de controle, proteção e manobra operando em baixa tensão,


correspondentes a uma instalação em AT devem constituir um conjunto
separado, a fim de permitir acesso fácil e com segurança à pessoas
qualificadas, sem interrupção do circuito de AT.

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6.5 ISOLADORES
a) Devem ser utilizados isoladores especiais de passagem e parede, uso interno-
externo, classe 15 kV, na entrada e saída da subestação.

b) Internamente, quando da passagem de um cubículo para outro, deverão ser


utilizados isoladores especiais de parede, uso interno, classe 15 kV (vide
desenhos anexos).

7.0 MEDIÇÃO

7.1 MEDIÇÃO EM BT

7.1.1 A medição será no lado de BT para potência até 225 kVA, inclusive, desde que
sejam obedecidos os seguintes requisitos:

a) Exista um único transformador em serviço.

b) As tensões sejam 220/127 V.

7.1.2 A medição será composta dos seguintes equipamentos, em função da potência


instalada na unidade de consumo:
a) Potência até 30 kVA;

- 01 (um) medidor polifásico de kWh, 3 elementos, 4 fios 120V , 15 A.

b) Potência de 45 kVA;

- 01 (um) medidor polifásico de kWh e KVARh, eletrônico ,3 elementos, 4


fios 120 V , 2,5 A;

- 03 (três) TC’s ,classe 0,6 kV , exatidão 0,3 C 12,5;

- 01 (uma) chave de aferição de 10 pólos.

c) Potência de 75 kVA a 225 kVA inclusive:

- 01 (um) medidor polifásico de kW/kWh e KVARh, eletrônico, 3 elementos,


4 fios, 120 V, 2,5 A;

- 03 (três) TC´s, classe 0,6 kV, exatidão 0,3 C 12,5;

- 01 (uma) chave de aferição de 10 pólos.


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7.1.3 Nas medições em baixa tensão, os equipamentos serão alojados em caixas


próprias para esse fim, padrão ENERSUL, detalhadas a partir da página n.º 48
desta Norma.

As caixas individuais deverão ser fabricadas por firmas cadastradas, e com


modelos aprovados pela ENERSUL. As caixas poderão ser instaladas em
parede, poste de concreto, conforme tipo de entrada de serviço.

7.2 MEDIÇÃO EM AT

7.2.1 A medição será em alta tensão para potências acima de 225 kVA e também:

a) Quando existir mais de um transformador de serviço na mesma unidade de


consumo;

b) Quando as tensões em BT forem diferentes de 220/127V, desde que


previamente analisados pela ENERSUL.

7.2.2 Normalmente a medição será composta dos seguintes equipamentos:

- 01 (um) medidor polifásico de kW/kWh e KVARh, eletrônico, 3 elementos, 4


fios, 120 V, 2,5 A;

- 03 (três) TC´s, uso interno, classe 15KV, 60Hz, classe exatidão 0,3 C25;

- 03 (três) TP´s uso interno, classe 15KV, relação 13.800R3/115V, potência


térmica mínima 1.000 VA, classe de exatidão 0,3 P50;

- 01 (uma) chave de aferição de 10 polos.

7.2.3 As instalações dos equipamentos deverão ser feitas conforme abaixo:

a) Os TC´s e TP´s serão alojados em prateleiras próprias para esse fim,


conforme desenho da página 89;

b) Os medidores e demais equipamentos serão alojados em caixas padrão


ENERSUL, instalados conforme desenhos anexos à esta Norma.

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8.0 PROTEÇÃ0 DO SISTEMA ELÉTRICO

8.1 PROTEÇÃO EM AT

8.1.1 FORNECIMENTO ATÉ 225 KVA (INCLUSIVE)

Em função da localização da subestação da transformação e medição, a


proteção contra curto-circuito deverá obedecer os critérios abaixo:

a) Onde o ramal deriva da linha tronco, deverá haver uma chave fusível, com
elo dimensionado de acordo com a tabela 7 A.

Na estrutura anterior a subestação, deverá haver outra chave fusível, com


elo dimensionado de acordo com a tabela 7.

As chaves fusível de ambos locais deverão ser de 100 A e NBI 125 kV.

b) Caso o comprimento do ramal seja inferior a 100 m e a subestação possa


ser vista do ponto de derivação, não é necessário instalar a chave na
estrutura anterior a subestação. Neste caso, o elo da chave do ponto de
derivação deverá ser dimensionado de acordo com a tabela 7.

8.1.2 FORNECIMENTO DE 225 KVA, EXCLUSIVE A 2500 KVA

a) Para potências de fornecimento entre 225 KVA, exclusive, a 2500 KVA, é


imprescindível o uso do disjuntor de acionamento automático para proteção
contra curto-circuitos de corrente nominal mínima 350 A, e capacidade de
interrupção mínima 250 MVA em 13.8 KV;

b) Os relés de sobrecorrentes do disjuntor poderão ser primários ou


secundários e deverão ser calibrados de acordo com a tabela nº 4 em
função da potência instalada da unidade de consumo. Nos aumentos de
carga, deverão ser feitos novos ajustes ou troca de relés e
redimensionamento do TC (relés secundários) se necessário.
OBS: Para potências acima de 1.000 KVA inclusive, será imprescindível o
uso de relés secundários;

c) É aconselhável o uso do relés de terra, quando após a subestação existirem


alimentadores em AT. Neste caso o disjuntor deverá ser adequado para
operação sob o comando de relés secundários;

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d) No ponto de derivação da rede da ENERSUL, para potências até 750 KVA,


exclusive, deverão ser instaladas 03 (três) chaves fusíveis, uma por fase.
Neste caso os elos fusíveis serão dimensionados de acordo com a tabela nº
7 A;

e) Para potências acima de 750 kVA inclusive até o limite de 2500 kW, na
derivação deverão ser instaladas 03 (três) chaves facas, uma por fase, com
ferragens para fixação em cruzeta dupla, na posição horizontal invertida,
conforme desenho da página 100.

8.2 PROTEÇÃO EM BT

a) Para os consumidores com potência instalada até 225 kVA, inclusive,


medidos na baixa tensão deverá ser especificado e dimensionado a
proteção contra sobrecorrente, conforme tabela nº 6, desta Norma;

b) Recomendações:

− O consumidor deve possuir, além da proteção geral, um ou mais quadros


para instalação de disjuntores termomagnéticos unipolares ou chaves
com fusíveis, para circuitos parciais a dois ou três fios, conforme
recomendado pela norma NBR-5410 da ABNT.

− Para os circuitos parciais que necessitarem de alimentação trifásica a 3


ou 4 fios, recomenda-se preferencialmente o uso de disjuntores
termomagnéticos tripolar ou então como segunda opção, chaves facas
tripolares, com desligamentos bruscos, equipadas com fusíveis NH de
capacidade conveniente;

− Para instalação de motores trifásicos, além da proteção contra curto-


circuito feita com fusíveis, recomenda-se o uso de proteção térmica
através de chaves magnéticas.

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8.3 PROTEÇÃO CONTRA SUBTENSÃO

A proteção contra subtensão deverá ser feita, de acordo com um dos critérios
abaixo:

a) Deverão ser instalados preferencialmente junto a cada uma das cargas


(equipamentos elétricos) a serem protegidos;

b) Se necessário o desligamento do disjuntor geral quando da falta de tensão


oriundo do sistema da concessionária, deverá então ser instalado um
transformador de potencial (TP) antes do mesmo, o qual alimentará a bobina
de abertura do disjuntor;

c) Para cargas que tenham suportabilidade até determinados níveis de subtensão


em função do tempo, deverá ser instalado um relé de subtensão (27), que
atuará na bobina de abertura do disjuntor da referida carga preferencialmente,
ou determinados conjuntos destas, ou ainda no disjuntor geral, conforme ajuste
efetuado;

d) Para cargas que não apresentarem suportabilidade a religamentos oriundos do


sistema de alimentação, as proteções de subtensão preferencialmente destas
ou de conjuntos, ou ainda geral, deverão ter características de modo a não
permitir a energização nesta condição.

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9.0 ATERRAMENTO
9.1 VALOR DA RESISTÊNCIA DE TERRA

a) O sistema de aterramento deverá ter um valor de resistência máxima 10 (dez)


ohms em qualquer época do ano;

b) Somente em casos especiais, mediante prévia autorização da ENERSUL, será


permitido tratamento do solo para enquadramento da resistência da terra,
dentro dos limites fixados acima.

9.2 ELETRODOS

Os eletrodos de terra devem ser hastes de aço cobreado de comprimento mínimo


de 2.400 mm e diâmetro de 16 mm.

9.3 CONDUTORES

a) A interligação dos pára-raios e a descida a malha de terra ( condutor de


aterramento ), devem ser feitas através de condutor de cobre nú ou aço
cobreado, bitola mínima de 25 mm2;

b) A interligação dos eletrodos devem ser feitas através de condutores de cobre


nú ou de aço cobreado, bitola mínima de 25 mm2 . Nunca inferior a bitola do
condutor de aterramento;

c) A ligação de partes metálicas normalmente sem tensão, ao sistema de


aterramento, deve ser feita através de condutor de cobre nú ou de aço
cobreado, bitola mínima 16 mm2. Enquadram-se neste caso: portas metálicas,
suportes de isoladores, carcaça de transformadores, grades de proteção,
carcaça de disjuntores, caixa de medição, etc.

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9.4 INSTALAÇÃO

9.4.1 CONDUTORES:

a) Os pára-raios devem ter o condutor de aterramento próprio e independente


para descida a malha de terra, o mais curto possível, evitando-se curvas e
ângulos pronunciados;

b) Os condutores de terra devem obedecer aos seguintes requisitos quanto à


instalação:

− Firmemente ligado aos eletrodos por meio de conectores de aperto,


sendo permitido o uso de solda do tipo exotérmica;

− Não devem ser embutidos nem colocados em eletrodutos de material


magnético;

9.4.2 ELETRODOS:

a) A distância entre os eletrodos devem ser no mínimo de 2.400 mm;

b) Os eletrodos de terra, deverão ser protegidos com caixa de alvenaria ou


concreto, nas dimensões de 400 mm x 400 mm x 400 mm, com tampa de
concreto da seguinte maneira:

b.1) Em Posto

Pelo menos uma caixa para ligação e medição da resistência da terra

b.2) Em Subestação

Pelo menos uma caixa para cada setor ou seja:

- Uma para o setor de proteção;

- Uma para o setor de medição;

- Uma para o de transformação, para ligação e medição de


resistência.

9.4.3 OUTROS:

Devem ser atendidas as demais exigências da NBR-14039, da ABNT.

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10.0 EQUIPAMENTOS E ACESSÓRIOS

10.1 POSTES

Os postes a serem utilizados deverão obedecer as especificações da ESP–TDE-


205 - Postes de Concreto para Redes de Distribuição.

10.2 CAIXA PARA EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO

a) Os equipamentos de medição deverão ser alojados em caixas próprias para


esse fim.

b) As caixas deverão ser fabricadas por firmas cadastradas, e com modelos


previamente aprovados pela ENERSUL.

10.3 PÁRA-RAIOS

Para proteção contra sobretensão, como descarga atmosférica e outras, deverão


ser instalados pára-raios em cruzetas, um em cada fase, nas entradas e saídas de
AT, nos pontos de mudança da impedância característica de linha, com a seguinte
especificação:

− De resistores não lineares;


− Tensão nominal: 12 KV;
− Com desligador automático e próprio para uso em sistema de tensão nominal
12 a 15 kV, neutro aterrado;
− Corrente de descarga: 5 kA para RD urbana e 10 kA para RD rural.

10.4 CHAVE FUSÍVEL

Características Básicas:

− Tensão nominal: 15 kV;


− Nível básico de isolamento: 95 kV;
− Corrente nominal: do porta fusível 100 A, da base 300 A ;
− Capacidade de interrupção simétrica 10 k A, mínimo.

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10.5 CHAVE FACA

Características Básicas:

- Unipolar;
- Para uso ao tempo;
- Tensão Nominal: 15 kV;
- Nível básico de isolamento: 95 kV;
- Corrente nominal: 200 ou 400 A;

10.6 CHAVE SECCIONADORA TRIPOLAR

Características Básicas:

- Tripolar;
- Comando Simultâneo;
- Tensão Nominal: 15 kV;
- Nível básico de isolamento: 95 kV;
- Corrente nominal : 200 ou 400 A.

10.7 DISJUNTOR DE AT

Características Básicas:

- Disjuntor a pequeno volume de óleo, trifásico;


- Classe de tensão: 15 kV;
- Freqüência: 60 Hz;
- Corrente nominal: 350 A em regime contínuo;
- Capacidade de interrupção simétrica: 250 MVA;
- Nível básico de isolamento: 110 kV;
- Operação: - Abertura livre mecânica e elétrica;
- Provido de indicador visual de operação para as posições “aberto” e
“fechado” ;
- Equipados com relés de sobrecorrente, primários ou secundários

10.8 RELÉS DE SOBRECORRENTE

Podem ser:

a) Primários - Ligados diretamente ao barramento AT;


b) Secundários - Ligados através de Transformador de Corrente (TC).

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10.9 TRANSFORMADOR DE POTÊNCIA - PRINCIPAL

O transformador de potência, em todas as suas partes, deverá satisfazer as


condições fixadas pela ABNT nas suas mais recentes publicações ou revisões e,
ainda:

a) O nível de isolamento, no lado de tensão superior deverá ser de 15 kV e no


lado de tensão inferior 1,2 kV;

b) O nível básico de impulso, no lado da tensão superior deverá ser de 95 kV e


no lado de tensão inferior 30 kV;

c) Deverá ter o enrolamento primário ligado triângulo, e com “taps” para ligação
de 13.800, 13.200 e 12.600 Volts, e o enrolamento secundário ligado em
estrela, com neutro acessível para as tensões de 220/127 Volts;

d) Somente quando a medição for em alta tensão, será permitido o uso de


tensões secundárias, diferentes de 220/127 Volts.

10.10 TRANSFORMADOR DE POTÊNCIA - AUXILIAR

Nas instalações em que a medição for feita em alta tensão, é permitido a


instalação de um “Transformador Auxiliar”, cuja aplicação é recomendada nos
seguintes casos:

a) Fornecimento de energia em tensão secundária diferente da tensão do


transformador principal;

b) Instalação que não necessite uso contínuo dos transformadores de serviço de


grande potência. Nestes casos, o “Transformador Auxiliar” é recomendado
para atender pequenas cargas, como por exemplo, iluminação noturna;

Nas subestação com medição em AT, poderá ser instalado um transformador


de potencial para a alimentação da iluminação artificial da mesma, após a
medição.

OBS: Para quaisquer das situações anteriores, a instalação deverá estar após
a medição da concessionária.

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11.0 DETERMINAÇÃO DO TIPO DE ENTRADA DE SERVIÇO

a) Para a determinação do tipo da entrada de alimentação da unidade consumidora


deve-se:

a.1) Dispor da relação de cargas a serem atendidas, e suas potências nominais.

a.2) Determinar a Demanda máxima, provável do conjunto, com base no roteiro


do item 12 dessa norma.
Obs: Eventuais considerações especificas devem ser apresentadas pelo
projetista no projeto a ser analisado pela ENERSUL.

a.3) Sabendo-se a Demanda Máxima, escolher a potência do Transformador de


alimentação.

a.4) De posse da potência do transformador, consultar o item 6 dessa norma, a


fim de verificar em que situação se enquadra.

a.5) Uma vez determinado o tipo da entrada de serviço, deve-se consultar as


tabelas e desenhos correspondentes anexos a esta norma.

b) Para Entradas de Serviços (com transformação e medição), que se enquadrem


dentro da condição, em que não são exigidas a apresentação de projetos elétricos,
o cálculo da demanda provável também deverá ser feito. Tal calculo, deverá estar
de acordo com os critérios fixados no item 12 desta Norma.

c) Em subestações abrigadas, sempre é necessário a apresentação do projeto


elétrico para análise da ENERSUL. O cálculo da demanda provável será fornecido
pelo consumidor, e compatibilizado com os valores típicos médios constatados
pela ENERSUL.

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12.0 CÁLCULO DE DEMANDA PROVÁVEL


Estes cálculos deverão ser efetuados com o objetivo de dar suporte ao
dimensionamento das instalações de entrada de energia.
É imprescindível a apresentação destes junto com o projeto a ser encaminhado para a
análise da ENERSUL.

O cálculo da demanda provável deverá ser feito pela seguinte expressão:

D = a + b + c + d + e + f, onde:

a = Demanda em kW das potências para iluminação e tomadas, calculadas segundo a


tabela nº 13;

b = Demanda, em kW, de todos os aparelhos de aquecimento, (chuveiro,


aquecedores, fogões, etc), calculada segundo a tabela nº 12;

c = Demanda, em kW dos condicionadores de ar segundo a tabela nº 11;

d = Demanda, em kW dos motores e das máquinas de solda tipo motor-gerador,


calculada segundo a tabela nº 14;

e = Demanda, em kW das máquinas de solda a transformador, conforme indicado


abaixo:

- 100% da potência, em kW, da maior máquina de solda, mais;

- 70 % da potência, em kW, da 2º maior máquina de solda, mais;

- 40 % da potência, em kW, da 3ºmaior máquina de solda, mais;

- 30 % da potência, em kW, das demais máquinas de solda.

f = Demanda, em kW, dos aparelhos de Raio X, conforme indicado a seguir:

- 100% da potência, em kW, do maior aparelho do Raio X, mais;

- 70% da potência, em kW, dos aparelhos de Raio X, que trabalham ao mesmo


tempo, mais;

- 20% da potência, em kW, dos demais aparelhos de Raio X.

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12.1 OBSERVAÇÕES:

Para o cálculo da demanda provável das instalações deverão ser:

a) Consideradas as ampliações de cargas previstas ou prováveis.

Tal consideração visa somente subsidiar o dimensionamento das instalações de


entrada de energia do consumidor, para que estas não tenham que sofrer
alterações parciais ou totais, quando do aumento da carga. Isto não implica
portanto, que a ENERSUL deva ter disponibilidade de seu sistema elétrico, para
o pronto atendimento ao incremento da carga considerada, no momento de sua
solicitação. Neste caso recomenda-se que a ENERSUL seja consultada
antecipadamente, e com tempo suficiente para avaliações, se haverá ou não a
necessidade de reforços ao seu sistema elétrico, bem como para as devidas
providencias, visando o atendimento do consumidor na data pretendida, se
possível;

b) Considerada a potência requerida pelas cargas a serem atendidas, no ponto


elétrico de sua alimentação, ou seja não é a potência que o fabricante do
equipamento muitas vezes estabelece no dado de placa ( por exemplo motores
elétricos, onde a potência disponível nominal informada é no ponto de
acoplamento com a carga a ser acionada);

c) Desconsideradas as potências dos aparelhos de reserva.

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13.0 PROJETO ELÉTRICO


13.1 ELABORAÇÃO

13.1.1 É exigida a apresentação do projeto elétrico para as subestações com


potência superior a 225 kVA, ou com potência inferior sendo a subestação
abrigada, ou ainda, para os casos omissos à esta Norma;

13.1.2 O projeto deverá ser encaminhado por carta à ENERSUL e apresentado em


04 (quatro) vias de igual teor, conter a ART (Anotação de Responsabilidade
Técnica) de elaboração do projeto e ser devidamente assinada pelo
Engenheiro Eletricista responsável, registrado no CREA, bem como pelo
consumidor.

Deverá fazer parte do projeto os itens abaixo relacionados:

a) Memorial Descritivo: Descrição geral dos critérios adotados na


elaboração do projeto;

b) Relação de carga, cálculo da demanda provável da unidade de


consumo e previsão da data de ligação;
Se houver previsão de aumento de carga, essa deverá ser detalhada,
indicando inclusive, a data provável da efetivação;

c) Planta de localização da subestação e do ramal de entrada, indicando a


rede da ENERSUL;

d) Projeto da subestação em escala mínima de 1:50, formato A1, contendo


o esquema unifilar geral e a planta de situação em escala 1:1000;

e) Em formato A1, os detalhes do projeto, dos seguintes itens:

- Sistema de aterramento;
- Chave reversora, se houver geração própria;
- Ramal de entrada subterrâneo;
- Porta interna de proteção do cubículo de medição;
- Serviços de drenagem;
- Bases para instalação dos transformadores.

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f) Relação detalhada de materiais e equipamentos a serem utilizados na


montagem da subestação, e do ramal de ligação;

g) Demais detalhes que o projetista julgar importante para a análise da


ENERSUL, antes de sua execução.

13.2 ANÁLISE E APROVAÇÃO

Após o recebimento do projeto, a ENERSUL procederá análise, dentro do prazo de


até 45 dias, conforme estabelece a Resolução 456 da ANEEL de 29/11/2000.

13.3 EXECUÇÃO

A execução da entrada de serviço, após a aprovação do projeto elétrico, deverá


obedecer rigorosamente as condições constantes do mesmo.

A execução das obras de entrada de energia, antes da emissão do parecer de


análise do projeto pela ENERSUL, poderá requerer alterações nestas, por conta
do consumidor, de forma a atender o citado parecer, e por sua vez as normas da
concessionária.
Nos casos em que não houver a necessidade da apresentação de projeto, as
instalações deverão ser rigorosamente executadas de forma a atender as normas
da ENERSUL, sob pena de requerer alterações, nas mesmas condições anterior
descritas.
Casos com características especificas, que não se enquadrem nas situações aqui
apresentadas, poderão ser consultados previamente a ENERSUL, de forma a
esclarecer eventuais dúvidas do projetista / executor das obras.

Por ocasião da solicitação do pedido de vistoria da entrada de serviço, será exigida


a guia de anotação de responsabilidade técnica – ART, de execução da instalação
elétrica, do CREA – MS, devidamente preenchida e autenticada mecanicamente.

13.4 VALIDADE E APROVAÇÃO

A aprovação do projeto terá a validade de 18 (dezoito) meses para execução.

Após este prazo, deverá ser feito nova consulta à ENERSUL, contemplando-se no
projeto a ser encaminhado, as atualizações necessárias, de forma a atender as
normas vigentes. Caso não haja nenhuma alteração a ser efetuada para tal,
deverá ser encaminhado o projeto anterior aprovado para revalidação.

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14.0 PEDIDO DE LIGAÇÃO


A solicitação do fornecimento de energia elétrica a ENERSUL, deve ser formalizada
através do Pedido de Ligação efetuado pelo interessado, nas Agências de
Atendimento da Empresa.
Para o Pedido de Ligação devem ser fornecidos os dados que permitam o seu correto
preenchimento para fins cadastrais, ou seja:

a) Nome do consumidor.

b) Ramo de atividade e nome da Empresa, se for o caso.

c) Documento de identificação.

c.1) Para consumidores residenciais, a identificação exigida deve ser através de


um dos documentos abaixo:

− Cartão de Identificação do Contribuinte;


− Registro Geral de Identificação;
− Título de Eleitor;
− Certificado de Reservista;
− Carteira Profissional do Ministério do Trabalho.

c.2) Para não residenciais, são exigidos todos os seguintes documentos:

− Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica;


− Contrato social;
− Estatuto;
− Inscrição Estadual;
− Alvará de Funcionamento.

d) Relação de cargas.

e) Projeto aprovado.

Para as subestações que necessitam de projeto elétrico, conforme item 13.1.1.

f) Relatório de ensaio e diagrama de ligação do transformador.

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g) Contrato de fornecimento:

Para fins de contrato de fornecimento, deverão ser apresentados, ainda, em


fotocópia os seguintes documentos:

g.1) Quando se tratar de Sociedade Anônima(S/A):

- Estatuto Oficiais atualizados da Empresa;


- Publicação da Ata da Assembléia Geral de Acionistas que elegeu a atual
Diretoria;
- Certidão de Registro na Junta Comercial;
- Certidão de Registro no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ).

g.2) Quando se tratar de companhia limitada – LTDA ou firma individual:

- Contrato social com registro na Junta Comercial, ou em cartório, tratando-


se de sociedade Civil), atualizado;
- Certidão de Registro no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ).

OBS: A assinatura do Contrato de Demanda precederá a efetivação da


ligação.

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15.0 SEGURANÇA
Recomenda-se os seguintes procedimentos a fim de resguardar a segurança do
pessoal e dos equipamentos em subestações de consumidores:

15.1 EXECUÇÃO DE MANOBRAS ELÉTRICAS

a) Toda e qualquer manobra somente poderá ser feita por pessoa capacitada e
devidamente autorizada;

b) Quando for autorizada a execução de uma manobra, a ordem deve ser


transmitida com clareza e precisão, deve-se certificar que a pessoa
encarregada da manobra, entendeu corretamente a ordem dada;

c) Antes de executar qualquer manobra deve-se planejá-la e concentrar-se com


atenção sobre o que se vai fazer, agindo calmamente e com segurança. Deve-
se certificar do que não há perigo de acidentes;

d) Todas as manobras, mesmo as que são feitas por meio de volantes ou


alavancas, devem ser efetuadas pisando-se em estrado isolado e usando
luvas de borracha com isolação adequada à tensão de serviço;

e) Antes de se usar os equipamentos de segurança (bastão, capacete, cintos,


luvas de borracha, estrados isolados, extintor de incêndio, etc.), deve-se
verificar o estado em que esses equipamentos se encontram, e se são
apropriados para o serviço a executar;

f) Nunca deve-se desligar as chaves-facas, ou chaves fusíveis destinadas à


abertura sem carga, quando houver carga ligada nos circuitos dessas chaves;

g) Deve-se colocar em lugar visível, um quadro com o diagrama unifilar da


instalação (utilizando a simbologia padronizada pela ABNT), a fim de facilitar a
manobra.

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15.2 SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO E REPAROS

a) Antes de se iniciar qualquer trabalho de manutenção ou reparo num circuito,


deve-se desligar o disjuntor e a chave correspondente;

b) Proteja-se contra os riscos de acidentes por corrente de retorno, aterrando a


instalação desligada, antes e depois do trecho em que irá trabalhar;

c) Para se trabalhar em aparelhos ligados no circuito, deve-se desligá-lo, sempre


através de dois seccionadores, e se ao menos tiverem distanciados do ponto
em que será realizada a manutenção ou reparo, deve-se colocar cadeados
travando-os na posição “aberto”;

d) Quando houver necessidade de substituir um fusível, deve-se desligar antes o


disjuntor e a chave faca correspondente e usar o equipamento adequado;

e) Nunca desligue os condutores de ligação à terra, e verifique, periodicamente,


as resistências de aterramento;

f) Mantenha todos os aparelhos e instalações em perfeito estado de


funcionamento, fazendo periodicamente sua limpeza, conservando-os livre de
poeira, que em contato com a umidade, podem torná-la condutora de
eletricidade. Para se fazer essa limpeza, deve ser observado o item 15.2.c.

g) Os equipamentos de proteção e os materiais de operação, tais como escadas,


alicates isolados, varas de manobra, estrados isolados, etc., deve ser
conservados limpos e em condições de uso. As luvas de borracha devem ser
mantidas em lugar seco, polvilhadas de talco, e dentro de caixas apropriadas,
devidamente testadas (a ar comprimido).

15.3 CUIDADOS DIVERSOS REFERENTES AO RECINTO DAS INSTALAÇÕES

a) Deve-se colocar na entrada, em lugar visível, uma placa com a descrição


“PERIGO DE MORTE” ”ALTA TENSÃO”, com os símbolos indicativos do risco
existente;

b) Deve-se proibir a entrada de pessoas estranhas e não habilitadas;

c) Deve-se conservar a entrada de acesso livre e desimpedida;

d) Não se deve guardar materiais ou ferramentas no recinto das instalações;

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e) Deve-se ter à mão, recursos para a iluminação de emergência (faroletes,


lanternas, etc), para se locomover com segurança, se houver falta de energia;

f) Quando sair do recinto, deve-se fechar a porta, e não deixar a chave ao


alcance de pessoas estranhas;

g) Em caso de incêndio, na subestação do consumidor, deve-se desligar a


energia e utilizar somente extintores adequados (CO2 ou pó químico), ou areia
seca, NUNCA DEVE-SE UTILIZAR ÁGUA OU EXTINTOR DE ESPUMA.

16.0 CASOS OMISSOS

Os dispositivos desta Norma aplicam-se às condições normais de fornecimento de


energia elétrica.

Os casos omissos, ou aqueles cujas características excepcionais exijam um


tratamento à parte, deverão ser consultados previamente, e se necessário
encaminhados formalmente, para estudo e decisão de órgãos competentes na
ENERSUL.

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TABELA 1

DIMENSIONAMENTO DE CABOS DE ALUMINIO NÚ – 13,8 KV

POTÊNCIA BITOLA MÍNIMA


(KVA) (AWG)

Até 1000 4
De 1001 a 2500 2
De 2501 a 3500 1/0
De 3501 a 5000 4/0

TABELA 2

DIMENSIONAMENTO DE CABOS SUBTERRÂNEOS – 15 KV

POTÊNCIA BITOLA MÍNIMA ELETRODUTO DIÂMETRO


(KVA) (mm2) MÍNIMO

Até 1000 25 3”
De 1001 a 2000 35 4”
De 2001 a 3000 50 4”
De 3001 a 5000 95 4”
Obs: Esta Tabela, refere-se a seção mínima de condutores de cobre isolados.
TABELA 3

DIMENSIONAMENTO DE BARRAMENTO – 13,8 KV

POTÊNCIA FIO TUBO OCO OU BARRA VERGALHÃO


(KVA) (AWG) RETANGULAR ∅ NOMINAL)
(∅
(SEÇÃO EM MM2)

Até 800 4 20 1/4”

De 801 a 1500 4 30 5/16”


De 1501 a 2000 - 50 3/8”
De 2001 a 2500 - 65 3/8”
De 2501 a 5000 - 100 5/8”

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TABELA 04

CORRENTE DE AJUSTE DE RELÉS PRIMÁRIOS

POTÊNCIA EM TRANSFORMADOR CORRENTE DE AJUSTE


(KVA) (A)

226 a 250 12,0


251 a 300 14,5
301 a 350 17,0
351 a 400 19,5
401 a 450 21,5
451 a 500 24,0
501 a 550 26,5
551 a 600 29,0
601 a 650 31,5
651 a 700 34,0
701 a 750 36,0
751 a 800 38,5
801 a 850 41,0
851 a 900 43,5
901 a 950 46,0
951 a 1000 48,0

1. Os transformadores de reserva não devem ser considerados na potência;

2. Os relés devem ser instantâneos;

3. A corrente nominal dos reles deve ser escolhida de maneira a permitir a corrente de
ajuste indicada na tabela.

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TABELA 5
CORRENTES DE PLENA CARGA EM CIRCUITOS TRIFÁSICOS DE 13,8 KV

POTÊNCIA CORRENTE POTÊNCIA CORRENTE POTÊNCIA CORRENTE POTÊNCIA CORRENTE


(KVA) (A) (KVA) (A) (KVA) (A) (KVA) (A)

15 0,6 175 7,3 400 16,7 1000 41,8


30 1,3 200 8,4 450 18,8 1250 52,3
45 1,9 225 9,4 500 20,9 1500 62,8
75 3,1 250 10,5 600 25,3 1750 73,2
112,5 4,7 275 11,5 700 29,3 2000 83,7
125 5,2 300 12,6 800 33,5 2250 94,7
150 6,3 350 14,6 900 37,7 2500 104,6

TABELA 6
FORNECIMENTO EM ALTA TENSÃO COM MEDIÇÃO NA BAIXA TENSÃO 220/127 V

CONDUTORES COBRE B.T.


PROTEÇÃO ELET.
TRANSF TC (mm2)
. DIÂMET.
(A/A)
CHAVE DISJUNTOR MÍNIMO
KVA FUSÍVEL AO EM
BLINDADA TERMOMAG. ∅ pol)
(∅
(A) TEMPO ELETRODUTO
(A) (A)

15 - - - 40 10 10 1”

30 - - - 90 25 25 1 1/2”

45 200/5 200 125 125 35 (25) 50 (35) 2”

75 200/5 200 200 200 95 (50) 95 (50) 2 1/2”

112,5 300/5 400 300 300 150 (70) 2 x 70 (70) 2 1/2”

150 300/5 400 400 400 2x95 (95) 2 x 95 (95) 3”

225 500/5 600 600 600 2x150 (150) 2x185 (185) 4”

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OBSERVAÇÕES REFERENTE A TABELA 6:

1) Entre parênteses indica-se o condutor neutro, quando sua bitola for diferente do condutor
fase.

2) A corrente nominal do disjuntor termomagnético é referida a 40º C.

3) Deverá ser utilizado preferencialmente o disjuntor tripolar, podendo como segunda opção
ser utilizado a chave blindada..

4) Quando for utilizada chave blindada, os fusíveis empregados, deverão ser retardados tipo
“NH”.

5) A bitola indicada para os condutores é o valor mínimo admissível. Para cargas situadas a
grandes distâncias, redimensionar os condutores usados após a medição.

6) Os condutores deverão ser próprios para a temperatura de até 70º C no mínimo.

7) Multiplicando a corrente (em ampères) na tabela 5 pela constante 62,72 – obteremos a


corrente na Baixa Tensão. (lado de 220 V), se a relação de transformação empregada for
a nominal, ou seja, 13.800V/220V.

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TABELA 7

ESCOLHA DE ELOS FUSÍVEIS PARA PROTEÇÃO DE TRANSFORMADORES

TRANSFORMADORES TRIFÁSICOS

POTÊNCIA (kVA) ELO FUSÍVEL CHAVE FUSÍVEL


( AMPERES)

15 1H 100
30 2H 100
45 3H 100
75 5H 100
112,5 6K 100
150 6K 100
225 15 K 100

TABELA 7 A

ESCOLHA DE ELOS FUSÍVEIS PARA PROTEÇÃO DE RAMAIS

POTÊNCIA INSTALADA ELO FUSÍVEL CHAVE FUSÍVEL


(kVA) (AMPERES)

Até 75 6K 100
De 76 a 150 15 K 100
De 151 a 750 25 K 100

OBSERVAÇÕES:

1) A tabela refere-se em todos os casos, a tensão nominal de 13800 Volts entre fases.

2) No cômputo da potência total instalada não deverão ser considerados os transformadores


de reserva.

3) Quando a proteção do transformador for feita pela chave do ramal, a chave fusível será de
100 A, porém com elos dimensionados pela tabela 7.

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TABELA 8

PROTEÇÃO GERAL EM BAIXA TENSÃO

TRANSFORMADORES TRIFÁSICOS

POTÊNCIA FUSÍVEL DISJUNTOR TERMOMAGNÉTICO


(kVA) (A) (A)
15 40 40
30 100 90
45 125 125
75 200 200
112,5 300 300
150 400 400
225 600 600
300 800 800
500 2 X 630 1600
750 2 X 1000 2000
1000 3 X 1000 3000

OBSERVAÇÕES:

1) Para transformadores trifásicos de 500 a 750 kVA, a tabela indica dois fusíveis por fase
e para transformadores de 1000 kVA, três fusíveis por fase

2) Todos os fusíveis são do tipo “NH” retardados

3) Esta tabela não se aplica a transformadores com medição em baixa tensão, para os
quais vale a tabela 6

4) No caso de se usar proteção com fusíveis, a chave blindada deverá ter capacidade
conveniente, no mínimo de corrente nominal igual a dos fusíveis.
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TABELA 9

DISPOSITIVO DE PARTIDA DE MOTORES TRIFÁSICOS

TIPO POTÊNCIA DE MOTOR MÉTODO DE PARTIDA


(CV)

ATÉ 5 Direta

DE
DE 5 A 15 Chave estrela –triângulo
ROTOR CURTO CIRCUITO

E ACIMA DE 15 Compensador de partida


ASSÍNCRONO DE ROTOR BOBINADO
QUALQUER
Reostato
POTÊNCIA

OBSERVAÇÕES:

1) Em substituição a chave estrela-triângulo permitem-se as chaves de reatância, desde que


reduzam a tensão de partida a, pelo menos, 65 %.

2) No caso de compensadores, a tensão de partida deve ser reduzida no mínimo a 65 %.

3) Para o tipo rotor bobinado, deve existir um bloqueio que impeça a partida do motor com as
escovas levantadas.

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TABELA 10

POTÊNCIA DOS CONDICIONADORES DE AR

CAPACIDADE TÉRMICA POTÊNCIA


(Btu/h) ( KW )

Até 6000 1,2


7100 A 10000 1,4
12000 A 14000 2,0
16000 2,8
18000 A 19000 3,4
21000 A 26500 3,5
27000 A 30000 4,3

Para capacidade superior aos valores constante na tabela acima, o dimensionamento


deverá ser feito em função dos dados técnicos do fabricante.

TABELA 11

FATORES DE DEMANDA DE CONDICIONADORES DE AR

FATOR DE DEMANDA
NÚMEROS DE APARELHOS
(%)
01 A 10 100
11 A 20 86
21 A 30 80
31 A 40 78
41 A 50 75
51 A 75 70
76 A 100 65
Acima de 100 60

Para unidade central de ar condicionado, considerar o fator de demanda igual a 100 %.


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TABELA 12

FATORES DE APARELHOS DE AQUECIMENTO

FATOR DE DEMANDA FATOR DE DEMANDA


NÚMERO (%) NÚMERO (%)
DE DE
APARELHOS POTÊNCIA DE POTÊNCIA ACIMA APARELHOS POTÊNCIA DE POTÊNCIA ACIMA
ATÉ 3,5 KW DE 3,5 KW ATÉ 3,5 KW DE 3,5 kW

1 80 80 16 39 28
2 75 65 17 38 28
3 70 55 18 37 28
4 66 50 19 36 28
5 62 45 20 35 28
6 59 43 21 34 26
7 56 40 22 33 26
8 53 36 23 32 26
9 51 35 24 31 26
10 49 34 25 30 26
11 47 32 26 a 30 30 24
12 45 32 31 a 40 30 22
13 43 32 41 a 50 30 20
14 41 32 51 a 60 30 18
15 40 32 61 ou mais 30 16

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TABELA 13

CARGA MÍNIMA DE DEMANDA PARA INSTALAÇÕES DE ILUMINAÇÃO E TOMADAS

CARGA FATOR DE
DESCRIÇÃO MÍNIMA POTÊNCIA INSTALADA DEMANDA
(W/ m2) (kW) (%)

Auditórios, Salões p/ Exposições e


15 Total 100
semelhantes
Bancos, Lojas e semelhantes 40 Total 100

Indústria e semelhantes - Total 100

Barbearias, Salões de Beleza e


30 Total 100
semelhantes

Clubes e semelhantes 30 Total 100

Para os primeiros 12 kW. 100


Escolas e semelhantes 30
Para o que exceder de 12 kW. 50
Para os primeiros 20 KW. 100
Edifícios de escritórios, Escritórios 30
Para o que exceder de 20 kW. 70

Garagens comerciais e semelhantes 5 Total 100

Para os primeiros 50 kW. 50


Hospitais e semelhantes 20
Para o que exceder de 50 kW. 20
Para os primeiros 20 kW. 50
Hotéis e semelhantes 20
Para o que exceder de 20 kW. 40

Igrejas e semelhantes 15 Total 100


Para os primeiros 3 kW. 100
Prédio de Apartamentos e Residências 30 De 3 kW a 120 KW 35
Acima de 120 KW 25
Restaurantes e semelhantes 20 Total 100

Para os primeiros 50 kW. 50


Consultório Médicos e semelhantes 30
Para o que exceder de 50 kW. 20

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NOTAS REFERENTE A TABELA 13

1) A tabela se refere a carga mínima das instalações elétricas para iluminação e tomadas até
600 W, em função da área da construção, com os respectivos fatores de demanda.

2) Em qualquer dos casos constantes desta tabela, nas áreas destinadas a corredores e
passagens, bem como almoxarifados, rouparias e depósitos de materiais em geral, será
considerada a carga mínima de 5 W/m2 com demanda de 100 %.

3) Os alimentadores do recinto em que, por natureza toda a carga seja utilizada


simultaneamente (sala de operações, salões de baile, recepções e semelhantes) deverão
ser considerados com o fator de demanda de 100 %.

4) No caso de lojas, dever-se-á computar uma carga de 700 W/m2 de vitrine, medida
horizontalmente ao longa de sua base.

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TABELA 14

FATORES DE DEMANDA

DE MOTORES E MÁQUINAS DE SOLDA TIPO MOTOR GERADOR

FATOR DE DEMANDA (%)

POTÊNCIA
N.º DE MOTORES
CV
1 2 3 MAIS DE 5

De 1/6 a 1,0 90 80 70 60

De 1,5 a 7,5 85 75 65 58

De 10 a 25 78 70 60 55

De 30 a 200 70 63 58 50

Foram adotados valores médios do fator de potência e rendimento, conforme indicação de


fabricantes.

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CAIXA PARA MEDIÇÃO INDIVIDUAL

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DIAGRAMA UNIFILAR

NOTAS:

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RELAÇÃO DE MATERIAIS

Quantidade
Item Unid DISCRIMINAÇÃO
C DT
01 pç 01 01 Poste de concreto 300 Kgf
02 pç V V Pasta anti-óxido
03 pç 02 02 Cruzeta de concreto 90 x 90 x 2000 mm
04 pç 06 06 Isolador de pino para 15 kV
05 pç 06 06 Pino para isolador de 15 kV
06 pç 03 03 Pára-Raios tipo válvula classe 15 kV com ferragens
07 pç - - Conector adequado
08 pç 02 - Sela para cruzeta de 110 mm
09 pç 04 04 Mão francesa normal de 710 mm
10 kg V V Fio de cobre nu 16 mm2
11 kg V V Fio de cobre nu 25 mm2
12 pç 02 02 Conector tipo parafuso fendido tamanho adequado
13 pç 07 07 Conector paralelo de alumínio bimetálico tamanho adequado
14 kg V V Grampo de cerca
15 pç 02 02 Suporte para instalação de transformador
16 pç 01 01 Transformador de distribuição trifásico
17 pç 06 04 Cinta para poste de concreto com parafusos e porcas tam. adequado
18 pç 02 02 Armação secundária de 2 estribos
19 pç 04 04 Isolador de porcelana para baixa tensão tipo roldana
20 m V V Eletroduto de ferro esmaltado
21 pç 02 02 Curva de 135 º
22 pç 02 02 Luva de emenda
23 par 02 02 Bucha e contra bucha
24 m V V Arame de ferro galvanizado n.º 12 BWG
25 m V V Condutor de cobre isolado para 750 v
26 kg V V Condutor de cobre nu (neutro)
27 pç 01 01 Caixa para medidor trifásico
28 pç 01 01 Mureta de alvenaria
29 pç V V Haste para terra com conector adequado
30 pç 01 01 Caixa de alvenaria para aterramento
31 pç 01 01 Caixa de passagem para saída subterrânea (opcional)
32 kg V V Cabo de cobre nu 25 mm2 p/ interlig. das hastes e desc dos P/Raios
33 pç 02 02 Parafuso de rosca dupla ( passante) 16 mm (5/8”) comp. adequado
34 pç - 02 Parafuso máquina 16 mm (5/8) comprimento adequado
35 pç 04 04 Parafuso francês de 9,5 mm (3/8”) x 115 mm ( 4 1/2”)
36 pç 06 04 Parafuso francês de 16 mm (5/8”) x 45 mm (1 3/4”)

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Quantidade
Item Unid DISCRIMINAÇÃO
C DT
37 pç 02 - Parafuso francês de 16 mm (5/8”) x 150 mm (6”)
38 pç 01 01 Parafuso
39 pç 16 14 Porca quadrada para parafuso de 16 mm (5/8”)
40 pç 04 04 Porca quadrada para parafuso de 9,5 mm ( 3/8”)
41 pç 10 10 Arruela quadrada 57 mm ( 2 1/4”) com ferro 18 mm (11/16”)
42 pç 04 04 Arruela redonda com furo 11 mm (7/16”)
43 pç - 01 Arruela de pressão furo 17,5 mm (11/16”)

APROVAÇÃO
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FORNECIMENTO DE TENSÃO PRIMÁRIA – VERSÃO VIGÊNCIA
NORMA 13,8KV 22/10/2001

SUBESTAÇÃO DE TRANSFORMAÇÃO E MEDIÇÃO EM B.T.,


POTÊNCIA ATE 30 kVA- INCLUSIVE SEM MURETA

DIAGRAMA UNIFILAR

DETALHES DE FIXAÇÃO DA CAIXA


B

DE MEDIÇÃO

A A
B

FRENTE CORTE A A CORTE B B

NOTAS:
1) TODAS AS MEDIDIDAS SÃO MÍNIMAS E ESTÃO EM MILÍMETROS
2) A CAIXA DE PROTEÇÃO DA HASTE DE TERRA, DEVERÁ OBEDECER O DETALHE “ 1 “ DA PÁGINA 92.
3) O DISJUNTOR DE PROTEÇÃO GERAL DEVERÁ OBEDECER A TABELA 6
4) ALTURA PADRONIZADA CONFORME A UTILIZAÇÃO DO LOCAL DE ACESSO

APROVAÇÃO
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NORMA 13,8KV 22/10/2001

RELAÇÃO DE MATERIAIS

Quantidade
Item Unid DISCRIMINAÇÃO
C DT
01 pç 01 01 Poste de concreto 300 Kgf
02 pç V V Pasta anti-óxido
03 pç 02 02 Cruzeta de concreto 90 x 90 x 2000 mm
04 pç 06 06 Isolador de pino para 15 kV
05 pç 06 06 Pino para isolador de 15 kV
06 pç 03 03 Pára-Raios tipo válvula classe 15 kV com ferragens
07 pç - - Conector adequado
08 pç 02 - Sela para cruzeta de 110 mm
09 pç 04 04 Mão francesa normal de 710 mm
10 kg V V Fio de cobre nu 16 mm2
11 kg V V Fio de cobre nu 25 mm2
12 pç 02 02 Conector tipo parafuso fendido
13 pç 07 07 Conector paralelo de alumínio bimetálico tamanho adequado
14 kg V V Grampo de cerca
15 pç 02 02 Suporte para instalação de transformador
16 pç 01 01 Transformador de distribuição trifásico
17 pç - 05 Cinta para poste de concreto com parafusos e porcas tam. adequado
18 pç 02 02 Armação secundária de 2 estribos
19 pç 04 04 Isolador de porcelana para baixa tensão tipo roldana
20 m V V Eletroduto de ferro esmaltado
21 pç 02 02 Curva de 135 º
22 pç 02 02 Luva de emenda
23 par 02 02 Bucha e contra bucha
24 m V V Arame de ferro galvanizado n.º 12 BWG
25 m V V Condutor de cobre isolado para 750 v
26 kg V V Condutor de cobre nu (neutro)
27 pç 01 01 Caixa para medidor trifásico
28 pç 01 01 Suporte para caixa de medição
29 pç V V Haste para terra com conector adequado
30 pç 01 01 Caixa de alvenaria para aterramento
31 pç 01 01 Caixa de passagem para saída subterrânea (opcional)
32 kg V V Cabo de cobre nu 25 mm2 p/ interlig. das hastes e desc dos P/Raios
33 pç 02 02 Parafuso de rosca dupla ( passante) 16 mm (5/8”) comp. adequado
34 pç - 02 Parafuso máquina 16 mm (5/8) comprimento adequado
35 pç 04 04 Parafuso francês de 9,5 mm (3/8”) x 115 mm ( 4 1/2”)
36 pç 06 04 Parafuso francês de 16 mm (5/8”) x 45 mm (1 3/4”)

APROVAÇÃO
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Quantidade
Item Unid DISCRIMINAÇÃO
C DT
37 pç 02 - Parafuso francês de 16 mm (5/8”) x 150 mm (6”)
38 pç 01 01 Parafuso
39 pç 04 04 Parafuso com porca e arruela de 5 mm (3/16”) x 19,5 mm (3/4)
40 pç 16 14 Porca quadrada para parafuso de 16 mm (5/8”)
41 pç 04 04 Porca quadrada para parafuso de 9,5 mm (5/8”)
42 pç 10 10 Arruela quadrada 57 mm ( 2 1/4”) com furo ø 18 mm (11/16”)
43 pç 04 04 Arruela de pressão furo 11 mm (7/16”)
44 pç - 01 Arruela de pressão furo 17,5 mm (11/16”)

APROVAÇÃO
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SUBESTAÇÃO DE TRANSFORMAÇÃO E MEDIÇÃO EM B.T.,


POTÊNCIA DE 45 A 150 kVA- INCLUSIVE SEM MURETA

DIAGRAMA UNIFILAR

NOTAS:
1) TODAS AS MEDIDIDAS SÃO MÍNIMAS E ESTÃO EM MILÍMETROS
2) A CAIXA DE PROTEÇÃO DA HASTE DE TERRA, DEVERÁ OBEDECER O DETALHE “ 1 “ DA PÁGINA 92.
3) O DISJUNTOR DE PROTEÇÃO GERAL DEVERÁ OBEDECER A TABELA 6
4) ALTURA PADRONIZADA CONFORME A UTILIZAÇÃO DO LOCAL DE ACESSO

APROVAÇÃO
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NORMA 13,8KV 22/10/2001

RELAÇÃO DE MATERIAIS

Quantidade
Item Unid DISCRIMINAÇÃO
C DT
01 pç 01 01 Poste de concreto 600 Kgf
02 pç V V Pasta anti-óxido
03 pç 02 02 Cruzeta de concreto 90 x 90 x 2000 mm
04 pç 06 06 Isolador de pino para 15 kV
05 pç 06 06 Pino para isolador de 15 kV
06 pç 03 03 Pára-Raios tipo válvula classe 15 kV com ferragens
07 pç - - Conector adequado
08 pç 02 - Sela para cruzeta de 110 mm
09 pç 04 04 Mão francesa normal de 710 mm
10 kg V V Fio de cobre nu 16 mm2
11 kg V V Fio de cobre nu 25 mm2
12 pç 02 02 Conector tipo parafuso fendido tamanho adequado
13 pç 07 07 Conector paralelo de alumínio bimetálico tamanho adequado
14 kg V V Grampo de cerca
15 pç 02 02 Suporte para instalação de transformador
16 pç 01 01 Transformador de distribuição trifásico
17 pç 06 04 Cinta para poste de concreto com parafusos e porcas tam. adequado
18 pç 02 02 Armação secundária de 2 estribos
19 pç 04 04 Isolador de porcelana para BT tipo roldana
20 m V V Eletroduto de ferro esmaltado
21 pç 02 02 Curva de 135 º
22 pç 02 02 Luva de emenda
23 par 02 02 Bucha e contra bucha
24 m V V Arame de ferro galvanizado n.º 12 BWG
25 m V V Condutor de cobre isolado para 750 V
26 kg V V Condutor de cobre nu (neutro)
27 pç 01 01 Caixa para medidores de demanda e energia reativa
28 pç 01 01 Caixa para transformador de corrente
29 pç 01 01 Caixa Blindada p/ chave faca tripolar ou disjuntor termomagnético
30 pç 01 01 Chave faca com fus. tipo “NH” ou disj. termom. dimens adequado
31 pç 01 01 Terminal estanhado dimensionamento adequado
32 kg V V Mureta de alvenaria de 2.200 x 2.000 largura adequada
33 pç 02 02 Haste para terra com conector adequado
34 pç - 02 Caixa de alvenaria para aterramento
35 pç 04 04 Caixa de passagem para saída subterrânea (opcional)
36 pç 06 04 Cabo de cobre nu 25 mm2 p/ interlig. das hastes e descida dos P/Raios

APROVAÇÃO
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NORMA 13,8KV 22/10/2001

Quantidade
Item Unid DISCRIMINAÇÃO
C DT
37 pç 02 - Parafuso passante 5/8” comprimento adequado
38 pç 01 01 Parafuso máquina 16 mm (5/8”) comprimento adequado
39 pç 16 14 Parafuso francês de 9,5 mm (3/8”) c 115 mm ( 4 1/2”)
40 pç 04 04 Parafuso francês de 16 mm (5/8”) x 45 mm (1 3/4”)
41 pç 02 - Parafuso francês de 16 mm (5/8”) x 150 mm (6”)
42 pç 01 01 Parafuso
43 pç 16 14 Porca quadrada para parafuso de 16 mm (5/8”)
44 pç 04 04 Porca quadrada para parafuso de 9,5 mm (3/8”)
45 pç 10 10 Arruela quadrada 57 mm ( 2 1/4”) com ferro 18 mm (11/16”)
46 pç 04 04 Arruela redonda com furo 11 mm (7/16”)
47 pç - 01 Arruela de pressão furo 17,5 mm (11/16”)

APROVAÇÃO
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SUBESTAÇÃO DE TRANSFORMAÇÃO E MEDIÇÃO EM B.T.,


POTÊNCIA DE 45 A 150 kVA- INCLUSIVE SEM MURETA

DIAGRAMA UNIFILAR

DETALHES DE FIXAÇÃO DA CAIXA


B

DE MEDIÇÃO

A A
B

CORTE A A CORTE B B
FRENTE

NOTAS:
1) TODAS AS MEDIDIDAS SÃO MÍNIMAS E ESTÃO EM MILÍMETROS
2) A CAIXA DE PROTEÇÃO DA HASTE DE TERRA, DEVERÁ OBEDECER O DETALHE “ 1 “ DA PÁGINA 92.
3) O DISJUNTOR DE PROTEÇÃO GERAL DEVERÁ OBEDECER A TABELA 6
4) ALTURA PADRONIZADA CONFORME A UTILIZAÇÃO DO LOCAL DE ACESSO

APROVAÇÃO
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FORNECIMENTO DE TENSÃO PRIMÁRIA – VERSÃO VIGÊNCIA
NORMA 13,8KV 22/10/2001

RELAÇÃO DE MATERIAIS

Quantidade
Item Unid DISCRIMINAÇÃO
C DT
01 pç 01 01 Poste de concreto 600 Kgf
02 pç V V Pasta anti-óxido
03 pç 02 02 Cruzeta de concreto 90 x 90 x 2000 mm
04 pç 06 06 Isolador de pino para 15 kV
05 pç 06 06 pino de Isolador para 15 kV
06 pç 03 03 Pára-Raios tipo válvula classe 15 kV com ferragens
07 pç - - Conector adequado
08 pç 02 - Sela para cruzeta de 110 mm
09 pç 04 04 Mão francesa normal de 710 mm
10 kg V V Fio de cobre nu 16 mm2
11 kg V V Fio de cobre nu 25 mm2
12 pç 02 02 Conector tipo parafuso fendido tamanho adequado
13 pç 07 07 Conector paralelo de alumínio bimetálico tamanho adequado
14 kg V V Grampo de cerca
15 pç 02 02 Suporte para instalação de transformador
16 pç 01 01 Transformador de distribuição trifásico
17 pç 01 01 Caixa para transformador de corrente
18 pç 02 02 Caixa para medidor de demanda e energia ativa/reativa
19 pç 01 01 Caixa blindada para chave faca tripolar ou disjuntor termomagnético
20 pç 01 01 Chave faca com fus. tipo “NH” ou disjuntor termom. dimens. adequado
21 pç 06 06 Terminal estanhado dimensionamento adequado
22 pç 02 02 Suporte para caixa de TC e medição tamanho adequado
23 pç 08 06 Cinta para poste de concreto com parafuso e porcas tam. adequado
24 pç 02 02 Armação secundária de 2 estribos
25 pç 04 04 Isolador de porcelana para BT tipo roldana
26 m V V Eletroduto de ferro esmaltado 1”
27 pç 02 02 Curva 90 º
28 par 04 07 Bucha e contra bucha
29 m V V Arame de ferro galvanizado n.º 12 BWG
30 m V V Condutor de cobre isolado para 750 V
31 kg V V Condutor de cobre nu (neutro)
32 pç V V Haste para terra com conector adequado
33 pç V V Caixa de alvenaria para aterramento
34 pç V V Cabo cobre nu 25 mm2 p/ interligação das hastes e des. dos P/raios
35 pç 02 02 Parafuso passante 16 mm (5/8”) comprimento adequado
36 pç - 04 Parafuso máquina 16 mm (5/8”) comprimento adequado

APROVAÇÃO
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Quantidade
Item Unid DISCRIMINAÇÃO
C DT
37 pç 04 04 Parafuso francês de 9,5 mm (3/8”) x 115 mm ( 4 1/2”)
38 pç 06 04 Parafuso francês de 16 mm (5/8”) x 45 mm (1 3/4”)
39 pç 02 - Parafuso francês de 16 mm (5/8”) x 150 mm (6”)
40 pç - 1 Parafuso
41 pç 08 08 Parafuso com porca e arruela de 5,0 mm (3/16”) x 19,5 mm (3/4”)
42 pç 16 14 Porca quadrada para parafuso de 16 mm (5/8”)
43 pç 04 04 Porca quadrada para parafuso de 9,5 mm ( 3/8”)
44 pç 10 10 Arruela quadrada 57 mm ( 2 1/4”) com ferro 18 mm (11/16”)
45 pç 04 04 Arruela redonda com furo 11 mm (7/16”)
46 pç - 04 Arruela de pressão furo 17,5 mm (11/16”)

APROVAÇÃO
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NORMA 13,8KV 22/10/2001

SUBESTAÇÃO DE TRANSFORMAÇÃO E MEDIÇÃO EM B.T.,


POTÊNCIA DE 45 A 225 kVA - INCLUSIVE

DIAGRAMA UNIFILAR

NOTAS:
1) TODAS AS MEDIDIDAS SÃO MÍNIMAS E ESTÃO EM MILÍMETROS
2) A CAIXA DE PROTEÇÃO DA HASTE DE TERRA, DEVERÁ OBEDECER O DETALHE “ 1 “ DA PÁGINA 92.
3) A CHAVE OU DISJUNTOR DE PROTEÇÃO GERAL DEVERÁ OBEDECER A TABELA 6
4) PARA FIXAÇÃO DAS CRUZETAS DOS TRANSFORMADORES DE 150 A 225 KVA, INCLUSIVE, VERIFICAR OS
DETALHES DA PÁGINA 93
5) A ALTURA PADRONIZADA CONFORME A UTILIZAÇÃO DO LOCAL DE ACESSO

APROVAÇÃO
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FORNECIMENTO DE TENSÃO PRIMÁRIA – VERSÃO VIGÊNCIA
NORMA 13,8KV 22/10/2001

RELAÇÃO DE MATERIAIS

Quantidade
Item Unid DISCRIMINAÇÃO
C DT
01 pç 02 02 Poste de concreto 300 Kgf
02 pç V V Pasta anti-óxido
03 pç 04 04 Cruzeta de aço perfilado cantoneira de 75 x 75 x 8 mm e 2400 mm comprim.
04 pç 06 06 Isolador de pino para 15 kV
05 pç 06 06 Pino para isolador de 15 kV
06 pç 03 03 Pára-Raios tipo válvula classe 15 kV com ferragens
07 pç - - Conector adequado
08 pç 08 - Sela para cruzeta de 110 mm
09 pç V V Fio de cobre nu 16 mm2
10 kg V V Fio de cobre nu 25 mm2
11 pç 02 02 Conector tipo parafuso fendido
12 pç 07 07 Conector paralelo de alumínio bimetálico tamanho adequado
13 kg 07 07 Grampo de cerca
14 pç 02 02 Prensa fio com três (03) parafusos
15 m V V Cabo de aço de 1/4” SM
16 pç 01 01 Transformador de distribuição trifásico
17 pç 01 01 Suporte para fixação de eletroduto
18 pç 08 04 Cinta para poste de concreto com parafusos e porcas tam. adequado
19 pç 02 02 Armação secundária de 2 estribos
20 pç 04 04 Isolador de porcelana para baixa tensão tipo roldana
21 m V V Eletroduto de ferro esmaltado º
22 pç 02 02 Curva de 135
23 par 02 02 Luva de emenda
24 par 02 02 Bucha e contra bucha
25 m V V Arame de ferro galvanizado n.º 12 BWG
26 m V V Condutor de cobre isolado para 750 v
27 kg V V Condutor de cobre nu (neutro)
28 pç 01 01 Caixa para medidor trifásico
29 pç 01 01 Caixa para transformadores de corrente tamanho adequado
30 pç 01 01 Caixa blindada para chave faca tripolar ou disjuntor termomagnético
31 pç 01 01 Chave faca com fus. tipo “NH” ou disjuntor termom. dimens. adequado
32 pç 06 06 Terminal estanhado dimensionamento adequado
33 - 01 01 Mureta de alvenaria 2.200 x 2.000 largura adequada
34 pç V V Haste para terra com conector adequado
35 pç 01 01 Caixa de alvenaria para aterramento
36 pç 01 01 Caixa de passagem para saída subterrânea (opcional)

APROVAÇÃO
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NORMA 13,8KV 22/10/2001

Quantidade
Item Unid DISCRIMINAÇÃO
C DT
37 Kg V V Cabo de cobre nu 25 mm2 para interligação das hastes de terra
38 pç 01 05 Parafuso passante 16 mm (5/8”) comprimento adequado
39 pç - 02 Parafuso máquina 16 mm (5/8”) comprimento adequado
40 pç 08 - Parafuso francês de 16 mm (5/8”) x 150 mm (6”)
41 pç 12 22 Porca quadrada para parafuso de 16 mm (5/8”)
42 - 12 22 Arruela quadrada 57 mm ( 2 1/4”) com furo 18 mm (11/16”)

APROVAÇÃO
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NORMA 13,8KV 22/10/2001

SUBESTAÇÃO DE TRANSFORMAÇÃO E MEDIÇÃO EM B.T.,


POTÊNCIA DE 45 A 225 kVA - INCLUSIVE

DIAGRAMA UNIFILAR

DETALHES DE FIXAÇÃODA CAIXA


B

DE MEDIÇÃO

A A
B

CORTE A A CORTE B B
FRENTE

NOTAS:
1) TODAS AS MEDIDIDAS SÃO MÍNIMAS E ESTÃO EM MILÍMETROS
2) A CAIXA DE PROTEÇÃO DA HASTE DE TERRA, DEVERÁ OBEDECER O DETALHE “ 1 “ DA PÁGINA 92.
3) A CHAVE OU DISJUNTOR DE PROTEÇÃO GERAL DEVERÁ OBEDECER A TABELA 6
4) PARA FIXAÇÃO DAS CRUZETAS DOS TRANSFORMADORES DE 150 A 225 KVA, INCLUSIVE, VERIFICAR OS
DETALHES DA PÁGINA 93
5) A ALTURA PADRONIZADA CONFORME A UTILIZAÇÃO DO LOCAL DE ACESSO

APROVAÇÃO
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FORNECIMENTO DE TENSÃO PRIMÁRIA – VERSÃO VIGÊNCIA
NORMA 13,8KV 22/10/2001

RELAÇÃO DE MATERIAIS

Quantidade
Item Unid DISCRIMINAÇÃO
C DT
01 pç 02 02 Poste de concreto 300 Kgf
02 pç V V Pasta anti-óxido
03 pç 04 04 Cruzeta de aço perfilado cantoneira de 75 x 75 x 8 mm e 2400 mm comprim.
04 pç 06 06 Isolador de pino para 15 kV
05 pç 06 06 Pino para Isolador de 15 kV
06 pç 03 03 Pára-Raios tipo válvula para distribuição com ferragens
07 pç - - Conector adequado
08 pç 08 - Sela para cruzeta de 110 mm
09 kg V V Fio de cobre nu 16 mm2
10 kg V V Fio de cobre nu 25 mm2
11 pç 03 03 Conector tipo parafuso fendido
12 pç 07 07 Conector paralelo de alumínio bimetálico tamanho adequado
13 kg V V Grampo de cerca
14 pç 02 02 Prensa fio com três (03) parafusos
15 m V V Cabo de aço de 1/4” SM
16 pç 01 01 Transformador de distribuição trifásico
17 pç 01 01 Caixa para transformador de corrente
18 pç 01 01 Caixa para medidores de demanda e energia reativa
19 pç 01 01 Caixa blindada para chave faca tripolar ou disjuntor termomagnético
20 pç 01 01 Chave faca com fusível do tipo “NH” ou disjuntor termomagnético
21 pç 06 06 Terminal estanhado dimensionado adequado
22 pç 02 02 Suporte para caixa de TC e medição tamanho adequado
23 pç 10 06 Cinta para poste de concreto com parafuso e porcas tamanho adequado
24 par 02 02 Armação secundária de 2 estribos
25 pç 04 04 Isolador de porcelana para baixa tensão tipo roldana
26 pç 04 04 Eletroduto de ferro esmaltado 1”
27 pç 02 02 Curva de 90 º
28 pç 04 04 Bucha e contra bucha
29 m V V Arame de ferro galvanizado n.º 12 BWG
30 m V V Condutor de cobre isolado para 750 v
31 kg V V Condutor de cobre nu (neutro)
32 pç V V Haste para terra com conector adequado
33 pç 01 01 Caixa de alvenaria para medição de terra
34 kg V V Cabo de cobre nu 25 mm2
35 pç 01 05 Parafuso passante 16 mm (5/8”) comprimento adequado
36 pç - 02 Parafuso máquina 16 mm (5/8”) comprimento adequado

APROVAÇÃO
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NORMA 13,8KV 22/10/2001

Quantidade
Item Unid DISCRIMINAÇÃO
C DT
37 pç 08 08 Parafuso com porca e arruela de 5,0 mm (3/16”) x 19,5 mm (3/4”)
38 pç 12 22 Porca quadrada para parafuso de 16 mm (5/8”)
39 pç 12 22 Arruela quadrada 57 mm ( 2 1/4”) com furo 18 mm (11/16”)
40 pç 08 - Parafuso francês de 16 mm (5/8”) x 150 mm (6”)

APROVAÇÃO
ATA Nº DATA POR Página 66 de 102
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FORNECIMENTO DE TENSÃO PRIMÁRIA – VERSÃO VIGÊNCIA
NORMA 13,8KV 22/10/2001

SUBESTAÇÃO DE TRANSFORMAÇÃO E MEDIÇÃO EM B.T.,


POTÊNCIA ATÉ 225 kVA - INCLUSIVE
B

CORTE -AA
B CORTE -BB
D

A A

VISTA -DD

CORTE -CC
NOTAS:
1) TODAS AS MEDIDAS ESTÃO EM MILÍMETROS E SÃO MEDIDAS MÍNINAS
2) DETALHE DO ATERRAMENTO VERIFICAR O DESENHO DA PÁGINA 92

APROVAÇÃO
ATA Nº DATA POR Página 67 de 102
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NORMA 13,8KV 22/10/2001

RELAÇÃO DE MATERIAIS

ITEM UNID QUANT DISCRIMINAÇÃO

01 pç 01 Estrutura de alvenaria
02 pç 01 Porta metálica ou revestida de chapa metálica de 800 x 2.100 mm
03 pç V Janela de iluminação natural
Grade de proteção com armação de cantoneira e tela de arame galvan. com
04 pç V
malha de 13 mm no máx. p/ proteção de janela de ilumin. natural
05 pç V Veneziana para ventilação natural
Grade de proteção removível com armação de cantoneira e tela de arame
06 pç 01
galvanizado com malha de 20 mm no máximo
07 pç V Arandela para iluminação artificial
08 pç 01 Extintor de incêndio CO2 - 6 kg no mínimo
09 kg V Cabo de alumínio nu, bitola adequada
10 pç 03 Conector paralelo bimetálico
11 pç 03 Manilha sapatilha de aço laminado
12 pç 03 Alça preformada tamanho adequado
13 pç 06 Isolador tipo disco de 150 mm (6”), classe 15 kV
14 pç 03 Gancho de suspensão
15 pç 03 Olhal para parafuso 16 mm (5/8”)
16 pç 03 Parafuso máquina de 16 (5/8”) x 250 (10”) mm
17 kg V Fio de cobre nu 16 mm2
18 pç 06 Conector tipo parafuso fendido para fio de cobre
19 pç 03 Pára-Raios tipo válvula classe 15 kV
Chumbador de ferro galvanizado adaptado a ferragem do P/-Raios, de tam.
20 pç 03
adequado
21 pç 03 Isolador de passagem tipo interno-externo classe 15 kV
22 pç 01 Chapa de ferro galvanizado de 3,5 (1/8”) x 700 x 1.700 mm
23 pç 03 Isolador de pedestal, classe 15 kV
24 pç 01 Barra de ferro chato, ou cantoneira chumbada na parede tam. adequado
25 m V Barramento de cobre nu
26 pç 01 Seccionador tripolar classe 15 kV
27 pç 02 Suporte para secc. tripolar em barra ferro chato ou cantoneira, tam adeq
28 pç 01 Alavanca de manobra para seccionador tripolar
29 pç 01 Transformador de distribuição trifásico
Caixa de blindagem para buchas secundárias do transformador, tamanho
30 pç 01
adequado,
31 par 03 Bucha e contra bucha tamanho adequado
32 m V Eletroduto de ferro esmaltado tamanho adequado
33 pç 02 Curva de 90
34 pç 04 Luva de emenda para curva de 90

APROVAÇÃO
ATA Nº DATA POR Página 68 de 102
TÍTULO CÓDIGO

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FORNECIMENTO DE TENSÃO PRIMÁRIA – VERSÃO VIGÊNCIA
NORMA 13,8KV 22/10/2001

ITEM UNID QUANT DISCRIMINAÇÃO

35 pç 01 Caixa para medidor de demanda e energia reativa


36 pç 01 Caixa para transformador de corrente
37 pç 01 Caixa blindada para chave faca tripolar ou disjuntor termomagnético
38 m V Condutor de cobre isolado para 750
39 kg V Condutor de cobre nu (neutro
Chave faca tripolar com fusíveis retardados tipo “NH” ou disjuntor
40 pç 01
termomagnético
41 pç 06 Terminal estanhado dimensionamento adequado
42 pç V Haste para terra com conector adequado
43 pç V Haste para terra com conector adequado
44 kg V Cabo de cobre nu 25 mm2 para interligação das hastes e des. do P/Raios
45 pç V Conector adequado para aterramento das partes metálicas
46 pç V Isolador de material não magnético para descida de terra dos P/Raios

APROVAÇÃO
ATA Nº DATA POR Página 69 de 102
TÍTULO CÓDIGO

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NORMA 13,8KV 22/10/2001

SUBESTAÇÃO DE TRANSFORMAÇÃO E MEDIÇÃO EM B.T.,


POTÊNCIA ATÉ 225 kVA - INCLUSIVE

B D

C C

B D
VISTA -BB
CORTE- AA

A
A

CORTE- DD

CORTE- CC

NOTAS:
1) TODAS AS MEDIDAS ESTÃO EM MILÍMETROS E SÃO MEDIDAS MÍNINAS
2) DETALHE DO ATERRAMENTO VERIFICAR O DESENHO DA PÁGINA 92

APROVAÇÃO
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FORNECIMENTO DE TENSÃO PRIMÁRIA – VERSÃO VIGÊNCIA
NORMA 13,8KV 22/10/2001

RELAÇÃO DE MATERIAIS

ITEM UNID QUANT DISCRIMINAÇÃO

01 pç 01 Estrutura de alvenaria
02 pç 01 Caixa de alvenaria para passagem de cabo subterrâneo
03 m V Caso isolado para 15 kV dimensionamento conforme tabela nº 2
04 m V Eletroduto de ferro esmaltado
05 pç V Suporte para fixação do eletroduto
06 pç V Mufla terminal para cabo isolado
07 pç V Suporte para mufla em barra de ferro chato ou cantoneira tam. adequado
08 m V Barramento de cobre nu
09 pç 01 Seccionador tripolar classe 15 kV
Suporte para seccionadora. tripolar em barra de ferro chato ou cantoneira, tam.
10 pç 01
adequado
11 pç 01 Alavanca de manobra para seccionador tripolar
12 pç 01 Transformador de distribuição trifásico
Caixa de blindagem para buchas secundárias do transf. tam. adequado, com
13 pç 01
dispositivo de lacre
14 par 03 Bucha e contra bucha tamanho adequado
15 pç V Eletroduto rígido pesado ou cano de ferro galv para B.T. dim. adequado
16 pç 02 Curva de 90º
17 pç 04 Luva de emenda para curva de 90º
18 m V Condutor de cobre isolado para 750 V
19 kg V Condutor de cobre nu (neutro)
20 pç 01 Caixa para medidores de demanda e energia reativa
21 pç 01 Caixa para transformador de corrente
22 pç 01 Caixa blindada para chave faca tripolar ou disjuntor
23 pç 01 Chave faca tripolar com fusível tipo “NH” ou disjuntor termomagnético
24 pç 06 Terminal estanhado dimensionamento adequado
25 pç V Haste para terra com conector adequado
26 pç V Caixa de alvenaria para aterramento
27 kg V Cabo de cobre nu 25 mm2 para interligação das hastes de terra
28 kg V Fio de cobre nu 16 mm2
29 pç 01 Conector adequado para aterramento das partes metálicas
30 pç 01 Porta chapa metálica de 1.200 x 2.100 mm
31 par V Janela de iluminação natural
Grade de proteção com armação de cantoneira e tela de arame gal. com malha 13
32 pç V
mm no máximo para proteção de janela de iluminação natural
33 pç V Veneziana para ventilação natural
APROVAÇÃO
ATA Nº DATA POR Página 71 de 102
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FORNECIMENTO DE TENSÃO PRIMÁRIA – VERSÃO VIGÊNCIA
NORMA 13,8KV 22/10/2001

ITEM UNID QUANT DISCRIMINAÇÃO


Grade de proteção removível com armação de cantoneira e tela, de arame
34 pç 01
galvanizado com malha de 20 mm no máximo
35 pç V Arandela para iluminação artificial
36 pç 01 Extintor de incêndio - CO2 de 6 Kg no mínimo
37 - - Sistema de drenagem com caixa de coleta de óleo

APROVAÇÃO
ATA Nº DATA POR Página 72 de 102
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NORMA 13,8KV 22/10/2001

SUBESTAÇÃO DE MEDIÇÃO EM A.T.


POTÊNCIA ATÉ 225 kVA - INCLUSIVE

LINHA
CARGA
A A

CORTE- CC CORTE- BB
B

C C
B

DETALHE -A
CORTE- AA

NOTAS:
1) TODAS AS MEDIDAS ESTÃO EM MILÍMETROS E SÃO MEDIDAS MÍNINAS
2) DETALHE DO ATERRAMENTO VERIFICAR O DESENHO DA PÁGINA 92

APROVAÇÃO
ATA Nº DATA POR Página 73 de 102
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FORNECIMENTO DE TENSÃO PRIMÁRIA – VERSÃO VIGÊNCIA
NORMA 13,8KV 22/10/2001

RELAÇÃO DE MATERIAIS

ITEM UNID QUANT DISCRIMINAÇÃO

01 pç 01 Estrutura de alvenaria
02 pç V Porta metálica ou revestida de chapa metálica de 800 x 2.100 mm
Grade de proteção com armação de cantoneira e tela de arame galvan. com
03 pç V
malha de 13 mm no máx. p/ proteção de janela de ilumin. natural
04 pç V Veneziana para ventilação natural
Grade de proteção removível com armação de cantoneira e tela de arame
05 pç 01
galvanizado com malha de 20 mm no máximo
06 kg V Cabo de alumínio nu bitola adequada
07 pç 06 Conector paralelo bimetálico, tamanho adequado
08 pç 06 Alça preformada tamanho adequado
09 pç 06 Manilha sapatilha de aço laminado
10 pç 12 Isolador tipo disco de 150 mm (6”), classe 15 kV
11 pç 06 Gancho de suspensão
12 pç 06 Olhal para parafuso 16 mm (5/8”)
13 pç 06 Parafuso máquina de 16 (5/8”) x 250 (10”) mm
14 kg V Fio de cobre nu 16 mm2
15 pç 11 Conector tipo parafuso fendido tamanho adequado
16 pç 06 Pára-Raios tipo válvula classe 15 kV
Chumbador de ferro galvanizado adaptado a ferragem do P/Raios, de tamanho
17 pç 06
adequado
18 pç 06 Isolador de passagem tipo interno-externo, classe 15 kV
19 pç 09 Isolador de pedestal classe 15 KV
20 pç 02 Chapa de ferro galvanizado 3,5 mm (1/8”) x 700 x 1.700 mm
Barramento de cobre nu Barra de ferro chato ou cantoneira chumbada na
21 kg V
parede de tam. adeqdo
22 pç 03 Seccionador tripolar classe 15 kV
Suporte para seccionadora tripolar em barra de ferro chata ou cantoneira
23 pç 01
tamanho adequado.
24 pç 01 Alavanca de manobra para seccionador tripolar
25 pç 01 Prateleira para instalação de transformadores de corrente e potencial
Parafuso de 13 mm (1/2”) mm chumbado no piso, para fixação da prateleira,
26 pç 01
comprimento adequado
27 m V Eletroduto transparente de 38 mm (1 1/2”)
28 pç 02 Curva de 90 º
29 pç 04 Luva de emenda para curva de 90º
30 pç V Haste para terra com conector adequado
31 pç V Caixa de alvenaria para aterramento
32 kg V Cabo cobre nu 25 mm2 para interligação das hastes e desc. do P/Raios

APROVAÇÃO
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NORMA 13,8KV 22/10/2001

ITEM UNID QUANT DISCRIMINAÇÃO

33 kg V Isolador ou braçadeira de material não magnético para desc.dos P/Raios


34 pç 01 Caixa para medidor de demanda e energia reativa
35 pç V Conector adequado para aterramento das partes metálicas
36 par 02 Bucha e contra-bucha tamanho adequado
Conector adequado (bornes concêntricos e pressão) para fixação do barram.
37 pç V
nos equipamentos.

APROVAÇÃO
ATA Nº DATA POR Página 75 de 102
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NORMA 13,8KV 22/10/2001

SUBESTAÇÃO DE MEDIÇÃO EM A.T.


POTÊNCIA ATÉ 225 kVA - INCLUSIVE

CORTE- BB CORTE- CC
C

B
B
C

CORTE -AA
NOTAS:
1) TODAS AS MEDIDAS ESTÃO EM MILÍMETROS E SÃO MEDIDAS MÍNINAS
2) DETALHE DO ATERRAMENTO VERIFICAR O DESENHO DA PÁGINA 92

APROVAÇÃO
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FORNECIMENTO DE TENSÃO PRIMÁRIA – VERSÃO VIGÊNCIA
NORMA 13,8KV 22/10/2001

RELAÇÃO DE MATERIAIS

ITEM UNID QUANT DISCRIMINAÇÃO


01 pç 01 Estrutura de alvenaria
02 pç V Porta metálica ou revestida de chapa metálica de 800 x 2.100 mm
03 pç V janela de iluminação natural
Grade de proteção removível com armação de cantoneira e tela de arame
04 pç V
galvanizado com malha de 20 mm no máximo
05 pç V Veneziana para ventilação natural
Grade de proteção removível com armação de cantoneira e tela de arame
06 pç 01
galvanizado com malha de 20 mm no máximo
07 pç V Arandela para iluminação artificial
08 pç 01 Extintor de incêndio, CO2 - 6 Kg mínimo
09 pç 06 Cabo de alumínio com bitola adequada
10 pç 03 Conector paralelo bimetálico, para fio de cobre
11 pç 06 Manilha sapatilha de aço laminado
12 pç 03 Alça preformada tamanho adequado
13 pç 06 Isolador tipo disco de 150 mm (6”) classe 15 kV
14 pç 03 Gancho de suspensão
15 pç 30 Olhal para parafuso 16 mm (5/8”)
16 pç 03 Parafuso de máquina de 16 mm (5/8”) x 250 (10”) mm
17 kg 06 Fio de Cobre nu 16 mm2
18 pç 03 Conector tipo parafuso fendido para fio de cobre
19 pç 03 Pára-Raios tipo válvula classe 15 kV
20 pç 01 Chumbador de ferro galv. adaptado a ferragem do P/Raios de tam adequado.
21 pç 03 Isolador de passagem tipo interno-externo, classe 15 kV
22 pç 02 Chapa de ferro galvanizado de 3,5 mm (1/8”) x 700 x 1.700 mm
23 m V Barramento de cobre nu
24 pç 03 Isolador de pedestal classe 15 kV
25 pç 01 Barra de ferro chato ou cantoneira, chumbada na parede
26 pç 01 Seccionador tripolar classe 15 kV
27 pç 01 Suporte para secc tripolar em barra de ferro chato ou cantoneira tam adequado
28 pç 01 Alavanca de manobra para seccionador tripolar
29 pç V Prateleira para instalação de transformador de corrente e potencial
30 pç 04 Parafuso de 13 mm (1/2”) chumbado no piso, para fixação da prateleira
31 m V Eletroduto transparente de 38 mm ( 1 1/2”) de comp. adequado
32 pç 02 Curva de 90º
33 pç 04 Luvas de emenda para curvas de 90º
34 pç 01 Caixa para medidores de demanda e energia reativa
35 pç 03 Isolador de passagem tipo interno-externo classe 15 kV
36 pç 01 Transformador de distribuição trifásico
APROVAÇÃO
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FORNECIMENTO DE TENSÃO PRIMÁRIA – VERSÃO VIGÊNCIA
NORMA 13,8KV 22/10/2001

ITEM UNID QUANT DISCRIMINAÇÃO


37 pç 01 Caixa de blindagem para buchas secundárias do transf. tam. adequado
38 par 02 Bucha e contra-bucha tamanho adequado
39 m V Eletroduto de ferro esmaltado de bitola e comprimento adequado
40 pç V Haste para terra
41 pç V Caixa de alvenaria para aterramento
42 kg V Cabo cobre nu 25 mm2 para interligação das hastes e desc do P/Raios
43 pç V Isolador ou braçadeira de material não magnético para desc. do P/Raios
44 pç V Conector adequado para aterramento das partes metálicas
Porta de proteção 800 x 2.100 mm de arame galv malha de 30 x 30 mm com
45 pç 01
disp. de lacre

APROVAÇÃO
ATA Nº DATA POR Página 78 de 102
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NORMA 13,8KV 22/10/2001

SUBESTAÇÃO DE MEDIÇÃO EM A.T. E PROTEÇÃO,


POTÊNCIA A PARTIR DE 225 kVA - INCLUSIVE
CARGA
LINHA

CORTE -BB CORTE- CC

B B

C CORTE -AA
NOTAS

APROVAÇÃO
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FORNECIMENTO DE TENSÃO PRIMÁRIA – VERSÃO VIGÊNCIA
NORMA 13,8KV 22/10/2001

RELAÇÃO DE MATERIAIS

ITEM UNID QUANT DISCRIMINAÇÃO

01 pç 01 Estrutura de alvenaria
02 pç V Porta metálica ou revestida de chapa metálica de 800 x 2.100 mm
03 pç V janela de iluminação natural
Grade de proteção com armação de cantoneira e tela de arame galvan. com
04 pç V
malha de 13 mm no máx. p/ proteção de janela de ilumin. natural
05 pç V Veneziana para ventilação natural
Grade de proteção removível com armação de cantoneira e tela de arame
06 pç 01
galvanizado com malha de 20 mm no máximo
07 pç V Arandela para iluminação artificial
08 pç 01 Extintor de incêndio, CO2 - 6 Kg mínimo
09 pç 06 Cabo de alumínio com bitola adequada
10 pç 03 Conector paralelo bimetálico
11 pç 06 Alça preformada tamanho adequado
12 pç 03 Manilha sapatilha de aço laminado
13 pç 06 Isolador tipo disco de 150 mm (6”) classe 15 kV
14 pç 03 Gancho de suspensão
15 pç 30 Olhal para parafuso 16 mm (5/8”)
16 pç 03 Parafuso de máquina de 16 mm (5/8”) x 250 (10”) mm
17 kg 06 Conector tipo parafuso fendido para fio de cobre
18 pç 03 Pára-Raios tipo válvula classe 15 kV
19 pç 03 Chumbador de ferro galv. adaptado a ferragem do P/Raios de tam adeq.
20 pç 01 Isolador de passagem tipo interno-externo, classe 15 kV
21 pç 03 Chapa de ferro galvanizado de 3,5 mm (1/8”) x 700 x 1.700 mm
22 pç 02 Barramento de cobre nu
23 m V Isolador de pedestal classe 15 kV
24 pç 03 Barra de ferro chato ou cantoneira, chumbada na parede
25 pç 01 Seccionador tripolar classe 15 kV
26 pç 01 Suporte para secc tripolar em barra de ferro chato ou cantoneira tam adequado
27 pç 01 Alavanca de manobra para seccionador tripolar
28 pç 01 Prateleira para instalação de transformador de corrente e potencial
29 pç V Parafuso de 13 mm chumbado no piso, para fixação da prateleira
30 pç 04 Eletroduto transparente de 38 mm ( 1 1/2”) de comp. adequado
31 m V Bucha e contra bucha tamanho adequado
32 pç 02 Curva de 90º
33 pç 04 Luvas de emenda para curvas de 90º
34 pç 01 Caixa para medidores de demanda e energia reativa
35 pç 03 Isolador de passagem tipo interno-externo classe 15 kV

APROVAÇÃO
ATA Nº DATA POR Página 80 de 102
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FORNECIMENTO DE TENSÃO PRIMÁRIA – VERSÃO VIGÊNCIA
NORMA 13,8KV 22/10/2001

ITEM UNID QUANT DISCRIMINAÇÃO


36 pç 01 Disjuntor tripolar classe 15 kV
37 pç 01 Haste para terra com conector adequado
38 par 02 Caixa de alvenaria para aterramento
39 m V Cabo de cobre nú 25 mm2 interlig. Hastes de terra e descida p/ raios
40 pç V Isolador ou braçadeira de material não magnético p/ des. dos P/Raios
Porta de proteção 800 x 2.100 mm de arame galvanizado malha de 30 x 30 mm
41 pç V
com dispositivo de lacre Fio de cobre nu 16 mm2
42 kg V Fio de cobre nú 16 mm2
43 pç V Conector adequado (bornes concêntricos e pressão) para fixação do barram

APROVAÇÃO
ATA Nº DATA POR Página 81 de 102
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NORMA 13,8KV 22/10/2001

SUBESTAÇÃO DE MEDIÇÃO EM A.T. PROTEÇÃO, E


TRANSFORMAÇÃO A PARTIR DE 225 kVA - INCLUSIVE

CORTE- CC

OPÇÃO P/ ENTRADA
SUBTERRÂNEA
CORTE -AA
B
CORTE -BB

C
C

NOTAS
B

APROVAÇÃO
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FORNECIMENTO DE TENSÃO PRIMÁRIA – VERSÃO VIGÊNCIA
NORMA 13,8KV 22/10/2001

RELAÇÃO DE MATERIAIS

ITEM UNID QUANT DISCRIMINAÇÃO

01 pç 01 Estrutura de alvenaria
02 pç 01 Porta metálica ou revestida de chapa metálica de 1.200 x 2.100 mm
Porta metálica ou revestida de chapa metálica 800 mm x 2.100 mm com disp. p/
03 pç 01
lacre
04 pç V Janela de iluminação natural
Grade de proteção com armação de cantoneira e tela de arame galvan com
05 pç V
malha de 13 mm no máximo para proteção de janela de ilum natural
06 pç V Veneziana para ventilação natural
Grade de proteção removível com armação de cantoneira e tela de arame
07 pç V
galvanizado com malha 20 mm no máximo
08 pç V Arandela para iluminação artificial
09 pç 01 Extintor de incêndio C0 2 de 6 kg no mínimo
10 kg V Cabo de alumínio nu: bitola adequada
11 pç 03 Conector paralelo bimetálico, tamanho adequado
12 pç 03 Alça preformada tamanho adequado
13 pç 03 Manilha sapatilha de aço laminado
14 pç 06 Isolador tipo disco de 150 mm (6”) classe 15 kV
15 pç 03 Gancho de suspensão
16 pç 03 Olhal para parafuso 16 mm (5/8”)
17 pç 03 Parafuso máquina 16 (5/18”) mm
18 kg V Fio de cobre nu 16 mm2
19 pç 06 Conector tipo parafuso fendido tamanho adequado
20 pç 03 Pára-Raios tipo válvula classe 15 kV
21 pç 03 Chumbador de ferro galvanizado adaptado a ferragem dos Pára-Raios
22 pç 03 Isolador de passagem tipo interno-externo, classe 15 kv
23 pç V Isolador pedestal, classe 15 kV
24 pç 02 Chapa de ferro galvanizado 3,5 (1/8”) x 700 x 1.700 mm
25 kg V Barramento de cobre nu
26 pç V Barra de ferro chato ou cantoneira chumbada na parede tam. adequado
27 pç 03 Seccionador tripolar classe 15 kV
Suporte para seccionador tripolar em barra de ferro chato ou cantoneira, tam.
28 pç 03
3/16 “
29 pç 03 Alavanca de manobra para seccionador tripolar
30 pç 01 Prateleira para instalação de transformador de corrente e potencial
31 pç 04 Parafuso de 13 (1/2”) mm chumbado no piso, para fixação da prateleira
Conector adequado (bornes concêntricos a pressão) para fixação do barram. nos
32 pç V
equipamentos
33 m V Eletroduto transparente de 38 (3.1/2”) mm
34 pç 02 Curva de 90 º

APROVAÇÃO
ATA Nº DATA POR Página 83 de 102
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FORNECIMENTO DE TENSÃO PRIMÁRIA – VERSÃO VIGÊNCIA
NORMA 13,8KV 22/10/2001

ITEM UNID QUANT DISCRIMINAÇÃO

35 pç 04 Luva de emenda para curva de 90º


36 par 02 Bucha e contra-bucha tamanho adequado
37 pç 03 Isolador de passagem tipo interno-externo, classe 15 KV
38 pç 01 Disjuntor tripolar classe 15 kV
39 pç V Transformador de distribuição trifásico
40 pç V Haste para terra com conector adequado
41 pç V Caixa de alvenaria para aterramento
42 kg V Cabo de cobre nu 25 mm2 para interligação das hastes dos Pára-Raios
43 pç V Isolador ou braçadeira de material não magnético p/ descida de P/Raios
44 pç V Conector adequado para aterramento das partes metálicas
45 pç 01 Caixa para medidores de demanda de energia reativa

APROVAÇÃO
ATA Nº DATA POR Página 84 de 102
TÍTULO CÓDIGO

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FORNECIMENTO DE TENSÃO PRIMÁRIA – VERSÃO VIGÊNCIA
NORMA 13,8KV 22/10/2001

POSTO DE MEDIÇÃO EM ALTA TENSÃO COM CONJUNTO


DE MEDIÇÃO

NOTAS

APROVAÇÃO
ATA Nº DATA POR Página 85 de 102
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FORNECIMENTO DE TENSÃO PRIMÁRIA – VERSÃO VIGÊNCIA
NORMA 13,8KV 22/10/2001

RELAÇÃO DE MATERIAIS

QUANTIDADE
ITEM UNID DISCRIMINAÇÃO
C DT
01 pç 01 01 Poste de concreto 600 Kgf
02 pç V V Pasta anti-óxido
03 pç 04 04 Cruzeta de concreto 90 x 90 x 2000 mm
04 pç 18 18 Isolador de pino para 15 mm (6”)
05 pç 03 03 Isolador de pino para 15 kV
06 pç 03 03 Pino para isolador de 15 kV
07 pç 05 05 Pára-Raios tipo válvula classe 15 kV, c/ ferragens
08 pç - - Conector adequado
09 pç 04 V Sela para cruzeta de madeira, 110 mm
10 pç 08 08 Mão francesa normal de 710 mm
11 kg V V Fio de cobre nu 25 mm2
12 kg V V Fio de cobre nu 25 mm2
13 kg 07 07 Conector tipo parafuso fendido
14 pç 12 12 Conector paralelo de alumínio bimetálico tamanho adequado
15 kg V 06 Grampo de cerca
16 pç 06 06 Alça preformada tamanho adequado
17 pç 06 06 Manilha sapatilha de aço laminado
18 pç 06 06 Gancho de suspensão
19 pç 06 02 Olhal para parafuso 16 mm
20 pç 05 02 Cinta para poste de concreto com parafuso e porcas tam. adeqdo
21 pç 02 02 Suporte para instalação de transformador
22 pç 01 01 Conjunto de medição
23 M V V Arame de ferro galvanizado n.º 12 BWG
24 Par 02 02 Luva de emenda
25 pç 01 01 Caixa para medição de demanda e energia reativa
26 pç 01 01 Suporte para caixa de medição tamanho adequado
27 Par 02 02 Bucha e conta bucha
28 pç V V Haste de terra c/ conector adequado
Cabo de cobre nu n.º 25 mm 2 p/ ligação do pára-raios ao sist. de
29 kg V V
aterramento
30 pç 01 01 Caixa de alvenaria para aterramento
Parafuso de rosca dupla (passante) e 16 mm (5/8”) comprimento
31 pç 01 01
adequado
32 pç - 01 Parafuso cabeça quadrada 16 mm (5/8”) comp. adequado
33 pç 08 08 Parafuso francês de 9,5 mm (3/8”) x 115 mm (4 1/2”)
34 pç 08 06 Parafuso francês de 16 mm (5/8”) x 45 mm (1 3/4”)

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QUANTIDADE
ITEM UNID DISCRIMINAÇÃO
C DT
35 pç 01 - Parafuso francês de 16 mm (5/8”) x 150 mm (6”)
36 pç 01 01 Parafuso
37 pç 28 27 Porca Quadrada para parafuso 16 mm (5/8”)
38 pç 04 04 Parafuso com porca e arruela de 5,0 mm (3/16”) x 19,5 mm (3/4”)
39 pç 08 08 Porca quadrada p/ parafuso de 9,5 mm (3/8”)
40 pç 14 14 Arruela quadra 57 mm, (2 1/4”) c/ furo de 18 mm
41 pç 08 08 Arruela redonda com furo 11 mm (7/16”)

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AFASTAMENTO MÍNIMOS ENTRE CONDUTORES E EDIFÍCIOS


A

A
B
B

B
FIG. 1 FIG. 2 FIG. 3

A
B
B

FIG. 4 FIG. 5

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PRATELEIRA PARA INSTALAÇÃO DE TRANSFORMADORES DE


CORRENTE E POTENCIAL- 13,8 KV

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DETALHE DE FIXAÇÃO NO PISO, DA PRATELEIRA PARA


INSTALAÇÃO DE TRANSFORMADORES

NOTAS: REFERENTES AOS DESENHOS DA PÁGINA

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DETALHE DA PORTA INTERNA PARA PROTEÇÃO DA


SUBESTAÇÃO DE MEDIÇÃO

CORTE AA

CORTE BB

DETALHE- "1"

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DETALHES DA SUBESTAÇÃO

ATERRAMENTO
DETALHE A

CORTE A-A
DETALHE 1

FACHADA E CABINE
DETALHE B
NOTAS

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FIXAÇÃO DAS CRUZETAS PARA TRANSFORMADOR DE 150 E 225 kVA

APOIO

DETALHE A

NOTA

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RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEA EM ALTA TENSÃO


(cabos unipolares)

NOTAS

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Relação de Materiais

ITEM UNID QUANT DISCRIMINAÇÃO

01 pç 01 Poste de concreto 600 Kgf


02 pç 02 Cruzeta de madeira de lei 90 x 110 x 2.400 mm
03 pç 03 Chave fusível com elo adequado e com ferragens
04 pç 03 Pára-Raios tipo válvula classe 15 kV com ferragens
05 pç 02 Sela para cruzeta de madeira 110 mm
06 pç 02 Cinta, p/ poste de concreto c/ parafusos e porcas tamanho adequado
07 pç 04 Mão francesa normal e 710 mm
08 pç 05 Conector tipo parafuso fendido
09 pç 03 Conector paralelo de alumínio bimetálico tamanho adequado
10 pç V Grampo de cerca
11 kg V Fio de cobre nu 25 mm2
12 kg V Fio de cobre nu bitola adequada
13 kg V Cabo de cobre nu 25 mm2 p/ interligação das hastes / desc. dos p/raios
14 kg V Arame de ferro galvanizado n.º 12 BWG
15 pç 04 Mufla externa para entrada serviço subterrâneo - 15 kV
16 m V Cabo isolado para 15 kV tipo sintenax ou similar dimens. adequado.
17 pç V Eletroduto de ferro galvanizado, dimensionamento adequado
18 pç 01 Caixa de alvenaria para passagem cabo subterrâneo
19 pç V Haste para terra com conector adequado
20 pç 01 Caixa de alvenaria para aterramento
21 pç 03 Parafuso de rosca dupla (passante) 16 mm (5/8”) comprimento adeqdo
22 pç 04 Parafuso francês de 9,5 mm (3/8”) x 115 mm (4. 1/2”)
23 pç 02 Parafuso francês de 16 mm (5/8”) (1. 3/4”)
24 pç 02 Parafuso francês de 16 mm (5/8”) x 150 mm (6”)
25 pç 12 Porca quadrada para parafuso de 16 mm (5/8”)
26 pç 04 Porca quadrada para parafuso de 9,5 mm (3/8”)
27 pç 04 Arruela quadrada 57 mm (2. 1/4”) com furo 18 mm (11/16”)
28 pç 04 Arruela redonda com furo 11 mm (7/16”)

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ELEMENTOS COMPONENTES DA ENTRADA DE SERVIÇO DE


ENERGIA ELÉTRICA.

C
B

C
B
C
A

B
A

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ELEMENTOS COMPONENTES DA ENTRADA DE SERVIÇO DE


ENERGIA ELÉTRICA.

D
C
B

C
D
B
A

B
A

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ELEMENTOS COMPONENTES DA ENTRADA DE SERVIÇO DE


ENERGIA ELÉTRICA.

D
C
B

C
D
B
A

B
A

APROVAÇÃO
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ELEMENTOS COMPONENTES DA ENTRADA DE SERVIÇO DE


ENERGIA ELÉTRICA.

A D

A B

B C

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DERIVAÇÃO DA ENTRADA DE SERVIÇO AÉREA


COM CHAVE FACA

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DERIVAÇÃO DA ENTRADA DE SERVIÇO AÉREA


COM CHAVE FUSIVEL

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DIMENSIONAMENTO DE CINTAS

NOTAS:

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