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GIORDANE, Mario Curtis. História dos Reinos Bárbaros. I.

Acontecimentos políticos Petrópolis: Vozes, 1970.

Capítulo III A queda do Império romano do Ocidente

Regência de Estilicão (395 - 408)

Teodósio: 391 oficialização do cristianismo


395 divisão do império Honório (ocidente)
Arcádio (oriente)

Estilicão general vândalo (devoto da grandeza do império


romano), não era aceito pelos ministros orientais de Arcádio.

Principais acontecimentos em seu “governo”: p.34

O movimento Xenófobo dos demais ministros culminou com o


assassinato de Estilicão. P.35.

Reinado de Honório (408 - 423)

Acontecimentos:
Honório enfrentou a invasão de Alarico (morto, foi substituído
por Ataulfo, que refugiá-se na Gália)
O Imperador recebe apoio de Constâncio (romano autêntico)
para tentar recuperar a Gália e a Espanha por meios
diplomáticos.
Em 414 Ataulfo desposa Placídia (irmã de Honório) e pretende
restaurar a românia, unindo romanos e visigodos , Honório
considera sua atitude uma forma de traição
Ataulfo é assassinado na Espanha

Constâncio casa-se com Placídia e mantém os reis visigodos


fiéis ao império.
É proclamado augusto

Honório passou a ser vítima das intrigas palacianas e morre


em 423, deixando o ocidente em crise.
Valentiniano III (filho de Constâncio) Augusto assume

Reinado de Valentiniano III (425 -455)

No longo reinado de Valentiniano III, o império do ocidente


esfacelou-se.

Valentiniano III teve como tutor Bonifácio (conde da África),


após sua morte Aécio (romano de nascimento, mas criado
entre os bárbaros) assume o cargo e passa a auxiliar
Valentiniano.

Invasões: p. 36

Aécio foi assassinado por Valentiniano que, por sua vez foi
morto por aliados do general.

476 – O império do ocidente estava reduzido a cidade de


Ravena.

A agonia do império do ocidente (455-476)

Imperadores durante a derrocada

Petrônio Máximo

Flávio Mecílio Avito (não resiste ao bloqueio vândalo e o


descontentamento popular)

Avito foi deposto por Ricimer (protetorado 457- 472) e


Majoriano

Majoriano (457- 461)

Líbio Severo (461 - 465) não teve a autoridade reconhecida,


acabou envenenado
Ricimer governa a Itália sozinho

Leão I (Imp. Oriente) escolheu Antêmio em 467, mas este


ficou desamparado e nas mãos de Ricimer.

Olíbrio morre no mesmo ano de Ricimer

Júlio Nepos (imperador sem império)

Orestes tomou Ravena e em 475 o exército proclamou


Rômulo Augustos.

Odoacro aprisionou e decapitou Orestes depondo Rômulo.

Roma começa e termina com um Rômulo.

Capítulo IV Causas das Invasões

1. CAUSAS INTERNAS

Causas Políticas

1. Divisão do Império enfraqueceu as resistências frente a


um inimigo em comum. p.39
2. Formação de uma aristocracia latifundiária semi-
independente; exércitos de bárbaros federados; Igreja:
enfraqueciam o governo central.
3. Falta de dispositivos válidos que regulassem a ascensão
ao trono.

Causas militares

1. Decadência militar (tropas auxiliares formadas por não-


cidadãos romanos, eram muito numerosas, no final da
carreira , tinham como recompensa a outorga da
cidadania)
2. Édito de Caracala (retira o direito a outorga da cidadania
ao exército, a população perde o interesse pela carreira
militar); os donos de posses são obrigados a fornecer
soldados, acabam contratando mercenários.
3. Germanização do exército ( no final do século IV a
palavra barbarus torna-se sinônimo de miles soldado.)
4. O imposto com soldados é substituído por dinheiro,
utilizado para contratar soldados profissionais. Porém,
em muitos casos o dinheiro era desviado gerando déficits
militares p.41

Causas financeiras

1. Séc. IV e V o panorama financeiro do império é um


sintoma alarmante do processo de desagregação.
2. O fisco não corresponde mais as necessidades do
império : desvalorização da moeda e sobrecarga de
impostos
3. Os impostos em dinheiro são substituídos por viveres
transformados em um tributo regular, pesado para os
ricos proprietários de terras, uma espécie de classe
média e para as próprias rendas municipais.
4. Desvios: entre os proprietários de terras, tinham muitos
funcionários do governo que se recusavam a pagar os
impostos, alegando que seus colonos estavam
impossibilitados de contribuir. Dessa forma, os impostos
recaíam sobre os pequenos proprietários que fugiam
destes tornando-se colonos.
5. Muitos dos pequenos proprietários protestavam,
fomentando revoltas e refugiando-se entre os bárbaros,
que os acolhe como verdadeiros libertadores. Os
pequenos proprietários sofrem penalidaes: prisão,
escraidão, confisco de bens.
6. O imposto recaiu sobre os decuriões (membros da
cúria), nobres e donos de imóveis. Estes procuravam
fugir de sua casta, quer elevando-se ao Senado, ou
mesmo, casando-se com uma escrava (seu filho ficaria
livre dos impostos), ou indo para o Estado Eclesiástico,
Exército, etc.

Causas econômico-sociais
1 Segundo o autor, os romanos haviam sido lavradores e
soldados, simultaneamente, e uniam coragem e amor
pela terra que defendiam.
2 As conquisas ampliaram os horizontes econômicos dos
filhos de Roma: ao comércio e ao mercado de dinheiro.
3 Os povos submetidos pareciam fornecer riquezas
inesgotáveis para o Império. A Pax Romana
sustentou-se, em parte, sobre o frágil pilar de
uma economia artificial. Abandonaram o campo
em troca da ociosidade da cidades.
OBS: para o autor a vida agitada das cidades não trouxe
benefícios para romanos.

4 As fronteiras estavam abertas: 257 invasões.


5 Diocleciano tenta reorganizar o império através da
estatização da economia ( Ler, p.44)
6 Conseqüências das medidas de Diocleciano:
funcionários e militares faziam suas provisões nos
estabelecimentos oficiais. Os mercados locais
perderam clientes. Estimulando, assim, a formação de
uma economia fechada, favorecendo a
concentração da propriedade rural nas mãos de
grandes proprietários.
7 As corporação tinham personalidade civil, recebendo
por herança, os bens de seus integrantes falecidos
sem herdeiros. Os decuriões sofriam pressões do
Estado e da população.
8 O Estado vinculava o agricultor a terra: Sistema de
colonato.
9 A produção industrial e as atividades não resistiram a
concorrência do Estado, a classe de trabalhadores
livres ia deixando de existir, ficando, apenas os
grandes proprietários, que se defrontavam com o
imperador.
10 Século III, a população começa a abandonar as áreas
rurais, a mão-de-obra é substituída por estrangeiros.
2. CAUSAS EXTERNAS
1 A principal causa externas das invasões do século
IV, foi a pressão exercida sobre os povos
germânicos pelos Hunos.
2 Motivações que levaram os germânicos a
invadirem o império romano: necessidade de
pastos e novas terras, e a atração pelas riquezas
do império.

Os Hunos

Ou Hiong-nu, para os chineses, era a nação dominante entre


os Turcos-mongois. Nação da qual os chinese tinham que
defender-se constantemente. O autor faz algumas descrições
físicas dos Hunos. A religião (xamanismo).

p. 50 o autor se apresenta como um adepto da noção de


progrsso/ civilização.

Capítulo IV O assalto dos Bárbaros

Invasões a partir das últimas décadas do século IV, que


desintegraram o Império romano do Ocidente.

Visão geral

A primeira fase de migração teve como causa imediata a


chegada dos hunos às planícies da Rússia Meridional. O
ataque dos asiáticos provoca o esfacelamento dos gôdos e a
penetração desses no império romano. p. 53

378 – batalha de Andrinópla


406 – travessia do Reno
410 – saque de Roma
418 - instalação dos visigodos na Gália Meridional
429 – Vândalos e Alanos na África

Segunda metade do século V deslocamentos de povos


que já estavam em território romano.
488 – os Ostrogodos migram para Itália
- Visigodos estendem seus domínios sobre a Gália
485 – os Francos já se espalharam pela metade da
Gália.

Séc. VI os reinos bárbaros passam a lutar entre si, por


hegemonia p. 54 Justiano reonquista a África e a Itália.

Séc. VI Saxões entram na Inglaterra.

Os lombardos vão para Itália.