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SUBSTRATOS HISTÓRICOS

INTRODUÇÃO – Apoc. 1 : 9 -11

1- Neste 4º período uma base histórica para entendermos a parte profética que
será dada no 5º e 6º períodos.

2- Uma vista no painel: interligação entre :


- as 7 cartas – Apoc. 2 e 3 è as 7 igrejas – 7 períodos proféticos – 7 cidades às
costas da Ásia Menor, Mar Egeu, de frente para Patmos onde João estava.
- as 7 operações do Espírito de Deus – Isaias 11:2
- as 7 parábolas do Senhor Jesus em Mateus 13

- A igreja primitiva: Efeso, apostólica e Esmirna, pós-apostólica

3- A interligação do assunto com aquilo que foi visto em Cantares no 1º e 2º


períodos.

As 7 igrejas: João foi pastor de todas elas. Existiram outras: Coríntios, Antioquia, etc.
Cada igreja ocupa períodos de sua história: história e profecia caminhando juntas.
Éfeso e Esmirna: a doutrina revelada e a doutrina vivida e as provas de que Jesus estava vivo.

OBRA PARALELA NAS PARÁBOLAS


MATEUS 13 O COMBATE DO ESPIRITO SANTO

1) Boa semente x Terra dura, pouca terra, espinhos - Éfeso: o Espírito do Senhor

2) Trigo X joio - Esmirna: Sabedoria

3) Grão de mostarda x árvore que acoita os ninhos - Pérgamo: Inteligência


das aves dos céus
4) Três medidas de farinha x fermento - Tiatira: Conselho

5) Tesouro escondido x campo do interesse - Sardes: Fortaleza

6) Pérola de grande preço x pérolas sem valor - Filadelfia: Conhecimento

7) Peixe bom x peixe ruim - Laodicéia: Temor

1) - ÉFESO: aceitável / agradável (desejável)


Igreja apostólica (dos apóstolos) – ano 30 a 68 d..C. – praticamente até o final do 1º século

Igreja Profética
(a igreja do “unguento derramado”, do batismo com o Espírito Santo)

1 – SUBSTRATOS HISTÓRICOS

Governo dos impérios gentílicos: babilônico, medo-persa, greco-macedônio, Romano.


Regime de escravidão. Paganismo.
“Por decreto de Cesar Augusto, o alistamento”: dinastia dos césares. Herodes. Palestina. Israel.
Nascimento de Jesus.
Início da igreja: pentecostes: ano 33 d.C. (nada temos com a festa mas c/o evento)
Evangelhos, Livro de Atos dos Apóstolos, Apocalipse: início da igreja.
2 – TRABALHO – (labor e perseverança)

Doutrina estabelecida( recebida de Jesus ): a base: os 4 evangelhos e as cartas dos apóstolos e


por fim o Apocalipse, para se cumprir a profecia.
Evangelização: o trabalho, as lutas e o aprendizado da semeadura. 1ª parábola. Preparo da
igreja para trabalhar movida pelo Batismo com o Espírito Santo. Mensagem da evangelização:
a graça, a ressurreição de Jesus.

Fatores que facilitaram a evangelização (semeadura): 3 POVOS


a) OS GREGOS: a cultura dos gregos (levaram o homem a pensar naquilo que ainda não se
tinha pensado: a origem e o significado do mundo; o bem e o mau; a revolução cultural do
mundo antigo – o VT já traduzido para o grego e o NT já escrito em grego popular.
- Influencia da filosofia grega aos outros povos. Os Epicureus (a verdade pela razão) e os
Estóicos (a auto-suficiência do homem). Principios filosóficos: justiça, verdade,
transcendência, enaltecimento da criatura. As cartas de Paulo vão mais tarde se defrontar
com esses princípios filosóficos.

b) OS ROMANOS: as leis dos romanos (o direito) – pax romanae: paz entre as províncias
- liberdade de trânsito – livre dos ataques de piratas.
- as vias de comunicações – as estradas – as rotas marítimas

c) OS JUDEUS: a concepção de um só Deus – tinham o VT


- o ideal de vida moral; padrão moral
- o aguardo do Messias: um salvador que não O receberam
- a dispersão dos judeus (diáspora); judeus-cristãos espalhados pelo mundo.
- O Zelo missionário da igreja: o evangelho na Judeia, Samaria e as viagens de Paulo.

3 – AÇÃO DO ADVERSÁRIO – oposição (obra paralela)

O império romano: regime de escravidão: chaga social – para cada 3 cidadãos, 1 era escravo

Situação espiritual do mundo de então:


1) politeismo: paganismo babilônico, grego, romano – culto ao imperador. Em Corinto o culto à
Diana dos efésios
2) a filosofia dos gregos e os princípios de justiça dos romanos.
3) Oposição dos judeus: os judaizantes (cumprir os ritos do VT) – frieza espiritual no período
interbíblico de 400 anos
4) Perseguição do império romano, incitados pelos próprios judeus.
5) Nicolaitismo: eram adeptos de Nicolau, prosélito de Antioquia e um dos 7 diáconos.
Desviou-se do evangelho. Cometiam o mesmo erro dos balaamitas: ensinar a comer as
coisas sacrificadas a ídolos, prostituição e adultério.
6) Balaanismo e Nicolaitismo ( verdadeiras brechas existentes dentro da igreja, que vai
facilitar, mais tarde, a penetração de uma mentalidade nociva dentro da igreja em Pérgamo
e Tiatira)
7) Nomes cognatos: Balaão: ele tem consumido o povo. Nicolau: ele vence o povo.

Oposição em Éfeso: terra dura, pouca terra, espinhos => lutas na semeadura.

2) - ESMIRNA: mirra / perfume


(planta que quanto mais esmagada, mais exala perfume)
Igreja das perseguições – ano 64 a 311 d..C.

Igreja Profética
(“ramalhete de mirra”: morrer para esta vida, viver para a vida eterna)

1 – SUBSTRATOS HISTÓRICOS

Diáspora dos judeus: ano 70 d.C.


Catacumbas de Roma

2 – TRABALHO – (tribulação, pobreza e morte)


Doutrina vivida: as 7 cartas já estavam escritas
A igreja aqui enfrenta uma perseguição de 200 anos.
Descrição de algumas perseguições em Atos.
Jogos públicos, gladiadores. Novidade: sacrificar cristãos nas arenas
A Era dos mártires: Estevão – Policarpo, 86 anos (ano 155). Era pastor de Esmirna. Morre na
fogueira. “Morram os ateus! Chamem Policarpo! ...é só você dizer que César é senhor!” Frase
célebre de Policarpo: “Há 86 anos sirvo a Jesus como meu Salvador. Ele sempre foi fiel para
comigo e não será nos meus últimos momentos que eu serei infiel para com Ele. Jesus é
Senhor!”
Era a “tarde” da igreja no Livro de Cantares. No cap. 1: – “Ramalhete de Mirra”
Prova de existência da igreja: fidelidade ao Senhor: cruzes, arenas, fogueiras.
Quanto mais se matava cristãos, mas crescia o número deles.

Anagrama símbolo para identificação dos cristãos: CRUZ NÃO ERA SÍMBOLO DE CRISTIANISMO
I K T U S = PEIXE (Iesus Kristos Teos Uios Soteros - Jesus Cristo Filho de Deus Salvador)
nome título ofício

        
– AÇÃO DO ADVERSÁRIO – perseguição e morte (obra paralela)

Dez ondas de perseguições “tribulação de 10 dias” (Ap.2:10b) “Sé fiel até a morte...”
Nero: 64 (ateou fogo em Roma e pôs a culpa nos cristão),acendendo o estopim das
perseguições.
Domiciano: 95 / Trajano: 157 / Antonino Pio: 163 / Severiano: 202
Maximiliano: 235 / Valeriano: 257 / Aureliano: 274 / Deocleciano: 303 e Galério: 311

Causas:
1) não cultuar o imperador ( “só Jesus é o Senhor” )
2) não adorar aos deuses pagãos

A era dos mártires: no tempo de Deocleciano, ano 303, segundo os historiadores, era um
momento de quase extermínio total dos cristãos. Mas a promessa de Jesus para todo o tempo
da igreja era: “nem as portas do inferno prevalecerão contra a igreja”

3)- PÉRGAMO: casamento pervertido (per+gamos)


período de transição
Igreja Romana – ano 312 a 590 d..C.
A PARTIR DAQUI: Igreja Histórica
1 – SUBSTRATOS HISTÓRICOS

Centro de transferência do Paganismo babilônico para o Cristianismo Romano idólatra –


adoração ao imperador, mesmo sendo na Grécia.
ERA DE CONSTANTINO – o casamento pervertido: a união da igreja com o Estado.
Edito de Constança (Tolerância: liberdade de culto) em 312 e de Milão em 313 – Imperador
Constantino. “O Cristão se faz pelo batismo”
A história tradicional: “in hoc signo vinces” – Não foi bonzinho, nem houve nenhum sinal no
céu. Aproveitou-se da austeridade dos cristãos, porque não temiam a morte.
Ano 476: queda do império romano Ocidental. Invasão dos bárbaros, mas sem hegemonia
política para governar.
A igreja assume o império, dando origem ao feudalismo. O governo caiu nas mãos dos bispos
existentes em Alexandria, Constantinopla, Cartago e Roma que passaram a centralizar o poder
em Roma. O bispo de Roma centralizava o poder. Mais tarde o bispo de Roma torna-se o Papa.
Divisória entre a Idade Antiga e a Idade Média.

2 – TRABALHO – (frieza espiritual)

Pérgamo: “trono de satanás”


Número reduzido de cristão devido às mortes em Esmirna.
Cristãos frios espiritualmente.
Criação dos ídolos dentro da igreja: S. Pedro, S.Paulo, S.João. Ídolos pagãos x ídolos cristãos.
Os fiéis continuaram a existir, embora em número bastante reduzido

3 – AÇÃO DO ADVERSÁRIO – união (obra paralela) - Enfraquecer para destruir.


Inovações heréticas no culto cristão:
1) Adoração aos mártires: transformá-los em santos - a Maria como a Rainha do Céu
(paganismo babilônico) – às relíquias – às imagens
2) Os sete sacramentos (eucaristia, batismo, crisma, penitência, ordens, matrimônio, extrema
unção) – Na verdade são somente duas: Batismo e Ceia.
3) A transubstanciação: a carne de cristo se transformando em matéria – a regeneração
batismal (O batismo faz o cristão)
4) A água benta – o uso do incenso
5) As indulgências (indultos) salvo-conduto para comprar a salvação Indulgências. Era um
indulto papal. O papa assinava e quando alguém comprava, tinha garantia de perdão dos
pecados
6) A confissão auricular. - indivíduo chegava e confessava ao Padre: Olha eu tive a intenção de
me rebelar contra o Papa. O padre contava para o Bispo que contava para o Papa e no
outro dia o sujeito estava preso.
7) A simonia (venda de cargos sagrados) – purgatório: Gregório I (inicio de Tiatira)
8) A missa – os conventos. Etc. etc. etc.
Objetivo: angariar fundos para a igreja se tornar poderosa.

NOMES QUE SE DESTACARAM NESSE PERÍODO NA IGREJA


9) Jerônimo: 340 – 420 d.C. ênfase às tradições em lugar da Bíblia
10) Vulgata Latina: Jerônimo traduz a Bíblia do grego para o Latim acrescentando os livros
apócrifos.
11) Agostinho: 354 – 430 d.C. – monge e professor. Monopoliza o ensino da Bíblia dentro do
pensamento do interesse da igreja.
12) Ambrósio de Milão: 340 – 397 d.C.

Doutrina de Balaão: falso profetismo. Falar para ganhar valores materiais. Balaonismo começa
na igreja de Pérgamo. Suas raízes já estavam em Éfeso.
Nicolaitismo: casta sacerdotal. Governo eclesiástico nos moldes do VT, com sinédrio, sacerdote
e sumo-sacerdote.

4 - TIATIRA: sacrifícios contínuos (idéia de VT)


Igreja Papal – ano 590 a 31/10/1517 d.C.
Islamismo: 570 – 632
As 7 cruzadas: 1095 - 1272
Igreja Histórica e Política
criação de um milênio aqui na terra – (os filhos do casamento pervertido)

1 – SUBSTRATOS HISTÓRICOS

Período Feudal – Feudalismo – igreja medieval – Idade Média


Domínio do Papa: começou com Gregório I, no ano 590. E a partir daí uma sucessão de
pontífices com prerrogativas universais: canonização, excomunhão, etc
A hegemonia de governo do mundo ficava nos limites da Europa e Oriente Médio. As nações do
extremo oriente não se envolviam com as questões de governo mundial.

Títulos do Papa (pai de todos): Cabeça da Igreja, Vice-Gerente de Deus, 4ª Pessoa da Trindade,
Vigário de Cristo, Sumo Pontífice, Mestre Infalível da Verdade.
Função: Juiz sobre todas as coisas, mas não está sujeito ao juízo.

Movimentos políticos que se levantaram contra o Papa:


(aqui já começa o trabalho dos pré-reformadores)
1) o Grande Cisma: 1º papa em Avinhão (França) – 1305 – 1377
2) Na França, Felipe, O Belo: papas escolhidos pelos reis da França
3) Na Inglaterra: Eduardo I – dando apoio a Wyclif
4) Na Alemanha: Henrique IV – dando apoio a Lutero.
O Papa Leão X viveu nos dias de Lutero
2 – TRABALHO – (ação contrária)

A igreja aqui trabalha contra o Senhor. O Fermento. Um cristianismo que se consolida dentro
do aspecto de governo humano. Para se manter historicamente, a igreja tinha que ser política
e agir com força política.
Surgimento de um grupo político-religioso nos moldes dos Nicolaítas (2:15): feudalismo. Aqui
se concretiza o Nicolaitismo, que o Senhor já advertia em Éfeso e em Pérgamo.
Intenção de formar um governo eclesiástico na Terra. O milênio na Terra: anti-tipo do milênio
com o Senhor.
A igreja fiel, ao contrário, não tem história, é eterna. Sua mensagem é eterna. Jesus fundou
uma igreja eterna.

A igreja infiel tornou-se senhora do mundo (e não serva) Jesabel: (Apoc. 2:20) Tiatira.
Monopoliza a salvação: uma salvação baseada nas obras, ou seja: salvação pelas obras.
Feudalismo
Quando cai o Império Romano, a Europa ficou dividida em feudos (Anglos, Saxões, Francos,
Germanos, Godos, Visigodos, Hunos, Tártaros, Bretões, Vikings) O Papa tinha representação
em cada um desses feudos. Era preciso criar uma estrutura eclesiástica e política que
suportasse o peso da administração mundial, visto que os Feudos sozinhos, não tinham
hegemonia política, nem eclesiástica.
Os feudos: governos de castas, nos moldes do VT. “os filhos serão padres e as filhas freiras”
Filhos dos Senhores Feudais.....
Havia muito interesse dos Senhores Feudais que seus filhos fossem para Roma para serem
Padres e suas filhas freiras. Com vistas a se tornarem Bispos, Cardeais e aí o Feudo estaria
respaldado diante da igreja, no governo do Feudo que lhe pertencia

As telas dos pintores da época mostravam sempre um representante da igreja ao lado dos reis.
A Bíblia estava acorrentada nos conventos.

Mensagem da igreja nesta época:


1) Materialismo: pão, água, paz, terra.
2) Prática das doutrinas do VT
3) - obra X fé
4) - graça X lei
5) - reino espiritual X reino material

O material dominando o espiritual:


6) liturgia, rituais, aparamentos, riquezas
7) uma mentira para substituir uma verdade
8) um desvio do espiritual para o material

Quem impediu a concretização desse projeto de milênio aqui na terra?


“A espada da boca do Senhor”. Promessa feita em Pérgamo (2:16)

3 – AÇÃO DO ADVERSÁRIO – governo humano (obra paralela)

Surgimento das escolas filosóficas materialistas: (1120 – 1298)


1) Paris (França)
2) Oxford (Inglaterra)
3) Bolonha (Italia)
4) Florença (Itália)
5) Salamanca (Espanha)

Mestres de teologia dessas escolas:


1) Anselmo: Itália ( 1033 a 1109 )
2) Pedro Abelardo: França ( 1079 a 1142 )
3) Bernardo de Chairvaux: França ( 1090 a 1153 )
4) Tomaz de Aquino: Itália (1225 a 1274) reedita o que fez Agostinho no tempo de Pérgamo -
Suma Teológica: obra literária com resumo da cultura de então.

Estrutura eclesiástica e política para governar o mundo com os argumentos:


1) cultura e filosofia vinda dos gregos
2) filosofias de Sócrates, Platão e Aristóteles, pinçadas pelos teólogos, nos moldes dos
interesses da igreja.
3) medo de que nada viesse a obscurecer os ensinos da igreja.
4) Fossilização da cultura, confinada nos moldes da igreja.

Os pré-reformadores foram contemporâneos das Escolas Filosóficas:


Universidades
Ainda em Tiatira, a igreja então criou esse governo que se estabeleceu por um período de mil
anos. Era uma tentativa do Adversário de criar um milênio aqui na Terra. Nesse período a
igreja impunha todos os argumentos para sobreviver: argumentos de cultura, de filosofia. Daí o
surgimento das universidades da Igreja. A idéia era de universalidade da cultura, do
conhecimento, do saber, só que ninguém podia contrariar o ensino fossilizado da igreja. Só era
aceito aquilo que pudesse contribuir para o fortalecimento político da igreja

Instituição das universidades:


(eram utilizadas para divulgar seus ensinos, criando elites que apregoavam esses ensinos,
criando duas classes de pessoas: os entendidos e os indoutos. A Bíblia era fechada para o
povo, mas dentro dos conventos e das universidades era aberta para os mestres dessas
escolas)

Ao entrar para o campo científico: grandes erros. Galileu (1632) afirma que a Terra era
redonda. Teve que se retratar.
Ainda hoje a igreja afasta o homem da cultura. Quanto mais ignorância, mais fácil domínio.
Disfarça-se no social: terra, casa, pão, carceragem, etc.

Prática das heresias criadas em Pérgamo. (conforme já visto antes)


Criação da Inquisição.
Tetzel ( venda de indulgência, perdão ): no tempo do papa Leão X: “tão depressa o dinheiro cai
no cofre, depressa você chega nos céus” – Salvação no céu ou no cofre?
Como os grupos hoje: “Jesus é o caminho, mas você tem que paga o pedágio”

5 - SARDES: restantes (que estavam para morrer)


período de transição
Igreja da Reforma Protestante do Século XVI – ano 1170 a 1517 d..C. até mais 100 anos após
Cap 3:2 – “restantes que estavam para morrer”

Igreja Histórica e Profética


1 – SUBSTRATOS HISTÓRICOS

1453: queda de Constantinopla: império romano religioso, fazendo a divisão entre a Idade
Média e a Idade Moderna
Período do Renascimento (Renascentismo): despertamento para a literatura, as artes e a
Ciência. Copérnico descobre que o Sol é o centro do sistema planetário. Galileu. Os
movimentos de rotação e translação da Terra.
Esse despertamento levou ao descobrimento da Bíblia.
A Renascentismo veio junto com a descoberta da Palavra: o tesouro escondido.

Fatores que facilitaram a Reforma:


1) espírito nacionalista em diversos países, principalmente na França
2) indignação contra a corrupção e arbitrariedade da igreja. O repúdio das nações contra isso.
3) a renascença como preparação da Reforma. Fez com que a Bíblia começasse a ser
estudada por mais pessoas, pois a Renascença era o despertar pelas artes, ciência,
literatura, etc.

Descobertas no Novo Mundo: as Américas. O comércio da colonização das novas terras.

2 – TRABALHO – (despertamento)

Pré-reformadores: isso já começa ainda no tempo de Tiatira


1) Os albigenses (sul da França) (Cátaros): 1170 – 1208 ( França)
2) Os Valdenses (Lion-França) (Pedro Valdo) 1170 até hoje (França e Itália). Em 1176 – 1184
lema: “Bíblia para fé e para vida”
3) John Wycliff 1328 – 1384 – Inglaterra – 1375 em Oxford: “Autoridade da Bíblia e não da
Igreja”. Apoiado pelo rei Eduardo I – traduziu o NT do grego para o inglês - 1384
4) John Huss: 1369 – 1417 na Boêmia (França) – 100 anos antes da Reforma – condenado à
fogueira pelo Concílio de Constança. “O NT é o guia suficiente para a Igreja”.
5) Jerônimo Savanarola: 1452–1498 – queimado em Florença (Itália). Era monge dominicano e
pregava contra a vida desregrada do Papa. Hoje a igreja quer canonizá-lo.
“últimas obras”: eram as obras dos reformadores.
Nota: a idéia deles era de reformar a igreja e não de fundar outra.

Ações que culminaram com a Reforma: manifestação nacionalista nas nações: Inglaterra,
França, Alemanha, Itália

1) Apoio do governo Inglês a Wyclif ( Eduardo I )


2) Tradução do NT para o Inglês por Wyclif, pois não escrevia em Latim.
3) Felipe, o Belo, rei da França enfrenta o Papa Bonifácio IX, estabelecendo um Papa em
Avinhão (Avignon). Já havia um em Roma e outro em Pizza – 3 papas nesse período.
4) Apoio dos reis tributários de Roma: Felipe, o Belo, da França e Henrique IV da Alemanha.

REFORMA PROTESTANTE DO SÉCULO XVI


Porque a Reforma? Porque o nome Protestantes?
Lutero não pretendia dividir a igreja, mas reformá-la: DAÍ O NOME REFORMA. Não saiu da
igreja, foi excomungado por ela.
A igreja infiel é que se afastou do Projeto.
A Bíblia: tesouro escondido, que UM HOMEM achou.
Exames das escrituras que influenciaram Lutero:
- Deus é misericordioso
- Graça divina para com os pecadores
- Era leitor assíduo da Bíblia.

Martinho Lutero: Alemanha (1517): OUTUBRO, MÊS DA REFORMA. A Obra iniciou-se entre nós
no mês de outubro.
1) Biografia de Lutero: Nasceu na Saxonia, Alemanha, 10/11/1483. Iniciou os estudos na
Escola Eclesiástica em Magdenburg e Mansfield. Em 1501, aos 18 anos concluiu os estudos
de Humanidades. Cursou Direito e Filosofia, na universidade de Erfurt. Em 1505, aos 22
anos, entrou para o Convento Agostiniano e começou a lecionar Filosofia em Witemberg.
Em 1509, aos 26 anos, torna-se bacharel em Teologia e leciona Dogmática no Colégio Geral
da Ordem.
2) Sua ida a Roma em 1511, foi para dirimir algumas dúvidas que surgiram entre algumas
Ordens da Alemanha e ficou decepcionado com a vida desregrada do Clero Romano. Ir a
Roma era um grande sonho de Lutero. “Quem sabe se tudo isso é verdade”, quando subia
uma escada fazendo uma prece para seu pai.
3) Escreveu comentários de Salmos, Gálatas, Romanos (“o justo viverá pela fé”), descobrindo
a salvação pela graça, (1512/1513) por meio da fé em Cristo, sem o recurso das obras.
Com isso começou a contestar os dogmas da igreja. Em 31 de outubro de 1517, afixou na
porta da igreja de Witemberg as 95 teses que derrubaram toda a estrutura do Sistema
Católico Romano razão porque teve que enfrentar duas dietas (tribunais), (Dieta: reunião
de um concilio da igreja onde havia os cardeais para julgamento. Eram rigorosos,
torturavam os fiéis) sendo a primeira em Augsburg, em 1518 e a segunda em Worms,
em 1521. Saiu vitorioso, mas foi excomungado por Leão X e daí retirou-se para o Castelo
de Watburg por ordem e precaução do Principe Frederico, onde em 10 meses traduziu a
Bíblia do grego para o alemão. Mas tarde traduziu toda a Biblia.
4) Pedido para retratar-se, recusou, usando a Palavra. Queimou a excomunhão mais tarde
numa fogueira. É impossível retratar-me, a não ser que me provem que estou laborando
em erro, pelo testemunho das escrituras. Não posso confiar nas decisões de concílios e de
Papas... Minha consciência está alicerçada na Palavra de Deus...”
5) O Sonho no Castelo de Wartsburg - Ele fala do Poder do sangue de Jesus: No sonho que
teve: “o adversário escrevia os pecados dele num quadro, então ele ia até ao quadro e,
com um apagador apagava o que estava escrito dizendo: “o sangue de Jesus Cristo me
purifica de todo o pecado”
6) No hino: Castelo Forte. Operava na época o Espírito de Fortaleza (fortaleza forte é o nosso
Deus). Fala da Palavra. “que a palavra ficará, sabemos com certeza” – “A nossa força nada
faz”: com todo o apôio que teve do homem, só confiava no Senhor: “mas nosso Deus
socorro traz, com Cristo por defesa”: proclama assim sua dependência do Senhor.

QUATRO Princípios defendidos pela Reforma: (contidos nas 95 teses)


1) supremacia da fé sobre as obras: Ef. 2:8-10
2) sacerdócio universal dos crentes: Só há um mediador: Jesus Cristo. I Pe 2:9-10
3) o direito de livre exame das escrituras: João 5:39 – a Bíblia na mão do crente.
4) a supremacia da Bíblia sobre a tradição: Mat. 15:1-10 – foi a partir daqui que a Bíblia
passou a ser impressa como é até hoje. O TESOURO ESCONDIDO QUE UM HOMEM ACHOU:
LUTERO

Pós-reformadores:
1) Calvino e Zwinglio na Suiça e na França
2) Thomas Kraemer: Inglaterra
3) John Knox: Escócia
4) Melancton, Carlstadt, Guilherme Farel, Martin Bucer: colunas mestras do pensamento da
reforma.

3 – AÇÃO DO ADVERSÁRIO – perseguição / heresias (obra paralela)

Movimento da contra-reforma: perseguições: movimento na igreja papal para resistir à


Reforma (mas o Senhor dá o escape):
1) Le Bailet e outro: missionários huguenotes (calvinistas) - no descobrimento do Brasil: com a
esquadra de Vilegaignon – 1504. Perseguições de Anchieta e Nóbrega.
2) Noite de S. Bartolomeu: 24/08/1572. Muitos Judeus também morreram.
3) Catarina de Médici manda executar evangélicos numa praça na França. Antes cortando-
lhes a língua, para que não morressem cantando.
4) Execução de huguenotes (calvinistas) na França.
5) Varrida de protestantes na Europa, indo parar na América: de 1540 a 1570 – mais de 900
mil mortos na guerra dos 30 anos. Estabelecimento dos países católicos e protestantes na
Europa.

IMPORTANTE: “Outra carga não vos porei” Ap.2:24. Não haverá outra Tiatira. Quando isso
voltar a se esboçar novamente, no governo do anti-Cristo, o Senhor arrebatará a sua Igreja.

6 - FILADELFIA: amor fraternal


Igreja do Avivalismo – das Missões Evangelisticas
- ano 1517 a 1890 d..C.

Igreja Profética
a igreja aqui volta a ser profética: o derramr do Espírito: NITZANIM

1 – SUBSTRATOS HISTÓRICOS

Idade Moderna: época de grandes descobertas da ciência.


Inventos, desenvolvimento científico, Revolução Industrial
Preparo do mundo para a Declaração Universal dos Direitos do Homem
Queda da Bastilha na França.
Grandes deslocamentos de europeus para o Novo Mundo: as Américas. Muitos até fugidos das
perseguições resultantes da Contra-Reforma. Colonização da América do Norte com a Bíblia na
mão.

2 – TRABALHO – (consolidação da Reforma - Evangelização)

Aqui é que a Reforma se consolida:


1) avivamentos na Rússia em 1855
2) avivamentos na China, Índia, América do Sul (por último)

1) Missões estrangeiras:
2) - Morávios: no oriente
3) - Batistas: Guilherme Carrey, na Índia (1761 – 1834)
4) - Junta Missionária Americana: China, Índia e Birmânia

O ZELO MISSIONÁRIO
Com a Bíblia aberta – o tesouro – agora a pérola é achada. “Uma porta aberta” Apoc. 3:8 (as
chaves da evangelização pelo mundo todo) – O Batismo como Espírito Santo, os dons
espirituais – A Evangelização – O avivalismo.
AVIVALISTAS – “chamas incendiárias do poder de Deus”
1) Ricardo Hooker: 1554 – 1600
2) Thomas Cartwight: 1535 – 1603
3) Jonathan Edwards: 1703 – 1758 – pregou entre os índios em Massachussets. Pai era pastor
congregacional em Connecticut
4) John Wesley: 1703 – 1791
5) John Henry Newman: 1801 – 1890
6) Charles Finey: 1825 – 1831 – liderava movimento avivalista
7) Jorge Whitefield (Inglaterra) – 1714 – 1770 – missionário na costa leste dos EUA.

Surgimento das Igrejas Tradicionais:


1) Anglicana, Presbiteriana, Congregacional
2) Batista, Metodista, Assembléia de Deus.

Evangelistas:
1) Carlos Wesley, Moody, Spurgeon,
2) David Livingstone, na África – 1838
3) James Hudson Taylaor – China
4) Willian Carey e Adoniran Judson - India

3 – AÇÃO DO ADVERSÁRIO – perseguição / heresias (obra paralela)

1) Surgimentos de Seitas: Mórmons, Testemunhas de Jeová, Adventistas e a Sistematização


do Kardecismo. ISSO APÓS A GUERRA CIVIL AMERICANA – Ap. 3:9 (sinagoga de satanás)
2) Missões Jesuítas: já existentes antes das missões protestantes.
3) Perseguições nos países onde chegava o evangelho.
4) Rivalidades políticas e religiosas como resultado do assédio do catolicismo idólatra e das
seitas heréticas.

Grande problema dos grupos avivalistas:


1) confiaram mais na capacidade do homem do que na Revelação do Espírito Santo
2) não tiveram “corpo”, nem ministérios com disciplina
3) “o fogo ultrapassou os limites do fogão”

Somos hoje o resultado desses movimentos avivalistas, mas preferimos ficar com a Revelação.

7 - LAODICÉIA: direitos humanos (laós + dikayos)


Igreja Ecumênica - ano 1890 d..C. até a volta do Senhor Jesus

Igreja Profética
Filadélfia não desaparece com Laodicéia. Igrejas Proféticas.

1 – SUBSTRATOS HISTÓRICOS

Meios de comunicação movimentando massas humanas.


Multiplicação da ciência – Desenvolvimento tecnológico.
Direitos Humanos – Libertade de pensamento.
1948:
1) ano do invento do Computados Eletrônico
2) ano da criação do C.M.I. ( Conselho Mundial das Igrejas )
3) ano da criação do Estado de Israel – A figueira: o despertar da profecia.
4) Apoc. 3:7 – “A chave de David: fechou em 70 e abriu em 1948”

2 – TRABALHO – (evangelização com discernimento)


O grande avivamento já foi feito em Filadélfia.

A parábola da rede lançada ao mar:


1) peixe bom: no cesto ( a Obra ) – ajuntamento dos fiéis para o arrebatamento
2) peixe ruim: na areia ( a religião )
3) Ecumenismo: unir – a mensagem do mundo e da religião
4) Parábola da rede: separar – a mensagem da Obra
5) Corpo são (a Obra)
6) Corpo doente – mornidão – (a religião)
O divisor dos 2 projetos:
1) do homem: a razão
2) do Senhor: a Revelação
Conselhos do Senhor:
1) ouro provado no fogo: Batismo com o Espírito Santo
2) vestes brancas: santificação
3) colírio para os olhos: discernimento

3 – AÇÃO DO ADVERSÁRIO – união / ecumenismo (obra paralela) – a materialização da Palavra

Igreja apóstata: abandono da verdade


Ecumênica: união do pensamento religioso
Mundana: o mundo influenciando mais a igreja do que ela influenciando o mundo
Morna: mistura do frio com o quente. Doença do corpo. “Vomitar-te-ei da minha boca”
Materislista: “rico sou estou enriquecida e não tenho falta de nada”

Identificação com Esmirna:


1) CRUZES: a crucificação do “eu”
2) FOGUEIRAS: o fogo do Espírito Santo tirando as impurezas do crente
3) ARENAS: muita carne nas arenas do mundo. Os leões querendo despedaças o crente.

Teologia: a razão para explicar a fé. Teólogos ateus.


Ministérios: em ruinas. “Desgraçado, miserável, cego, pobre e nu”
Preparo do governo humano para o reinado do anti-Cristo.

Apelo final: (Ap. 3:20)


1) “Se alguém ouvir...” (a Obra estruturada. Só a Obra está ouvindo a Revelação)
2) “entrarei em sua casa” (comunhão com o Senhor)
3) “cearei com ele” (comunhão aqui nesta vida)
4) “e ele comigo” (comunhão lá na glória) (reciclagem em 22/10/99)