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FACULDADE DE COMUNICAÇÃO, TECNOLOGIA E TURISMO - FACOTTURp

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA

CHRISTIANA DA SILVA VIEIRA

JEANE CRISTINA COSTA DOS SANTOS

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Maceió

2010
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CHRISTIANA DA SILVA VIEIRA

JEANE CRISTINA COSTA DOS SANTOS

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Artigo apresentado como exigência parcial para


obtenção do Título de Especialista em Psicopedagogia
da disciplina Metodologia da Pesquisa Científica da
Faculdade de Comunicação, Tecnologia e Turismo ±
FACOTTUR.

Orientadora: Profa Ms. Maria do Carmo C. M. Silveira

Maceió

2010
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Por essa ser uma área de pouca investigação e assistência aos portadores da
Síndrome do Autismo, pretendemos não só estabelecer uma qualidade pedagógica
mais significativa, como também, ampliar horizontes para aqueles que estão ou
pretendem engajar-se nessa luta. O mundo dos Autistas apresenta poucos canais de
acesso, mas, partindo da conquista da afetividade, e sabendo conciliar com o
estabelecimento de ³limites´, sem jamais hostilizá -lo, conseguiremos estabelecer uma
organização para seu convívio familiar e na sociedad e. É preciso buscar ser parceiro
da família do Autista, para que as vitórias nos avanços conquistados atinjam uma
dimensão mais ampla. Diante desse quadro, percebe -se com a prática pedagógica
com a criança portadora de Autismo é desafiadora. Foi buscando enfrentar esses
desafios que nos propusemos a realizar este estudo, estabel ecendo uma relação
entre conhecimento teórico e o que vivenciamos no dia -a-dia com o convívio com os
portadores da síndrome. O interesse pelo Autismo Infantil tem sido crescente no
Brasil, e uma prova cabal disto é o grande número de congressos, encontros e grupos
de estudos que tem-se dedicado a este assunto.
1. INTRODUÇÃO

O Autismo é uma condição neuropsicológica conhecida, ao menos sob esta


denominação, desde a década de 40, quando foi descrita, de forma magistral por
KANNER (1968). Este autor identificou, entre crianças ³deficientes´, algumas que se
diferenciavam das demais por um comportamento peculiar, caracterizado, entre
outros sinais e sintomas, por dificuldade extrema em estabelecer relações
interpessoais.
O passar dos anos e novos trabalhos mostraram a excepcional habilidade
clínica de KANNER, cujas descrições do Autismo são válidas e insuperáveis.
Mas, se por um lado das descrições clínicas iniciais ainda podem ser aceitas sem
contestação, o mesmo não pode ser afirmado com relação à etiologia, tratamentos e
prognóstico. O Autismo não apenas é a condição neuropsiquiátrica da infância sobre
a qual mais se tem escrito, como, também é a que mais tem despertado curiosidade,
promovido clamores e concorrido para o trabalho conjunto de profissionais de
diversas áreas que lidam com a saúde mental e comportamento infantil. Entretanto,
apesar do grande número de profissionais, projetos e pesquisas já realizadas e em
andamento, vários aspectos da síndrome do Autismo permanecem obscuros.
Sabemos, já, e sem sombra de dúvidas, que fatores emocionais, dinâmicos, não
podem ser responsabilizados, de forma isolada, pelo quadro de Autismo. Sabemos
também, cada vez de forma mais clara, que fatores biológicos estão presentes na
grande maioria, senão em todos os casos de Autismo. Se a leitura deste trabalho
puder responder a algumas questões, suscitar dúvidas e propiciar a reflexão sobre os
temas abordados, o trabalho terá valido a pena.
Autismo é uma síndrome presente desde o nascimento e
se manifesta invariavelmente antes dos 30 meses de
idade. Caracteriza-se por respostas anormais a
estímulos auditivos ou visuais, e por problemas graves
quanto à compreensão da linguagem falada. ABERTO,
Brasília, ano 13, nº 60, out./dez.1999.

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2. HISTÓRICO
Em 1867, Henry Maudsley foi o primeiro psiquiatra há ter interesse por
crianças com distúrbios mentais graves, descobrindo várias delas dentre elas, o
Autismo.
Utilizado pela primeira vez em 1911, o termo autismo foi derivado da palavra
³autos´ que em grego significa ³o próprio individuo´. O autismo também tem uma
definição mais formal, que lhe foi dada por RAPIN, em 1991, que diz: ³Síndrome
comportamental, presente desde fases iniciais da vida e caracterizada por deficiência
de interação social, linguage m, comunicação e atividades´.
As primeiras teorias a respeito da etiologia do autismo, diziam que ele
resultava de déficits específicos no cuidado e na interação dos pais com a criança, e
que deu origem ás chamadas ³Disfunções do Ego´, e o tratamento rec omendado era
psicoterapia do indivíduo, dos pais e/ou ambos.
Existem várias teorias que tentam explicar a causa do autismo, porém,
nenhuma delas foi realmente comprovada, e sua etiologia continua desconhecida.
Acredita-se que é mais provável que sua etiologia seja uma condição decorrente de
um mecanismo multifuncional, determinado pela associação de fatores genéticos e
não genéticos.
Em 1943, Leo Kanner descreveu, sob o nome de ³Distúrbios Autísticos do
Contacto Afetivo´, um quadro em que ele caracterizou por ³autismo extremo,
obsessividade, estereotipias e ecolalia´, relacionando -o com fenômenos da linha
esquizofrênica. Influenciado pela Psicanálise e pela Psicologia Associassionista,
BLEULER (1985) dá ao termo autismo o conceito de afastamento da realida de com
predominância de vida interior. Entretanto, MINKOWSKY (apud PARNAS e BOVET,
1991) não considera que a predominância da vida interior seja componente
necessário no autismo, introduzindo o conceito de autismo pobre.
A questão do autismo continuou a ser estudada por Kanner no decorrer de
sua vida. Em 1949, passou a referir-se ao quadro com o nome de ³Autismo Infantil
Precoce´, descrevendo-o a partir de uma dificuldade profunda no contato com as
pessoas, um desejo obsessivo de preservar as coisas e as situações, uma ligação
especial aos objetos, a presença de uma fisionomia inteligente e alterações de
linguagem que se estendiam do mutismo a uma linguagem sem função
comunicacional, refletindo as dificuldades no contato e na comunicação interpessoal.
Assim, linguagem revelava inversão pronominal, neologismos e metáforas. A
³síndrome´, conforme é, então, citada por Kanner, é aceita como um padrão
psicopatológico com uma possibilidade diagnóstica inequívoca.
Revisando seu próprio conceito de Autismo Infant il, KANNER (1968), continua
referindo as falhas em que se produzem evidências neurológicas, metabólicas ou
cromossômicas no Autismo Infantil. Ao mesmo tempo, frisa a importância do
diagnóstico diferencial com deficientes mentais e afásicos. Em seu follow-up dos
primeiros casos descritos, KANNER (1973) observa as diferenças na evolução dos
casos observados trinta anos antes, questionando -se sobre o porquê das diferenças
observadas nessa evolução e propondo que explorações bioquímicas poderiam abrir
novas perspectivas no estudo do Autismo Infantil.
Em 1976, surge o famoso livro de Ritvo sobre o autismo e, nele, podemos
observar uma mudança radical. Fala-se em um problema de desenvolvimento
frisando que muitos estudos já referiam as crianças autistas como possuidoras de
déficits cognitivos. Quando citamos RITVO (1976), o diagnóstico diferencial por ele
proposto já refere doenças específicas que podem ocorrer em associação com o
autismo, ressaltando que a síndrome autística seria decorrente de uma patologia de
Sistema Nervoso Central específica.

2.1. ASPECTOS IMPORTANTES DO AUTISMO


Segundo RAPIN; WOLFF (1991) é fundamental que os sinais e sintomas sejam
evidentes nos três primeiros anos de vidas, apesar de na maioria dos casos, o
desenvolvimento parecer normal no primeiro ano de vida. Essas características
são inúmeras, porém, a seguir, serão citadas as mais importantes:
Å As crianças podem não atender a um chamado, estando ou não entretido
com um brinquedo;
Å Durante muito tempo acreditou-se que existia uma diminuição do contato
olho a olho, porém, SMONOFF ; RUTTER (1996) e ESTERNER (2001),
relatam que atualmente, sabe-se que o prejuízo não está na intensidade
desse contato, mas sim no seu uso como sinalização social;
Å Quanto frustradas ou quando se encontram em situaçõe s que podem
causar medo ou tensão, as crianças autistas, em geral, são incapazes de
olhar para o rosto de um adulto, para buscar informações de como
interpretá-lo;
Å Costumam ignorar ou interpretar de forma inadequada seus sentimentos e
dos outros. RAPIN (1991) afirma que muitas não sabem fazer amizades,
porém quando adultos, demonstram incomodo com seu isolamento social;
Å Algumas crianças se relacionam exclusivamente com suas mães, não
suportando a separação física ou mesmo insistindo em que elas as
carreguem, apesar de serem capazes de andar;
Å Não fazem uso do balbucio, algumas podem até permanecer mudas,
enquanto outros adquirem fala tardiamente e monótona, ou até mesmo
cantando. Ou ainda falar incessantemente sobre um mesmo assunto. A
ecolalia também é frequente e pode ser tardia;
Å Costumam utilizar a 3° pessoa do singular ou seu nome para referir -se a si
mesmo e não utilizam o pronome ³eu´;
Å Possuem inabilidade na acentuação, muitas com capacidade de
comunicação verbal, não iniciam ou participam de conversa visual com o
interlocutor;
Å A linguagem pragmática também é diferente no autista, é raro que ele
aponte objetos ou utilizem gestos;
Å Costumam apresentar estereotipias, aparentemente sem propósito;
Å Em geral, a aspecto físico de um autista é normal, apesar de alguns
estudos demonstrarem maior incidência de sinais dismórficos secundários,
entre eles, a microcefalia e o hipertirolismo;

2.2. COMPORTAMENTO CARACTERISTICO DO AUTISMO


2.2.1. DESVIOS QUALITATIVOS DA COMUNICAÇÃO

Caracterizada pela dificuldade em utilizar com sentido todos os


aspectos da comunicação verbal e não verbal. Isto inclui gestos,
expressões faciais, linguagem corporal, ritmo e modulação na linguagem
verbal. Portanto, dentro da grande variação possível na severidade do
autismo, poderemos encontrar uma criança sem linguagem verbal e com
dificuldades na comunicação por qualquer outra via - isto inclui ausência
de uso de gestos ou um uso muito precário dos mesmos; ausência de
expressão facial ou expressão facial incompreensível para os outros e
assim por diante, como podemos igualmente encontrar crianças que
apresentam linguagem verbal, porém esta é repetitiva e não comunicativa.

Muitas das crianças que apresentam linguagem verbal repetem


simplesmente o que lhes foi dito. Este fenômeno é conhecido com ecolalia
imediata. Outras crianças repetem frases ouvidas há horas, ou até mesmo
dias antes (ecolalia tardia).

É comum que crianças com autismo e inteligência normal repitam


frases ouvidas anteriormente e de forma perfeitamente adequada ao
contexto, embora, geralmente nestes casos, o tom de voz soe estranho e
pedante.

2.2.2. DESVIOS QUALITATIVOS NA SOCIABILIZAÇÃO

Este é o ponto crucial no autismo e o mais fácil de gerar falsas


interpretações. Significa a dificuldade em relacionar -se com os outros, a
incapacidade de compartilhar sentimentos, gostos e emoções e a dificuldade
na discriminação entre diferentes pessoas.

Muitas vezes a criança que tem autismo aparenta ser muito afetiva, por
aproximar-se das pessoas abraçando-as e mexendo, por exemplo, em seu
cabelo ou mesmo beijando-as quando na verdade ela adota
indiscriminadamente esta postura, sem diferenciar pessoas, lugares ou
momentos. Esta aproximação usualmente segue um padrão repetitivo e não
contém nenhum tipo de troca ou compartilhamento.

A dificuldade de sociabilização, que faz com que a pessoa que tem


autismo tenha uma pobre consciência da outra pessoa, é responsável, em
muitos casos, pela falta ou diminuição da capacidade de imitar, que é uns dos
pré-requisitos cruciais para o aprendizado, e também pela d ificuldade de se
colocar no lugar de outro e de compreender os fatos a partir da perspectiva do
outro.

Pesquisas mostraram que mesmo nos primeiros dias de vida um bebê


típico prefere olhar para rostos do que para objetos. Através das informações
obtidas pela observação do rosto dos pais, o bebê aprende e encontra
motivação para aprender. Já o bebê com autismo dirige sua atenção
indistintamente para pessoas e para objetos, e sua falha em perceber
pessoas faz com que perca oportunidades de aprendizado, refle tindo em um
atraso do desenvolvimento.

2.3. DESVIOS QUALITATIVOS NA IMAGINAÇÃO

Caracteriza-se por rigidez e inflexibilidade e se estende às várias áreas do


pensamento, linguagem e comportamento da pessoa. Isto pode ser
exemplificado por comportamentos obsessivos e ritualísticos, compreensão literal
da linguagem, falta de aceitação das mudanças e dificuldades em processos
criativos.

Esta dificuldade pode ser percebida por uma forma de brincar desprovida de
criatividade e pela exploração peculiar de objetos e br inquedos. Uma criança que
tem autismo pode passar horas a fio explorando a textura de um brinquedo. Em
crianças que têm autismo e têm inteligência preservada, pode -se perceber a
fixação em determinados assuntos, na maioria dos casos incomuns em crianças
da mesma idade, como calendários ou animais pré -históricos, o que é confundido
às vezes com nível de inteligência superior. As mudanças de rotina, como de
casa, dos móveis, ou até mesmo de percurso, costumam perturbar bastante
algumas dessas crianças.

3. CRITÉRIO DO DIANÓSTICO DO AUTISMO


Erroneamente consideradas não testáveis ou de difícil diagnóstico, as
crianças autistas, durante muitos anos, estiveram à mercê de condutas pouco claras
de avaliação.
Na realidade os problemas encontrados na definição de autismo refletiram -se
também na dificuldade para a construção de instrumentos precisos e adequados que
pudessem ser utilizados na avaliação e diagnóstico desses casos.

Os critérios de diagnósticos mais aceitos são avaliações completas com base


na DSM IV (da Associação Americana de Psiquiatria) ou CID-10 (publicado pela
Organização Mundial de Saúde), o diagnóstico deve ser feito por profissional
especializado.

Pelo menos 8 dos 16 itens especificados dev em ser satisfeitos:

Lesão marcante na interação social recíproca, manifestada por pelo menos três
dos próximos cinco itens:
Dificuldade em usar adequadamente o contato ocular, expressão facial,
gestos e postura corporal para lidar com a interação social .
Dificuldade no desenvolvimento de relações de companheirismo.
Raramente procura conforto ou afeição em outras pessoas em tempos de
tensão ou ansiedade, e/ou oferece conforto ou afeição a outras pessoas
que apresentem ansiedade ou infelicidade.
Ausência de compartilhamento de satisfação com relação a ter prazer com
a felicidade de outras pessoas e/ou de procura espontânea em
compartilhar suas próprias satisfações através de envolvimento com
outras pessoas.
Falta de reciprocidade social e emocional.

Marcante lesão na comunicação:


Ausência de uso social de quaisquer habilidades de linguagem existentes.
Diminuição de ações imaginativas e de imitação social.
Pouca sincronia e ausência de reciprocidade em diálogos.
Pouca flexibilidade na expressão de lin guagem e relativa falta de
criatividade e imaginação em processos mentais.
Ausência de resposta emocional a ações verbais e não-verbais de outras
pessoas.
Pouca utilização das variações na cadência ou ênfase para refletir a
modulação comunicativa.
Ausência de gestos para enfatizar ou facilitar a compreensão na
comunicação oral.

Padrões restritos, repetitivos e estereotipados de comportamento, interesses e


atividades, manifestados por pelo menos dois dos próximos seis itens:
Obsessão por padrões estereotipados e restritos de interesse.
Apego específico a objetos incomuns.
Fidelidade aparentemente compulsiva a rotinas ou rituais não funcionais
específicos.
Hábitos motores estereotipados e repetitivos.
Obsessão por elementos não funcionais ou objetos parciais do material de
recreação.
Ansiedade com relação a mudanças em pequenos detalhes não
funcionais do ambiente.


Anormalidades de desenvolvimento devem ter sido notadas nos primeiros três
anos para que o diagnóstico seja feito.

Alguns espectros mais conhecidos de autismo são:


Síndrome de Angelman
Síndrome de Asperger
Síndrome do X Frágil
Hiperlexia
Síndrome de Landau Kleffner
Distúrbio Obsessivo-Compulsivo
Distúrbio Abrangente do Desenvolvimento
Síndrome de Rett
Síndrome de Prader-Willi
TDAH Transtorno do Déficit de Atenção/hiperatividade

A lista serve como orientação para o diagnóstico. Como regra os indivíduos


com autismo apresentam pelo menos 50% das características relacionadas. Os
sintomas a seguir podem variar de intensidade ou com a idade.

Dificuldade em juntar-se com outras pessoas;


Insistência com gestos idênticos, resistência a mudar de rotina;
Risos e sorrisos inapropriados;
Não temer os perigos;
Pouco contato visual;
Pequena resposta aos métodos normais de ensino;
Brincadeiras muitas vezes interrompidas;
Aparente insensibilidad e à dor;
Ecolalia (repetição de palavras ou frases);
Preferência por estar só; conduta reservada ;
Pode não querer abraços de carinho ou po de aconchegar-se carinhosamente;
Faz girar os objetos;
Hiper ou hipo atividade física ,
Aparenta angústia sem razão aparente;
Não responde às ordens verbais; atua como se fosse surdo ;
Apego inapropriado a objetos ;
Habilidades motoras e atividades motoras finas desiguais, e Dificuldade em
expressar suas necessidades; emprega gestos ou sinais para os objetos em
vez de usar palavras.

INCIDÊNCIA DA SÍNDROME E ALERTA PARA DIAGNÓSTICO PRECOCE

A Incidência do autismo varia de acordo com o critério utilizado, emu m estudo


conduzido no Canadá em 1988, chegaram a uma estimativa de 1:1000, isto é, em
cada mil crianças nascidas uma teria autismo. Segundo a mesma fonte, o autismo
seria duas vezes e meia mais frequente em pessoas do sexo masculino do que em
pessoas do sexo feminino. Segundo informações encontradas no site da ASA ±
Autism Society os América (http://www.autism-society.org/site/PageServer, 1999), a
incidência seria de 1:500, ou 2 casos a cada 1000 nascimentos. De acordo com o
órgão norte-americano Center of Disease Control and Prevention (CDC,
http://www.cdc.gov/), o autismo afetaria de 2 até 6 pessoas em cada 1000, isto é,
poderia afetar até 1 pessoa em cada 166. O autismo seria 4 vezes mais freqüent e em
pessoas do sexo masculino.

O autismo incide igualmente em famílias de diferentes raças, credos ou


classes sociais.Em estatística publicada pela revista americana Time Magazine
(Maio/2002), a incidência de autismo atualmente é 01 em cada 175 nascimentos
sendo 04 meninos para 01 menina. Como em qualquer síndrome o grau de
comprometimento pode variar do mais severo ao mais brando e atinge todas as
classe sociais, em todo o mundo. Já em 2003 as estatísticas apontam 1 caso de
autismo para cada 150 nascimentos.

4. SINDROME DE ASPAGER

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