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EXERCÍCIOS DE IMPROVISAÇÃO (Humor)

POETA/TRADUTOR

(2 ATORES)

Esta peça é interpretada diretamente para o público. Um dos atores recita um poema original, uma fala de cada vez,

em "gromelot", mas como se estivesse falando a língua de um país estrangeiro específico. O outro ator, dividindo o

palco com o poeta, traduz cada fala para o público. O tradutor deve também falar com o sotaque, adequado do país se

assim desejar. Enquanto alternam a fala, a tradução deve refletir a interpretação dramática do poeta, o qual, por sua

vez, deve recomeçar a história do ponto onde o tradutor para. Este exercício traz para os participantes o benefício de

audição e do trabalho para construir o poema.

Antes de começar, pegue uma sugestão de uma Primeira fala para um poema original. Se você tem habilidade em

sotaques, pode também pedir uma sugestão de um país estrangeiro. Se não, escolha um sotaque com o qual esteja

familiarizado. O tradutor pode escolher um local para recitação do poema e começar a apresentação apresentando-se a

si mesmo e ao poeta.

LEGENDAS

(4 ATORES)

Este é similar ao do Poeta/Tradutor mas envolve 4 atores. Dois deles interpretam personagens de um filme em língua

estrangeira (falando em gíria). Os outros dois, mantendo-se à distancia do palco, fornecem legendas verbais que

traduzem o filme para o português diante do público. Aqui, ouvir é de suma importância, já que ajuda a criar uma

história impedir que as pessoas falem uma da outra. Tenha em mente que cada fala em gíria deve ser traduzida 'antes

dor fala seguinte ser interpretada.

DUBLAGEM

(4 ATORES)

Este exercício tem a mesma organização das Legendas, só que desta vez os personagens no palco simplesmente

movem os lábios para simular que estão falando. Os atores que estão fora do palco fornecem as vozes, atuando para

sincronizar o diálogo com o movimento das bocas dos colegas. Os atores que atuam no palco podem orientar os

dubladores colaborando com atividades físicas o expressões faciais apontando diálogos adequados ou

"apropriadamente" inadequados.

RESTAURANTE ESTRANGEIRO

(3 OU 4 ATORES)

Esta cena é designada para permitir que os atores exercitem seus sotaques e utilizem palavras e diálogos próprios

daquele sotaque. O cenário é um restaurante no qual é servido algum tipo de comida típica. Os fregueses podem ser

brasileiros, mas a equipe do restaurante é composta de pessoas de origem étnica selecionada. Os membros da equipe

podem ser garçons, cozinheiros ou mártires. Se os atores forem hábeis em falar dialetos, deixe que o público escolha o

tipo de restaurante. Esta cena leva em conta a prática em interpretar personagens, a utilização de entradas e saídas e

o uso de dialetos.
CENA DUPLA

(4 ATORES)

O palco é dividido em 2 áreas de modo que 2 cenas possam acontecer ao mesmo tempo. As 2 cenas devem estar

relacionadas uma à outra e devem alternar-se na tomada de foco. Um exemplo deste arranjo é um baile de estudantes

de ginásio. A área do palco é dividida em um banheiro masculino de um lado e um banheiro feminino do outro. No dos

homens, dois rapazes conversam sobre seus encontros enquanto no outro banheiro, as garotas falam sobre os rapazes.

Embora os atores e o público ouçam realmente o que está sendo dito em ambos os banheiros, os personagens não

ouvem. O humor vem do uso da informação que, supostamente, você não ouve para influenciar o que você diz. Pode-

se comentar o que está sendo dito na outra cena sem realmente admitir que ouviu.

MARCA DE ESTILO

(2 A 5 ATORES E APONTADOR)

Neste exercício, é seguramente útil estar familiarizado com o teatro propriamente dito, com os dramaturgos e suas

obras e com os estilos teatrais. O líder do grupo experimental ou um membro da platéia sugere um problema familiar

pequeno e rotineiro tal como decidir de quem é a vez de levar o lixo para fora. Comece a representar a cena até que o

apontador congele a ação a fim de anunciar um estilo teatral ou o nome de um dramaturgo, tais como melodramas,

Kabuki, Commedia dell'arte, Arthur Miller, Ionesco ou Shakespeare. Continue a representar a cena nesse estilo ou do

modo como um determinado dramaturgo a teria escrito (Nelson Rodrigues, por exemplo. N.E.). Ao prosseguir com a

ação no estilo desse dramaturgo, procure evitar o uso de diálogos reais contidos em uma de suas peças ou mesmo a

incorporação de um dos seus enredos. Ao invés, tente captar o sabor e o estilo de sua escrita e adaptá-lo ao enredo

que está sendo desenvolvido em sua cena. Você pode compilar uma lista de estilos teatrais e dramaturgos antes da

cena ou virar-se para as pessoas da platéia cada vez que disser "congele!", pedindo a elas que dêem uma sugestão.

Todo o exercício deve ser feito pelo mesmo grupo de atores, sendo que alguns deles podem fazer entradas e saídas

quando forem adequadas ao enredo.

QUEM SOU EU?

(EXERCÍCIO DE GRUPO)

Um dos participantes deixa o ambiente e, ao voltar, deve adivinhar que pessoa famosa os outros decidiram que ele é. O

exercício é feito em forma de cena, mas o improvisador que deixou a sala não sabe que personagem está

interpretando. Nessa hora, aparecem as dicas sobre como os outros se referem a ele na cena. Evidentemente, eles não

podem dizer o nome dele ou fazer qualquer referência direta sobre quem ele é. Se aquele que tenta adivinhar, tiver

idéia sobre que pessoa ele é, começar a adotar o modo de agir característico daquela pessoa e dizer as mesmas coisas

que ela diria. Se ficar evidente que está enganado, ele deve atuar como espectador e ouvir um, pouco mais até ter

outra idéia sobre quem pode ser. Continue sempre em forma de uma cena. Evite fazer perguntas como "Eu derrubei

uma cerejeira?" ou "Sou eu George Washington?" (ou similares racionais). Comece com ou um ou dois atores e com

aquele que tenta adivinhar. Outros podem entrar em cena se tiverem idéias para pistas, mas devem sair logo que

tiverem cumprido seu propósito, de modo a não haver muitas pessoas no palco. Ao mesmo tempo, este exercício é

bom para desenvolver a representação de um personagem.

O PROVÉRBIO SOU EU (EXERCÍCIO EM GRUPO)


Eu sei que o nome não faz sentido, mas é isso o que eu tenho ouvido durante anos. Sendo uma variação do exercício

Quem Sou Eu? O Provérbio Sou Eu desafia o ator a adivinhar e usar uma expressão comum ou aforismo, como "A

grama do vizinho é sempre mais verde", que os outros escolheram enquanto ele saiu do ambiente. Interpretado em

forma de cena, o local deve refletir o significado da expressão. Por exemplo, se a expressão for "A grama do vizinho...",

a cena deve ser sobre inveja (ou ciúme). As pistas devem vir através do tema clã cena de modo a levar o ator que

adivinha a dizer a expressão naturalmente no contexto do que está acontecendo à sua volta. Inicie a cena com outro

ator além daquele que está adivinhando, para que depois outros possam entrar e sair e dar pistas subseqüentes. A

cena termina quando o ator que está adivinhando utiliza a expressão como parte de seu diálogo.

FALA OCULTA

(2 ATORES)

Cada ator do grupo pega um pedaço de papel no qual escreve uma fala simples do diálogo, jogando-a depois dentro de

um chapéu. Antes de iniciar a cena, um dos atores pega uma das falas que está no chapéu, devendo incorporá-la à

mesma. Ele deve construir o enredo da cena de modo que a fala do diálogo se encaixe na história sem emendas. De

fato, deve ser difícil para o público adivinhar qual era a fala oculta de diálogo. O outro ator, mesmo não sabendo o

conteúdo da fala oculta, deve atuar em conjunto com o colega a fim de criar a história na direção para a qual ele a

estiver conduzindo. Para tomar este exercício mais desafiador, mande ambos os atores pegarem um pedaço de papel e

atuarem juntos no sentido de ajudar um ao outro a emitir discretamente suas falas.

CENA PARA TITULO DE CANÇÃO

(2 A 4 ATORES)

Dividam-se em grupos de 2 a 4 atores. Cada grupo escolhe uma canção bem conhecida e cria uma cena que reflita o

significado de seu título. Evite usar o título ao pé da letra. Use-o como um tema para a cena. Por exemplo, se o título

for "I left My Heart in San Francisco", a cena deve ser sobre alguém que esteja vivendo uma relação a longa distância

ao invés de ser sobre um doador de órgãos.(*) Os demais membros dos grupos pode adivinhar cada título quando a

cena estiver concluída.

(*)Optamos por manter o exemplo em inglês "Deixei meu Coração em São Francisco" - apenas por uma questão de

fidelidade ao texto.

ALTER EGO

(4 ATORES)

Neste exercício, que tem estrutura semelhante ao das Legendas, 2 atores estão no palco enquanto 2 outros

permanecem fora dele. Os primeiros criam uma cena juntos, mas após cada fala do diálogo, a voz de um dos atores

que está fora do palco diz simultaneamente o que o personagem está realmente pensando. Aqui, dar e receber é um

elemento integral, como o é a capacidade de ouvir. A mesma técnica utilizada no exercício da Cena Dupla se faz neste.

Os atores no palco, sabedores do que seus alter egos estão dizendo, podem utilizar a informação para influenciar o

modo como seus personagens comportam-se e reagem um ao outro.

UMA PALAVRA DE CADA VEZ

(2 ATORES)
Este exercício mostra a quantidade de informações que uma só palavra pode conter. Uma vez que um personagem

proferiu uma determinada palavra, não poderá fazê-lo de novo até que o outro personagem tenha falado. A cena

prossegue com l palavra de cada vez. É um exercício de economia de diálogos. Um erro comum dos improvisadores é a

tendência que eles têm de falar demais em uma cena, dizendo mais coisas do que é necessário. É também uma lição

para que se utilizem ações em uma cena ao invés de confiar que o diálogo a conduza. A cena pode basear-se em uma

premissa simples dada pelo diretor do grupo ou pelo público.

UMA FRASE DE CADA VEZ

(2 ATORES)

Esta cena tem as mesmas regras e arranjo do exercício anterior, só que os atores podem usar apenas 1 frase de cada

vez. Para não frustrar o propósito deste exercício, alterne as falas de modo que os atores não possam proferir duas

frases ao mesmo tempo.

SEM PERGUNTAS

(2 ATORES)

Esta é uma cena na qual tomam parte 2 pessoas, tendo como única restrição a não formulação de perguntas. O

propósito é fazer com que os atores se acostumem a acrescentar informações, a expandir a cena e a fazer suposições,

ao invés de lançar sobre os ombros do outro ator o fardo de expandir a cena fazendo-lhe perguntas. A cena pode

basear-se numa premissa simples dada pelo diretor do grupo ou pelo público.

TRANSFORMAÇÃO

(2 ATORES)

Este exercício é de difícil realização e difícil explicação. É mais ou menos como realizar seis deixas consecutivas com os

mesmos 2 atores sem congelar a ação. Escolha ocupações de abertura e de conclusão para ambos os atores. Eles

começam a cena, cada um desempenhando sua ocupação inicial. Então, é a medida que a cena prossegue, eles se

transformarão através de uma série de papéis ou ocupações diferentes até a conclusão da cena, quando os atores

chegarem às suas ocupações de conclusão. As transições podem ser indicadas através de mudanças corporais ou

vocais. Por exemplo, um dos atores pode ser um entregador de pizzas segurando com as duas mãos uma pizza de

tamanho grande. Ele pode então transformar aquela posição corporal tomando-se um médico e estendendo as mãos

como se elas tivessem sido escovadas. Nesse caso, o outro ator pode, de imediato, tornar-se um enfermeiro e começar

a ajustar luvas de borracha nas mãos.

Este é um exercício feito para um ator seguir o outro. Quando um deles faz uma transição para um novo personagem

ou ocupação, o outro vem depois e se torna um personagem semelhante. Não existe um enredo contínuo. Qualquer um

dos atores pode mudar de personagem ou ocupação em qualquer tempo combinado. Portanto, ambos devem estar

flexíveis e prontos para mudanças bruscas. Faça um total de cinco ou seis mudanças.

CENA DE COMEÇO TARDIO

(2 ATORES)
2 atores sobem ao palco sem idéias preconcebidas - sem locais nem personagem e com as mentes em branco. Então,

sem pressa, deixam que a cena se desenvolva. Se os minutos passaram sem nenhum diálogo, tudo bem. Por fim, um

dos atores se sentirá como que estando em algum lugar por alguma razão e começa a relatar esta informação ao outro

ator. Esse outro ator deve então se adaptar de acordo, e juntos criam a cena. Este exercício encoraja os atores a

sentirem-se à vontade para participar da cena de maneira totalmente aberta, a fim de ver o que pode vir a acontecer.

Isso também os ajuda a serem capazes de se ajustar a qualquer informação que se desenvolva.

RASHOMON (3 ATORES)

Neste exercício, a mesma cena básica é repetida 3 vezes consecutivas, uma vez a partir do ponto de vista de cada

personagem. Em cada variação, um dos personagens é a figura dominante enquanto os outros interpretam papéis

secundários na cena. Baseado no filme Rashomon, de Akira Kurosawa, aborda como diferentes personagens vêem o

mesmo acontecimento.

PEÇA OPCIONAL (VOCÊ DECIDE) (2 ATORES E UM APONTADOR)

Uma sugestão de um relacionamento entre 2 atores é aproveitada. Uma vez que esse relacionamento e uma locação

tenham sido estabelecidos, o apontador "congela" a ação periodicamente a fim de fazer perguntas específicas aos

espectadores sobre o que eles gostariam que acontecesse depois. Os atores então integram cada idéia nova no sentido

de expandir a ação da cena. Por exemplo, se o relacionamento é entre professor e aluno e a cena se desenvolve na sala

de aula após as horas regulares na escola, o apontador poderá perguntar, "Por que o professor manteve o aluno na

escola depois da hora?" ou "Este aluno tem um segredo; qual é?" Continue até que a cena se esgote.

LANÇANDO UMA IDÉIA

(3 OU 4 ATORES)

Este exercício é para criar uma idéia em conjunto. O elenco da cena é algum tipo de equipe criativa, como um grupo de

executivos de vendas, desenhistas de automóveis ou produtores de filmes. Eles têm que criar um tipo de produto e

construir uma campanha de publicidade em torno dele. Não deve haver negação, já que cada ator acrescenta coisas

novas às idéias dos outros.

COMPOR UMA CANÇÃO

(1 OU MAIS ATORES E 1 MÚSICO)

Improvise uma canção, baseada num estilo musical e num título original ou numa primeira fala dada pelo público ou

pelo diretor do grupo. O cantor e o músico devem trabalhar em conjunto, acompanhando um ao outro a fim de criar

uma melodia e uma estrutura para a canção. Para se adquirir habilidade neste exercício, é necessário muita prática.

AUDIÇÃO

(4 OU 5 ATORES, INCLUINDO UM DIRETOR)

Escolha uma situação teatral que requeira uma audição. Pode ser para um musical ou uma peça. Pode ser também por

uma companhia teatral local, para uma produção na Broadway, ou mesmo para escolha do elenco de uma novela. Um

dos atores é designado como diretor e fica responsável pela preparação do ambiente para o público. Cada um que faz a

audição se apresenta, fornece suas credenciais e apresenta algum tipo de audição para o papel ao qual ele se adéqua.
Os que fazem a audição podem executar um monólogo, cantar uma canção, dançar ou bancar o bobo - qualquer coisa

que demonstre seu talento. Quer o personagem seja realmente talentoso ou não, ele sempre deve dar a máximo de si

ao fazer a audição.

LIVRO DE RITMOS

(3 OU 4 ATORES E 1 MAESTRO)

Neste exercício cada ator escolhe um escritor bem conhecido e, quando apontado pelo maestro, conta uma história no

estilo daquele escritor. Lembre-se de não repetir nem sobrepor-se ao diálogo do ator que falou antes. A platéia ou

diretor do grupo pode sugerir uma primeira fala original para começar. Para tornar o exercício mais desafiador, deixe

que a platéia sugira quais os escritores a serem utilizados.

APAGAMENTO MOMENTÂNEO DAS LUZES


(2 ATORES E UM APONTADOR)

Este exercício consiste de uma série de mini-cenas. Cada cena começa no escuro com 2 atores que não têm nenhuma

idéia preconcebida de quem são ou onde estão. O apontador anuncia uma locação - tal como uma loja de móveis, um

playground ou uma academia de ginástica - e as luzes se acendem no palco. Tão rápido quanto possível, os dois atores

devem estabelecer quem são e o que está acontecendo entre eles. Termine a cena obscurecendo parcialmente as luzes

em um minuto, esteja ela concluída ou não. Cada grupo de dois atores pode fazer três cenas consecutivas.

ORDEM OCULTA
(2 ATORES)

Escolha um local simples, tal como uma reunião de negócios ou um compromisso social de algum tipo. Um dos

personagens deve então ser designado para ordens ocultas, isto é, é seu objetivo fazer com que a outra pessoa faça

algo. Essa meta deve ser alcançada com tanta sutileza quanto possível de modo que o resto do grupo tenha dificuldade

em adivinhar qual era a ordem oculta no final da cena. Não precisa ser nada muito complicado. Também não é

necessário que a meta seja alcançada para que a cena seja um sucesso. Só o fato de você estar tentando fazer com

que a outra pessoa faça algo sem explicitá-lo dará a você uma perspectiva diferente de como você se comporta em

cena. Alguns possíveis exemplos de ordens ocultas: fazer com que a pessoa abra uma janela, fazer com que ela lhe

ofereça o seu lugar, fazer com que ela lhe ofereça dinheiro.

PRIMEIRA FALA/ÚLTIMA FALA


(2 ATORES)

Antes da cena começar, escolha duas falas de diálogo. Uma é a primeira fala da cena, a outra é a última. As falas,

aparentemente, não devem estar relacionadas uma à outra. O ator que interpreta a primeira fala deve, mais tarde,

assumir a responsabilidade de ajudar o outro ator a chegar à última fala. Este é um exercício para construir uma cena

em conjunto, bem como para aprender a reconhecer para onde o outro improvisador vai e ajudá-lo a chegar lá.
TROCA DE EMOÇÕES
(2 ATORES E 2 APONTADORES)

Este é, pessoalmente, um dos meus exercícios de improvisação preferido. Aparentemente, funciona melhor quando

nele estão envolvidos 2 estranhos que partilham alguma experiência comum, tal como lavar roupa, tomar uma bebida

em um bar ou passar um dia agradável no parque.

Dois atores (vamos chamá-los de apontadores), um para cada ator no palco, obtêm primeiro uma lista de emoções ou

estados mentais da platéia (ex: medo, confusão, animação, paranóia, ingenuidade) e um local para iniciar a cena. Uma

vez estabelecido o local e iniciado o relacionamento entre os dois personagens, os apontadores começam a controlá-los

e a seu relacionamento anunciando as emoções da lista, mudando as emoções dos personagens no palco, uma de cada

vez. A função do apontador é operar em seu respectivo ator uma mudança emocional adequada de forma a dar

continuidade ao enredo da cena.

Neste exercício, ouvir é de suma importância, tanto da parte dos atores do palco quanto dos apontadores. Aqui, o

humor provém da habilidade do ator em mudar sua emoção ao mesmo tempo que mantém o fluxo da cena. Os

apontadores devem revezar-se ao fazer as mudanças a fim de dar tempo para que cada ator apresente sua nova

emoção. Tenha consciência de que não é necessário falar imediatamente após a mudança de emoções. Uma emoção

pode ser retratada com a mesma eficiência através do comportamento físico até o momento certo para a fala.

Material de Apoio

Introdução

Fiz-me como fraco para os fracos, para ganhar os fracos. Fiz-me tudo para

todos, para por todos os meios chegar a salvar alguns. (1 Co 9:21)

A definição mais conhecida de “teatro evangélico” é a que diz que, este é o


responsável por trazer “Jesus em Cena”. E está aí a principal diferença entre o teatro
secular e o teatro evangélico: Jesus, tanto na mensagem como nas pessoas que
levarão a mensagem.

A questão agora é: Como levarei a mensagem de Deus através do Teatro?

Pense numa rádio, você está ouvindo música, até aí tudo certo, porém, bem na hora
que toca a sua música predileta começa a dar interferência. Você põe “bombril” na
antena, dá uns tapas no rádio, tenta sintonizar a estação, e nada, “A Voz do Brasil”
(aquele programa chato) ou as notícias da CBN insistem em atrapalhar a transmissão
da música.
Sabe porque a ilustração da interferência? Porque uma vez que o mais importante no
teatro evangélico é a mensagem, ela não pode ser passada com “interferências”,
muito pelo contrário, tem de ser espiritual, ungida e nítida.

Mas o que é necessário para se passar uma mensagem espiritual, ungida e nítida?
Cuidar de três aspectos: O espiritual, o grupo e a técnica, e as interferências ocorrem
justamente quando omitimos ou negligenciamos quaisquer destes aspectos.

Espiritual – Como vamos encenar sobre Jesus e Sua Palavra se você não está em
“sintonia” com Ele?

Grupo – Nenhum trabalho é feito sozinho, Deus “ordena a benção” onde há união e
concordância.

Técnica – Você já viu um jogo de futebol onde todo mundo corre atrás da bola e não
sai nada? Pode até ser engraçado no princípio, mas depois se torna entediante, pois
ninguém ali sabe ao certo o que está fazendo. Como as pessoas prestarão atenção se
nos mostrarmos despreparados, tal como o jogo citado?

"Ser bênção para a vida dos outros é criar os meios para que a graça de Deus os
envolva trazendo salvação, reconciliação, cura e libertação. É agir para que o cansado
encontre alívio, para que o doente ache consolo, para que o perdido seja achado. É
usar os dons e talentos que Deus nos deu para criar novas esperanças e para
alimentar a fé de outros" (Pr. Ricardo Barbosa de Souza).

O CARÁTER DO ARTISTA
O Caráter do Artista
O caráter de uma pessoa determina seu modo de agir e pensar, como estamos
falando de arte isso influência em até seu modo de atuar.

Considero que ele é uma dos pontos-chaves de um relacionamento, tanto vertical (Eu e
Deus) como horizontal (Eu e Você), pois iremos trabalhar com esta base.

“O que mais importa é quem você escolha agradar.” Lembro desta frase do livro “O Doador dos Sonhos” de Bruce
Wilkinson, onde Comum, dono da trama, recebe um sonho do Doador dos Sonhos e vai atrás deixando
sua Zona de Conforto, ele luta com Gigantes, encontra Guerreiros, Fé e muitos outros personagens que
provam o seu caráter e o seu coração, em um determinado momento ele chega a perder seu o foco, mas
pelo seu caráter ele se arrepende e volta a percorrer não só seu sonho, mas o próprio Doador dos Sonhos
(recomendo esta leitura).

Nosso caráter não sofre as influências pelo meio em que é submetido, pois o ser humano demonstra sua pessoal
característica desde os primeiros dias, quiçá ainda enquanto dentro do ventre materno. O caráter é
inerente do próprio espírito, e os moldes de educação, adaptação às diferentes condições e fases da vida
humana apenas levam o ser às escolhas que deve fazer obedecendo elas a esse princípio primeiro.

Caráter é a soma de hábitos, virtude e vícios, o caráter faz ver além, as consequências dos atos de hoje, e não pode ser
adquirido ou estudado ou mesmo aprendido.

Mas então porque estamos falando de caráter se ele não pode sofrer alterações?

Ambos, a cultura e o estilo de vida, são transformados, adquiridos e estudados e podem ser esquecidos ou aprimorados.
Mas o caráter faz desses todos seus caminhos. Escolher qual deles seguir e quais consequências irão advir
só o caráter pode identificar, no momento que as decisões - de trabalho, amor, relações sociais, escolares,
de amizade etc. - são tomadas, ou seja, influi no relacionamento.

Mas então porque estamos falando de caráter se ele não pode sofrer alterações?

Por nós mesmos ele acaba sendo imutável, mas Deus tudo pode, ele está no controle e diz na sua palavra acerca de como
devemos ser, Deus diz, “Sede santos.” Ele não disse para fazermos algo para que aparentássemos santos.
Ele diz, “sede” santo. Você não pode fazer a si mesmo santo da mesma forma que não pode salvar-se a si
mesmo, mas quando você recebe a santidade de Deus por dentro, sua vida e conduta serão santas e
agradáveis à Deus.

Traços de bom caráter não são aprendidos em um programa de dez passos ou em livros de autoajuda Eles são mais do
que apenas tentar fazer o melhor. Eles vêm através do trabalho de Deus no coração.

“Acrescentai à vossa fé a virtude, e à virtude a ciência, E à ciência temperança, e à temperança paciência, e à paciência
piedade, E à piedade amor fraternal; e ao amor fraternal caridade.”
Entendo neste versículo, que não é uma sucessão de acontecimentos, mas um conjunto de qualidades

particulares, que podem ser adquiridas em exercícios fundamentais de fé e oração.

Nosso caráter é algo inegável e não pode ser escondido, diferente da nossa fé que produz milagres, diferente da nossa
salvação que produz frutos, o nosso caráter é algo que rege tudo isso, mas não gera algo visível.

Negar nosso caráter é se negar negligenciar o que Deus pode fazer nele é negar uma vida de santificação.

Isso não serve só para artistas, mas vemos sempre este tema ligado a esta classe, isso se deve a maior sensibilidade que o
artista tem. Na verdade ele é regido emocionalmente, ultrapassando barreiras de seu caráter, e é ai onde
mora o perigo.

Achamos que ao atuar, assumir uma personalidade, viver um personagem,podemos nos desligar de nós mesmos e usar a
nossa “memória”

(leque de situações que nos ligam a algo), e esquecemos que nosso caráter não é mudado, então estaremos apresentando
um personagem com “certas características” mas com nosso próprio caráter.

Faça essas perguntas a si mesmo:

O que você pretende ao atuar? Seu caráter te permite ser um canal de benção?

Não lute contra si mesmo para camuflar seu caráter, é muito mais fácil pedir a Deus o seu caráter.

Como artistas, o cristianismo nos exige muito, vemos em João 4.23 “ Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros
adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade, porque o Pai procura a tais que assim o adorem.”

Não deixe que o dom dado por Deus para que você o glorifique seja dominado por seu caráter e acabe perdendo valor.

Tenha uma vida de Adoração, ela é essencial e faz parte do caráter de um artista saber adorar aquilo que realmente ama.

Lembre-se: Um verdadeiro adorador influência através de seu caráter cristão. Talvez você leve uma vida inteira para ter
aperfeiçoado seu caráter, mas é importante que em toda a sua vida você deseje por isso e lute por isso.

Algumas coisas a serem consideradas:

RENOVE A MENTE, ELA TRABALHA JUNTO COM SEU CARÁTER

A mente é o atributo central da alma humana. Nela se trava a batalha dos pensamentos.

Ilustração do relacionamento integral do homem com o mundo externo. Por isso:

Tenha comunhão pela oração (Fp 4. 6-8.), se encha da palavra (Rm. 12.2), aprenda com a bíblia (2Cor 10. 4 e 5) e
domine a sua mente (Jo 8. 32). Precisamos ter as vontades de Deus como nossas vontades, mas Ele não
coage ou força, Ele nos respeita.

Jesus é nosso exemplo (Jo. 4. 34), temos que ser sinceros (Rm.7.18) e resistir ao diabo (Tiago 4.7b).
SUGESTÕES

1- Faça uma lista de suas qualidades e defeitos (no mínimo 5 de cada) 2- Analise atitudes que você julga boas ou más.

3- Apresente a Deus. Peça forças para perdoar - PERDOE 4- Ore pedindo a Deus que seu caráter seja igual ao dele. 5-
Retenha o que é bom, descarte o que não te edifica.

Dinâmicas
Dinâmica: Medo de Desafios

Material: caixa, chocolate e aparelho de som (rádio ou CD).


Procedimento:
Encha a caixa com jornal para que não se perceba o que tem dentro. Coloque no fundo o
chocolate e um bilhete: COMA O CHOCOLATE! Pede-se a turma que faça um círculo. O
coordenador segura a caixa e explica o seguinte pra turma: _Estão vendo esta caixa? Dentro dela
existe uma ordem a ser cumprida, vamos brincar de batata quente com ela, e aquele que ficar com
a caixa terá que cumprir a tarefa sem reclamar. Independente do que seja... ninguém vai poder
ajudar, o desafio deve ser cumprido apenas por quem ficar com a caixa (é importante assustar a
turma para que eles sintam medo da caixa, dizendo que pode ser uma tarefa extremamente difícil
ou vergonhosa).
Começa a brincadeira, com a música ligada, devem ir passando a caixa de um para o outro.
Quando a música for interrompida (o coordenador deve estar de costas para o grupo para não ver
com quem está a caixa) aquele que ficou com a caixa terá que cumprir a tarefa...é importante que o
coordenador faça comentários do tipo: Você está preparado? Se não tiver coragem... Depois de
muito suspense quando finalmente o jovem abre a caixa encontra a gostosa surpresa. (O jovem não
pode repartir o presente com ninguém).
Objetivos:
O objetivo desta brincadeira é mostrar como somos covardes diante de situações que possam
representar perigo ou vergonha. Devemos aprender que em Deus podemos superar todos os
desafios que são colocados a nossa frente, por mais que pareça tudo tão desesperador, o final pode
ser uma feliz notícia.

Dinâmica: do 1, 2, 3
Objetivo: Quebra-gelo
Procedimento:
1º momento: Formam-se duplas e então solicite para que os dois comecem a contar de um a três,
ora um começa, ora o outro. Fica Fácil.
2º momento: Solicite que ao invés de falar o número 1, batam palma, os outros números devem
ser pronunciados normalmente.
3º momento: Solicite que ao invés de falar o número 2, que batam com as duas mãos na barriga,
o número 3 deve ser pronunciado normalmente. Começa a complicar.
4º momento: Solicite que ao invés de falar o número 3, que deem uma "reboladinha".
A situação fica bem divertida

Dinâmica do Amor

Objetivo: Moral: Devemos desejar aos outros o que queremos para nós mesmos.
Procedimento:
Para início de ano Ler o texto ou contar a história do "Coração partido" - Certo homem estava
para ganhar o concurso do coração mais bonito. Seu coração era lindo, sem nenhuma ruga, sem
nenhum estrago. Até que apareceu um velho e disse que seu coração era o mais bonito pois nele
havia. Houve vários comentários do tipo: "Como seu coração é o mais bonito, com tantas marcas?"
O bom velhinho, então explicou que por isso mesmo seu coração era lindo. Aquelas marcas
representavam sua vivência, as pessoas que ele amou e que o amaram. Finalmente todos
concordaram, o coração do moço, apesar de lisinho, não tinha a experiência do velho." Após contar
o texto distribuir um recorte de coração (chamex dobrado ao meio e cortado em forma de coração),
revistas, cola e tesoura. Os participantes deverão procurar figuras que poderiam estar dentro do
coração de cada um. Fazer a colagem e apresentar ao grupo. Depois cada um vai receber um
coração menor e será instruído que dentro dele deverá escrever o que quer para o seu coração. Ou
o que quer que seu coração esteja cheio.. O meu coração está cheio de... No final o instrutor deverá
conduzir o grupo a trocar os corações, entregar o seu coração a outro. Fazer a troca de cartões com
uma música apropriada, tipo: Coração de Estudante.

Dinâmica: “Convivendo com Máscaras”


Objetivo: Proporcionar o exercício da auto e heteropercepção.
Material: Cartolina colorida, tintas, colas, tesouras, papéis diversos e coloridos, palitos de
churrasco, CD com a música quem é você (Chico Buarque)
Procedimento:
1. Com a música de fundo cada participante é convidado a construir uma máscara com os
materiais disponíveis na sala, que fale dele no momento atual.
2. A partir da sua máscara confeccionada, afixá-la no palito de churrasco para que cada um se
apresente falando de si através da mascara.
3. Organizar em subgrupos para que cada participante escolha: A máscara com que mais se
identifica; A máscara com que não se identifica; A máscara que gostaria de usar.
4. Após concluir a atividade em subgrupo, todos deverão colocar suas máscaras e fazer um mini
teatro improvisado.
5. Formar um círculo para que cada participante escolha um dos integrantes do grupo para lhe
dizer o que vê atrás de sua máscara...
6. Abrir para discussões no grupo

UMA INTRODUÇÃO AO APÔIO DIAFRAGMÁTICO


Darei aqui uma dica bem simples pra todo mundo poder treinar em casa.

Uma simples

frase:lá....dó#...MI....dó#...lá.

Faça uma inspiração dissociada (abdominal + intercostal).

Então inicie o vocalize com voz suave, sem forçar nada!!

Podem usar as vibrações línguais(rrrrrr) ou labiais (brbrbrrrrrrbbbrrrr) como letra.

Quando você emitir a nota MI..bem no meio da frase...aplique uma CONTRAÇÃO ABDOMINAL como se fosse encostar

sua barriga nas costas (contração MÁXIMA).Pode manter o abdomem contraído até o final da frase.

Aumente meio tom...e comece tudo novamente.

Vá subindo de meio em meio tom, até o agudo que você alcança com conforto...e então, vá descendo novamente, até o

grave que alcança com conforto também.

Não precisa iniciar o vocalize na nota LÁ..se esta for muito grave pra você...Inicie de onde for confortável, ok!!

Você estará apoiando a nota mais aguda da frase...para não emiti-la com o apôio errado da garganta e sim, com o

apôio do diafragma.

Estou simplificando ao máximo, que é pra todo mundo entender e conseguir fazer isso com segurança em casa sozinho,

ok!!

MANTENDO A VOZ SAUDÁVEL E PODEROSA!


Muita hidratação!!! água pouca é bobagem...em locais com ar condicionado, carregue sua garrafinha de
água!!
Se estiver dodói, evite cantar.

Evite falar em ambientes muito ruidozos...isso te obrigaria a falar num volume de voz
acima do habitual....e é realmente péssimo pra saúde vocal!

Articule muito bem as palavras!!!

Sempre aqueça a voz!!!

Faça bocejos depois de usar muito sua voz!!

Respeite seus limites vocais!!! Cante sempre nos tons favoráveis a você.

Não seja auto didata!!! Procure um profissional da voz para ajudá-lo a desenvolver seu

potencial vocal corretamente!!

Se perceber que está ficando rouco sempre que faz muito uso da voz, procure um especialista

(Otorrino e Fono) para avaliar suas pregas

vocais!!

Eu volto depois com mais dicas pra você manter sua saúde vocal!!!

MELHORANDO A PERFORMANCE VOCAL


MELHORANDO A PERFORMANCE VOCAL -DICA 1

Se você controla o ar...controla sua voz.

Comece aprimorando sua respiração profunda, ou abdominal.

Deitado de costas numa superfície plana, coloque um livro sobre o abdomem e procure levantar o livro com a

inspiração e abaixar o livro com a expiração.

Quando sentir que está dominando esse movimento, trabalhe então sua respiração abdominal em pé.

MELHORANDO A PERFORMANCE VOCAL -DICA 1

Agora que você já domina o exercício da "dica 1", vamos em frente!!

Com as mãos sobre suas costelas ( logo abaixo do tórax, nas laterais) inspire pelo nariz como se estivesse levando o ar

para suas costas...

Você vai sentir suas costelas se abrindo...

Agora expire o ar com a boca aberta e vai sentir suas costelas se fechando.

Você acaba de praticar uma respiração inter costal!!! Parabéns!!!

Treine bastante...quanto mais suas costelas se abrirem melhor!!!


BANDO DE DESANIMADOS

Eclesiastes 9:10 Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças...
Grupo desanimado?
Vamos começar com um bom diagnóstico:
O comprometimento dos integrantes do grupo com o SENHOR da obra, está
sólido?
O deficit de comprometimento é percebido em relação a responsabilidades com
horário?
Com atividades propostas durante os ensaios?
Em relação as atividades "extra-encontro"?
Durante o tempo de trabalho do grupo há muita dispersão?
Panelinhas se formam?
Em outras atividades, estas mesmas pessoas demonstram interesse?
Alguém já abandonou o grupo?

Grupo de teatro é espaço para pessoas engajadas(Locais para passeios são parques,
praças, cinema...), o local do ensaio é um ambiente de trabalho.